AS PROMESSAS DE DEUS
Confie e Viva as Bênçãos do Senhor porque Fiel é o que Prometeu








O QUE ESTUDAREMOS?
O plano da salvação não somente nos trouxe a redenção, mas também a promessa da cura para o nosso corpo. Segundo o profeta Isaías, Jesus levou sobre si as nossas dores e “pelas suas pisaduras fomos sarados”, por isso diante das enfermidades do nosso tempo ou de um diagnóstico ruim e difícil, não desanime. Tenha fé e creia que Cristo não mudou e Ele tem poder para curar.

TEXTO ÁUREO – COMPARAÇÃO DE TRADUÇÕES
Certamente ele tomou sobre si as nossas enfermidades e sobre si levou as nossas doenças, contudo nós o consideramos castigado por Deus, por ele atingido e afligido. (Is 53.4 NVI). Vamos destacar algumas verdades profundas contidas neste versículo em dois pontos:
1. O contraste enfático “Ele…nós” e a surpreendente substituição.
• O termo inicial, “ākēn” (certamente), traz uma afirmação e um contraste impactante, que revela uma verdade essencial: o Servo de Deus carregou em seu corpo o sofrimento destinado aos outros. Isso é sublinhado pelo forte contraste entre “ele” e “nós” — ele sofreu, enquanto nós pecamos. Esse contraste é repetido para destacar a incompreensão inicial do povo, que julgava o Servo injustamente. Eles acreditavam que suas dores e enfermidades eram resultado de seu próprio pecado, mas, na realidade, ele sofreu por causa dos pecados de todos.
2. A reversão de perspectiva: fraqueza e desprezo transformados em honra.
• O povo, inicialmente, desprezou o Servo por sua aparência de sofrimento e miséria, uma visão comum no antigo Oriente Próximo, onde se associava o sofrimento ao pecado pessoal. Contudo, o profeta revela que o sofrimento do Servo, que parecia indicar insignificância, é na verdade um motivo de honra, pois ele carregava voluntariamente as enfermidades dos outros. Isaías expõe a habilidade do Servo de suportar as dores dos outros, uma revelação chocante
e transformadora para quem antes o considerava sem valor. O que parecia fraqueza torna-se força redentora. Esse texto se cumpre literalmente durante o ministério de Jesus. Destacamos dois texto do Novo Testamento que provam essa afirmação: Ao anoitecer foram trazidos a ele muitos endemoninhados, e ele expulsou os espíritos com uma palavra e curou todos os doentes. E assim se cumpriu o que fora dito pelo profeta Isaías: “Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e sobre si levou as nossas doenças”. (Mt 8.16,17 NVI). como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e poder, e como ele andou por toda parte fazendo o bem e curando todos os oprimidos pelo Diabo, porque Deus estava com ele. (At 10.38 NVI).

VERDADE PRÁTICA
Jesus é o Médico dos médicos e não há enfermidade que Ele não possa curar. A expressão “Médico dos médicos” indica que Jesus é superior a qualquer profissional da saúde e possui uma capacidade única de cura que vai além do entendimento humano. Esse título não é literal na Bíblia, mas é amplamente aceito por causa da forma como Jesus é descrito nos Evangelhos: Ele curou várias doenças físicas e espirituais. Entre os relatos de cura estão a restauração da visão aos cegos, a cura de leprosos e a ressurreição de mortos (Mt 8.16-17; Mc 1.32-34). A segunda parte da “Verdade Prática” reflete a crença na onipotência de Jesus. Nos Evangelhos, Jesus demonstra seu poder sobre a natureza, sobre o mundo espiritual e sobre a morte, indicando que não há limitações para sua autoridade. Portanto, não há nenhuma enfermidade que ele não possa curar.
