A PROVA DA VOSSA FÉ
Vencendo a Incredulidade para uma Vida Bem-Sucedida


O QUE VAMOS ESTUDAR?
Nesta lição, estudaremos a respeito da fé no homem mais importante que já viveu nesta Terra:
Jesus Cristo. Nossos objetivos são: EXPLICAR a singularidade de Jesus; DESTACAR as evidências de que Jesus possuía atributos divino; SABER que Jesus esvaziou-se de si mesmo. Vamos juntos aprender a Palavra de Deus.

No começo aquele que é a Palavra já existia. Ele estava com Deus e era Deus. Desde o princípio, a Palavra estava com Deus. (Jo 1.1 – NTLH). A Expressão “No princípio” aparece em algumas passagens altamente relevantes:
1. “No princípio”. Atividade de Deus na eternidade (Jo 1.1). Esse princípio não pode ser datado, pois na eternidade passada, não existia tempo, espaço e matéria.
2. “No princípio”. Atividade de Deus referente a criação de todas as coisas, inclusive, da humanidade (Gn 1.1). Esse princípio aconteceu dentro do tempo que vivemos e existimos, todavia, mesmo assim, é impossível chegar a uma data exata do momento da criação.
3. “No princípio”. Atividade de Deus alusiva a execução do plano da salvação por meio da encarnação, morte e ressurreição de Jesus em benefício de todos os homens (Mc 1.1). Nós sabemos muito bem de quem esse texto está falando; o próprio escritor do evangelho nos deixa bem claro que Jesus é o Verbo. Com isso, queremos dividir nosso pensamento em cinco pontos importantes:
1. Em primeiro lugar, Jesus é o Verbo Eterno. Jesus é eterno e existia antes de todas as coisas. Ele é o Alfa e o Ômega, conforme se lê em Apocalipse 1.8.
2. Em segundo lugar, o Verbo é igual em essência, mas distinto em natureza. O Verbo e Deus existiam face a face, compartilhando intimidade e propósito.
3. Em terceiro lugar, o Verbo é Deus. Jesus não é um anjo, não é um “d”eus inferior, nem a primeira criatura feita por Deus ou simplesmente um profeta; Ele é Deus.
4. Em quarto lugar, o Verbo é criador. Todas as coisas foram feitas por ele, e, sem ele, nada do que foi feito se fez. (Jo 1.3 – NAA).
5. Em quinto lugar, o Verbo se fez carne. E o Verbo se fez carne e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade, e vimos a sua glória, glória como do unigênito do Pai. (Jo 1.14 – NAA).
Cremos na natureza humana e divina de Jesus e na sua obra salvífica para a humanidade. A Declaração de Fé das Assembleias de Deus (2017, p. 49) nos diz: CREMOS, professamos e ensinam os que o Senhor Jesus Cristo é o Filho de Deus e o único mediador entre Deus e os seres humanos, enviado pelo Pai para ser o Salvador do mundo, verdadeiro homem e verdadeiro Deus: “e dos quais é Cristo, segundo a carne, o qual é sobre todos, Deus bendito eternamente. Amém” (Rm 9.5).

A LIÇÃO DIZ: Cremos que o Senhor Jesus Cristo é a figura central de toda a realidade cristã. Entretanto, ao longo dos anos, a doutrina de Cristo tem sido submetida a muitas heresias. Você verá que o objetivo desta lição é reafirmar as bases da divindade, humanidade e singularidade de Jesus. A marca inequívoca das falsas religiões é se escandalizar com as verdades acerca de Jesus.
Por exemplo:
• Testemunha de Jeová. Se dissermos que Jesus é Deus, seremos considerados blasfemos. Se dissermos que deixamos nosso filho morrer por não aceitar que ele receba transfusão de sangue, seremos considerados zelosos e dedicados às coisas de Deus.
• Umbandista. Se você disser que há um só Deus e que Jesus é seu único filho, será acusado de preconceito e mente fechada. Se você disser a ele que tomou sangue de galinha preta e tomou banho com comida podre, ele dirá que você é uma pessoa purificada no espírito.
