29 de junho de 2026 19:52

O vegetal mais abominável é um dos mais poderosos: conheça os benefícios do quiabo e como cozinhar sem baba

Pouca gente assume, mas o quiabo costuma aparecer na lista dos alimentos mais rejeitados,  quase sempre por causa da famosa “baba”. Ainda assim, o que muita gente não sabe é que esse vegetal tem um perfil nutricional surpreendente e pode ser um verdadeiro aliado da saúde quando incluído na rotina. Rico em água, vitaminas e minerais como ferro, potássio e zinco, o quiabo também se destaca pela presença de cálcio, importante para a manutenção de ossos fortes. Além disso, ele contém ácidos essenciais que ajudam no bom funcionamento do organismo como um todo, mostrando que sua fama não faz jus ao que entrega.

Um combo de benefícios para o corpo
Quando o assunto é saúde, o quiabo vai além do básico. O médico nutrólogo Ronan Araujo explica, em um artigo anterior, que o alimento é uma excelente fonte de vitamina C, também conhecida como ácido ascórbico. “O quiabo melhora problemas como o colesterol, refluxo, úlcera, anemia, asma, gripes e resfriados”, afirma o especialista.

Outro ponto importante está nas fibras. Elas ajudam a regular o intestino e ainda contribuem para a prevenção de doenças nessa região. As fibras solúveis, em especial, têm um papel interessante: diminuem a absorção de gorduras e ajudam a evitar desconfortos como gases, prisão de ventre e distensão abdominal.

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Você toma café da manhã tarde? Isso pode afetar sua saúde

O horário em que você faz a primeira refeição do dia pode ser mais importante do que parece. Um estudo publicado no International Journal of Epidemiology revelou que tomar café da manhã após as 9 horas da manhã está associado a um aumento de 59% no risco de desenvolver diabetes tipo 2, em comparação com quem se alimenta antes das 8h. A pesquisa, realizada até o ano passado, acompanhou 103.312 adultos na França, que registraram detalhadamente seus hábitos alimentares, incluindo horários e composição das refeições. Os participantes foram monitorados por cerca de sete anos, período em que foram identificados 963 novos casos da doença. Segundo os dados, o risco foi significativamente maior entre aqueles que costumavam adiar o desjejum.

Exagerou no feriado? Nutricionista revela como desinchar sem cortar chocolate
Para os pesquisadores, a relação tem base fisiológica. Pular ou atrasar o café da manhã pode prejudicar a regulação da glicose, da insulina e dos lipídios no organismo, processos essenciais para manter o metabolismo equilibrado e prevenir doenças metabólicas.

Jantar tarde também pesa contra
Além do café da manhã, o estudo também analisou o impacto do horário da última refeição do dia. Os resultados indicam que jantar após as 22h também pode elevar o risco de diabetes tipo 2.

Por outro lado, pessoas que distribuíam melhor a alimentação ao longo do dia, com refeições mais frequentes, apresentaram menor incidência da doença. Isso reforça a importância não apenas do que se come, mas também de quando se come.

Qual seria o horário ideal?
De acordo com os cientistas, os benefícios do jejum prolongado parecem depender de uma rotina alimentar equilibrada. Nesse contexto, a recomendação mais favorável seria:

Tomar café da manhã antes das 8h

Jantar antes das 19h

Essa combinação pode ajudar a alinhar o relógio biológico do corpo, favorecendo o metabolismo e reduzindo o risco de desenvolver diabetes tipo 

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Quer melhorar o intestino? Comece incluindo essas 8 frutas na rotina

A prisão de ventre é um problema comum e, muitas vezes, pode ser amenizada com mudanças simples na alimentação. Entre as estratégias mais eficazes está o consumo regular de frutas ricas em fibras, água e compostos naturais que ajudam a estimular o funcionamento do intestino.

Esses alimentos atuam diretamente no trânsito intestinal, seja aumentando o volume das fezes, facilitando sua eliminação ou contribuindo para uma digestão mais eficiente. Algumas opções se destacam por seus benefícios específicos.

Frutas que ajudam a soltar o intestino:

Laranja (com bagaço)
Mamão
Ameixa (fresca ou seca)
Kiwi
Figo (fresco ou seco)
Manga
Abacaxi
Maçã com casca
A laranja, por exemplo, especialmente quando consumida com o bagaço, é uma aliada importante. Além de hidratar, suas fibras ajudam a estimular os movimentos intestinais. O mamão também é bastante conhecido nesse contexto: rico em água e fibras, ele ainda possui papaína, enzima que auxilia na digestão e favorece o bom funcionamento do intestino.

Outra fruta tradicionalmente associada ao alívio da constipação é a ameixa. Seja fresca ou seca, ela reúne fibras e sorbitol, um tipo de açúcar natural com efeito laxante. Já o kiwi oferece fibras e actinidina, enzima que pode estimular diretamente o cólon, facilitando a evacuação.O figo também entra na lista por ser fonte de fibras e conter ficina, substância que contribui para o processo digestivo. A manga, por sua vez, é rica em fibras solúveis, que ajudam a formar um gel no trato digestivo, favorecendo a regularidade intestinal.O abacaxi combina fibras, alta quantidade de água e bromelina, enzima que auxilia na digestão. Já a maçã, quando consumida com casca, fornece pectina, substância que contribui para o bom trânsito intestinal, ao contrário da versão sem casca, que pode ter efeito oposto em alguns casos.Segundo o médico nutrólogo Cláudio Mutti, o modo de consumo faz toda a diferença. Ele explica que o ideal é ingerir as frutas in natura e manter uma boa hidratação ao longo do dia, já que a água é fundamental para que as fibras consigam exercer seu papel adequadamente.

