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Tony Ramos se emociona após duas cirurgias cerebrais: “Não tive medo de ir embora”

Tony Ramos ficou emocionado no domingo (26/5) ao comentar suas cirurgias cerebrais em entrevista ao “Fantástico”. O ator passou por dois procedimentos para tratar um hematoma subdural (sangramento intracraniano). “Mesmo com tudo isso, não tive medo de ir embora, não. Este homem é um homem de força”, sustentou ele.Na reportagem, Tony contou que estava sentindo muitas dores de cabeça dias antes do ocorrido. “Eu até achava que estava com algum problema de coluna. Por isso aquela dor. […] Não me lembro de quando a ambulância chegou. Me resgataram e me levaram”, comentou ele, que também não se lembra de ter caído e batido a cabeça. A esposa do ator, Lidiane Barbosa, também descreveu como encontrou o marido pouco antes de levá-lo para o hospital: “O Tony ia filmar com a Lilia Cabral, ele estava com muita dor de cabeça, começou a tomar muitos remédios. Eu pensei que tinha sido excesso de remédios. Eu subi para ver como ele estava, e ele estava largado na cama, eu não conseguia acordá-lo. Ele estava apagado”. Lidiane admitiu ter pensado na possibilidade do marido não sobreviver aos procedimentos. “Foi muito chato, muito triste”, declarou a companheira do veterano com os olhos lacrimejando. “Eu e ela somos um corpo só”, afirmou Tony, que comentou que “não teve medo de ir embora” durante sua internação no Rio.”Tive ideia da corrente de amor e fé que se formou agora. De uma forma muito incisiva.

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Projetos verdes terão linha de financiamento com juro de 1% via governo

A linha de financiamento a projetos verdes com apoio do governo federal terá juros de 1% ao ano. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou resolução que regulamenta aspectos gerais da Linha Eco Invest Brasil, destinada à mobilização de capital privado externo e ao aprimoramento da proteção cambial, incluindo uma nova sublinha de financiamento parcial via blended finance, no âmbito do Programa Eco Invest Brasil.

O Eco Invest Brasil, lançado pelo Governo Federal em fevereiro deste ano, foi formalmente instituído pela Medida Provisória (MP) 1.213/ 2024 com os objetivos de fomentar e incentivar investimentos em projetos que promovam a transformação ecológica; atrair investimentos externos ao País; viabilizar operações no mercado de capitais visando à captação de recursos no exterior para financiar projetos verdes; e apoiar o desenvolvimento, liquidez e eficiência do mercado de proteção (hedge) de longo prazo em moeda estrangeira no País.

De acordo com a MP e com a Resolução aprovada, a Linha Eco Invest Brasil será subdividida em quatro sublinhas de financiamento:

1) Sublinha de Financiamento Parcial: para oferta ou viabilização de operações de crédito em montante parcial dos recursos demandados pelo projeto de investimento (blended finance).

2) Sublinha de Liquidez: destinada a eventos de volatilidade cambial que possam comprometer a liquidez da empresa ou do investidor.

3) Sublinha de Proteção Cambial: para apoiar a oferta de derivativos cambiais ou outros ativos financeiros, com a finalidade de mitigar, parcial ou integralmente, o risco cambial do investidor.

4) Sublinha de Estruturação de Projetos: para operações de crédito que financiem estudos e projetos sustentáveis em setores específicos.

A norma do CMN estabelece que a alocação dos recursos da Linha Eco Invest Brasil ocorrerá por meio de leilões a serem realizados pela Secretaria do Tesouro Nacional, observados os critérios de alavancagem financeira e de priorização, conforme regulamentação a ser editada pelo Ministério da Fazenda. Além disso, a Resolução explicita que é a instituição financeira habilitada que suportará todos os riscos das operações perante a Linha, inclusive o risco de crédito.Desta maneira, os recursos públicos serão utilizados para estimular os investimentos privados sem trazer o risco de crédito dos investidores para as contas públicas, uma vez que a instituição financeira que tomar os recursos no âmbito do Programa tem a obrigação de devolvê-los ao Fundo Clima, remunerados nas condições definidas pela Resolução aprovada.A Resolução regulamenta mais especificamente a sublinha de blended finance, que combina recursos públicos e privados, com o objetivo de reduzir o custo médio de financiamento e viabilizar volumes maiores de captação de recursos internacionais. Na prática, a sublinha funcionará com leilões organizados pela Secretaria do Tesouro Nacional, quando as instituições financeiras terão que demonstrar capacidade de mobilizar capital externo dentro de prazos estabelecidos. Após a homologação dos leilões, os recursos serão liberados em fases, promovendo uma gestão eficiente e alinhada aos objetivos de desenvolvimento sustentável do país. Mais especificamente, a norma define que:

  • No ato do leilão, as instituições financeiras (IF) habilitadas deverão apresentar cronograma para a efetiva mobilização de capital externo ao projeto, com um prazo máximo de até 24 meses após o primeiro desembolso.
  • Após a homologação do leilão, 25% do valor do empréstimo será liberado imediatamente. Com a mobilização de pelo menos 25% do capital externo dentro de 12 meses, uma nova parcela de 50% será liberada. Os 25% restantes serão disponibilizados após a mobilização de, pelo menos, 75% do capital externo proposto.
  • Quando o Tesouro desembolsa para as instituições financeiras e quando essas destinam os recursos aos projetos, a taxa efetiva de juros aplicada é de 1% ao ano.
  • Se a IF não tiver alocado pelo menos 25% do valor liberado após 12 meses do primeiro desembolso, terá que devolver o saldo remanescente à Linha ao custo da taxa Selic (desde a data do recebimento do desembolso até a da devolução).
  • Após 18 meses, a IF poderá devolver ou manter o saldo remanescente, no máximo até 24 meses, igualmente com remuneração da Linha pela Selic (desde o recebimento do desembolso até a data da devolução).
  • O prazo de reembolso é de até dez anos.

Espera-se que a sublinha de blended finance gere um efeito multiplicador no financiamento de projetos sustentáveis, utilizando a injeção de capital público como catalisador para atrair investimentos privados, pois ela foi estruturada não só para aumentar o volume de investimentos direcionados a projetos sustentáveis, mas também para fazê-lo de maneira mais eficiente e com maior potencial de impacto social e ambiental.

O CMN é um órgão colegiado presidido pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e composto pelo presidente do Banco Central do Brasil, Roberto Campos Neto, e pela ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet.

Texto publicado com base em informações do Ministério da Fazenda.

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Governo federal lança auxílio para vítimas do RS

O governo federal iniciou nesta segunda-feira (20/5) a operacionalização do Auxílio Reconstrução de R$ 5.100, em parcela única, destinado às famílias afetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul. O auxilio foi criado em medida provisória assinada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva na última quarta-feira.O valor do auxílio será pago por família. São 369 os municípios gaúchos habilitados a receber, por terem os estados de emergência ou calamidade pública reconhecidos pela Defesa Civil nacional até 15 de maio. A lista dos municípios e as instruções dos próximos passos estão publicadas no site oficial do Auxílio Reconstrução — www.gov.br/auxilioreconstrucao.

A operacionalização será feita em três etapas.

PREFEITURAS – A primeira depende integralmente das prefeituras dos municípios afetados. Elas precisam enviar ao Governo Federal dados sobre as localidades assoladas pelas enchentes e sobre as famílias desalojadas ou desabrigadas. Para isso, há duas planilhas distintas a serem preenchidas, que podem ser baixadas no site oficial. Essa fase começa hoje mesmo. Depois de preenchidas, essas planilhas deverão ser enviadas de volta ao Governo, no próprio site. Para evitar fraudes, só funcionários habilitados pelos municípios a se conectarem ao sistema transfere.Gov poderão fazer esse envio. Para tanto, eles deverão acessar o site oficial do Auxílio, usando a mesma senha do transfere.Gov.

FAMÍLIAS – A segunda fase será feita pelas famílias. A pessoa identificada pela prefeitura como responsável pela família precisará entrar no site com a senha do gov.br e confirmar o cadastro. Caso haja erro de cadastro, seja de nome, CPF, endereço, as prefeituras deverão receber os cidadãos para corrigir. Na medida em que forem confirmados pelos responsáveis, os dados serão cruzados com outros cadastros já existentes — como os da Previdência, trabalho e assistência —, para atestar endereços e CPFs. Feita a conferência, o nome do responsável pela família é liberado para receber o pagamento.

PAGAMENTO – A terceira e última fase é o pagamento em si. A Caixa Econômica Federal receberá a lista dos nomes aptos e fará o depósito na conta. As famílias não precisam se preocupar em abrir contas no banco. A CAIXA identificará se o responsável já possui conta, poupança ou corrente, e realizará o crédito automaticamente. Caso o beneficiário não possua conta, a CAIXA se encarregará de abrir uma Poupança Social Digital para receber o Auxílio Reconstrução, que poderá ser movimentada pelo aplicativo CAIXA Tem. O Governo Federal espera fazer os primeiros pagamentos ainda neste mês. Mas, dadas as muitas dificuldades por que passam os municípios gaúchos, tudo vai depender da velocidade com que os dados forem enviados pelas prefeituras e confirmados pelas famílias. Segundo o ministro Paulo Pimenta, do Ministério Extraordinário para Reconstrução do Rio Grande do Sul, a pasta instalará seu gabinete em Porto Alegre e prestará consultoria às prefeituras, para ajudá-las a acessar as políticas públicas do projeto de reconstrução.

agencianossa

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CONFESSANDO E ABANDONANDO O PECADO O QUE ESTUDAREMOS?

A CARREIRA QUE NOS ESTÁ PROPOSTA
O Caminho da Salvação, Santidade e Perseverança para Chegar ao céu

Atualmente, muitos acreditam que não é preciso confessar o pecado por denominá-lo mera fraqueza ligada ao ambiente e aos aspectos hereditários. Nesta lição, veremos que a Bíblia não ensina assim. Vamos juntos aprender a Palavra de Deus.


TEXTO ÁUREO – COMPARANDO TRADUÇÕES
Quem tenta esconder os seus pecados não terá sucesso na vida, mas Deus tem misericórdia de quem confessa os seus pecados e os abandona. (Pv 28.13 NTLH). Considere a importância da confissão: Há dois tipos de perdão: o judicial e o paternal. A confiança em Cristo como Senhor e Salvador traz o perdão da penalidade do pecado, isto é, o perdão judicial. A confissão de pecados traz o perdão paternal (1Jo 1.9), por meio do qual crescemos no relacionamento com Deus, o Pai.


VERDADE PRÁTICA
Para desfrutar um caminho de restauração e reconciliação com Deus, precisamos confessar o pecado e abandoná-lo de uma vez por todas. (Nada de confissão pela metade, ela deve ser verdadeira e completa). A única saída para o pecado escondido é confessá-lo e abandoná-lo. Não basta confessar. É preciso também abandonar o pecado. Não é arrependimento atrás de arrependimento, mas arrependimento seguido de frutos de arrependimento. Quem confessa e deixa o pecado tira um fardo das costas e encontra não apenas misericórdia, mas também restauração. Confissão é concordar com Deus que pecamos. Confissão implica rompimento com a prática de pecado. Confissão desemboca em perdão. Confissão abre uma fonte de cura para a alma e de renovo para o coração.

I. A CONFISSÃO DE PECADO
1.1 Definição.
O LIVRO DE APOIO DIZ: Vamos fazer uso de dois verbos hebraicos que expressam o significado de confissão. O primeiro é הדי) yadah) — cujo significado pode ser visto como “dar graças”, “louvar”, “reconhecer” ou “confessar”. Logo se nota que o seu uso visava expressar gratidão a Deus. No caso do segundo verbo, הדוֹה) hodah), tem também o significado de “dar graças”, “agradecer” ou “louvar”, semelhantemente ao verbo yadah, mas seu real sentido vai depender do uso que se faz dele, em especial no contexto de confissão de pecados, denotando o ato de admitir ou reconhecer diante de Deus que pecamos ou erramos. “Confessar é alguém admitir que é culpado daquilo que é acusado, como resultado de uma convicção interna” (W. E. Vine). Confessar o pecado quer dizer abandonar a tentativa de ocultar ou desculpar diante de Deus o pecado cometido. Confessar é um ato que vai além da mera verbalização de palavras. Confessar é admitir é reconhecer nossas falhas, erros e pecados. No contexto bíblico, a confissão é um elemento fundamental na relação entre o homem e Deus. Em 1 João 1:9, a Bíblia nos diz: “Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça”. Aqui, a confissão é vista não apenas como um reconhecimento de nossas falhas, mas também como um passo em direção à purificação e renovação espiritual. A confissão, portanto, é um ato de fé. É uma demonstração de nossa crença na misericórdia e no amor de Deus, e na Sua promessa de perdão. A confissão é um ato de libertação. Ao admitir nossos erros, somos libertados do peso da culpa.
1.2 A confissão bíblica de pecado.
A LIÇÃO DIZ: O ensino bíblico geral da confissão de pecado traz a ideia de reconhecê-lo e fazer a sua confissão, pois o perdão depende desse ato (Sl 32.5; 1 Jo 1.9). Essa confissão pode ser no momento da conversão; ou depois dela, quando pecados cometidos podem ser contra Deus ou contra um irmão (Mt 5.21,22). Importante ressaltar, porém, que, segundo o ensino bíblico, era tão somente depois da confissão de pecados que se poderia viver verdadeiramente uma vida de oração e comunhão com Deus (Ne 1.6; SI 66.18; Lc 18.9-14). A confissão de pecados e a necessidade de seu abandono não é algo criado por líderes, um conselho de teólogos ou pastores, mas trata-se de uma recomendação bíblica, ou seja, há base bíblica para tal exigência. Há diversas passagens na Bíblia que tratam dessa temática, como, por exemplo, Provérbios 28.13, Salmos 32.5, Tiago 5.16 e 1 João 1.9. 1.3 O símbolo da confissão de pecado.
A LIÇÃO DIZ: No ato da confissão de pecados, a pessoa reconhece de maneira autônoma os pecados cometidos e que, por isso, se encontra indigna de estar na presença de Deus. Ela reconhece a sua natureza pecaminosa diante do Altíssimo (Rm 3.10-12). Então, em arrependimento sincero e em confissão, busca o que lhe é garantido por meio da Palavra de Deus: o perdão. Assim, quem experimenta o ato sincero e humilde da confissão de pecado alcança a misericórdia de Deus (Pv 28.13). Então, a alma é consolada e a vida espiritual é restaurada. Características da verdadeira confissão:
• A verdadeira confissão é marcada por uma convicção profunda. O indivíduo deve estar plenamente consciente de seu pecado, ou seja, convencido do mal que cometeu.
• A autêntica confissão é acompanhada por uma intensa contrição. A pessoa que admite suas falhas deve estar atormentada, abalada e aflita, não porque seu pecado foi descoberto, mas
porque cometeu o pecado.
• A legítima confissão deve ser acompanhada de um verdadeiro arrependimento. Arrependimento não é apenas emoção e choro, mesmo que o arrependido chore e seja envolvido por intensa emoção. O verdadeiro arrependimento ocorre quando mudamos e paramos de praticar o pecado.