• Espiritismo. Se você disser a um espírita que Jesus ressuscitou dos mortos pelo poder de Deus, ele discutirá por horas a fio combatendo você. Se você disser que um rato que saiu do esgoto é a reencarnação do avô dele, ele dirá que você tem uma mente iluminada.
• Hinduísta. Se você disser que Cristo é o filho unigênito de Deus, ele pode ser capaz de tirar sua vida. Se você disser que o carrapato que está no gato dele é divino, ele vai adorar o carrapato e também o gato.
• Igreja Romana. Se você disser a um católico que Cristo é o único mediador entre Deus e os homens, ele lhe chamará de herege. Mas se você disser que a hóstia é literalmente o corpo de Cristo, ele dirá que você é um devoto servo de Deus.





I. A SINGULARIDADE DE JESUS
1.1 Plenamente divino, plenamente homem.
A LIÇÃO DIZ: Jesus Cristo teve duas naturezas: a divina e a humana. Ele era plenamente homem, mas também plenamente divino. O termo “união hipostática” é utilizado para definir a doutrina de que Jesus é uma só pessoa, mas com duas naturezas, a divina e a humana. Ou seja, Ele é 100% Deus e 100% homem. A definição histórica da doutrina da união hipostática foi fornecida na resolução do Concílio de Calcedônia, em 451 d.C. Nesse Concílio, a Igreja reconheceu as duas naturezas distintas, humana e divina, que se unem na única pessoa de Cristo. A doutrina da união hipostática testemunhada pelo Concílio de Calcedônia serviu para responder a certos conceitos equivocados que tinham surgido a respeito da pessoa do Senhor Jesus Cristo em relação à sua divindade e humanidade. As duas principais teorias nesse sentido eram o Nestorianismo e o Eutiquianismo. O Nestorianismo afirmava que Jesus era duas pessoas distintas. Já o Eutiquianismo dizia que Jesus possuía uma natureza mista que foi formada de um suposto processo de absorção de sua natureza humana por sua natureza divina. Isso significa que enquanto o Nestorianismo dividia a pessoa de Cristo, o Eutiquianismo confundia suas naturezas. Por isso o Concílio de Calcedônia se preocupou em enfatizar como os cristãos devem enxergar a doutrina bíblica a respeito da pessoa de Cristo e suas naturezas. Nesse sentido, basicamente o Concílio afirmou que as duas naturezas, humana e divina, são inconfundíveis e imutáveis, indivisíveis e inseparáveis na pessoa de Cristo, implicando no fato de que verdadeiramente Ele é o “Deus-Homem”.
1.2 A declaração das Escrituras a respeito de Jesus.
No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus. (Jo 1.1 – NAA). Porque nele habita corporalmente toda a plenitude da divindade. (Fl 2.9 – NAA). Mas, a respeito do Filho, diz: “O teu trono, ó Deus, é para todo o sempre; cetro de justiça é o cetro do teu reino. (Hb 1.8 – NAA). Ao que Tomé respondeu: — Senhor meu e Deus meu! (Jo 20.28 – NAA). Tenham entre vocês o mesmo modo de pensar de Cristo Jesus, que, mesmo existindo na forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus algo que deveria ser retido a qualquer custo. (Fl 2.5,6 – NAA). aguardando a bendita esperança e a manifestação da glória do nosso grande Deus e Salvador Jesus Cristo. (Tt 2.13 – NAA). Eis que ele vem com as nuvens, e todo olho o verá, até mesmo aqueles que o traspassaram. E todas as tribos da terra se lamentarão por causa dele. Certamente. Amém! “Eu sou o Alfa e o Ômega”, diz o Senhor Deus, “aquele que é, que era e que há de vir, o Todo-Poderoso.” (Ap 1.7,8 – NAA).
