29 de junho de 2026 21:14

FÉ – PARA CRER QUE DEUS EXISTE O QUE VAMOS ESTUDAR?

A PROVA DA VOSSA FÉ
Vencendo a Incredulidade para uma Vida Bem-Sucedida

“Nesta lição, nos dedicaremos a explorar um dos temas mais desafiadores deste trimestre: o Teísmo e o Ateísmo. Vamos definir essas perspectivas de mundo e destacar os pontos mais significativos de cada uma. Ao final, abordaremos os atributos de Deus e enfatizaremos que ele é a razão de tudo. Vamos juntos aprender a Palavra de Deus.


TEXTO PRINCIPAL
Acredito, que para os objetos desta lição, o melhor versículo para o texto principal seria este: Diz o insensato no seu coração: “Não há Deus.” São corruptos e praticam abominação; já não há quem faça o bem. (Sl 14.1 – NAA). Comentando esse texto, C.H. Spurgeon disse: Os demônios creem e reconhecem quatro objetos de nossa fé. E eis que gritaram: — O que você quer conosco, Filho de Deus? Você veio aqui nos atormentar antes do tempo? (Mt 8.29): (1) Deus; (2) Cristo; (3) o dia do julgamento; (4) que sofrerão tormento. Então aquele que acredita que não há um Deus é mais infame que um demônio. Negar que há um Deus é um tipo de ateísmo que não será encontrado no inferno. Nessa mesma perspectiva T.Brooks escreveu: Na terra há muitos ateus, No inferno nenhum haverá.

RESUMO DA LIÇÃO
Cremos no Deus Pai e que Ele é galardoador dos que o buscam. A Declaração de Fé das Assembleias de Deus (2017, p.31), diz:
Cremos, professamos e ensinamos que Deus é o Supremo Ser, Criador do céu e da terra. “Porque assim diz o SENHOR que criou os céus, o Deus que formou a terra e a estabeleceu” (Is 45.18); Ele é o Deus Pai de nosso Senhor Jesus Cristo: “[…] para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus; e para que, crendo, tenhais vida em seu nome” (Jo 20.31). Ele é o Espírito doador e mantenedor de toda a vida: “O Espírito de Deus me fez; e a inspiração do Todo-poderoso me deu vida” (Jó 33.4). Ele é o único Deus verdadeiro: “E a vida eterna é esta: que conheçam a ti, único Deus verdadeiro, e a Jesus Cristo, a quem enviaste” (Jo 17.3), e não há outro além dEle: “Eu sou o Senhor, e não há outro; fora de mim, não há deus […] que fora de mim não há outro; eu sou o Senhor, e não há outro” (Is 45.5,6). Ele é identificado na Bíblia como Deus: “Eu sou Deus, o Deus de teu pai” (Gn 46.3), Deus Altíssimo e Deus Todo-poderoso, Jeová e Senhor, além de outros nomes. Deus é um ser pessoal, que possui atributos naturais, morais e de poder, qualidades e virtudes que lhe são próprias.

INTRODUÇÃO
A LIÇÃO DIZ: Os textos bíblicos não tentam provar a existência de Deus, pois ela é tão real e visível quanto a sua criação e a consciência do ser humano. De início, é preciso que se diga que a existência de Deus é a grande afirmação pressuposta pela Bíblia. A Bíblia não tenta provar a existência de Deus, ela simplesmente assume essa existência como um fato.
A LIÇÃO DIZ: Deus é real e Ele se revela a nós mediante suas obras e a sua Palavra (Gn 1.1). O que, ou quem trouxe tudo à existência? Deus! Deus se faz conhecido por meio da criação e por meio das Escrituras. Isso é o que chamamos de revelação geral e revelação especial. A revelação geral refere-se à maneira pela qual Deus se revela através da criação, história, ordem natural do mundo e constituição humana.
• É uma revelação acessível a todas as pessoas, independentemente de sua religião ou fé, pois está presente na observação do universo, das leis naturais e da complexidade da vida.
• Através da revelação geral, as pessoas podem chegar fé na existência de um Criador inteligente e soberano.
A revelação especial refere-se à maneira pela qual Deus se revela de forma única, pessoal e específica aos seres humanos, muitas vezes através de eventos, experiências ou comunicação direta.
• Esta revelação é mais focalizada e específica do que a revelação geral e inclui eventos como a entrega das Tábuas da Lei a Moisés no Monte Sinai, bem como a encarnação de Jesus Cristo.
• A Bíblia é frequentemente considerada a principal forma de revelação especial, pois contém os ensinamentos e a história da relação de Deus com a humanidade.
• Através da revelação especial, Deus oferece orientação moral, salvação e um entendimento mais profundo de Seu caráter e propósito. (É por esta razão que a lição anterior foi: FÉ PARA CRER QUE A BÍBLIA É O LIVRO DE DEUS).
I. DOUTRINAS QUE CREEM NA EXISTÊNCIA DE DEUS E AS QUE A NEGAM