Nota de advertência:
• Alguns cristãos acreditam que procurar ajuda médica mostra falta de fé em Deus. Alguns cristãos pensam erroneamente que devem jogar fora seus remédios e apenas orar pela cura. Quando pensamos em como nos comportamos em outras áreas de nossas vidas, vemos que essa não é uma visão lógica. Quando a sua bicicleta estraga, você a leva a um mecânico ou espera que Deus realize um milagre e a conserte? Quando o telhado da sua casa começar a vazar, você espera que Deus o conserte ou conserta-o você mesmo? Deus é tão capaz de consertar uma bicicleta ou um telhado quanto de curar nosso corpo. O fato de que Deus pode fazer e faz milagres de cura não significa que sempre devamos esperar por um milagre. Devemos procurar a ajuda de pessoas com o conhecimento e a habilidade para nos ajudar. Jesus reconheceu que as pessoas doentes precisam de médicos. Ele não condenou o uso de médicos e remédios “terrenos”.





I. A PROMESSA BÍBLICA DA CURA DIVINA
1.1 A profecia messiânica de Isaías 53.
A LIÇÃO DIZ: A profecia bíblica de Isaías 53 apresenta o Senhor Jesus como o Messias, o Cristo de Deus que foi pregado na Cruz do Calvário para a nossa redenção (Is 53.1-3). Dessa forma, a obra do Calvário foi operada de maneira completa, perfeita e plena, de modo que, além de ser redimido e liberto do império do pecado, o salvo também recebe cura das doenças por causa da obra do Calvário (Is 53.4,5). A tradição pentecostal sempre proclamou quatro verdades essenciais sobre Jesus: “Ele salva, cura, batiza no Espírito Santo e voltará como Rei em breve.” Esses princípios simples comunicam verdades profundas. Primeiro, essas declarações são totalmente centradas em Cristo. Segundo, para o pentecostalismo, a salvação é algo completo: Jesus não salva apenas a alma, mas também restaura o corpo, refletindo a esperança da ressurreição e uma antecipação do Reino de Deus. Terceiro, Jesus nos enche com o Espírito Santo para que possamos anunciar Sua Palavra. A fé pentecostal é, por isso, uma fé voltada para a missão, impulsionada pelo Espírito. Por fim, essa mensagem se conclui com a maior de todas as verdades: Jesus é o Rei. Ele já iniciou Seu Reino em nossas vidas e, em breve, virá consumá-lo plenamente. O texto de Isaías 53, revela de forma surpreendente as verdades contidas e propagadas no quadrilátero pentecostal. A profecia de Isaías 53 é muito significativa e teve o seu cumprimento cabal, como já abordamos, no ministério de Jesus.
1.2 O cumprimento profético no ministério de Jesus.
A LIÇÃO DIZ: O texto bíblico de Mateus 8.14-17 apresenta o Senhor Jesus curando a sogra de Pedro. Em seguida, Ele recebe endemoninhados e enfermos, expulsando os demônios de quem estava escravizado pelos espíritos imundos e curando os enfermos que se encontravam diante dEle. O evangelista Mateus se referiu a esse episódio da seguinte forma: “para que se cumprisse o que fora dito pelo profeta Isaías, que diz: Ele tomou sobre si as nossas enfermidades e levou as nossas doenças” (Mt 8.17).
Três verdades podem ser destacadas:
Em primeiro lugar, o poder de Jesus é ilimitado. Jesus curou todos os que estavam doentes. Havia, como há até hoje, doenças curáveis e incuráveis. A ciência tem suas limitações. Porém, Jesus desconhece impossibilidades. Ele pode tudo quanto quer. Em segundo lugar, o poder de Jesus é prometido. O ministério de cura de Jesus foi anunciado
pelos profetas e, quando ele cura os enfermos, está chancelando suas credenciais como o Messias. Seus milagres são sinais de sua messianidade.
Em terceiro lugar, o poder de Jesus é empático. Jesus tomou as nossas dores e carregou as nossas doenças. A. T. Robertson diz que a compaixão de Jesus era tão intensa que ele realmente sentia as enfermidades e dores das outras pessoas. Em nossos fardos, Jesus se põe debaixo da carga junto conosco e nos ajuda a carregar.