Para quem deseja incluir essas frutas na rotina, algumas orientações podem ajudar. Variar as opções ao longo da semana garante uma maior diversidade de nutrientes. Também é importante aumentar a ingestão de fibras de forma gradual, evitando desconfortos como gases. E, acima de tudo, manter o consumo adequado de água é essencial para potencializar os efeitos positivos no intestino.

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Príncipe William investiu R$ 7 milhões para reflorestar a Mata Atlântica

 O Príncipe William investiu 1 milhão de libras esterlinas, cerca de R$ 7 milhões, em um projeto brasileiro de reflorestamento que atua diretamente na recuperação da Mata Atlântica e da Amazônia.O recurso foi destinado à empresa Re.green, vencedora de uma das categorias do Earthshot Prize 2025, premiação ambiental criada pelo herdeiro do trono britânico para impulsionar soluções inovadoras contra a crise climática.A iniciativa reconhecida combina inteligência artificial, imagens de satélite e dados ecológicos para restaurar áreas degradadas em larga escala. O objetivo da re.green é recuperar um milhão de hectares de floresta nativa e capturar até 15 milhões de toneladas de CO₂ por ano, tornando o reflorestamento ambientalmente e economicamente sustentável.Fundada em 2021, a empresa brasileira já cultivou cerca de seis milhões de mudas e prevê o plantio de mais de 65 milhões até 2032. Atualmente, a atuação se concentra em mais de 34 mil hectares distribuídos por estados como Bahia, Pará, Maranhão e Mato Grosso, com projetos em áreas de pastagens degradadas.Antes do plantio, a re.green utiliza drones, satélites e algoritmos próprios para identificar regiões com maior potencial de recuperação ambiental e retorno climático. A partir desse mapeamento, a empresa adquire ou arrenda propriedades rurais e define o modelo de restauração mais adequado para cada local, priorizando espécies nativas de cada bioma.O monitoramento das áreas é contínuo e serve tanto para avaliar a regeneração da floresta quanto para medir a captura de carbono, que posteriormente é convertida em créditos comercializados com empresas. Segundo o CEO Thiago Picolo, restaurar florestas vai muito além de plantar árvores e exige planejamento técnico e científico.A cerimônia do Earthshot Prize 2025 ocorreu no Rio de Janeiro e marcou a primeira edição do prêmio na América Latina, reforçando o protagonismo do Brasil na agenda ambiental global e internacional.

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A febre da proteína: quando a busca pelo corpo perfeito pode até virar um transplante de rim

  A busca pelo corpo perfeito movimenta academias, influencia dietas e impulsiona a venda de produtos que prometem resultados rápidos, com a palavra “proteína” sendo a mais repetida neles. Ela virou atrativo de venda: aparece em leites, pães, iogurtes, barras, biscoitos e até bolos. A reportagem do Fantástico buscou especialistas que apontaram o consumo exagerado desse nutriente pode até aumentar o peso da pessoa.

“Se a gente consome proteína em excesso, a gente não vai aproveitar essa proteína para finalidade dela, que seria a constituição corporal, formação de massa muscular. Isso vai ser armazenado de alguma forma no organismo e pode virar gordura corporal”, aponta a nutricionista Lara Natacci.

Especialistas ouvidos pela reportagem explicaram que a proteína é essencial para o funcionamento do organismo. Ela forma músculos, tecidos e participa da produção de hormônios e enzimas. Apesar disso, a recomendação diária varia conforme o perfil de cada pessoa, e o excesso pode prejudicar a saúde. Hoje, há divergências entre orientações internacionais: enquanto a nova pirâmide alimentar dos Estados Unidos sugere aumentar a ingestão de proteína animal, a Organização Mundial da Saúde indica uma quantidade menor.

“Ela está orientando a 50% a mais proteína do que a Organização Mundial da Saúde. Os Estados Unidos recomendam 1,2 a 1,6 gramas de proteína por quilo. A Organização Mundial da Saúde, 0,8 até 1.2 gramas”, explica a nutricionista e pesquisadora da USP, Sophie Deram.

Nutricionistas lembram que nem sempre essas diretrizes estrangeiras fazem sentido para a alimentação do brasileiro. Idosos, pessoas em tratamento para ganho de massa muscular ou quem está em dietas de emagrecimento podem precisar de mais proteína. Mas, para a maioria da população, a recomendação básica segue em torno de 1 grama por quilo de peso por dia — distribuída ao longo das refeições, e não acumulada em um único prato.

“Um mito: “quanto mais proteína, mais músculo”. “Depende do que você come e de quanto você malha, né? Não é consumindo, se entupindo de proteína que você vai ganhar músculo”, diz Sophie.

O corpo só aproveita uma parte do que consumimos por refeição — cerca de 25 a 30 gramas. O que excede essa capacidade pode acabar sendo armazenado pelo organismo em forma de gordura.

É por isso que algumas pessoas que comem grandes quantidades de proteína para emagrecer podem, na verdade, engordar.

O risco aumenta para quem já tem alguma predisposição a doenças renais. Para pessoas com função renal comprometida, dietas hiperproteicas podem acelerar a perda de funcionamento dos rins. E o grande problema é que a maioria não sabe que tem essa condição, já que os sintomas aparecem apenas quando a doença está avançada.

Dois exames simples — creatinina e urina — poderiam detectar alterações precocemente.

A reportagem também contou a história do ex-atleta Tiago Guzoni, de 30 anos, que decidiu aumentar drasticamente a ingestão de proteína para ganhar massa muscular.

“A minha dieta às vezes se baseava muito por proteína. Quando eu não conseguia bater os macros do dia, os macronutrientes. Então eu aumentava essa proteína ou com hipercalórico, jogando um shake, fazendo com algumas coisas de proteína, ou ao mesmo tempo comendo bastante mesmo de proteína, é filé de frango, carne, peixe e outras coisas”, diz Tiago.

Ele evitava anabolizantes e apostava na comida e nos suplementos para alcançar os resultados. Após dois anos seguindo essa rotina, começou a sentir dores de cabeça fortes durante os treinos.

“E foi esse endócrino que falou que o meu rim já estava com problema e já estava com 50% de funcionamento”, revelou o ex-atleta.

Tiago passou oito meses fazendo hemodiálise e, em 2024, precisou de um transplante de rim. Só depois disso descobriu que o problema havia sido identificado tardiamente. Hoje, com acompanhamento nutricional, ele mantém uma dieta equilibrada e controla a ingestão de proteínas e carboidratos — uma mudança de rotina que, segundo ele, trouxe mais consciência sobre o próprio corpo e sobre os exageros do passado.

A reportagem também visitou um laboratório da USP para mostrar como funciona a produção do whey protein. O pó, feito a partir do soro do leite, passa por um processo rápido de secagem que preserva o valor nutricional. Apesar disso, raramente é consumido puro: a indústria costuma adicionar adoçantes, aromatizantes e espessantes. Mesmo assim, especialistas afirmam que o suplemento não é considerado ultraprocessado.Para entender o que compensa mais — comida ou produtos industrializados com proteína extra — nutricionistas compararam barrinhas, whey e cookies com alimentos comuns, como ovos, frango e feijão. Do ponto de vista proteico, muitos produtos se equivalem aos alimentos naturais.

“Uma barrinha de proteínas tem em torno de 12 a 15 gramas de proteína. Um ovo tem 6,5 gramas de proteínas. Então a gente tem dois ovos com 13 gramas de proteínas”, diz Filipe Bragança, conselheiro da BrasNutri.

Mas, nutricionalmente, os alimentos in natura oferecem vitaminas, minerais e fibras, enquanto os industrializados tendem a ter mais gordura saturada e menos nutrientes.

“A barrinha de proteína, ela vem com gordura saturada. Muitas delas tem bastante gordura saturada, então não é interessante a gente consumir frequentemente”, revela Filipe.

Apesar da explosão de produtos proteicos, os especialistas insistem em um ponto: comida de verdade costuma ser suficiente para suprir as necessidades diárias de proteína.

“Se a gente comer comida mesmo, né, um prato que tem arroz, feijão, carne, salada, a gente vai conseguir atingir a necessidade de proteína e não precisa de suplemento”, diz Lara.

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Estes 11 erros elevam o risco de infecções alimentares, segundo estudo

     Lavar o frango antes de cozinhar, descongelar carnes em temperatura ambiente e secar as mãos no pano de prato são alguns dos deslizes apontados em um estudo da Universidade de São Paulo (USP) publicado no periódico científico Food and Humanity. A pesquisa se baseou em um questionário online, respondido por 5 mil pessoas de todo o país. “As perguntas abordavam comportamentos relacionados a compra, armazenamento e manipulação de alimentos”, explica a cientista de alimentos Emília Maria França Lima, da Faculdade de Ciências Farmacêuticas da USP e uma das autoras do trabalho. Entre os achados, constatou-se que apenas 38% dos participantes higienizam adequadamente os vegetais, 17% consomem ovos crus ou malcozidos e 11,2% guardam as sobras de comida mais de duas horas após o preparo.

Todos esses “deslizes” aumentam o risco das chamadas doenças transmitidas por alimentos (DTAs) que, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), afetam 600 milhões de pessoas. Entre os principais distúrbios, estão as gastroenterites, que desencadeiam vômito, diarreia, dor de cabeça, náusea e outros incômodos. As DTAs podem levar à desidratação, o que é bastante perigoso, especialmente para crianças e idosos.Embora fungos e vírus estejam por trás dos surtos, os principais agentes são as bactérias, com destaque para Escherichia coliStaphylococcus aureus e Salmonella.

Confira 11 estratégias simples, mas eficazes, para evitar problemas à saúde na hora de cozinhar.

Durante as compras

1. Leve bolsa térmica ao supermercado

O estudo da USP mostra que 81% das pessoas não utilizam sacolas térmicas para transportar alimentos refrigerados ou congelados. Ainda que não pareça prático, vale utilizar o acessório, sobretudo quando o trajeto é longo e o clima está quente.“Nesse contexto, as temperaturas mais altas contribuem para a multiplicação de micro-organismos nocivos”, lembra Lima.

