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Açúcar mascavo
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Características
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Extraído do caldo de cana, sem passar por processos de refinamento
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Nutrientes
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Preserva vitaminas e minerais como cálcio, fósforo, ferro, potássio, magnésio, zinco, vitamina A, do complexo B, C, D6 e E
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Benefícios
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Possui antioxidantes que combatem os radicais livres e previnem o envelhecimento precoce
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Calorias
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Menos calórico que o açúcar refinado
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Consumo
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Pode ser usado para adoçar bebidas, como sucos e vitaminas, ou em receitas como biscoitos e bolos
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Recomendações
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Deve ser consumido com moderação, mesmo por pessoas que não têm diabetes
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O caldo de cana é uma boa opção para repor a energia e o glicogênio muscular, principalmente após treinos de longa duração ou alta intensidade. Ele também pode ser consumido antes dos treinos para melhorar o desempenho físico.
Produção do açúcar durante o ciclo do açúcar
A produção de açúcar no Brasil colonial envolvia diversas etapas complexas, desde o plantio da cana-de-açúcar até a comercialização do produto final. Abaixo estão todas as etapas desse processo:
- Preparação do solo (coivara): Antes do plantio, o solo era preparado por meio da coivara, que envolvia a queima da vegetação existente para limpar o terreno.
- Plantio da cana: O plantio da cana-de-açúcar ocorria entre os meses de fevereiro e maio. A escolha da variedade de cana, geralmente a cana-crioula, era crucial.
- Crescimento da cana: A cana era deixada para crescer por um período de 12 a 18 meses antes da colheita, garantindo um teor adequado de sacarose.
- Colheita: A colheita da cana era uma operação intensiva, envolvendo trabalhadores, principalmente escravos, para cortar e transportar a cana até o engenho.
- Moagem da cana: A cana era moída nos engenhos para extrair o caldo, que seria a matéria-prima para a produção de açúcar.
- Extração e purificação do caldo: O caldo extraído passava por processos de purificação, muitas vezes envolvendo fervura e decantação, para remover impurezas.
- Evaporação e cristalização: O caldo purificado era aquecido e evaporado para concentrar a sacarose. A cristalização resultava na formação de cristais de açúcar.
- Secagem e refino: Os cristais de açúcar eram secos e refinados para produzir açúcar branco. Esse processo muitas vezes envolvia o uso de moinhos e peneiras.
- Armazenamento e distribuição: O açúcar refinado era armazenado e, em seguida, distribuído. Muitas vezes, essa etapa envolvia parcerias comerciais com outros países, como a aliança comercial entre Portugal e os Países Baixos.
- Comercialização na Europa: O açúcar brasileiro, refinado e pronto para consumo, era comercializado na Europa, contribuindo para a economia colonial e metropolitana.
Essas etapas complexas, realizadas principalmente nos engenhos, evidenciam a sofisticação do processo de produção de açúcar no Brasil colonial, sendo uma das atividades econômicas mais significativas desse período.
A cana-de-açúcar ainda é importante para o Brasil hoje, sendo a maior produção do mundo. Somente no Brasil, ela movimenta mais de R$100 bilhões por ano. Isso significa que há muita tecnologia, geração de empregos e desenvolvimento econômico, social e sustentável envolvidos no cultivo da cana (e nos processos relacionados a ele). A cana é rica em nutrientes muito benéficos para nossa saúde, como o ferro e o cálcio, por exemplo. “Tem minerais como o ferro, cálcio, potássio, sódio, fósforo e magnésio. Em vitaminas, tem as do complexo B e vitamina C. O caldo de cana contém alguns nutrientes, em pequenas quantidades, que ajudam no fortalecimento dos ossos e dentes. É o caso do cálcio, que é considerado um componente benéfico para a saúde bucal e óssea. A cana-de-açúcar contém compostos antioxidantes, como polifenóis, que podem combater os radicais livres no corpo. Em 100ml de caldo de cana temos aproximadamente 82 calorias, 0,30g de proteínas, 13mg de cálcio, 12mg de fósforo, 0,70g de ferro, 0,02mg de vitamina B1, 0,01mg de vitamina B2 e 2mg de vitamina C.








