11 de dezembro de 2025 10:08

PRF apreende medicamentos para emagrecimento e prende cinco pessoas na Serra e na Região Metropolitana

 A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu, nesta quarta-feira (3), 62 ampolas de medicamentos usados em canetas para emagrecimento durante duas ações distintas em Caxias do Sul e Triunfo. Ao todo, cinco pessoas foram presas. A operação integra uma ofensiva de combate ao crime relacionada ao transporte irregular de substâncias controladas. Em Caxias do Sul, os agentes abordaram um Jeep Compass ocupado por um homem e duas mulheres. O trio relatou ter viajado ao Paraguai para comprar mercadorias e medicamentos. Durante a revista, os policiais localizaram uma sacola térmica escondida dentro do banco traseiro, com 11 ampolas do medicamento Tirzec 15 — que não possui importação autorizada pela Anvisa.Os ocupantes tentaram justificar a posse das substâncias apresentando notas fiscais e receituários médicos. Contudo, os documentos apresentavam a mesma caligrafia, apesar de supostamente emitidos por profissionais e clínicas diferentes. Após verificação minuciosa, a PRF confirmou que os receituários eram falsificados. Uma das passageiras ainda admitiu que os papéis haviam sido obtidos já assinados e carimbados em branco.

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Ministério da Saúde anuncia a chegada de mais de 320 médicos especialistas e R$ 2,5 bilhões para novas unidades públicas de saúde

Os pacientes do Sistema Único de Saúde vão contar com 899 novas unidades de atendimento que vão ampliar a oferta de serviços de saúde em todo o Brasil. Para isso, o Ministério da Saúde anunciou, nesta sexta-feira (26), a liberação de R$ 2,5 bilhões para a construção das obras nos 26 estados brasileiros. A medida se soma à chegada de 322 novos médicos especialistas que começaram a atuar em 156 municípios localizados nas cinco regiões do país. Ambas as iniciativas integram as ações do Programa Agora Tem Especialistas.  Com recursos do Novo PAC Seleções 2025, a rede pública de saúde contará com mais 100 Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) e 31 Policlínicas. Já as 768 novas Unidades Básicas de Saúde (UBS) vão fortalecer a Atenção Primária, que, ao ser qualificada, contribuirá para reduzir a sobrecarga na Atenção Especializada. A liberação dos recursos federais possibilita a estruturação da rede pública de saúde nos estados e municípios, ampliando a capacidade de atendimento em todo o Brasil.

“Esse é um esforço importante do Agora Tem Especialistas para reduzir o tempo de espera por consultas, exames e cirurgias. A expansão imediata da oferta de serviços, com a mobilização de toda a estrutura pública e privada de saúde do país, vem acompanhada de mais investimento em infraestrutura pelo Novo PAC Saúde. Uma frente estruturante que vai garantir mais serviços de saúde para a nossa população”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.   

Mais atendimentos especializados
Do total de 322 novos médicos especialistas, a maior parte – ou seja, 212 profissionais que representam 65% do total – vai atender os pacientes da rede pública no interior do Brasil, em 24 estados, ampliando o acesso da população à assistência médica nas regiões mais desassistidas.    

“Essa é a primeira chamada desta iniciativa inédita do Agora Tem Especialistas, que, pela primeira vez na história do SUS, faz um programa de provimento de médicos especialistas para ampliar o atendimento em hospitais e policlínicas. Com isso, estamos levantando o médico especialistas onde há falta desse profissional, para o interior do país, e garantindo o atendimento da população. O objetivo não é colocar mais médicos onde eles já estão, mas levá-los para onde precisa, para atender quem precisa, reduzindo o tempo de espera no SUS”, explicou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, nesta sexta-feira (26).  Para o ministro, o Brasil vive um novo ciclo de formação e provimento de especialistas com o programa do governo federal, criado para desafogar a demanda reprimida por atendimentos de média e alta complexidade nos estados e municípios.  “Os médicos que começaram a atuar nesta semana vão atender pacientes do SUS prioritariamente em locais em que há escassez da oferta de serviços especializados. Com esse reforço, conseguiremos ampliar a capacidade da oferta de atendimento em hospitais e policlínicas para a realização das OCIs”, disse Alexandre Padilha.   

O ministro se refere à Oferta de Cuidados Integrados, combo de cuidados do SUS, que integra, em um pacote de serviços, a realização de exames preventivos essenciais, de diagnóstico e do tratamento.   

O dia de hoje marca a chegada desses profissionais na rede pública dos seguintes estados: Rondônia, Acre, Amazonas, Roraima, Pará, Amapá, Tocantins, Maranhão, Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Goiás, além do Distrito Federal. A fim de recebê-los, autoridades do Ministério da Saúde se deslocaram para alguns desses estados para uma agenda simultânea de acolhimento e integração dos profissionais.  

Maior número de profissionais vai para o Nordeste
Nesta primeira etapa do provimento, o Nordeste – que, historicamente, tem a maior carência de médicos especialistas – recebe o maior número de profissionais: são 188 médicos, que correspondem a 58% do total. Em seguida, estão as regiões Sudeste com 70 profissionais, Norte (40), Centro-oeste (17), e Sul (7). Do total de especialistas, 72% atuarão em áreas classificadas como de alta ou muito alta vulnerabilidade, sendo 22% alocados em municípios da Amazônia Legal. 
Para a distribuição das vagas, foram priorizadas as regiões com número de especialistas abaixo da média nacional e as que a população precisa se deslocar mais para conseguir atendimento. Também foi considerada a capacidade instalada para oferta da assistência.   

As especialidades com maior número de profissionais são ginecologia (98), anestesiologia (37), otorrinolaringologia (26), cirurgia geral (25) e em diferentes áreas do atendimento oncológico (66).   

Além de atuarem na rede pública, os médicos contarão com a mentoria de profissionais de excelência da Rede Ebserh e  de hospitais do Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (Proadi-SUS). Serão dedicadas 16 horas semanais à prática assistencial e quatro horas semanais a atividades educacionais. São 16 cursos de aprimoramento para o médico que já é especialista em áreas como cirurgia, ginecologia, anestesiologia e otorrinolaringologia.   

Incentivos inéditos para formação de especialistas em áreas essenciais para o SUS
Em mais uma ação do programa Agora Tem Especialistas, o Ministério da Saúde destinará, nesta sexta-feira (26), incentivos financeiros inéditos para residentes, preceptores, tutores e coordenadores dos Programas de Residência em 20 especialidades médicas, além de enfermagem obstétrica e física médica. Para essa ação está previsto o investimento de R$ 112 milhões até o fim de 2026.  

Direcionados a áreas prioritárias com poucos profissionais, esses incentivos visam garantir a presença de preceptores e tutores qualificados e comprometidos com a formação de mais médicos especialistas, sobretudo em especialidades que estão escassas na rede pública do país.    É o caso de residentes de radioterapia e patologia, que também contarão com complemento financeiro na bolsa-formação. De acordo com estudos internacionais, há uma escassez na oferta de radioterapia no Brasil. No caso de patologia, o estudo Demografia Médica 2025 revela que há apenas 1,79 especialista por 100 mil habitantes, enquanto o recomendado é 5. Em ambos os casos, ocorre falta de máquinas e médicos especialistas, necessidades contempladas no Agora Tem Especialistas, com o provimento de profissionais e a oferta de 121 aceleradores lineares até o final de 2026. 

Maior oferta de bolsas de residências da última década
Para ampliar o número de profissionais especialistas no país, o Agora Tem Especialistas abriu 4 mil bolsas de residências, sendo 3 mil para Residência Médica em especialidades como anestesiologia, radiologia e cirurgia oncológica, além de 1 mil bolsas para Residência em Área Profissional da Saúde que abrangem especialidades da Saúde da Mulher, Saúde Mental, Enfermagem Obstétrica, dentre outras.  

Para isso, estão abertas as inscrições até 30 de outubro para instituições interessadas em formar 4 mil profissionais especialistas em áreas prioritárias para o SUS.  

Essa é a maior concessão de bolsas já ofertado pelo Ministério da Saúde nos últimos 10 anos. Somente em 2025, serão investidos R$ 1,8 bilhão em programas de residência, um acréscimo de 32% em relação a 2023.  

Certificação dos hospitais de ensino
Outra medida do programa é garantir excelência na formação de especialistas e melhorar a qualidade do atendimento no SUS. Para isso, o Ministério da Saúde voltou a certificar os hospitais de ensino, um reconhecimento oficial que qualifica os hospitais como ambientes formadores com o objetivo de garantir a excelência na formação de especialistas e melhorar a qualidade do atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS).   
Para obter o certificado, os hospitais precisam comprovar um ambiente de prática e aprendizagem, em caráter permanente e contínuo, a fim de realizar atividades curriculares de graduação, de programa de residência em saúde. Os hospitais gerais devem ofertar ao menos 80 leitos destinados ao SUS e os hospitais especializados, o mínimo de 50 leitos.   

Atualmente, o Brasil conta com 202 hospitais de ensino, num universo de mais de 1.134 hospitais elegíveis para a certificação no Brasil. Destes, cinco hospitais estão entre os 300 melhores do mundo, segundo ranking da revista americana Newsweek.   

Ascom Ministério da Saúde 

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Comunicações e Transparência Pública

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Saúde digital atrai 8 em cada 10 brasileiros, mas obstáculos limitam acesso

  O Serviço Social da Indústria (SESI) apresentou, nesta terça-feira (23), em São Paulo (SP), durante o evento Conecta Saúde, os resultados de uma pesquisa nacional sobre saúde digital. O levantamento mostra que 78% dos brasileiros demonstram interesse em utilizar serviços digitais de saúde, como teleconsultas, agendamento online de consultas e exames, prescrição e atestado digital.

Apesar do interesse crescente, o estudo aponta que apenas 20% da população usou efetivamente algum serviço digital em 2025. O celular é o principal meio de acesso (96%) e os canais mais utilizados são telefone e WhatsApp (45%), aplicativos de planos de saúde (32%) e o ConecteSUS (31%). Para Emmanuel Lacerda, superintendente de Saúde e Segurança do SESI, os resultados confirmam que a saúde digital deixou de ser tendência para se tornar realidade. “A saúde digital amplia o acesso a serviços de qualidade, especialmente em regiões com escassez de profissionais ou infraestrutura. Ela permite atendimento mais rápido, redução de filas, monitoramento contínuo de condições de saúde e maior integração entre diferentes perspectivas do cuidado. Além disso, favorece a prevenção, ao oferecer ferramentas de autogestão e programas personalizados de bem-estar, resultando em mais qualidade de vida e produtividade”, avalia.

