O PADRÃO BÍBLICO PARA A VIDA CRISTÃ
Caminhando Segundo os Ensinos das Sagradas Escrituras




A santidade, característica moral e prática da fé cristã, é um dos ensinos mais presentes nas Escrituras. Portanto, nesta lição, estudaremos a respeito da realidade bíblica da santificação cristã. Vamos juntos aprender a Palavra de Deus.
TEXTO PRINCIPAL
E, porque Jesus Cristo fez o que Deus quis, nós somos purificados do pecado pela oferta que ele fez, uma vez por todas, do seu próprio corpo. (Hb 10.10 NTLH). Pelo cumprimento dessa vontade fomos santificados, por meio do sacrifício do corpo de Jesus Cristo, oferecido uma vez por todas. (Hb 10.10 NVI). O sacrifício de animais não podia agradar a Deus nem remover pecados, mas o sacrifício de Cristo, o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, foi uma oferta perfeita, pelo sacerdote perfeito, que agradou a Deus perfeitamente e removeu o pecado de uma vez por todas. Olyott é oportuno ao dizer que a vontade de Deus para o Messias era que ele fizesse plena expiação pelo pecado. Isso requeria um sacrifício com derramamento de sangue, e assim lhe foi preparado um corpo no qual pudesse sofrer. Em seu sofrimento e morte, foi plenamente cumprida a vontade de Deus. Deus é santo, o céu dele é santo, os padrões e exigências dele são santos também. Hebreus 12.14, portanto, afirma corretamente: sem santidade “ninguém verá o Senhor”. Por meio da fé em Cristo somos santificados, porque o corpo dele foi oferecido por nós de uma vez por todas. Já não somos como o resto do mundo aos olhos de Deus. Já não somos o que anteriormente éramos para ele. Nós somos santos, porque Cristo conquistou a aprovação de Deus com a perfeita obediência de sua própria vida. George Landis comenta: Essa é uma santificação posicional, como é em todo o livro de Hebreus, com exceção de 12.14, e é real para todos os cristãos (1Co 6.11), e não apenas para alguns “cristãos desenvolvidos”. Ela é consumada pela vontade de Deus e pelo sacrifício de Cristo. Nós somos separados por Deus, para Deus. Isso não deve ser confundido com a obra progressiva do Espírito de Deus no cristão por meio da palavra (Jo 17.17–19; 1Ts 5.23).

RESUMO DA LIÇÃO
A santificação não somente é possível, mas também esperada por Deus em nossa vida.
• A Possibilidade da Santificação. A Bíblia afirma que a santificação é possível. Quando aceitamos Jesus como nosso Salvador. Leia com muita atenção o texto bíblico: Vocês não sabem que os perversos não herdarão o Reino de Deus? Não se deixem enganar: nem imorais, nem idólatras, nem adúlteros, nem homossexuais passivos ou ativos e, nem ladrões, nem avarentos, nem alcoólatras, nem caluniadores, nem trapaceiros herdarão o Reino de Deus. Assim foram alguns de vocês. Mas vocês foram lavados, foram santificados, foram justificados no nome do Senhor Jesus Cristo e no Espírito de nosso Deus. (1Co 6.9-11 NVI).
• A Expectativa de Deus. A vontade de Deus é que sejamos santificados, abstendo-nos da imoralidade sexual (1 Ts 4.3). A vontade de Deus, nesse contexto, refere-se ao desejo ou propósito divino.
• O Chamado à Santidade. Pedro nos lembra que, assim como Deus é santo, devemos ser santos em tudo o que fizermos (1 Pe 1.14-16). Portanto, a santificação não apenas é possível, mas também é parte essencial da nossa jornada de fé.