1.1 O que é Teísmo.
A LIÇÃO DIZ: Teísmo é “uma doutrina que, baseada na teologia natural e na teologia revelada, admite a existência de um Deus pessoal Criador e Preservador de tudo o que existe, e que, em sua inquestionável sabedoria, intervém nos negócios humanos.” Segundo Norman Geisler, Teísmo é a cosmovisão segundo a qual um Deus infinito e pessoal criou o universo e intervém milagrosamente. Deus é transcendente sobre o universo e imanente nele. Os que defendem a cosmovisão teísta têm crenças centrais comuns, por exemplo:
a. Deus existe além e dentro do mundo. O teísmo afirma a transcendência e a imanência de Deus. Deus existe além e independentemente do mundo, mas governa todas as partes do mundo como Causa sustentadora. O mundo foi criado por Deus e é conservado por ele.
b. O mundo foi criado ex nihilo. O mundo não é eterno. Foi criado pelo decreto de Deus. Sua existência é totalmente contingente e dependente. O universo não foi criado a partir de material preexistente (ex materia), como no dualismo ou materialismo, nem foi feito da essência de Deus (ex Deo), como no panteísmo. Ele foi criado por Deus, mas a partir do nada.
c. Milagres são possíveis. Apesar de operar seu universo de forma regular e ordenada pelas leis da natureza, Deus transcende essas leis. A natureza não é tudo. Há uma esfera sobrenatural. Esse sobrenatural pode invadir a esfera natural.
d. As pessoas são feitas à imagem de Deus. O teísmo acredita na criação da humanidade à imagem de Deus. Isso significa que o homem tem liberdade e dignidade, que devem ser tratadas com o maior respeito. A vida é sagrada.
e. Há uma lei moral. Essa lei tem autoridade absoluta, já que vem de Deus. Ela está acima de qualquer lei humana.
f. Recompensas e castigo futuros. Cada vida individual, como toda a história, tem um fim ou objetivo. Ações morais humanas serão recompensadas ou castigadas. Não haverá reencarnação nem segunda chance após a morte. Cada pessoa será recompensada ou castigada segundo a relação do indivíduo com Deus durante sua vida.
1.2 O que é ateísmo?
A LIÇÃO DIZ: Em oposição à Doutrina Teísta, vemos o Ateísmo, uma doutrina que nega de maneira sistemática a existência de Deus. O Ateísmo pode assumir várias formas. Vejamos as três mais conhecidas: especulativo, prático e militante. Uma definição alternativa e complementa. O termo ateísmo diz respeito a correntes de pensamento que negam ou desconsideram a existência de Deus. Esse termo deriva do substantivo ateu que, etimologicamente, significa “sem deus”, já que sua composição integra a palavra grega “theos”, que significa Deus e o prefixo “a”, que indica uma negação. Logo ateísmo denota a doutrina que congrega todos aqueles que duvidam ou os que estão convictos da inexistência de deuses.