Pesquisa Saúde Digital: avaliação crescente

Entre 2023 e 2025, a avaliação positiva dos serviços digitais de saúde cresceu de 73% para 81% entre os usuários, segundo a pesquisa. Na telemedicina, fatores como praticidade (30%), agilidade (28%) e bom atendimento (14%) são os principais responsáveis pela aprovação. Por outro lado, a percepção de consultas superficiais (32%), falhas técnicas e dificuldades no agendamento (16%) ainda pesam nas avaliações negativas. O levantamento aponta que cada pessoa se interessa, em média, por dois serviços digitais. Os mais procurados são o agendamento online (57%) e a teleconsulta (49%), seguidos por exames integrados (33%), prescrição digital (23%) e atestado médico (18%). A inteligência artificial já está presente no apoio ao diagnóstico em 10% dos casos. A brasileira Roseane Silva, 38 anos, mudou-se para Valparaíso, na costa do Chile, em 2023, para trabalhar no segmento farmacêutico. Ela conta que a telemedicina se tornou parte da sua rotina e trouxe mais praticidade ao cuidado com a saúde. Para ela, a principal vantagem é a flexibilidade. “O que mais chama a minha atenção em relação a esse tipo de atendimento é justamente a flexibilidade, poder ser atendida na hora prevista, principalmente. Eu posso estar com mal-estar e ao agendar o serviço sei que nesse momento serei atendida, diferentemente de uma consulta presencial, que às vezes impossibilita que seja atendida no horário marcado”, afirma.O interesse pela telemedicina está em expansão. Dos entrevistados, 38% afirmaram que pretendem utilizar o recurso no futuro. A aceitação é maior entre jovens homens de 25 a 40 anos (44%), pessoas com ensino superior (51%) e rendas mais altas (47%). Nutricionistas (44%), psicólogos (42%) e farmacêuticos (40%) estão entre as especialidades mais aceitas no formato digital.

Já a resistência se concentra em pessoas de 41 a 59 anos (79%) e idosos (83%), que apontam insegurança e preferência pelo atendimento presencial.

Diante da resistência que ainda existe por parte da população, Roseane acredita que o cenário deve mudar com a ampliação do acesso e da confiança nos serviços digitais. “Acredito que quem ainda tem receio é porque precisa sentir segurança de que suas necessidades serão realmente atendidas. O tempo é sagrado. E muitas vezes a pessoa não pode se deslocar, seja pela rotina corrida ou por alguma comorbidade. Nesse sentido, a teleconsulta é uma solução prática, que atende no momento certo e contribui para melhorar a qualidade de vida”, completa.

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Vacinação contra HPV para jovens de 15 a 19 anos é estendida até dezembro pelo SUS

O Ministério da Saúde anunciou a extensão até dezembro de vacinação de jovens de 15 a 19 anos contra o HPV (Papilomavírus Humano). Segundo a pasta, essa é primeira vez que essa faixa etária passa a receber a vacina pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A meta do ministério é alcançar cerca de 7 milhões de jovens que perderam a imunização na idade recomendada (9 a 14 anos).  A ginecologista Denise Yanasse explica que o HPV é a infecção sexualmente transmissível mais comum no mundo. “O HPV é transmitido por meio de relações sexuais e é o principal causador do câncer de colo do útero em mulheres. Ele também está associado a outros tipos de câncer em homens e mulheres, além de provocar verrugas genitais.”

HPV: Público-alvo da vacina (Fonte: Ministério da Saúde) 

  • Meninas e meninos de 9 a 14 anos;
  • Jovens de 15 a 19 anos não vacinados (ação até dezembro/2025);
  • Pessoas de 15 a 45 anos imunocompetentes que sofreram violência sexual ou apresentam condições específicas de saúde.

HPV: esquema vacinal

  • Adolescentes imunocompetentes (9 a 14 anos): dose única, substituindo o esquema anterior de duas doses.
  • Pessoas com sistema imunológico comprometido — como pacientes com HIV/AIDS, em tratamento oncológico ou que passaram por transplante — devem receber três doses para garantir maior proteção.
  • A mesma recomendação se aplica a usuários de PrEP (método de prevenção ao HIV) entre 15 e 45 anos e a vítimas de violência sexual com 15 anos ou mais.

Embora a maioria das infecções seja eliminada pelo organismo em até dois anos, em alguns casos o vírus persiste e pode causar doenças graves. Além do câncer de colo do útero, quase totalmente associado ao HPV, o vírus também está ligado a casos de câncer anal, de pênis, de boca e de orofaringe, além de provocar verrugas genitais]

Brasil 61

Governo Federal entrega 400 unidades odontológicas móveis para levar atendimento a 1,4 milhão de pessoas

  Nesta quinta-feira (21), o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, entregam 400 Unidades Odontológicas Móveis (UOM), durante cerimônia em Sorocaba (SP). Com investimento de R$ 152 milhões do Novo PAC Saúde, os novos veículos vão beneficiar 1,4 milhão de pessoas que vivem em 400 municípios de todos os estados do país. A entrega marca a retomada, após 10 anos, de uma ação estratégica do Brasil Sorridente, que garante acesso à saúde bucal em regiões rurais, remotas e de difícil acesso.

As UOMs levam atendimento odontológico onde vivem populações que têm dificuldade de acesso a esse serviço, como indígenas, quilombolas, pessoas em situação de rua, assentadas e quem está nas periferias urbanas. Com isso, o Ministério da Saúde busca garantir assistência em saúde bucal a todos os brasileiros e brasileiras. “Eu quero que cada brasileiro e cada brasileira tenham orgulho de sorrir. O Brasil Sorridente é hoje o maior programa de saúde bucal pública do mundo, e nós estamos mostrando que quando o governo tem coração e olha para o povo, o povo volta a sorrir com esperança”, afirmou o presidente Lula. Nesta primeira etapa do Novo PAC, o Nordeste é a região que mais vai receber Unidades Odontológicas Móveis, com um total de 207 veículos entregues, seguida do Norte, com 95 unidades, Sudeste (45), Centro-Oeste (32) e Sul (21). Até 2026, outras 400 unidades vão reforçar o atendimento em todo o país, totalizando 800 novos veículos.

Os municípios contemplados foram selecionados com base em critérios de vulnerabilidade socioeconômica, extensão territorial e proporcionalidade regional, buscando evitar a concentração de recursos e ampliar a cobertura em saúde bucal no SUS onde mais precisa.

“Saúde bucal é dignidade, é cidadania. Quando uma pessoa tem acesso a um dentista, a uma prótese dentária, quando pode recuperar o sorriso, ela também recupera a autoestima, a coragem de procurar um emprego, de falar na sala de aula, de conviver na igreja ou na comunidade sem vergonha. Cuidar da saúde bucal é cuidar da vida inteira das pessoas, é devolver oportunidade e esperança”, afirmou o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Mais investimento e mais acesso

Para incentivar a habilitação de mais Unidades Odontológicas Móveis no país, o Ministério da Saúde vai reajustar em mais de 30% o valor de implantação das unidades – que passará de R$ 7 mil para R$ 9,3 mil. Outra medida é que os municípios vão poder credenciar também suas unidades próprias ou financiadas por emendas parlamentares, o que potencializa o alcance da assistência. A portaria que viabiliza o aumento nos repasses foi assinada durante a cerimônia.

O Ministério da Saúde ampliou os recursos e a rede de serviços em saúde bucal em funcionamento no SUS. O investimento triplicou entre 2022 e 2024, passou de 1,5 bilhão para 4,3 bilhões de reais. Os recursos são destinados à ampliação do acesso, qualificação dos serviços e fortalecimento do Brasil Sorridente. O número de equipes, cresceu 25% no período, passou de 29 mil, em 2022, para 36,2 mil. A retomada das entregas das unidades móveis pelo Ministério da Saúde está alinhada aos objetivos do programa Agora Tem Especialistas, que também busca levar assistência em áreas remotas e de difícil acesso. Enquanto as carretas do novo programa levam atendimentos especializados como consultas, exames e cirurgias, as UOM fortalecem os cuidados primários e especializados em saúde bucal nos mesmos territórios.

Como funcionam as Unidades Odontológicas Móveis

A Unidade Odontológica Móvel é o componente móvel do Brasil Sorridente e uma extensão da Unidade Básica de Saúde, podendo ofertar tanto os procedimentos da atenção primária quanto, conforme a organização local, ações especializadas como tratamento endodôntico e a oferta de próteses dentárias. Quando necessário, as pessoas atendidas nas UOM também podem ser encaminhadas para continuidade do cuidado em serviços especializados, como os Centros de Especialidades Odontológicas (CEO) e os Serviços de Especialidades em Saúde Bucal (Sesb), localizados no interior do país, com foco em municípios de até 20 mil habitantes. “Muita gente nunca considerou a odontologia como parte da saúde. Mas nós teimamos, insistimos e mostramos que cuidar da boca é cuidar da vida e da dignidade do povo brasileiro”, afirmou Lula. Cada UOM é equipada com cadeira odontológica completa, aparelho de raio-x, ar-condicionado, frigobar, exaustor, gerador de energia, canetas de alta e baixa rotação, fotopolimerizador, entre outros equipamentos essenciais para garantir a qualidade do atendimento odontológico. Para garantir mais segurança, eficiência e continuidade nos serviços, a previsão é que a frota seja renovada a cada 5 anos.

Os veículos são utilizados pelas equipes de Saúde Bucal (eSB), compostas por cirurgião-dentista e auxiliar e/ou técnico em saúde bucal, habilitadas pelo Ministério da Saúde. Os gestores locais podem compartilhar uma mesma UOM com mais de uma equipe, o que ajuda a levar cuidado às localidades que mais precisam. 

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Mais Médicos: 3.173 profissionais começam a atuar na assistência à população e na redução de espera do SUS

   Apartir de hoje (2/7), 3.173 médicos selecionados no Programa Mais Médicos iniciam as atividades em 1.618 municípios e 26 Distritos Sanitários Especiais Indígenas (DSEIS), fortalecendo a atenção primária e garantindo atendimento em regiões remotas e de maior vulnerabilidade social. Serão 3.065 profissionais atuando nas Equipes de Saúde da Família e 108 profissionais nos DSEIS. O edital registrou recorde de inscrições com mais de 45 mil candidatos.