1.3 Os ministros são chamados a orar e ungir os enfermos.
A LIÇÃO DIZ: Ao longo do Novo Testamento, os apóstolos, os demais líderes e a Igreja Primitiva criam no poder curador do Senhor Jesus, de modo que o povo de Deus esperava receber a cura por meio da oração, acompanhada de unção com o azeite por parte dos ministros da igreja e, se fosse o caso, também acompanhada de confissão de pecados (Tg 5.14,15). Assim, cabe como responsabilidade dos ministros de Deus ungir os enfermos com azeite e orar com fé por eles. Tiago fala sobre a atitude do enfermo e a atitude dos presbíteros.
Em primeiro lugar, vejamos o que o enfermo faz. No caso em apreço, parece-nos que Tiago está dizendo que a pessoa está doente por causa do pecado (5.15b,16). Nem toda doença é resultado de pecado pessoal, mas o caso mencionado por Tiago parece-nos retratar uma doença hamartiagênica, ou seja, provocada por um comportamento pecaminoso. O doente reconhece a autoridade espiritual dos presbíteros da igreja (5.14). O crente impossibilitado de ir à igreja chama os presbíteros da igreja à sua casa. Tiago enfatiza também a necessidade de o doente confessar os seus pecados (5.16). Alguns estudiosos entendem que o uso do óleo consistia no uso dos melhores recursos médicos daquele tempo. Desta forma, o que Tiago estaria defendendo era a oração e o emprego da melhor medicina aceita e consagrada da época. Assim, Tiago estaria recomendando a oração e o remédio.Os dois expedientes devem estar sempre juntos.
Em segundo lugar, vejamos o que os presbíteros fazem: primeiro, eles oram pelo enfermo com imposição de mãos, a oração da fé (5.14,15). Os presbíteros são bispos e pastores do rebanho. Eles velam pelas almas daqueles que lhes foram confiados. Eles oram com imposição de mãos, num gesto de autoridade espiritual. A oração da fé é a oração feita na plena convicção da vontade de Deus (1Jo 5.14,15). Segundo, eles ungem o enfermo com óleo em nome do Senhor (5.14). Não é a unção que cura o enfermo, mas a oração da fé. Quem levanta o enfermo não é o óleo, é o Senhor. O óleo é apenas um símbolo da ação de Deus. Apêndice: Além do que já foi exposto, é importante destacar que a Bíblia também menciona os “dons de curar” no plural, indicando que existem diferentes tipos de dons de cura, conforme 1 Coríntios 12.9. Como Assembleianos e Pentecostais, cremos na continuidade dos dons espirituais e na sua manifestação nos dias de hoje.







