A CARREIRA QUE NOS ESTÁ PROPOSTA
O Caminho da Salvação, Santidade e Perseverança para Chegar ao céu




O QUE ESTUDAREMOS?
A bendita esperança é vista como uma marca do cristão peregrino porque, à luz da Bíblia, ela está tratando da confiança que ele tem para com as promessas de Deus. O cristão tem a certeza plena de que aquEle que prometeu é fiel para cumprir. O cristão que vive a bendita esperança não esboça atitude desesperadora, seja qual for a circunstância, pois não é ignorante quanto ao que vai acontecer no futuro.
Os nossos objetivos são:
1. Mostrar o alvo da esperança cristã;
2. Explicitar a doutrina da esperança cristã;
3. Enfatizar a esperança cristã como a âncora da alma do crente.
A esperança cristã é um antídoto do Céu para nos motivar a perseverar na fé em Cristo em
meio às aflições do tempo presente. Vamos juntos, aprender a Palavra de Deus.

TEXTO ÁUREO – COMPARANDO TRADUÇÕES
Aguardando ansiosamente aquele tempo quando se verá a sua glória – a glória do nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo (Tt 2.13 VIVA). ‘Entendemos isso como o arrebatamento, quando Cristo aparecerá em glória para a igreja e a levará ao céu (1Ts 4.13–18)? Ou será que se refere à vinda de Cristo para reinar, quando ele se manifestará em glória para o mundo, derrotará seus inimigos e estabelecerá o seu reino (Ap 19.11– 16)? Basicamente, cremos que Paulo está falando da primeira opção: Cristo vindo buscar a sua noiva, a Igreja. Contudo, seja como noivo, seja como rei, o cristão deve estar preparado, aguardando sua gloriosa (NVI) vinda. Paulo chama o vislumbre, a expectativa da glória de “bendita esperança”. Warren Wiersbe diz corretamente que a volta gloriosa de Cristo é mais do que uma bendita esperança; é uma esperança cheia de alegria (Rm 5.2; 12.12), uma esperança unificadora (Ef 4.4), uma viva esperança (1Pe 1.3), uma firme esperança (Hb 6.19) e uma esperança purificadora (1Jo 3.3).

VERDADE PRÁTICA
A esperança cristã é a âncora que mantém a alma do crente firme diante dos dissabores em nossa jornada de fé. Essa esperança é para os salvos em Jesus, pois trata-se da “esperança cristã”. Os ímpios não têm essa mesma esperança. Quanto ao destino eterno deles, a Bíblia diz o que os aguarda: “uma terrível expectativa de juízo e de fogo intenso que consumirá os inimigos de Deus”. (Hb 10.26 NVI). Pensar na vinda do Senhor não cria terror no coração do crente. Trata-se de uma esperança que anima, conforta e faz estremecer de alegria, mesmo vivendo neste mundo tenebroso.









I. PARA ONDE APONTA A ESPERANÇA DO CRISTÃO?
1.1 A esperança cristã.
A LIÇÃO DZ: De acordo com o Novo Testamento, a “esperança” é uma expectativa favorável e confiante que se fundamenta ao que não se vê, ao futuro (Rm 8.24,25). Portanto, do ponto de vista bíblico, podemos dizer que a esperança é “a confiança no cumprimento de uma grande expectativa”. O termo “esperança” tem dois sentidos principais em teologia. Pode definir tanto o objeto da esperança, ou seja, Cristo, e tudo o que implica sua vinda final, ou a atitude de esperar. A definição apresentada traz à tona a complexidade e a profundidade do conceito de “esperança” na teologia. Em uma análise inicial, a “esperança” é retratada como um objeto, mais especificamente, Cristo e as promessas associadas à Sua vinda. Este aspecto da “esperança” sugere uma concretude, uma tangibilidade, pois está ancorada em uma Deus e em um evento futuro específico. No entanto, a “esperança” também é descrita como a atitude de esperar. Este aspecto é mais contemplativo, pois não se refere a um objeto específico, mas a um estado de espírito, uma disposição. A “esperança”, neste sentido, é a persistência, a resiliência que continua a esperar mesmo quando o objeto da esperança ainda não se manifestou. Portanto, a “esperança” na teologia abrange tanto a promessa divina quanto a disposição humana de fé em esperar confiante e pacientemente.
