O FUNDAMENTO DOS APÓSTOLOS E DOS PROFETAS
A Doutrina Bíblica como Base para uma Caminhada Cristã Vitoriosa



O QUE VAMOS ESTUDAR?
A Igreja está firmada sobre a doutrina dos apóstolos, que está firmada em Cristo, o fundamento da Igreja. Por esta razão, a lição se dedica a esta temática, com o objetivo de mostrar a importância do nosso compromisso com a doutrina dos apóstolos. Vamos juntos aprender a Palavra de Deus.

TEXTO PRINCIPAL
Vocês são como um edifício e estão construídos sobre o alicerce que os apóstolos e os profetas colocaram. E a pedra fundamental desse edifício é o próprio Cristo Jesus. (Ef 2.20 – NTLH). Paulo imaginou a nova humanidade como o reino de Deus e depois, como a família de Deus. Agora ele a compara ao templo/edifício. Nada é mais importante para qualquer edifício do que um fundamento estável. Paulo diz que a igreja é “[edificada] sobre o fundamento dos apóstolos e dos profetas” (v. 20). Uma vez que apóstolos e profetas tinham papéis de ensino, parece claro que o que constitui o fundamento da igreja não é a pessoa nem o cargo, mas a instrução deles.
• A palavra apóstolos nesse contexto não pode, portanto, ser um termo genérico para missionários, implantadores de igrejas, bispos ou outros líderes eclesiásticos. Em vez disso, deve indicar o grupo pequeno e especial escolhido por Jesus, chamado e autorizado a ensinar em seu nome, e que era testemunha ocular de sua ressurreição. O que os membros desse grupo ensinavam, eles esperavam que fosse aceito e preservado pela igreja; o que eles ordenavam, esperavam que fosse obedecido pela igreja.
• A palavra profetas também indica mestres inspirados a quem veio a Palavra de Deus, os quais a transmitiram a outras pessoas fielmente. Paulo provavelmente se referiu aos profetas do Novo Testamento. Nesse caso, a referência deve ser a um pequeno grupo de mestres inspirados, associados aos apóstolos, que juntos davam testemunho de Cristo e cujo ensino era fruto da revelação (3.5). Em termos práticos, isso significa que a igreja está edificada sobre as Escrituras do Novo Testamento.
• A pedra angular é também de importância fundamental para um edifício. Ela ajuda a manter o edifício estável, também o ajusta e o mantém alinhado. A “pedra angular” do novo templo é o próprio Jesus Cristo.
RESUMO DA LIÇÃO
A Igreja deve preservar o compromisso de manter e ensinar a doutrina dos apóstolos, que é a doutrina de Deus.
• O texto afirma que a Igreja tem o dever de conservar e transmitir a doutrina dos apóstolos, que seria a mesma doutrina de Deus. Isso implica que a Igreja reconhece a autoridade e a inspiração divina dos escritos do Novo Testamento.
• O texto também pressupõe que a doutrina dos apóstolos é imutável e inerrante, pois é a expressão da verdade revelada por Deus. Isso significa que a Igreja não pode alterar a doutrina dos apóstolos aos contextos históricos e culturais, mas deve preservá-la fielmente e ensiná-la integralmente.
• O texto ainda sugere que a doutrina dos apóstolos é a norma de fé e de conduta para os cristãos, pois é a doutrina de Deus. Isso implica que a Igreja deve orientar e formar os fiéis de acordo com a doutrina dos apóstolos, que é fonte de santificação.





