SEJAM FIRMES






Embora relativamente jovem, Timóteo se viu responsável por várias congregações que se misturavam tanto em gênero (homens e mulheres) quanto em idade (jovens e velhos). Paulo agora lhe diz que o gênero e a idade das pessoas deveriam determinar a atitude de Timóteo para com elas. Além de tudo isso, Timóteo deveria ter cuidar e amparar as viúvas. Os líderes não devem ser insensíveis e tratar a todos de igual maneira. Não, eles devem se comportar em relação aos idosos com respeito, afeição e gentileza, à sua própria geração com igualdade, ao sexo oposto com domínio próprio e pureza, e a todas as idades de ambos os gêneros com o mesmo amor que une membros da mesma família, bem como cuidar das que são verdadeiramente viúvas.
TEXTO PRINCIPAL
busque a justiça, a piedade, a fé, o amor, a perseverança e a mansidão. (NVI – 1Tm 6.11b). Como “homem de Deus”, Timóteo deve ser radicalmente diferente dos falsos mestres que causam divisão e têm fome de dinheiro. Ele deve tomar uma posição firme contra a impiedade deles. Paulo desenvolve um triplo apelo a ele: ético, doutrinário e empírico.
a. O apelo ético. Como homem de Deus, Timóteo deve tanto “[fugir] de tudo isso” (o amor ao dinheiro e seus males associados) quanto “buscar” seis qualidades que são particularmente apropriadas como alternativa à cobiça. Negativamente, devemos “fugir” do mal, fugir dele o máximo possível e o mais rápido possível.
b. O apelo doutrinário. “Combata o bom combate da fé”. O dever de Timóteo envolverá luta como também fuga, permanecer como também fugir. Toda vez que a verdade é ameaçada por falsos mestres, defendê-la é uma necessidade dolorosa.
c. O apelo empírico. “Tome posse da vida eterna.” Embora Timóteo já tivesse recebido a vida eterna, Paulo insistiu para que ele se apoderasse dela, a agarrasse, tomasse posse dela, tornasse-a completamente sua, desfrutasse dela e a vivesse ao máximo.O texto escolhido como texto principal, além de revelar o apelo ético feito pelo apóstolo Paulo, demonstra também aquilo que deve ser o alvo das aspirações de um homem de Deus.
OS ANSEIOS E OBJETIVOS DO HOMEM DE DEUS
BUSCA DILIGENTE, CONSTANTE E CONVICTA “[…] Segues
INTEGRIDADE PESSOAL a justiça,
DEVOÇÃO PRÁTICA a piedade,
FIDELIDADE OU SER DIGNO DE CONFIANÇA a fé,
ATITUDE DE SE SACRIFICAR PELOS OUTROS o amor,
CORAGEM QUE PROSSEGUE EM MEIO A ADVERSIDADE a paciência,
PACIÊNCIA EM REFERÊNCIA AS PESSOAS a mansidão.”
RESUMO DA LIÇÃO
O líder tem o dever de ensinar a todos na igreja, inclusive aos mais velhos. A posição de líder está ligada a grandes responsabilidades e não apenas a privilégios, por exemplo:
a. O líder deve ensinar com autoridade, mas também com respeito. A autoridade do líder vem de Deus e da sua Palavra, e não da sua posição ou do seu conhecimento. O líder deve ensinar com fidelidade ao que a Bíblia diz, e não segundo as suas próprias opiniões ou preferências.
b. O líder deve ensinar com graça, mas também com verdade. A graça do líder se manifesta na sua compaixão, misericórdia e perdão pelos outros. O líder deve ensinar com amor, buscando o bem e a salvação de todos.
c. O líder deve ser um exemplo de obediência, de serviço e de testemunho.