Vamos destacar algumas crenças em comuns partilhas pelos verdadeiros ateus:
a. Sobre Deus. Os verdadeiros ateus acreditam que apenas o cosmos existe. Deus não criou o homem; as pessoas criaram Deus.
b. Sobre o mundo. O universo é eterno. Se não foi eterno, então surgiu “do nada e por nada”. É autossuficiente e autoperpetuador.
c. Sobre o mal. Os ateus afirmam a realidade do mal e negam a realidade de Deus. Eles acreditam que os teístas são incoerentes ao tentar apegar-se às duas realidades.
d. Sobre os seres humanos. O ser humano é matéria em movimento sem uma alma imortal. Não há mente a não ser o cérebro. Nem alma independente do corpo.
e. Sobre a ética. Não existem absolutos morais, certamente nenhum absoluto divinamente autorizado. Talvez existam alguns valores geralmente aceitos e duradouros.
f. Sobre o destino humano. A maioria dos ateus não vê destino eterno para as pessoas.
1.3 Uma argumentação clara.
Eis alguns argumentos a favor da visão teísta cristã:
a. Argumento da Causa Primeira (Cosmológico). Este argumento afirma que a existência de Deus é necessária para explicar a origem do universo. Como William Lane Craig argumenta: “Se o universo teve um início, então ele teve uma causa que o trouxe à existência. Essa causa não pode ser algo dentro do universo, mas deve ser algo que transcende o universo – uma Causa Primeira, que chamamos de Deus.”
b. Argumento do Design (Teleológico). Este argumento se concentra na complexidade e ordem observadas no universo, sugerindo que essas características apontam para um Designer inteligente. Ravi Zacharias afirma: “A complexidade e a beleza do mundo natural, desde o nível subatômico até a vastidão do cosmos, são testemunhas
eloquentes do design inteligente de Deus.”
c. Argumento Moral (Moral). Este argumento sugere que a existência de uma moral objetiva e universal exige a existência de um legislador moral, ou seja, Deus. Como Norman Geisler observa: “Se não houver Deus, não há base para a moralidade objetiva e universal. A existência de um padrão moral implica a existência de um Ser moral
supremo – Deus.”
d. Argumento Ontológico (Filosófico). Este argumento, desenvolvido por filósofos como Alvin Plantinga, parte da ideia de que a mera concepção de Deus implica necessariamente sua existência: “Se é possível conceber um ser perfeito e supremo, então esse ser deve existir, pois a existência é uma propriedade maior do que a não existência.”
e. Argumento da Experiência Pessoal (Experiencial). Este argumento enfatiza a experiência pessoal de Deus como uma evidência convincente de Sua existência. Ravi Zacharias compartilha sua perspectiva: “A experiência pessoal de Deus, Sua presença em nossas vidas e as transformações que experimentamos através do relacionamento com Ele são testemunhas poderosas de Sua realidade.”


