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Mobilização nacional contra a poliomielite ocorre neste sábado (8)

Unidades básicas de saúde de todo o país participam do “Dia D” da Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite, neste sábado (8). O Ministério da Saúde quer vacinar, no mínimo, 95% do público-alvo, composto por cerca de 13 milhões de crianças com menos de cinco anos. 

O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações (DPNI) do Ministério da Saúde, Eder Gatti, lembra que o Brasil não registra casos da poliomielite há 35 anos, mas que o vírus causador da doença continua circulando em outros países. Daí a importância de profissionais de saúde, pais e responsáveis se envolverem na campanha que está em curso. 

“A poliomielite é uma doença que, por décadas, causou paralisia e morte em muitas crianças. Só que essa doença não faz mais parte do nosso cenário epidemiológico graças à vacinação e o Brasil, desde 1989, não registra nenhum caso. Embora tenhamos eliminado a doença, ela ainda existe no mundo e pode ser reintroduzida no nosso país. Por isso, é muito importante que os pais levem seus filhos menores de cinco anos para checar a caderneta e fazer a vacinação”, recomenda. 

A nível global, a poliomielite ainda é uma endemia no Afeganistão e no Paquistão. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), entre 1º de janeiro e 23 de abril deste ano, 13 casos de paralisia infantil causados pelo poliovírus selvagem foram registrados nesses dois países, sendo seis no primeiro e sete no segundo. Em um mundo globalizado, o fato de a doença não ter sido erradicada em outras nações é uma ameaça mesmo para países onde não há ocorrências da pólio há décadas, caso do Brasil. 

Poliomielite: campanha deste ano se tornou fundamental

A mobilização deste ano ganhou ainda mais importância por dois motivos. O primeiro deles é o alerta da Comissão Regional para a Certificação da Erradicação da Poliomielite na Região das Américas (RCC) que, no ano passado, classificou o Brasil como de alto risco para a reintrodução do poliovírus — causador da paralisia infantil.  Além disso, a partir do segundo semestre de 2024, as duas doses da Vacina Oral Poliomielite (VOP) serão substituídas por uma dose da Vacina Inativada Poliomielite (VIP). A recomendação vigente é de que as crianças recebam três doses da VIP ainda no primeiro ano de vida, aos dois, quatro e seis meses de idade. Aos 15 meses, devem tomar o primeiro reforço oral (gotinha) e, aos quatro anos, o segundo.  Com a mudança, as crianças que completarem as três primeiras doses precisarão apenas de uma dose de reforço, aos 15 meses de idade. A segunda dose de reforço, que hoje é aplicada aos quatro anos, não será mais necessária. A transição das gotinhas para a vacina intramuscular visa maior eficácia do esquema vacinal. 

Poliomielite: estados e municípios se mobilizam 

Embora tenham autonomia para se mobilizar em outras datas, estados e municípios pretendem participar do Dia D neste sábado. No Ceará — que começou a campanha antecipadamente —, as doses estarão disponíveis em mais de 2,5 mil salas de vacinação, de acordo com a Secretaria da Saúde estadual. 

Além do Ceará, o Distrito Federal e os estados de Goiás, Paraíba, Pernambuco, Sergipe, Tocantins, Amapá, Roraima, São Paulo e Santa Catarina confirmaram ações de vacinação ao longo do dia.   Municípios de outros estados também vão participar do dia D: Curitiba e Ji-Paraná (PR); Vila Velha e Barra de São Francisco (ES); Rio de Janeiro e São Gonçalo (RJ); Betim e Uberlândia (MG); Rondonópolis (MT); Naviraí e São Gabriel do Oeste (MS); Porto Velho (RO); Teresina (PI); Timon (MA); Itabuna e Teixeira de Freitas (BA); e Natal (RN). Sem alcançar a meta de imunização de 95% desde 2017, Santa Catarina vai se mobilizar para vacinar o maior número possível de crianças. A cobertura, no entanto, vem aumentando nos últimos anos. Chegou a 90% em 2023. A expectativa é de aumentar o patamar de protegidos este ano.  No estado de São Paulo, a cobertura foi de 85% no ano passado, mas as autoridades de saúde locais esperam atingir a meta ideal este ano. No estado, municípios como Presidente Prudente confirmaram a mobilização. Na cidade, todas as 29 salas de vacinação estarão abertas das 8h às 14h. 

Sergipe também prepara ações para conscientizar a sociedade sobre a importância da vacinação contra a paralisia infantil. Gerente de Imunização da Secretaria de Estado da Saúde de Sergipe (SES-SE), Ilani Paulina da Silva diz que a campanha é primordial para evitar a volta da pólio ao Brasil.  

Confira quais os sintomas mais frequentes: 

•    Febre
•    Mal-estar
•    Dor de cabeça
•    Dor de garganta 
•    Dor no copo
•    Vômito
•    Diarreia
•    Constipação
•    Espasmos
•    Rigidez na nuca
•    Meningite 

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PISO DA ENFERMAGEM: publicada portaria que estabelece valores da assistência financeira de maio

Os recursos complementares para o pagamento do piso de enfermagem referentes ao mês de maio já estão disponíveis para consulta. O Ministério da Saúde publicou a Portaria GM/MS nº 4.124/2024, que estabelece os valores da parcela relacionados ao repasse da assistência financeira. Essa medida está em conformidade com as diretrizes do Título IX-A da Portaria de Consolidação GM/MS nº 6, de 28 de setembro de 2017. 

A cada mês, o Ministério da Saúde edita portaria para atualizar os valores, corrigir informações e identificar a forma pela qual os repasses devem ser feitos para os municípios, como explica a advogada especialista em direito do trabalho, Isaura Oliveira. “Quando o STF decidiu sobre o piso salarial da enfermagem, ele trouxe uma coisa chamada regionalização. E o que isso significa? Significa que os hospitais de cada estado podem negociar com os sindicatos do seu estado de acordo com as suas condições financeiras e as necessidades do estado”, destaca. 

Segundo o Ministério da Saúde, a portaria entrou em vigor na data da publicação (27), estabelecendo as diretrizes para a execução dos repasses financeiros referentes ao exercício de 2024. De acordo com a pasta, os valores determinados para o repasse foram definidos com base nos critérios do artigo 1120-C da referida Portaria de Consolidação.

Repasses

A advogada lembra que é importante que os gestores acompanhem os dados, a atualização e a confirmação das informações de cadastro dos profissionais. As entidades públicas também precisam ficar atentas. Os dados ficam disponíveis através do InvestSUS.

A discussão sobre o piso salarial da enfermagem está em pauta no Brasil há anos. Em 4 de agosto de 2022, a lei n.° 14.434 estabeleceu um valor mínimo de salário para enfermeiras, técnicas em enfermagem, auxiliares de enfermagem e parteiras em todo o país. Posteriormente, a Emenda Constitucional n.° 127/2022 determinou que caberia à União prestar assistência financeira complementar aos estados, municípios, Distrito Federal e entidades filantrópicas.  Tentamos entrar em contato com o Ministério da Saúde para saber se os valores já foram disponibilizados, mas até o fechamento da matéria não tivemos um retorno.

Fonte: Brasil 61

Entenda situação dos municípios com derrubada do veto que limitava recursos da saúde

Com a derrubada do veto que fixava um limite para os recursos destinados ao Sistema Único de Saúde (SUS), por meio de emendas parlamentares aos municípios-sede de consórcios públicos, quem vai se beneficiar é a população. A opinião é do economista Aurélio Trancoso. Para ele, a medida vai permitir que os repasses cheguem, principalmente, em municípios menores, que atualmente têm dificuldades para investir no setor por falta de recursos. 

“Os municípios podem receber mais dinheiro agora através de emendas parlamentares para que a saúde possa melhorar. Eu acho que é uma grande saída para os municípios que sofrem muito com a área de saúde. A área de saúde é muito deficitária no Brasil, principalmente relacionada ao SUS. A gente vê que o governo investe muito pouco e a população sofre muito com isso. Então eu acho que essa derrubada do veto foi muito interessante”, avalia.

Na última terça-feira (28), o Congresso Nacional derrubou uma série de vetos presidenciais à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO — Lei 14.791, de 2024) deste ano. Entre eles estava o dispositivo que limitava o repasse fixado dos recursos destinados ao Sistema Único de Saúde (SUS) por meio de emendas parlamentares. 

Segundo o consultor de orçamento César Lima, significa que, hoje, se os municípios juntos têm 10 milhões em teto, o consórcio vai ter um outro teto de 5 milhões separado do teto dos municípios.  “Os municípios terão um aumento, por assim dizer, da margem para utilização de recursos, oriundos de emendas parlamentares, para o financiamento desses consórcios públicos, que são quando dois ou mais municípios se juntam para criar, por exemplo, um hospital regional, para atender uma população de uma determinada região independente do município. Então isso daí é muito positivo para a pauta municipalista”, analisa.

Antes do veto

Anterior ao veto, os recursos oriundos de emendas parlamentares para consórcio de saúde estavam sujeitos aos limites fixados para repasses aos Municípios-sede do consórcio – local onde está situada a administração municipal. De acordo com a Confederação Municipal dos Municípios (CNM) a flexibilização dos limites para Município-sede de consórcios, em relação a recursos de emendas para saúde, foi inserida na LDO 2020 e se manteve até 2022 sem questionamentos. No entanto, a regra, prevista por texto de emenda à Lei de Diretrizes Orçamentárias para 2023 (LDO 2023), recebeu veto presidencial. Em análise no Congresso Nacional, o veto foi mantido pelos parlamentares em sessão em 15 de dezembro. 

Na opinião do economista especializado em orçamento Roberto Piscitelli, as emendas parlamentares aumentam o poder de barganha e a influência dos parlamentares junto aos municípios que poderão ser beneficiados por essas emendas. “Essas emendas parlamentares já representam mais de 50 bilhões, é uma fatia muito importante do orçamento. Então isso é mais um avanço, digamos assim, no que se poderia considerar a prerrogativa do Legislativo, que se atribuiu de ter um maior protagonismo em matéria orçamentária, aumentar a influência em relação à destinação dos recursos, aumentar o volume de recursos que são transferidos aos municípios através de emendas parlamentares”, ressalta.