II. ORIGEM E CONSEQUÊNCIAS DAS DOENÇAS NO MUNDO
2.1 A origem das doenças no Éden.
A LIÇÃO DIZ: A origem das doenças e suas trágicas consequências remontam ao ato de desobediência dos nossos primeiros pais, conforme relatado em Gênesis 3. O pecado do ser humano fez com que as enfermidades surgissem, acompanhada de dor, sofrimento e morte. Por isso, conforme apresentamos no primeiro tópico, a doutrina bíblica da Cura Divina tem como a base a obra do Calvário, pois, de acordo com a Bíblia, a verdadeira causa do advento das doenças é o pecado (Gn 3.1-7,22-24). A origem das enfermidades, segundo a Bíblia, encontra-se no pecado original no Éden. Quando Adão e Eva desobedeceram a Deus, o pecado entrou no mundo, trazendo consigo consequências, incluindo a morte e as doenças (Gn 3.16-19). A desobediência a Deus continua sendo uma causa de enfermidade, como Ele adverte em Êxodo 15.26: “Se ouvires atentamente a voz do Senhor, teu Deus… nenhuma enfermidade virá sobre ti.” A Bíblia também revela que certas doenças têm origem maligna, como no caso da mulher que estava enferma há 18 anos e a quem Jesus liberta, afirmando que Satanás a mantinha presa (Lc 13.16). Outras enfermidades são permitidas por Deus com o propósito de manifestar Sua glória e poder, como ocorre com o cego de nascença em João 9.3, onde Jesus explica que sua condição era para que as obras de Deus fossem manifestas. Deus também usa enfermidades para punir pecados específicos, como no caso do rei Uzias, que foi acometido de lepra ao desobedecer a Deus (2 Cr 26.19), e de Herodes, que foi ferido mortalmente por sua arrogância (At 12.23). Além disso, algumas doenças servem para provar o caráter, como foi o caso de Jó, que enfrentou uma prova intensa em sua fé e integridade (Jó 2.7-10). Outras enfermidades têm causas naturais e físicas: fatores genéticos, nossos comportamentos e estilo de vida, causas psicossomáticas e o próprio envelhecimento do corpo. Todos esses fatores refletem as diversas causas das enfermidades, mas uma só é a primária: O pecado. Todavia, lembremos que o Senhor permanece como a fonte da cura e do socorro para aqueles que n’Ele confiam. “Ele é quem perdoa todas as suas iniquidades; quem cura todas as suas enfermidades” (Sl 103.3).
2.2 A consequência do advento da doença.
A LIÇÃO DIZ: O pecado corrompeu todas as áreas da natureza humana (Rm 3.9-12). Assim, uma das principais consequências do pecado, bem como do advento das doenças, foi a diminuição do tempo de vida do ser humano. Vamos entender esse subponto em três pontos:
1. A corrupção da natureza humana pelo pecado. O pecado original corrompeu todas as áreas da natureza humana, como afirma Romanos 3.9-12. Essa corrupção trouxe consequências profundas, entre elas o surgimento das doenças e uma redução progressiva na duração da vida humana.
2. A redução da longevidade ao longo do tempo. A Bíblia documenta a longa vida dos primeiros patriarcas, como Adão, que viveu 930 anos, e Sete, que viveu 912 anos. No entanto, essa longevidade foi gradualmente reduzida. Em Gênesis 6.3,13, por ocasião do dilúvio, Deus estabelece um novo limite para a vida humana em 120 anos.
3. O limite da expectativa de vida humana. O Salmo 90.10 oferece uma reflexão realista sobre a duração da vida após a queda: “A duração da nossa vida é de setenta anos, e se alguns, pela sua robustez, chegam a oitenta…”. Assim, o pecado e a introdução das doenças fizeram com que a vida humana se tornasse mais curta e marcada pelo desgaste físico.
2.3 A proliferação de doenças.
A LIÇÃO DIZ: Ao longo da história humana, presenciamos a proliferação de diversas doenças. Basicamente, podemos classificá-las em duas ordens de existências: a física e a mental.
1. A presença do sofrimento e a natureza decaída da humanidade. A proliferação das doenças – sejam físicas, como o câncer e doenças cardíacas, ou mentais, como a depressão e o Alzheimer – reflete o estado atual de decadência da criação, ainda sujeita à corrupção (Rm 8.20-22). Tanto crentes quanto não-crentes enfrentam essas aflições, pois a queda impactou todos.
2. A redenção futura do corpo. Embora a salvação em Cristo ofereça a esperança da ressurreição e cura completa, a redenção de nosso corpo ainda não se realizou plenamente (Rm 8.23). Isso explica por que o crente ainda passa por doenças e envelhecimento, aguardando a manifestação final de nossa salvação. Enquanto aguardamos essa redenção total, somos chamados a viver em esperança e confiança, sem ilusões de imunidade terrena ao sofrimento.