I. RESPEITANDO E REPREENDENDO OS SANTOS – 1Tm 5.1,2
1.1 Conhecimento bíblico e relacionamento com as ovelhas. Alguém disse que o trabalho do profeta é “confortar os aflitos e afligir os que estavam confortáveis” [tradução livre]. Acho que esse também é o trabalho do pastor. Para cumprir essas duas ordens, um pastor — ou qualquer ministro, no que diz respeito ao assunto — tem de aprender como lidar com as pessoas e também com as Escrituras. Para cumprir essa reponsabilidade, o líder precisa ter equilíbrio e cumprir duas responsabilidades importantes: ter conhecimento bíblico e ter bom relacionamento com as pessoas. Penso que Paulo, obreiro mais experiente, está exortando Timóteo nessa direção: seja um homem profundo no conhecimento das Escrituras, mas não deixe de ter um bom relacionamento com o povo. O problema são os extremos: As vezes, o líder é um pregador excepcional, bom orador e cheio de conhecimento e graça. Mas, por uma razão ou outra, é áspero, duro, solitário e não convive com os irmãos da igreja. O outro extremo seria aquele que é muito amigo de todas as pessoas às custas da verdade; não repreende, não corrige, não ensina e não exorta. Paulo disse a Timóteo: Até a minha chegada, dedique-se à leitura pública das Escrituras, à exortação, ao ensino. (NAA – 1Tm 4.13). Atente bem para a sua própria vida e para a doutrina, perseverando nesses deveres (NVI – 1Tm 4.16a). Mas, o velho apóstolo também disse ao jovem pastor: Não repreenda asperamente o homem idoso, mas exorte-o como se ele fosse seu pai; trate os jovens como a irmãos; as mulheres idosas, como a mães; e as moças, como a irmãs, com toda a pureza. (NVI – 1Tm 5.1,2).
1.2 Tato ao repreender as pessoas (5.1,2)
Uma das tarefas de um pastor é corrigir as faltas de alguns membros da igreja. Para um pastor lograr êxito na repreensão aos membros da igreja, ele necessita de duas coisas: o conteúdo bíblico e a forma amorosa. Não basta exortar de acordo com a verdade; é preciso também exortar com amor. O pastor precisa ter tato e sensibilidade para lidar com gente. Precisa respeitar a idade das pessoas.
1.3 Os princípios ensinados por pelo Apóstolo Paulo.
a. Em primeiro lugar, devemos tratar as pessoas idosas com respeito e ternura. – Não repreendas ao homem idoso; antes exorta-o como a pai […] às mulheres idosas, como a mães… (5.1,2). A palavra grega presbyteros, traduzida por “ancião”, pode significar tanto uma pessoa mais velha, de idade mais avançada, como aquela que ocupa uma posição de liderança, ou seja, que supervisiona o rebanho. Os mais velhos são passíveis de repreensão, mas, mesmo quando repreendidos, precisam ser tratados com dignidade e afeto. Um pastor sábio dirige-se aos mais velhos, tratando-os como pai e mãe. Se o respeito com as pessoas idosas faz parte da cultura de muitos povos, entre o povo de Deus essa distinção deve ser ainda mais observada. A palavra grega parakaleo significa “chamar à parte”. O chamar à parte pode ser com o propósito de consolar, exortar, rogar, apelar ou admoestar.
b. Em segundo lugar, devemos tratar as pessoas da mesma idade com amor e fraternidade. – … aos moços, como a irmãos […]; às moças, como a irmãs… (5.1,2). Timóteo deveria lidar com os jovens da igreja com grande sensibilidade e tato. Nenhum pastor tem o direito de humilhar as pessoas nem de tratá-las com desrespeito por serem mais jovens. A igreja é a família de Deus, e devemos olhar para as pessoas da nossa idade como irmãos e irmãs.
c. Em terceiro lugar, devemos tratar as pessoas do sexo oposto com honra e pureza. – … às moças, como a irmãs, com toda a pureza (5.2). O pastor precisa respeitar as jovens da igreja, tratando-as com honra e pureza. Um pastor que olha para as jovens da igreja com lascívia é um desastre. Um líder cujos olhos são cheios de adultério é como um lobo entre as ovelhas. Muitos pastores têm caído na área moral, por se entregarem a desejos lascivos. O conselho de Paulo nunca foi tão urgente, atual e oportuno! O que se pode concluir, é que nenhum grupo presente na igreja está acima de qualquer repreensão. A repreensão é necessária, mas deve ser feita de forma bíblica, com sabedoria, amor e
santidade.