II. O QUE CREMOS A RESPEITO DE DEUS
2.1 Cremos que Deus é eterno.
Deus, sendo eterno, não tem início nem fim ou sucessão de eventos em seu próprio ser. Isso é afirmado em Salmos 90.2: “Antes de nascerem os montes e de criares a terra e o mundo, de eternidade a eternidade tu és Deus”. Ele estava trabalhando “antes da fundação do mundo” (Efésios 1.4). Ele sempre existiu. Ele é o primeiro e o último, o começo e o fim, “o alfa e o ômega […] o que era e o que há de vir” (Apocalipse 1.8). Judas nos diz que “glória, majestade, poder e autoridade”eram de Deus “antes de todos os tempos”, bem como “agora e para todo o sempre” (Judas 25). Em razão de Deus ser eterno, sua visão do tempo é radicalmente diferente da nossa. Por exemplo, “mil anos” são para ele “como o dia de ontem que passou, como as horas da noite” (Salmos 90.4). Assim, toda a história passada é, para Deus, como se tivesse acontecido há pouco. Pedro afirma isso ao dizer que “para o Senhor, um dia é como mil anos” (2Pedro 3.8). Mas o apóstolo também nos diz que para o Senhor “um dia é como mil anos” (2Pedro 3.8). Em conjunto, essas perspectivas nos permitem saber que Deus vê todo o período da história tão vividamente como se fosse um breve evento que acabou de acontecer. Mas também vê um breve evento como se fosse durar para sempre. Deus vê e conhece todos os eventos — passado, presente e futuro — com igual intensidade. Embora ele não se comporte de acordo com nenhuma sucessão de movimentos, ainda vê a progressão de eventos em diferentes pontos do tempo. E como aquele que criou e governa sobre o tempo, Deus usa o tempo para seus próprios propósitos.
2.2 Deus é onipotente
“Existe alguma coisa impossível para o Senhor?”, pergunta Gênesis 18.14. Muito embora essa questão seja respondida muitas vezes ao longo da Bíblia, uma clara resposta é encontrada quando Jeremias diz a Deus: “Nada é difícil demais para ti” (Jeremias 32.17). Deus é onipotente, é todo-poderoso e é capaz de realizar toda sua santa vontade. Não há limites sobre o que ele decide fazer. Paulo nos diz que ele “é capaz de fazer infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamos” (Efésios 3.20). Como Jesus diz: “Para Deus todas as coisas são possíveis” (Mateus 19.26). O poder de Deus é infinito, mas há algumas coisas que Deus não pode fazer. Ele não pode fazer qualquer coisa que negue seu próprio caráter — por exemplo, ele não pode mentir (Tito 1.2), não pode ser tentado pelo mal (Tiago 1.13) e não pode negar a si mesmo (2Timóteo 2.13). Portanto, o uso divino de seu infinito poder é qualificado por seus outros atributos.
2.3 Deus é onipresente.
Assim como Deus é ilimitado em relação ao tempo, também é infinito com relação ao espaço. Ele é onipresente. Deus não tem tamanho ou dimensões espaciais e está presente em todos os pontos do espaço com todo o seu ser. Ele não pode ser limitado pelo espaço material porque o criou (Gênesis 1.1). Deus também está presente em todas as partes do espaço; encontra-se em toda parte; ele enche o céu e a terra (Jeremias 23.23-24). Como Davi escreve: “Para onde poderia eu escapar do teu Espírito? Para onde poderia fugir da tua presença? Se eu subir aos céus, lá estás; se eu fizer a minha cama na sepultura, também lá estás. Se eu subir com as asas da alvorada e morar na extremidade do mar, mesmo ali a tua mão direita me guiará e me susterá” (Salmos 139.7- 10). Deus está presente em todas as partes do espaço, mas seu ser é tal que até “os céus, mesmo os mais altos céus, não podem conter-te” (1Reis 8.27). A despeito de Deus estar presente em toda parte, acha-se presente e age de modos diferentes em diferentes lugares. Frequentemente, Deus está presente para abençoar, conforme se descreve no Salmo 16.11: “Tu me farás conhecer a vereda da vida, a alegria plena de tua presença, o eterno prazer à tua direita”. Em outras vezes e lugares como o inferno, por exemplo, Deus está presente não para conceder qualquer bênção, mas apenas para punir e, desse modo, manifestar sua justiça (Amós 9.1-4). Às vezes Deus está presente não para punir e nem para abençoar, mas para manter o Universo em existência e funcionando do modo como ele deseja. Em Cristo, “tudo subsiste” (Colossenses 1.17). Jesus está continuamente “sustentando todas as coisas por sua palavra poderosa” (Hebreus 1.3).