2. Observe as condições dos congelados

Na hora de comprar, além de se atentar às condições dos freezers, observe se a embalagem está íntegra e se não há excesso de cristais de gelo. Esse pode ser um indício de que ocorreu descongelamento e novo congelamento, processo que facilita a proliferação microbiana.

Em casa

3. Lave bem as mãos

Antes de preparar as refeições, o primeiro passo é lavar bem as mãos para evitar a contaminação cruzada, que é quando micro-organismos são transferidos de uma área para outra. Bastam água corrente e sabão, mas a limpeza não deve se limitar às palmas. É fundamental caprichar na parte de trás, o dorso das mãos, nos espaços entre os dedos, nas unhas e nos pulsos.

“Se faltar higiene após a ida ao banheiro, por exemplo, o processo de contaminação de alimentos pode começar nesse momento”, comenta Maciel.

A nutricionista também recomenda lavar as mãos após tocar no celular, mexer no lixo ou manusear alimentos de origem animal crus, por exemplo.

4. Troque os panos de prato

A pesquisa menciona que o pano de prato é usado por 52,8% dos participantes para a secagem das mãos. Outros estudos citados no artigo da USP detectaram a presença de Escherichia coli nesses acessórios e nas superfícies da cozinha. Para evitar esse perigo e a contaminação cruzada, recomenda-se lavá-los e trocá-los com frequência e escolher os de tecidos que sequem rapidamente.

5. Não lave as carnes

Outro ponto destacado no trabalho é que 46% dos participantes têm o hábito de lavar carnes na pia, especialmente aves. Nesse caso, o risco é de espalhar micro-organismos por toda a cozinha, contaminando utensílios e outros alimentos que estão por perto. Sem contar que a água não extermina os micróbios. “O calor é o meio mais eficaz de eliminar bactérias”, ensina a nutricionista do HUGO. Portanto, o frango e o filé devem ir direto para a panela ou o forno.

Mulher lavando carne - Metrópoles
Lavar carne crua não remove bactérias e ainda pode espalhar microrganismos pela pia, utensílios e bancada, aumentando o risco de contaminação cruzada.

6. Tenha cuidado com a tábua de corte

A primeira dica é não usar a mesma tábua para carnes e vegetais. “Uma sugestão é separar por cores, utilizando cada uma para diferente finalidade”, ensina Larissa Maciel. Prefira os modelos de plástico, mas troque-as quando apresentarem manchas escuras ou fissuras na superfície. As de madeira não são recomendadas.

7. Capriche na higienização de frutas e hortaliças

Não vale usar vinagre, como fazem 18% das pessoas, segundo a pesquisa. O ingrediente é muito bem-vindo em saladas, mas não serve para exterminar micro-organismos. O melhor é lavar frutas, verduras e legumes um a um, em água corrente. Depois, deixe de molho por 10 a 15 minutos, em solução de 1 colher (sopa) de água sanitária (2 a 2,5% de cloro ativo) para 1 litro de água. Por fim, os vegetais devem ser retirados e enxaguados separadamente. Antes de levar à geladeira, a dica é secar direito, já que a umidade colabora para a proliferação de fungos e outros micro-organismos. Papel toalha ou centrífuga própria são grandes aliados.

8. Descongele carnes na geladeira

O ideal é manter em ambiente refrigerado e pode ser de um dia para o outro. “Recomenda-se deixar na prateleira inferior da geladeira, dentro de recipiente, para evitar respingos, e longe de vegetais”, aconselha a pesquisadora da USP. Descongelar em temperatura ambiente favorece o crescimento microbiano nas carnes.

9. Não congele o que já foi descongelado

Embora o aviso apareça nas embalagens, há quem se arrisque a mandar para o freezer aquilo que já foi degelado. O congelamento ajuda a brecar a deterioração ao reduzir a atividade dos micro-organismos e de enzimas. Entretanto, conforme o termômetro sobe, os micróbios tendem a se multiplicar. Se a ideia é preparar a receita imediatamente após a retirada do freezer, o micro-ondas é um ótimo aliado.

10. Organize a geladeira

Um dado positivo da pesquisa é que a maioria dos participantes tem geladeira com temperaturas adequadas, ou seja, até 10°C. Mas também é fundamental garantir que os alimentos sejam guardados de maneira correta. Leite, iogurte e outros mais perecíveis devem ficar na primeira prateleira, sobras de comida podem ir para a segunda. Na gaveta vão frutas e hortaliças e, na porta, coloque temperos, conservas e bebidas. Procure não encher muito, para não bloquear a circulação de ar.

11. Evite demorar para guardar a comida pronta

Deixar alimentos fora da geladeira pode causar a proliferação de micro-organismos nocivos, caso de Clostridium perfringens e Bacillus cereus. “Essas e várias outras bactérias se multiplicam rapidamente na faixa conhecida como ‘zona de perigo’, que vai de 5°C a 60°C, sobretudo em temperatura ambiente”, diz autora do estudo.

Ainda que o cozimento acabe com esses micróbios, os esporos (estruturas bacterianas que permitem a sobrevivência em condições adversas) podem resistir. “O ideal é não ultrapassar duas horas, após o cozimento, para guardar no refrigerador ou freezer”, ensina Emília Maria Lima.