Entre os dias 2 e 7 de julho, acontece a etapa de chegada nos territórios dos médicos formados no Brasil com registro no Conselho Regional de Medicina (CRM). Já os médicos brasileiros formados no exterior irão participar, a partir de 4 de agosto, do Módulo de Acolhimento e Avaliação (MAAv), um treinamento específico para atuação em situações de urgência, emergência e no enfrentamento de doenças prevalentes nas regiões de trabalho.

Os profissionais que compõem o Mais Médicos estão diretamente ligados ao fortalecimento da Atenção Primária à Saúde e no esforço contínuo em acelerar o atendimento especializado no Sistema Único de Saúde (SUS). A atuação integrada desses profissionais, pelo prontuário eletrônico e os fluxos que vão reduzir o tempo de espera do paciente, facilitará o acesso à média e alta complexidade para todos os cidadãos.

“São mais de três mil profissionais que iniciam suas atividades dentro do Mais Médicos, qualificando o atendimento na atenção primária e reduzindo o tempo de espera. Além disso, o programa também investe na formação e qualificação desses profissionais, proporcionando oportunidades de especialização em Medicina de Família e Comunidade e mestrado profissional em Saúde da Família”, explica o secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde do Ministério da Saúde, Felipe Proenço.

Distribuição de médicos no Brasil

A oferta das vagas do programa considerou o cenário atual de distribuição de profissionais no país, segundo Demografia Médica 2025. O estudo – realizado pelo Ministério da Saúde (MS), Universidade de São Paulo (USP) e Associação Médica Brasileira (AMB) –, aponta a proporção de médicos por habitante nas diferentes regiões do país.

A prioridade do Mais Médicos é atender aquelas regiões de maior vulnerabilidade social e com menor número de profissionais. As vagas do edital contemplaram, em sua maioria, regiões vulneráveis de municípios de pequeno porte (75,1%), médio porte (11,1%) e grande porte (13,8%).

O Programa Mais Médicos garante assistência a mais de 63 milhões de brasileiros em todo o país. Com a meta de alcançar 28 mil profissionais, atualmente conta com cerca de 24,7 mil médicos atuando em 4,2 mil municípios – o que representa 94% do território nacional coberto pelo programa.

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77% das crianças internadas no Hospital Municipal de Mogi não foram vacinadas contra a gripe

Um levantamento realizado pela Secretaria Municipal de Saúde e Bem-Estar de Mogi das Cruzes aponta que 77% das crianças internadas no Hospital Municipal, em Braz Cubas, não foram vacinadas contra a gripe .De acordo com a administração municipal, quando analisados os casos com complicações, 100% das crianças com quadros graves de Influenza não estão imunizadas. Para aumentar a cobertura vacinal, a Secretaria de Saúde disponibilizará, a partir do dia 1º de julho, as doses nas duas unidades de pronto atendimento pediátrico da cidade: no Pró-Criança e no Pronto Atendimento Infantil do Hospital Municipal de Mogi das Cruzes. Segundo os dados da administração municipal, somente na última quarta-feira (25), do total de 22 crianças atendidas no Hospital Municipal, 17 não foram vacinadas. Na ala de internação, 11 dos 16 pacientes estão sem a imunização, sendo que na observação, nenhuma das 4 crianças recebeu a dose, e na emergência, os 2 pacientes não estão imunizados. “A vacina contra a gripe é segura, gratuita e salva vidas. Quando os pais deixam de vacinar seus filhos, estão expondo as crianças a riscos que poderiam ser evitados com uma simples dose. Estamos vendo as consequências disso nas internações no Hospital Municipal”, disse a secretária municipal de Saúde e Bem-Estar, Rebeca Barufi.A vacina esta disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e da Estratégia Saúde da Família (ESF), de segunda a sexta-feira, das 8h às 16h30, e até as 18h30 em sete unidades com horário estendido: Alto do Ipiranga, Braz Cubas, Jundiapeba, Vila Suíssa, Santa Tereza, Jardim Camila e USF Nova Jundiapeba. 

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InfoGripe: 18 estados têm aumento de casos graves de síndrome respiratória

   O mais recente Boletim InfoGripe da Fiocruz aponta que a incidência de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) segue em nível de alerta, risco ou alto risco, com tendência de crescimento em 18 as 27 unidades da Federação. O documento também mostra que as hospitalizações por SRAG nas crianças pequenas, associados ao vírus sincicial respiratório (VSR), seguem em alta em vários estados das regiões Centro-Sul, Nordeste e Norte. Os estados que compõem a lista são de todas as regiões do país, com predominância de estados das regiões Norte, Nordeste e Sudeste. Confira o mapa com as 18 UFs no final da página

Apesar do aumento, o Boletim informa que há um sinal de interrupção do crescimento ou início de queda de internações de crianças em estados do Centro-Oeste e do Sudeste e em alguns do Norte e Nordeste.

Conforme a FioCruz, a incidência de SRAG apresenta maior impacto nas crianças pequenas. Já em relação à análise de mortalidade, as crianças pequenas e os idosos apresentam os maiores valores.

No Brasil, a influenza A se mantém como principal causa de internações de jovens, adultos e idosos, com maior incidência e número de mortes entre a população idosa.

A atualização do Boletim mostra que em alguns estados do Centro-Oeste, como GO, DF e MS, e do Sudeste, sendo SP e ES, além do TO, também apresentam incidência de SRAG em nível de risco ou alto risco, mas com tendência de queda – apesar do número de hospitalizações ainda permanecer alto. Pelo boletim, essas UFs apresentaram tendência de recuo de casos nas últimas semanas, tendo como resultado o começo da redução das hospitalizações associadas à Influenza A e VSR nesses estados. A pesquisadora Tatiana Portella, do Programa de Computação Científica da Fiocruz e do InfoGripe, destaca a importância da vacinação, especialmente para as pessoas do grupo de risco, como idosos e pessoas com comorbidades.

“É muito importante que as pessoas, principalmente dos grupos de risco, como idosos, crianças e pessoas com comorbidades, grávidas, estejam em dia com a vacina contra o vírus, já que esse grupo tem uma chance maior de desenvolver a forma mais grave da doença e precisar de hospitalização”, alerta a especialista.

Cenário epidemiológico no país

O documento identificou, ainda, que 14 das 27 capitais apresentam nível de atividade de SRAG em alerta, risco ou alto risco – relacionado às últimas duas semanas – com sinal de crescimento de SRAG na tendência de longo prazo, ou seja, as últimas  seis semanas até a semana 24. As capitais são: Aracajú (SE), Belo Horizonte (MG), Boa Vista (RR), Curitiba (PR), Florianópolis (SC), Goiânia (GO), João Pessoa (PB), Maceió (AL), Manaus (AM), Porto Velho (RO), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), São Luís (MA) e Teresina (PI). Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, o Boletim aponta que a  influenza A prevaleceu entre os casos positivos, com 39,2%. Já a influenza B teve apenas 0,8% de casos positivos. Por outro lado, 45% foram de vírus sincicial respiratório, 17,7% de rinovírus e 1,6% de Sars-CoV-2 (Covid-19). Entre os óbitos, 74,6% foram por influenza A, 0,8% influenza B, 13% de vírus sincicial respiratório, 9,7% de rinovírus e 4,2% de Sars-CoV-2 (Covid-19).

Confira as 18 das 27 UFs que apresentam incidência de SRAG em nível de alerta, risco ou alto risco com sinal de crescimento na tendência de longo prazo:

Semana 24 2025 (08/06 – 14/06): Estados e DF
Mapa 1 Mapa 2
Fonte: Infogripe

Capitais e região central de saúde do DF
Mapa 3 Mapa 4
Fonte: Infogripe

 Em 2025 já foram notificados 103.108 casos de SRAG, 51,3% com resultado laboratorial positivo para algum vírus respiratório. Entre os casos positivos, 25,7% foram de influenza A.

Fonte: Brasil 61

Agora tem Especialistas: estados e municípios podem aderir ao programa

O Ministério da Saúde publicou, na última quinta-feira (12), o edital de adesão de estados, municípios e do Distrito Federal ao programa Agora Tem Especialistas, iniciativa voltada à redução das filas por consultas, exames, cirurgias e tratamentos no Sistema Único de Saúde (SUS).

A ação marca a etapa preparatória para a abertura de 500 bolsas de educação pelo trabalho, destinadas a médicos já especialistas. Gestores estaduais e municipais de saúde têm até o dia 30 de junho para indicar ao ministério os serviços de saúde interessados. Será necessário detalhar a estrutura disponível — como salas, equipamentos, insumos e medicamentos — e informar a quantidade de vagas para atuação dos médicos. O edital pode ser acessado aquiO objetivo do edital atual é identificar a demanda de atendimento nas áreas prioritárias para o SUS e mapear os estabelecimentos de saúde aptos a receber os profissionais. Com o mapeamento concluído, o Ministério da Saúde publicará um novo edital para selecionar os 500 especialistas, que atuarão com prática assistencial em hospitais regionais, policlínicas e ambulatórios. Os profissionais devem ter certificação da CNRM ou titulação pela AMB.

A previsão do governo é que o chamamento dos especialistas selecioandos seja publicado na primeira quinzena de julho, com início das atividades para setembro deste ano. 

Agora tem Especialistas: o que é?

É um programa que visa reduzir o tempo de espera em atendimentos realizados pelo SUS. A  ação busca também ampliar mutirões, utilizar unidades móveis de saúde, adquirir transporte sanitário e fortalecer o sistema de telessaúde.

Entre as metas do programa, estão a realização de mais de 700 mil cirurgias anuais em carreatas especializadas, colocar em operação mais de 6 mil veículos de transporte sanitário, garantir a formação de 4 mil novos médicos especializados, além da ampliação ao acesso à radioterapia com 72,6 mil procedimentos anuais. Segundo o Ministério da Saúde, serão destinados R$ 260 milhões para ampliar o provimento e a formação de profissionais especialistas em regiões com menor cobertura assistencial. É o que explica o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. “O “Agora tem Especialistas” pretende usar todos os instrumentos que nós temos enquanto ministério da saúde, instrumentos legais com a medida provisória, os processos de pactuação, os recursos do ministério, os recursos que são e que não são do orçamento do ministério para estarmos direcionando para a esse esforço.”
Fonte: Brasil 61

Hospital de Base faz procedimento para reduzir próstata aumentada sem cirurgia

Pela primeira vez, um hospital público realizou pelo Sistema Único de Saúde um procedimento minimamente invasivo para tratar aumento benigno da próstata. O caso aconteceu no Hospital de Base de São José do Rio Preto, no interior paulista.