III. DEUS É A RAZÃO DE TUDO
3.1 Não há tempo a perder.
Presta bem a atenção nas marcações em negrito que fiz na seguinte passagem bíblica: Não se esqueça de seu Criador nos dias de sua juventude. Honre-o enquanto você é jovem, antes que venham os tempos difíceis e cheguem os anos em que você dirá: “Não tenho mais prazer em viver”. Lembre-se dele antes que o sol, a lua e as estrelas percam o brilho aos seus olhos, e as nuvens voltem a cobrir o céu depois da chuva. Lembre-se dele antes que suas pernas comecem a tremer, e antes que seus ombros se encurvem. Lembre-se dele antes que os poucos dentes que lhe restam já não possam mastigar, e antes que seus olhos deixem de ver com clareza. Lembre-se dele antes que seus ouvidos fiquem fracos e você já não ouça o som das pessoas trabalhando nas ruas. Hoje você levanta com o primeiro canto dos pássaros, mas um dia não os ouvirá mais. Lembre-se dele antes que você tenha medo de cair e se preocupe com os perigos nas ruas; antes que seus cabelos fiquem brancos como a amendoeira em flor, e você se arraste como um gafanhoto prestes a morrer; e antes que você perca o desejo. Lembre-se dele antes que falte pouco para descer ao túmulo, seu lar eterno, quando os pranteadores chorarão em seu funeral. Sim, lembre se de seu Criador agora, enquanto você é jovem, antes que o fio de prata da vida se rompa e antes que a taça de ouro se quebre. Não espere até que o cântaro se despedace junto à fonte e a roldana se parta junto ao poço. Pois, então, o pó voltará à terra e o espírito voltará a Deus, que o deu. (Ec 12.1-7).
a. O tempo é um recurso inestimável, mais valioso do que qualquer moeda do mundo. Nem mesmo toda a riqueza do planeta pode comprar um minuto adicional de vida. Cada minuto que passa é irrepetível e precioso, uma dádiva única que não pode ser recuperada. Portanto, lembre-se de que a maneira como você investe seu tempo é uma das escolhas mais importantes que fará na vida.
b. Ninguém sabe quanto tempo possui. Se você soubesse que tem apenas mais alguns dias de vida, o que você mudaria na sua rotina hoje? Há algo que gostaria de mudar? Alguém que gostaria de abraçar? Oraria mais? Buscaria mais a Deus? Pense nisso.
3.2 Preparado para cumprir a vontade dEle.
A história de Jonas nos mostra como podemos, às vezes, desprezar a vontade de Deus em nossas vidas por causa de nossa própria rebeldia e autossuficiência. A rebeldia de Jonas o levou a enfrentar consequências sérias, levando-o às profundezas do mar e à barriga de um grande peixe. Apesar da rebeldia de Jonas, Deus não desistiu dele. Isso nos mostra a inabalável graça e soberania de Deus em nossas vidas. A questão é: Você está disponível de verdade ou só são palavras da boca para fora? O Senhor pode contar contigo em “Nínive”? Só encontraremos verdadeira realização e propósito quando estamos vivendo o que Deus planejou para nossas vidas.
3.3 Deus age como quer.
A LIÇÃO DIZ: Às vezes, Deus permite situações difíceis em nossa vida para que a dor e o sofrimento mudem a nossa visão a respeito dEle e, principalmente, o nosso coração. A dor e o sofrimento podem ser meios pelos quais Deus nos chama de volta a Ele e nos molda à Sua imagem. Quando enfrentamos desafios, podemos ser inclinados a buscar Deus de maneira mais profunda e a rever nossas prioridades. Através dessas dificuldades, Deus pode revelar Sua graça e Seu amor, nos lembrando de Sua presença constante, mesmo nas horas mais escuras. Nossa em Deus deve ser supra-circunstancial! Deus é a razão de tudo e por isso, nossa fé deve estar firmada nele. Veja o que disse o profeta Habacuque: Ainda que a figueira não floresça e não haja frutos nas videiras, ainda que a colheita de azeitonas não dê em nada e os campos fiquem vazios e improdutivos, ainda que os rebanhos morram nos campos e os currais fiquem vazios, mesmo assim me alegrarei no Senhor; exultarei no Deus de minha salvação! (Hb 3.17,18 – NVT).

CONCLUSÃO
Nesse ponto da lição, você professor e professora da Escola Dominical podem aplicar a dinâmica que deixamos disponível na plataforma da Ferramenta EBD. (Lembrando que é opcional). Deus abençoa a todos! Um ótimo final de semana e uma ótima aula de Escola Dominical.

Compartilhe: