ATÉ OS CONFINS DA TERRA
Pregando o Evangelho a Todos os Povos até a Volta de Jesus

O QUE ESTUDAREMOS?
Nesta lição, abordaremos o tema das ‘missões transculturais’ sob a perspectiva de todos os livros da Bíblia. Mostraremos que Deus é um Deus missionário e que, portanto, Israel deveria ser um canal de revelação do SENHOR para as nações. Da mesma forma, a igreja tem a responsabilidade de ser o sal da terra e a luz do mundo, proclamando o evangelho em todos os lugares e a todas as
pessoas. Vamos juntos aprender a Palavra de Deus.
Esta é a minha aliança com você: farei de você o pai de numerosas nações! (Gn 17.4 – NVT). Cronologicamente, 13 anos haviam se passado desde que Abrão saiu de sua terra e do meio de sua parentela. Em um contexto de impossibilidades, Deus fala novamente com o seu servo. Abrão e Sarai já se contentavam em ter Ismael como o herdeiro das promessas. O corpo de Abrão já estava amortecido, e Sarai, além de estéril, já não tinha mais a menstruação das mulheres. Nesse ambiente de conformismo com as circunstâncias, Deus se revela a Abrão. Aquele era um dia especial para o patriarca, pois era a data de seu aniversário (Gn 17.1). O Senhor renova Sua aliança com Abrão e acrescenta que ele será pai de numerosas nações. Sobre isso, vale destacar
aqui cinco pontos:
1. Em primeiro lugar, o novo nome (17.5). O Senhor Todo-poderoso muda o nome de Abrão, “grande pai”, para Abraão, “pai de uma multidão”.
2. Em segundo lugar, a descendência (17.4-7). Deus acrescenta ao que já tinha dito a Abraão,isto é, que ele será pai de numerosas nações.
3. Em terceiro lugar, a terra prometida (17.8). Deus promete dar a Abraão e sua descendência aterra de suas peregrinações e toda a terra de Canaã em possessão perpétua.
4. Em quarto lugar, o selo da aliança (17.9-14). O selo dessa aliança foi a circuncisão de todomacho, e isso incluía a família de Abraão e todos os membros de sua casa, fossem livres ouservos.
5. Em quinto lugar, a obediência imediata de Abraão (17.23-27). Logo que o Senhor Deus Todopoderoso falou com Abraão, ele prontamente obedeceu.
Texto Paralelo – As promessas feitas a Abraão alcançam todas as famílias da terra.O Senhor disse a Abrão: — Saia da sua terra, da sua parentela e da casa do seu pai e vá para aterra que lhe mostrarei. Farei de você uma grande nação, e o abençoarei, e engrandecerei o seunome. Seja uma bênção! Abençoarei aqueles que o abençoarem e amaldiçoarei aquele que oamaldiçoar. Em você serão benditas todas as famílias da terra. (Gn 12.1-3 – NAA).
APLICAÇÃO MISSISOLÓGICA
1. Em primeiro lugar, desde o princípio, fica evidente que o propósito de Deus é alcançar todas nações da terra.
2. Em segundo lugar, asseveramos que Deus não faz acepção de pessoas, portanto, é coerente dizer que não uma predileção de cor, língua, tradição e etnia da parte Deus. Seu alvo é todas
as nações.

O amor de Deus é a verdadeira motivação do crente para realizar a obra missionária. Destaco três pontos fundamentais:
1. O amor de Deus. É a fonte, a razão e o objetivo de toda a missão. Deus é amor e ele demonstrou o seu amor ao enviar o seu Filho Jesus Cristo para morrer pelos nossos pecados e nos reconciliar com ele. O amor de Deus é o que nos inspira, nos sustenta e nos impulsiona na obra missionária.
2. A verdadeira motivação. A verdadeira motivação para a obra missionária não deve ser movida por agendas pessoais, ambições egoístas ou desejo de reconhecimento, mas sim pelo desejo genuíno de compartilhar o amor e a verdade de Deus com o mundo. Essa motivação pura é o que mantém os missionários perseverantes, independentemente das dificuldades e desafios que enfrentam.
3. O crente. Cada crente é chamado a desempenhar um papel na obra missionária, independentemente de seu contexto ou habilidades. A missiologia ensina que todos os crentes têm a responsabilidade de serem testemunhas de Cristo em suas esferas de influência e de contribuir para a expansão do Reino de Deus.

INTRODUÇÃO
Podemos dividir a nossa introdução em três pontos e comenta-los progressivamente:
a. Em primeiro lugar, devemos observar o aspecto transcultural. Deus não se limita a uma cultura, mas se revela a todas as culturas. Deus não se conforma com as barreiras humanas, mas as transpõe com o seu amor. Deus não se restringe a um povo, mas se relaciona com todos os povos. A missão de Deus é transcultural porque ele é o Senhor de toda a criação, o Pai de todas as nações, o Salvador de toda a humanidade.
b. Em segundo lugar, devemos observar o aspecto histórico. Deus não age de forma aleatória, mas de forma planejada. Deus não age de forma isolada, mas de forma progressiva. Deus não age de forma individual, mas de forma coletiva. A missão de Deus tem uma história que começa com Abraão, passa por Israel, chega a Jesus e continua na Igreja.
c. Em terceiro lugar, o aspecto afetivo e emocional. Deus é amor e tudo o que ele faz é por amor. Ele nos amou primeiro, antes mesmo de nós o conhecermos. Ele nos amou tanto, que deu o seu único Filho, Jesus Cristo, para morrer na cruz pelos nossos pecados e nos dar a vida eterna. Ele nos ama com um amor que não muda, que não falha, que não se arrepende. O amor de Deus é a razão de ser da sua missão, que visa restaurar o seu relacionamento com a sua criação, especialmente com os seres humanos, que são feitos à sua imagem e semelhança.







I. A NATUREZA MISSIONÁRIA DE DEUS
1.1 A natureza missionária de Deus no chamado de Abrão (Gn 12.1-3).
a. Chamado. Deus não chamou Abraão por acaso, mas por escolha. Deus não chamou Abraão por mérito, mas por graça. Deus não chamou Abraão por conveniência, mas por propósito.
b. Promessa. Deus não prometeu a Abraão coisas passageiras, mas coisas eternas. Deus não prometeu a Abraão coisas materiais, mas coisas espirituais. A promessa de Deus para Abraão foi de que ele seria o canal da salvação, da revelação e da restauração de Deus para o mundo. A promessa de Deus para Abraão foi de que ele seria o precursor do Messias.
c. Missão. A missão de Deus por meio de Abraão foi de formar um povo para o seu nome, que guardasse os seus mandamentos, que refletisse o seu caráter e que anunciasse o seu reino. A missão de Deus por meio de Abraão foi de enviar o seu Filho Jesus Cristo, que nasceu da sua linhagem, que cumpriu a sua aliança e que morreu pelos nossos pecados.
1.2 A missão como atividade de Deus no mundo.
a. Revelação. Deus não se escondeu, mas se manifestou. Deus não se calou, mas se comunicou. Deus não se distanciou, mas se aproximou. A revelação de Deus na sua Palavra é o seu ato de amor, de graça e de misericórdia. A revelação de Deus na sua Palavra é o seu meio de nos fazer conhecer a sua vontade, o seu caráter e o seu plano.
b. Atividade divina. Deus é o verdadeiro protagonista das atividades missionárias. Ele não apenas faz promessas, mas também age de forma ativa e graciosa no mundo para cumprir suas promessas e reconciliar a humanidade consigo mesma. Isso destaca que a missão não é apenas uma iniciativa humana, mas, acima de tudo, uma obra de Deus em que somos chamados a participar.