1.3 A palavra “kyrios” aplicada a Cristo.
A LIÇÃO DIZ: A palavra kyrios é usada para traduzir o nome de Deus várias vezes na versão grega do Antigo Testamento. Portanto, qualquer pessoa no tempo do Novo Testamento, que possuísse algum conhecimento do Antigo Testamento em grego, teria reconhecido que, nos contextos em que fosse apropriado, a palavra ‘Senhor” era o nome do Criador e sustentador dos céus e da Terra, o Deus Onipotente. Tal verdade evidencia as duas naturezas de Jesus Cristo: a humana e a divina. Para complementar esse tópico, queremos destacar alguns exemplos:
a. A fala do anjo aos pastores em Belém. “hoje, na cidade de Davi, vos nasceu o Salvador, que é Cristo, o Senhor” (Lc 2.11). Embora essas palavras nos sejam familiares pela leitura frequente da história de Natal, precisamos perceber como seria surpreendente para qualquer judeu do primeiro século ouvir que algum recém-nascido era o “Cristo” (ou “Messias”) e, além disso, que esse Messias era também “o Senhor” — ou seja, o próprio Senhor Deus! A força surpreendente da declaração do anjo, em que os pastores tiveram dificuldade de acreditar, equivalia, em essência, a dizer: “Hoje, em Belém, nasceu uma criança que é vosso Salvador e vosso Messias e também o próprio Deus”. Não é de estranhar que “todos os que ouviram se admiraram das coisas contadas pelos pastores” (Lc 2.18).
b. A fala de Isabel. Quando Maria chega para visitar Isabel alguns meses antes do nascimento de Jesus, Isabel diz: “Mas por que me acontece isso, que venha me visitar a mãe do meu Senhor?” (Lc 1.43). Uma vez que Jesus nem havia nascido, Isabel não podia estar empregando a palavra “Senhor” com algum sentido de “senhor” humano. Antes, estava
necessariamente empregando-a no sentido veterotestamentário mais intenso e denso, dando um significado admirável à frase: “Mas por que me acontece isso, que venha me visitar a mãe do próprio Senhor Deus?”.
c. A pregação de João Batista. Vemos outro exemplo quando Mateus afirma que João Batista é o que clama no deserto: “Preparai o caminho do Senhor, endireitai as suas veredas” (Mt 3.3). Ao fazê-lo, João está citando Isaías 40.3, que fala do próprio Senhor Deus vindo para o meio de seu povo. Mas o contexto aplica essa passagem ao papel de João na preparação do caminho para a vinda de Jesus.







II. EVIDÊNCIAS DE QUE JESUS POSSUÍA ATRIBUTOS DIVINOS
2.1 Onipotência, eternidade e onisciência.
a. Jesus é onipotência. Em Isaías são citados cinco nomes de Cristo em uma mesma passagem; um deles (Deus forte) refere-se à onipotência de Cristo: “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o principado está sobre os seus ombros; e o seu nome será: Maravilhoso, Conselheiro, Deus forte, Pai da eternidade, Príncipe da paz” (Is 9.6).
b. Jesus é onipresença. “Como Jesus continuou onipresente se, ainda na Terra, estava limitado pelo tempo e o espaço, ocupando apenas um só lugar ao mesmo tempo?” Como Filho do homem (sua humanidade), Ele estava limitado às dimensões geográficas: quando estava na Galiléia, não se encontrava, é claro, na Judeia. No entanto, como Filho de Deus (sua divindade), sempre esteve presente em todo o lugar (Mt 28.20).
c. Jesus é onisciente. Então, todas as igrejas saberão que eu sou aquele que sonda mentes e corações, e retribuirei cada um de vocês de acordo com as suas obras. (Ap 2.23 NVI).
d. Jesus sustenta sua eternidade quando afirma: “Antes que Abraão existisse, Eu Sou” (Jo 8.58), ou: “Eu sou o Alfa e o Ômega” (Ap 22.13).