+ Próstata aumentada: Como funciona cirurgia minimamente invasiva para o problema?

De acordo a coordenadora do Serviço de Urologia do HB, Ana Paula Bogdan, o paciente, Gumercindo Gonçalves da Silva, de 89 anos, tinha o órgão seis vezes maior que o normal, mas não tinha condições clínicas para cirurgia tradicional, que envolve anestesia geral, internação longa e outros riscos, devido à idade avançada e comorbidades do aposentado. Chamada de Hiperplasia Prostática Benigna (HPB), a condição atinge metade dos homens com mais de 50 anos e até 90% daqueles acima dos 80, segundo a Sociedade Brasileira de Urologia. Embora sem causa única definida, fatores hormonais, genéticos e o histórico familiar estão entre os possíveis desencadeadores.

+ Como os homens podem prevenir ou evitar problemas de saúde?

De acordo com o órgão, a próstata, que envolve parte da uretra e se localiza abaixo da bexiga, pode crescer com o passar dos anos, provocando sintomas como jato urinário enfraquecido, idas constantes ao banheiro e sensação de esvaziamento incompleto. Em casos extremos e sem acompanhamento médico, há risco de comprometimento dos rins.

O procedimento de embolização prostática funciona como um tipo de “fechamento” dos pequenos vasos que levam sangue até a próstata. Ao reduzir o fluxo, a glândula diminui de tamanho e os sintomas melhoram. Tudo é feito por um cateter fino, inserido pela virilha, sem cortes, com anestesia local, com menor risco de complicações e com recuperação rápida. Embora eficaz, a técnica ainda é raramente oferecida pelo SUS, sendo mais comum na rede privada. Gumercindo foi o primeiro a passar pela técnica no hospital. Ele foi diagnosticado há um ano e vinha em acompanhamento no Ambulatório de Especialidades do Hospital de Base. Com sangramento e dor, voltou à unidade no mês passado. Sem condições para cirurgia, foi submetido à embolização e teve alta dois dias depois.

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Ministério da Saúde entrega mais 156 novas ambulâncias do SAMU 192 para ampliar atendimento de urgência e reduzir o tempo de espera no SUS

Foto: Rubens Gallerani Filho/SEAUD-PR

Para reduzir o tempo de espera em casos de urgência e emergência, o Ministério da Saúde entregou 156 novas ambulâncias do SAMU 192 para ampliar a frota em 114 municípios de 15 estados. São mais de 2 milhões de brasileiros e brasileiras que, a partir dessa entrega, passam a ter acesso a assistência e atendimento especializado no momento que mais precisam. Com mais esta iniciativa, o total de ambulâncias entregues pelo Governo do presidente Lula ultrapassa 2,2 mil unidades e o SAMU 192 chega a quase 90% da população em todo o país, um avanço histórico no compromisso de garantir saúde pública para todos. 

Na cerimônia de entrega das ambulâncias, nesta quinta-feira (27), em Brasília, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, destacou o trabalho que vem sendo feito pelo governo para levar o SAMU 192 a todos os cantos do país. “O que estamos fazendo aqui hoje é fortalecer esse serviço que salva vidas e reduz o tempo de espera por atendimento. É mais do que entregar ambulâncias. Nossa meta, desde o início do governo do presidente Lula, é universalizar o SAMU. Queremos garantir esse equipamento em 100% do território nacional, respeitando as especificidades de cada local”, ressaltou.

O ministro falou ainda sobre a qualidade do serviço – estruturado para atender as mais diversas situações de emergência. “Hoje, o SAMU tem medicamentos que salvam vidas, como os trombolíticos, que mudaram completamente o atendimento a infartos e outras emergências. Foi o SAMU o responsável por organizar o sistema de urgência e emergência do Brasil”, observou. Na ocasião, Padilha adiantou também que uma nova entrega de ambulâncias será feita em abril, no estado de Minas Gerais.

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Foto: Rafael Nascimento/MS

Recurso do Novo PAC

Essa entrega foi viabilizada por meio do Novo PAC, com investimento de mais de R$ 50,4 milhõesNo dia 14 de março, o Ministério da Saúde entregou a maior quantidade de ambulâncias desde 2023. Foram 789 novos veículos para expansão e renovação da frota em 559 cidades de 21 estados. Dessa entrega, 86 ambulâncias eram Unidades de Suporte Avançado (USA), conhecidas como UTI Móveis. O Governo Federal não entregava unidades desse tipo desde 2018. Ao todo, o Governo Federal garantiu 2.222 novas ambulâncias do SAMU 192 — volume seis vezes maior que o registrado entre 2019 e 2022, quando 366 unidades foram entregues à população. Com essa expansão, mais de 6,1 milhões de pessoas passaram a ter acesso ao atendimento de urgência. Atualmente, o SAMU 192 conta com mais de 4,3 mil veículos em circulação e chega a 188,6 milhões de brasileiros em 4.143 municípios. 

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Também houve uma importante renovação dos veículos em circulação. Da entrega total desta gestão, 1.917 unidades renovaram a frota dos estados e municípios, representando 49,6% dos veículos habilitados e em atividade. São ambulâncias que estavam com 15 anos de uso e necessitando de manutenção, mas agora estão novas, seguras e prontas para atendimento de qualidade.  Com planejamento e investimento contínuo, o Ministério da Saúde trabalha para universalizar o SAMU até o fim de 2026. A meta é entregar mais 2,3 mil ambulâncias até 2026, sendo 1,3 mil previstas para 2025. O Ministério da Saúde reforça que o Novo PAC está com inscrições abertas até 31 de março para que gestores estaduais e municipais solicitem a renovação ou ampliação da frota. 

gov.br/saude

Governo Lula lança programa que promete revolução no SUS

Por Tereza Cruvinel, 247 – O presidente Lula (PT) lançará nesta sexta-feira (30), com o ministro da Saúde, Alexandre Padilha (PT), o programa com que o governo pretende revolucionar o atendimento do SUS, enfrentando especialmente o problema das filas para acesso a especialistas e a tratamentos contra doenças graves, como o câncer. Lula assinará uma medida provisória que ampliará a parceria com instituições privadas, como as Santas Casas, permitindo inclusive a permuta de dívidas federais por atendimentos.

O ex-deputado e Secretário Especial de Assuntos Parlamentares André Ceciliano falou do novo programa em entrevista a Marcelo Auler, Tereza Cruvinel e Dafne Ashton no programa Bom Dia 247, da TV 247.

“Este programa, cujo nome ainda não posso revelar, vai ser uma revolução no Sistema SUS. Vamos zerar estas filas ampliando o atendimento através de instituições privadas de saúde que devem ao Estado, e de planos de saúde que precisam ressarcir o SUS pelo atendimento a seus segurados. Vamos identificar o tamanho das filas para todos os procedimentos, como exames, cirurgias  e tratamentos complexos como quimioterapia e radioterapia. Para estes últimos, estamos propondo duplicar o tempo de uso dos equipamentos. Vai ser um novo momento no SUS “, garante o secretário. Ele explicou que a MP reformula o programa “Mais Acesso a Especialistas”, lançado pela ex-ministra Nísia Trindade, ampliando parcerias com o setor privado para agilizar exames e procedimentos em troca de abatimento de dívidas tributárias. Instituições que devem ao governo, como as Santas Casas de Misericórdia, poderão amortizar dívidas com atendimentos, saindo da inadimplência que hoje impede o funcionamento de muitas delas e de instituições similares. As dívidas das Santas Casas são estimadas em cerca de R$ 10 bilhões. Desse montante, aproximadamente R$ 7 bilhões correspondem a empréstimos contraídos junto à Caixa Econômica Federal, enquanto o restante está distribuído entre outros bancos , fornecedores e tributos federais.

Os planos de saúde também entrarão no mutirão, trocando atendimentos pelas dívidas que têm para com o SUS. As operadoras brasileiras têm a obrigação legal de ressarcir o SUS pelos atendimentos prestados a seus segurados, conforme estabelecido pelo artigo 32 da Lei nº 9.656/1998. Geralmente o segurado é levado a um hospital do SUS em caso de acidentes, emergências, partos e outras situações.

Até 2022, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) avaliava em R$ 10,3 bilhões o ressarcimento devido por atendimentos realizados entre 2012 e 2022. Deste montante, as operadoras teriam pago R$ 4,18 bilhões e teriam parcelado o pagamento de R$ 819 milhões e obtido a suspensão judicial de R$ 941 milhões. O restante encontra-se ainda em análise administrativa.

Com estes acordos, o governo espera aumentar o orçamento do programa “Mais especialistas”, que agora terá outro nome, dos atuais R$ 2,4 bilhões para um valor que pode variar de R$ 4 bilhões a R$ 10 bilhões. Com a conversão das dívidas, o governo espera agregar um valor (em atendimentos) de R$ 2,7 bilhões. Emendas parlamentares também reforçarão o programa.

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NOVO PAC

Nos primeiros anos do Novo PAC, gestores municipais que aderiram à Lei do Pacto Nacional ganharam mais prazo e valores atualizados com recursos do programa para a retomada e conclusão de obras de Unidades Básicas da Saúde. O programa também retomou os investimentos na rede hospitalar, destinando R$ 4,4 bilhões distribuídos em 60 empreendimentos que incluem novas construções, reformas e ampliações da infraestrutura hospitalar em todas as regiões do país. No fortalecimento da Nova Política de Atenção Especializada, o Novo PAC investe R$ 6 bilhões para contratação de 36 novas Maternidades e 55 Polínicas já selecionados na primeira etapa do PAC. Além de ampliar a infraestrutura e os serviços de saúde, o Novo PAC fomenta o desenvolvimento econômico e industrial da saúde com investimentos na ordem de R$ 4 bilhões para produção de vacinas, fármacos e imunobiológicos, assegurando o acesso universal, equânime e integral à saúde.

Na atenção primária, o Novo PAC garante R$ 7,4 bilhões para mais de 3.500 empreendimentos com o objetivo de modernizar e expandir a infraestrutura da atenção básica, ampliar o acesso e a cobertura das equipes Multiprofissionais (eMulti), de Saúde da Família (eSF), de Saúde Bucal (eSB) e de Agentes Comunitários de Saúde (ACS) em todo o país.

Na atenção especializada, mais de 2.240 empreendimentos recebem investimentos do programa, que somam R$ 14,8 bilhões, para ampliar, modernizar e aperfeiçoar a rede de serviços especializados de média e alta complexidade em saúde, com foco na promoção e proteção da saúde, prevenção de agravos, diagnóstico, tratamento, reabilitação, redução de danos e manutenção da saúde.