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Brasil Sem Fome: 500 municípios serão prioritários para apoio técnico no combate à insegurança alimentar

  O Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) definiu os 500 municípios prioritários que receberão apoio técnico e institucional na implementação do Protocolo Brasil Sem Fome. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a proteção social às famílias e minimizar a insegurança alimentar no país. A medida foi oficializada por meio da Portaria nº 1.148/2026, publicada na segunda-feira (26) no Diário Oficial da União. 

  As cidades prioritárias foram definidas seguindo o critério de maior número de famílias em situação de risco de insegurança alimentar grave, identificadas segundo o indicador CadInsan. Os municípios selecionados contemplam todas as Unidades da Federação (UF), com maior número de cidades localizadas no Pará, com 83. Em seguida aparece a Bahia, que terá 50 municípios apoiados pela iniciativa. Já São Paulo ficou na terceira posição com o maior número de cidades com insegurança alimentar grave, sendo 48.

Protocolo Brasil Sem Fome

Pela Portaria, o suporte do Governo Federal terá duração de 12 meses. Ao longo do período, os municípios selecionados receberão o auxílio de articuladores estaduais para organizar a rede local de atendimento. O trabalho será voltado a fortalecer a capacidade institucional e técnica das Câmaras Intersetoriais de Segurança Alimentar e Nutricional estaduais e municipais na implementação das etapas operacionais do Protocolo Brasil Sem Fome, conforme disposto no artigo 3º da Resolução CGI-BSF nº 02, de 16 de setembro de 2025.

O objetivo é integrar os serviços de saúde (SUS), assistência social (SUAS) e segurança alimentar (Sisan), com a identificação de famílias em situação de insegurança alimentar e encaminhamento garantido aos serviços públicos de saúde.

Municípios prioritários

As cidades listadas como prioritárias pelo MDS deverão manifestar interesse na implementação do Protocolo por meio da apresentação do Termo de Aceite, previsto no Anexo II da Portaria. O documento deverá ser assinado pelo presidente da Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan) estadual. Outro termo de aceite deve ser assinado pelo prefeito.O termo de aceite estadual e o municipal deverão ser encaminhados ao endereço eletrônico protocolobsf@mds.gov.br. O envio do documento estadual pode ser feito no prazo de até dez dias, contados a partir da publicação da Portaria. Para o envio do documento municipal o prazo é de até 30 dias.

O recebimento do apoio técnico também está condicionado à adesão ao Sistema Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (Sisan) no prazo máximo de 120 dias, contados a partir da data de assinatura do Termo de Aceite.Caso algum município não manifeste interesse, a vaga poderá ser repassada ao município seguinte, na mesma UF – considerando que tenha maior número de famílias em risco alimentar.

Confira a lista completa dos municípios prioritários:

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Suco de batata doce com maracujá e hortelã

 O nutricionista Lucas Alves Deienno ensina a fazer um suco de maracujá com batata doce e hortelã com uma receita saudável e fácil. Os benefícios da batata doce são inúmeros, como a grande quantidade de vitamina C em sua composição, o que é excelente para o sistema imunológico. Somado à fruta cítrica maracujá, essa propriedade é potencializada. Veja o passo a passo a seguir.Dica do especialista: Para garantir a propriedade das fibras, evite coar o suco.

Ingredientes

  • 50 g de batata doce crua e sem casca
  • Polpa de 1 maracujá azedo
  • 6 folhas de hortelã
  • 200 ml de água gelada

Preparo

  • 1.Descasque e pese a batata doce
  • 2.Coloque todos os ingredientes no liquidificador e bata por 1 minuto.

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Você sabe o que tem na carne que compra? Água, aditivos e a importância de ler o rótulo

   Maciez e suculência são características valorizadas na hora de comprar carne. No entanto, os consumidores devem ficar atentos aos rótulos desses produtos, já que, para que cortes — que não sejam in natura — garantam essas qualidades, é comum o uso de substâncias adicionais, como a água, que devem constar na embalagem.

A adição de soluções compostas por água, ou por água e sal, é permitida pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e tem como finalidade conservar a carne, realçar o sabor e amaciar o corte.

O Mapa possui diversos regulamentos técnicos para controlar a adição de líquidos e outras substâncias em carnes. O Manual de procedimentos de inspeção e fiscalização de carnes e produtos cárneos estabelece que o uso de soluções para amaciar a carne é permitido mediante análise e aprovação da técnica pela Divisão de Registro de Produtos (DIREP).

O documento prevê que a empresa deve registrar todos os métodos de amaciamento da carne utilizados no frigorífico — sejam mecânicos, com ou sem adição de solução — e apresentar justificativas e comprovação de que a solução adicionada cumpre a finalidade proposta. No processo mecânico, ocorre a quebra das fibras musculares da carne com o uso de pequenas facas, lâminas ou agulhas. A injeção de água nas peças faz parte do processo de amaciamento e conservação do alimento. A técnica pode resultar em cortes mais macios e suculentos.

Segundo regulamentação do Mapa de 2018, as carnes temperadas comercializadas podem conter aditivos – como água, monossacarídeos e dissacarídeos, vinho, proteína de origem vegetal, entre outros ingredientes opcionais –, mas é preciso que a informação conste no rótulo do produto.