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Brasil possui 2,8 médicos para cada mil habitantes; distribuição por regiões é desigual

No Brasil, há atualmente  575.930 médicos ativos, o que equivale a uma proporção de 2,81 profissionais por cada mil habitantes. As informações são da Demografia Médica CFM – Dados Oficiais sobre o Perfil dos Médicos Brasileiros 2024. Para o Conselho Federal de Medicina (CFM), o aumento foi motivado por fatores como a ampliação do ensino médico e o aumento na procura por serviços de saúde.

O maior crescimento no número de médicos ocorreu entre 2022 e 2023, quando o número foi de 538.095 para 572.960, representando um aumento de 6,5%.

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Paulo Bonilha, pediatra e sanitarista do Sistema Único de Saúde (SUS), afirma que esse número deve ser comemorado, pois há cerca de 12 anos, o Brasil tinha aproximadamente 1,2 médicos para cada mil habitantes. “Isso representa o maior acesso da população à médicos. É uma vitória de uma política pública do Ministério da Saúde, o programa Mais Médicos, que investiu na ampliação de faculdades de medicina. E o estímulo à vinda de médicos do exterior, emergencialmente, para garantir a assistência à população brasileira”, aponta o pediatra.Apesar do aumento de médicos no Brasil, Bonilha destaca que o número está distante da recomendação da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que é de 3,5 médicas para cada mil habitantes. “O Brasil vai atingir esse número por volta de  2030, só daqui 6 anos. Por outro lado, atingindo essa meta recomendada, ainda tem outros desafios a serem enfrentados, por exemplo, a qualidade desses profissionais”, explica.

Distribuição

De acordo com o estudo, o aumento no número de médicos ao longo das últimas décadas não foi acompanhado por uma distribuição igualitária em todo o país. O Sudeste possui a maior densidade e proporção de médicos, com 3,76 profissionais por mil habitantes e abriga 51% do total de médicos.  Por outro lado, o Norte apresenta a menor proporção de médicos, com apenas 1,73 profissionais por mil habitantes. No Nordeste, embora contenha 19,3% dos médicos e 26,8% da população, o número é de 2,22 médicos por mil habitantes. 

Cesar Lima, especialista em orçamento, afirma que o estudo remonta um problema estrutural antigo do Brasil, e que apesar de programas como o Mais Médicos terem conseguido resolver parte disso, ainda é um desafio. 

“Enquanto no Sul temos quase oito médicos para cada mil habitantes, no interior do Amazonas não chegamos a um quarto de profissionais para cada mil habitantes, nós temos 0,2 médicos para cada mil. Eles preferem ficar em grandes centros, nas cidades maiores, até pelas condições de trabalho. Você tem equipamentos, mais capacidade de atendimento e de suporte à vida do que no interior do Amazonas ou do Maranhão, por exemplo”, ressalta Lima.

Nas capitais, a média de médicos por mil habitantes atinge o nível de 7,03, enquanto nas cidades do interior o número cai para 1,89.

Brasil 61

Prorrogado prazo de envio da documentação para retomada de obras da Saúde nos municípios

O prazo para gestores municipais enviarem documentação para repactuações de obras da Saúde foi prorrogado até dia 23 de junho. A prorrogação consta na Portaria 551/2024 do Ministério da Saúde (MS), publicada em 27 de maio. A medida formalizou o que foi anunciado na XXV Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, que aconteceu de 20 a 23 deste mês. Segundo a Confederação Nacional de Municípios (CNM) houve baixo envio de documentação. E, agora, alerta para adesão de gestores municipais. O pacto oportuniza a retomada de obras como Unidades Básicas de Saúde (UBS), academias da saúde, bem como construção e ampliação de Unidades de Pronto Atendimento, Centros de Atenção Psicossocial (Caps) e de Unidades de Acolhimento e Centros Especializados em Reabilitação (CERs).

A decisão de estender o prazo para o envio de documentação dos municípios alterou a Portaria 3.084/2024, que trata do Pacto Nacional pela Retomada de Obras e de Serviços de Engenharia Destinados à Educação Básica e Profissionalizante e à Saúde. Inicialmente, o prazo terminava em 24 de maio. 

Obras paradas

A CNM aponta que, mesmo com o prazo prorrogado, há necessidade de outras ações para garantir a conclusão de quase duas mil obras da saúde, que devem ser repactuadas nos Municípios. 

Serviço

Os municípios que não conseguiram enviar a documentação para retomada de obras paradas, paralisadas ou abandonadas vinculadas ao MS, devem fazer uma Manifestação de Interesse (MI) junto ao Ministério no sítio eletrônico do InvestSUS. De acordo com a portaria 3.084/2024, que trata do pacto, deverá haver a apresentação de uma MI específica para cada obra ou serviço de engenharia.

Os gestores devem apresentar documentos, análise e diligências técnicas, caso sejam necessárias, bem como atualização do Sistema de Monitoramento de Obras (Sismob).

O Ministério da Saúde disponibilizou um passo a passo para solicitar a retomada de obras. Há, ainda, uma cartilha com orientações de como aderir e o que é a iniciativa.
Fonte: Brasil 61

Covid-19: Público prioritário do Recife (PE) já pode receber doses da nova vacina

O Recife começou, nesta quarta-feira (22), a vacinação contra o Covid-19 com o novo imunizante da fabricante Moderna. A vacina monovalente protege contra a cepa XBB — em maior circulação atualmente, segundo o Ministério da Saúde. A vacinação na capital está sendo feita em 170 salas espalhadas pelos 8 distritos sanitários do município.A gerente do programa de imunização do Recife, Nádia Carneiro, explica que em alguns pontos de maior circulação terá vacinação todos os dias da semana. “Essa estratégia de colocar vacinação de domingo a domingo é para atingir pessoas que não podem comparecer aos postos de saúde de segunda a sexta-feira, no horário tradicional”.Segundo a Secretaria de Saúde estadual, o Ministério enviou um primeiro lote com 103,6 mil doses do imunizante monovalente, que está sendo distribuído para os 184 municípios do estado — de acordo com os critérios populacionais previstos pela pasta. Cada cidade deve executar suas estratégias de vacinação de acordo com a realidade local.A expectativa dos resultados dessa cobertura vacinal é grande, como explica a gerente de imunização da capital pernambucana. “Esse momento da nova atualização da cepa da composição da vacina do Covid é uma marco significativo, assim como foi da bivalente, é um marco também a vacina fazer parte do calendário de rotina infantil.E para o grupo prioritário, é muito importante que esta vacina esteja disponível, porque é a composição adequada de maior circulação, para que a gente tenha uma proteção com mais eficiência”.

Nova vacina contra Covid-19: distribuição nacional das doses

Ao todo, o Ministério da Saúde comprou 12,5 milhões de doses de imunizantes e iniciou a distribuição às 27 unidades da federação. Número que, conforme informa o Ministério, será suficiente para atender a todos que precisam neste momento. E avisa que  não vão faltar doses para o público prioritário.  O diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunizações, Eder Gatti, ressalta a proteção que o novo imunizante oferece. “Estamos trazendo uma vacina nova que tem uma cobertura para o tipo de vírus mais atual, que mais circula neste momento. É uma vacina cuja plataforma é de RNA mensageiro. Ela é segura e ela traz proteção contra uma cepa omicron que circula mais”.

Nova vacina contra Covid-19: público-alvo

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Dengue: quase todos os estados brasileiros têm tendência de queda

BRASÍLIA (AGÊNCIA BRASIL) – Boletim divulgado nesta terça-feira (14) pelo Ministério da Saúde aponta que não há mais nenhum estado brasileiro com tendência de aumento de casos de dengue. Enquanto Maranhão e Mato Grosso registram tendência de estabilidade de casos da doença, todas as demais unidades da Federação apresentam tendência de queda.“Nós já vimos que a ordem natural ou o padrão é que, na próxima semana, esses dois estados já entrem em tendência de queda. Entre uma e duas semanas., esse tem sido o padrão dessa epidemia de 2024 no Brasil”, avaliou a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Ethel Maciel.Os números mostram que, atualmente, o país segue com 10 decretos de emergência por dengue nos seguintes estados: Amapá, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. “A tendência é que esses estados revoguem os decretos a partir do momento em que atingirem menos de 300 casos por 100 mil habitantes”.Há ainda, segundo o boletim, 632 decretos municipais de emergência por dengue em vigência, sendo que a pasta revisa, neste momento, mais de 500 deles. “É uma situação muito diferente do que nós víamos há alguns meses. Estamos agora em outro momento dessa epidemia no Brasil”, completou Ethel.“Nossa estimativa é que, a partir do momento em que decretam emergência, eles devem ficar de três a quatro meses com esses decretos [em vigência]”, explicou. “Mesmo com essa tendência de queda da maioria dos estados, continuaremos a repassar [recursos] porque a tendência é que a epidemia, em cada um desses locais, dure de três a quatro meses”.

Números

Os dados mostram que o país contabiliza, em 2024, um total de 4.797.362 casos prováveis de dengue – uma média de 2.362,5 casos para cada grupo de 100 mil habitantes, incluindo 53.660 casos de dengue grave ou dengue com sinal de alarme. Há ainda 2.576 óbitos pela doença confirmados e 2.628 em investigação.

Em 24 dias, Pernambuco aplicou apenas 5% das vacinas contra dengue; faixa etária é ampliada

Levantamento do Programa de Imunizações de Pernambuco (PEI-PE) mostra que, até o momento, apenas 3.640 doses das vacinas contra dengue (5% do lote) foram aplicadas no Estado, o que comprova a baixa procura pelo imunizante. No dia 5 de abril, a Secretaria Estadual de Saúde (SES-PE) recebeu, do Ministério da Saúde, um lote 72.020 doses, já encaminhadas aos municípios. Mas, até o momento, só 5% foram aplicadas e registradas pelas gestões locais no sistema de informação.