I. O ENSINO DOS APÓSTOLOS ERA PRÁTICO
1.1 Os apóstolos.
A LIÇÃO DIZ: O vocábulo apóstolo vem do latim apostolus e do grego apóstolos, cujo significado vai além de “mensageiro”. O termo significa também “o enviado”, e nas Escrituras Sagradas a ênfase é mais sobre aquele que envia do que quem é enviado. É importante destacar que, embora tenham desempenhado um importante papel na edificação da igreja, os apóstolos não tinham autoridade em si mesmos, pois o que fizeram e ensinaram foi na autoridade de Jesus Cristo, quem os escolheu e os enviou. Apóstolos, no sentido restrito termo, se refere aos os doze apóstolos. Eles são testemunhas titulares da ressureição de Cristo revestidas de autoridade eclesiástica universal e vitalícia”. O pastor Elienai Cabral acrescenta: “No grego, ‘apostolo’ significa mensageiro; enviado; delegado. O Novo Testamento apresenta outros apóstolos além dos 12 discípulos de Jesus. No lugar de Judas Iscariotes entrou Matias (At 1.25,26). Depois, Paulo é reconhecido como apóstolo, e também Barnabé (At 14.14)”. Outras passagens apresentam como apóstolos Tiago irmão do Senhor (Gl 1.19); Andrônico e Júnia, parentes de Paulo (Rm 16.7). É preciso deixar claro que os apóstolos do cordeiro, os doze, são singulares em vários aspectos, conforme (Mt 19.28; Ap 21.14).
ATENÇÃO! Sobre essa questão há uma grande discursão teológica a respeito de quem tomará o assento de Judas, o traidor; Paulo ou Matias. Não queremos entrar no mérito da questão, saberemos disto na eternidade. Os doze apóstolos chamados por Jesus. Mateus lista os discípulos aos pares, supostamente como enviados por Jesus. Tadeu, citato (em Mateus e Marcos) é chamado de Judas, o filho de Tiago (em Lucas). Ora, os nomes dos doze apóstolos são estes: O primeiro, Simão, chamado Pedro, e André, seu irmão; Tiago, filho de Zebedeu, e João, seu irmão; Filipe e Bartolomeu; Tomé e Mateus, o publicano; Tiago, filho de Alfeu, e Lebeu, apelidado Tadeu; Simão, o Cananita, e Judas Iscariotes, aquele que o traiu. Mateus 10.2-4 E subiu ao monte, e chamou para si os que ele quis; e vieram a ele. E nomeou doze para que estivessem com ele e os mandasse a pregar, E para que tivessem o poderdes curar as enfermidades e expulsar os demônios: A Simão, a quem pôs o nome de Pedro, E a Tiago, filho de Zebedeu, e a João, irmão de Tiago, aos quais pôs o nome de Boanerges, que significa: Filhos do trovão; E a André, e a Filipe, e a Bartolomeu, e a Mateus, e a Tomé, e a Tiago, filho de Alfeu, e a Tadeu, e a Simão, o Cananita, E a Judas Iscariotes, o que o entregou. Marcos 3.13-19 E, quando já era dia, chamou a si os seus discípulos, e escolheu doze deles, a quem também deu o nome de apóstolos: Simão, ao qual também chamou Pedro, e André, seu irmão; Tiago e João; Filipe e Bartolomeu; Mateus e Tomé; Tiago, filho de Alfeu, e Simão, chamado Zelote; E Judas, irmão de Tiago, e Judas Iscariotes, que foi o traidor. Lucas 6.13-16
• Os requisitos para ser apóstolo. Para a escolha do novo apóstolo, então, são apresentados alguns requisitos, a saber (At.1:21,22), que: a) fosse varão;
b) tivessem convivido todo o tempo do ministério terreno de Cristo com o Senhor, desde o batismo de João até a ascensão;
c) fossem testemunhas da ressurreição de Cristo. Esses homens tinham autoridade dada por Jesus para realizar sinais, milagres e maravilhas (2 Co 12.12); autoridade canônica. Que fique bem claro, não há sucessão de cargo apostólico.
• As características do apostolado dos doze.
1) Eles são enviados do próprio Jesus. Portanto, eles são desprovidos de qualquer autoprojeção, pois representam o Senhor. Toda honra e toda gloria de ser atribuída a quem envia e não ao enviado.
2) Foram enviados para pregar a palavra de Deus. Por isso, necessitavam se dedicar ao ministério da palavra e da oração (At 6.4).
3) Eles não tinham doutrina própria, isto é, não inventavam o que iam ensinar. Mas ensinavam
aquilo que receberam de Jesus (Jo 7.16;).
1.2 A doutrina dos apóstolos.
A LIÇÃO DIZ: Paulo afirma que os crentes em Cristo estão “edificados sobre o fundamento dos apóstolos” (Ef 2.20), que é o mesmo que “doutrina dos apóstolos” (At 2.42). A doutrina apostólica é o ensino que chega até nós por meio dos apóstolos, aqueles especificamente escolhidos por Cristo para levar Seus ensinamentos ao mundo. A sentença “Eles estavam continuamente se dedicando ao ensino dos apóstolos” aponta para o fervor e dedicação dos primeiros convertidos ao Cristianismo. Eles se voltavam para os apóstolos constantemente a fim de receberem instrução sobre o evangelho de Cristo, pois Jesus havia nomeado seus seguidores imediatos para que fossem professores desses aprendizes (Mt 28.20). Durante seu ministério terreno, Jesus ensinou com autoridade e “não como os mestres da lei” (Mc 1.22 – NVI). Antes de subir ao céu, ele delegou essa autoridade aos apóstolos, que falavam em seu nome. Repare o sentido duplo do termo ensino. De modo amplo, a palavra se refere às boasnovas de tudo quanto Jesus disse e fez. E, intensivamente, os apóstolos se achavam envolvidos na obra de ensinar um evangelho oral aos convertidos, a quem Lucas chama de discípulos (aprendizes) em Atos. Deduzimos que esse ensino era conduzido especialmente nos cultos públicos, onde os apóstolos ensinavam esse evangelho em suas pregações.
1.3 A praticidade da doutrina dos apóstolos.
A LIÇÃO DIZ: O Livro de Atos registra a conversão de milhares de pessoas e o fato de que elas “perseveravam na doutrina dos apóstolos”, como demonstração de uma verdadeira conversão, compreensão e obediência aos princípios ensinados pelos apóstolos. Quem ama a Cristo e ao próximo, guarda e pratica toda a doutrina de Deus. Justo González destaca que o perseverar no ensino dos apóstolos não quer só dizer que o povo não se desviou das doutrinas apostólicas ou permaneceu ortodoxo. Quer dizer também que eles perseveraram na prática de aprender com os apóstolos – que eram alunos, ou discípulos, ávidos por conhecimento sob o comando dos mestres.