Percentual de água deve ser mínimo

O manual do Mapa determina que a quantidade de água utilizada deve ser limitada ao mínimo necessário para atingir a finalidade proposta. A empresa, inclusive, deve comprovar esse fato com base científica. A especialista em processamento e reformulação de produtos cárneos, e professora da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Marise Pollonio, explica que o Ministério da Agricultura não estabelece um percentual fixo de água permitido para as carnes. No entanto, é obrigatório informar na embalagem o percentual de água injetada. Além disso, cada categoria de produto possui limites e padrões de qualidade específicos.

“A empresa, o fabricante, pode adicionar 15% de água e declarar isso no rótulo”, informa.

Segundo a especialista, a indústria deve manter o equilíbrio entre proteína e umidade no produto cárneo processado.

“Não existe uma normativa para definir o teor de umidade em cortes de carnes temperados. O que acontece é que deve existir um equilíbrio entre a proteína e o teor de umidade. E é esse o princípio utilizado para estabelecer os padrões de identidade e qualidade de produtos processados. Presunto, almôndega, mortadela, hambúrguer. Então, ou seja, eles têm um teor mínimo de proteína. E, se esse teor de proteína for inferior ao estabelecido, a empresa é autuada”, destaca.

Rotulagem e fiscalização: atenção para evitar fraudes na indústria e não confundir consumidores

De acordo com o manual do Mapa, quando a carne for amaciada mecanicamente e houver adição de solução, o rótulo deve informar o percentual específico da solução adicionada ao produto.Por exemplo: “Adicionado de 3% de solução de água e aditivos”.

A especialista Marise Pollonio reforça a importância dos fornecedores seguirem a regulamentação.

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Banana caramelada: teste o docinho clássico em casa

 Sobremesas tradicionais são aquelas que lembram o tempo da infância, quando os ingredientes eram mais simples e naturais. Doces feitos com frutas são os mais clássicos e fáceis de fazer. Por isso, o Guia da Cozinha selecionou uma receita de banana caramelada que vai fazer muito sucesso na sua casa!

Com uma casquinha crocante de caramelo por fora e um recheio muito cremoso, o doce vai entrar para a sua lista de favoritos. Além do sabor, os preparos são práticos e ficam prontos em só 1 hora! Passe um café fresquinho e sirva os docinhos que vão deixar a família com água na boca!

Confira as instruções abaixo:

Banana caramelada
Tempo: 1h

Rendimento: 24 unidades

Dificuldade: fácil

Ingredientes: 
1 e 1/2 xícara (chá) açúcar refinado
1 e 1/2 xícara (chá) de açúcar cristal
1 e 1/2 xícara (chá) de água
3 colheres (sopa) de vinagre branco
2 claras
1/2 xícara (chá) de maisena
1/2 xícara (chá) de farinha de trigo
1/2 xícara (chá) de água
1 colher (sopa) de fermento em pó
6 bananas
Óleo para fritar
Modo de preparo:
Corte as bananas em rodelas não muito grossas e reserve.
Em uma panela, leve ao fogo os dois tipos de açúcar, o vinagre e 1 xícara (chá) de água.
Logo depois, deixe até a calda ficar em ponto de vidro ou bala dura.
Na batedeira, bata as claras em neve, junte a maisena, a farinha, a água restante e o fermento.
Assim, passe a banana nessa massa e frite no óleo.
Em seguida, passe na calda e coloque numa assadeira untada com margarina para esfriar.
Sirva depois que estiver morna.

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9 frutas ricas em magnésio para uma saúde melhor

Você sabia que algumas frutas do seu dia a dia são verdadeiras potências nutricionais? Além de deliciosas e ricas em fibras, várias delas carregam magnésio, um mineral essencial que pode transformar sua saúde. Segundo Abeer Bader, nutricionista do Hospital Geral de Massachusetts, o magnésio atua em funções fundamentais como controle do estresse, saúde óssea, regulação da glicose e até prevenção de demência. O que surpreende é que, mesmo sendo tão vital, o corpo humano não produz esse nutriente. É aí que entra o poder escondido de frutas frescas e secas, capazes de complementar suas necessidades diárias com sabor e praticidade.

O figo seco lidera como fonte natural de magnésio

Uma simples xícara de figo seco oferece impressionantes 101 mg de magnésio. É a fruta campeã da lista e um verdadeiro símbolo da dieta mediterrânea. Além do magnésio, contém fibras, ferro, potássio, cálcio e vitamina K. Seus efeitos benéficos já foram associados à melhora de quadros inflamatórios, cardiovasculares e gastrointestinais.

Maracujá surpreende com benefícios contra o estresse

Com 68,4 mg de magnésio por xícara, o maracujá entra com força na lista de frutas poderosas. Rico em antioxidantes e vitaminas A e C, ele ainda demonstrou, em estudo de 2024, reduzir a glicemia e aumentar a disposição de quem consome seu suco. A fruta que acalma também energiza.

Frutas – Créditos: depositphotos.com / AntonMatyukha

Damascos e bananas ajudam a equilibrar o organismo

damasco seco entrega 41,6 mg de magnésio por xícara, com uma combinação potente de vitaminas A, E, niacina e ferro. Já a banana, sempre lembrada pelo potássio, traz 32 mg de magnésio por unidade média. Além disso, a banana tem propriedades antioxidantes, anti-inflamatórias e até antidiabéticas. E acredite: até sua casca é rica em compostos que previnem doenças.