Com doses sobrando nos postos de saúde, Pernambuco amplia a faixa etária de acesso à vacinação contra a doença. A partir de agora, crianças e adolescentes entre 10 a 14 anos de idade podem ser imunizadas. Anteriormente, no Estado, a orientação era vacinar meninos e meninas com 10 e 11 anos.Em Pernambuco, 20 municípios são contemplados pela estratégia. A medida de ampliação foi recomendada diante da baixa procura por vacinação nessas cidades, iniciada há cerca de duas semanas.“É importante destacar que, nesse cenário de aumento de casos de dengue e por ocasião da disponibilidade de doses, especialmente para faixa etária de 10 a 14 anos, é importante que a população busque a vacinação de suas crianças e adolescentes”, destaca a superintendente de Imunizações da SES-PE, Jeane Tavares Torres.“A vacina contra dengue protege contra os quatro sorotipos, sendo o três e quatro de ressurgimento nos últimos anos. A faixa etária (contemplada com a imunização) está suscetível a eles.”

Veja quais cidades de Pernambuco vacinam crianças e adolescentes contra dengue: 

A imunização é destinada a crianças e adolescentes de 10 a 14 anos das seguintes cidades de Pernambuco: Recife, Paulista, Jaboatão dos Guararapes, Vitória de Santo Antão, Cabo de Santo Agostinho, Igarassu, Camaragibe, Abreu e Lima, Olinda, Chã Grande, Araçoiaba, São Lourenço da Mata, Chã de Alegria, Moreno, Ilha de Itamaracá, Ipojuca, Glória do Goitá, Fernando de Noronha, Pombos e Itapissuma.

jc

6 chás para limpar o organismo e auxiliar no emagrecimento

Beber uma xícara de chá diariamente não precisa ser um hábito exclusivo dos ingleses, você também pode adotar essa prática para aproveitar os benefícios, especialmente quando falamos dos chás detox. Isso porque, nesse caso, a infusão desempenha um papel importante na promoção de um estilo de vida saudável, uma vez que favorece a desintoxicação do organismo e a perda de peso, enquanto hidrata o corpo e fortalece o sistema imunológico. Chá de casca de abacaxi com gengibre e hortelã

Chá de casca de abacaxi com gengibre e hortelã 
Ingredientes 
Casca de 1 abacaxi 
1 xícara de chá de folhas de hortelã 
1 gengibre cortado em rodelas 
1/5 l de água
Mel a gosto 
Modo de preparo
Em uma panela, coloque a casca de abacaxi, as folhas de hortelã e o gengibre e cubra com água. Leve ao fogo médio para cozinhar por 15 minutos, após levantar fervura. Desligue o fogo, coe o chá, adoce com mel e sirva em seguida.

Chá de capim-limão com hortelã 
Ingredientes 
1 l de água 
2 colheres de sopa de folhas de capim-limão 
1 colher de sopa de folhas de hortelã 

Modo de preparo 
Em uma panela, coloque a água e leve ao fogo médio até levantar fervura. Desligue o fogo, adicione as folhas de capim-limão e hortelã, tampe e deixe descansar por 5 minutos. Depois, coe e sirva em seguida. 

Chá de erva-doce com gengibre 
Ingredientes 
2 colheres de sopa de erva-doce
500 ml de água 
1 pedaço de gengibre
Mel a gosto 
Modo de preparo
Em uma panela, coloque a água e leve ao fogo médio para ferver. Após, desligue o fogo, acrescente a erva-doce e o gengibre, tampe e deixe descansar por 10 minutos. Coe o chá, adoce com o mel e sirva em seguida. 

Chá de ameixa
Foto: Erhan Inga | Shutterstock / Portal EdiCase
Chá de ameixa 
Ingredientes 
3 ameixas-pretas
1 xícara de chá de água 
Modo de preparo
Com a ajuda de uma faca, retire os caroços das ameixas e amasse a fruta. Transfira para um recipiente, adicione a água e deixe descansar por 24 horas. Após, disponha a mistura em uma panela e leve ao fogo médio para cozinhar por 5 minutos, após levantar fervura. Desligue o fogo, coe o chá e sirva em seguida. 

Chá de boldo 
Ingredientes 
1 colher de sopa de folhas de boldo
400 ml de água 
Mel a gosto 
Modo de preparo
Em uma panela, coloque a água e as folhas de boldo e leve ao fogo médio para cozinhar por 5 minutos, após levantar fervura. Desligue o fogo, tampe a panela e deixe descansar por 5 minutos. Depois, coe o chá e adoce com o mel. Sirva em seguida. 

Chá de laranja, gengibre e canela
Ingredientes
1/2 xícara de chá de água
5 rodelas de gengibre
1 canela em pau
1/2 xícara de chá de suco de laranja
Raspas de laranja a gosto
Mel para adoçar
Modo de preparo
Em uma panela, coloque a água, o gengibre, a canela, o suco e as raspas de laranja e leve ao fogo médio até levantar fervura. Desligue o fogo, tampe e abafe por 5 minutos. Depois, coe o chá, adoce com mel e sirva em seguida.

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Você sabe quais são os sinais da dengue na pele? Saiba quais cuidados para a prevenção

A picada do Aedes aegypti, vetor da dengue, não gera incômodos, mas pode culminar em sintomas severos dentro de até 10 dias. O vírus pode causar uma ampla gama de ocorrências, desde uma doença semelhante à gripe até formas graves da doença. Os sinais mais comuns incluem febre alta, dores musculares e articulares, dor de cabeça intensa, náuseas e vômitos. Uma vez infectada, a pessoa pode ter complicações graves, especialmente se não receber tratamento adequado.

Diante desse cenário, a prevenção é fundamental na luta contra a dengue, e há formas eficazes de prevenir o mosquito:

1. O Aedes aegypti se reproduz em água parada. Portanto, é essencial eliminar todos os recipientes que possam acumular o líquido ao redor da casa, como vasos de plantas, pneus velhos, garrafas vazias e recipientes de plástico. Além disso, é necessário virar os recipientes de cabeça para baixo, a fim de evitar o acúmulo de água;

2. O uso de repelentes também é um importante aliado para a prevenção da doença. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), repelentes industriais com o princípio ativo icaridina são os mais indicados;:

3. Colocar telas em janelas e portas pode ajudar a impedir a entrada de mosquitos dentro de residências. Além disso, dormir sob um mosquiteiro pode oferecer proteção adicional durante a noite;

4. Vestir roupas que cubram a maior parte do corpo, como calças compridas e camisas de manga longa, pode reduzir a exposição às picadas de mosquito.

Para amplificar o tratamento da doença, a prefeitura de São Paulo ampliou o horário de funcionamento de Assistências Médicas Ambulatoriais (AMAs) para até às 22h, além de contratar cerca de 500 médicos para reforçar os atendimentos.

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Caruaru entra na lista de municípios de Pernambuco com alta incidência de dengue; veja outras 36 cidades do Estado em índices epidêmicos

O mais recente boletim epidemiológico de arboviroses, divulgado nesta semana pela Secretaria de Saúde de Pernambuco (SES-PE), mostra que o município de Caruaru (e outros 36 no Estado – veja lista ao final desta reportagem), no Agreste do Estado, desponta com alta incidência de dengue (301,5 casos para cada 100 mil habitantes). Essa taxa preocupa: a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera que taxas acima de 300 casos/100 mil habitantes indicam situação epidêmica. Para se ter ideia do avanço da dengue, Caruaru acumula 1.140 casos prováveis de dengue este ano, conforme destaca o boletim da SES-PE. No mesmo período de 2023, foram notificados 3 casos prováveis da doença na cidade.  Já o balanço da Secretaria de Saúde de Caruaru, divulgado nesta semana, informa 828 casos prováveis de dengue, com incidência de 219/100 mil habitantes (incidência moderada).Os dados de dengue deste ano dos boletins do Estado e da Prefeitura de Caruaru correspondem até o dia 30 de março, mas estão divergentes, provavelmente por terem sido captados em datas diferentes no Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan Net).  Com o atual coeficiente de incidência (tanto o do Estado quanto o do município), é preciso adotar medidas efetivas de controle do vetor: o mosquito Aedes aegypti. Nesse cenário, é fundamental intensificar as visitas domiciliares dos imóveis pelos agentes de endemias e reforçar mutirões de limpeza urbana, a fim de melhorar a coleta e a destinação adequada de resíduos sólidos. Em nota ao JC, a Secretaria de Saúde de Caruaru, por meio da Vigilância em Saúde, informa que segue todos os protocolos ministeriais recomendados para o controle do Aedes aegypti, como visita domiciliar, com prioridade para as localidades com maior incidência de casos e maior presença do vetor.

ELVIS EDSON./PREFEITURA DE CARUARU
Agentes de saúde vão a escolas municipais orientam sobre prevenção e combate ao mosquito – ELVIS EDSON./PREFEITURA DE CARUARU

“Nessas visitas, são realizadas ações de eliminação de focos com tratamento mecânico e, quando necessário, tratamento biológico (aplicação de peixes larvófagos), além do tratamento químico (aplicação de larvicida). Também é realizada a visita quinzenal em pontos estratégicos, que são locais mais vulneráveis para a proliferação do vetor (borracharias, ferros-velhos, depósitos de materiais de construção, feira de flores)”, destaca a secretaria. Além dessas atividades previstas, segundo a pasta, o município conta com o programa “Gestante Segura”, específico de Caruaru e voltado para o monitoramento mensal nas residências das gestantes cadastradas, “por ser um importante grupo de risco das arboviroses”. Também estão em desenvolvimento, em todo o município, ações de mobilização social, denominada “Caravana da Saúde e Cidadania”. A secretaria informa qie, nessas ocasiões, são realizadas não apenas as ações de rotina, mas também panfletagem e distribuição de peixes larvófagos para combater o mosquito.Outra ação, de acordo com o município, é o Programa “Aprender com Saúde”, em parceria com a Secretaria de Educação de Caruaru. A atividade contempla trabalhos em sala de aula de toda a rede educacional da cidade, com o tema associado a arboviroses. “Foram realizados também, durante a Semana Santa, no Roteiro da Paixão (locais que receberam turistas em Caruaru neste período – Alto do Moura, Feira de Artesanato e Entrada da Vila de Cachoeira Seca, na Zona Rural, entre outros), ações de bloqueio de controle vetorial, que contempla as ações de rotina como eliminação de focos com aplicação de larvicida e colocação de peixes nos reservatórios de água, além de orientações de saúde”, acrescenta a nota. 

