
Bomba de morfina
“Seria ministrado em mim uma bomba de morfina e todos os equipamentos de sobrevivência na UTI seriam desligados, inclusive se tivesse parada cardíaca tinha a recomendação de não fazer reanimação. Felizmente minha filha não concordou”, acrescentou. Ainda segundo o paciente, a médica acrescentou no prontuário dele “o início dos cuidados paliativos sem autorização da família e recomenda que não se faça mais hemodiálise, não ministrassem antibióticos e nem fossem feitas manobras de ressuscitação e que ministrasse a bomba de morfina”.
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