II. A DOUTRINA SUSCITA AMOR
2.1 O amor na doutrina de Pedro.
A LIÇÃO DIZ: Em sua Primeira Carta, Pedro adverte os crentes a amarem uns aos outros ardentemente (1 Pe 4.8). Este versículo é a chave para a compreensão de seu ensino sobre o amor. Pedro aponta para a transformação e mudança que Cristo operou nos crentes pelo seu amor demonstrado na cruz. Ele diz que o amor é a maior das virtudes, e a que valida todas as demais. Sobretudo, amem-se sinceramente uns aos outros, porque o amor perdoa muitíssimos pecados. (1Pe 4.8 – NVI). A palavra que Pedro usa para descrever este amor cristão é ektenes, vocábulo que significa “aquilo que nunca falha”. Também traz a ideia do atleta que estica os músculos para dar o máximo de si na corrida. O amor cristão exige tudo o que uma pessoa pode reunir de suas energias espirituais, mentais e físicas. Significa amar aquele que não é digno de ser amado; amar apesar da injúria e do insulto; amar mesmo quando esse amor não é correspondido. É a espécie de amor que exige cada átomo da energia humana. Pedro afirma enfaticamente que esse amor deve ser intenso na sua manifestação e protetor em sua atitude. O amor brilha como sol e protege como um escudo. Se o ódio suscita contendas, o amor cobre as transgressões (Pv 10.12). É obvio que não devemos tomar essa expressão “o amor cobre multidão” de pecados como uma explanação doutrinária sobre como o pecado é removido. A culpa e a penalidade do pecado só podem ser removidas pelo sangue de Cristo Jesus. Nem devemos usar essa passagem para justificar a falta de correção e a disciplina dos faltosos. Na verdade, devemos entender que o amor não é conivente com o pecado, mas não se deleita em expor o pecador à execração pública.
2.2 O amor na doutrina de João.
A LIÇÃO DIZ: João defende que o amor evidencia a nova vida em Cristo e o fato de conhecer a Deus (1 Jo 4.7-9). Amados, amemos uns aos outros, pois o amor procede de Deus. Aquele que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Quem não ama não conhece a Deus, porque Deus é amor. Foi assim que Deus manifestou o seu amor entre nós: enviou o seu Filho Unigênito ao mundo, para que pudéssemos viver por meio dele. (1Jo 4.7-9 – NVI). João retoma o tema do amor exortando seus leitores a que se amem mutuamente. Ele trata seus leitores da forma habitual, “amados”, indicando sua profunda afeição por eles (2.7; 3.2; 3.21; 4.1), e preparando-os para o comando de amar: Amados… amemos. A ordem para que tenham amor entre si já havia sido dada (3.11,23). Ele a repete aqui, dando um motivo a mais, “porque o amor procede de Deus”. A procedência das coisas é um tema essencial nessa carta. O apóstolo exorta seus leitores a que sempre procurem distinguir a origem das coisas (4.1). Quando algo não procede de Deus, isso significa que é mundano, maligno e destinado ao juízo. O amor que temos e exercemos procede de Deus. É ele quem circuncida o coração de seus filhos para que possam amar (Dt 30.6) e quem produz o amor em nós pelo seu Espírito (Gl 5.22; 2Tm 1.7). É próprio da natureza de Deus amar o homem, e “este amor se reflete e se manifesta onde quer que o verdadeiro conhecimento de Deus se espalhe” (J. Calvino). Assim, é natural que os filhos de Deus tenham amor uns pelos outros, já que são nascidos de Deus e receberam de sua divina natureza.
2.3 O amor na doutrina de Paulo.
A LIÇÃO DIZ: No capítulo 13 da Primeira Carta aos Coríntios Paulo mostra que o amor tudo sofre, é benigno, não invejoso, não leviano e que ele “tudo sofre, tudo crê, tudo espera e tudo suporta” (1 Co 13.7). Sendo assim, não há doutrina aprovada por Deus que não produza o verdadeiro amor. Alguns irmãos da igreja de Corinto estavam usando mal a sua liberdade cristã. Por agir sem amor, eles faziam tropeçar os irmãos mais fracos. Agora, Paulo diz para a igreja que o amor tudo sofre. Significa que você abre mão de um direito que tem a favor do seu irmão. A ética cristã não é regida simplesmente pelo conhecimento, mas, sobretudo, pelo amor. Paulo diz também que o amor tudo crê. A igreja de Corinto estava duvidando do apostolado de Paulo, dando créditos às pessoas mentirosas que se opunham ao seu ministério. Davam crédito à mentira, mesmo contra o seu pai espiritual, o apóstolo Paulo (4.3–5; 9.1–3). A igreja regida pelo amor, porém, crê naquilo que recebeu da parte de Deus. Ela recebe da parte de Deus a verdade e não abre mão da verdade. Ainda que essa verdade sofra ataques de todos os lados. A igreja regida pelo amor está sempre disposta a levar em conta as circunstâncias e ver nos outros o melhor. Paulo ainda diz que o amor tudo espera. Esse é o olhar prospectivo. A ideia não é a de um otimismo irracional, que deixa de levar em conta a realidade. É antes a recusa em tomar o fracasso como final. Decorrente de tudo crê, vem a confiança que olha para a vitória final pela graça de Deus.
Prosseguindo, Paulo diz que o amor tudo suporta. Esse elemento traz a ideia de constância. Leon Morris diz que o verbo hupomeno denota não uma aquiescência paciente e resignada, mas uma fortaleza ativa e positiva. É a resistência do soldado que, no calor da batalha, não fraqueja, mas continua vigorosamente na peleja.