No Complexo Econômico-Industrial da Saúde (CEIS) são R$ 8,9 bilhões destinados a 45 empreendimentos, que garantem maior autonomia do Brasil na produção de imunobiológicos, fármacos, vacinas e no fornecimento de imunoglobulina e outros hemoderivados no SUS. O Novo PAC também amplia a capacidade de respostas do Brasil às emergências em saúde pública. No subeixo, são R$ 272 milhões em investimentos para 35 empreendimentos que visam a ampliação, estruturação e modernização da Rede Nacional de Laboratórios de Saúde Pública.

Para promover a transformação digital do SUS o Novo PAC investe 150 milhões para reativação de 32 Núcleos de Telessaúde e estruturação de Salas de Teleconsulta, com foco na integração e no acesso a serviços públicos de saúde, especialmente em locais remotos do país.

 

Fundo azul escuro, contém um ícone de um coração. Texto: Saúde

R$31,5Bi
investimento
R$17,1Bi
2023 a 2026
R$14,4Bi
Pós 2026

Gripe aviária pode virar pandemia? Há perigo para humanos? Entenda o cenário no Brasil

O Brasil registrou recentemente um foco de gripe aviária em aves de produção comercial no município de Montenegro (RS), acendendo um alerta sobre o risco de disseminação do vírus H5N1, uma variante da influenza com origem em aves. Mas o que isso representa na prática para a população, para os trabalhadores rurais e para o consumo de alimentos?

Conexão BdFda Rádio Brasil de Fato conversou com Renato Kfouri, infectologista e presidente do Departamento de Imunizações da Sociedade Brasileira de Pediatria, para entender melhor o cenário e as reais preocupações diante do avanço do vírus. Confira:

O que é a gripe aviária?

A gripe aviária é causada pelo vírus H5N1, um tipo de influenza classificado como zoonótico, ou seja, que pode afetar tanto animais quanto seres humanos. “Diferente de vírus como sarampo ou caxumba, exclusivos do ser humano, o influenza acomete cavalos, porcos, aves, entre outros. Quando ele consegue ‘pular’ de uma espécie para outra, o risco aumenta”, explica Kfouri. Essa capacidade de mutação e adaptação é o que torna o vírus um potencial causador de pandemias, como ocorreu com a gripe suína (H1N1) em 2009. O temor atual é que o H5N1, que já foi detectado em humanos nos Estados Unidos, possa passar a ser transmitido entre pessoas, o que ainda não ocorreu.

Como o vírus chega até aqui?

A principal forma de disseminação do vírus é por meio das aves migratórias, que carregam o vírus em suas fezes. “Um pássaro, voando quilômetros, evacuando em tudo quanto é canto, consegue disseminar rapidamente o vírus de uma de um local para o outro”, comenta o especialista. No Brasil, a detecção do foco em Montenegro, no Rio Grande do Sul, acendeu o alerta para a necessidade de monitoramento, especialmente de pessoas que tiveram contato direto com as aves contaminadas.

A gripe aviária pode virar uma pandemia?

Hoje, o vírus ainda está restrito às aves, mas o risco real é que ele sofra mutações que o tornem transmissível entre humanos. “Se ele começar a se transmitir, pode ganhar uma proporção, eventualmente, de uma pandemia no futuro”, alerta Kfouri. A boa notícia é que, diferente da covid-19, o mundo já tem experiência no combate ao vírus influenza. “Temos vacinas de gripe, que podem ser adaptadas rapidamente, e medicamentos antivirais eficazes”, garante.

Há risco no consumo de frango e ovos?

A resposta é clara: não há risco algum. A gripe aviária não é transmitida pela ingestão de alimentos como carne de frango ou ovos. “A gripe é uma doença respiratória. Ela não é transmitida pelo consumo de alimentos. Não há risco nenhum no consumo de carne de frango, ovos e derivados. O vírus se transmite por via aérea, através do contato com secreções das aves, não pelo alimento”, reforça Kfouri. Ele esclarece que o bloqueio da exportação de carne de frango de áreas afetadas é uma medida preventiva para evitar que o vírus seja transportado — não por risco ao consumidor, mas por risco de disseminação do vírus para novos territórios.

O que deve ser feito agora?

Para Kfouri, o mais importante neste momento é o monitoramento constante, especialmente de trabalhadores que lidam com aves infectadas. Qualquer caso de síndrome gripal ou febre nessas pessoas deve ser investigado, e a pessoa, isolada. Em alguns casos, ele acrescenta que o abate sanitário das aves é necessário para conter o avanço do vírus. “Temos que ter o monitoramento do vírus para que ele não se torne um vírus pandêmico, ou seja, para que, se ele sofra mutação, tenhamos capacidade de controlar”, conclui.

brasildefato

PISO DA ENFERMAGEM:

 

Estados e municípios brasileiros já podem consultar os valores complementares para o pagamento do piso da enfermagem referentes ao mês de abril. O montante a ser transferido chega a R$ 776.426.275,56, entre valores destinados à execução municipal e estadual. Os dados constam na Portaria GM/MS Nº 6.893, de 24 de abril de 2025. O município que conta com o maior valor é Belo Horizonte (MG). O ente recebe R$ 9,1 milhões. Em seguida está Fortaleza (CE), com R$ 6,5 milhões. A terceira cidade do ranking é Campo Grande (MS), que recebe R$ 4,7 milhões. 

Confira a lista das 20 cidades com maiores valores do Piso da Enfermagem 

  1. BELO HORIZONTE (MG) – R$ 9.103.223,07
  2. FORTALEZA (CE) – R$ 6.531.676,27
  3. CAMPO GRANDE (MS) – R$ 4.793.539,34
  4. CAMPINA GRANDE (PB) – R$ 4.788.841,01
  5. SAO LUÍS (MA) – R$ 4.774.409,73
  6. JOÃO PESSOA (PB) – R$ 4.703.614,19
  7. SALVADOR (BA) – R$ 4.256.857,58
  8. BELÉM (PA) – R$ 4.049.888,81
  9. JUIZ DE FORA (MG) – R$ 3.661.428,52
  10. NATAL (RN) – R$ 3.655.642,39
  11. GOIÂNIA (GO) – R$ 3.523.585,19
  12. RIO DE JANEIRO (RJ) – R$ 3.149.219,58
  13. MONTES CLAROS (MG) – R$ 3.138.598,30
  14. CAMPOS DOS GOYTACAZES (RJ) – R$ 3.078.898,27
  15. MACEIÓ (AL) – R$ 2.977.959,24
  16. TERESINA (PI) – R$ 2.727.128,71
  17. RECIFE (PE) – R$ 2.640.056,43
  18. MACAPÁ (AP) – R$ 2.433.708,29
  19. CUIABÁ (MT) – R$ 2.412.171,38
  20. TEÓFILO OTONI (MG) – R$ 2.363.641,60

O especialista em orçamento público Cesar Lima explica que o valor que cada ente recebe não leva em conta a quantidade de habitantes, mas sim o número de profissionais que atuam naquele respectivo território.   “Alguns municípios recebem mais que outros, apesar de terem a mesma população, porque podem ter contratualização, por exemplo, com uma Santa Casa ou com algum hospital que atende 60% pelo SUS. A Lei Complementar 141 diz que todos os recursos de custeio têm que passar pelos Fundos Municipais ou Estaduais de Saúde. Então, estados e municípios recebem de acordo com o número de profissionais que têm”, afirma.  No geral, o maior valor foi para Minas Gerais, com R$ 4.867.626,44 para execução estadual e R$ 106.470.317,21 para execução municipal, com um valor total de R$ 111.337.943,65. Na sequência aparece Bahia, com R$ 78.113.952,49, entre valores de execução estadual e municipal

“hospital da restauração em  Pernambuco se encontra em um estado caótico, a anos e ninguém tomas as devidas providências. É necessário um fiscalização rigorosa.

Pesquisa brasileira mostra caminho para aprimorar vacinas contra a Covid

Um estudo publicado na revista Pathogens, realizado por pesquisadores do Instituto Pasteur de São Paulo (IPSP), Universidade de São Paulo (USP) e Instituto Butantan, faz um balanço dos avanços na vacinação contra a Covid-19 e discute estratégias para melhorar a eficácia das vacinas diante das novas variantes do vírus, como mostra o Jornal da USP.A pesquisa, liderada por Fábio Mambelli e coordenada por Sergio Costa Oliveira, professor da USP, destaca que, apesar de as vacinas atuais reduzirem casos graves, a constante evolução do vírus exige soluções inovadoras.

Descobertas do estudo

  • O estudo aponta que a dependência da proteína Spike, alvo principal das vacinas atuais, pode limitar sua eficácia a longo prazo, já que variantes como a Ômicron têm mutações que ajudam a escapar da imunidade induzida.
  • O declínio na resposta imunológica ao longo do tempo também reforça a necessidade de doses de reforço.
  • Além disso, a eficácia das vacinas varia conforme a plataforma usada, e grupos como idosos e imunossuprimidos apresentam resposta vacinal comprometida.
Novas variantes do vírus da covid-19 demandam que a pesquisa sobre a vacina também passe por avanços – Imagem: Shutterstock/WESTOCK PRODUCTIONS

Uma abordagem promissora discutida é o uso da vacina BCG, modificada para incluir antígenos do SARS-CoV-2, como a proteína Spike e Nucleocapsídeo. Essa estratégia pode oferecer uma proteção mais duradoura, já que a proteína Nucleocapsídeo é mais estável e menos suscetível a mutações. Além disso, vacinas intranasais, que estimulam a imunidade nas vias respiratórias, também são vistas como uma alternativa eficaz para reduzir a transmissão e melhorar a resposta imunológica contra novas variantes. O estudo conclui que, embora as vacinas atuais tenham sido fundamentais no controle da pandemia, é essencial continuar a inovação para garantir proteção duradoura contra a Covid-19.

As vacinas atuais são eficazes para controlar os danos do vírus, mas a necessidade de seguir buscando inovações com vacinas melhores ainda existe – Imagem: CrispyPork/Shutterstock
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Quem tem pressão alta pode tomar água de coco?