II. O PERIGO DO PECADO NÃO CONFESSADO
2.1 Os males dos pecados não confessados.
A LIÇÃO DIZ: Quando lemos e analisamos Provérbios 28.13, percebemos que a confissão de pecado não se trata apenas de um ensino judaico, mas também cristão. A Epístola de João corrobora com a necessidade de se confessar o pecado, deixá-lo e alcançar o perdão (1 Jo 1.9). De acordo com a Bíblia, as consequências do pecado não confessado incluem:
• Separação de Deus. Em Isaías 59.2, a Bíblia diz: “Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que não vos ouça”. O pecado não confessado cria uma barreira entre nós e Deus.
• Culpa e Sofrimento Interior. No Salmo 32.3-4, o rei Davi fala sobre o peso da culpa que sentiu quando não confessou seus pecados: “Quando eu guardei silêncio, envelheceram os meus ossos pelo meu bramido em todo o dia. Porque de dia e de noite a tua mão pesava sobre mim; o meu humor se tornou em sequidão de estio”.
• Prejuízo à Oração. Em Isaías 59.2, a Bíblia sugere que o pecado não confessado pode impedir que nossas orações sejam ouvidas por Deus.
• Perda de Bênçãos. Em Jeremias 5.25, a Bíblia diz: “As vossas iniquidades desviam estas coisas, e os vossos pecados afastam de vós o bem”. O pecado não confessado pode nos impedir de receber as bênçãos de Deus.
• Condenação Eterna. Em Romanos 6.23, a Bíblia diz: “Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor”. O pecado não confessado, se não for tratado, pode levar à condenação eterna, que é a separação eterna de Deus.
• Dureza de Coração. O pecado não confessado pode levar à dureza de coração. Quanto mais uma pessoa se recusa a confessar e se arrepender de seus pecados, mais seu coração pode se tornar insensível à voz do Espírito Santo. Isso é mencionado em Hebreus 3.13: “Mas exortaivos uns aos outros todos os dias, durante o tempo que se chama Hoje, para que nenhum de vós se endureça pelo engano do pecado”. 2.2 As consequências do pecado de Adão e Eva. (Os nossos pecados afetam as outras pessoas. O pecado de Adão e Eva afetou toda a humanidade).
A LIÇÃO DIZ: A realidade bíblica do pecado pode ser vista no primeiro casal, Adão e Eva, quando pecou e, por isso, recebeu sentenças devidas (Gn 3.14-19). Além disso, nossos primeiros pais perderam o direito de viver no ambiente mais perfeito e belo que Deus criou (Gn 3.24). Por isso na vida de Adão e Eva há consequências trágicas do pecado, tais como: alteração da condição física de ambos; a transição da natureza imortal para mortal; diversas tensões no gênero humano e na natureza. Assim, sabemos que as consequências do pecado de nossos primeiros pais não se limitaram a eles, mas perpassaram a todo o gênero humano e natural (Rm 5.12-14). De acordo com a Bíblia, as consequências do pecado de Adão e Eva foram significativas e tiveram um impacto duradouro não apenas sobre eles, mas sobre toda a humanidade.
• Morte Espiritual. O pecado resultou em morte espiritual imediata, que é a separação de Deus. Isso é evidente na vergonha e no medo que Adão e Eva sentiram após o pecado, escondendose de Deus (Gn 3.8-10).
• Morte Física. Deus disse a Adão que, porque ele comeu do fruto, ele certamente morreria (Gn 2.17). Embora Adão e Eva não tenham morrido fisicamente naquele dia, a morte entrou em sua existência (Gn 5.5).
• Expulsão do Jardim do Éden. Como resultado direto de seu pecado, Adão e Eva foram expulsos do Jardim do Éden, um lugar de perfeita comunhão com Deus (Gn 3.23-24).
• Dificuldades no Parto. Deus disse a Eva que aumentaria grandemente suas dores de parto (Gn 3.16).
• Relações Tensas. Deus disse a Eva que seu desejo seria para o seu marido, e ele a governaria. Isso tem sido interpretado como uma mudança nas relações de gênero, introduzindo conflito (Gn 3.16).
• Maldição sobre a Terra. Deus disse a Adão que a terra seria amaldiçoada por causa dele e que ele teria que trabalhar duro para tirar o sustento dela (Gn 3.17-19).
2.3 As consequências do pecado de Davi. (As consequências do pecado permanecem, mesmo depois do arrependimento e do perdão).
A LIÇÃO DIZ: O rei Davi pagou um alto preço com o seu pecado. A Bíblia mostra que, por
isso, a espada não sairia da sua casa (2 Sm 12.10-12). O impacto do pecado é arrasador, provocando uma tempestade avassaladora em nossas vidas. Embora Deus tenha perdoado o pecado de Davi, as consequências de suas ações não foram suspensas. Davi sofreu quatro vezes mais pelo que fez a Urias. O filho que ele teve com Bate-Seba morreu, Amnom foi morto por ordem de Absalão, Absalão foi morto por Joabe e Adonias foi morto por ordem de Salomão. Quatro filhos de Davi morreram porque a violência não se afastou de sua casa. O que Davi fez a Urias voltou para ele de maneira ainda mais severa. O pecado não vale a pena. Ele oferece um momento de prazer, mas entrega uma vida inteira de tristeza. Promete liberdade, mas escraviza. Promete vida, mas traz morte. O pecado sempre leva você mais longe do que gostaria de ir, retém você mais tempo do que gostaria de ficar e custa mais do que gostaria de pagar. O pecado é um engano. Sua aparência pode ser atraente, mas esconde a feiura da tragédia. Sua isca pode parecer apetitosa, mas esconde o anzol da morte. Seu banquete pode ser repleto de delícias, mas aqueles que se deleitam nele encontram apenas a morte. Fuja do pecado. Não siga os desejos de seu coração corrupto. Evite ambientes perigosos. Mantenha-se vigilante. A liberdade tem seu preço, e esse preço é a vigilância constante.

III. CONFISSÃO DE PECADO: UM CAMINHO DE CURA E RESTAURAÇÃO
3.1 Confessando o pecado a Deus.
A LIÇÃO DIZ: Segundo o ensino bíblico, a confissão de pecados deve primeiramente ser dirigida a Deus, por intermédio de seu Filho, pois só Ele pode perdoar os nossos pecados (Sl 51.3,4; Mt 9.2,6).
Se confessarmos os nossos pecados (1Jo 1.9a). Vamos analisar 1Jo 1.9. “Confessar”, na língua grega, significa literalmente “dizer a mesma coisa”, ou seja, concordar com o que outra pessoa está dizendo. Daí o sentido de “confessar”, “admitir”, “concordar”. O contexto deixa claro que confessar nossos pecados significa concordar com o diagnóstico de Deus a nosso respeito, que somos pecadores e que temos cometido pecados, e assim verbalizar essa concordância com tristeza e pesar. Essa verdade não tem somente uma implicação geral, mas também implicações bem práticas e diárias. Quando o Espírito Santo vem falar à nossa consciência, apontando nossos pecados contra a lei de Deus, a reação correta é concordarmos imediatamente com ele, declarando sem reservas nossa culpa e maldade, colocando-nos nas mãos daquele que é fiel e justo para nos perdoar. Muito embora a doutrina católico-romana ensine a necessidade da confissão auricular a um sacerdote para a absolvição, o contexto da nossa passagem deixa claro o ensinamento de João: devemos confessar nossos pecados a Deus, primeiramente, pois somente ele pode nos perdoar e remover nossa culpa. Outras passagens das Escrituras nos ensinam que, em determinadas ocasiões, é necessário confessar nossa culpa às pessoas que foram prejudicadas pelos nossos pecados, para que seja restaurada a comunhão que havia sido interrompida pelo nosso erro (Lc 15.21). Um bom princípio é que a confissão deve ser tão extensa quanto o estrago feito pelo pecado. Se o nosso pecado afetou apenas o nosso relacionamento com Deus, ninguém além do Senhor precisa saber dele, a não ser que queiramos, voluntariamente, compartilhar com alguém para que ore por nós (cf. Tg 5.16). Se envolveu outras pessoas, elas deverão saber de nosso arrependimento e ouvir nossa confissão. As Escrituras também nos ensinam que certos pecados exigem uma reparação, além da confissão. Em alguns casos, Deus exerceu, ou determinou que exercessem a disciplina, mesmo quando o faltoso admitiu e confessou sua culpa. Quando o pecado cometido por algum crente tiver implicações além da sua própria pessoa, envolver outros, cair no conhecimento público, trouxer vergonha à igreja e desonra ao nome do Senhor, é preciso que medidas sejam tomadas para sanar esses males. E isso mesmo no caso do crente em questão admitir suas culpas, e confessá-las. Um crente genuinamente arrependido aceitará de bom grado a disciplina e a reparação que sua falta porventura requerer.

3.2 Alcançando cura e restauração.
A LIÇÃO DIZ: Não há nada mais consolador do que confessar o pecado e deixá-lo definitivamente, pois assim encontraremos descanso para a alma. Todo esse processo de confissão e abandono de pecado revela a eficácia do ministério da reconciliação de Deus por meio de Jesus Cristo (2 Co 5.18). Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. A fim de andar diariamente em comunhão com Deus e com nossos irmãos em Cristo, precisamos confessar nossos pecados: pecados de comissão, de omissão, de pensamento, de atos, pecados secretos e pecados públicos. Precisamos trazê-los à tona e colocá-los diante de Deus, chamá-los pelos seus devidos nomes, posicionar-nos do lado de Deus contra eles e abandoná-los. A verdadeira confissão implica abandonar os pecados: “O que encobre as suas transgressões jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia” (Pv 28:13). Ao proceder desse modo, podemos apropriar-nos da promessa de que Deus é fiel e justo para nos perdoar. É fiel no sentido de que prometeu perdoar e cumprirá sua promessa. É justo para nos perdoar porque encontrou uma base justa para o perdão na obra vicária do Senhor Jesus Cristo na cruz. Além de garantir o perdão, Deus nos purifica de toda injustiça. João fala de um perdão paternal, e não judicial. O perdão judicial se refere ao perdão do castigo pelos pecados; o cristão o recebe quando crê no Senhor Jesus Cristo. É chamado de “judicial” porque é concedido por Deus em seu papel de Juiz. Mas e quanto aos pecados que a pessoa comete depois da conversão? No tocante ao castigo, o preço já foi pago pelo Senhor Jesus na cruz do Calvário. No tocante à comunhão na família de Deus, porém, o santo que pecou precisa receber o perdão paternal de Deus, ou seja, seu perdão como Pai, obtido pela confissão do pecado. Precisamos do perdão judicial apenas uma vez, pois ele é suficiente para pagar o castigo pelos nossos pecados passados, presentes e futuros. Mas precisamos do perdão paternal ao longo de toda a vida cristã. Ao confessarmos os nossos pecados, devemos crer, com base na autoridade da palavra de Deus, que ele nos perdoa. E, se ele nos perdoa, devemos estar dispostos a perdoar a nós mesmos.

CONCLUSÃO
Em nossa caminhada rumo ao Céu, é possível que, como cristãos, possamos tropeçar e cometer pecados que ofendem a santidade de Deus e prejudicam nossos irmãos. No entanto, podemos nos apoiar na orientação de homens escolhidos por Deus para nos guiar na importância de seguir os passos necessários para a restauração espiritual, ou seja, o arrependimento e a confissão. É crucial lembrar que os pecados não confessados levam à morte, portanto, a melhor ação é confessar e abandonar nossos pecados para alcançar a misericórdia do Senhor (Provérbios 28:13). Afinal, somente Deus tem o poder de perdoar pecados, nenhuma pessoa possui tal autoridade. Portanto, mesmo em meio às falhas, temos a oportunidade de buscar a misericórdia divina através da confissão sincera e do arrependimento genuíno. Isso nos permite continuar nossa jornada espiritual com um coração purificado e uma consciência limpa, sempre lembrando que a graça e o perdão de Deus estão ao nosso alcance.

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Ministro Jader Filho anuncia 112,5 mil novas moradias do MCMV Entidades e Rural

Brasília (DF) – O ministro das Cidades, Jader Filho, ao lado do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, anuncia nesta quarta-feira (10), mais de 112,5 mil moradias selecionadas pelo programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV) nas modalidades Rural e Entidades.

O investimento previsto é de R$ 11,6 bilhões para beneficiar mais de 440 mil pessoas em áreas rurais e urbanas, de comunidades tradicionais como quilombolas e povos indígenas, famílias organizadas pelos movimentos de luta por moradia, com prioridade para grupos mais vulneráveis como mulheres chefes de família, locais de risco, entre outros. O total de unidades habitacionais selecionadas supera em mais de 140% a meta inicialmente proposta. A ampliação da meta considerou o grande volume de propostas submetidas, a meta do presidente Lula de contratar 2 milhões de novas moradias até 2026 e as possíveis dificuldades e contratempos que podem ocorrer na fase de contratação. O prazo de contratação das propostas selecionadas será de 180 dias, contados da data de publicação da Portaria, podendo ser prorrogado de ofício pelo Ministério das Cidades.

No MCMV Rural, mais de 75 mil moradias foram selecionadas, o que corresponde a um aumento de 150% em relação à meta inicialmente estabelecida. Serão beneficiadas cerca de 300 mil pessoas em 1.274 municípios do País. O valor previsto de investimento para a seleção das propostas do Rural é de até R$ 5,6 bilhões para produção e melhorias de unidades habitacionais. A expectativa é reduzir o déficit habitacional e oferecer mais dignidade às famílias residentes em áreas rurais.  A seleção será dedicada à subvenção econômica aos beneficiários/proponentes da Faixa Rural 1 (renda anual até R$ 31.680,00), sendo isentas da contribuição de 1% do valor do custo da produção ou da melhoria da unidade habitacional, as famílias que recebam o Benefício de Prestação Continuada (BPC), o Programa Bolsa Família ou que estejam sujeitas a situação de emergência ou calamidade, que possuem subsídio integral do Orçamento Geral da União (OGU).

O MCMV Rural é operado com recursos do OGU, por meio de operações de subvenção às famílias beneficiadas. A modalidade conta com um Comitê de Acompanhamento composto por entidades representativas de agricultores e trabalhadores rurais e outros órgãos governamentais, além do Ministério das Cidades, com a finalidade de possibilitar aos atores envolvidos o monitoramento e a colaboração no aperfeiçoamento das linhas de atendimento do MCMV Rural.

O processo de seleção do MCMV Entidades, iniciado em julho de 2023, selecionou mais de 148 mil pessoas poderão ser beneficiadas com investimento estimado de R$ 6 bilhões.

O resultado dessa seleção representa o compromisso do Governo Federal de apoio à produção social da moradia e à participação da população e dos movimentos de luta por moradia como protagonistas na solução dos problemas habitacionais, estimulando a organização popular e a produção habitacional autogestionária. O MCMV Entidades tem por finalidade a concessão de financiamento subsidiado a famílias organizadas por meio de entidades privadas sem fins lucrativos para produção de unidades habitacionais urbanas, com recursos do Fundo de Desenvolvimento Social (FDS). O público-alvo são famílias com renda mensal familiar de até R$ 2.640,00, organizadas sob a forma associativa, sendo admitido, para até 10% das famílias atendidas em cada empreendimento, que a renda mensal bruta seja limitada a R$ 4.400,00.

A subvenção econômica concedida com recursos do FDS às famílias beneficiárias do MCMV, fica entre R$ 130.000,00 a R$ 164.000,00 para provisão subsidiada de unidades habitacionais novas em áreas urbanas, a depender da tipologia da construção (apartamento ou casa) e da região.

