24 de junho de 2026 07:20

UMA FAMÍLIA NADA PERFEITA

INTRODUÇÃO
Você se identifica com o tema desta lição? “Uma família nada perfeita”. Você, como pai ou como filho, vive conflitos aparentemente insolúveis dentro do lar? Nesta lição, analisaremos o fracasso de Davi como pai e aprenderemos princípios bíblicos que nos ajudarão a evitar os erros cometidos por esse rei. Vamos juntos aprender a Palavra de Deus.
TEXTO ÁUREO
Não se enganem: ninguém zomba de Deus. O que uma pessoa plantar, é isso mesmo que colherá.Se plantar no terreno da sua natureza humana, desse terreno colherá a morte. Porém, se plantar no terreno do Espírito de Deus, desse terreno colherá a vida eterna. Não nos cansemos de fazer o bem. Pois, se não desanimarmos, chegará o tempo certo em que faremos a colheita. (Gl 6.7-9 NTLH).
O HOMEM É LIVRE PARA ESCOLHER, MAS NÃO É LIVRE PARA ESCOLHER AS CONSEQUÊNCIAS DO QUE ESCOLHE.
A LEI DA SEMADURA
OS GÁLATAS ESTAVAM SE DEIXANDO PERSUADIR POR UMA DOUTRINA PERIGOSA Não se enganem:
DEUS NÃO ACEITA SER TRATADO COM DESPREZO de Deus não se zomba.
METAFÓRA QUE ENSINA A RESPEITO DA JUSTIÇA E DO JUÍZO DE DEUS
TEMOS DUAS POSSIBILIDADE: PODEMOS SEMEAR NA CARNE OU NO ESPÍRITO Pois aquilo que a pessoa semear,
TEMOS DUAS POSSIBILIDADES: PODEMOS COLHER MORTE OU VIDA ETERNA isso também colherá.

Referências cruzadas
1. O Antigo Testamento fala sobre a Lei da Semeadura. Pelo que tenho observado, quem cultiva o mal e semeia maldade, isso também colherá. (Jó 4.8 NVI). Eu disse: ‘Plantem boas sementes de justiça e terão uma colheita de amor. Arem o solo endurecido de seu coração, pois é hora de buscar o Senhor, para que ele venha e faça chover justiça sobre vocês’. “Mas vocês cultivaram a maldade e juntaram uma farta colheita de pecados (Os 10.12,13 NVT).
2. O Novo Testamento reforça a Lei da Semeadura. Deus “retribuirá a cada um conforme o seu procedimento”. Ele dará vida eterna aos que, persistindo em fazer o bem, buscam glória, honra e imortalidade. Mas haverá ira e indignação para os que são egoístas, que rejeitam a verdade e seguem a injustiça. (Rm 2.6,7 NVI). Em resumo, o texto é aplicado à prática do bem, significa que não devemos nos cansar de praticar o bem porque, no kairós de Deus, certamente haveremos de colher. Dessa forma, a passagem não pode ser usada de forma indevida para extorquir dinheiro dos irmãos. O princípio do versículo escolhido como texto áureo pode ser aplicado ao assunto da lição. A família de Davi era desestruturada e problemática, porque ele semeou indiferença, negligência, impunidade, etc. Plantemos, portanto, boas sementes no solo fértil de nossos lares.
VERDADE PRÁTICA
Tudo o que os membros da família plantarem colherão. Essa é uma lei universal de Deus que pode ser constatada na própria natureza.
• A Verdade Prática afirma que os membros da família são responsáveis pelas suas ações e consequências, tanto positivas quanto negativas.
• A Verdade Prática se baseia na ideia de que Deus é o criador e o governante de tudo o que existe, e que ele estabelece leis universais que regem a vida e a natureza.
• A Verdade Prática sugere que os membros da família podem observar a própria natureza
para compreender como funciona a lei de causa e efeito, ou seja, que tudo o que se planta se
colhe.