I. A SANTIDADE DE DEUS
1.1 Deus é Santo.
A LIÇÃO DIZ: O primeiro motivo pelo qual os cristãos ensinam e buscam a santidade é porque Deus é Santo. A santidade de Deus quer dizer que ele está separado do pecado e dedicado a manter em alto sua honra. Esta definição contém tanto uma qualidade relacional (separação) e uma qualidade moral
(a separação é do pecado ou mal, e a devoção é ao bem da honra ou glória de Deus). Quando a Escritura chama Deus de santo, ou quando chama as pessoas individuais da Deidade de santas (como ela frequentemente o faz: Lv 11.44, 45; Js 24.19; 1Sm 2.2; Sl 99.9; Is 1.4; 6.3; 41.14, 16, 20; 57.15; Ez 39.7; Am 4.2; Jo 17.11; At 5.3–4, 32; Ap 15.4), a palavra significa tudo a respeito de Deus que o coloca separado de nós e faz dele objeto de nossa reverência, adoração e temor. Ela cobre todos os aspectos de sua grandeza transcendente e perfeição moral, e, assim, é um atributo de todos os seus atributos, salientando a “divindade” de Deus em cada ponto. Cada faceta da natureza de Deus e cada aspecto de seu caráter podem apropriadamente ser chamados santos, precisamente porque ele o é. A essência do conceito, porém, é a pureza de Deus, que não pode tolerar qualquer forma de pecado (Hc 1.13) e, por isso, impõe aos pecadores a constante autocontrição em sua presença (Is 6.5).
1.2 O Senhor Jesus é Santo.
A LIÇÃO DIZ: Jesus é descrito como estando bastante tempo cercado de pessoas pecadoras, mas sem ser afetado pelos pecados delas. Ele foi oferecido como um cordeiro imaculado, sem pecado, pelos nossos, e até o Inimigo reconheceu a santidade de Jesus. Ao chegar em Cafarnaum e deparando-se com um homem endemoninhado, antes de libertá-lo, Jesus ouviu o reconhecimento de sua santidade: “[…] Bem sei quem és: o Santo de Deus” (Lc 4-34).
Texto que enfatizam a santidade de Jesus:
Aquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós, para que Nele fôssemos feitos justiça de Deus (2 Co 5.21)
• Jesus foi anunciado a Maria pelo anjo como o Santo filho de Deus (Lc 1.35).
• Jesus foi tentado a pecar, mas nunca pecou (Mt 4; Hb 2.18;4.15).
• Ninguém podia ou pode provar que Jesus tenha pecado (Jo 8.46).
• Jesus é santo, inocente, imaculado e mais sublime do que os céus (Hb 7.26).
• Assim Jesus é apresentado no Apocalipse: Isto diz o que é SANTO e verdadeiro (Ap 3.7).
• Os homens reconhecem Jesus como O Santo (At 4.27,30).
• Os demônios reconhecem Jesus como O Santo (Mc 1.24).
• Jesus diz que foi Ele a quem Isaías viu assentado num alto e sublime trono,sendo aclamado Santo, Santo, Santo é o Senhor dos exércitos (Is 6.3/Jo 12.41).
• Jesus permanece Santo e voltará em santidade (Hb 9.28).
• Jesus era santo, é santo e há de vir em santidade (Ap 4.8).
1.3 O Espírito é Santo.
A LIÇÃO DIZ: Espírito que Deus deixou para nos guiar na ausência temporária do Senhor Jesus Cristo é chamado de Espírito Santo. Esse nome já nos mostra que Ele é o Consolador, o que se manifesta na igreja por meio de sua presença e seus dons e que atua neste mundo para convencer os pecadores e santificar aqueles que receberam a Jesus. Somente pela atuação do Santo Espírito conseguimos praticar a santidade em nossa vida. O Espírito Santo desempenha um papel fundamental na santificação do cristão, que é o processo contínuo de ser transformado à imagem de Cristo. Em 2 Tessalonicenses 2.13, Paulo escreve: “Mas devemos sempre dar graças a Deus por vós, irmãos amados pelo Senhor, porque Deus vos escolheu desde o princípio para a salvação, pela santificação do Espírito e pela fé na verdade”. O Espírito Santo é o agente de santificação que Deus usa para transformar o coração do cristão. Ele trabalha em nós para mudar nossos desejos e pensamentos, para que possamos crescer na fé e obedecer aos mandamentos de Deus. É através do Espírito Santo que podemos ter poder para resistir ao pecado e nos tornar mais parecidos com Cristo. Além disso, o Espírito Santo nos capacita a compreender a Palavra de Deus. Em João 16.13, Jesus disse aos seus discípulos: “Quando vier o Espírito da verdade, ele os guiará a toda a verdade”. É o Espírito Santo quem nos revela a verdade sobre Deus, sobre nós mesmos e sobre a realidade do
pecado.