3. A fé em Deus e o uso da medicina. A Bíblia não apresenta a medicina como contrária à fé; ao contrário, cuidar do corpo, que é templo do Espírito Santo (1 Co 6.19), demonstra um zelo coerente com a vontade de Deus. Orar por cura e buscar auxílio médico caminham juntos na fé cristã, refletindo uma confiança tanto no poder divino quanto na sabedoria que Deus concede à humanidade para tratar as doenças. Ignorar a medicina por falsas promessas de cura pode prejudicar o testemunho e a saúde dos crentes, contrariando o princípio do cuidado com o corpo estabelecido nas Escrituras.






III. JESUS CRISTO CURA SIM
3.1 A Cura Divina faz parte do Plano de Deus.
A LIÇÃO DIZ: Desde Êxodo 15, podemos perceber Deus se revelando com poder curador. No deserto com Israel, Ele atuou como o Médico do seu povo. A declaração divina “eu sou o Senhor, que te sara” (Êx 15.26) deixa patente o plano de Deus em curar pessoas, trazer alívio em suas doenças e sofrimentos. Deus falou sobre sua cura em um momento crucial, enquanto Israel estava no deserto – um lugar de dificuldades e provações. É nas nossas próprias “travessias pelo deserto” que muitas vezes mais precisamos sentir esse poder curador. Deus não apenas prometeu livrar seu povo das doenças dos egípcios, mas também prometeu ser Aquele que os sustentaria e curaria. Nas nossas dificuldades diárias, podemos recorrer a essa promessa, lembrando que o mesmo Deus que curou Israel caminha conosco em nossos desertos. 3.2 Jesus cura.
A LIÇÃO DIZ: O mesmo Senhor Jesus que curou nos Evangelhos é o mesmo que cura hoje. Ele tem o poder curador. Nosso Senhor “é o mesmo ontem, e hoje, e eternamente” (Hb 13.8). A Bíblia nos assegura que Jesus é imutável, e isso significa que Ele não muda em amor, compaixão e poder. Nos Evangelhos, vemos inúmeras ocasiões em que Jesus cura os enfermos, expulsa demônios e restaura vidas. Sua compaixão pelos que sofrem e seu poder sobre todas as doenças é um fato inegável. Hebreus 13.8 nos garante que esse mesmo Jesus, que curou cegos, leprosos e paralíticos, é o mesmo que hoje ainda está ao nosso lado.
3.3 O que podemos fazer para receber a Cura Divina?
A LIÇÃO DIZ: Há alguns princípios bíblicos que devem acompanhar a vida de quem deseja experimentar a cura divina. Na Palavra de Deus, vemos que é preciso crer que Jesus pode curar, é preciso confiar no poder de Jesus (Mt 7-12). Também aprendemos na Bíblia que devemos pedir aos líderes da igreja local que orem por nós, ungindo-nos com o azeite (Tg 5.14-16). Não deixemos de perseverar na fé e em oração, pois nem sempre o nosso tempo é o tempo de Deus (Lc 18.1-8). Finalmente, não deixe de procurar auxílio médico, quer para tratamento, quer para confirmar a cura
divina recebida; pois quer usando e abençoando os médicos, quer curando de maneira sobrenatural, Cristo cura sim. Para experimentar a cura divina, a Bíblia ensina, pelo menos, quatro princípios essenciais:
1. Fé no Poder de Jesus. Precisamos crer que Jesus tem poder para curar.
2. Oração e Apoio dos Líderes Espirituais. Tiago 5.14-16 orienta a buscar a intercessão dos líderes da igreja e receber a unção com óleo.
3. Perseverança na Oração. Em Lucas 18.1-8, Jesus nos ensina a perseverar na oração, mesmo quando a resposta parece demorada, reconhecendo que o tempo de Deus é perfeito.
4. Buscar Assistência Médica. Procurar ajuda médica é uma expressão de cuidado com o corpo, templo do Espírito Santo (1 Co 6.19), e um meio pelo qual Deus também opera a cura.