A água de coco, bebida refrescante e saborosa, é muito popular no Brasil, especialmente em dias quentes. Rica em nutrientes e eletrólitos, ela é frequentemente associada à hidratação e bem-estar. Mas será que quem tem pressão alta pode desfrutar sem preocupações? Segundo a médica nutróloga Isolda Prado, diretora da Associação Brasileira de Nutrologia, quem tem pressão arterial elevada pode tomar água de coco, porém com moderação. “A água de coco é naturalmente rica em potássio, um mineral que ajuda a equilibrar os níveis de sódio no organismo e pode contribuir para a redução da pressão arterial. No entanto, o consumo deve ser controlado, especialmente em pessoas que já utilizam medicamentos para hipertensão ou que precisam controlar o balanço de eletrólitos, porque embora tenha potássio, também é um alimento rico em sódio”, alerta.

Existe algum limite considerado seguro?


Para a maioria das pessoas, 1 a 2 copos (200 a 400 ml) por dia são considerados seguros e suficientes para aproveitar os benefícios da água de coco. “Quantidades maiores, principalmente de forma contínua, podem trazer riscos dependendo do estado de saúde da pessoa, a não ser em situações específicas. Para o consumo em volumes maiores, é sempre bom ser orientado por um médico”, complementa.

Quais são os benefícios da água de coco?

Confira 5 benefícios da água de coco:

          •         Hidratação eficaz, por ser rica em eletrólitos (potássio, sódio, magnésio);

          •         Pode ajudar na recuperação após exercícios físicos;

          •         Tem ação antioxidante;

          •         Contribui para o bom funcionamento dos rins e do intestino;

          •         Pode auxiliar no controle da pressão arterial, graças ao alto teor de potássio.

O excesso do consumo pode provocar desequilíbrio eletrolítico, especialmente hipercalemia (excesso de potássio no sangue), que é perigosa para o coração, sobretudo para pacientes portadores de doença renal. “Como tem carboidratos, pode impactar o controle glicêmico em pessoas com diabetes, se consumida em grandes quantidades”, conclui a médica.

terra

Gripe: estados e municípios devem iniciar vacinação assim que receberem as doses do imunizante, recomenda MS

  No dia 21 de março, o Ministério da Saúde começou a distribuir doses de vacinas contra a gripe para todos os estados das regiões Nordeste, Sul, Centro-Oeste e Sudeste. A primeira leva tem 5,4 milhões de doses e a previsão é de que a distribuição ocorra até o final de abril, totalizando 35 milhões de doses do imunizante pelo país. 

O início oficial da vacinação está marcado para o dia 7 de abril, data que marca o começo da campanha de reforço da imunização. Apesar disso, a recomendação do Ministério da Saúde é de que estados e municípios iniciem a estratégia assim que receberem as doses do imunizante.

Segundo o MS, a vacina contra a gripe é capaz de evitar entre 60% e 70% dos casos graves e óbitos.Conforme a Pasta, a estratégia será mantida ao longo do ano, indo além das campanhas sazonais e integrando o Calendário Nacional de Vacinação. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que a meta é imunizar 90% do público prioritário. Com isso, já fazem parte do Calendário Nacional de Vacinação crianças de 6 meses a menores de 6 anos, gestantes e idosos a partir de 60 anos. Mas a estratégia vai além desses grupos prioritários. Confira:

  • Trabalhadores da Saúde;
  • Puérperas;
  • Professores dos ensinos básico e superior;
  • Povos indígenas;
  • Pessoas em situação de rua;
  • Profissionais das forças de segurança e de salvamento;
  • Profissionais das Forças Armadas;
  • Pessoas com doenças crônicas não transmissíveis e outras condições clínicas especiais (independentemente da idade);
  • Pessoas com deficiência permanente;
  • Caminhoneiros;
  • Trabalhadores do transporte rodoviário coletivo (urbano e de longo curso);
  • Trabalhadores portuários
  • Funcionários do sistema de privação de liberdade;
  • População privada de liberdade, além de adolescentes e jovens sob medidas socioeducativas  (entre 12 e 21 anos).

Estratégia regional 

A campanha será realizada em dois momentos:

Primeiro semestre: março/abril, nas regiões Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul
Segundo semestre: setembro, na Região Norte, alinhando-se ao período de maior circulação viral na região. A estratégia considera a região que concentra o pico de casos em determinado período do ano. Dessa forma, a previsão para o primeiro semestre é distribuir 67,6 milhões de doses para as regiões Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Nordeste – onde o pico de casos ocorre no outono e inverno (abril a junho). Já no segundo semestre, serão distribuídas 5,9 milhões de doses para a Região Norte. Isso deve ocorrer devido ao clima tropical e ao regime de chuvas, que fazem com que a maior circulação do vírus aconteça neste período, geralmente entre setembro e novembro, chamado de “Inverno Amazônico”.

Temporada do VSR no país

O Boletim InfoGripe da Fiocruz, divulgado em 27 de março, alerta para o início da tendência de aumento da circulação dos vírus respiratórios nas próximas semanas. Nas últimas edições, a publicação já apontava o crescimento de casos graves do Vírus Sincicial Respiratório (VSR), especialmente na região Centro-Oeste, com a incidência atingindo níveis altos ou muito altos. O estudo refere-se à Semana Epidemiológica (SE) 12, de 16 a 22 de março.  A pesquisadora Tatiana Portela, do InfoGripe e do Programa de Processo de Computação Científica, informa que se trata de um crescimento sazonal. Além disso, a pesquisadora esclarece que, além do VSR, é muito provável que, em breve, haja um aumento do vírus da influenza.  Apesar da sazonalidade, a pesquisadora da FioCruz ressalta que estar vacinado contra a gripe é essencial para evitar casos graves. No atual cenário, a análise aponta crescimento de VSR em níveis de incidência moderada na Região Sudeste, principalmente em São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo. O Acre também já tem sinais de aumento dos casos graves de VSR.  

Brasil 61

Quem é intolerante à lactose pode ter uma vasta opções de alimentos com essas dicas!

 A intolerância à lactose é uma condição comum em que o organismo tem dificuldade em digerir a lactose, um tipo de açúcar encontrado no leite e em outros produtos lácteos. Os sintomas podem variar de leves a intensos e incluem desconforto abdominal, inchaço, gases e diarreia. No entanto, viver com intolerância à lactose não significa abrir mão de uma dieta equilibrada e saborosa. Com as substituições e informações nutricionais corretas, é possível manter uma alimentação completa e desfrutar de uma vida saudável sem lactose.

Entendendo a intolerância à lactose: o que acontece no seu corpo?

A lactose é um açúcar complexo composto por glicose e galactose. Para ser absorvida pelo organismo, a lactose precisa ser quebrada em seus componentes menores pela enzima lactase, produzida no intestino delgado. Em pessoas com intolerância à lactose, a produção dessa enzima é insuficiente, o que dificulta a digestão da lactose. A lactose não digerida segue para o intestino grosso, onde é fermentada por bactérias, causando os sintomas característicos da intolerância.

Identificando alimentos que contêm lactose: os vilões ocultos

Para evitar os sintomas da intolerância à lactose, é fundamental identificar os alimentos que contêm esse açúcar

Laticínios clássicos: leite, queijo, iogurte, creme de leite

Os laticínios são as fontes mais óbvias de lactose. Leite de vaca, queijos (principalmente os mais frescos e macios), iogurte, creme de leite, manteiga e sorvete geralmente contêm quantidades significativas de lactose.

Glúten escondido em alimentos processados

É importante estar atento, pois a lactose pode ser utilizada como ingrediente em diversos alimentos processados, como pães, bolos, biscoitos, cereais matinais, molhos, sopas instantâneas e embutidos. A lactose pode ser adicionada para melhorar a textura, o sabor ou como conservante.

Atenção aos rótulos: leitura obrigatória

A leitura atenta dos rótulos dos alimentos é essencial para identificar a presença de lactose. Procure por ingredientes como leite, soro de leite, caseína, lactalbumina e sólidos de leite. A alegação “sem lactose” indica que o produto contém quantidades insignificantes desse açúcar.

Substituições inteligentes para uma dieta sem lactose

Felizmente, existem diversas alternativas saborosas e nutritivas para substituir os alimentos com lactose:

Bebidas vegetais: leite de soja, amêndoa, arroz, aveia, coco

As bebidas vegetais são excelentes substitutos para o leite de vaca. Leite de soja, amêndoa, arroz, aveia e coco são algumas opções disponíveis no mercado, muitas delas enriquecidas com cálcio e vitamina D.

Iogurtes e queijos veganos: alternativas saborosas

O mercado oferece uma variedade crescente de iogurtes e queijos veganos à base de soja, castanhas, coco ou outros ingredientes vegetais, que podem ser utilizados como substitutos dos laticínios tradicionais.

Creme de leite e chantilly veganos

Existem opções de creme de leite e chantilly veganos feitos à base de soja, castanhas ou outros ingredientes vegetais, que podem ser utilizados em diversas preparações culinárias.

Manteiga e margarina sem lactose

Procure por manteigas e margarinas que sejam especificamente rotuladas como “sem lactose”.

Como manter uma dieta equilibrada sem lactose: nutrientes essenciais

Ao evitar laticínios, é importante garantir a ingestão adequada de nutrientes essenciais que são tradicionalmente encontrados nesses alimentos:

Cálcio: fontes vegetais e fortificadas

O cálcio é fundamental para a saúde dos ossos e dentes. Boas fontes vegetais de cálcio incluem vegetais folhosos verdes escuros (couve, brócolis), tofu fortificado, bebidas vegetais fortificadas, gergelim e amêndoas.

Vitamina D: exposição solar, alimentos fortificados e suplementação (se necessário)

A vitamina D auxilia na absorção do cálcio. Além da exposição solar (com moderação), consuma alimentos fortificados com vitamina D ou considere a suplementação sob orientação profissional.

Proteínas: variedade de fontes vegetais e animais sem lactose

As proteínas são importantes para a construção e reparação dos tecidos. Vegetarianos intolerantes à lactose podem obter proteínas de leguminosas, tofu, quinoa, nozes e sementes. Carnes, peixes e ovos não contêm lactose.

Dicas práticas para o dia a dia do intolerante à lactose

Informe-se em restaurantes e eventos sociais

Ao comer fora, informe o garçom sobre sua intolerância à lactose e pergunte sobre os ingredientes dos pratos. Cozinhe em casa com mais frequência. Cozinhar em casa te dá controle total sobre os ingredientes, permitindo que você evite a lactose.