2.2A soberania de Jesus.
a. Autoridade para perdoar pecados. Vê-se que Jesus tinha soberania divina, um tipo de autoridade exclusiva de Deus pelo fato de que ele podia perdoar pecados (Mc 2.5-7).
b. Autoridade para falar como Deus. Diferentemente dos profetas do Antigo Testamento que declaravam “Assim diz o SENHOR”, ele podia introduzir suas declarações com a expressão: “Eu, porém, vos digo” (Mt 5.22,28,32,34,39,44) uma afirmação surpreendente acerca da própria autoridade. Ele podia falar com a autoridade de Deus porque era plenamente Deus.
2.3 Digno de adoração.
A LIÇÃO DIZ: Outra prova da divindade de Cristo é o fato dEle ser digno de adoração, algo que está vedado a qualquer criatura, nem mesmo os anjos (Ap 19.10).
Confira esses textos provas:
a. Então Jesus lhe ordenou: — Vá embora, Satanás, porque está escrito: “Adore o Senhor, seu Deus, e preste culto somente a ele.” (Mt 4.10 NAA).
b. Cornélio prostou-se aos pés de Pedro, mas ele não aceitou ser adorado (At 10.25,26).
c. João prostou-se diante de um anjo, mas o ele não aceitou ser adorado (Ap 19.10).
d. Porém, Jesus aceitou adoração: E eis que um leproso aproximou-se e o adorou (Mt 8.2 NAA). E os que estavam no barco o adoraram, dizendo: — Verdadeiramente o senhor é o Filho de Deus! (Mt 14.33 NAA).


III. JESUS ESVAZIOU-SE DE SI MESMO – Exposição de Fl 2.5-8
3.1 Jesus se esvaziou de sua glória?
Versículo 5 – Tenham entre vocês o mesmo modo de pensar de Cristo Jesus Paulo faz passar diante dos olhos dos filipenses o exemplo do Senhor Jesus Cristo. Qual foi a atitude que Cristo manifestou? 1) em nada era egocêntrica; 2) sabia sacrificar-se; 3) sabia servir. O Senhor Jesus pensava sempre nos outros. Nenhuma lágrima derramou pelos próprios males, mas derramou gotas de sangue pelos meus. Versículo 6 – que, mesmo existindo na forma de Deus, não considerou o ser igual a Deus algo que deveria ser retido a qualquer custo. Quando lemos que Cristo Jesus subsistiu em forma de Deus, aprendemos que ele existiu desde a eternidade como Deus. Ele não é apenas semelhante a Deus, mas de fato é Deus, no melhor sentido da palavra. Versículo 7,8 – Pelo contrário, ele se esvaziou, assumindo a forma de servo, tornando-se semelhante aos seres humanos. E, reconhecido em figura humana, 8ele se humilhou, tornando-se obediente até a morte, e morte de cruz. Diante dessa afirmação, surge logo a pergunta: “O Senhor Jesus se esvaziou em que sentido?”. Devemos ter cuidado ao responder a essa pergunta. Muitas vezes, ao tentar definir esse esvaziamento, muitos acabam por roubar de Cristo os atributos da Divindade.
3.2 O que realmente diz Filipenses 2.7,8.
Do que Cristo se esvaziou? Certamente não foi da existência “na forma de Deus”. Isso seria impossível. Ele continuou sendo o Filho de Deus. Indubitavelmente, Cristo renunciou ao Seu ambiente de glória. Ele pôs de lado Sua majestade e glória (Jo 17.5), mas permaneceu Deus. Ele jamais deixou de ser possuidor da natureza divina. Mesmo em Seu estado de humilhação, jamais se despojou de Sua divindade. William Hendriksen, abrindo uma janela para o nosso entendimento dessa gloriosa verdade, diz que a inferência é que Cristo se esvaziou de Sua existência-na-forma-de-igualdade-a-Deus e ilustra com alguns pontos.