1.3 O nosso modelo missionário. Deus é o nosso modelo missionário:
a. Deus escolhe. Deus escolheu Abraão para ser o pai de uma grande nação e o abençoou com uma promessa que envolvia todas as famílias da terra. Então o Senhor disse a Abrão: Saia da sua terra, do meio dos seus parentes e da casa de seu pai, e vá para a terra que eu lhe mostrarei (Gn 12.1).
b. Deus chama. Deus chamou Abraão para sair da sua terra e ir para uma terra desconhecida, onde ele lhe mostraria o seu plano. “Pela fé Abraão, quando chamado, obedeceu e partiu para um lugar que ia receber como herança, e partiu sem saber para onde ia” (Hb 11.8).
c. Deus capacita. Deus capacitou Abraão em toda a sua jornada. Ele só teve condições de cumprir sua missão por que Deus realizou milagres, sobretudo, dando-lhe a capacidade de gerar.
d. Deus envia. Deus enviou Abraão para ser uma bênção, uma testemunha e um cooperador da sua missão no mundo. Deus não enviou Abraão para ser indiferente, mas para ser envolvido. Deus não enviou Abraão para ser isolado, mas para ser integrado. “Abraão será o pai de uma nação grande e poderosa, e por meio dele todas as nações da terra serão abençoadas. Pois eu o escolhi, para que ordene aos seus filhos e aos seus descendentes que se conservem no
caminho do Senhor, fazendo o que é justo e direito, para que o Senhor faça vir a Abraão o que lhe havia prometido” (Gn 18.18-19).
e. Deus sustenta. Deus sustentou Abraão em todas as circunstâncias, provendo o que ele precisava, protegendo-o dos perigos e cumprindo a sua palavra. Abraão viveu cento e setenta e cinco anos. Morreu em boa velhice, em idade bem avançada, e foi reunido aos seus antepassados (Gn 25.7-8).






II. AMOR DE DEUS: O PRINCÍPIO FUNDAMENTAL DA HISTÓRIA DA REDENÇÃO
2.1 O amor de Deus.
Missões são ações! Ponto final. O amor é mais que um sentimento, ele é uma decisão consciente comprovada por ações. A Bíblia diz que Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu filho unigênito. Não adianta teorizar sobre missões e não agir. Se o nosso fundamento missionário é o amor de Deus, devemos nos doar em benefício dos outros.
2.2 A Redenção no Antigo Testamento. Definição:
Livramento de alguma forma de escravidão com base no pagamento de um preço por um redentor. No AT, a redenção está integralmente associada à vida familiar, social e nacional de Israel. Um indivíduo israelita poderia agir como um redentor, pagando um resgate para a libertação de um escravo (Lv 25.48), para recuperar um campo (Lv 25.23), ao invés de sacrificar um macho primogênito (Êx 13.12), e em favor de alguém que de outra forma seria condenado à morte (Êx 21.28). Logo no início do AT, o Senhor Deus revelou a si mesmo como agindo de forma redentora em favor do homem. Jacó invocou a Deus como aquele “que me livrou de todo o mal” (Gn 48.15,16). Deus declarou sua intenção de livrar Israel da servidão no Egito, dizendo: “Vos resgatarei com braço estendido” (Êx 6.6). Na maioria dos casos no AT onde é feita referência à atividade redentora de Deus, a libertação efetuada é de natureza física e não espiritual (por exemplo, a libertação de Israel do Egito e da Babilônia). Mesmo estas libertações, porém, trazem em si um significado espiritual em que a libertação indicava que Deus havia perdoado o pecado ou os pecados que diretamente ou indiretamente ocasionaram a calamidade. Em pelo menos um caso (Sl 130.8) a redenção referida é claramente de natureza espiritual, isto é, trata-se de uma redenção do pecado.
2.3 A Redenção no Novo Testamento.
Definição:
Livramento proporcionado por Cristo ao oferecer-se para morrer em nosso lugar (Rm 3.24; Ef 1.7). Com a sua morte vicária, livrou-nos das consequências eternas do pecado original. No NT, a redenção é estritamente uma atividade divina que é realizada por Jesus Cristo e através dele (Ef 1.7; Gl 3.13; 4,5). Embora a atividade redentora de Cristo tenha as suas manifestações físicas (por exemplo, a cura das enfermidades), seu principal significado é o resgate espiritual dos pecadores que estão escravizados no pecado (Mc 10.45). A libertação do pecador é assegurada com base no preço de resgate pago a Deus Pai por Jesus Cristo em sua morte na cruz (Tt 2.14; Hb 9.12; 1 Pe 1,18,19).