Experimente receitas sem lactose deliciosas

Existem inúmeras receitas saborosas e nutritivas que não utilizam lactose. Explore livros de receitas e sites especializados. Utilize enzimas lactase (com orientação profissional)

Enzimas lactase em comprimidos ou gotas podem ser utilizadas para ajudar na digestão da lactose em situações específicas (sempre com orientação médica ou nutricional). Receitas simples e deliciosas sem lactose para começar .Experimente um smoothie de frutas com leite de amêndoa, um curry de legumes com leite de coco ou um bolo de chocolate vegano. A importância de consultar um nutricionista para orientação personalizada. Um nutricionista pode te ajudar a criar um plano alimentar sem lactose equilibrado e adequado às suas necessidades individuais, garantindo a ingestão de todos os nutrientes essenciais.

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Confira datas do pagamento antecipado do 13º de aposentados e pensionistas

   Os cerca de 34,2 milhões de aposentados, pensionistas e beneficiários de auxílios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) vão receber a primeira parcela da antecipação do 13º salário junto com o pagamento no final deste mês de abril. O calendário vai de 24 de abril até 8 de maio. No próximo mês, virá a segunda metade do décimo terceiro (de 26 de maio a 6 de junho). O anúncio do decreto foi feito nesta quinta-feira (03) pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante o evento “Brasil Dando a Volta por Cima”, em Brasília. A expectativa é de que sejam injetados R$ 73,3 bilhões na economia brasileira. A antecipação do pagamento foi solicitada pelo ministro da Previdência Social, Carlos Lupi. “O objetivo dessa gestão é cuidar de aposentados e pensionistas do INSS”, diz Lupi. 

Com a decisão, o presidente do INSS, Alessandro Stefanutto, solicitou à Dataprev, empresa de tecnologia do governo federal, que rode a folha de pagamento com o abono já para o final deste mês. “Esse dinheiro é de extrema importância para ajudar aposentados e pensionistas do INSS. São 34,2 milhões de pessoas que terão a metade do décimo terceiro para pagar suas contas, comprar remédio, comida, suprir necessidades básicas”, afirma Lupi.

“Mais uma vez o presidente Lula e o ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, com a sensibilidade que é peculiar a esse governo, promove o adiantamento do abono, mesmo não estando em situação de pandemia. O presidente Lula mantém o compromisso com a população, adiantando e aliviando um pouco esse dia a dia”, acrescenta o presidente do INSS, Alessandro Stefanutto. No documento enviado ao Planalto, o documento pontua que “na hipótese de cessação programada do benefício antes de 31 de dezembro de 2025, o valor do abono anual será proporcional, bem como haverá o encontro de contas entre o valor recebido pelo beneficiário e o efetivamente pago, na hipótese da cessação antes da data programada para os benefícios temporários, ou antes de 31 de dezembro de 2025, para os benefícios permanentes”.

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Número final do benefício

O calendário de pagamentos leva em conta o número final do cartão de benefício, sem considerar o último dígito verificador, que aparece depois do traço. O crédito da primeira parcela do abono será feito entre os dias 24 de abril a 8 de maio. Recebem primeiro os beneficiários que ganham até um salário-mínimo. Os aposentados e pensionistas que recebem acima do piso nacional terão o valor da parcela creditado de 2 a 8 de maio.

Dados da folha de fevereiro apontam que 28,68 milhões de pessoas, cerca de 70,5% do total dos aposentados e pensionistas do INSS, ganham até um salário-mínimo por mês (R$ 1.518). Outros 11,98 milhões de beneficiários recebem acima do piso nacional. Desse total, 10,6 mil ganham o teto da Previdência Social (R$ 8.157,41).

Quem não recebe

Não recebem 13º salário pessoas contempladas pelo Benefício de Prestação Continuada (BPC), pago a idosos com mais de 65 anos e pessoas com deficiência, desde que comprovem baixa renda, e beneficiários de Renda Mensal Vitalícia.

Como conferir

  • Acesse o site ou aplicativo Meu INSS
  • Faça login com seu CPF e senha
  • No menu, selecione “Extrato de Contribuição”
  • Clique em “Baixar PDF” para obter o documento do INSS

Pelo telefone

Para quem não tem acesso à internet, basta ligar para a Central 135. Informar o número do CPF e confirmar algumas informações cadastrais para a atendente, de forma a evitar fraudes. O atendimento é de segunda-feira a sábado, das 7h às 22h.

O INSS ressalta que não há previsão de pagamento de “14º salário” no final do ano, como circula em redes sociais e plataformas de vídeo e mensagem. Essas informações não são verdadeiras.

Datas de recebimento

Para quem ganha até um salário-mínimo

Final do benefício                                  Dia do crédito
1                                                                 24/abril
2                                                                 25/abril
3                                                                 28/abril
4                                                                 29/abril
5                                                                 30/abril
6                                                                 02/maio
7                                                                 05/maio
8                                                                 06/maio
9                                                                 07/maio
0                                                                 08/maio

Para quem ganha acima do piso nacional

Final do benefício                                   Dia do crédito
1 e 6                                                            02/maio
2 e 7                                                            05/maio
3 e 8                                                            06/maio
4 e 9                                                            07/maio
5 e 0                                                            08/maio

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Covid: situação das UFs às vésperas do Carnaval; há risco de transmissão aumentar

Até 15 de fevereiro, foram notificados 108.410 casos e 511 óbitos pela doença no país. O período corresponde à Semana Epidemiológica (SE) 7, na qual foram reportados 13.709 casos de Covid-19 e 82 mortes pela doença. Apesar da diminuição de 7,2% na média móvel de casos e de 24,2% na média móvel de óbitos em comparação à SE 6, o feriado de Carnaval traz alerta para a população quanto ao risco de transmissão e alta nos casos. Os dados são do Informe Vigilância das Síndromes Gripais do Ministério da Saúde. 

O Carnaval será nos dias 3, 4 e 5 de março, período marcado por grandes aglomerações e movimento populacional para diferentes estados e cidades. Segundo o infectologista  Manuel Palácios, isso aumenta significativamente o risco de transmissão de doenças respiratórias, incluindo a Covid-19. “O grande número de pessoas reunidas e a proximidade entre os indivíduos de convivência nos espaços fechados ou mal ventilados são fatores que contribuem para a propagação do vírus”, aponta Palácios.Na avaliação do infectologista, a situação atual da Covid-19 no país requer atenção e cautela dos brasileiros, já que há risco de novas variantes começarem a circular com maior taxa de transmissibilidade. “A situação atual da Covid-19 no Brasil exige atenção. Embora o número de casos de óbitos esteja em níveis mais baixos em comparação aos picos da pandemia, a situação não pode ser subestimada. O principal risco neste momento é o comportamento de novas variantes do vírus, que podem ser mais transmissíveis, o que leva a um aumento nos casos”, afirma Manuel Palácios. O especialista alerta que a população evite aglomerações, especialmente em ambientes fechados, além de optar pela máscara em locais de maior risco de infecção, como o transporte público, festas e shows. Além disso, estar com a vacinação de Covid-19 em dia também ajuda na proteção contra a doença.“A recomendação é para que as pessoas se vacinem, caso ainda não tenham tomado a dose de reforço, pois a vacinação será a nossa principal proteção contra formas graves da doença. Durante o Carnaval, é fundamental monitorar os sintomas e, caso se sinta mal, buscar atendimento médico e evitar sair de casa para não propagar o vírus”, enfatiza Palácios.

Situação da Covid-19 nas UFs

O Informe do Ministério da Saúde aponta que na SE 7 as unidades federativas (UFs) com maiores taxas de incidência, variando de 13,8 a 41,6 casos por 100 mil habitantes, foram Mato Grosso, Ceará, Roraima, Distrito Federal e Minas Gerais – esta última a que conta com tradicionais comemorações do Carnaval que reúne muitos foliões. 

Dados do Painel Covid-19 no Brasil, do Ministério da Saúde, apontam que o Ceará liderou na última semana epidemiológica com relação aos casos novos, com 3.567 registros, à frente de Minas Gerais, que notificou 2.939 novos casos. Em contrapartida, Minas registrou o maior número de óbitos por Covid-19 no país na SE 7, totalizando 36 mortes. Já a taxa de incidência por 100 habitantes ficou em 59,94. A capital mineira, Belo Horizonte, registrou 292 novos casos da doença na SE 7 e 11 mortes.  Dados do Portal Infosaúde de Minas Gerais apontam que, do período de 9/02 a 25/02, houve 516 casos informais no estado e três mortes por Covid-19 – sendo duas em Uberlândia e uma em Passos. Pernambuco, Rio de Janeiro e São Paulo também se destacam nas festas de Carnaval. O estado pernambucano registrou 483 novos casos de Covid-19 na SE 7 e três mortes pela doença. Porém, a taxa segue em alta, próxima de Minas, de 57,94. O município pernambucano de Petrolina, que tem destaque por seu Carnaval de rua, com blocos e bandas, teve um dos maiores registros de novos casos no estado, com 22 notificações.  No território fluminense, foram 325 novos registros da doença, nove mortes e a taxa de incidência ficou em 29,71 por 100 habitantes. Conforme o informe do Ministério da Saúde, o estado paulista não conseguiu atualizar os dados para a SE 7 – bem como AC, ES, GO, PB, RO, e TO.

Bahia

Na Bahia, o Carnaval começa no dia 27 de fevereiro. Na SE 7 foram 398 novos casos registrados, 5 mortes e a taxa de incidência ficou em 14,91. Somente em Salvador foram 30 novos casos na SE 7. Apesar da queda expressiva no número de registros de Covid-19, as aglomerações durante o feriado de Carnaval podem favorecer o aumento de casos. Em 17 de fevereiro, o Governo da Bahia publicou uma nota sobre a redução de casos no estado, mas destacou que isso não significa que a população não deva se atentar para evitar alta nos registros da doença. “Apesar das preocupações levantadas sobre a segurança sanitária durante o Carnaval, os dados mais recentes mostram um cenário controlado, mas que exige atenção contínua para evitar novos aumentos”, diz um trecho da nota.

Já o Boletim Epidemiológico – Covid-19 nº 07 do governo da Secretaria de Saúde Bahia, correspondente à SE 07, aponta que na semana 5 o estado registrou 1.361 casos da doença, mas na SE 7 foram 398 notificações. Além disso, nas 10 últimas SE, Salvador foi o município com o maior número de casos, sendo 718, seguido de Juazeiro, Abaré e Vitória da Conquista, com 107,74 e 66 casos, respectivamente. 