I. O REI DAVI E SUA GRANDE FAMÍLIA
1.1 Davi, o ungido por Deus.
DAVI (no hebraico, “amado”) – foi o segundo rei de Israel, depois do fracassado reinado de Saul, se tornando o maior rei dessa nação. Hábil guerreiro e político, destacou-se como poeta e profeta sendo o escritor de quase metade dos Salmos. Viveu em data aproximada de 1016 a 976 a.C. Sua história está escrita nos livros de Samuel e de 1 Reis. Sua história está registrada em mais de sessenta capítulos da Bíblia; cerca de 60 referências são feitas a ele no Novo Testamento, além de figurar na genealogia do Senhor Jesus (Mt 1.1). Sua vida se divide em períodos distintos: 1.1.1 Sua mocidade foi passada em Belém de Judá. De acordo com a relação de filhos de Jessé em 1Samuel 16.10-12 e 17.12-14, Davi foi o oitavo filho, mas, ele também teve duas irmãs 1Crônicas 2.16. O irmão de Davi chamado de Eliú foi omitido na genealogia de 1Crônicas 2.13-15, embora tenha sido mencionado em 1Crônicas 27.18, isso porque talvez ele tivesse morrido antes de constituir família, não sendo relacionado na genealogia por este motivo. A mãe de Davi se notabilizou pela sua ternura e piedade, Sl 86.16; 116.16. Ele era ruivo e formoso de rosto, jovem de gentil presença, 1 Sm 16.12. Na idade juvenil, e o mais moço de seus irmãos, tomava conta das ovelhas de seu pai; mostrava a sua fidelidade e coragem na defesa dos rebanhos, matou um leão e um urso, 1 Sm 16.11; 17.34,36. Tinha grande aptidão para a música, tocava maravilhosamente a harpa, seu instrumento predileto. Quando o rei Saul foi rejeitado, Deus enviou o profeta Samuel a Belém para ungir Davi, rei em lugar de Saul, para ser o seu sucessor. O ato não foi publicamente conhecido para não provocar hostilidades de Saul. Quando muito, foi presenciado pelos anciãos da cidade, e ao que parece, ninguém soube para que fim havia ele sido ungido, 16.4,5,13, a não ser o próprio Davi e seu pai. O Espírito do Senhor veio sobre ele, todavia continuou no seu posto de pastor. 1.1.2 Davi na presença de Saul. Este rei, abandonado por Deus, foi atormentado por um espírito maligno, sofrendo de melancolia e de insanidade; aconselhado por seus servidores, mandou vir um músico harpista para amenizar seus sofrimentos. Alguém lhe indicou o jovem Davi, como hábil músico, moço de valor, corajoso, pronto para a guerra, apesar de ainda não ser experimentado na guerra em razão de sua idade; ele era discreto, gracioso e cheio de piedade, 16.14–18. Saul o reteve em seu palácio, agradou-se da sua música e do seu caráter; pediu a Jessé que o deixasse em sua companhia e o nomeou seu escudeiro. A nova posição serviu de boa escola para o jovem Davi; aprendeu a arte da guerra e do governo; cultivou relacionamentos com altas personagens e conheceu a vida palaciana em todos os seus aspectos. Nesse interim, Davi lutou com Golias e teve grande êxito. A vitória alcançada sobre os filisteus criou nova situação para Davi. O valor, a modéstia e a piedade que tinha revelado, conquistaram o amor desinteressado e constante de Jônatas, 18.1. Todavia, os aplausos que recebeu depois de sua vitória produziram em Saul um sentimento de profunda inveja, que dali em diante se tornou rancoroso inimigo do jovem guerreiro, 18.6–9. Informado que Samuel havia profetizado a transferência de sua coroa para um melhor do que ele, 15.17–29, e que Davi seria o escolhido, empregou todos os meios para que tal para mata-lo. Davi precisou viver como fugitivo. 1.1.3 O herói fugitivo – faltando-lhe confiança em Deus e humilhado pelas constantes perseguições, Davi fugiu de perto de Saul para Nobe. Desamparado de fé, recorreu à mentira, 21.1–9, foi para Gate para se refugiar na corte do rei Aquis, inimigo de Saul. Logo foi reconhecido e capturado. Davi fingiu-se de louco, e o rei Aquis mandou que ele saísse de sua presença. Readquirindo a fé em Jeová, Davi voltou para Judá e foi acolher-se na caverna de Adulão, 1 Sm 22.1, deixando seus pais aos cuidados do rei de Moabe, 21.3.4. Uma companhia de homens desocupados e oprimidos de dívidas em número de 400, que em pouco tempo aumentou para 600, se reuniu a ele. Entre esses estava o sacerdote Abiatar, o sobrevivente de Nobe, que trouxe consigo o Éfode, juntamente veio também o profeta Gade, que Davi havia encontrado em Ramá, 15.20; 23.6. Com esses elementos, melhorou grandemente a sua situação. Davi foi perseguido até o dia em que Saul morreu. 