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Brasil atinge 1.116 óbitos por dengue em 2024 e bate recorde de mortes pela doença

O Brasil atingiu na segunda-feira, 8, a maior quantidade de mortes confirmadas por dengue no País ao longo de um ano desde o início da série histórica, em 2000. De acordo com a última atualização do Painel de Monitoramento de Arboviroses do Ministério da Saúde, são 1.116 óbitos pela doença nas 13 primeiras semanas de 2024. O número supera as 1.079 vítimas registradas ao longo de todo ano passado, que detinha o recorde anterior. Na prática, contudo, esse número tende a ser ainda maior. Segundo a pasta, 1.807 mortes ainda estão em investigação.Em relação ao número de casos, 2024 já havia superado os anos anteriores ao final da 11ª semana. No momento, mais de 2,9 milhões de casos prováveis da doença foram registrados pelo Ministério da Saúde – o recorde anterior era de 1,6 milhão, em 2015.São Paulo é o Estado com a maior quantidade de óbitos por dengue registrados neste ano, com 220 mortes; seguido de Distrito Federal, 205; Minas Gerais, 175; Paraná, 107; e Goiás e Rio de Janeiro, com 93.O número de mortes em São Paulo, porém, é maior. Segundo os dados do governo paulista, já são 221 mortes pela doença, conforme mostrou o Estadão. Ou seja, uma a mais em comparação aos dados do Ministério da Saúde, que deverá acrescentar este e outros óbitos na próxima atualização do Painel de Monitoramento das Arboviroses.Vale destacar que a SES registrou mais de 1 milhão de casos de arboviroses (dengue, chikungunya e zika) no Estado em 2024, dos quais quase metade (478 mil) são de dengue. E, entre os casos de dengue, 571 são referentes a um quadro considerado grave – quando há vazamento de plasma ou acúmulo de líquidos, levando a situações de choque ou dificuldade respiratória.Dentre os municípios com a situação epidemiológica mais crítica, estão: Campinas, São José dos Campos, Ilhabela, Caraguatatuba, São Sebastião, Ubatuba e Ribeirão Preto.Devido à essa situação, no último mês, tanto o Estado quanto a cidade de SP decretaram situação de emergência em decorrência da doença. Sendo que, na capital, foram registrados mais de 157 mil casos prováveis de dengue em 2024, de acordo com a atualização feita na segunda-feira pelo Ministério da Saúde.Ainda segundo a pasta, a cidade de SP registrou 33 óbitos em decorrência da doença, sendo que outros 129 ainda estão em investigação.Segundo o Ministério da Saúde, nas últimas semanas a dengue tem mostrado sinais de arrefecimento na maior parte do País.O comunicado emitido pela pasta no início de abril informa que 20 unidades federativas apresentam tendência de estabilidade ou queda no número de casos da doença.De qualquer maneira, o cenário segue sendo de alerta, segundo a pasta. Ou seja, não é hora de baixar a guarda no combate e na proteção contra o Aedes Aegypti, mosquito transmissor da doença.

 

Sete estados e o DF têm tendência de queda nos casos de dengue

SAÚDE

Oito unidades federativas brasileiras já estão com tendência de queda consolidada no número de casos de dengue: Acre, Amazonas, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Piauí, Roraima e Distrito Federal. Os números foram divulgados nesta terça-feira (2) pelo Ministério da Saúde.“Os estados que estão com queda foi onde houve o início da epidemia. Para esses, a gente pode dizer que o pior já passou”, disse a secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde, Ethel Maciel, em entrevista coletiva. Outros sete estados ainda permanecem com tendência de aumento: Alagoas, Bahia, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Sergipe. Os outros 12 estados apresentam tendência de estabilidade .Apesar do cenário, o Ministério da Saúde diz que é preciso continuar a vigilância contra a doença. “Ainda requer atenção, precisamos que as pessoas continuem dedicando dez minutos contra a dengue, olhando os possíveis focos da larva. ainda é momento de acompanhamento”, alertou a secretária .Ela também apelou para que pais e mães levem seus filhos para vacinar nos municípios onde a imunização está disponível. Desde o início do ano, foram registradas 991 mortes por dengue em todo o país. Estão em investigação 1.483 óbitos. O número de casos prováveis da doença chegou a 2.624.300. Os casos de dengue grave e com sinais de alarme chegam a 24.218.De acordo com balanço divulgado pelo ministério, o coeficiente de incidência da doença está em 1.292,4 casos para cada grupo de 100 mil habitantes.

Vacina

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Mais 165 municípios serão contemplados com doses de vacinas contra a dengue

Foto: Rafael Nascimento/MS

OMinistério da Saúde definiu, nesta quarta-feira (27), a estratégia de ampliação da vacinação contra a dengue. Mais 165 municípios serão contemplados, observando os critérios estabelecidos quando da distribuição dos primeiros lotes: Regiões de Saúde com municípios de grande porte com alta transmissão nos últimos dez anos e população residente igual ou maior a 100 mil habitantes, levando também em conta altas taxas de transmissão nos últimos meses. O imunizante é destinado a pessoas de 10 a 14 anos, público que concentra a maior proporção de hospitalização pela doença. O esquema vacinal é composto por duas doses com intervalo de três meses entre elas. A previsão é que na próxima semana as doses redistribuídas comecem a ser utilizadas, a depender do processo de remanejamento próprio de cada localidade. Há 668 mil doses próximas do vencimento, previsto para 30 de abril: 523 mil em junho; e 84 mil em julho. Durante entrevista a jornalistas, hoje (27), o diretor do Departamento do Programa Nacional de Imunização (DPNI), Eder Gatti, explicou o esquema de ampliação de municípios contemplados. “Não podemos deixar essas doses vencerem. Diante disso, o Ministério trouxe uma solução: redistribuir, dentro das unidades federadas, ou seja, dentro dos estados, para municípios que ainda não foram contemplados”, disse. O remanejamento das doses próximas do vencimento para municípios dentro dos próprios estados será detalhado em nota técnica a ser divulgada ainda hoje. Mato Grosso do Sul não fará parte da redistribuição, pois todos os municípios do estado foram contemplados inicialmente. É também o caso do Distrito Federal – a unidade federativa que abriga a capital federal não possui municípios. O Amapá foi selecionado para receber as doses que sobraram dessas unidades federativas, considerando a situação epidemiológica do estado. 

Os novos municípios fazem parte de 11 Regiões de Saúde: 

  • Central – ES
  • Betim – MG
  • Uberaba – MG
  • Uberlândia/Araguari – MG
  • Recife – PE
  • Apucarana – PR
  • Grande Florianópolis – SC
  • Aquífero Guarani – SP
  • Região Metropolitana de Campinas – SP
  • São José do Rio Preto – SP
  • São Paulo – SP

Mais doses

O ministério recebeu nova remessa de doses contra a doença. Ao todo, 930 mil doses serão distribuídas para os 521 municípios inicialmente selecionados e para os 165 agora contemplados com a ampliação. “Enviaremos uma parte dessas doses para repor as que foram remanejadas em municípios inicialmente contemplados. Assim, garantiremos a continuidade da vacinação em locais com dose por vencer agora e que vão redistribuir. Nós também vamos garantir doses para aqueles municípios que estão vacinando bem, para que eles continuem a estratégia de vacinação”, disse Eder Gatti. A pasta reforça que as vacinas são um importante instrumento para frear o avanço da dengue no país. No entanto, diante da pouca oferta de doses por parte da fabricante, o foco segue na eliminação dos criadouros do mosquito. 

Apoio aos estados e municípios

Nesta semana, o Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública para Dengue e outras Arboviroses (COE-Dengue) promoveu seis visitas técnicas para dar apoio às ações de assistência e vigilância a estados e municípios. Os locais foram: Goiás, São Paulo (capital), São José dos Campos (SP), Ribeirão Preto (SP) e Campinas (SP), e Rio Grande do Sul. As visitas técnicas são customizadas ao que o estado ou município necessita, por exemplo, ajuda quanto ao manejo clínico. As visitas são previamente pactuadas com municípios e estados.   Até o momento, o Ministério da Saúde liberou R$ 93,5 milhões por meios das portarias para estados e municípios que institui recursos para localidades que decretarem emergência, seja por dengue ou outras emergências sanitárias. Os repasses ocorrem mensalmente. Os recursos são parte do R$ 1,5 bilhão reservado para esse fim. 

A pasta também destinou mais de R$ 300 milhões para o incremento financeiro federal do Componente Básico da Assistência Farmacêutica no Sistema Único de Saúde (SUS). A recomposição do orçamento se dará por meio de aumento retroativo e contempla medicamentos que tratam sintomas da dengue.  Nesta quarta (27), foram enviados 12 profissionais para atuarem na Unidade Básica de Saúde Indígena – 24 horas. São técnicos da gestão, médicos, enfermeiros e equipes assistenciais, que atuarão até 4 de abril no território indígena Guarita (municípios de Tenente Portela e Redentora, no Rio Grande do Sul). A decisão do envio de reforço técnico veio após a realização de uma missão exploratória na região.  Foi promovido, ainda, webinário objetivo qualificar os profissionais que fazem parte da Rede Nacional de Vigilância Epidemiológica Hospitalar (Renaveh) e outros interessados sobre a investigação de arboviroses, além de seminário com secretários estaduais e municipais de saúde para debater o desenvolvimento de medicamentos para doenças negligenciadas. 