CONCLUSÃO
Por que alguns são curados, e outros, não? A resposta a essa pergunta pertence à sabedoria soberana de Deus, mas podemos fazer algumas observações. Alguns estão doentes por causa do efeito do pecado. Encontramos um exemplo no Novo Testamento, em 1 Co 11.27-30. Esta é a razão por que devemos pedir ao Espírito Santo para penetrar nosso coração e apontar-nos possíveis áreas ocultas do pecado, que nos impedem de receber a cura. Outra possibilidade é a de que o Senhor está procurando ensinar alguma coisa, assim como fez a Paulo (2 Co 12.7) e a Jó. Nesse caso, precisamos buscar entendimento da parte do Senhor. Além disso, existe a questão do momento certo. Muitos não recebem imediatamente a cura. Em semelhantes casos, é precioso lembrar as palavras do Senhor, quando Ele nos admoesta que devemos orar sempre e não desanimar (Lc 18.11). Deus tem seu momento certo. A palavra grega Kairos, significa “uma oportunidade conveniente”, assim como em Atos 24.25. O crente não deve perder a esperança, pois Deus tem seu tempo certo para a cura de seus filhos e filhas. A falta de fé também pode impedir o recebimento da cura. O autor da carta aos Hebreus, em vários trechos, nos ensina a conservar firme a fé em Deus. A primeira carta de João nos faz lembrar que a vitória do crente está ligada à fé pessoal (1 Jo 5.4-5). Nem todos os que entraram em contato com Jesus foram curados. Por que? Porque a cura física exigia a resposta positiva da fé. Não admira que Tiago tenha escrito, em sua carta: “E a oração da fé salvará o doente, e o Senhor o levantará” (Tg 5.15). Depois de havermos examinado o nosso coração e nada indicar uma razão para não recebermos a cura, devemos descansar em Deus. Há ocasiões em que a cura não acontece, não há como penetrar na vontade inescrutável de Deus. Se Deus não te curou, então, leve em conta a questão da sabedoria e da vontade de Deus.





“Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura” é um versículo da Bíblia, em Marcos 16:15:
A evangelização revela o amor de Deus pela humanidade, que busca restaurar o homem decaído e dar-lhe uma nova perspectiva de vida. O evangelho de Marcos sugere que Jesus Ressuscitado disse estas palavras aos apóstolos durante uma única aparição.

Mateus 7:15-20 Acautelai-vos, porém, dos falsos profetas, que vêm até vós vestidos como ovelhas, mas interiormente são lobos devoradores.






O objetivo de ter um compromisso com Jesus é seguir a vontade de Deus, amar a Deus e ao próximo, e viver como Cristo quer que se viva.
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Amar a Deus e ao próximo
O compromisso com Jesus implica em amar a Deus e ao próximo como a si mesmo.
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Viver como Cristo
O compromisso com Jesus implica em viver como Cristo viveu, cumprindo as suas ordenanças.
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Conhecer a Palavra de Deus
O compromisso com Jesus implica em conhecer e se apropriar da Palavra de Deus.
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Ser testemunha de Jesus
O compromisso com Jesus implica em testemunhar a escolha de vida e a fé em Jesus, em todas as circunstâncias.
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Promover o bem do semelhante
O compromisso com Jesus implica em promover o bem do semelhante, na luta pela dignidade da vida e da pessoa humana.
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Fazer a vontade de DeusO compromisso com Jesus implica em fazer a vontade de Deus, seja ela qual for.











REFERÊCIA BIBLIOGRAFICA
• ANDRADE, Claudionor de. Dicionário teológico. Rio de Janeiro: CPAD, 1997.
• VINE, W. E.; UNGER, Merril F.; WHITE Jr.; William. Dicionário Vine. Rio de janeiro: CPAD,
2002.
• PERARMAN, Myer. Conhecendo as doutrinas da bíblia. Rio de Janeiro: Editora Vida, 2006.
• AGUIAR, Marcelo. Deus de promessas. Curitiba: Editora Betânia, 2023.