II. A SANTIFICAÇÃO COMO UM PROCESSO
2.1 A santificação posicional.
A LIÇÃO DIZ: Essa perspectiva de santificação nos leva a entender que todos aqueles que foram salvos em Cristo são santos. Ainda que passem por tributações e nem sempre demonstrem a perfeição, são chamados de “santos”. A santificação posicional ou instantânea refere-se ao passado, quando Cristo nos livra da condenação do pecado. Quando um homem pecador se entrega a Jesus, ele é santificado por Ele. Alguns pontos relevantes incluem:
• Justificação e Perdão: Na justificação, somos plenamente perdoados (Rm 8.1; 2 Co 5.17).
• Morte do Velho Homem: Nosso velho homem foi crucificado com Cristo (Rm 6.11; 2 Co 5.14; Jo 12.32; Gl 2.19, 20).
• Santidade em Cristo: Quando aceitamos a Cristo como nosso Salvador e Senhor, nos tornamos
santos (1 Co 1.2; 6.11).
• Posição em Cristo: Nossa posição em Cristo é a de santos, lavados, comprados e selados com o Santo Espírito (1 Pe 2.9, 10; Ef 2.6).
Acreditamos que, no momento da conversão e do novo nascimento, ocorre o maior milagre: a vinda de Cristo para o nosso coração, transformando-nos completamente.
2.2 A santificação progressiva.
A santificação posicional é um marco dramático na vida de qualquer pessoa, mas por si só não garante uma transformação completa. Embora sejamos nascidos de novo, ainda somos como bebês espirituais e precisamos crescer. Conheça o curso para pregadores iniciantes: O Pregador e a Pregação A santificação progressiva, por outro lado, é um processo contínuo atuado por Deus em nossa vida. Diferentemente da santificação posicional, que não requer nossa ação, a santificação progressiva depende de nossa cooperação. Nesse estágio, Deus nos liberta do poder do pecado, permitindo que renunciemos a ele e resistamos. Considere as seguintes observações:
• Santificação na Conversão: Em certo aspecto, nos tornamos santos ou santificados quando passamos pela experiência da conversão. No entanto, isso não significa que a santificação já está completa em nós. Não devemos confundir a santificação com a graça, que é um presente e uma dádiva da salvação.
• Chamados de Santos: Quando Paulo escreve aos cristãos, ele os chama de “santos” ou “santificados” (1 Co 1.2). Isso não o impede de corrigi-los quando necessário (1 Co 3.1-4; 5.1; 6.11; 11.17-22, 30).
• Crescimento Contínuo: Estamos em constante crescimento espiritual (2 Pe 3.17), buscando atingir a maturidade e a estatura de Cristo (Ef 4.13-15). Corremos em direção ao alvo, buscando o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. Em resumo, a santificação é um processo dinâmico em que Deus age e nossa cooperação é essencial para nosso crescimento espiritual contínuo.
2.3 A santificação perfeita ou final.
A santificação definitiva é um mistério que transcende nossa compreensão. A Bíblia nos revela que, após o fim dos tempos, experimentaremos uma transformação gloriosa. Nesse momento, receberemos um corpo imortal, livre de qualquer mancha do pecado. Aqui estão algumas reflexões sobre essa santificação definitiva:
• Semelhança com Cristo: Um dia seremos semelhantes a Cristo. A passagem de 1 Coríntios 13.9-12 e 1 João 3.2 nos lembra que, embora agora vejamos apenas em parte, no futuro, conheceremos plenamente e seremos transformados à imagem de nosso Salvador.
• Obra Completa: Deus é o autor dessa obra. Ele a completará no dia do encontro com Cristo. Filipenses 1.6 nos assegura que aquele que começou a boa obra em nós a aperfeiçoará até o dia de Jesus Cristo.
• Corpo Transformado: Nosso corpo mortal será transformado. A passagem de 1 Coríntios 15:51-58 descreve essa mudança: “Num momento, num abrir e fechar de olhos, ao som da última trombeta […], os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.” Portanto, nossa esperança está firmemente ancorada na promessa de Deus de nos santificar completamente e nos preparar para viver eternamente em Sua presença.