Cenário epidemiológico

Até esta quarta-feira (27), o Brasil registra 2,3 milhões de casos prováveis de dengue e 830 mortes. Foram publicados 407 decretos municipais e 11 estaduais de emergência por causa da enfermidade.  A letalidade de óbito sobre o total de casos prováveis está em 0,04% entre a Semana Epidemiológica 1 a 12 deste ano ante 0,07% do mesmo período de 2023. Quanto à letalidade de óbito sobre o total de casos graves, o percentual está em 3,99% frente 5,28% no mesmo período do ano passado. Os índices, portanto, indicam redução na taxa de letalidade pela doença.

https://www.gov.br/

Recife vai receber doses da vacina contra dengue após redistribuição do Ministério da Saúde

 

O Ministério da Saúde vai distribuir a vacina contra a dengue para mais 154 municípios brasileiros. Entre eles, está o Recife.O anúncio foi feito nesta quarta-feira (27). Além do Recife, foram contemplados: Central (ES), Betim (MG), Uberaba (MG), Uberlândia/Araguari (MG), Apucarana (PR), Grande Florianópolis, Aquífero Guarani (SP), Região Metropolitana de Campinas (SP), São José do Rio Preto (SP) e São Paulo (SP).Dados do ministério indicam que, até o momento, 1.235.119 doses foram enviadas aos Estados e municípios desde o início da vacinação contra a dengue. Dessas, 534.631 foram registradas como aplicadas, enquanto 700.488 ainda não foram registradas. De todos os 521 municípios que receberam a vacina, 13 não enviaram dados para o governo federal. Além disso, 668 mil doses estão próximas do vencimento, previsto para 30 de abril. O diretor do Departamento de Emergência em Saúde Pública e do Centro de Operações de Emergências em Saúde Pública para Dengue e outras Arboviroses (COE-Dengue), Márcio Garcia, detalhou o esquema de ampliação de municípios contemplados. “A gente sabe que tem um quantitativo dessas doses que não foi aplicado. Não podemos deixar essas doses vencerem; é preciso utilizá-las. Diante disso, o Ministério da Saúde trouxe uma solução: redistribuir, dentro das unidades federadas, ou seja, dentro dos estados, para municípios que ainda não foram contemplados. “Segundo Garcia, a redistribuição para municípios dentro dos próprios estados será regulamentada por uma nota técnica publicada ainda hoje. Duas unidades federadas não têm municípios para remanejar as doses recebidas: o Distrito Federal, por uma característica local, e Mato Grosso do Sul, que foi contemplado em sua totalidade. “A solução que encontramos foi concentrar as doses próximas do vencimento dessas duas unidades federadas e, para facilitar a logística, encaminhar tudo para um estado só. Escolhemos o Amapá, considerando o quantitativo de doses que teremos, a concentração da população na capital e o número de municípios que o estado tem, sem falar na própria situação epidemiológica, que justifica esse remanejamento.”

Nova remessa

Ainda segundo Garcia, o ministério recebeu nova remessa de doses contra a dengue – a primeira comprada, já que a anterior foi doada pelo fabricante. Ao todo, 930 mil doses serão distribuídas para os 521 municípios anteriormente selecionados e para os 154 agora contemplados com a ampliação. “Enviaremos uma parte dessas doses para repor as que foram remanejadas em municípios inicialmente contemplados. Assim, garantiremos a continuidade da vacinação em locais com dose por vencer agora e que vão redistribuir. E também vamos garantir doses para aqueles municípios que estão vacinando bem. A ideia é que aquele município onde está acabando a dose receba mais para continuar a estratégia de vacinação”, explicou.”Decidimos seguir a lista que foi pactuada com representações de estados e municípios. Seguimos a ordem e vamos garantir a distribuição de doses para contemplar essas regiões. A ideia é encaminhar doses novas, doses com prazo de validade adequado para esses locais e, com isso,  contemplar mais 154 municípios na vacinação contra a dengue”, concluiu.

jc

5 alimentos perigosos para a saúde (que talvez você nem sabia)

Nem sempre é fácil discernir quais alimentos são verdadeiramente benéficos. Muitas vezes, opções que parecem inofensivas escondem segredos prejudiciais à saúde. E é exatamente essa questão que abordamos quando falamos sobre os alimentos ultraprocessados. Associados a uma série de problemas de saúde, como obesidade, diabetes tipo 2 e doenças cardiovasculares, esse grupo é considerado um dos maiores vilões dos tempos modernos. A seguir, descubra cinco alimentos que talvez você não saiba, mas que são prejudiciais à saúde:

5 alimentos prejudiciais à saúde que talvez você nem sabia

Saladas pré-prontas

As saladas pré-prontas podem parecer uma escolha saudável, mas muitas delas escondem segredos não tão saudáveis. Molhos com alto teor de açúcar, aditivos e aromatizantes frequentemente acompanham essas saladas. A melhor opção é preparar sua própria salada em casa, usando ingredientes frescos e molhos naturais.

Pão de forma

O pão de forma, um item básico em muitos lares, nem sempre é tão simples quanto parece. Muitos pães de forma contêm emulsificantes e corantes, tornando-os ultraprocessados. Ao comprar pão, opte por opções feitas apenas com ingredientes básicos, evitando aditivos prejudiciais.

Suco de frutas de caixinha

Os sucos de frutas de caixinha são frequentemente vistos como alternativas saudáveis aos refrigerantes, mas muitas vezes contêm grandes quantidades de açúcar, corantes e aromatizantes. Opte por sucos naturais ou coma frutas inteiras para obter todos os benefícios nutricionais sem os aditivos prejudiciais.

Barras de cereal

Nem sempre são uma opção saudável. As barras de cereal, frequentemente promovidas como lanches saudáveis, podem ser verdadeiras armadilhas. Muitas delas contêm uma lista longa de ingredientes, incluindo conservantes e adoçantes artificiais. Ao escolher barras de cereal, prefira aquelas com menos ingredientes e evite as com alto teor de açúcar e aditivos.

Iogurtes aromatizados

Os iogurtes aromatizados podem ser extremamente enganosos, com altos níveis de açúcar e adoçantes artificiais. Opte por iogurtes naturais e adicione frutas frescas para um toque doce natural, evitando assim aditivos e controlando a quantidade de açúcar em sua dieta. Para identificar e evitar alimentos ultraprocessados, fique atento a palavras-chave que indicam aditivos prejudiciais, como carboximetilcelulose, açúcar invertido, maltodextrina, frutose e xarope de milho com alto teor de frutose. Se um produto contém ingredientes que você nunca usaria em sua própria cozinha, é provável que seja ultraprocessado. Pesquisas recentes sobre alimentação saudável reforçam que optar por alimentos menos processados é a chave para uma dieta mais equilibrada. Escolha cereais com menos ingredientes, iogurtes naturais, pães simples e prepare suas próprias saladas frescas. Ao fazer escolhas alimentares conscientes, você protege sua saúde a longo prazo e desfruta de uma dieta mais nutritiva.

jc

Suíça autoriza repatriação de US$ 16,3 milhões de Paulo Maluf

Cerca de US$ 16,3 milhões (cerca de R$ 83 milhões, ao câmbio atual) do ex-prefeito de São Paulo e ex-deputado federal Paulo Maluf, depositados em contas da Suíça, vão ser repatriados ao Brasil por determinação do Supremo Tribunal Federal do país europeu. A informação é da Advocacia-Geral da União (AGU), coautora do pedido de repatriação, a partir de uma ação conjunta com o Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério da Justiça e da Segurança Pública (MJSP). Não há mais possibilidade de recursos por parte do político paulista, que está com 92 anos.  Segundo a AGU, a Suprema Corte suíça confirmou uma decisão do Tribunal Penal Federal daquele país, que já havia reconhecido, em dezembro do ano passado, o direito do Brasil de reaver o dinheiro. Casos de corrupção levaram Maluf a ser condenado, em 2017, pelo Supremo Tribunal Federal (STF), a sete anos de prisão e multa por lavagem de dinheiro, no âmbito da Ação Penal 863. O STF julgou que recursos de obras públicas na capital paulista, quando Maluf era prefeito, foram desviados por meio de doleiros e depositados em contas numeradas em, pelo menos, quatro países europeus.Como a defesa do político entrou com recurso contra a decisão do Tribunal Penal, o caso foi levado para a Corte Suprema suíça, que acatou os argumentos apresentados pelos órgãos brasileiros. “O sucesso no caso é fruto de importante cooperação entre autoridades nacionais e internacionais, e ficaremos muito satisfeitos com o retorno desses valores aos cofres públicos e à sociedade brasileira”, declarou a advogada da União Sara Lopes, que integra a Procuradoria Nacional da União de Assuntos Internacionais da AGU, por meio de nota.A diretora do Departamento de Recuperação de Ativos e Cooperação Jurídica Internacional do Ministério da Justiça, Carolina Yumi de Souza, a repatriação dos valores só foi possível graças à “atuação coordenada na cooperação jurídica internacional e pela utilização de ferramentas de tecnologia, por meio do Laboratório de Tecnologia contra Lavagem de Dinheiro (LAB-LD), para a recuperação de ativos, desde a identificação desses ativos até o seu efetivo perdimento”.