1.1.4 Davi rei de Judá – depois morte de Saul a tribo de Judá, que Davi pertencia, o elegeu rei 2 Sm 2.1–10, tendo 30 anos de idade. As outras tribos dirigidas por Abner elegeram rei Isbosete, filho de Saul, resultando dali uma guerra civil que durou dois anos,terminando pelo assassinato de Abner e de Isbosete, 2.12, até o cap. 4.12. O reinado de Davi em Hebrom continuou durante sete anos e meio, e ali nasceram das diversas mulheres entre outros filhos, Amom, Absalão e Adonias, 2.11; 3.1–5; 5.5. 1.1.5 Davi, rei de todo o Israel – morto Isbosete, foi eleito Davi rei de todo o Israel. Imediatamente procurou consolidar o reino, 2 Sm 5.1–5. Várias cidades do território de Israel estavam ainda guarnecidas por forças dos filisteus e outras em poder dos cananeus. Davi começou a sitiar Jerusalém que era o grande baluarte dos jebuseus, e fez dela a capital do reino, onde edificou um palácio auxiliado por artífices vindos de Tiro. A nova capital ficava na linha divisória de Judá e Israel, lugar estratégico, que ligava os extremos do país. Estabelecido o reino, Davi voltou seus planos para os negócios do culto; trouxe a arca com grande cerimonial desde Quiriate-Jearim, Js 15.9; 2 Cr 1.4, e a colocou no Tabernáculo que havia levantado na cidade de Davi, 2 Sm 6.1–23; 1 Cr 13.1–14; 15.1–3. Em seguida, organizou o serviço cultural com grande magnificência, 1 Cr 15 e 16, e planejou a construção de um templo majestoso, 2 Sm 7.1–29; 1 Cr 17.1–27; 22.7–10. Foi durante esse período que Davi cometeu um grande pecado com a mulher de Urias, o heteu, pelo qual foi repreendido pelo profeta Natã, por cuja causa nunca mais a espada se apartaria de sua casa, 2 Sm 11.1 até o cap. 12.23. Davi sinceramente se arrependeu, Sl51, mas não escapou às consequências naturais do seu pecado. Cometeu o pecado de ordenar a contagem do povo de Israel, sendo punido com a peste que assolou o povo, cap. 24; 1 Cr 21. Terminou o seu governo assegurando a Salomão a posse do trono, 1 Rs 1, e providenciando para que não escapassem ao castigo devido, todos quantos estavam sob a ação da justiça, 2.1–11. Morreu aos 71 anos de idade, tendo reinado 40 anos e meio, sendo sete e meio em Hebrom e 33 em Jerusalém, 2 Sm 2.11; 5.4, 5; 1 Cr 29.27.
1.2 Davi, o homem de Deus. 1.2.1 Davi foi escolhido por Deus para ser o rei de Israel, pois tinha um coração segundo o
coração de Deus (1 Sm 13.14; 16.7,12-13). Ele foi um homem segundo o coração de Deus por que nunca adorou e serviu a outro Deus, além, também, de ter um coração sensível e quebrantado. Ele pecou, mas sempre se arrependeu e buscou por perdão.1.2.2 Davi foi ungido pelo Espírito do Senhor e recebeu poder e sabedoria para liderar o povo de Deus (1 Sm 16.13; 2 Sm 5.2; 7.8-9).1.2.3 Davi foi fiel a Deus e cumpriu o seu propósito de unificar a nação de Israel, derrotando os seus inimigos e estabelecendo a sua capital em Jerusalém (2 Sm 5.1-12; 8.1-15; 24.18- 25). Alguns dizem, que nesse período, onde ele reinou sobre todo Israel e o reino foi unificado, Davi recebeu inspiração para compor o salmo 133. 1.3 A grande família de Davi. Neste subponto, o autor da lição diz: Naturalmente, com todos esses casamentos, Davi teve mais de 20 filhos. Ao ter tantos filhos e filhas, acabou v caindo na displicência com eles. Acredito que o motivo não tenha sido a quantidade de filhos, mas a negligência. Quantos pais não tiveram mais de 10 ou 15 filhos e todos foram criados na igreja servindo a Jesus.
Vamos, portanto, considerar alguns pontos:
1.3.1 Davi desobedeceu ao mandamento de Deus de não multiplicar esposas para si (Dt 17.17), e se envolveu com várias mulheres, gerando muitos filhos e filhas de diferentes mães.
1.3.2 Davi negligenciou a sua responsabilidade de educar e disciplinar os seus filhos, e se dedicou apenas aos assuntos do seu reino, deixando as suas famílias à mercê de conflitos e intrigas. Ao que parece, seu lar, isto é, esposas e filhos nunca foram sua prioridade.
1.3.3 Davi colheu as consequências trágicas da sua conduta imprudente, pois os seus filhos se envolveram em crimes como estupro, assassinato e rebelião, trazendo dor e vergonha para o seu pai e para a nação de Israel.
II. FILHOS E PARENTES NA CASA DE DAVI