III. A SANTIDADE NA PRÁTICA
3.1 A santidade na vida diária.
A LIÇÃO DIZ: O desejo do Senhor é que sejamos santos, interagindo com o ambiente que nos cerca, afinal, somos o “sal” e a “luz” da terra (Mt 5.13.14). Querido irmão ou irmã, a busca pela santidade não é uma tarefa fácil, mas é uma jornada que Deus nos convida a trilhar em todas as áreas de nossa vida. Vamos explorar como podemos viver essa santidade de forma prática e devocional:
• No Trabalho:
a. Seja honesto e íntegro em suas atividades profissionais.
b. Trate seus colegas com amor e respeito.
c. Ore por sabedoria e discernimento em suas decisões.
• Na Faculdade:
a. Estude com dedicação, buscando a excelência.
b. Seja um exemplo de ética e integridade acadêmica.
c. Ore por discernimento em suas escolhas acadêmicas.
• Na Família:
a. Ame e honre seus pais, irmãos e filhos.
b. Seja paciente e compreensivo.
c. Ore pela unidade e paz em sua casa.
• No Namoro e no Casamento:
a. Mantenha relacionamentos puros e respeitosos.
b. Priorize o diálogo e a comunicação.
c. Ore para que Deus seja o centro de seu relacionamento.
• Na Forma de Vestir:
a. Escolha roupas modestas e que não causem tropeço aos outros.
b. Lembre-se de que sua aparência reflete seu coração.
• Nas Amizades:
a. Escolha amigos que compartilhem seus valores e princípios.
b. Seja um amigo leal e compassivo.
c. Ore por discernimento ao escolher suas amizades.
3.2 Somos santificados pela Palavra.
A LIÇÃO DIZ: O Senhor Jesus sabia da importância da santificação, e também do preço que se paga para que o crente tenha uma vida de santidade. Por isso, Ele orou: “Santifica-os na verdade: a tua palavra é a verdade” (Jo 1 7 17). O Senhor nos mostra que o tempo dedicado à leitura tem uma enorme influência na nossa vida espiritual, especificamente para a santidade. A melhor proteção para os discípulos é a santificação/crescimento em santidade. Santificar os discípulos é fornecer o poder espiritual que os capacitará a se elevar acima dos fardos deste mundo. “Santifica-os pela verdade” (17.17), e a preposição aqui poderia ter duplo significado, referindose tanto à esfera (“na verdade”, que os discípulos sejam imersos nas verdades de Deus) quanto significa (“pela verdade”, que a verdade de Deus seja um agente de mudança na vida deles). Cristo nos transmitiu a Palavra (17.8) e nos deu a Palavra (17.14). A Palavra de Deus é a dádiva de Deus para nós. Sua origem é divina, uma dádiva preciosa do céu. Agora, somos santificados pela Palavra (17.17). A Palavra é a verdade, e não apenas contém a verdade (17.17). Ela é o instrumento da nossa santificação (17.17). Sem o conhecimento da Palavra, não há crescimento espiritual. Dwight Moody escreveu na capa de sua Bíblia: “Este livro afastará você do pecado ou o pecado afastará você deste livro”.
3.3 A santidade nos conduz para o Céu.
A LIÇÃO DIZ: Se cremos na vida eterna, devemos também crer que um dia estaremos diante de Deus para ouvir Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei: entra no gozo do teu senhor” (Mt 25.21). Precisamos nos acostumar com a santidade como um elemento que nos levará para a glória, e “sem a qual ninguém verá o Senhor” (Hb 12.14). Muitos pentecostais, neopentecostais e até mesmo pessoas do meio evangélico tradicional
interpretam Hebreus 12.14 de forma errada. O texto diz: “Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor”. Quando leem este versículo, logo concluem que a santidade é um pré-requisito para a salvação. Mas não é isso que o texto está ensinando. Se a santificação fosse condição para a salvação, a salvação seria por obras. Somos salvos para a santificação e não pela santificação de vida, como deixa claro o v.10 de Efésios 2. Na verdade, o texto de Hebreus. 12.14 está nos ensinando que a santificação é um resultado da salvação. O texto deve ser entendido da seguinte maneira: se uma pessoa que se diz crente, mas nunca viveu uma vida de santidade em momento algum de sua vida essa pessoa não verá o Senhor, não porque não andou em santidade, mas porque pela falta constante de santidade essa pessoa demonstrou que nunca teve fé salvadora, e por não ter fé salvadora não verá a Deus. São pessoas que nunca deram frutos, até o fim de suas vidas tiveram uma vida marcada pelo pecado e nunca andaram em santidade”.