Entenda o caso

A decisão final da Corte suíça saiu em 2 de fevereiro, 10 anos depois da sentença do STF que condenou — em última instância — Paulo Maluf a devolver o dinheiro público desviado para a Europa. O ex-prefeito e mais 10 pessoas foram denunciados, no fim de 2006, pelo Ministério Público Federal em São Paulo, por lavagem de dinheiro proveniente da construção da Avenida Água Espraiada (atual Avenida Jornalista Roberto Marinho), em São Paulo. Na denúncia apresentada à 2ª Vara Criminal Federal, Maluf foi acusado de remeter ilegalmente dinheiro ao exterior, com apoio de doleiros e bancos instalados na Ilha Jersey — a maior das ilhas do Canal da mancha, entre Inglaterra e França —, unidade autônoma ligada ao Reino Unido vista como paraíso fiscal. A Justiça brasileira estima que foram desviados, só da obra de Água Espraiada, cerca de R$ 1 bilhão. Em 2014, o então ministro do Supremo Ricardo Lewandowski, atual ministro da Justiça, autorizou a PGR a pedir a repatriação de cerca de US$ 53 milhões (R$ 270 milhões) em contas na Suíça, na França, em Luxemburgo e em Jersey. Em outubro de 2017, Paulo Maluf foi condenado pelo Supremo a 7 anos e 9 meses de prisão, sentença confirmada pelo plenário da Corte em dezembro daquele ano. Depois de ver os últimos recursos (embargos) negados pelo STF, o ex-prefeito se apresentou à polícia em 22 de dezembro para começar a cumprir a pena. Em fevereiro de 2022, o ministro do Supremo Edson Fachin concedeu liberdade condicional ao ex-deputado, que cumpria a pena em regime de prisão domiciliar havia quatro anos. Um ano antes, a defesa do político revelou que ele sofre de demência e Alzheimer.

” Milhares de pessoas passam fome, falta de moradia, saúde pública educação. O que adianta tantos milhoes para chegar uma situação desta?”

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Chega a 81 o número de mortes por complicações com dengue no DF

O número mortes de pessoas com dengue, na capital federal, chegou a 81, de acordo com o painel de monitoramento do Ministério da Saúde divulgado na tarde desta quarta-feira (6/3). Outros 79 falecimentos estão sob investigação para verificar se têm relação com a doença. De acordo com o último boletim epidemiológico da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), publicado na segunda-feira (4/3), somente em 2024, a capital registrou 120.625 casos prováveis da infecção transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Nas 35 regiões administrativas da capital federal, a incidência da doença é alta em 28: Água Quente, Arapoanga, Brazlândia, Candangolândia, Ceilândia, Cruzeiro, Estrutural, Fercal, Gama, Guará, Itapoã, Lago Norte, Núcleo Bandeirante, Paranoá, Planaltina, Plano Piloto, Riacho Fundo I, Riacho Fundo II, Recanto das Emas, Samambaia, Santa Maria, SIA, Sol Nascente/Pôr do Sol, Sobradinho I, Sobradinho II, São Sebastião, Taguatinga, Vicente Pires, Varjão.

Vacina

Com o aumento de casos, além da baixa procura pela vacina Qdenga, o GDF decidiu, na terça-feira (5/3), ampliar a imunização para jovens de até 14 anos de idade. Até então, o imunizante era dado para crianças entre 10 e 11 anos. Os interessados em tomá-la podem procurar uma das Unidades Básicas de Saúde (UBS). Desde o início da campanha, o Distrito Federal recebeu 71.708 mil vacinas. Já foram aplicadas 33% das doses, 25.310 do total. As remanescentes vencem em 30 de abril, por isso a importância de os pais e responsáveis procurarem vacinar os filhos que estejam na faixa etária prevista.

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Tabela índice glicêmico das frutas: saiba quais frutas baixam glicose alta

As frutas adequadas para pessoas com diabetes devem ter um índice glicêmico médio para baixo, incluindo variedades como maçã, pera, laranja, mamão, cereja e outras. Para aqueles com diabetes, a atenção à alimentação é crucial, especialmente no que diz respeito a alimentos ricos em carboidratos e açúcares, como as frutas.Embora não haja uma lista de alimentos totalmente proibidos para pessoas com diabetes, o controle glicêmico individual determina quais frutas são mais adequadas. Algumas frutas podem elevar rapidamente os níveis de açúcar no sangue devido ao seu alto índice glicêmico (IG), prejudicando o controle da diabetes.

Qual o índice glicêmico das frutas?

Entender o IG das frutas é essencial para uma alimentação equilibrada e um controle eficaz da glicemia. O IG classifica os alimentos de acordo com sua capacidade de elevar os níveis de glicose no sangue:

– Baixo IG: 55.
– Médio IG: 56-69.
– Alto IG: 70.

Fatores como maturação, processamento e cozimento também influenciam o IG das frutas. Frutas secas, em calda, geleias e sucos artificiais devem ser consumidos com moderação devido ao seu alto teor de açúcar. É preferível consumir frutas frescas e inteiras, aproveitando ao máximo a casca e as fibras sempre que possível. Evitar ou consumir com moderação frutas com alto IG é fundamental para controlar a diabetes e manter uma saúde equilibrada. 

Índice glicêmico das frutas

FRUTA ÍNDICE GLICÊMICO
ABACATE 15
ABACAXI 59
AÇAÍ 86
BANANA 51
LARANJA 43
MAMÃO 56
MANGA 51
MAÇÃ 36
MELANCIA 76
MELÃO 65
MORANGO 40
PERA 33
PÊSSEGO 28
UVA 59
UVA PASSA 64

jc

Dengue: descarte irregular de lixo dificulta combate ao Aedes Aegypti

Na manhã deste sábado (2/3), mais de 60 profissionais da saúde atuaram no combate aos focos do mosquito da dengue e na conscientização de moradores do Sol Nascente, durante a oitava edição do Dia D de Combate à Dengue. Na capital federal, a mobilização nacional ocorre por meio do programa GDF Mais Perto do Cidadão. Foram realizadas visitas domiciliares para identificação de larvas do Aedes aegypti, orientações de prevenção, testes rápidos para a detecção da infecção e encaminhamento de pessoas que apresentassem sintomas da doença. A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), esteve presente e cobrou da população medidas de prevenção, especialmente em relação ao lixo. “A população precisa se comprometer em não fazer o descarte irregular. Precisamos mudar essa cultura, tem que ser de prevenção. Falta uma percepção da população sobre a gravidade do que estamos passando”, preocupou-se. Nas proximidades do Restaurante Comunitário, onde ocorreram as ações de combate, as ruas estavam limpas, tanto que se viram muitos garis trabalhando na localidade. Ao Correio, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) informou que retirou, de quinta-feira até ontem, 910 toneladas de resíduos descartados irregularmente nas regiões do Sol Nascente/Pôr do Sol e Ceilândia. A mesma equipe faz a limpeza das duas regiões simultaneamente, então não é possível separar a quantidade retirada de cada uma. Em nota, o órgão explicou que as ações de remoção de resíduos irregulares acontecem constantemente na região. “Em algumas áreas do Sol Nascente, por causa do aumento de casos de dengue, a limpeza está sendo feita todos os dias. Neste sábado, foi realizado o dia D de combate à dengue na região, com a participação do SLU, assim como de outros órgãos do GDF. Só hoje, mais de 100 toneladas de resíduos foram retiradas do Sol Nascente. Em relação à coleta convencional de resíduos, 640 toneladas foram recolhidas na região de quinta-feira a sábado”.O secretário adjunto de Governo, Valmir Lemos, reforçou: “Quando o lixo fica solto de qualquer maneira, ele pode virar um criadouro e, a partir daí, os focos do mosquito podem aumentar. Então, a gente pede que o descarte seja feito de forma adequada”, solicitou. Em duplas, bombeiros do Grupamento de Proteção Civil, inspecionaram residências para orientar moradores e identificar focos do mosquito. Em uma casa, na quadra 12, os profissionais encontraram um espaço, logo na entrada, com pequenos acúmulos de lixo e alguns mosquitos. “É preciso retirar essa capinha de celular do chão para evitar possível acúmulo de água, certo?”, orientou uma agente. No quintal, mais uma instrução: “O tambor, quando vazio, deve ficar com a ‘boca’ para baixo, também para não facilitar a proliferação de larvas”. 

  •  Brasília DF. Cidades. Dengue. Mato alto e água empoçada. Q 700, Sol Nascente.
    Brasília DF. Cidades. Dengue. Mato alto e água empoçada. Q 700, Sol Nascente.Carlos Vieira/CB/D.A.PressJaqueline Santos, 27, auxiliar de serviços gerais, está com sintomas há 15 dias
  • Jaqueline Santos, 27, auxiliar de serviços gerais, está com sintomas há 15 diasLUIS TAJES
  • Com dengue em casa, David Silva, 13, recebeu a visita de bombeiros e agentes de saúde
    Com dengue em casa, David Silva, 13, recebeu a visita de bombeiros e agentes de saúdeLUIS TAJES
  •  Matheus Rodrigues, 19:
    Matheus Rodrigues, 19: “Por aqui, só uma pessoa teve dengue, mas já se recuperou”LUIS TAJES
  • Celina Leão (c) e autoridades fizeram apelo à população:
    Celina Leão (c) e autoridades fizeram apelo à população: “Gravidade”LUIS TAJES

Orientações

Ainda nesse local, o adolescente David Silva, de 13 anos, descansava sobre uma rede, visivelmente esmorecido. Está com dengue. “Fiquei bem mal, com os olhos vermelhos, muita dor e febre alta”, contou. Os sintomas começaram na última segunda e não estão mais tão intensos. “Não procuramos hospital, porque ele estava bem fraco, então, evitamos mais cansaço e cuidamos por aqui mesmo”, disse a mãe, Marineide Silva, 42. A dona de casa suspeita que outra filha também esteja com a doença. 

Em outra residência, os bombeiros aplicaram pastilhas — que eliminam larvas do Aedes aegypti — em uma caixa d’água, cujo armazenamento se destina à limpeza do chão da casa. A orientação foi deixá-la sempre tampada. Ao verificar a calha, o sargento Medeiros, responsável pelo grupo, identificou folhas secas presas à estrutura. “Ainda que pequenas, elas também podem acumular água. Por isso, a importância de sempre manter o espaço limpo”, instruiu. A dona de casa Luciene Marques, 53, garantiu que tem feito a higienização correta do lar. “Por aqui, ninguém teve dengue”. Já na quadra 105, agentes de Vigilância Ambiental em Saúde (AVAs) bateram no portão de várias casas solicitando a entrada para inspeção. Na residência do pedreiro Mateus Rodrigues, 19, os profissionais verificaram vasos de plantas, ralos e calha. Não havia problemas. A única observação foi referente à caixa d’água, que deve ser lavada antes do uso e tampada. Outra recomendação foi utilizar repelente frequentemente. “Por aqui, só uma pessoa teve dengue, mas já se recuperou”, contou o rapaz. O secretário de Atenção Primária do Ministério da Saúde, Felipe Proenço de Oliveira, reforçou a necessidade do apoio da população. “Precisamos focar tanto na importância de prevenir e buscar os criadouros do mosquito quanto nessa importância de identificar e acompanhar a doença de forma adequada”, declarou. E fez o apelo: “Cada pessoa deve organizar 10 minutos na semana para verificar a casa”.