   
                                         
                                                                   


Davi certamente foi um grande adorador, mas indubitavelmente foi também um péssimo pai. Ele deu péssimos exemplos aos seus filhos. Ele teve diversas mulheres (2 Samuel 15.16, 20.3) e ainda cometeu adultério com Bate-Seba e depois assassinou o marido dela, Urias (2 Samuel 11). Qual foi o resultado disso sobre a criação dos seus filhos? Vejamos:

2.1.1 Amnom, filho de Davi, seguiu o mau exemplo do pai e também cometeu imoralidade sexual. A Bíblia diz que ele “tinha um amigo muito astuto chamado Jonadabe, filho de Siméia, irmão de Davi” (2 Sm 13.3). Jonadabe era primo de Amnom. Então, Amnom lhe contou que havia se apaixonado por sua meia-irmã Tamar. E o que o “amigo” dele fez? Em vez de repreendê-lo pelo seu desejo incestuoso (Lv 18.9,11), ele o encorajou a estuprá-la (2 Sm 13.4-6). Que tipo amigo é esse? Amnom efetivamente a estuprou (2 Sm 13.10-14). Davi ficou furioso, mas não tomou nenhuma atitude.Os filhos de Davi estavam lutando contra o pecado e as tentações, mas parece que não viam o pai como confidente e conselheiro, ao ponto de busca orientação fora do lar. Em muitos lares, não há diálogo entre pais e filhos. Sabe qual será o resultado? Atitudes consequentes das influências de pessoas mundanas e desviadas. 2.1.2 Absalão imitou o mau exemplo do pai e cometeu o pecado de assassinato. Absalão, irmão de Tamar e de Amnom, decidiu vingar a irmã e assassinou Amnom dois anos depois de ela ser estuprada (2 Sm 13.22-39). Trágico! a. A vingança de Absalão contra Amnom mostrar como Davi se irou com o crime, mas não tomou nenhuma providência para punir Amnom nem para consolar Tamar. Ele foi negligente em sua responsabilidade como pai e como rei, e permitiu que a injustiça e a impunidade prevalecessem em sua casa. Esse episódio mostra que os pais devem proteger seus filhos de qualquer tipo de abuso, buscar a justiça quando eles são feridos ou ofendidos por alguém, e promover a paz e o perdão entre os irmãos.
b. A conspiração de Absalão contra Davi relatar o episódio do retorno de Absalão a Jerusalém, após três anos de exílio em Gesur. Mostrar como Davi permitiu que ele voltasse, mas não o recebeu em sua presença por dois anos, o que o levou a promover um motim contra o próprio pai. Davi teve que fugir de Jerusalém para salvar sua vida e seu trono. O rei Davi foi um pai ausente e desatento, que não conhecia o coração de seus filhos. Esse episódio mostra que os pais devem estar presentes na vida de seus filhos, se envolver em seus projetos e interesses, e discernir suas emoções e sentimentos. c. A morte de Absalão nas mãos de Joabe relatar o episódio da batalha entre as tropas de Davi e as tropas de Absalão no bosque de Efraim. Davi ordenou aos seus generais que poupassem a vida de seu filho rebelde. Porém, Joabe desobedeceu a ordem de Davi e matou Absalão com três dardos no coração. Davi recebeu a notícia da morte de seu filho e se lamentou profundamente por ele. Ele