II. O CUIDADO COM AS VIÚVAS
Três classes de pessoas eram especialmente cuidadas pelo povo de Deus: as viúvas, os órfãos e os estrangeiros, ou seja, pessoas sem cônjuge, sem pais e sem casa. As Escrituras descrevem Deus como pai para os órfãos e defensor das viúvas (Sl 68.5). Dizem ainda que “ele defende a causa do órfão e da viúva e ama o estrangeiro” (Dt 14.28,29; 26.12,13). Deus proíbe que seu povo aflija os órfãos e as viúvas (Êx 22.22). Um magistrado que oprime as viúvas está sob o juízo divino (Dt 27.19). Os agricultores eram instruídos a reservar um décimo da sua produção para as viúvas e os órfãos, deixando a eles ainda uma parte da colheita (Dt 14.28,29). Os profetas de Deus denunciaram a nação por defraudar as viúvas (Is 1.17,23; Jr 7.5; Ez 22.7; Zc 7.10). Jesus demonstrou compaixão com a viúva de Naim (Lc 7.11,12) e enalteceu a oferta da viúva pobre (Mc 12.41,42), ao mesmo tempo que denunciou os escribas que devoravam as casas das viúvas e se escondiam atrás de uma pecaminosa ostentação religiosa (Mc 12.40). A igreja de
Jerusalém nomeou sete homens cheios de sabedoria, cheios de fé e cheios do Espírito Santo para supervisionar a distribuição diária às viúvas (At 6.1–6). Mais tarde, Tiago afirma que uma das evidências da verdadeira religião é visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações (Tg 1.27). Portanto, as viúvas são alvos da cuidado de Deus.
2.1 Os critérios para assistir as viúvas necessitadas
a. Em primeiro lugar, a igreja precisa assistir as viúvas que não têm amparo da família. Honra as viúvas verdadeiramente viúvas (5.3). O sustento financeiro pela igreja deve limitar-se às viúvas que são realmente necessitadas (5.3,5,16), ou seja, aquelas que não têm dotes nem parentes para mantê-las. A palavra grega keras, traduzida por viúvas, significa “despojada, privada (de seu marido; portanto, frequentemente sem meios de sustento)”.
b. Em segundo lugar, a igreja não deve ocupar o lugar da família no socorro às viúvas. A igreja não pode aceitar que sua caridade se converta em desculpa para que os filhos se eximam de sua responsabilidade de cuidar dos pais. O apóstolo Paulo elenca dois motivos pelos quais os filhos e os netos devem cuidar de seus pais e avós. Primeiro, retribuir a eles o bem recebido. Segundo, agradar a Deus. Esse gesto é aceitável diante de Deus. A demonstração de cuidado aos pais e avós traz glória a Deus, conforto à família e edificação à igreja.
c. Em terceiro lugar, a igreja não deve cuidar de pessoas que vivem abertamente em pecado. – Entretanto, a que se entrega aos prazeres, mesmo viva, está morta. Prescreve, pois, estas coisas, para que sejam irrepreensíveis (5.6,7). Algumas viúvas sem amparo da família, sem dotes e sem meios de sustento recorriam à prostituição para sobreviver. Essas mulheres rendidas ao pecado, mesmo vivas, estavam mortas espiritualmente. Assim como Paulo disse que a igreja só deveria amparar as viúvas desassistidas, agora diz que a igreja só deveria amparar as viúvas piedosas. Tanto a condição material, a necessidade, como a condição espiritual, a piedade, deveriam ser observadas.
d. Em quarto lugar, a família não deve transferir para a igreja o cuidado de seus familiares. – Ora, se alguém não tem cuidado dos seus e especialmente dos da própria casa, tem negado a fé e é pior do que o descrente (5.8). Desamparar os membros da família é negar a fé e tornar-se pior do que os incrédulos.