Assessoria Especial de Comunicação Social do Ministério das Cidades
Atendimento à

Imprensgov.br

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Bolo amanteigado de coco: aproveite a receita molhadinha e saborosa

O cheirinho de bolo no forno chama atenção de todos na casa. Seja no café da manhã ou durante a tarde, um bolinho acompanhado de um café passado na hora melhoram o dia de qualquer um. Por isso, a receita de bolo amanteigado de coco do Guia da Cozinha vai entrar para a sua lista de favoritos!

Em apenas 40 minutos você consegue preparar um bolo barato, saboroso e molhadinho que vai deixar toda a família ansiosa para provar! Não deixe de conferir o passo a passo dessa receita maravilhosa abaixo:

Ingredientes:
2 ovos
1 e 1/2 xícara (chá) de açúcar
4 colheres (sopa) de manteiga
1 vidro de leite de coco (200ml)
1/2 xícara (chá) de fécula de batata
1 xícara (chá) de farinha de trigo
1 colher (sopa) rasa de fermento em pó químico
Margarina e farinha de trigo para untar
Calda:
1 vidro de leite de coco (200ml)
1 vidro de leite (use o vidro de leite de coco vazio para medir)
50g de coco ralado
3 colheres (sopa) de açúcar
Modo de preparo:
Bata os ovos com o açúcar na batedeira por 10 minutos ou até dobrar de volume.
Adicione a manteiga, o leite de coco, a fécula e a farinha, batendo somente para misturar.
Acrescente o fermento e misture com uma colher.
Despeje em uma fôrma de 25 cm x 35 cm untada e enfarinhada e leve ao forno médio, preaquecido, por 25 minutos ou até que ao enfiar um palito, ele saia limpo.
Deixe esfriar e desenforme.
Para a calda, misture em uma panela o leite de coco, o leite, o coco e o açúcar e deixe levantar fervura.
Cozinhe por 3 minutos e desligue.
Fure o bolo com um palito e regue com a calda ainda quente.
Deixe esfriar e sirva em quadrados.

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Covid-19: Público prioritário do Recife (PE) já pode receber doses da nova vacina

O Recife começou, nesta quarta-feira (22), a vacinação contra o Covid-19 com o novo imunizante da fabricante Moderna. A vacina monovalente protege contra a cepa XBB — em maior circulação atualmente, segundo o Ministério da Saúde. A vacinação na capital está sendo feita em 170 salas espalhadas pelos 8 distritos sanitários do município.A gerente do programa de imunização do Recife, Nádia Carneiro, explica que em alguns pontos de maior circulação terá vacinação todos os dias da semana. “Essa estratégia de colocar vacinação de domingo a domingo é para atingir pessoas que não podem comparecer aos postos de saúde de segunda a sexta-feira, no horário tradicional”.Segundo a Secretaria de Saúde estadual, o Ministério enviou um primeiro lote com 103,6 mil doses do imunizante monovalente, que está sendo distribuído para os 184 municípios do estado — de acordo com os critérios populacionais previstos pela pasta. Cada cidade deve executar suas estratégias de vacinação de acordo com a realidade local.A expectativa dos resultados dessa cobertura vacinal é grande, como explica a gerente de imunização da capital pernambucana. “Esse momento da nova atualização da cepa da composição da vacina do Covid é uma marco significativo, assim como foi da bivalente, é um marco também a vacina fazer parte do calendário de rotina infantil.E para o grupo prioritário, é muito importante que esta vacina esteja disponível, porque é a composição adequada de maior circulação, para que a gente tenha uma proteção com mais eficiência”.

Nova vacina contra Covid-19: distribuição nacional das doses

Ao todo, o Ministério da Saúde comprou 12,5 milhões de doses de imunizantes e iniciou a distribuição às 27 unidades da federação. Número que, conforme informa o Ministério, será suficiente para atender a todos que precisam neste momento. E avisa que  não vão faltar doses para o público prioritário.  O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, ressalta a proteção que o novo imunizante oferece. “Estamos trazendo uma vacina nova que tem uma cobertura para o tipo de vírus mais atual, que mais circula neste momento. É uma vacina cuja plataforma é de RNA mensageiro. Ela é segura e ela traz proteção contra uma cepa omicron que circula mais”.

Nova vacina contra Covid-19: público-alvo

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Arroz: Camex zera taxa de importação para garantir abastecimento

O Comitê Executivo de Gestão (Gecex) da Câmara de Comércio Exterior (Camex) zerou as tarifas para três tipos de arroz: dois não parboilizados e um tipo polido/brunido. Com isso, esses produtos deixarão de pagar Imposto de Importação para entrar no país. A decisão consta em resolução do Gecex/Camex e foi publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (21). O objetivo da medida é garantir o abastecimento de arroz em meio aos problemas causados pelas enchentes que atingiram o Rio Grande do Sul. O estado responde por 70% da oferta do grão no país. Os três tipos de arroz foram incluídos na Lista de Exceções à Tarifa Externa Comum (Letec) do Mercosul, após pedido do Ministério da Agricultura e Pecuária e pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).

GESTÃO: MP flexibiliza licitações em situações de calamidade

A medida vale até 31 de dezembro. A Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços será responsável pelo monitoramento da situação para reavaliar o período de vigência, caso necessário. Hoje, a maioria das importações de arroz no Brasil vem do Mercosul, sem pagar tarifa de importação. De acordo com o Mdic, a decisão de zerar a alíquota abre espaço para a compra de arroz de outros grandes produtores, como a Tailândia. Até abril de 2024, o país asiático era responsável por 18,2% das importações brasileiras de arroz.
 
Fonte: Brasil 61

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Semana do MEI é oportunidade para capacitar e profissionalizar pequenos negócios

Entre os dias 20 e 24 de maio, o Sistema Sebrae promove a Semana do MEI, evento gratuito voltado para quem deseja empreender, se formalizar ou alavancar os negócios. Esta é a 15ª edição do evento que, este ano, tem o tema “Chega junto com o Sebrae”. 

A programação inclui atividades presenciais e online, como palestras, oficinas práticas, cursos, webinars, além de networking e histórias inspiradoras de empreendedores de sucesso. Segundo o gerente de relacionamento com o cliente do Sebrae, Ênio Pinto, o objetivo da Semana do MEI é capacitar e profissionalizar os empreendimentos de pequeno porte. “A nossa intenção é profissionalizar ainda mais a condução desse pequeno empreendedor. Então vai ter um dia em que vamos abordar as questões ligadas a finanças, em outro a questão de planejamento, em outro a questão de vendas, vendas digitais inclusive. É atualizar o conhecimento que ele precisa ter para estar à frente desse empreendimento e vir a ter uma possibilidade maior de sucesso.”Cada unidade do Sebrae nos estados tem a própria agenda de programação. Para conferir, procure a unidade mais próxima da sua residência ou empreendimento, ou acesse o link. Na mesma semana, o Sebrae Nacional vai promover, em Brasília, uma palestra e uma oficina por dia, cada uma com um tema diferente. “A gente vai ter eventos acontecendo em quase três mil municípios do território brasileiro, tanto de forma digital como de forma presencial. E o que que a gente entrega? A gente entrega as áreas de conhecimento que são de fato críticas para o sucesso empresarial”, explica Ênio Pinto. Na edição do ano passado, o Sebrae realizou 856 mil atendimentos, em 2.036 municípios, e contabilizou mais de 6,4 milhões de visualizações nas páginas da Semana do MEI. 

Troca de experiências

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Wanessa Camargo revela maior mudança em sua vida após o BBB 24

A cantora Wanessa Camargo teve uma passagem polêmica pelo Big Brother Brasil 24, que terminou com sua desclassificação do programa. No entanto, a famosa confessou que, mesmo com alguns aspectos negativos, sua participação no reality show da Globo mudou a forma de lidar com a vida artística.

Em entrevista a Quem, a filha de Zezé Di Camargo disse que o BBB 24 lhe ajudou a acabar com a sua imagem de ‘intacta’ para o público. Por ter sua vida exposta 24 horas por dia, Wanessa pode mostrar seu lado mais vulnerável para seus fãs.“É uma experiência muito diferente de qualquer coisa que você vai viver na vida. Você passa por uma exposição que não existe igual. Acordar com remela no olho, como acordei, vai fazer um raio-X”, disse a artista.Segundo Wanessa, agora ela não se preocupa tanto com sua aparência quando está em público. “Foi muito bom por um lado, por exemplo, tinha muita vergonha de fazer vídeos se não estivesse maquiada, arrumada. Depois dos meus raio-X todos os dias, do jeito que fiz, vou fazer o quê? Fui lá sem maquiagem, com meus melasmas lindos aparecendo”, confessou.Por fim, a cantora refletiu sobre o impacto que essa mudança teve em sua vida. “Me libertou da minha própria imagem, de olhar e entender que não preciso estar o tempo todo impecável, uma boneca; mostrar mais a realidade. Isso mudou bastante. É uma experiência que te muda por completo. Faz repensar muito na vida”, finalizou.

Wanessa Camargo avalia sua experiência no BBB 24

Recentemente, Wanessa Camargo abriu seu coração para refletir sobre sua passagem pelo BBB 24. Em entrevista ao programa TV Fama, da RedeTV!, a cantora avaliou sua participação no programa e disse que não a encara como algo negativo.

“O quanto a gente precisa dar valor pra aquilo que a gente tem de bom na vida. O quanto que a gente precisa dar valor para as pessoas que amam a gente, que estão com a gente, independente de qualquer coisa. Eu saí muito orgulhosa de mim”, declarou a famosa.

Em seguida, a filha de Zezé Di Camargo ressaltou que a experiência do confinamento é bem diferente da vida real e acaba se tornando única para cada participante. “É uma experiência turbulenta para todas as pessoas. Não existe uma experiência igual. É um jogo. Uma dinâmica que você não vive na vida. Você tem que apontar, julgar, colocar alguém no paredão”, disse ela.

“É uma experiência que a gente sempre tem que olhar pro copo cheio na vida. O que enriquece muito a gente. Acho que você poder se olhar e perceber onde você pode evoluir, pode melhorar, onde ainda tem desafios grandes em você, mas também reconhecer forças em você. É muito legal”, finalizou Wanessa Camargo.

caras

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Bolo de cenoura com coco: úmido, saudável e sem farinha

Um bolo de cenoura diferente, sem farinha alguma, úmido, com coco, para comer bem geladinho

Receita para 2 pessoas.

Sem Glúten, Sem Glúten e Sem Lactose, Sem Lactose, Vegetariano

Preparo: 01:00 + tempo de esfriar + tempo de gelar

Intervalo: 00:40

UTENSÍLIOS
1 forma(s), 1 tigela(s) não metálica(s), 1 espátula(s), 1 batedor de arame, 1 descascador de legumes (opcional), 1 ralador, 1 prato(s), 1 batedor de arame

EQUIPAMENTOS
convencionais + liquidificador

MEDIDORES
xícara = 240ml, colher de sopa = 15ml, colher de chá = 10ml, colher de café = 5ml

Ingredientes Bolo de cenoura com coco (sem farinha)
– 2 unidade(s) ovos

– 1 unidade(s) cenoura descascada(s) e ralada(s) (ou 1 xícara de chá a cada 02 porções)

terra

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5 sucos cítricos para ajudar a controlar a pressão alta

O consumo de frutas cítricas é particularmente benéfico para pessoas com pressão alta devido às suas propriedades nutricionais. Laranja, limão e tangerina, por exemplo, são ricos em vitamina C, potássio e antioxidantes. O potássio é um mineral essencial que ajuda a equilibrar os níveis de sódio no corpo, promovendo a dilatação dos vasos sanguíneos e, consequentemente, auxiliando na redução da pressão arterial.

“As frutas contêm substâncias com propriedades antioxidantes, como os flavonoides, que participam da manutenção da boa circulação sanguínea, possuindo, assim, atividade anti-hipertensiva, hipocolesterolêmica e antiplaquetária, protegendo, consequentemente, contra o desenvolvimento de doenças cardiovasculares associadas à hipertensão, ao colesterol alto e ao diabetes”, explica a nutricionista Flávia da Silva Santos.

Por isso, preparar sucos com frutas cítricas pode ser uma ótima maneira de ajudar a manter a pressão sob controle.

Ingredientes
1 xícara de chá de abacaxi picado
Suco de 2 laranjas
1 pedaço pequeno de cúrcuma ralada
200 ml de água de coco
Pedras de gelo a gosto
Modo de preparo
Em um liquidificador, coloque o abacaxi, o suco das laranjas e o gengibre. Adicione a água de coco e bata até ficar homogêneo. Coloque gelo e bata novamente. Sirva em seguida.

Suco de manga, abacaxi e hortelã

Ingredientes

1 manga descascada e picada
1 xícara de chá de abacaxi picado
Folhas de hortelã e pedras de gelo a gosto
200 ml de água
Modo de preparo
Coloque a manga, o abacaxi e as folhas de hortelã no liquidificador. Adicione a água e bata até obter uma mistura homogênea. Adicione gelo e bata novamente. Sirva em seguida.

Suco de kiwi, limão-siciliano e laranja

Suco de kiwi, limão-siciliano e laranja
Foto: Bychykhin Olexandr | Shutterstock / Portal EdiCase
Ingredientes
2 kiwis descascados e picados
Suco de 1 laranja
200 ml de água
Suco de 1 limão-siciliano
Pedras de gelo a gosto
Modo de preparo
No liquidificador, coloque os kiwis e o suco da laranja e do limão-siciliano. Depois, adicione a água e o gelo e bata até ficar homogêneo. Sirva em seguida.

Suco de manga, maracujá e tangerina
Ingredientes
1 manga descascada e picada
Polpa de 1 maracujá
Suco de 2 tangerinas
200 ml de água
Pedras de gelo a gosto
Modo de preparo
Em um liquidificador, coloque a manga, a polpa do maracujá e o suco das tangerinas. Adicione a água e bata até obter uma mistura homogênea. Sirva com gelo.

Suco de abacaxi, framboesa e limão-siciliano
Ingredientes
1 xícara de chá de abacaxi picado
1/2 xícara de chá de framboesa
Suco de 1 limão-siciliano
200 ml de água
Pedras de gelo a gosto
Modo de preparo
Coloque, no liquidificador, o abacaxi, as framboesas e o suco do limão-siciliano. Adicione a água e bata até ficar homogêneo. Adicione o gelo e bata novamente. Sirva em seguida.

terra

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Governo libera ajuda que pode melhorar a qualidade de vida de trabalhadores!

O governo federal anunciou recentemente a liberação de duas parcelas adicionais do seguro-desemprego e a antecipação do abono salarial para trabalhadores de alguns municípios do Rio Grande do Sul, declarados em situação de calamidade pública. Esta medida visa auxiliar os afetados por recentes eventos climáticos extremos na região.

Seguro-desemprego: veja como esta medida funciona!

Diante das adversidades enfrentadas, foram disponibilizadas duas parcelas adicionais do seguro-desemprego aos cidadãos que já estavam beneficiados por este apoio. Além disso, o pagamento do abono salarial foi antecipado para o dia 15 de maio deste ano, com o objetivo de prover um alívio financeiro mais imediato. Estas iniciativas beneficiarão diretamente 139.633 trabalhadores com o seguro-desemprego, com um valor médio de R$1.782,50 cada parcela, e mais de 705.273 trabalhadores com o abono salarial, com pagamento médio de R$1.075,23.

Quem tem direito ao seguro-desemprego ampliado?

Os cidadãos beneficiados pelo seguro-desemprego antes do dia 5 de maio, data do decreto de estado de calamidade, têm direito automático às duas parcelas adicionais. A verificação de elegibilidade será realizada automaticamente pelo sistema, sem necessidade de solicitação direta pelo trabalhador.

