
Samara com as duas filhas Reprodução/ Instagram

Eles foram casados Repridução
A atriz está em quarentena em casa e agradece o carinho e apoio que tem recebido Reprodução/Instagram

Samara e as filhas, Alícia e Lara
Representante da escolar particular, Daniel Helene reconheceu que o episódio teve cunho racista, mas ressalta que não irá expusalr os acusados da institução por não serem reincidentes. De acordo com Helene, não seria pedagógico lidar com a situação desta maneira.“Sem dúvida, desde o primeiro momento reconhecemos como ato racista. As agressoras ficarão suspensas por tempo indeterminado para que a escola possa amadurecer o que aconteceu e como vai prosseguir. Se a gente visse que as meninas fossem reincidentes, a gente podia avaliar uma expulsão, mas não são. Viver em uma escola antirracista é pensar: o que vamos fazer a partir disso?”, afirmou o responsável pela escola. Samara Felippo discorda da decisão da instituição de ensino, e considera que a expulsão seja necessária para o bem-estar mental da filha, visto que Alicia terá que encarar as agressoras novamente quando voltar à escola. “Alicia é muito tímida, muito na dela, muito amorosa, muito sensível. É muito lindo de ver ela conseguindo falar tudo que ela precisa. Blindar ela disso, realmente, não dá, mas estou fazendo ela tomar consciência do poder que ela tem e que ela pode ocupar os espaço que ela quiser”, encerra Samara Felippo.
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