a. Ele renunciou Sua relação favorável à lei divina. Enquanto permanecia no céu, nenhuma carga de culpa pesava sobre Ele. Entretanto, ao encarnar-se, Ele que não conheceu pecado, se fez pecado por nós (Jo 1.29; 2Co 5.1); Ele que era bendito eternamente, se fez maldição por nós (Gl 3.13) e levou sobre o Seu corpo, no madeiro, todos os nossos pecados (1Pe 2.24).
b. Ele renunciou às Suas riquezas. O apóstolo Paulo diz: “Pois conheceis a graça de nosso Senhor Jesus Cristo, que sendo rico, se fez pobre por amor de vós, para que, pela sua pobreza, vos tornásseis ricos” (2Co 8.9). Jesus renunciou a tudo, até mesmo a Sua própria vida (Jo 10.11). Tão pobre Ele era que tomou emprestado um lugar para nascer, uma casa para pernoitar, um barco de onde pregar, um animal para cavalgar, uma sala para reunião e um túmulo para ser sepultado.
c. Ele renunciou à Sua glória celestial. Ele tinha glória com o Pai antes que houvesse mundo (Jo 17.5). No entanto, voluntariamente deixou a companhia dos anjos e veio para ser perseguido e cuspido pelos homens. Do infinito sideral de eterno deleite, na própria presença do Pai, voluntariamente Ele desceu a este reino de miséria a fim de armar a Sua tenda com os pecadores. Ele, em cuja presença os serafins cobriam o rosto, o objeto da mais solene adoração, voluntariamente desceu a este mundo, onde foi “… desprezado e o mais rejeitado entre os homens; homem de dores e que sabe o que é padecer” (Is 53.3).
d. Ele renunciou ao livre exercício de Sua autoridade. Ele voluntariamente submeteu-se ao Pai e diz: “Eu não procuro a minha própria vontade, e, sim, a daquele que me enviou” (Jo 5.30).
3.3 O alicerce da fé cristã.
A LIÇÃO DIZ: Jesus Cristo é o verdadeiro homem e verdadeiro Deus. Não podemos deixar que nada e ninguém venha perturbar a nossa crença na singularidade de Jesus. Alguns pontos podem ser levantados de forma conclusiva, eles são:
a. Em primeiro lugar, é muito significativo a doutrina da união hipostática afirmar que as duas naturezas de Cristo são inconfundíveis e imutáveis. Isso significa que jamais houve qualquer mistura ou confusão entre essas duas naturezas, de modo que os atributos de cada uma delas foram preservados. Somente assim podemos dizer que Cristo é plenamente Deus e plenamente homem. Se as duas naturezas se confundissem, então fatalmente ele seria menos divino ou menos humano.
b. Em segundo lugar, ao mesmo tempo em que doutrina da união hipostática afirma a distinção entre as duas naturezas de Cristo, ela também afirma sua união sem qualquer separação ou divisão. O fato de as duas naturezas de Cristo serem inseparáveis implica que o Verbo de Deus assumiu a humanidade para sempre. Ele não apenas “foi 100% homem”, mas Ele ainda “é 100% homem”, e assim permanecerá para todo sempre.
c. Em terceiro lugar, a doutrina da união hipostática identifica corretamente a informação bíblica de que a Segunda Pessoa da Trindade assumiu a natureza humana, e não uma pessoa humana. Cristo não possui duas pessoas, mas duas naturezas numa só pessoa. Isso significa que tudo o que Cristo fez ou faz são atos de sua única pessoa divino-humana. Cristo não alterna entre sua humanidade e sua divindade.

A LIÇÃO DIZ: Somente por meio da ação de Deus e da singularidade de Jesus é que a humanidade caída pode ser resgatada. A união hipostática permite que Jesus seja o mediador perfeito entre Deus e os seres humanos. Sua natureza divina capacita-O a oferecer um sacrifício perfeito e eterno pelos pecados da humanidade, enquanto Sua natureza humana O torna capaz de representar e compreender plenamente a humanidade.
Deus abençoe a todos. Bons estudos
