disse: “Meu filho Absalão! Meu filho! Meu filho Absalão! Quem me dera que eu morrera por ti! Absalão! Meu filho! Meu filho!” (2 Sm 18.33). Davi foi negligente em sua reconciliação com seu filho. Ele foi um pai indiferente e rancoroso, que não soube perdoar nem restaurar seu filho. Esse episódio mostra que os pais devem buscar a reconciliação com seus filhos quando há algum conflito ou desentendimento entre eles, e não deixar que o orgulho ou a mágoa impeçam uma convivência harmoniosa e amorosa.
2.1.3 Salomão seguiu o mau exemplo do pai e também teve diversas mulheres (1 Rs 11.3). Ele fez o que o Senhor reprova, pois Deus já havia dito que o rei de Israel não deveria ter várias esposas (Dt 17.17).
2.1.4 Adonias, outro filho de Davi, decidiu se apoderar do trono sem o conhecimento do pai. Sabia que Salomão, e não ele, era a primeira opção de Davi para ser próximo rei (1 R 1.17). Esta é a razão pela qual não convidou Salomão nem os conselheiros reais de Davi quando se proclamou rei (1 Rs 1.9-10). Mas seus planos fraudulentos para ganhar o trono
não tiveram êxito. O soberbo Adonias se exaltou a si mesmo e com isto obteve sua própria derrota. A Bíblia diz que “Seu pai nunca o havia contrariado; nunca lhe perguntava: ‘Por que você age assim?’” (1 Rs 1.6).
III. COMO NÃO COMETER OS MESMO ERROS DE DAVI NO CONTEXTO FAMILIAR?
3.1.1 Não se omita diante de situações de abuso ou violência envolvendo seus filhos. Busque a justiça e o amparo para o que foi vítima, e a correção e o arrependimento para o agressor. Não deixe que a impunidade e a injustiça prevaleçam em sua casa.
3.1.2 Não se ausente da vida de seus filhos. Participe de suas atividades e interesses, e demonstre carinho e atenção por eles. Não deixe que eles se sintam abandonados ou rejeitados por você.
3.1.3 Não se engane com as aparências ou as palavras de seus filhos. Discirna suas emoções e sentimentos, e perceba suas intenções e motivações. Não deixe que eles o enganem ou o manipulem com palavras ou sua falsa bondade.
3.1.4 Não se esqueça de seus deveres como pai. Ensine seus filhos os caminhos do Senhor, e dê-lhes o exemplo de uma vida piedosa e íntegra. Não deixe que eles se desviem da verdade ou se rebelem contra Deus.
3.1.5 Não se exceda ou se omita na disciplina de seus filhos. Corrija-os com sabedoria e graça, sem severidade ou indulgência. Não deixe que eles se tornem arrogantes ou insubmissos.
3.1.6 Não se feche para a reconciliação com seus filhos. Perdoe-os e restaure-os quando eles errarem, e busque o perdão e a restauração quando você errar. Não deixe que o orgulho ou a mágoa impeçam uma convivência harmoniosa e amorosa.
CONCLUSÃO
Toda família enfrenta problemas e dificuldades, isso é um fato. Porém, você como pai ou mãe, deve exercer um papel firme, referencial e unificador dentro do lar. Mesmo que as adversidades e conflitos surjam, a família bem ajustada, vai supera-los em união, um ajudando o outro. Ore pelo lar de seus alunos.

PB. MURILO ALENCAR

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