Como acessar os benefícios?

  • Consulta por telefone: Pode-se ligar gratuitamente para o número 158 para consultar o seguro-desemprego ou 4004 0001 para o abono salarial nas capitais e regiões metropolitanas.
  • Uso de aplicativos e sites: As consultas podem ser feitas pelo app Caixa Tem, Carteira de Trabalho Digital, portal gov.br ou de Banco do Brasil.
  • Presencialmente: Nos pontos de atendimento do Ministério do Trabalho, agências da Caixa e do Banco do Brasil.

Qual o impacto das medidas para a população do RS?

Estas medidas emergenciais são uma resposta direta às necessidades temporárias dos trabalhadores afetados, fornecendo um suporte financeiro adicional para auxiliar no sustento durante o período da crise. Com isso, espera-se que os impactos econômicos e sociais sejam minimizados enquanto a região se recupera das adversidades climáticas.

Segurança financeira em tempos de crise

Além de representar uma ajuda crucial para a subsistência de muitas famílias, as ações emergenciais refletem a responsabilidade do governo em garantir que, mesmo em momentos de dificuldade, os cidadãos possam contar com apoio para enfrentar os desafios impostos por situações excepcionais. Esta medida reforça o compromisso com a segurança e estabilidade financeira dos brasileiros no sul do país.

Para maiores informações sobre como acessar esses benefícios, os trabalhadores devem entrar em contato com os canais oficiais do governo. Dessa forma, podem garantir que recebam todos os auxílios aos quais têm direito, contribuindo para uma rápida recuperação durante este período crítico.

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Simone Mendes comemora compra de jatinho: ‘Realizei esse sonho’

A cantora Simone Mendes é mais uma estrela do mundo da música a ter seu próprio avião. Ela, que acaba de adquirir sua aeronave, decidiu fazer a compra quase dois anos após encerrar a dupla com a irmã, Simaria, e seguir carreira solo.

““Realizei hoje esse sonho. Comprei a minha asa dura [avião]. Eu comprei porque depois da dupla. O que tinha, teve de vender. Foi uma bênção porque quando chega num ponto da carreira […] estar saindo dos shows e estar no aeroporto em filas, fica difícil ficar sempre disponível [pro fã]”, disse ela em bate-papo com o colunista Léo Dias, publicada nesta quinta-feira, 16.A cantora acredita que, com o jatinho, conseguirá ter ainda mais energia para o público nos shows.

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Angélica relembra separações: ‘Minha prioridade não era os relacionamentos’

Angélica (50) é uma das celebridades homenageadas durante o 30º ano daCARAS Brasil. A apresentadora tem uma longa história com a revista ao longo de sua carreira. Em entrevista à TV CARAS, ela recordou sobre sua trajetória, namoros antigos e separações:“Minha prioridade não era os relacionamentos”.

Durante a conversa, a apresentadora relembra que sempre teve dificuldades em terminar com suas relações. Por ter uma rotina de trabalhos muito intensa, Angélica confessa que, durante muito tempo, sua vida amorosa ficava em segundo plano.Eu arrastava porque, primeiro, a minha prioridade não eram os relacionamentos. Eu estava trabalhando muito. Assim como hoje, eu priorizava muito o meu trabalho. Eu só acabava quando chegava no meu limite, quando a coisa estava me incomodando. E isso não é bom, as prioridades têm que ter um equilíbrio, mas, naquela época, eu trabalhava muito”, declara.“Eu sempre tive que tomar atitude para terminar minhas relações. E deixava rolar para não ter trabalho. Horrível isso, né? Porque você tá se enganando, enganando uma outra pessoa, e enganando o seu sentimento. Porque ele está aí. Pensa: ‘quem sabe lá na frente resolve’ e não resolve”, complementa

Desde muito nova, Angélica teve sua vida pessoal e profissional muito exposta pela mídia. Atualmente, ela está casada com Luciano Huck(52), mas já teve outros namoros públicos. Alguns mais polêmicos, outros mais tranquilos

TRANSFORMAÇÃO AO LONGO DOS ANOS

Revisitando suas capas da Revista CARAS, Angélica se deparou com algumas declarações que não concorda mais. A apresentadora não se reconhece em muitas dessas frases que fez no passado. Porém, como é muito bem resolvida, ela brinca com essas falas antigas. “Você vê uma certa idade, fragilidade, leveza, estava me descobrindo. Vocês retratam as minhas inseguranças, amadurecimento e maturidade. Isso é um privilégio. Eu nunca tive problema nenhum de mudar de opinião. Porque a vida muda, ela está em movimento, a gente está andando. Não adianta você achar que vai pensar a mesma pelo resto da vida, porque não vai”, finaliza.

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Desenrola Brasil termina na segunda-feira; veja dívidas que ainda podem ser renegociadas

Após duas prorrogações, o prazo para negociar o pagamento de dívidas com desconto por meio do programa Desenrola Brasil termina na próxima segunda-feira, dia 20. Esse prazo diz respeito às negociações da Faixa 1, que consiste nas negociações feitas pelo site do programa.

O programa emergencial do governo federal oferece renegociação de dívidas para pessoas físicas inadimplentes. Segundo o Ministério da Fazenda, o desconto médio tem sido de 83% do valor devido. E os pagamentos podem ser feitos à vista ou então parcelados em até 60 vezes. Segundo o Ministério da Fazenda, cerva de 15 milhões de pessoas já foram beneficiadas com a negociação de mais de R$ 51 bilhões em dívidas. Iniciada em outubro de 2023, a Faixa 1 do Desenrola Brasil contempla pessoas físicas com renda de até dois salários mínimos ou inscritas no CadÚnico.

Os inadimplentes podem negociar dívidas que tenham sido negativadas entre janeiro de 2019 e dezembro de 2022 e não sejam maiores de R$ 20 mil em valores atualizados. Mas não há limite de quantidade de dívidas: quem tiver mais de uma que se enquadre nesses parâmetros, pode procurar o programa para negociá-las . O programa pode ser acessado por meio dos sites e aplicativos da Serasa Limpa Nome, do Itaú Unibanco, do Santander e da Caixa Econômica Federal. Com a integração de plataformas parceiras a do Desenrola, os clientes dos parceiros que se enquadram na Faixa 1 conseguem ver se há ofertas e podem ser redirecionados para o site do programa, onde é possível consultar as dívidas e fazer os pagamentos, sem necessidade de outro login.

O que pode ser renegociado

Além das dívidas bancárias — como cartão de crédito — também estão incluídas as contas atrasadas de outros setores, como estabelecimentos de ensino, energia, água, telefonia e comércio varejista. A plataforma  permite parcelar a negociação dessas dívidas até mesmo com bancos nos quais a pessoa não tenha conta, podendo escolher aquele que oferecer a melhor taxa na opção de pagamento parcelado. Outra vantagem para quem tem duas ou mais dívidas (mesmo que com diferentes credores) disponíveis para negociação na plataforma do Desenrola é poder juntar todos os débitos e fazer uma só negociação, pagando à vista em um único boleto ou PIX, ou financiando, a prazo, o valor total no banco de preferência. Para ter acesso ao Desenrola, diretamente pela plataforma do programa, é necessário ter uma conta GOV.BR. Usuários de todos os tipos de contas — bronze, prata e ouro — podem visualizar as ofertas de negociação e até parcelar o pagamento. Caso o cidadão opte pelos canais parceiros, não há necessidade de uso da conta GOV.BR.

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RS: FAB e Correios pedem prioridade na doação de produtos de limpeza e higiene

A FAB (Força Aérea Brasileira), em coordenação com os Correios, anunciou na quinta-feira, 16, a suspensão temporária do recebimento de doações de água e roupas ao Rio Grande do Sul, pois há estoque suficiente para atender a demanda do estado gaúcho. Em contrapartida, pedem prioridade para o envio de produtos de limpeza e higiene. A decisão começou a valer a partir desta sexta-feira, 17. Os Correios ainda anunciaram que não estão mais recebendo doações de roupas, mas seguem arrecadando água e outros tipos de produtos. Para fazer as doações basta levar os itens a qualquer unidade dos Correios em todo o Brasil. No caso da FAB, as bases aéreas localizadas em Brasília, Guarulhos (SP) e Galeão (RJ) recebem as doações das 8h às 16h, de segunda-feira à sexta-feira.

Confira o que doar?

  • Materiais de higiene pessoal;
  • Materiais de limpeza;
  • Alimentos da cesta básica;
  • Ração para pets.

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Brasil tem apenas oito cidades dentro dos padrões de excelência de perda de água potável

O Brasil ainda apresenta um quadro crítico de brasileiros sem acesso à água tratada nem sequer para lavar as mãos. Enquanto isso, boa parte da água ainda é perdida antes mesmo de chegar à casa das pessoas. Um estudo do Instituto Trata Brasil revela que apenas oito cidades brasileiras cumprem os padrões de excelência dos índices de perdas de água potável, ou seja, que se preocupa com o desperdício e a qualidade da água.

Entre os municípios que atendem aos padrões de excelência, três são da região Centro-Oeste e cinco do Sudeste: Aparecida de Goiânia (GO), Goiânia (GO), Campo Grande (MS), Petrópolis (RJ), Campinas (SP), Limeira (SP), São José do Rio Preto (SP) e Taboão da Serra (SP).

Para a presidente-executiva do Trata Brasil, Luana Pretto, esse resultado está muito abaixo do desejado para o Brasil atingir as metas de universalização dos serviços até 2033. “Se o tema é priorizado, existe um compromisso com essa agenda, um plano estruturado de saneamento básico, que tenha a previsão correta de quais obras precisam ser realizadas, qual é o volume de recursos necessário — uma análise em relação a qual é a melhor forma de modelo de gestão para que esses investimentos aconteçam”, avalia.  Segundo o estudo, a água perdida no país poderia abastecer mais de 17 milhões de pessoas que residem em áreas sem acesso aos serviços básicos de saneamento por cerca de um ano e meio.

Marco Legal do Saneamento

A partir da aprovação do novo Marco Legal do Saneamento (Lei nº 14.026), que aconteceu em 15 de julho de 2020, foram estabelecidas metas de universalização: todos os municípios brasileiros devem atender a 99% da população com serviços de água potável — e ao menos 90% dos habitantes com coleta e tratamento de esgoto até 2033.  Mas isso dificilmente será alcançado, na opinião do especialista em saneamento da Imagem Geosistemas Diogo Reis

Para o especialista, mesmo com avanços significativos, o nível de investimento brasileiro ainda está muito abaixo do necessário para alcançar resultados mais positivos. Ele acredita que uma boa parceria com a iniciativa privada poderia render melhores resultados.

“A iniciativa privada tem uma capacidade de investimento mais rápida, tem uma certa  celeridade — e a possibilidade de fazer aportes maiores na expansão da infraestrutura. A gente tem visto aí nos próprios leilões os lances que as empresas privadas, os consórcios têm dado nos leilões. Eles têm um ágio bem alto com relação ao previsto, então acho que eles podem contribuir muito na aceleração dessa expansão, muito pela capacidade de investimento. Se comparado às próprias empresas públicas”, analisa.

Cidades com menor índice de perda de água

Apesar dos números nacionais serem preocupantes, oito cidades têm como prioridade o controle das perdas de água e são exemplos positivos para outros municípios do país. Os dados mostram que eles já se encontram nos padrões de excelência estabelecidos como meta, conforme Portaria 490/2021 do MDR. Ou seja, 25% em perdas na distribuição (IN049) e de 216 L/ligação/dia em perdas volumétricas (IN051). Conforme o estudo do Trata Brasil, casos como esses devem ser exemplos na busca de fomentar políticas públicas, projetos e inovações, visando a implantação de programas estruturados de redução de perdas de água.  O levantamento aponta que a universalização do saneamento básico está diretamente atrelada aos esforços para eficiência no controle de perdas de água. Ou seja, o combate às perdas será imprescindível para o acesso pleno do recurso a todos os brasileiros.
Fonte: Brasil 61

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Instituto Amazônia+21 lança fundo para investimento em projetos sustentáveis na região amazônica

O Instituto Amazônia+21 lança, nesta sexta-feira (17), a Facility de Investimentos Sustentáveis. Trata-se de uma plataforma destinada a atrair investimentos para impulsionar empreendimentos sustentáveis na região amazônica. A intenção inicial é captar R$ 600 milhões nos primeiros três anos. Ao longo de 10 anos, a meta é chegar à casa dos R$ 4 bilhões em investimentos. Essa iniciativa, liderada por empresários locais, recebe apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e das nove federações das indústrias dos estados que compõem a Amazônia Legal. São eles: Amazonas, Acre, Rondônia, Roraima, Pará, Maranhão, Amapá, Tocantins e Mato Grosso.

Com o valor, o Instituto Amazônia+21 espera os seguintes impactos: 

  • Desenvolvimento de uma economia de alto valor agregado, justa e inclusiva no bioma; 
  • Redução do desmatamento, das emissões, da poluição e aumento da conservação da biodiversidade; 
  • Desenvolvimento socioeconômico e a melhoria das condições de vida das populações locais; 
  • Ampliação e diversificação da oferta de bens e serviços no território.

A ferramenta Facility de Investimentos Sustentáveis vai operar por meio de um modelo de financiamento misto, conhecido como blended finance. Esse formato combina recursos provenientes de fontes comerciais, públicas, de fomento e filantrópicas, com o intuito de viabilizar projetos que gerem impactos sociais e ambientais positivos.

A ferramenta de investimentos vai trabalhar simultaneamente com quatro plataformas em setores como bioeconomia, energia renovável e turismo sustentável.

BENEFÍCIOS

Para os doadores, há benefícios significativos, como a capacidade de alavancar seu capital em até sete vezes e a oportunidade de participar ativamente da governança da ferramenta. Enquanto isso, os investidores comerciais podem esperar retornos financeiros semelhantes às taxas e prazos do mercado tradicional.

Além disso, tanto doadores quanto investidores estarão contribuindo diretamente para o combate às mudanças climáticas e para a conservação do meio ambiente e da biodiversidade.

CNI

A CNI é a primeira entidade a investir no Fundo Catalítico da Amazônia. Ao adquirir uma das dez cotas pioneiras do Fundo, no valor de R$ 2 milhões, a entidade garante, por um período de dez anos, uma cadeira no conselho estratégico da Facility de Investimentos Sustentáveis, com poderes consultivos e deliberativos. O conselho estará envolvido em todas as etapas de implementação e operação da plataforma, receberá relatórios de desempenho operacional, financeiro e de impacto, e será convidado a participar das decisões estratégicas ao longo do processo.
Fonte: Brasil 61

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O PERIGO DA MURMURAÇÃO O QUE ESTUDAREMOS?

A CARREIRA QUE NOS ESTÁ PROPOSTA
O Caminho da Salvação, Santidade e Perseverança para Chegar ao céu


Todo cristão enfrentará situações adversas que vão testar a sua fé e fazer com que venha murmurar em sua caminhada. Entretanto, Deus abomina a murmuração e a sua prática enfraquece a nossa vida espiritual e nos impede de desfrutar das promessas de Deus. Nesta lição, estudaremos sobre o Perigo da Murmuração. Vamos juntos aprender a Palavra de Deus.