Ações rápidas

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Repelente para dengue: conheça as diferenças e saiba por que os que têm Icaridina 25% são os mais indicados

Medidas de proteção contra o mosquito da dengue. — Foto: Arte g1/Ana Moscatelli

Medidas de proteção contra o mosquito da dengue. — Foto: Arte g1/Ana Moscatelli

De acordo com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o repelente precisa conter algumas substâncias específicas para combater o Aedes aegypt. (confira abaixo as substâncias mais efetivas contra o mosquito) Além da dengue, a fêmea dessa espécie também é responsável pela transmissão de doenças como zika e chikungunya.

A Anvisa ainda adverte que não existem produtos de uso oral, como comprimidos e vitaminas, com indicação aprovada para repelir o mosquito. O g1 conversou com alguns especialistas para entender quais são as substâncias mais indicadas contra o transmissor da dengue e o que funciona para espantar o mosquito.

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Quais repelentes afastam o mosquito da dengue?

A Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) e a Anvisa recomendam que, para ser efetivo contra o mosquito da dengue, o repelente deve conter uma das seguintes substâncias:

  • Icaridina 20-25% – duração de dez horas
  • DEET 10-15% – duração de seis a oito horas
  • IR3535 – duração de até quatro horas

Luiz Dario Sponholz, dermatologista da área de cosmiatria da Sociedade Brasileira de Dermatologia, explica que essas substâncias estão presentes nos produtos em diferentes concentrações. Eles podem ser encontrados em forma de loção, creme ou spray – o que afeta diretamente na duração do efeito do repelente.

❗Os dermatologistas também reforçam que, apesar das durabilidades distintas dos produtos, não é recomendada a aplicação superior a três vezes por dia. O uso excessivo dos repelentes pode causar intoxicação.

Por sua efetividade durante uma maior quantidade de horas, a Icaridina 20-25% é a substância considerada mais efetiva para proteção contra o Aedes aegypt.

Dengue: veja quais os sintomas da doença, cuidados e como evitar

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Idades diferentes, cuidados diferentes

Apesar das três substâncias serem as mais indicadas contra o mosquito da dengue, nem todas são recomendadas para todas as faixas etárias. Reinaldo Tovo, dermatologista e coordenador do núcleo de dermatologia do Hospital Sírio-Libanês, comenta que o uso de repelentes deve ser feito a partir dos seis meses de idade.

👉A depender da faixa etária, algumas substâncias são mais indicadas do que outras:

Crianças de seis meses a dois anos:

  • IR3535, aplicar uma vez ao dia

Crianças entre dois e sete anos:

  • IR3535, aplicar até duas vezes ao dia
  • Icaridina 20-25%, aplicar até duas vezes ao dia
  • DEET infantil 6-9%, aplicar até duas vezes ao dia

Crianças a partir de sete anos

  • Icaridina 20-25%, aplicar até três vezes ao dia
  • IR3535, aplicar até três vezes ao dia
  • DEET infantil 6-9%, aplicar até três vezes ao dia

Adultos, idosos e gestantes

  • Icaridina 20-25%, aplicar até três vezes ao dia
  • DEET 10-15%, aplicar até duas vezes ao dia
  • IR3535, aplicar até três vezes ao dia

“É importante que o rótulo seja sempre lido para saber se o produto é adequado para a pessoa que vai utilizá-lo, sendo criança ou adulto”, lembra o dermatologista Luiz Dario Sponholz.

Os especialistas ainda reforçam que pessoas que já estão contaminadas com o vírus também devem utilizar repelente.

“Se a pessoa está com dengue e usa o repelente, ela vai fazer com que o Aedes aegypt não a pique e não transmita a doença para outras pessoas”, explica Reinaldo Tovo.

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Como aplicar o repelente?

aplicação do repelente da forma correta também é essencial para a proteção contra o mosquito – e para evitar qualquer tipo de irritação da pele.

Além de se atentar à durabilidade do produto para a reaplicação ser feita em intervalos certos de tempo, o repelente deve ser utilizado somente nas áreas expostas e nunca por baixo da roupa.

“Em contato com a pele, os produtos podem causar dermatites de contato caso a pessoa esteja com uma roupa muito justa por cima”, afirma o dermatologista Reinaldo Tovo.

🕕 Os dermatologistas lembram que o início da manhã e o fim da tarde são os horários preferidos de circulação da fêmea. Com isso, eles recomendam atenção especial para o uso do repelente nesses momentos do dia.

Outros cuidados importantes na aplicação dos produtos são:

  • Evitar o contato direto do repelente como olhos, nariz e boca. Os produtos podem ser usados no rosto, mas é recomendado primeiro passar nas mãos e então espalhar no rosto;
  • Não dormir com repelente. O ideal é tomar banho para tirar o resíduo do produto antes de dormir. O repelente pode ser borrifado na área da cabeceira da cama para espantar o mosquito;
  • Sempre passar o repelente após os demais cosméticos. Se for usar hidratante, filtro solar ou maquiagem, espere secar e então aplique o repelente;
  • Sempre lavar as mãos após o uso do produto.

Camadas de proteção

Além dos repelentes, que devem ser aplicados na pele, outros métodos podem ser utilizados para espantar o mosquito da dengue.

As barreiras físicas, como uso de mosquiteiros e telas, são uma boa estratégia para evitar a aproximação do Aedes aegypt. A Sociedade Brasileira de Dermatologia também recomenda o uso de roupas que cobrem mais o corpo. Elas podem servir como uma camada extra de proteção contra a picada do mosquito. A Anvisa indica que inseticidas em spray podem ser utilizados para matar o transmissor da dengue. O órgão alerta que os produtos naturais, à base de citronela e óleo de cravo, por exemplo, não possuem comprovação de eficácia. Os repelentes elétricos, que liberam a substâncias quando colocados na tomada, também são uma boa opção para reduzir a entrada de mosquitos no ambiente. Eles devem ser instalados perto de portas e janelas, em locais com boa circulação de ar.

g1

Água com Limão Todas as Manhãs – 10 Benefícios Surpreendentes para a Saúde

Eu e minha esposa comentamos, logo no começo do ano, que um dos nossos objetivos para este ano é dar mais atenção para a saúde .E nesse processo, pesquisando em possibilidades para caminhar rumo a este objetivo nos deparamos com algo que muitas pessoas recomendaram que é beber água com limão todas as manhãs. Por isso estamos tomando nossa água com limão e já notamos algumas mudanças. Dessa forma, hoje vou te passar os 10 benefícios surpreendentes para a saúde, que pesquisando acabei me deparando, sobre beber água com limão todas as manhãs.

1. Aumenta o sistema imunológico

Limões são uma rica fonte de vitamina C, que é um poderoso antioxidante que ajuda a proteger o corpo contra os radicais livres que podem danificar as células e levar a inflamações e doenças.

Além disso, a vitamina C também é essencial para a produção de glóbulos brancos, responsáveis ​​por combater infecções e doenças. Assim, beber água com limão todas as manhãs pode ajudar a fortalecer o sistema imunológico, fornecendo ao corpo com uma dose diária de vitamina C.

2. Água com limão ajuda na digestão

A água com limão pode ajudar a estimular a produção de sucos digestivos, que podem ajudar na digestão e aliviar a constipação. Dessa forma, o ácido cítrico nos limões também pode ajudar a decompor os alimentos no estômago, facilitando a digestão. Por isso, beber água com limão também pode ajudar a estimular o fígado a produzir bile, que é essencial para a digestão e absorção de gorduras e vitaminas lipossolúveis.

3. Promove a hidratação

Beber água com limão é uma maneira saborosa de se manter hidratado ao longo do dia. Ainda mais que manter-se hidratado é importante para muitas funções corporais, incluindo regular a temperatura corporal, manter a pressão arterial e manter as articulações lubrificadas. Esse modo também pode ajudar a repor os eletrólitos perdidos pelo suor, tornando-a uma ótima bebida pós-treino.

4. Melhora a saúde da pele

A vitamina C na água de limão pode ajudar a reduzir os danos à pele causados ​​pelo sol e pela poluição, além de aumentar a produção de colágeno para uma pele mais lisa e com aparência mais saudável. O colágeno é uma proteína essencial para a saúde da pele e ajuda a mantê-la firme e elástica.Nesse sentido a vitamina C também é um antioxidante que ajuda a proteger a pele contra os radicais livres danificam as células e levam ao envelhecimento prematuro.

5. Auxilia na perda de peso

A água com limão pode ajudá-lo a se sentir mais cheio e reduzir a ingestão de calorias, tornando-se um ótimo complemento para qualquer plano de perda de peso. Igualmente a fibra de pectina nos limões pode ajudar a retardar a digestão e aumentar a sensação de saciedade, o que pode ajudar a reduzir a ingestão de calorias ao longo do dia. Ou seja, pode ajudar a substituir bebidas com alto teor calórico, como refrigerantes e sucos, que podem contribuir para o ganho de peso.

6. Água com limão reduz a inflamação

Os antioxidantes na água de limão podem ajudar a reduzir a inflamação em todo o corpo, reduzindo potencialmente o risco de doenças crônicas. A inflamação é uma resposta imune natural que ajuda a proteger o corpo contra lesões e infecções. Mas a inflamação crônica pode levar a uma variedade de problemas de saúde, incluindo doenças cardíacas, diabetes e câncer. Assim, os antioxidantes na água com limão podem ajudar a neutralizar os radicais livres e reduzir a inflamação no corpo.