Papaya, kiwi e amoras vão além das vitaminas

mamão (papaya) oferece 30,4 mg de magnésio por xícara e é uma das melhores fontes de licopeno, importante para a prevenção de câncer. O kiwi, com 28,8 mg, é um verdadeiro impulso para o humor e o bem-estar. Já as amoras, também com 28,8 mg, são pequenas bombas de antocianinas e vitaminas, especialmente conhecidas por proteger o coração.

Abacate e laranja fecham a lista com efeitos impressionantes

abacate, com cerca de 22 mg de magnésio por meia xícara, ainda traz gorduras boas e efeitos positivos no coração. Estudo de 2022 mostrou que quem consome mais abacate tem menor risco de doenças cardiovasculares. E não para por aí: em 2024, observou-se que ele também influencia positivamente os hábitos alimentares em geral. Já a laranja, com 15 mg de magnésio, é a campeã da vitamina C e uma aliada contra inflamações e problemas intestinais. Estudos mostram ainda que pode melhorar a função cognitiva e contribuir para níveis saudáveis de glicose e pressão arterial. 

com.br/emfoco

Peixe cozido no leite de coco: rápido, fácil e rico em sabor

O leite de coco é um ingrediente muito versátil na culinária, usado em preparos tanto doces quanto salgados; e não seria diferente nessa receita de peixe cozido. Além de delicioso, é um prato especialmente fácil de fazer. Até quem não tem intimidade com a cozinha consegue prepará-lo!

Peixe cozido no leite de coco
Tempo: 30min

Rendimento: 6 porções

Dificuldade: fácil

Ingredientes:
6 postas de cação ou robalo
Sal e pimenta-do-reino branca a gosto
2 colheres (sopa) de azeite
2 cebolas em rodelas
4 tomates em rodelas
1/2 pimentão verde em rodelas
1/2 pimentão vermelho em rodelas
1/2 pimentão amarelo em rodelas
1 vidro de leite de coco light (200 ml)
1/2 xícara (chá) de ervas frescas (salsa, coentro e manjerona)
Modo de preparo:
Tempere as postas com sal e pimenta
Aqueça uma panela em fogo baixo com o azeite e faça camadas de cebola, de tomate, de pimentão e de peixe
Regue com o leite de coco e as ervas e então cozinhe em fogo baixo apor 15 minutos ou até os legumes e o peixe cozinharem
Sirva em seguida.

terra.

pratos incríveis para comemorar o feriado com estilo e muito sabor

Páscoa é uma data marcada pela tradição de comer bacalhau e peixe ou outros alimentos de origem animal. No entanto, os adeptos do veganismo também podem aproveitar a celebração preparando um almoço de Páscoa vegano repleto de comidas deliciosas sem abrir mão dos seus princípios. Pensando nisso, reunimos 25 receitas veganas para Páscoa para montar o seu almoço completo com direito a entradas, pratos principais, acompanhamentos e sobremesas que vão encantar todos os convidados. Confira esse cardápio especial para celebrar com muito sabor.

O pão vegano fácil vai ser a entradinha ideal para o seu almoço de Páscoa vegano (Créditos: TudoGostoso/Jaqueline Camilo)

Um pão fofinho e delicioso é o que você precisa para iniciar o seu almoço de Páscoa vegano com estilo. Ele dá um banho nos pães de padaria com essa forma simples de preparar e fica ótimo com pastas e patês. Veja a receita de pão vegano fácil.

Patê de cenoura

Juntando o patê de cenoura com outro aperitivo não tem pra ninguém (Créditos: Shutterstock)

O patê de cenoura é uma excelente pedida para comer com pãezinhos, biscoitos e torradas. Cremoso e com um sabor de outro mundo, ele é uma das receitas veganas para Páscoa que todos vão adorar. Veja a receita de patê de cenoura  vegano.

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MEC celebra 70 anos das políticas de alimentação escolar

Nesta segunda-feira, 31 de março, as políticas públicas de alimentação escolar completam 70 anos de atuação ininterrupta no Brasil, consolidando o país como uma das principais referências globais em segurança alimentar. A iniciativa começou em 1955, com a criação da Campanha de Merenda Escolar, precursora do atual Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae). 

Gerido pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia federal vinculada ao Ministério da Educação (MEC), o Pnae repassa recursos financeiros para redes de ensino municipais, estaduais, distrital e federal, bem como instituições filantrópicas e escolas comunitárias. O programa garante refeições diárias a 40 milhões de estudantes de 155 mil escolas públicas, além de impulsionar a agricultura familiar, reduzir desigualdades e promover hábitos alimentares saudáveis. Em 2024, o orçamento do programa atingiu R$ 5,5 bilhões, com um marco recente: após seis anos sem reajuste, os repasses tiveram aumento de até 39% em 2023.  O ministro da Educação, Camilo Santana, destacou que, após anos de congelamento, o reajuste dos repasses do programa prioriza a educação infantil, o ensino integral, além das escolas indígenas e quilombolas e as regiões mais vulneráveis. “É um passo vital para combater a fome e valorizar quem produz comida de verdade. Ninguém pode garantir uma boa escola, qualidade da aprendizagem, se não tiver uma boa alimentação em cada escola”, afirmou. 