CONCLUSÃO
O Novo Testamento, coloca em alto relevo, a vida de santidade. Os evangelhos, Atos dos apóstolos, as epístolas paulinas e gerais, bem como o livro do Apocalipse nos ensinam sobre essa temática.
Portanto, concluindo, quero destacar sete razões viver em santidade:
• Primeira razão. Devemos ser santos porque a voz de Deus, nas Escrituras Sagradas, assim nos ordena claramente. Mas, assim como é santo aquele que os chamou, sejam santos vocês também e m tudo o que fizerem (1 Pe 1.15 NVI).
• Segunda razão. Devemos ser santos porque essa é a grandiosa finalidade e propósito daquilo que Cristo veio fazer no mundo. Paulo escreveu aos coríntios: E ele morreu por todos para que aqueles que vivem já não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou. (2 Co 5.15 NVI). Ele se entregou por nós a fim de nos remir de toda a maldade e purificar para si mesmo um povo particularmente seu, dedicado à prática de boas obras. (Tt2.14 NVI)
• Terceira razão. Devemos ser santos, porque essa é a única evidência segura de que possuímos fé salvadora em nosso Senhor Jesus Cristo. A fé autêntica sempre haverá de manifestar-se pelos seus frutos; ela santificará, operará por meio do amor, vencerá o mundo e purificará o coração. Como veem, a fé por si mesma, a menos que produza boas obras, está morta. (Tg 2.14 NVT).
• Quarta razão. Devemos ser santos porque essa é a única prova de que amamos o Senhor Jesus Cristo com sinceridade. Aqueles que aceitam meus mandamentos e lhes obedecem são os que me amam. (Jo 14.21 NVT).
• Quinta razão. Devemos ser santos por ser essa a única evidência segura de que somos verdadeiros filhos de Deus. Porque todos que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus. (Rm 8.14 NVT).
• Sexta razão. Devemos ser santos por ser essa a maneira mais provável de fazer o bem ao próximo. Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus. (Mt 5.16 NVI).
• Sétima razão. Em último lugar, devemos ser santos porque sem a santidade na terra nunca estaremos preparados para desfrutar do céu. O céu é um lugar santo. O Senhor do céu é um Ser santo. Os anjos são criaturas santas. A santidade está estampada em tudo quanto existe no céu. O livro de Apocalipse expressa: Nela jamais entrará algo impuro, nem ninguém que pratique o que é vergonhoso ou enganoso, mas unicamente aqueles cujos nomes estão escritos no livro da vida do Cordeiro. (Ap 21.27 NVI).
A REALIDADE BIBLICA DA SANTIFICAÇÃO CRISTÃ – Lição 5 Jovens
Material utilizado:
• 1 copo com água
• 1 copo com café
• 1 copo com Leite
• 1 copo com óleo
Metodologia:
O professor conduzirá uma dinâmica em sala de aula utilizando quatro copos: um com água, outro com café, um terceiro com leite e o último com óleo. Cada um desses líquidos simboliza diferentes aspectos da vida cristã. Primeiramente, o professor apresenta os copos aos alunos e explica o significado de cada um:
1. Água: Representa o cristão, aquele que está cheio do poder de Deus.
2. Café: Simboliza os ímpios, as pessoas que não seguem a fé cristã.
3. Leite: Representa a essência dos ímpios, aqueles que ainda não
conhecem a verdade.
4. Óleo: Simboliza o crente cheio da presença de Deus. O professor inicia a dinâmica misturando a água (cristão) com o café (ímpios). Ele questiona os alunos: “Será que é possível separar esses líquidos novamente?”. Essa mistura representa o que acontece quando um cristão se mistura com o mundo e adota práticas mundanas. O resultado é que ele perde sua distinção e se torna indistinguível dos ímpios. Em seguida, o professor reserva a primeira mistura e apresenta o copo com óleo (crente cheio da presença de Deus) e o copo com leite (ímpios). Ele mistura esses líquidos e pergunta aos alunos: “O que essa mistura representa em nossa vida cristã?”. A resposta é que o cristão pode se relacionar com os ímpios, estar no mesmo ambiente e até mesmo conversar com eles, mas deve manter sua essência e foco em Deus. Assim, ele influencia os não-cristãos a trilharem o caminho de Cristo, em vez de ser influenciado por eles. Portanto, a mensagem final é: “Sede santos, assim como Deus, o vosso Pai, é
santo” (Mateus 5:48)
