7. Aumenta a energia

Beber água com limão pode ajudar a aumentar os níveis de energia e reduzir a fadiga. Os limões são uma boa fonte de potássio, que é essencial para a função muscular e nervosa, bem como para a produção de energia. Inclusive pode ajudar a hidratar o corpo, o que é importante para manter os níveis de energia ao longo do dia.

8. Refresca o Hálito

A água com limão pode ajudar a refrescar o hálito e reduzir as bactérias que causam mau hálito. Do mesmo modo, o ácido cítrico nos limões pode ajudar a estimular a produção de saliva, o que pode ajudar a eliminar bactérias e neutralizar odores. Também pode ajudar a estimular a digestão e reduzir a acidez do estômago, o que pode contribuir para o mau hálito.

9. Água com limão alcaliniza o corpo

Apesar de serem ácidos por si só, os limões têm um efeito alcalinizante no corpo, o que pode ajudar a equilibrar os níveis de pH e reduzir o risco de doenças.Quando metabolizados, os limões produzem subprodutos alcalinos que podem ajudar a neutralizar o ácido no corpo.Assim, manter um equilíbrio alcalino no corpo é importante para muitas funções corporais, incluindo saúde óssea, função imunológica e prevenção de doenças crônicas.

10. Alivia o estresse

Foi demonstrado que o cheiro de limão tem um efeito calmante, tornando a água com limão uma ótima maneira de reduzir o estresse e a ansiedade. Estudos de aromaterapia descobriram que o óleo de limão pode ajudar a reduzir o estresse e melhorar o humor, e o aroma da água com limão pode ter um efeito semelhante. Também pode ajudar a hidratar o corpo, o que é importante para manter níveis saudáveis ​​de estresse. Portanto, beber água com limão todas as manhãs pode trazer inúmeros benefícios à saúde. Bem como aumentar o sistema imunológico, auxiliar na digestão, promover a hidratação, melhorar a saúde da pele, apoiar a perda de peso, reduzir a inflamação, aumentar a energia, refrescar o hálito, alcalinizar o corpo e aliviar estresse. No entanto, entenda que a água com limão pode não ser adequada para todos, especialmente para aqueles com dentes sensíveis ou problemas estomacais. Sempre consulte seu médico antes de fazer qualquer mudança significativa em sua dieta. E certifique-se de manter uma dieta equilibrada e variada para garantir que você esteja recebendo todos os nutrientes de que seu corpo precisa.

quandomenosemais

Dengue pode se manifestar através da pele

Com o aumento significativo dos casos de dengue nos últimos meses, a Sociedade Brasileira de Dermatologia – Secção do Rio Grande do Sul (SBD-RS) reforça a importância da atuação do dermatologista no controle e diagnóstico da doença. Além dos sintomas clássicos, como febre e dor de cabeça, a dengue também pode se manifestar na pele, através de manchas ou pápulas, conhecidas como rash cutâneo. “As manifestações cutâneas da dengue, como o rash, são indicativos importantes da infecção pelo vírus. O dermatologista desempenha um papel fundamental no reconhecimento desses sinais, contribuindo para o diagnóstico precoce e o tratamento adequado da doença”, explica a presidente da SBD-RS, Rosemarie Mazzucco. A SBD-RS destaca ainda a importância do uso correto dos repelentes como medida preventiva contra o mosquito transmissor da dengue. Recomenda-se aplicar o repelente nas áreas expostas do corpo, após o protetor solar, e evitar a exposição excessiva. Crianças menores de seis meses não devem usar repelentes, e é importante utilizar repelentes elétricos e manter portas e janelas fechadas nos horários em que o mosquito costuma atacar. Em casos de suspeita de dengue, é fundamental procurar imediatamente um médico ou uma unidade de saúde. Profissionais habilitados na área da dermatologia podem ser encontrados no site da SBD-RS

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FRUTAS QUE ‘SUGAM’ O AÇÚCAR DO SANGUE: veja 5 FRUTAS QUE COMBATEM A GLICOSE ALTA; frutas para baixar DIABETES

Vamos explorar algumas das frutas que podem fazer parte de uma dieta saudável para diabéticos.

FRUTAS QUE BAIXAM O AÇÚCAR NO SANGUE

Maçãs: As maçãs são uma excelente opção para quem tem diabetes. Elas são ricas em fibras solúveis, que ajudam a estabilizar os níveis de açúcar no sangue. Além disso, seu consumo está associado a um menor risco de desenvolver diabetes tipo 2.

Pera: Semelhante à maçã, a pera é outra fruta rica em fibras e com baixo índice glicêmico. Isso significa que ela libera açúcar no sangue de forma gradual, evitando picos de glicose.

Mirtilos: Os mirtilos são uma fonte de antioxidantes poderosos, conhecidos como antocianinas, que podem ajudar a melhorar a sensibilidade à insulina. Eles também são baixos em calorias e açúcares, tornando-os uma ótima opção para diabéticos.

Abacate: Apesar de ser uma fruta, o abacate tem baixo teor de carboidratos e é rico em gorduras saudáveis, que podem ajudar a manter os níveis de açúcar no sangue estáveis.

Cerejas: As cerejas contêm antocianinas e outros compostos que podem ajudar a reduzir a inflamação e melhorar a sensibilidade à insulina. No entanto, é importante consumi-las com moderação devido ao seu teor de açúcar.

Kiwi: O kiwi é uma excelente fonte de vitamina C, fibras e antioxidantes. Sua ingestão pode ser benéfica para diabéticos, ajudando a controlar os níveis de glicose.

Laranjas: As laranjas são uma fonte natural de vitamina C e fibras. Quando consumidas com moderação, podem ser incluídas na dieta de pessoas com diabetes.

CUIDADOS

É importante destacar que o controle da diabetes envolve mais do que apenas a inclusão de frutas na dieta. Consultar um profissional de saúde ou nutricionista é fundamental para criar um plano alimentar adequado às necessidades individuaisAlém disso, monitorar regularmente os níveis de glicose no sangue e manter um estilo de vida ativo são passos essenciais no manejo eficaz da diabetes. Lembre-se de que as frutas mencionadas acima podem ser benéficas, mas o consumo excessivo de qualquer alimento, mesmo os saudáveis, pode afetar os níveis de glicose no sangue. Portanto, é importante manter um equilíbrio e seguir as orientações de um profissional de saúde para garantir o melhor controle da diabetes e uma vida saudável.

A diabetes é uma doença crônica que afeta milhões de pessoas em todo o mundo, e seu controle adequado é fundamental para evitar complicações graves. Além do tratamento médico, a alimentação desempenha um papel crucial no gerenciamento da diabetes. E, nesse contexto, as frutas surgem como aliadas poderosas no controle da glicose no sangue.

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Qual o melhor açúcar para diabéticos? Veja 11 tipos de açúcares

O controle da diabetes deve ser feito levando em consideração muitos fatores, dentre eles a regulação do consumo de açúcar. Mas, afinal, existe algum tipo de açúcar que seja considerado saudável? A resposta não é tão simples, pois tudo depende do contexto geral. Isso significa que, se sua alimentação estiver bem equilibrada, há espaço para todos os alimentos. No entanto, é um fato que, ao incluir o açúcar na dieta, existem opções mais interessantes do que o tradicional açúcar refinado. Por isso, com a orientação da nutricionista funcional esportiva e vegetariana, Cintia Pettinati, entenda 11 tipos diferentes desse produto.

11 tipos de açúcar e suas características

Açúcar mascavo

É o açúcar bruto, escuro e úmido, obtido após o cozimento do caldo de cana. Por não passar pelo refinamento, ele mantém o cálcio, o ferro e os sais minerais, tornando-se uma opção mais saudável. No entanto, é importante lembrar que ainda é calórico e tem um sabor semelhante ao caldo de cana.

Açúcar demerara

Conhecido por ser uma das formas mais caras de açúcar da cana-de-açúcar, o demerara é também uma opção popular para doces sofisticados. Tem um sabor mais suave que o mascavo e é submetido a um processo de purificação e refinamento, mas sem aditivos químicos, mantendo os minerais da cana.

Açúcar orgânico

Similar ao mascavo, o açúcar orgânico é cultivado sem agrotóxicos e não passa por refinamento, resultando em grãos mais grossos e uma cor mais escura. Seus benefícios estão relacionados à ausência de aditivos químicos e à preservação dos sais minerais.

Açúcar light

Indicado para quem busca emagrecer, o açúcar light é uma mistura de açúcar refinado com adoçantes artificiais, como o aspartame. Apesar de não ser isento de calorias, adoça mais e é utilizado em menor quantidade, resultando em menor ingestão calórica.

 Açúcar de coco

Uma opção leve, menos calórica e mais nutritiva do que os adoçantes tradicionais. Possui um baixo índice glicêmico, o que impede picos de glicose no sangue, sendo indicado para dietas específicas e para pessoas com diabetes.

Melado de cana

É a forma líquida extraída diretamente da cana-de-açúcar, rica em nutrientes como ferro, cálcio e selênio. Indicado para fortalecer o sistema imunológico e fornecer energia.

Maltodextrina

Resulta da hidrólise do amido ou da fécula e é rapidamente metabolizada no organismo, causando um aumento rápido nos níveis de insulina no sangue.

Frutose

Adoçante natural extraído de frutas ou do milho, é mais doce que o açúcar comum, mas possui menos valor nutricional e é frequentemente usado na indústria de alimentos.</p >

Açúcar cristal

Possui cristais grandes e transparentes, semelhantes ao açúcar refinado, e é utilizado para adoçar líquidos e preparar receitas.

Açúcar de confeiteiro

Com grãos superfinos, é ideal para fazer coberturas e glacês mais homogêneos, além de ser usado na decoração de bolos e biscoitos.

Açúcar refinado

O tradicional açúcar encontrado em supermercados, passa por um processo de refinamento que inclui a adição de produtos químicos, resultando na perda de vitaminas e minerais.

Fonte: Saúde em Dia