2.2 As qualificações circunstancias, morais e espirituais das viúvas.
a. Em primeiro lugar, as viúvas deveriam ter ao menos sessenta anos. – Não seja inscrita senão viúva que conte ao menos sessenta anos de idade… (5.9a).
b. Em segundo lugar, deveriam ter um só marido. – … tenha sido esposa de um só marido (5.9b). Numa época marcada pela fragilidade do casamento e pela facilidade do divórcio, essas viúvas eram exemplo de pureza e fidelidade conjugal. Obviamente, isso não significa que elas não tenham se casado novamente, uma vez que o próprio apóstolo orienta as viúvas mais novas a se casarem de novo (5.14).
c. Em terceiro lugar, deveriam ter a reputação de boas obras. – Seja recomendada pelo testemunho de boas obras… (5.10). Essas mulheres precisavam ter bom testemunho da igreja.
d. Em quarto lugar, deveriam ser boas mães. – … tenha criado filhos… (5.10). A criação dos filhos no temor de Deus é um dos mais esplêndidos testemunhos para a sociedade.
e. Em quinto lugar, deveriam ser hospitaleiras. – … exercido hospitalidade… (5.10). No mundo antigo, as pousadas eram notoriamente sujas, notoriamente caras e notoriamente imorais. Portanto, aqueles que abriam seu lar aos pregadores itinerantes prestavam um importante trabalho à causa do evangelho.
f. Em sexto lugar, deveriam ser humildes. – … lavado os pés aos santos… (5.10). Lavar os pés dos santos era trabalho dos escravos. Era a mais baixa de todas as tarefas. Só as pessoas verdadeiramente humildes tinham essa disposição.
g. Em sétimo lugar, deveriam prestar auxílio aos necessitados. – … socorrido a atribulados…
(5.10). Numa época de intensa perseguição à igreja, muitas mulheres visitavam e socorriam os crentes que padeciam prisões e aflições por causa da fé.
h. Em oitavo lugar, deveriam ser altruístas. – … se viveu na prática zelosa de toda boa obra (5.10).
2.3 O cuidado pastoral com as viúvas mais novas Timóteo deveria ser criterioso quanto aos perigos que as viúvas mais jovens enfrentariam.
a. Em primeiro lugar, o perigo da quebra dos compromissos. – Mas rejeita viúvas mais novas, porque, quando se tornam levianas contra Cristo, querem casar-se, tornando-se condenáveis por anularem o seu primeiro compromisso (5.11,12).
b. Em segundo lugar, o perigo da vida ociosa. – Além do mais, aprendem também a viver ociosas, andando de casa em casa; e não somente ociosas… (5.13a). No mundo antigo as mulheres solteiras ou viúvas tinham muita dificuldade de ganhar a vida honestamente. Não possuíam um ofício ou uma profissão. Muitas mulheres se entregavam à prostituição para buscar o próprio sustento.
c. Em terceiro lugar, o perigo da maledicência. – … mas ainda tagarelas e intrigantes, falando o que não devem (5.13b). A tagarelice é um subproduto da vida ociosa. Quem não ocupa as mãos com o trabalho, ocupará a língua com maledicência e boatarias perniciosas.
d. Em quarto lugar, o perigo da incontinência. – Quero, portanto, que as viúvas mais novas se casem, criem filhos, sejam boas donas de casa e não deem ao adversário ocasião favorável de maledicência. Pois, com efeito, já algumas se desviaram, seguindo a Satanás (5.14,15). Paulo já havia orientado os solteiros que é melhor casar-se do que viver abrasado (1Co 7.9), e agora orienta as viúvas mais novas a se casarem, para que não sejam tentadas à prática
sexual fora do casamento.
e. Em quinto lugar, o perigo de sobrecarregar a igreja. – Se alguma crente tem viúvas em sua família, socorra-as, e não fique sobrecarregada a igreja, para que esta possa socorrer as que são verdadeiramente viúvas (5.16). Paulo volta a insistir em que somente as viúvas desamparadas devem ser assistidas financeiramente pela igreja (5.3,4,8,16). Aquelas que têm parentes que possam socorrê-las não devem sobrecarregar a igreja. Cada família deve sentirse responsável por seus parentes. Não é o fato de ser viúva, mas de ser viúva desassistida, que qualifica uma pessoa a receber o auxílio financeiro da igreja.