III. A DOUTRINA GERA SERVIÇO
3.1 Jesus, o servo por excelência.
A LIÇÃO DIZ: Jesus é o servo por excelência. Jesus disse que “não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate de muitos” (Mc 10.45). A doutrina não é apenas um conjunto de ideias abstratas ou teóricas, mas uma verdade prática e transformadora, que nos leva a uma relação pessoal e viva com Deus. A doutrina gera serviço, pois nos revela o amor de Deus, que nos salva, nos transforma e nos capacita para servir a Ele, à Sua igreja e ao Seu mundo. O serviço é a expressão prática e visível da nossa fé, da nossa esperança e do nosso amor. O serviço é a forma de honrar a Deus, de imitar a Cristo e de cooperar com o Espírito Santo.
3.2 O serviço cristão na doutrina dos apóstolos.
A LIÇÃO DIZ: A verdadeira doutrina faz com que os crentes desejem servir a Deus e ao próximo.
• Como a doutrina cristã tem afetado a sua relação com Deus, com a igreja e com o mundo?
• Como você tem demonstrado o seu amor e gratidão a Deus pelo que Ele fez por você em Cristo?
• Como você tem usado os seus dons, talentos e recursos para servir a Deus e ao próximo?
• Como você tem testemunhado do Evangelho e da esperança que há em Cristo?
• Como você tem buscado seguir e imitar a Cristo em sua humildade, obediência, compaixão,
justiça e misericórdia?
3.3 O serviço na vida cristã.
A LIÇÃO DIZ: Uma vida cristã bíblica e madura é marcada pelo serviço a Deus e ao próximo.
• Uma vida cristã bíblica é aquela que se baseia na Palavra de Deus, a Bíblia, como a fonte de autoridade, revelação e orientação para a nossa fé e prática.
• Uma vida cristã madura é aquela que cresce na graça e no conhecimento de Deus e que
frutifica.
• Uma vida cristã marcada pelo serviço é aquela que expressa o seu amor e gratidão a Deus e ao próximo através de atos concretos de bondade, misericórdia, justiça, generosidade, hospitalidade, edificação, ensino, exortação, consolação, intercessão, reconciliação, perdão, restauração, cuidado, proteção, preservação e cooperação. Uma vida cristã marcada pelo serviço é aquela que segue e imita a Cristo, o servo por excelência, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida como resgate para muitos. Uma vida cristã marcada pelo serviço é aquela que reconhece que tudo o que tem e é pertence a Deus, e que deve ser usado para a Sua glória e para o bem do Seu reino. Uma vida cristã marcada pelo serviço é aquela que sabe que o maior entre vós será vosso servo, e que quem quiser ser o primeiro entre vós será vosso escravo.

CONCLUSÃO
A LIÇÃO DIZ: A doutrina dos apóstolos está fundamentada em Jesus Cristo, e tal verdade implica aspectos teóricos e práticos. A doutrina dos apóstolos revela o que os crentes de todos os tempos, precisam crer e praticar. A doutrina dos apóstolos revela o que os crentes de todos os tempos precisam crer e praticar, pois ela é a verdade imutável e eterna de Deus. Que Deus nos ajude a amar, honrar e preservar a doutrina dos apóstolos, que é a doutrina de Cristo, que é a doutrina da vida. Amém.









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