Confira o número de novos casos e de óbitos por UFs na SE 7, conforme o Painel do MS:

  • AC: sem atualização
  • AL: 201 casos; 0 óbitos
  • AM: 243 casos; 2 óbitos
  • AP: – 22 casos; -1 óbito
  • BA: 398 casos; 5  óbitos
  • CE: 3.567 casos; 0 óbitos
  • DF: 596 casos; 2 óbitos
  • ES: sem atualização
  • GO: sem atualização
  • MA: 142 casos; 0 óbitos
  • MG: 2.939 casos; 36 óbitos
  • MS: 328 casos; 3 óbitos
  • MT: 1.452 casos; 1 óbitos
  • PA: 882 casos; 1 óbitos
  • PB: sem atualização
  • PE: 4.359 casos; 3 óbitos
  • PI: 483 casos; 3 óbitos
  • PR: 743 casos; 9 óbitos
  • RJ: 325 casos; 9 óbitos
  • RN: 139 casos; 0 óbitos
  • RO: sem atualização
  • RR: 149 casos; 0 óbitos
  • RS: 406 casos; 6 óbitos
  • SC: 328 casos; 3 óbitos
  • SE: 38 casos; 0 óbitos
  • SP: sem atualização
  • TO: sem atualização

Fonte: Brasil 61

Oftalmologista aponta os melhores alimentos para a visão

Os olhos podem ser atingidos por uma variedade de doenças que limitam a visão e, com isso, a qualidade de vida. Contudo, nos casos em que a genética não é imbatível, é possível prevenir esses problemas com um estilo de vida saudável. Isso inclui adicionar alguns alimentos à dieta.

A oftalmologista Nubia Vanessa, do CBV-Hospital de Olhos, destaca que uma alimentação saudável é boa para qualquer tipo de comorbidades, como diabetes, hipertensão arterial. Além disso, uma dieta balanceada pode proteger a visão.

“Se você tem uma alimentação balanceada, com todos os grupos de alimentos, e associada a exercício físico, isso diminui a quantidade de radicais livres, melhorando a saúde ocular”, diz a profissional.

Alimentos que fazem bem a visão

A oftalmologista aponta algumas opções alimentares que fazem especialmente bem para os olhos. Confira:

  • Alimentos ricos em ômega 3 como os peixes, como o salmão e a cavalinha;
  • Legumes, leguminosas e folhas verdes, pois são ricos em vitaminas. Além disso, alguns têm substratos como a luteína e a zeaxantina que são excelentes para a mácula (retina);
  • Oleaginosas, como linhaça, castanhas, pistache e amêndoas, ricas em zinco, o que ajuda na prevenção de degeneração macular, bem como da catarata.

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Glicemia acima de 100? Tente essa receita caseira antes de dormir

Sempre nos disseram para praticar exercícios, parar de comer doces e carboidratos e beber muita água para regular as taxas de açúcar no sangue. Mas Roberto Gomes, um professor de ciências do interior de Minas Gerais, que reverteu sua doença em 25 dias de forma 100% natural, diz que isso é apenas uma parte da verdade.Com mais de 8 anos de experiência lutando contra a diabetes, Roberto afirma que medicamentos, dietas restritivas e exercícios até ajudam, mas não resolvem o problema de forma definitiva.

E o motivo disso é simples: essas soluções não agem na causa raiz do problema!

Recentemente, em suas redes sociais, Roberto desafiou seus seguidores a voltarem a consumir carboidratos normalmente, incluindo doces, pizzas e massas.

Por quê?

Porque, graças à ajuda de um pesquisador brasileiro e especialista em diabetes, o Dr. João Carvalho, o Roberto conseguiu se livrar dessa doença de uma forma simples e 100% natural…

E acredita que todos os diabéticos podem conseguir o mesmo!

A solução usada por Roberto, que foi desenvolvida pelo Dr. João e sua equipe da Universidade de Newcastle, é tão eficaz que, se fosse descoberta pela indústria farmacêutica, geraria milhões em lucros para eles. “Essa solução natural funciona quase como uma injeção de insulina. Você pode ficar surpreso ao ver como é fácil estabilizar o açúcar no sangue e reverter a diabetes tipo 2” Milhares de pessoas que experimentaram essa solução caseira, disseram que isso as permitiu voltar a comer os doces e comidas gostosas e mesmo assim estabilizar a glicemia em 90 pontos ou menos! As seguidoras do Roberto apelidaram essa nova solução de “método anti-diabetes”, de tão poderosa que ela é para estabilizar a glicemia e acabar com as tonturas, formigamentos, visão embaçada e cansaço excessivo (que são todos sintomas da diabetes tipo 2). Depois de seus “Stories” no Instagram, o Roberto, juntamente com o Dr. João Carvalho, participaram de uma reportagem inédita do Jornal Alerta.

E lá foi revelado – de forma gratuita e sem propagandas – o simples passo a passo para usar essa solução dentro de casa, e já começar a sentir resultados nas primeiras 25 horas! “Se minha solução ajudar pelo menos 1 pessoa a reverter por completo essa doença e voltar a viver uma vida saudável, sem medos, e sem se entupir de remédios, eu ficarei honrado em saber que colaborei.” Depois disso, a reportagem começou a viralizar nas redes sociais.Primeiro, foi compartilhado por usuários do Facebook, depois no YouTube, e já acumulou incríveis 5.2 milhões de visualizações. E esse número não para de aumentar! Até agora, os comentários e opiniões têm sido excelentes, com milhares de pessoas relatando que pararam de se furar com insulina todos os dias e voltaram a comer bolos, doces e massas que sempre desejaram.

Uma espectadora comentou:

A boa notícia…“Gente, a minha glicose sempre foi bem descontrolada, às vezes batia lá na casa dos 200 e pouco, mesmo tomando glifage ela nunca controlava…Mas aí eu descobri essa solução caseira e em questão de duas semanas, minha glicose caiu bastante e se estabilizou em 90. Sem contar que eu sinto muito mais disposição e energia no meu dia a dia.” Portanto, se você quiser conferir essa reportagem na íntegra e começar a reverter sua diabetes o mais rápido possível, clique na imagem ou botão abaixo.

Por fim, há um pedido que, o Roberto sempre faz:

“Por favor, compartilhe essa entrevista com seus amigos e entes queridos. Juntos, temos o poder de ajudar o maior número possível de pessoas a recuperar sua saúde e voltar às suas rotinas normais.”

*Os resultados individuais podem variar.

Lula recebe diversas mensagens de apoio após passar por cirurgia nesta madrugada; confira

247 – O presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi submetido a uma cirurgia na noite de ontem (9) para drenar um hematoma intracraniano identificado durante exames no Hospital Sírio-Libanês, unidade de Brasília. A situação, decorrente de um acidente doméstico sofrido em 19 de outubro, foi confirmada por uma ressonância magnética, que levou à transferência do presidente para a unidade de São Paulo.  Desde então, o presidente recebeu diversas mensagens de carinho e apoio, seja de lideranças políticas, figuras públicas ou anônimos, que indicam orações para o chefe do executivo.

Constipada(o)? Imploro aos brasileiros que lavem o intestino com isso.

Você Sabia Que Uma Pessoa Comum Pode Carregar De 2 A 7 Quilos De Fezes Presas No Intestino?

Essa massa de resíduos em decomposição não apenas causa dores de cabeça, fadiga, dores nas articulações e ganho de peso inexplicável, mas também contribui para a síndrome do intestino permeável.

Ainda mais alarmante é o aumento da incidência de doenças do cólon, que agora afeta mais de cem mil brasileiros.

“Quando você fica constipado por dias ou até semanas, essas fezes tóxicas não ficam apenas paradas, apodrecendo no intestino”, alerta a renomada nutricionista especialista em modulação intestinal Dra. Bianca Bonete. “Elas podem também vazar para a corrente sanguínea.”

A Dra. Bianca é nutricionista há 18 anos, especialista em modulação intestinal, foi consultora das revistas Women ‘s Health e Boa Forma. Como escritora, lançou o best-seller: “A Revolucionária Dieta do Caldo de Ossos”. Como especialista em emagrecimento e rejuvenescimento, já transformou a vida de mais de 5 mil pessoas.

Atualmente, ela está à frente das pesquisas sobre distúrbios de motilidade gastrointestinal e digestão lenta. Muitos médicos consideram a Dra. Bianca uma das maiores autoridades em motilidade intestinal.

“Se você nunca ouviu esse termo, motilidade intestinal é apenas uma maneira “bonita” de dizer ‘velocidade da digestão’ ou ‘velocidade de evacuação'” – explica a doutora Bianca.

Recentemente a Dra. Bianca lançou um vídeo demonstrando um ritual matinal de 7 segundos que pode ser feito em casa para eliminar esses resíduos tóxicos.“Você se sentirá leve como uma pluma após eliminar esses resíduos tóxicos de uma vez por todas”, afirma a doutora.“Quando você está constipado, as toxinas começam a se acumular no intestino, e isso pode causar azia, gases, inchaço, ganho de peso inexplicável, ou até mesmo tirar o prazer de saborear seus alimentos favoritos” – explica a doutora.Mais preocupante ainda, isso pode causar um supercrescimento bacteriano, síndrome do intestino irritável, ou até mesmo a síndrome do intestino permeável, onde o conteúdo intestinal acaba vazando para o restante do corpo.Ela acrescenta: “Isso pode desencadear uma série de problemas misteriosos. Pode começar com mau hálito, odor corporal, olheiras, ou aquela gordura abdominal persistente, mas rapidamente evoluir para alergias alimentares, constipação severa, ou até mesmo condições mais graves, como falência de órgãos ou doenças do cólon. E tudo isso começa com a digestão ficando mais lenta e congestionada.”

A Dra. Bianca ressalta a gravidade da situação, afirmando: “Toda doença começa no intestino porque existem 80.000 vasos sanguíneos ao redor dele. Então, o que quer que aconteça ali é transportado para quase todos os outros principais sistemas do corpo – confusão mental, fadiga, dores nas articulações, cansaço, mau hálito, desejos por doces e outras comidas processadas, ganho de peso inexplicável, gordura corporal que você simplesmente não consegue eliminar.” O impacto não se limita aos órgãos internos. “Você também pode sofrer com irritações na pele porque, além dos intestinos, a pele é a outra via de eliminação do corpo”, observa a Dra. Bianca. “Isso pode resultar em psoríase, eczema, urticária, rosácea e outras erupções cutâneas dolorosas e com coceira também.” Para quem se sente preso, inchado e constipado, o vídeo da Dra. Bianca apresenta uma solução eficaz. “É como um lava-jato de alta pressão para o seu interior”, ela explica. “Isso vai fazer seu sistema voltar a funcionar, desobstruindo seus intestinos, e você se sentirá de 4 a 7 kg mais leve quase que instantaneamente.”

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