1.2 A esperança nas cartas do apóstolo Paulo.
A LIÇÃO DZ: O assunto da esperança cristã está bem presente nas cartas apostólicas de Paulo. Nelas, percebemos a esperança na ressurreição dos mortos em Cristo ( At 23.6; 1 Ts 4.13,14); a esperança do cumprimento da promessa (At 26.6,7); a esperança da justiça (Gl 5.5); a esperança do Evangelho (Cl 1.5); a esperança do arrebatamento da Igreja (1 Ts 5.8); a esperança da vocação (Ef 1.18); a esperança da vida eterna (Tt 1.2; 3.7); e, finalmente, a esperança do aparecimento da glória de Deus e do Senhor Jesus Cristo (Tt 2.13). Na Primeira Carta de Paulo aos Coríntios, a esperança aparece como a segunda virtude mencionada ali (1 Co 13.13). A teologia da esperança é um elemento central na doutrina cristã, especialmente nas cartas apostólicas de Paulo. A esperança cristã não é uma expectativa vaga, mas uma certeza baseada nas promessas de Deus reveladas na Bíblia. Essa esperança abrange diversos aspectos da vida cristã e do futuro prometido por Deus. Vamos refletir sobre essa esperança, considerando os textos bíblicos referenciados.
• Esperança na Ressurreição dos Mortos (At 23.6; 1 Ts 4.13-14) A esperança na ressurreição dos mortos é um alicerce da fé cristã. Paulo enfatiza que, assim como Cristo ressuscitou, também os que estão em Cristo ressuscitarão. O cristão recebe consolo diante da morte e do sofrimento, garantindo que a morte não é o fim, mas uma transição para uma vida eterna com Deus.
• Esperança do Cumprimento da Promessa (At 26.6-7). Paulo fala da esperança no cumprimento das promessas de Deus, incluindo a promessa da salvação e da herança eterna. Essa esperança é fundamentada na fidelidade de Deus, que sempre cumpre Suas promessas.
• Esperança da Justiça (Gl 5.5). A esperança da justiça se refere à vindicação final dos crentes, quando serão plenamente justificados e transformados à imagem de Cristo. É uma antecipação do tempo em que a injustiça será corrigida e a justiça de Deus prevalecerá.
• Esperança do Evangelho (Cl 1.5). A esperança do evangelho é a certeza da salvação oferecida por meio de Cristo. É a esperança de uma vida transformada e de um relacionamento restaurado com Deus.
• Esperança do Arrebatamento da Igreja (1 Ts 5.8). Esperança do Aparecimento da Glória de Deus e do Senhor Jesus Cristo (Tt 2.13). Paulo fala sobre a esperança do arrebatamento, quando Cristo virá buscar Sua Igreja. Isso proporciona aos crentes uma expectativa de encontro com o Senhor e de ser livrado da ira futura.
• Esperança da Vocação (Ef 1.18). A esperança da vocação refere-se ao chamado que Deus faz aos crentes para viverem uma vida santa e cumprir Seus propósitos. É a esperança de que cada um tem um papel significativo no plano de Deus.
• Esperança da Vida Eterna (Tt 1.2; 3.7). A esperança da vida eterna é a promessa de uma existência sem fim na presença de Deus, livre de dor, sofrimento e pecado. É a culminação da redenção que Cristo oferece.
• A Esperança como Virtude (1 Co 13.13). Paulo coloca a esperança como uma das três grandes virtudes, ao lado da fé e do amor. A esperança é essencial para a vida cristã, motivando os crentes a perseverarem e a viverem de acordo com a vontade de Deus. A esperança cristã, conforme exposta nas cartas de Paulo, é multifacetada e profundamente enraizada nas promessas de Deus. Ela não é apenas uma expectativa passiva, mas é ativa, porque molda a vida dos crentes, impulsionando-os a viver com propósito, justiça, e expectativa da glória futura. Aplicar essa esperança na vida diária significa viver com confiança em Deus, promovendo Seu Reino aqui e agora, enquanto aguardamos o cumprimento total de Suas promessas.