III. SEIS PALAVRAS DE ADVERTÊNCIA PARA OS MINISTROS
Ninguém falha sem múltiplas advertências; simplesmente decide ignorá-las. Ninguém se torna de repente um desastre. Essas advertências a seguir são especificamente para pessoas no ministério cristão em tempo integral, mas elas se aplicam a todos os cristãos e podem ser adaptadas para se ajustar a qualquer vocação.
1. Advertência no 1: autoritarismo. Conforme os membros da congregação começam a ter mais confiança no ministro e a prestar mais atenção em suas palavras, o orgulho pode começar a aparecer. De maneiras sutis, isso abre a porta para um estilo de liderança autocrático e autoritário. Seria muito fácil o ministro começar a achar que seus métodos são superiores e exigir que as coisas sejam feitas do jeito dele, mesmo quando outras abordagens funcionam. Ele pode se tornar inflexível, ditatorial, opressor ou até mesmo tirânico. Quando um ministro antes receptivo ao ensino começa a dar ordens dogmáticas, em vez de fazer pedidos graciosos e gentis, ele transforma a liderança em ditadura.
2. Advertência no 2: exclusividade. Quando um ministro dedica cada vez mais tempo a estudar cada nuança da Palavra de Deus, ele começa a acreditar que tem um lugar exclusivo na verdade e pensa: Estou certo, e todos estão errados. Mas sei que só uma pessoa não precisa da ajuda de ninguém para discernir a verdade, e ele não está fisicamente na terra neste momento. O resto de nós precisamos uns dos outros para questionar nosso pensamento enquanto lemos, interpretamos, entendemos e aplicamos a Escritura. O mesmo princípio se aplica a uma comunidade de cristãos. Quando a exclusividade substitui a humildade, um grupo pode acabar ficando fanático e paranoico, definindo a verdade pela associação com uma pessoa ou multidão em particular, e não pela Palavra de Deus.
3. Advertência no 3: ganância. A ganância é definida como o desejo de mais dinheiro do que o necessário de fato. Mas de quanto dinheiro um ministro precisa? A erosão do contentamento pode transformar rapidamente os desejos em necessidades, transformando a alma do ministro em um local propício para a tentação.
4. Advertência no 4: racionalização. É possível manter a justiça a seus próprios olhos de uma de duas maneiras: elevando-se para a ocasião ou baixando o padrão. A racionalização é baixar o padrão justificando ou minimizando o erro. A racionalização muda os fatos ou torce o sentido da Escritura a fim de chamar de justa uma obra má.
5. Advertência no 5: sensualidade. Os ministros não têm como de repente se tornarem seres
assexuados uma vez que decidem servir a Deus em tempo integral. Não obstante, a pureza moral não é um item 1. 2. 3. 4. 5. 6. negociável. Recomendo escrever um código severo de conduta, um conjunto de regras a obedecer. Por exemplo:
a. Nunca se encontrar privadamente com uma pessoa do sexo oposto sem uma terceira
pessoa presente.
b. Evitar tocar uma pessoa do sexo oposto em qualquer parte do corpo que não as mãos.
c. Não andar de carro sozinho com uma pessoa do sexo oposto.
d. Não fazer uma refeição em restaurante sozinho com uma pessoa do sexo oposto.
e. Não…
6. Advertência no 6: não prestação de contas. Ninguém está imune à tentação. A prestação de contas é uma ajuda para a determinação pessoal de evitar cair em pecado grave. Todos os líderes têm de prestar contas a alguém em uma cadeia de comando; todos, até o pastor sênior que presta contas aos presbíteros. E, em vez de nos ressentirmos com a supervisão ou a rotina de checagem, temos de convidá-la e promovê-la.







CONCLUSÃO
O respeito e o cuidado com irmãos dentro da igreja não uma responsabilidade exclusiva do pastor ou dos líderes, mas de toda a igreja. A figura do líder foi tomada como exemplo porque a sua deve ser um modelo para toda a congregação. Que Deus nos ajude a ter uma conduta exemplar e a cumprir as nossas responsabilidades sendo fonte edificação e consolação para todos os irmãos.