III. VISÃO BÍBLICA DO CARÁTER TRANSCULTURAL DA MISSÃO
3.1 O caminho missionário de Deus no Antigo Testamento e a responsabilidade do povo escolhido.
1. Gênesis:
• O livro de Gênesis nos introduz à missão de Deus ao revelar Sua promessa a Abraão de abençoar todas as nações por meio dele. Isso estabelece a base para a missão global de Deus desde o início.
2. Êxodo:
• A libertação de Israel do Egito e a aliança feita no Monte Sinai mostram como Deus escolheu Israel para ser um “reino de sacerdotes e uma nação santa.” Isso destaca a missão de Israel como um testemunho para as nações.
3. Levítico:
• Levítico destaca a importância da santidade e da justiça como parte do testemunho de Israel para as nações e estabelece diretrizes para o culto a Deus.
4. Números:
• A jornada de Israel pelo deserto, apesar de sua desobediência, demonstra a fidelidade de Deus em conduzi-los em direção à Terra Prometida, cumprindo Sua promessa.
5. Deuteronômio:
• Moisés renova a aliança com Israel e enfatiza mandamentos que promovem a justiça social e moral, destacando a responsabilidade de Israel como testemunho para as nações.
6. Josué:
• A conquista de Canaã mostra como a obediência de Israel a Deus influencia as nações locais e demonstra a fidelidade de Deus à Sua promessa a Abraão.
7. Juízes:
• O ciclo de apostasia e redenção em Juízes revela como a desobediência de Israel frequentemente leva a conflitos com as nações vizinhas, destacando a necessidade de um testemunho fiel.
8. Rute:
• O livro de Rute destaca a inclusão de uma mulher moabita na linhagem de Davi e, portanto, na genealogia de Jesus, ressaltando a inclusão de todas as nações no plano de Deus.
9. Samuel (1 Samuel, 2 Samuel):
• As narrativas dos primeiros reis de Israel, Saul e Davi, apontam para o reinado messiânico de Davi, que seria uma bênção para todas as nações.
10. Reis (1 Reis, 2 Reis):
• A história dos reis de Israel e Judá ilustra como a obediência ou desobediência dos líderes influencia o destino de Israel e, por extensão, seu testemunho para as nações.
11. Livros Poéticos (Jó, Salmos, Provérbios, Eclesiastes, Cantares de Salomão):
• Os livros poéticos exploram a adoração, a sabedoria e a ética, ressaltando aspectos da vida espiritual e ética que moldam o testemunho de Israel para as nações.
12. Profetas (Isaías, Jeremias, Ezequiel):
• Profetas como Isaías, Jeremias e Ezequiel enfatizam a justiça, a retidão e a fidelidade a Deus
como parte da missão de Israel. Eles também proclamam a esperança das nações por meio de um Messias vindouro.
13. Daniel:
• Daniel exemplifica a fidelidade a Deus em um contexto de exílio babilônico e inclui profecias
sobre o estabelecimento do Reino de Deus.
14. Profetas Menores (Oséias a Malaquias):
• Os profetas menores proclamam mensagens de juízo, esperança e restauração para Israel e outras nações, destacando a missão de Deus de redimir a humanidade.
3.2 O caminho missionário de Deus no Novo Testamento e a responsabilidade da igreja.
1. Mateus:
• O Novo Testamento começa com o nascimento de Jesus, o cumprimento das promessas messiânicas do Antigo Testamento.
• O ministério de Jesus é caracterizado por ensinamentos sobre o Reino de Deus e por curas,
demonstrando o amor e o poder de Deus.
• A Grande Comissão em Mateus 28.18-20 é a comissão missionária dada por Jesus à igreja,
instruindo-a a fazer discípulos de todas as nações.
2. Marcos:
• O Evangelho de Marcos destaca a missão ativa de Jesus, que veio “não para ser servido,
mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos” (Marcos 10.45).
• A igreja é chamada a seguir o exemplo de serviço de Jesus e proclamar o Evangelho.
3. Lucas:
• Lucas enfatiza o alcance do Evangelho a todos, incluindo os marginalizados e pecadores.
• O ministério de Jesus e a expansão da igreja nos Atos dos Apóstolos mostram o crescimento da mensagem missionária.