TEXTO ÁUREO – COMPARANDO TRADUÇÕES
10 E não se queixem como alguns deles se queixaram, e foram destruídos pelo anjo da morte. 11 Essas coisas que aconteceram a eles nos servem como exemplo. Foram escritas como advertência para nós, que vivemos no fim dos tempos. (1Co 10.10 NVT). A geração de Moisés cometeu cinco tipos de pecados, todos gravíssimos. Paulo cataloga esses pecados que marcaram aquela geração reprovada. “Entretanto, Deus não se agradou da maioria deles, razão por que ficaram prostrados no deserto. Ora, estas coisas se tornaram exemplos para nós…” (10.5,6). Que pecados são esses?
Cobiça. Paulo diz: “[…] a fim de que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram” (10.6). Aquele povo tinha tudo o que Deus dava: o maná que caía, a água que jorrava, as codornizes que Deus mandava. Mas aquele povo ainda estava insatisfeito e cobiçando mais coisas. Deus tinha prometido a eles uma terra que manava leite e mel. E eles cobiçaram as coisas ruins. Às vezes o mesmo acontece conosco. Deus nos promete toda a sorte de bênçãos em Cristo e nós continuamos a cobiçar as coisas más. Ficamos insatisfeitos com o que temos e queremos aquilo que é mau.
Idolatria. Paulo escreve: “Não vos façais, pois, idólatras, como alguns deles; porquanto está escrito: O povo assentou-se para comer e beber e levantou-se para divertir-se” (10.7). Idolatria é tudo aquilo que ocupa o lugar de Deus em nossa vida, sejam pessoas, coisas ou sentimentos. Há muitos ídolos modernos que podem estar tomando o lugar de Deus em nossa vida.
Imoralidade. Paulo adverte: “E não pratiquemos imoralidade, como alguns deles o fizeram, e caíram, num só dia, 23 mil” (10.8). Houve um tempo em que os israelitas se misturaram com as mulheres moabitas e eles começaram não só a se prostituir, mas também a adorar os deuses dos moabitas.
Colocar Deus à prova. Paulo prossegue: “Não ponhamos o Senhor à prova, como alguns deles já fizeram e pereceram pelas mordeduras das serpentes” (10.9).
Murmuração contra Deus. Paulo conclui: “Nem murmureis, como alguns deles murmuraram e foram destruídos pelo exterminador” (10.10). A murmuração provoca a ira de Deus. Ela é uma negação da bondade, da providência, do cuidado e do amor de Deus. O povo de Israel foi reprovado e pereceu no deserto por causa desses pecados. Hoje, Deus está usando o exemplo da História para nos advertir. A Bíblia foi escrita para a nossa advertência. Deus está nos advertindo quanto ao cuidado que devemos tomar para não cairmos no mesmo erro, não caminharmos pela mesma estrada, não termos o mesmo comportamento.

VERDADE PRÁTICA
A prática da murmuração enfraquece a vida espiritual, acaba com a comunhão da igreja local e nos impede de desfrutar das promessas de Deus. Todos esses pecados (mencionados no texto áureo) que levaram Israel ao fracasso espiritual estavam presentes na igreja de Corinto. Os mesmos pecados que levaram Israel ao fracasso levaram a igreja de Corinto também ao fracasso espiritual. Os pecados da igreja são mais sérios do que os pecados dos israelitas que estavam sob a lei. Quando a igreja peca, o seu pecado é pior do que o do povo de Israel. E por duas razões: Primeiro, porque nós temos o exemplo deles como advertência. Segundo, porque eles estavam debaixo da lei e nós estamos debaixo da graça. Quando um crente comete pecado, ele o faz contra o conhecimento, a bondade e a graça de Deus. Portanto, a murmuração e toda sorte de pecados não podem fazer parte da nossa vida como igreja.


I. A MURMURAÇÃO NA BÍBLIA
1.1 O que é murmurar?
“Murmurar”, conforme o dicionário, é “soltar queixumes, lastimar-se, queixar-se em voz baixa, falar mal, apontar faltas, formar mau juízo de alguém ou de alguma coisa”. Murmurar significa reclamar, maldizer, conceber mau juízo. Reclamamos com instantaneidade, agradecemos com vagarosidade. A murmuração é um grande mal da nossa geração. No entanto, por incrível que pareça, há algo de positivo na murmuração: ela revela o quão distantes estamos de Deus. Como um sintoma revelador, ela indica o alto grau de nosso descontentamento. Em última análise, a murmuração evidencia as percepções ingratas que temos das coisas e demonstra o quanto somos insatisfeitos.
1.2 O comportamento dos murmuradores.
A LIÇÃO DIZ: De acordo com os dois testamentos da Bíblia, o mal da murmuração estava no meio do povo Deus, entre os israelitas dos dias de Moisés (Ex 16.11); nos dias de Jesus Cristo com os escribas e fariseus (Lc 15.2); na igreja em Jerusalém, no início (At 6.1). O murmurador, pode ser adjetivado como infiel, rebelde, ingrato e desconte. Os israelitas murmuraram contra Deus e contra Moisés. Eles reclamavam reiteradamente das privações, dizendo que jamais deveriam ter deixado o Egito (Nm 11.1–6; 14.1–4; 20.2; 21.4,5). Moisés os descreveu como “… geração perversa e depravada” (Dt 32.5). Quando o povo estava no Egito, eles murmuravam porque estavam no Egito. Quando saíram do Egito, murmuravam porque saíram do Egito. Eles murmuraram porque não tinham nada para comer. E, quando Deus providenciou o maná para eles comerem, eles murmuraram porque não tinham carne. Eles murmuraram durante quarenta anos no deserto e, quando chegaram à Terra Prometida, ainda continuaram a murmurar. Muitos de nós somos como eles. Deus nos abençoa, mas há algumas coisas de que nós não gostamos. Deus então nos abençoa mais, e nós ainda continuamos a murmurar. Vamos examinar em mais detalhes por que o comportamento dos murmuradores é condenado nas Escrituras:
Murmuradores são ingratos. A murmuração frequentemente surge de uma falta de gratidão. Por exemplo, os israelitas murmuraram contra Deus apesar de todas as bênçãos e milagres que Ele havia feito por eles (Êx 16.2)
Murmuradores são descontentes. Os murmuradores tendem a ser descontentes com sua situação atual, mesmo quando Deus providenciou para suas necessidades (Nm 11.4-6).
Murmuradores são rebeldes. A murmuração é uma forma de rebelião contra a autoridade de Deus. Quando os israelitas murmuraram contra Moisés, eles estavam, na verdade, murmurando contra Deus (Nm 14.2, 27).
Murmuradores são descrentes. A murmuração revela uma falta de fé em Deus. Os israelitas murmuraram porque não confiavam que Deus poderia levá-los à Terra Prometida (Nm 14.11).
Murmuradores são destrutivos. A murmuração pode causar discórdia e desunião entre as pessoas (1 Co 1.10).
1.3 O crente murmurador.
A LIÇÃO DIZ: Quem se diz salvo em Cristo e tem o Espírito Santo em sua vida não pode naturalizar a prática da murmuração. Não é normal um crente cheio do Espírito Santo se entregar a esse pecado. Quando um crente se torna um murmurador, ele passa a ser um instrumento do Maligno contra a obra de Cristo no mundo, permitindo ao Diabo dominá-lo e usá-lo de todas as maneiras. A murmuração permite ao Diabo exercer domínio sobre o crente. Isso é extremamente perigoso, pois o Diabo busca “roubar, matar e destruir” (JO 10.10). Portanto, ao murmurar, o crente se coloca em uma posição vulnerável ao inimigo. Diabo pode usar o crente murmurador de várias maneiras para causar estragos na igreja e na obra de Cristo. Isso pode incluir a propagação de descontentamento, a criação de divisões e a promoção de uma atitude de ingratidão. As Escrituras condenam de maneira inequívoca a murmuração, indicando que esse comportamento não deve, de forma alguma, caracterizar o povo de Deus. A murmuração é tão perigosa que Judas, em sua epístola, a associa diretamente ao comportamento dos falsos mestres. Ele afirma que essas pessoas, ímpias e apóstatas, vivem em rebelião contra Deus e Sua autoridade, e inevitavelmente enfrentarão o julgamento divino (Jd 15). Judas descreve essas pessoas da seguinte maneira: “São murmuradores, insatisfeitos, guiados por suas próprias paixões. Suas bocas estão sempre a proferir arrogâncias grandiosas; são aduladores quando convém aos seus interesses” (Jd 16). Portanto, na vida cristã, definitivamente não deve haver espaço para a murmuração. Por essa razão, o apóstolo Paulo adverte os crentes a nunca murmurar, como fizeram os israelitas no passado (1 Co 10.10). Ele também aconselha os fiéis a se dedicarem a todas as coisas sem murmuração (Fl 2.14). Assim, jamais devemos murmurar. Em vez disso, devemos temer a Deus e confiar Nele, aceitando com alegria Seu propósito e Sua provisão para nós.

II. MURMURAÇÃO: IMPEDIMENTO DA PRIMEIRA GERAÇÃO À TERRA PROMETIDA
(A MURMURAÇÃO NOS PRIVA DAS BENÇÃO DE DEUS AQUI NA TERRA)
2.1 A murmuração contra os líderes escolhidos por Deus.
A LIÇÃO DIZ: Deus escolheu Moisés e seu irmão, como seu auxiliador, para libertar o povo de Israel da escravidão de Faraó e conduzi-lo à Terra Prometida (Ex 7.1,2). Após experimentar grande livramento, esse povo passou a murmurar contra a liderança de Moisés e Arão de maneira sistemática, alegando que o Legislador o conduzia para morrer em pleno deserto (Êx 16.3). Toda a congregação dos filhos de Israel murmurou contra Moisés e Arão no deserto. (Êx 16.2 NAA). A murmuração contra Moisés e Arão não é um ato isolado, mas massivo. O texto muda de “o povo” murmurando (15.24) para “toda a congregação” murmurando. Este é um dos aspectos negativos desse tipo de mal. Uma vez iniciado ele inflama, como fogo selvagem, consumindo e atingindo tudo o que houver pela frente. Ninguém está imune a ele; ninguém está acima dele. Três razões que elucidam por que a murmuração contra a liderança é extremamente prejudicial:
Divisão. A murmuração contra a liderança pode causar divisão dentro da igreja. Isso pode levar a um ambiente de desconfiança e conflito, o que é prejudicial para o povo de Deus e pode impedir o crescimento espiritual.
Desencorajamento dos Líderes. Os líderes podem se sentir desencorajados e desmotivados quando enfrentam constante murmuração e crítica. Isso pode afetar sua capacidade de liderar efetivamente e pode até levar a um esgotamento.
Prejudica o Testemunho da Igreja. A murmuração contra a liderança prejudica a reputação da igreja na comunidade. Isso afeta a capacidade da igreja de atrair novos membros e de ser luz para o mundo.
2.2 A murmuração contra Deus.
A LIÇÃO DIZ: O Senhor Deus respondeu às murmurações do povo, dizendo que faria cair “pão dos céus” (Êx 16.4). Entretanto, o Senhor deixou claro que contemplou as suas “murmurações”, mas tratou o povo com piedade e compaixão (Êx 16.12). Ora, o Senhor Deus contempla todas as nossas ações, sabe do que precisamos e necessitamos. Por isso, diante de uma circunstância difícil, é muito melhor nos dirigirmos a Ele de maneira humilde, graciosa e amorosa do que nos achegarmos a Ele com ingratidão, queixas e murmuração (Hb 4.16). Um texto bíblico complementar é Números 11.1-3: 1 Aconteceu que o povo começou a queixar-se das suas dificuldades aos ouvidos do
SENHOR. Quando ele os ouviu, a sua ira acendeu-se e fogo da parte do SENHOR queimou entre eles e consumiu algumas extremidades do acampamento. 2 Então o povo clamou a Moisés, este orou ao SENHOR, e o fogo extinguiu-se. 3 Por isso aquele lugar foi chamado Taberá, porque o fogo da parte do SENHOR queimou entre eles.
A passagem pode ser, didaticamente, dividida em três pontos:
A queixa do povo (v. 1a): O povo começou a queixar-se das suas dificuldades no deserto, onde não havia água nem alimentos variados como no Egito. Essa queixa revelava uma atitude de ingratidão, insatisfação e desconfiança em relação a Deus e a Moisés, seu servo. Nós, facilmente, podemos cair nesse pecado quando nos esquecemos dos benefícios que Deus nos concedeu e quando duvidamos do seu cuidado e do seu propósito para nós.
A reação de Deus (v. 1b-3a): A queixa do povo foi mal aos ouvidos do Senhor, que escutou tudo e se irou contra eles. Deus não tolera a murmuração e nem rebelião contra ele e contra as autoridades que ele estabeleceu, pois isso ofende a sua santidade e a sua soberania. Portanto, devemos temer a ira de Deus quando murmuramos e nos rebelamos contra ele e contra as autoridades que ele colocou sobre nós, seja na família, na igreja ou na sociedade.
A intervenção de Moisés (v. 2-3b): O povo clamou a Moisés, que orou ao Senhor, e o fogo se apagou. Moisés agiu como um mediador entre Deus e o povo, intercedendo por eles e apaziguando a ira divina. Deus nos chamou para orar, apaziguar e interceder, e não para murmurar. Existe um contraste entre a vida de Moisés e o povo.
2.3 Por que é perigoso murmurar?
A LIÇÃO DIZ: A Palavra de Deus diz: “quem se endureceu contra ele [Deus] e teve paz?” (9.4). À luz desse texto, podemos dizer que a murmuração configura um ato de impiedade extrema contra Deus. Ela se torna perigosa porque, além de revelar uma ausência de fé, limita a nossa capacidade de enxergar as ações de Deus em nossas vidas e no contexto em que estamos. Por conseguinte, a murmuração cega-nos diante de Deus. Não lembramos mais das grandes obras do Senhor em nossa vida. Não por acaso, o apóstolo Paulo reúne os episódios de murmuração dos israelitas para que os crentes da atualidade tenham cuidado e não pratiquem esse pecado a fim de não serem destruídos (1 Co 10.10,11; Rm 15.4). A murmuração é perigosa por várias razões, conforme indicado no texto da lição:
Ato de Impiedade. A murmuração é vista como um ato de extrema impiedade contra Deus. Isso ocorre porque a murmuração é uma forma de resistência ou oposição a Deus e à Sua vontade.
Ausência de Fé. A murmuração revela uma falta de fé. Quando murmuramos, estamos essencialmente duvidando da bondade e da soberania de Deus em nossas vidas.
Limita a Percepção das Ações de Deus. A murmuração limita nossa capacidade de ver e apreciar as ações de Deus em nossas vidas e no mundo ao nosso redor.
Cegueira Espiritual. A murmuração pode nos cegar espiritualmente. Quando murmuramos, podemos nos esquecer das grandes obras que Deus fez em nossas vidas.
Consequências Destrutivas. O apóstolo Paulo adverte que a murmuração pode levar à destruição. Ele usa os israelitas como exemplo para nos lembrar das consequências sérias da murmuração. Os murmuradores não entraram na Terra Prometida.

III. MURMURAÇÃO: UM PECADO QUE NOS IMPEDE DE ENTRAR NA CANAĀ CELESTIAL (A MURMURAÇÃO NOS PRIVA DAS BENÇÃOS ETERNAS)
3.1 O fim dos israelitas murmuradores.
A LIÇÃO DIZ: Examinando os textos de Números 14.29 e 16.41-49, percebemos que, por causa da murmuração, os israelitas daquela geração não entraram na terra da promessa, foram mortos e sepultados no deserto (Nm 14.29). A peregrinação de Israel pelo deserto nos serve de exemplo e advertência em nossa jornada para que não adotemos seu comportamento murmurador. Devido a esse pecado, os israelitas perderam de vista os propósitos divinos e não alcançaram o cumprimento da promessa. Israel viu as dez pragas no Egito nocauteando as divindades do panteão egípcio; viu o mar Vermelho se abrindo para eles passarem; viu o maná caindo do céu, a rocha brotando água, a sandália não envelhecendo em seus pés e a roupa não ficando rota no seu corpo. Que geração viu tantos prodígios? Contudo, mesmo assim, aquela geração foi reprovada por Deus. Aquele deserto se transformou no maior cemitério da História. Esses privilégios todos, de ser arrancado da escravidão, de passar por um resgate milagroso, de passar pelo meio do mar a pé enxuto e de ser alimentado espiritualmente de maneira sobrenatural não pouparam Israel de um ruidoso fracasso espiritual. Quanto mais nós se não atentarmos para tão grande salvação que há em Cristo Jesus.
3.2 O destino dos murmuradores.
A LIÇÃO DIZ: À luz dos relatos do livro de Números, o apóstolo Paulo faz uma séria advertência ao povo da Nova Aliança: “E não murmureis, como também alguns deles murmuraram e pereceram pelo destruidor” (1 Co 10.10). Isso significa que um crente que vive praticando a murmuração já se encontra espiritualmente morto, perdeu a comunhão com o Senhor e não tem mais o prazer nas coisas espirituais. Logo, o seu destino é a morte, que, à luz do Antigo Testamento, infelizmente, tem caráter físico e espiritual. A murmuração é um perigo ao longo da nossa trajetória cristã.
A Queixa por Carne. Em Números 11, os israelitas expressaram descontentamento pela falta de carne, apesar da provisão divina de maná. Deus atendeu ao pedido enviando codornizes, mas, enquanto o povo ainda comia, Ele os puniu com uma praga devastadora por sua ingratidão, conforme Números 11.33-34.
Os Espiões e o Relatório Desfavorável. De um grupo de doze espiões enviados por Moisés para inspecionar Canaã, dez retornaram com um relatório desanimador que abalou a confiança do povo de Israel. Devido à sua atitude negativa e falta de fé, esses dez espiões foram mortos por uma praga diante do Senhor, como relatado em Números 14.36-37.
Reclamações Após a Punição dos Espiões. Mesmo após a punição dos espiões, os israelitas persistiram em suas queixas contra Moisés e Arão. O Senhor então enviou serpentes venenosas entre eles, resultando na morte de muitos, conforme descrito em Números 21.5-6.
Cora, Datã e Abirão. Esses líderes instigaram uma revolta contra Moisés e Arão. Como castigo divino por sua rebelião e murmuração, foram tragados vivos pela terra, conforme descrito em Números 16.32-33.
• O povo de Israel no deserto. Por causa da constante murmuração contra Deus e Moisés, a geração que saiu do Egito foi condenada a vagar pelo deserto por 40 anos até que todos os murmuradores morressem conforme Números 14.26.
O destino dos murmuradores é frequentemente trágico: ou são privados das bênçãos desta vida, ou lhes é negado o gozo da vida eterna na presença de Deus.
3.3 Os males da murmuração.
A LIÇÃO DIZ: Há muitos males que a murmuração pode provocar.
Na Vida Conjugal:
a. Conflitos e Desunião. A murmuração pode criar tensões e divisões entre o casal, levando a um ambiente doméstico conturbado.
b. Perda de Respeito e Amor. Pode corroer o respeito mútuo e o amor, fundamentais para um relacionamento saudável e duradouro.
Nos Relacionamentos entre Irmãos:
a. Divisões e Inimizades. A prática da murmuração entre irmãos pode levar a contendas e separações dentro da igreja.
• Nos Filhos:
a. Influência Negativa. Os filhos podem aprender comportamentos pecaminosos e de ingratidão através do exemplo dos pais murmuradores.
b. Desestímulo. A murmuração pode tirar dos filhos a alegria e a esperança, afetando seu bem-estar emocional e espiritual.
• Nos Demais Membros da Família: a. Desentendimentos e Rompimentos. Pode causar mágoas profundas e até mesmo o rompimento de relações familiares.
• Entre os Membros da Igreja:
a. Prejuízo à Missão da Igreja. A murmuração pode danificar o testemunho cristão e a unidade da igreja, essenciais para a edificação da comunidade e para a missão evangelizadora.
• Entre as Lideranças da Igreja:
a. Comprometimento da Autoridade e Unidade. Líderes que murmuram podem perder a confiança de seus liderados e causar divisões, afetando a direção e a visão da igreja.

CONCLUSÃO
Como podemos evitar as murmurações e as contendas em nossa família e na igreja? Podemos evitar as murmurações e as contendas em nossa família e na igreja seguindo alguns princípios bíblicos, tais como:
• Agradecer a Deus por todas as coisas, mesmo pelas dificuldades e provações, pois elas podem produzir paciência, perseverança e maturidade em nós (1 Ts 5.18; Tg 1.2-4).
• Confiar em Deus e em suas promessas, sabendo que ele cuida de nós e supre todas as nossas necessidades (Fp 4.19; 1 Pe 5.7).
• Amar uns aos outros como Cristo nos amou, perdoando uns aos outros como Deus nos perdoou em Cristo (Jo 13.34; Ef 4.32).
• Humilhar-nos uns diante dos outros, considerando os outros superiores a nós mesmos, e buscando o interesse dos outros em vez do nosso próprio (Fp 2.3-4; 1 Pe 5.5).
• Dialogar com respeito e sinceridade uns com os outros, evitando palavras duras, mentirosas ou ofensivas (Ef 4.15; Pv 15.1; Cl 3.9).
• Devemos estar satisfeitos com o lugar que Deus nos deu na família e na igreja, pois ele distribui os dons e os ministérios conforme a sua vontade e graça (1 Co12.4-11).
• Devemos reconhecer e respeitar a autoridade dos líderes que Deus colocou sobre nós, pois eles são seus servos e representantes. Devemos orar por eles, honrá-los e segui-los no Senhor
(Hb 13.17; 1 Ts 5.12-13).
• Devemos pedir perdão a Deus e aos nossos irmãos quando pecamos por murmuração. (1 Jo 1.9; Cl 3.1)

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A REALIDADE BÍBLICA DO CASAMENTO

O PADRÃO BÍBLICO PARA A VIDA CRISTÃ
Caminhando Segundo os Ensinos das Sagradas Escrituras

O QUE VAMOS ESTUDAR?
O casamento não é solução para deixar a casa dos pais, ou para melhorar na vida financeiramente, galgando uma nova posição ou status sociais, o casamento é algo sério e divino. É uma aliança entre um homem e uma mulher perante o Criador. O matrimônio é divino e para toda a vida; depois da conversão é a decisão mais importante da vida de uma mulher e de um homem. Nesta lição, estudaremos sobre a Realidade Bíblica do Casamento.

TEXTO PRINCIPAL
6 Mas no princípio da criação Deus ‘os fez homem e mulher’.7 ‘Por esta razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, 8 e os dois se tornarão uma só carne’. Assim, eles já não são dois, mas sim uma só carne. 9 Portanto, o que Deus uniu, ninguém o separe”. (Mc 10.6-9 NVI). Ao falar tais palavras, Jesus estava evocando, dois textos registrados no livro do Gênesis. Então disse Deus: “Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança. Domine ele sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu, sobre os animais grandes de toda a terra e sobre todos os pequenos animais que se movem rente ao chão”. Criou Deus o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. (Gn 1.26,27). Por essa razão, o homem deixará pai e mãe e se unirá à sua mulher, e eles se tornarão uma só carne. (Gn 2.24). Definição de casamento – “O casamento é uma aliança heterossexual exclusiva entre um homem e uma mulher, ordenada e selada por Deus, precedida por um deixar público dos pais, consumada na união sexual, resultando numa parceria permanente e mútua, e normalmente coroada pelo dom de filhos.”

IMPLICAÇÕES
1. O casamento foi criado e estabelecido por Deus. Portanto, quem define o que é o casamento
e como ele deve funcionar, não é a mídia, os artistas, a cultura ou estado.
2. O casamento foi planejado para não acabar.
3. O casamento é fruto do coração amoroso de Deus. O divórcio é fruto do coração endurecido
do homem.
4. O homem e a mulher deixam pai e mãe para se unirem matrimonialmente, mas não podem
deixar um ao outro.

RESUMO DA LIÇÃO
O casamento é uma bênção planejada por Deus para o homem e para a mulherO casamento é de origem divina, pois Deus é o seu idealizado. Dentro daquilo que o Senhor planejou para o casamento, estão incluídas varias benção como: diversidade e complementaridade, filhos e famílias; crescimento e santificação; companheirismo e parceria; unidade e intimidade; alegria
e realização.


I. O QUE É O CASAMENTO
1.1 Uma definição.
A LIÇÃO DIZ: O casamento pode ser definido como a união entre um homem e uma mulher, que decidem formar uma família, apoiando-se mutuamente e demonstrando amor e respeito um pelo outro, por meio de um acordo perante Deus e a sociedade. Reiteramos que a Palavra de Deus requer que essa união seja feita entre um homem e uma mulher, pois tal perspectiva vem da própria criação divina, que fez um homem e uma mulher para que se ajudassem e se completassem. Sempre que há um casamento, ele é realizado com a presença de três participantes: Deus, o Criador, o homem e a mulher – seres criados.
Pontos complementares:
• O casamento é demonstração da graça imensurável de Deus, criado com o propósito de nos fazer experimentar um relacionamento de igualdade, amor, comunhão e complementaridade. O Senhor Deus disse: “Não é bom que o homem esteja sozinho. Farei alguém que o ajude e o complete. (Gn 2.18 – NVT).
• O casamento é uma prática fundamentada nas Escrituras e não existiria a parte delas. Foi o próprio Deus quem celebrou o primeiro casamento quando, no princípio, criou homem e mulher e estabeleceu as regras para que ambos se unissem: “Portanto deixará o homem a seu pai e a sua mãe, e unir-se-á à sua mulher, e serão uma só carne.” (Gn 2.24 – ARC).
• O casamento é antes de tudo um ato de fé. Somente pela fé podemos confiar que dois pecadores conseguirão permanecer juntos até a morte. Somente pela fé obedecemos a ordem de deixar o conforto e comodidade da casa de nossos pais para nos dedicarmos a luta e ao esforço necessários para construir e manter um lar. Sem fé é impossível
permanecer casado, pois as lutas e tentações são constantes. Somente tendo a convicção de que o casamento é a boa, perfeita e agradável vontade de Deus para homens e mulheres é que nos lançamos na vida a dois.
• Não há maior inspiração para os casais do que Cristo Jesus. Somente por meio de Cristo podemos compreender o real sentido do casamento. Somente olhando para o sacrifício dele na cruz homens e mulheres podem encontrar motivação para sacrificarem-se uns pelos outros. Somente olhando para o amor de Cristo um homem encontra forças para amar sua esposa e entregar a própria vida por ela se preciso for. Somente olhando para a humildade de Cristo que sendo igual a Deus se esvaziou de sua glória e se submeteu a vontade de seu pai vindo morrer em favor de pecadores é que mulheres conseguem perceber a beleza e a grandiosidade da submissão bíblica. O casamento deve ser um reflexo do relacionamento de Cristo com sua igreja, e somente mantendo os olhos e corações fixos em Cristo homens e mulheres poderão vivenciar o amor verdadeiro.
1.2 Deus e o casamento.
A LIÇÃO DIZ: O profeta Malaquias, em seus dias, retratou uma realidade vergonhosa entre os seus contemporâneos. Os homens traziam suas ofertas e se derramavam em lágrimas diante de Deus, mas o Eterno os rejeitava. E você sabe qual o motivo da rejeição de Deus para os homens do povo? “[…] Porque o SENHOR foi testemunha entre ti e a mulher da tua mocidade, com a qual tu foste desleal, sendo ela a tua companheira e a mulher do teu concerto” (Ml 2.14). Aparentemente, os homens estavam se divorciando de suas esposas e se casando com mulheres mais novas, e isso foi abominação diante do Senhor. Não adianta uma pessoa casada ser desleal com seu cônjuge e tentar se achegar a Deus seguindo os protocolos do culto, como se isso fosse lhe garantir a bênção divina. Deus é o arquiteto, o fundamento e o sustentador do casamento. Ele está presente como a testemunha principal. O casamento foi instituído por Ele e é feito na presença Dele. Em toda cerimônia de casamento, é costume os nubentes convidarem testemunhas. Muitas vezes essa prática não passa de uma convenção social. Essas pessoas ilustres, acabada a cerimônia, voltam à sua rotina e não mais acompanham a vida do casal. Todavia, Deus é uma testemunha sempre presente. Nada acontece no relacionamento conjugal sem que Ele saiba. Ele vela pelos cônjuges, reprova a infidelidade e odeia o divórcio. Por que Deus Odeia o Divórcio? O divórcio é a quebra de uma aliança feita na presença de Deus. O divórcio é a apostasia do amor, é a rejeição de alguém que foi intensamente desejado. O divórcio nunca é festejado, pois é momento luto, dor, tristeza.
• Quebra da Aliança: O divórcio rompe a aliança feita diante de Deus. Ele valoriza a fidelidade e a permanência.
• Dor e Sofrimento: O divórcio causa dor emocional, não apenas para os cônjuges, mas também para os filhos e a família.
• Testemunho Público: O casamento é um testemunho público da graça e do amor de Deus. O divórcio pode prejudicar esse testemunho.
1.3 A bênção de Deus para aqueles que se casam.
A LIÇÃO DIZ: Da união do primeiro casal, Adão e Eva, propagou-se a humanidade. A Palavra de Deus fala que Adão e Eva tiveram dois filhos: Caim e Abel. Esse foi um sinal da bênção de Deus para o primeiro casal, ou seja, poder manter a perpetuação da família por meio de descendentes. Apesar de em nossos dias vermos pessoas não crentes que defendem o aborto, a Palavra de Deus nos diz que ter filhos é um sinal da bênção de Deus (Dt 28.11). Na atualidade, os filhos continuam sendo “herança do SENHOR, e o fruto do ventre, o seu galardão” (SL 127.3).
Atente para o texto bíblico:
27Assim Deus criou o ser humano à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou. 28E Deus os abençoou e lhes disse: — Sejam fecundos, multipliquemse, encham a terra e sujeitem-na. Tenham domínio sobre os peixes do mar, sobre as aves dos céus e sobre todo animal que rasteja pela terra. (Gn 1.27,28 NAA). As bênçãos de Deus sobre aqueles que se unem em matrimônio:
• Multiplicação e Frutificação. “Sede fecundos, multiplicai-vos, enchei a terra” (Gn 1.28). Esta é uma bênção de procriação, onde Deus abençoa o casal com a capacidade de gerar vida, refletindo a criatividade de Deus.
• Domínio. “Dominai sobre os peixes do mar, sobre as aves do céu e sobre todo animal que rasteja pela terra” (Gn 1.28). Deus deu ao casal a responsabilidade de cuidar e administrar a criação, refletindo a soberania de Deus.

II. O TRATAMENTO ENTRE O CASAL
2.1 Aliança diante do altar.
A LIÇÃO DIZ: Como vimos, para o Cristianismo, o casamento é um evento celebrado diante de Deus. O que é um casamento? Casamento é um vínculo/aliança sagrado entre um homem e uma mulher, instituído por Deus, firmado diante dEle e dos homens, consumado pela relação sexual e indissolúvel. Timothy Keller, no seu livro “O significado do casamento”, diz que a aliança matrimonial é firmada diante de Deus e dos homens de maneira extraordinária. “Este é o motivo pelo qual tantas cerimonias de casamento de tradição cristã têm um conjunto de perguntas e um conjunto de votos. Os noivos devem por exemplo responderem a perguntas como essas:
“_____, você se dá totalmente para amar a_____ procurando fazer o que estiver ao seu alcance para ajudá-la a sentir-se feliz e segura tratando-a com gentileza, compreensão e respeito até que a morte os separe?” Os noivos, inicialmente, respondem ‘sim’ ao ministro que lhes faz as perguntas. Na realidade, eles fazem um voto a Deus antes de se voltarem e fazerem promessas um ao outro. Eles escutam o parceiro se comprometer diante de Deus, da família e das instituições investidas de autoridade: a igreja e do Estado, fazendo votos de lealdade e fidelidade. Em seguida, eles fazem promessas um ao outro.
2.2 O trato com a esposa.
A LIÇÃO DIZ: Deus estabeleceu princípios para que o homem convivesse com sua esposa. Dentre eles, destacamos: amor, honra e proteção.
• Amor. O primeiro conceito que desejo discutir é que o amor vai além de um simples sentimento. Trata-se de uma decisão de se doar! Se o amor, especialmente o amor conjugal, fosse algo puramente espontâneo – como muitos entendem a paixão – não haveria necessidade de uma ordem divina para amar a esposa. Se Deus ordenou (e estamos, portanto, obrigados a obedecer) amar, é porque podemos fazer isso por escolha, por decisão. Aprecio uma declaração de John Stott que expressa bem isso: “O amor cristão não é vítima de nossas emoções, mas servo de nossa vontade.” Aqui está o mandamento divino: “Maridos, amem suas esposas, assim como Cristo amou a igreja e entregou-se a si mesmo por ela, para santificá-la, purificando-a com a lavagem da água pela palavra.” (Ef 5.25). Note que o padrão estabelecido por Deus é que o marido não apenas ame sua esposa, mas o faça seguindo o mais alto padrão de entrega: “assim como Cristo amou a igreja e entregou-se a si mesmo por ela”. Portanto, para entender como o homem deve amar sua esposa, é necessário refletir sobre como Cristo amou a Igreja. Cristo amou a igreja de forma sacrificial, providencial e abnegada.
• Honra. No contexto do casamento, a honra pode ser definida como um profundo respeito e apreço pelo seu cônjuge. Isso envolve reconhecer o valor de sua esposa como pessoa e comprometer-se a trata-la com gentileza, amor e compreensão. A honra no casamento também implica em fidelidade e lealdade a sua mulher.
• Proteção. Quando se fala de proteção, muitos machões pensam só no aspecto físico desta responsabilidade e já se imaginam dando uma surra em quem “mexer” com sua mulher. Mas o dever do marido de proteger sua esposa (e filhos) começa pela responsabilidade de exercer devidamente seu papel de governo espiritual e estender cobertura de oração pela sua casa. Também envolve o papel de ensinar sua casa a andar na Palavra de Deus e, assim, protegêlos da influência do mundo e do pecado (Dt 6.7 e 1 Co 14.35). Além da proteção espiritual, penso que o homem ainda deva proteger sua esposa no âmbito emocional, sem excluir a proteção física.
2.3 A mulher e o trato com seu esposo.
A LIÇÃO DIZ: A esposa deve honrar seu marido, respeitando-o e sendo submissa. A submissão tem o sentido de estar debaixo da mesma missão. A palavra “submissão” que foi traduzida do original grego é “hupotasso”, e significa: 1) organizar sob, subordinar; 2) sujeitar, colocar em sujeição; 3) sujeitar-se, obedecer; 4) submeter ao controle de alguém; 5) render-se à admoestação ou conselho de alguém; 6) obedecer, estar sujeito. E, de acordo com o Léxico de Strong, ainda há uma importante observação acerca do uso desta palavra na época: “Um termo militar grego que significa ‘organizar [divisões de tropa] numa forma militar sob o comando de um líder’. Em uso não militar, era ‘uma atitude voluntária de ceder, cooperar, assumir responsabilidade, e levar uma carga’.” Quando olhamos para o conceito da palavra submissão, pode parecer exagerado e até assustador (mais para as mulheres do que para os homens). Mas devemos lembrar que a mulher deve se sujeitar ao marido como a Igreja se sujeita à Cristo (Ef 5.22-24). Em contrapartida, o marido deve governar e exercer sua autoridade como Cristo! E quando olhamos para a liderança de Jesus não vemos uma atitude de domínio, mas uma liderança servidora. Não é difícil ser submissa a um ,homem que ama lhe ama como Jesus amou a igreja. Por isso, você não pode ser precipitada em sua escolha e nem ser guiada por aparências.

III. OUTRAS QUESTÕES SOBRE O CASAMENTO
3.1 A morte encerra o casamento.
A LIÇÃO DIZ: O casamento é uma aliança com o Eterno que só termina quando um dos cônjuges falece. Nos dias do Apóstolo Paulo, como também acontece nos nossos, havia casos de viuvez, e ele recomendou que se a mulher viúva quisesse se casar novamente, estava livre para isso, desde que se casasse no Senhor. A escolha da pessoa com quem vamos nos casar é de nossa responsabilidade, entretanto devemos seguir os princípios da Palavra de Deus. Quando um homem e uma mulher se casam, Deus os une como uma só carne (Gn 2.24; Mt 19.5-6). A única coisa que pode quebrar o vínculo matrimonial, aos olhos de Deus, é a morte. Se o cônjuge de uma pessoa morrer, o viúvo/a viúva estará absolutamente livre para se casar novamente. O apóstolo Paulo permitiu que as viúvas se casassem novamente em 1 Coríntios 7.8-9 e encorajou as viúvas mais novas a se casarem novamente em 1 Timóteo 5.14. Casar-se novamente após a morte de um cônjuge é absolutamente permitido por Deus. O texto da lição também enfatiza que a escolha de um cônjuge é uma responsabilidade pessoal. Cada indivíduo deve fazer essa escolha com sabedoria, considerando não apenas seus próprios desejos e sentimentos, mas também os princípios da Palavra de Deus. Isso pode incluir considerações como o caráter da pessoa, sua fé e seu compromisso com os valores cristãos.
3.2 O divórcio.
O divórcio não é, e nunca será, conforme a vontade de Deus. Sabendo disso, Satanás investe intensamente nessa área, com o objetivo de desmantelar os casamentos. Ele emprega as seguintes estratégias:
• Pornografia. Por diversas razões, a pornografia é altamente nociva ao casamento. Ela promove falta de confiança, degradação da mulher, egoísmo, insatisfação conjugal, deterioração da vida sexual, bem como é a porta de entrada para o adultério.
• Mídia negativa. Novelas, sites, vídeos de humor, musicas, filmes e seriados exaltam as relações extraconjugais e incentivam a traição banalizando o casamento e a fidelidade conjugal.
• Pessoas profanas. Cuidado com esse tipo de gente que não valoriza o casamento e procurando sabotar o casamento dos outros. Isso pode incluir parentes e até mesmo alguns dos nossos chamados amigos.
• Negligencia das responsabilidades conjugais. Dentre as muitas responsabilidades que poderíamos citar, faço a menção da ausência de afeto e sexo entre os cônjuges. Satanás é tão sutil, que as vezes, ele consegue banalizar o sexo dentro do ambiente do casamento. Por exemplo: a prostituição doméstica. Esse tipo de trivialidade acontece quando o sexo se se torna uma moeda de troca entre o casal.
• Infidelidade conjugal. O sexo extraconjugal é a quebra de um pacto feito diante Deus. O Adultério é a quebra de uma aliança que tem como base a fidelidade, é desonrar o cônjuge e o próprio corpo. No entanto, Satanás tem transformado essa prática pecaminosa em uma aventura normal e excitante.
• A dureza de coração. Muitos casamentos são desfeitos devido a incredulidade e dureza de coração. Pregamos e cremos que Deus transforma o pecador, realiza milagres e maravilhas, mas somos excitantes quando o assunto é a restauração de um casamento falido. Deus pode mudar a história de um casamento fracassado.
3.3 Morar juntos.
A LIÇÃO DIZ: Lamentavelmente, o casamento vem sendo considerado dispensável por muitos jovens e adultos de nossa sociedade, que optam por “morar juntos”. Há até aqueles que dizem que “amigado com fé, casado é”, e que “o casamento é somente um papel onde as pessoas assinam, pois que o papel aceita tudo”. A verdade é que quando um casal decide viver junto, sem um ato formal diante de Deus e da sociedade, está vivendo em fornicação, pois estão praticando o ato sexual de forma que desagrada a Deus. Morar juntos significa viver em um mesmo espaço, como marido e mulher sem estar casados, inclusive tendo relações sexuais. Embora a Bíblia não faça uma declaração explícita sobre a convivência antes do casamento, isso não significa que ela seja completamente silenciosa sobre essa questão. Em vez disso, precisamos reunir várias Escrituras e extrair delas o princípio de que qualquer relação sexual entre um homem e uma mulher fora do casamento é considerada pecado. Existem inúmeras Escrituras que declaram a proibição de Deus da imoralidade sexual (At. 15.20; 1 Co. 5.1; 6.13, 18; 10.8; 2 Co. 12.21; Gl. 5.19; Ef. 5.3; Cl. 3.5; 1 Ts. 4.3; Jd. 7). A palavra grega traduzida como ‘imoralidade sexual’ ou ‘fornicação’ nesses versos é ‘porneia’, que significa literalmente ‘luxúria ilícita’. Como a única forma de sexualidade lícita é o casamento entre um homem e uma mulher (Gn. 2.24; Mt. 19.5), então qualquer coisa fora do casamento, seja adultério, sexo antes do casamento, homossexualidade ou qualquer outra coisa, é ilícita, ou seja, pecado. A convivência antes do casamento definitivamente se enquadra na categoria de fornicação – pecado sexual.
3.4 A bigamia, a poligamia e o concubinato.
• Bigamia é o ato de contrair um novo casamento sem que o anterior tenha sido legalmente encerrado.
• Poligamia é quando uma pessoa tem mais de um cônjuge ao mesmo tempo. Embora seja permitida em alguns países, a poligamia não reflete a vontade de Deus.
• Concubinato, nos tempos bíblicos, ocorria quando mulheres eram compradas, raptadas ou se tornavam prisioneiras de guerra, e eram obrigadas a se tornar esposas de um homem já casado. No Brasil, o concubinato é a relação entre duas pessoas que não podem se casar por impedimento legal, tornando essa relação ilegítima. Deus não promoveu esses modelos de relacionamento. Desde a criação, o plano divino foi que um homem e uma mulher demonstrassem amor e fidelidade um para com o outro, em uma relação heterossexual e monogâmica. Qualquer forma de relacionamento que se desvie desse plano original, seja bigamia, poligamia ou concubinato, não está alinhada com a vontade de Deus. Portanto, ao considerar o casamento, é crucial buscar a orientação de Deus e seguir os princípios bíblicos. Isso inclui respeitar a santidade do casamento e evitar qualquer forma de imoralidade sexual. Lembre-se sempre de que o casamento é uma representação do amor de Cristo pela igreja e deve ser tratado com o respeito e a honra que merece.

CONCLUSÃO
De acordo com os ensinamentos do Cristianismo, fundamentados na Bíblia, o casamento é uma união monogâmica, estabelecida entre um homem e uma mulher que estejam disponíveis e tenham o desejo de se unir em matrimônio. Ambos os parceiros têm responsabilidades perante Deus e um ao outro, que são essenciais para o sucesso dessa união. Além disso, a decisão sobre com quem se casar deve ser guiada não apenas por sentimentos, mas também por princípios espirituais. Ampliando essas ideias, podemos concluir que o casamento, na visão cristã, é muito mais do que um contrato legal ou uma simples união de duas pessoas. É uma aliança sagrada, um compromisso de amor, respeito e fidelidade. Cada cônjuge tem o dever de honrar e cuidar do outro, colocando as necessidades do outro acima das suas próprias, assim como Cristo fez pela igreja. Além disso, a escolha do cônjuge não deve ser baseada apenas em atração física ou compatibilidade de personalidade. Deve-se considerar também a fé e os valores espirituais do potencial cônjuge. Casar-se “no Senhor” é um princípio bíblico que enfatiza a importância de compartilhar a mesma fé e buscar juntos a vontade de Deus. Portanto, o casamento é uma decisão séria que deve ser tomada com oração e orientação divina. E quando conduzido de acordo com os princípios bíblicos, pode ser uma fonte de bênçãos, crescimento espiritual e alegria.

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Novas mudanças no código de trânsito podem te dar dor de cabeça! Veja como te afeta

Se você é motorista, é essencial estar sempre atento às mudanças nas normas de trânsito para evitar multas e contribuir para um trânsito mais seguro. Entre essas normas, a “lei do farol” se destaca por sua relevância e pelas recentes alterações que impactam diretamente a sua aplicação nas estradas brasileiras.

O que é a “Lei do Farol” e como ela foi alterada?

A chamada “lei do farol”, oficialmente conhecida pelo Código de Trânsito Brasileiro, exige que todos os veículos mantenham seus faróis baixos ligados durante o dia ao trafegarem em rodovias. A norma tem como objetivo principal aumentar a visibilidade nas estradas, reduzindo o risco de acidentes. Com a atualização pela Lei 14.071/2020, houve uma adequação importante: agora, os faróis baixos somente são obrigatórios durante o dia em rodovias de pista simples fora dos perímetros urbanos.

Por que manter os faróis acesos ainda é essencial?

Ainda que a alteração na lei tenha relaxado a obrigatoriedade em certos contextos, a prática de manter os faróis acesos durante o dia em todos os tipos de rodovias continua sendo uma medida eficaz de prevenção de acidentes. A visibilidade aumentada não apenas facilita que outros condutores vejam seu veículo a distância, como também melhora sua própria capacidade de perceber obstáculos ou perigos iminentes na via.

Quais são as penalidades para quem desobedece a “Lei do Farol”?

Ignorar a obrigatoriedade dos faróis acesos em rodovias de pista simples pode resultar em multas e consequências graves. Veja abaixo os detalhes:

Multa e pontuação:

  • Infração: Natureza média
  • Multa: R$ 130,16
  • Pontuação: Acréscimo de quatro pontos na Carteira Nacional de Habilitação (CNH)

Impactos:

  • Financeiro e Administrativo: Multa de R$ 130,16 e quatro pontos na CNH.
  • Segurança: Aumenta o risco de envolvimento em acidentes graves, podendo resultar em lesões ou fatalidades.

Desrespeitar essa regra não só implica penalidades, mas também coloca em risco a segurança de todos os usuários da rodovia.

Dicas para se manter conforme a “Lei do Farol”

  • Verifique regularmente se os faróis do seu veículo estão funcionando corretamente.
  • Adote como hábito ligar os faróis sempre que iniciar uma viagem, independentemente do tipo de rodovia.
  • Fique atento às sinalizações nas rodovias que indicam a necessidade de uso dos faróis, mesmo durante o dia.
  • Regularize sua situação se receber uma multa, procurando entender o motivo e como evitar futuras infrações.

Em suma, a “lei do farol” segue sendo um elemento crucial para a segurança no trânsito, a despeito das alterações em sua aplicação. Como motorista, manter-se informado e conformado com estas regulamentações não apenas evita penalidades, mas também contribui significativamente para um ambiente de trânsito mais seguro para todos. Sua atenção e cooperação são indispensáveis para salvaguardar vidas nas estradas do país.

Como recorrer à multa de trânsito?

Anulação de Multas de Trânsito

Quando você recebe uma notificação de autuação, existem duas formas de tentar anular a multa:

Advertência por Escrito:

  • Critérios: Infração leve ou média; condutor sem outras infrações nos últimos 12 meses.
  • Objetivo: Medida educativa para conscientizar o motorista.
  • Requisitos: Histórico de bom comportamento no trânsito e CNH em dia.

Defesa Prévia:

  • Prazo: 30 dias a partir da notificação de autuação.
  • Autoridade: Deve ser feita ao órgão responsável pela autuação, que pode ser estadual, federal ou municipal.
  • Importância: Identificar corretamente o órgão responsável para não perder o prazo.

Recurso de Multas

  • Primeira Instância (JARI):
  • Entidade: Juntas Administrativas de Recursos de Infrações (JARI).
  • Prazo: Até a data de vencimento da multa indicada no formulário MILT.
  • Nota: Pode ser feito mesmo sem a Defesa Prévia ou após sua recusa.
  • Segunda Instância (CETRAN):
  • Critérios: Após indeferimento na JARI.
  • Prazo: 30 dias a partir da notificação do resultado da primeira instância.
  • Entidade: Conselho Estadual de Trânsito (CETRAN).

Seguir esses procedimentos corretamente pode aumentar as chances de anulação da multa ou de mitigação das penalidades.

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Jovem Aprendiz Senai 2025: Vagas Abertas, Salários e Inscrição Camila Ribeiro

Já pensou em se tornar um jovem Aprendiz Senai 2025? As oportunidades de cursos profissionais possuem vínculos com empresas que podem te empregar. Ficou interessado? Confira abaixo sobre vagas abertas, salários e inscrições.

Conheça o programa Jovem Aprendiz Senai 2025

O programa Jovem Aprendiz Senai oferece oportunidades para jovens entrarem no mercado de trabalho enquanto ainda estão realizando o curso técnico ou outro estudo profissionalizante. Assim sendo, os jovens estudantes são chamados de aprendizes, e têm a chance de combinar a teoria da sala de aula com a experiência prática, desenvolvendo habilidades profissionais para suas carreiras. Mas como isso é possível? O Senai possui programas de filiação, ou seja, empresas de todo o país se cadastram, são responsáveis pelo financiamento do estudo dos estudantes, enquanto estes são contratados para trabalhar nas empresas.

Grupo de jovens estudante em programa de jovem aprendiz Senai 2025
Programa de Jovem Aprendiz SENAI | Fonte: SENAI

Eles são introduzidos às carreiras profissionais de forma direta. E, desta forma, recebem orientação e suporte para se adaptarem tanto às aulas do Senai, quanto ao trabalho em si.Ao mesmo tempo, analisam na prática o conteúdo teórico aprendido em sala de aula. Assim sendo, aumentam o leque de experiência e compreensão dos conteúdos aprendidos. Logo, o programa não apenas oferece oportunidades de emprego, mas também promove o desenvolvimento pessoal e profissional dos jovens. Ficou interessado? Confira os programas e vagas abertas de 2025.

http://Uma%20menina%20está%20sentada%20em%20uma%20mesa%20enquanto%20usa%20o%20seu%20notebook
OPORTUNIDADES

Cursos SENAI EaD 2025

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Quais são as vagas abertas para menor aprendiz no Senai?

O primeiro passo para encontrar a vaga ideal é saber onde procurar as oportunidades. Desta forma, saiba que o Senai costuma divulgar as oportunidades no próprio site.

Portanto, acesse o site do Senai da sua cidade ou região e procure por “jovem aprendiz” ou “programa de jovem aprendiz“. Na aba, será possível conferir todas as oportunidades disponíveis.

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O Senai oferece uma variedade de oportunidades para jovens aprendizes em diversas áreas. Ficou interessado? Abaixo você pode conferir a lista de áreas onde é possível encontrar oportunidades:

  1.  Jovem aprendiz em administração;
  2. Jovem aprendiz de tecnologia da informação – TI;
  3. Programa de jovem aprendiz em mecânica;
  4. Jovem aprendiz de Elétrica e Soldagem.

E a lista não para por aí. No entanto, é necessário verificar quais desses programas estão disponíveis no Senai da sua região. Há unidades que possuem mais vagas, e outras que possuem menos.Essas vagas podem variar de acordo com a demanda das empresas parceiras e as necessidades do mercado de trabalho da sua cidade. Assim, há vagas divulgadas nos canais de comunicação ou até nas redes sociais.É importante ficar atento a todos os comunicados realizados! Além disso, o site do Senai também será responsável por te ajudar no processo de inscrição. Quer saber como?

Como realizar minha inscrição para o Senai 2025?

primeira etapa da sua inscrição no Senai é feita integralmente pelo computador e, no segundo passo, você deve levar seus documentos até a secretaria do Senai.Assim, tudo depende do processo de inscrição estipulado na unidade que você escolheu estudar. Desta forma, é de extrema importância ler com muita atenção e cuidado ao edital de publicação de vagas. Mas, ainda assim, a maioria das unidades compartilha do mesmo processo de inscrição:

  • Acesse o site do Senai da sua cidade;
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Em Pernambuco, programa Pé-de-Meia vai beneficiar mais de 177 mil estudantes do ensino médio

O ministro da Educação, Camilo Santana, e a governadora de Pernambuco, Raquel Lyra, oficializaram na manhã desta quinta-feira (9) o termo de adesão ao programa Pé-de-Meia. No Estado, mais de 177 mil estudantes do ensino médio deverão ser beneficiados pelo incentivo financeiro-educacional que irá pagar até R$ 9,2 mil até a conclusão.

Durante a solenidade, realizada na Arena de Pernambuco, em São Lourenço da Mata, no Grande Recife, o ministro afirmou que com a inclusão de todos os jovens de famílias inscritas no CadÚnico matriculados no ensino médio público, mais 50 mil estudantes pernambucanos deverão receber o Pé-de-Meia no segundo semestre de 2024.

Ao total, serão investidos mais de R$ 500 milhões por ano para o custeio dos incentivos no Estado. Os estudantes que estão elegíveis para participarem do programa já estão recebendo a segunda parcela.

“Infelizmente, ainda é um dado triste no Brasil perdemos por ano, quase meio milhão de jovens de ensino médio de escolas públicas. Claro que isso se dá por uma soma de fatores, a falta de expectativa dos jovens e o desinteresse pela escola, a gravidez precoce, muitos adolescentes precisam cuidar dos irmãos mais novos por falta de creche. Mas o grande motivo é a questão financeira, as vezes [desistir dos estudos], não é opção, mas uma necessidade para muitos jovens.”, declarou Camilo Santana.

O Pé-de-Meia prevê o pagamento de incentivo mensal de R$ 200, que pode ser sacado em qualquer momento, além dos depósitos de R$ 1.000 ao final de cada ano concluído, os quais só poderão ser retirados da poupança após a conclusão do ano letivo. Considerando as dez parcelas de incentivo, os depósitos anuais e o adicional de R$ 200 pela participação no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), os valores podem chegar a R$ 9.200 por aluno.A parcela do Incentivo-Frequência, no valor de R$ 200, será depositada conforme o mês de nascimento do beneficiado, em contas digitais abertas automaticamente pela Caixa Econômica Federal em seu nome e sem custo para o estudante. Caso o estudante participante do programa seja menor de idade, para sacar o dinheiro ou utilizar o aplicativo Caixa Tem, será necessário que o responsável legal realize o consentimento e autorize o estudante a movimentar a conta. Esse consentimento poderá ser feito em uma agência bancária da Caixa ou pelo aplicativo Caixa Tem. Se o aluno tiver 18 anos ou mais, a conta já estará desbloqueada para utilização do valor recebido. Em caso de dúvidas, basta acessar os canais digitais do MEC ou o aplicativo Jornada do Estudante.A estudante Mariana Gomes de Almeida, 16 anos, já recebeu a primeira parcela do Pé-de-Meia e considera que uma bolsa irá incentivar os estudantes a permanecerem nas escolas. “Agradeço a inclusão do povo indígena em um momento como esse. É muito importante incluir raças e etnias diversas nesse programa e assim garantir mais condições para que os estudantes concluam seu ensino médio”, disse a aluna da Escola Estadual Indígena a Intermediária Monsenhor Olímpio Torres Xucuru do Orubá, de Pesqueira.O ministro da Educação também fez uma defesa do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmando que no primeiro ano de gestão (2023) foi necessário restabelecer a relação federativa e reconstruir as políticas voltadas para a educação.“Há seis anos nós não tínhamos o reajuste da merenda das escolas públicas do país. E no primeiro ano concedemos 39% de reajuste no valor merenda escolar para os municípios e estados brasileiros. Também tivemos a recomposição das bolsas de mestrado, recomposição orçamentária das universidades e institutos federais. Enfim, o mais importante foi reabrir o diálogo federativo.

EVASÃO ESCOLAR

Segundo dados do Censo Escolar, Pernambuco possui 301.399 matrículas na rede estadual, sendo 201.429 (66,8%) referente ao tempo integral. Sobre os desafios para reverter o abandono escolar e outros problemas enfrentados na educação do Estado, a governadora Raquel Lyra norteou o seu discurso afirmando que ações de melhoria na qualidade do ensino e da infraestrutura das unidades de ensino precisam ser fruto de uma decisão política.“Tem escola que não tem água e não tem tratamento de esgoto. Tem escola em Pernambuco que não tem cozinha e nem refeitório, e que mesmo em um calor como este não tem ar-condicionado. Tem escola em Pernambuco que tem o ar-condicionado pendurado na parede, mas não tem subestação elétrica para fazê-lo funcionar”, destacou a chefe do Executivo.“Pernambuco avançou muito no ensino médio, mas a gente tem muita coisa para ser feita e foi por isso que lançamos o programa Juntos pela Educação. Mais do que um nome bonito, é uma decisão política de fazer o maior investimento da história em educação do Estado”, completou Raquel Lyra, prometendo aos estudantes que irá transformar 100% das escolas em regime de tempo integral, com climatização e fornecimento de internet de alta qualidade em todas as unidades de ensino da rede pública estadual.A taxa de evasão escolar, entre 2020 e 2021, foi de 7,2% , superando o percentual nacional de 5,9%. A secretária de Educação e Esportes, Ivaneide Dantas, acredita que além da permanência dos estudantes na sala de aula, é fundamental que o ambiente escolar seja impulsionador da carreira destes jovens.“Eles precisam ter sucesso nessa escola. O Pé-de-Meia é um programa que ao fim dos três anos, cada estudante pode receber R$ 9,2 e isso faz uma grande diferença para eles e também nos fortalece fazendo com que os estudantes queiram vislumbrar esse sucesso”, disse a titular. 

Thiago Lucas/ Design SJCC
Calendário do programa Pé-de-Meia – Thiago Lucas/ Design SJCC

INVESTIMENTO NA EDUCAÇÃO

O prefeito do Recife, João Campos, esteve presente na cerimônia de adesão ao programa e falou em nome dos gestores municipais. Ele destacou a importância do Pé-de-Meia, mas reforçou que os investimentos precisam ser fortalecidos desde a educação infantil.“O Pé-de-meia é uma demonstração de quando a institucionalidade funciona e os bons interesses estão à frente da nação”, disse. João Campos rememorou que esse projeto já estava em discussão no Congresso Nacional, mas que acabou não recebendo apoio necessário do governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.“A poupança do ensino médio é um projeto inclusive, de autoria da deputada Tabata Amaral, e que virou uma lei federal. Vários estudos mostram que para cada R$ 1 investido na educação, nós temos um retorno de R$ 7. Nós temos mais de 3% do PIB que a gente perde com evasão escolar, então a ideia é garantir que todo jovem esteja dentro da sala de aula”, afirmou João Campos.Estiveram apresenta no evento a ministra da Ciência, Tecnologia e Inovação, Luciana Santos; os secretários de estado Carlos Braga (Assistência Social, Combate à Fome e Política sobre Drogas); Daniel Coelho (Turismo e Lazer), Ismênio Bezerra (Criança e Juventude) e Coronel Hercílio Mamede (Casa Militar); os deputados federais Pedro Campos, Túlio Gadelha e Carlos Veras; os deputados estaduais Eriberto Filho, Gustavo Gouveia e Joãozinho Tenório.Também participaram da solenidade os  prefeitos Marcelo Gouveia (Paudalho); Vinícius Labanca (São Lourenço da Mata); Edmilson Cupertino (Moreno); Ridete Peregrino (Jaqueira); Guiga (Vicência); Cátia Ribeiro (Jataúba); Luiz Aroldo (Águas Belas); Nadegi Queiroz (Camaragibe); Zé de Veva (Salgadinho); e Célia Sales (Ipojuca); o Reitor da Universidade Federal de Pernambuco, Alfredo Gomes; o Reitor da Universidade Federal Rural de Pernambuco, Marcelo Carneiro Leão; o Reitor do Instituto Federal de Educação em Pernambuco, José Carlos de Sá; Tiago Cordeiro, vice-presidente de exercício do governo da Caixa Econômica Federal; e Kátia Schweickardt, secretária nacional de Educação Básica do Ministério da Educação.

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Como fazer pudim de leite condensado que não quebra na hora de desenformar

Veja agora como preparar o pudim de leite condensado mais cremoso e saboroso da história

Precisaremos de poucos ingredientes para preparar esse pudim de leite condensado perfeito. São eles açúcar, ovo, leite condensado, e leite. Só isso! O modo de preparo dessa receita de pudim de leite condensado é extremamente simples! Primeiro, derretemos o açúcar diretamente na forma de pudim até caramelar. Batemos a massa do pudim em um liquidificador e despejamos na forma com o caramelo já firme. Cobrimos com papel alumínio e assamos em banho-maria por 1 hora e 15 minutos. Depois esperamos chegar à temperatura ambiente e levamos à geladeira de um dia para o outro. Aí é só desenformar e saborear!

Ingredientes da receita de pudim de leite condensado

Para a calda

  • 1 e 1/2 xícara de chá de açúcar

Para o pudim

  • 4 ovos inteiros
  • 2 caixas de leite condensado (790 g)
  • 600 ml de leite

Modo de preparo

Da calda

  1. Em uma forma de pudim, coloque o açúcar e leve ao fogo baixo.
  2. Misture o açúcar de tempos em tempos até que ele comece a caramelar.
  3. Desligue o fogo, espalhe o caramelo pelas laterais da forma e reserve.

Do pudim

  1. Em um liquidificador, coloque os ovos, o leite condensado e o leite.
  2. Bata por aproximadamente 1 minuto até que toda a mistura fique homogênea.
  3. Despeje o conteúdo do liquidificador sobre a forma de pudim com o caramelo já firme e cubra com papel alumínio, com o lado brilhante voltado para o pudim.
  4. Coloque a forma de pudim sobre uma assadeira e coloque água para assar em banho-maria. Se desejar, coloque um pouco de vinagre na água para não manchar a assadeira.
  5. Asse em forno pré-aquecido a 200 °C por 1 hora e 15 minutos.
  6. Retire a assadeira com cuidado do forno e reserve o pudim para descansar até chegar à temperatura ambiente.
  7. Leve o pudim à geladeira e deixe de um dia para o outro.
  8. Desenforme e depois saboreie essa maravilha cremosa de pudim de leite condensado!

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