1.3 Deus: O autor da nossa esperança.
A LIÇÃO DZ: Deus é o autor da nossa esperança, conforme o apóstolo Paulo mostra em sua carta (Rm 15.13). Três razões para nunca perder a esperança nas promessas de Deus.
• Deus é fiel. Podemos confiar em Suas promessas porque Ele é fiel para cumprir o que prometeu. “Saibam, portanto, que o Senhor, o seu Deus, é Deus; ele é o Deus fiel, que mantém a aliança e a bondade para com aqueles que o amam e guardam os seus mandamentos, até mil gerações”. (Dt 7.9).
• Deus é imutável. Isso significa que Suas promessas também não mudam. Se Ele prometeu algo, podemos ter certeza de que Ele cumprirá essa promessa. “Eu, o Senhor, não mudo. Por isso vocês, descendentes de Jacó, não foram destruídos”. (Ml 3.6).
• Deus é todo-poderoso. Portanto, mesmo que as circunstâncias pareçam impossíveis, podemos confiar que Deus tem o poder para cumprir Suas promessas. “Ó Soberano Senhor! Tu fizeste os céus e a terra com o teu grande poder e com o teu braço estendido. Nada é difícil demais para ti”. (Jr 32.17).








II. A PERSPECTIVA ESCATOLÓGICA DA ESPERANÇA CRISTÃ
2.1 A Bíblia focaliza o futuro.
O LIVRO DE APOIO DIZ: A Bíblia contém, em boa parte do texto, as profecias que abordam os eventos futuros, tema que é descrito pela teologia como escatologia. A escatologia é um ramo da teologia cristã que se concentra no estudo dos eventos finais da história do mundo e do destino último da humanidade. A palavra “escatologia” vem do grego “eschatos,” que significa “último” ou “final,” e “logia,” que significa “estudo.” Portanto, escatologia é o estudo das últimas coisas. Isso inclui temas como o arrebatamento da Igreja, a segunda vinda de Cristo, o milênio, o julgamento final, a ressurreição dos mortos, e o estado eterno dos justos e dos ímpios.
2.2 A esperança no porvir traz consolo e alegria ao crente.
A LIÇÃO DZ: Muitos vivem com medo do futuro, do que pode acontecer com eles, mas os cristãos se consolam e se alegram no que a Bíblia diz a respeito do futuro (Rm 15.4). Complementando o que autor da revista comunica nesse subponto, abordaremos os Benefícios de Estudar as Doutrinas Escatológicas:
• Motivação para a Santidade e Vigilância. Descrição: A iminência da vinda de Cristo e o julgamento final incentivam uma vida de santidade e vigilância espiritual.
• Perspectiva e Prioridades Eternas. A escatologia fornece uma visão eterna, ajudando os crentes a avaliar suas prioridades à luz da eternidade. Isso ajuda a focar em valores e ações com significância eterna, evitando a armadilha de se apegar excessivamente às coisas temporais e materiais. A perspectiva eterna molda decisões e atitudes no presente.
• Consolação e Conforto em Meio ao Sofrimento. Os crentes encontram consolo na certeza de que a dor e o sofrimento são temporários, e uma glória eterna e indizível os aguarda.
• Encorajamento à Evangelização e Missão. A certeza do retorno de Cristo e do julgamento final motiva os crentes a compartilhar o evangelho com urgência. Isso aumenta o zelo missionário e o compromisso com a Grande Comissão, levando os crentes a proclamar a mensagem de salvação a todos os povos. A escatologia reforça a importância da evangelização e do alcance global da mensagem cristã.