4. João:
• O Evangelho de João revela Jesus como o Verbo encarnado, que veio ao mundo para a salvação.
• Jesus comissiona Seus discípulos a continuarem Sua missão de reconciliação.
5. Atos dos Apóstolos:
• Atos documenta o início da igreja primitiva e seu compromisso com a expansão do Evangelho.
• O Espírito Santo capacita os discípulos a testemunhar em Jerusalém, Judeia, Samaria e até os confins da Terra.
6. Romanos:
• Paulo destaca a justificação pela fé e a universalidade da mensagem do Evangelho.
• A responsabilidade da igreja é proclamar a justificação pela fé e ser embaixadora de Cristo para todas as nações. Coríntios, 2 Coríntios:
• Paulo aborda questões específicas na igreja de Corinto, mas também enfatiza a missão da reconciliação.
• A igreja é chamada a ser um exemplo de amor e reconciliação para o mundo.
8. Gálatas:
• Paulo defende a doutrina da justificação pela fé e critica qualquer forma de legalismo.
• A igreja deve manter a pureza do Evangelho e compartilhá-lo com outros.
9. Efésios:
• Paulo enfatiza a unidade na igreja e a revelação do mistério de Cristo.
• A igreja é chamada a viver em unidade e proclamar a sabedoria de Deus a todas as potestades celestiais.
10. Filipenses:
• Paulo destaca a alegria em Cristo e a importância do serviço e humildade.
• A igreja deve seguir o exemplo de Cristo e brilhar como luzes no mundo.
11. Colossenses:
• Paulo ressalta a suficiência de Cristo e adverte contra falsas doutrinas.
• A igreja é chamada a permanecer firmemente enraizada em Cristo e compartilhar essa verdade com outros.
12. 1 Tessalonicenses, 2 Tessalonicenses:
• Paulo escreve sobre a esperança da volta de Cristo e encoraja a igreja a viver em santidade.
• A igreja deve viver de maneira que honre a Deus e proclame a esperança em Cristo.
13. 1 Timóteo, 2 Timóteo, Tito:
• As Epístolas Pastorais fornecem orientações para a liderança da igreja e a manutenção da sã doutrina.
• A igreja deve ser bem liderada e ensinada para cumprir sua missão de forma eficaz.
14. Filemon:
• Uma carta pessoal de Paulo sobre reconciliação e igualdade em Cristo.
• A igreja é chamada a promover a reconciliação e a igualdade em todas as suas relações.
15. Hebreus:
• Hebreus ressalta a superioridade de Cristo e Sua obra redentora.
• A igreja é chamada a confiar em Cristo e a proclamar Sua supremacia.
16. Tiago:
• Tiago enfatiza a fé ativa, demonstrada por obras.
• A igreja deve viver a fé de maneira prática e ser exemplo de boas obras.
17. 1 Pedro, 2 Pedro:
• Pedro escreve sobre o sofrimento e a esperança em Cristo.
• A igreja deve suportar o sofrimento e compartilhar a esperança que tem em Jesus.
18. 1 João, 2 João, 3 João:
• João destaca o amor e a verdade como marcas da igreja.
• A igreja deve amar uns aos outros e permanecer na verdade.
19. Judas:
• Judas adverte contra falsos mestres e encoraja a defesa da fé.
• A igreja deve discernir e defender a verdade do Evangelho.
20. Apocalipse:
• O livro de Apocalipse revela a consumação da missão de Deus e a vitória final de Cristo.
• A igreja é chamada a perseverar na fé e a proclamar a mensagem de esperança na volta de Jesus.

A narrativa bíblica revela que Deus é, por essência, missionário, buscando a redenção da humanidade desde o princípio. Sua escolha de uma família, como a de Abraão, para ser um canal de bênçãos para todas as nações, demonstra Seu plano universal de salvação. Essa compreensão ressalta que a missão não é apenas uma atividade humana, mas uma expressão intrínseca do coração de Deus. Ele está empenhado em alcançar todas as pessoas. A igreja, como o corpo de Cristo na Terra, tem a responsabilidade de continuar a obra missionária de Deus. A missão não é apenas um mandato, mas uma colaboração com Deus em Seu plano de redenção.

