2.3 Por que uma doutrina da esperança?
A LIÇÃO DZ: A razão de termos uma doutrina da esperança é porque confiamos na promessa da ressurreição dos que morreram em Cristo, da transformação dos que estiverem vivos por ocasião de sua volta (1 Ts 4.13-18). A resposta feita neste enunciado pode ser respondida com um texto bíblico. Por que uma doutrina da esperança? “para que não fiquem tristes como os demais, que não têm esperança”. (1Ts 4.13b NAA). O mundo greco-romano dos dias de Paulo era um mundo sem esperança (Ef 2.12). No entendimento deles não havia nenhum futuro para o corpo, pois este não passava de uma prisão da alma. Os epicureus não acreditavam na eternidade. Para eles a morte era o ponto final da existência. Os estóicos diziam que enquanto estamos vivos a morte não existe para nós, e quando ela aparecer, nós já não existimos. Os pagãos reagiam com desespero diante da morte. William Barclay registra o que alguns pensadores disseram. Esquilo escreveu: “Uma vez que o homem morre não há ressurreição”. Teócrito disse: “Há esperança para aqueles que estão vivos, mas os que morrem estão sem esperança”. Cátulo afirmou: “Quando nossa breve luz se extingue há uma noite perpétua em que deveremos dormir”. Os crentes de Tessalônica, retirados dessa realidade, e ainda sendo brutalmente perseguidos, estavam se entristecendo, porque julgavam que seus entes queridos, os crentes que dormiam em Cristo haviam perecido. Esta carta foi escrita para abrir-lhes os olhos da alma para a bendita verdade
divina acerca da esperança cristã. William Hendriksen afirma com resoluta certeza: “De fato, à parte do cristianismo não existia nenhuma base sólida de esperança em conexão com a vida por vir”.






III. A ESPERANÇA CRISTÃ COMO ÂNCORA DA ALMA
3.1 Nossa esperança como âncora.
A LIÇÃO DIZ: Podemos descrever a âncora como uma pesada peça de ferro presa a uma corrente grossa e lançada ao fundo do mar com o propósito de manter um navio parado (At 27.29). O escritor aos Hebreus descreve a esperança cristã como uma “âncora da alma segura e firme” durante a jornada com Cristo (Hb 6.18,19). Ela representa tudo o que sustenta e estabiliza a alma do crente em tempos de incertezas. Vamos ler o texto bíblico: Querendo mostrar de forma bem clara a natureza imutável do seu propósito para com os herdeiros da promessa, Deus o confirmou com juramento, para que, por meio de duas coisas imutáveis nas quais é impossível que Deus minta, sejamos firmemente encorajados, nós, que nos refugiamos nele para tomar posse da esperança a nós proposta. Temos esta esperança como âncora da alma, firme e segura, a qual adentra o santuário interior, por trás do véu, onde Jesus, que nos precedeu, entrou em nosso lugar, tornando-se sumo sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque. (Hb 6.17-20 NVI). Os herdeiros da promessa são todos aqueles que pela fé são filhos do fiel Abraão. A promessa referida é a da eterna salvação de todos os que creem em Deus. A promessa da semente feita a Abraão teve seu cumprimento completo e final em Cristo, e todas as bênçãos que fluíram da união com Cristo foram, portanto, incluídas na promessa. O cristão agora tem duas coisas imutáveis em que confiar: a palavra e o juramento de Deus. É impossível imaginar algo mais seguro ou certo. Deus promete salvar todos os que creem em Cristo; depois ele confirma isso com um juramento. A conclusão é inevitável: o cristão está eternamente seguro. No restante do capítulo 6, o autor emprega quatro figuras para nos fazer compreender a total confiabilidade da esperança do cristão: 1) uma cidade de refúgio, 2) uma âncora, 3) um precursor e 4) um sumo sacerdote. Vamos focar apenas na figura da ancora. Nas tempestades e provações da vida, essa esperança serve como âncora da alma. O conhecimento de que a nossa glorificação é tão certa como se já tivesse acontecido impede-nos de ser levados pelas impetuosas ondas da dúvida e do desespero. A âncora não é lançada nas areias movediças do mundo, mas firmada no santuário celestial. Afirmar que a nossa esperança é a âncora significa que ela está segura em Deus além do véu. Assim como a âncora está ali, também nós estaremos. Severino Silva, nessa mesma linha de pensamento, diz que a diferença entre a âncora do navio e a âncora do cristão é que a âncora do navio aponta para baixo e, quanto mais os ventos sopram e as ondas movimentam o navio, tanto mais ela vai se enterrando no fundo e lhe oferecendo segurança. A âncora do cristão aponta para cima e, quanto mais as tempestades da vida lhe sobrevêm, tanto mais sua âncora (esperança) vai se fixando no trono de Deus, que lhe oferece uma proteção inabalável.
3.2 Por que a esperança do crente é a melhor?
A LIÇÃO DIZ: Essa esperança que traz certeza a alma do salvo não pode ser comparada com esperança dos ímpios.
A esperança do crente é considerada superior e singular por diversas razões teológicas e bíblicas, destacando-se em vários aspectos que a tornam única e insubstituível. Aqui estão algumas razões pelas quais a esperança cristã é vista como a melhor:
• Fundamentada na Promessa de Deus. A esperança do crente está enraizada nas promessas infalíveis de Deus. Em Hebreus 10.23, lemos: “Guardemos firme a confissão da nossa esperança, sem vacilar, pois quem fez a promessa é fiel.”
• Baseada na Ressurreição de Cristo. A ressurreição de Jesus Cristo é o pilar central da esperança cristã. Em 1 Coríntios 15.20-22, Paulo escreve: “Mas de fato Cristo ressuscitou dentre os mortos, e foi feito as primícias dos que dormem. Porque, assim como a morte veio por um homem, também a ressurreição dos mortos veio por um homem. Pois, assim como em Adão todos morrem, do mesmo modo em Cristo todos serão vivificados.”
• Esperança Eterna e Inabalável. A esperança do crente não é temporal ou passageira, mas eterna. Em 1 Pedro 1.3-4, é descrita como ” uma esperança viva, por meio da ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma herança que jamais poderá perecer, macular-se ou perder o seu valor.”
• Motivação para a Santidade e Boas Obras. A esperança cristã motiva os crentes a viverem vidas santas e dedicadas ao serviço de Deus e ao próximo. Em 1 João 3.3, lemos: “E qualquer que nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, como também ele é puro.”
• Confirmação pelo Espírito Santo. A presença do Espírito Santo no crente é uma garantia e um antegosto da plena realização da esperança cristã. Em Efésios 1.13-14, Paulo explica que o Espírito Santo é “o penhor da nossa herança, para a redenção da possessão de Deus, para o louvor da sua glória.”
3.3 Mantendo firme a esperança.
A LIÇÃO DIZ: Devemos estar em prontidão, aguardando o dia em que o nosso Senhor arrebatará a sua Igreja. Não sabemos o dia nem a hora que o Senhor virá, mas a nossa parte é manter a nossa esperança viva e firme.
Para manter-se firme na esperança e não vacilar, é preciso olhar sempre para Cristo (Hb 12.2). Por meio de seu exemplo, amor, pureza, santidade e verdade, podemos seguir em frente, pois é o nosso maior padrão de vida (Jo 13.15). Quem vive nessa esperança terá sua visão focada em Deus. Em Deus nosso futuro está garantido, o que é preciso é perseverar até o fim (Mt 24.13).
CONCLUSÃO
Nossa maior marca neste mundo é a nossa bendita esperança, pois aguardamos ansiosamente a gloriosa manifestação de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo (Tito 2:13). No entanto, para não perdermos essa maravilhosa bênção, é essencial viver de acordo com a Palavra de Deus, para que nossa jornada seja uma caminhada de fé, sustentada pelas promessas divinas acerca do futuro que nos espera. Portanto, que permitamos ao Espírito Santo habitar continuamente em nossas vidas, capacitando-nos, fortalecendo-nos e guiando-nos para permanecermos firmes na esperança da vida eterna.