Trajetória de equidade – O marco inicial das políticas de alimentação escolar foi a luta contra a desnutrição infantil, mas o programa evoluiu para um modelo integrado. Além de fornecer 10 bilhões de refeições anuais, o programa é reconhecido hoje por aliar educação nutricional, apoio a pequenos produtores e sustentabilidade. Em 2009, a Lei nº 11.947 ampliou o escopo do Pnae para toda a educação básica, incluindo a educação de jovens e adultos, e determinou que 30% dos recursos fossem investidos na compra direta da agricultura familiar. “O Pnae é um símbolo de equidade. Garantimos não apenas comida no prato, mas saúde, aprendizado e dignidade”, ressaltou Fernanda Pacobahyba, presidente do FNDE. 

Agricultura familiar – Enquanto a monocultura — baseada em latifúndios e uso intensivo de agrotóxicos — ameaça a biodiversidade, a agricultura familiar promove a harmonia com o meio ambiente. O diretor de Ações Educacionais do FNDE, Anderson Sampaio, explicou que esses agricultores resgatam saberes tradicionais, como o manejo indígena, que preserva a floresta enquanto cultiva alimentos. 

“A Lei nº 11.947 não só melhorou a qualidade da merenda, como reduziu ultraprocessados. Com a Resolução nº 3/2025, limitamos esses produtos a 10% até 2026 e priorizamos 85% de alimentos in natura”, destacou Anderson Sampaio. Além disso, a nova norma prioriza grupos de mulheres agricultoras, que agora respondem por 50% das compras. 

Projetos inovadores – A 7ª Jornada de Educação Alimentar e Nutricional (EAN), lançada em março de 2025, promete ser a mais ambiciosa. Com atividades até setembro, a iniciativa premiará com R$ 10 mil as 20 melhores experiências pedagógicas que integrem alimentação saudável ao currículo escolar. 

“Queremos histórias como a da Escola Estadual Indígena de Ensino Médio Yvy Poty, em Caarapó/MS, que oferece aos alunos do ensino médio formação técnica em agroecologia e sustentabilidade, conservando recursos da agricultura tradicional local, ao mesmo tempo em que explora conhecimentos e métodos ecológicos modernos”, revelou Karine Santos, coordenadora-geral do Pnae. 

O projeto dessa escola, que tem como base o Pnae, também orienta os pais e lideranças da região para a produção de alimentos tanto para o consumo familiar quanto para a comercialização e a geração de renda. 

Merendeiras do Brasil – ​As merendeiras desempenham um papel fundamental na alimentação escolar no Brasil, sendo peças-chave na implementação bem-sucedida do Pnae. Além de prepararem refeições nutritivas e seguras para milhões de estudantes, elas atuam como educadoras alimentares, incentivando hábitos saudáveis e promovendo a valorização da cultura alimentar local. O trabalho dessas profissionais contribui significativamente para o desenvolvimento biopsicossocial dos alunos, melhorando o desempenho escolar e fortalecendo a conexão entre a comunidade escolar e a agricultura familiar. 

A merendeira Djanira de Souza, da Ilha de Maré – uma comunidade quilombola localizada na Baía de Todos os Santos, em Salvador –, sempre acreditou na importância do Pnae. Ela explica que ver as crianças se alimentando bem todos os dias transformou a vida de cada aluno de sua escola. Djanira e os estudantes da escola em que trabalha. Foto: Divulgação/FNDE“Eu e as crianças de todo Brasil agradecemos ao Pnae pelo alimento de cada dia. Faço a merenda com amor e com muita satisfação, sabendo que as crianças irão crescer saudáveis e que no dia de amanhã terei a oportunidade de ser reconhecida por esses alunos como a merendeira que fazia a comida com muito carinho para cada um.”, declarou Djanira, com muito orgulho pelo trabalho.

Execução da alimentação escolar – O papel dos gestores na execução da alimentação escolar é garantir que os estudantes tenham acesso a refeições saudáveis e adequadas é um dos principais desafios da gestão da alimentação escolar. Para Evilauba Gonçalves, gestora do Pnae na Secretaria de Educação do Estado do Ceará, o programa é fundamental para assegurar uma alimentação de qualidade dentro das escolas.

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Maçã ou pera: qual delas é mais nutritiva?

Maçãs e peras, duas frutas deliciosas e populares, frequentemente duelam nos debates sobre qual delas é a mais nutritiva. Ambas oferecem uma variedade de vitaminas, minerais e fibras, mas suas composições nutricionais ligeiramente diferentes as tornam mais adequadas para necessidades específicas.“Tanto a maçã quanto a para são frutas nutritivas e oferecem benefícios semelhantes à saúde, sendo fontes de fibras, compostos antioxidantes e micronutrientes”, explica a Dra. Eliana Teixeira, médica pós-graduada em endocrinologia e nutrologia.Segundo a especialista, a pera tende a ter um pouco mais de fibras solúveis, enquanto a maçã apresenta maior variedade de flavonoides – que atuam na proteção celular e na prevenção de doenças crônicas – e compostos fenólicos. “Em termos nutricionais, não há uma superior à outra de forma absoluta. O ideal é incluir ambas na alimentação para aproveitar suas características complementares e obter uma maior diversidade de nutrientes”, completa.

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Comer uma maçã por dia já faz diferença; veja o que acontece no seu corpo

Segundo a Dra.Valéria Goulart, médica nutróloga da Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN), estudos americanos apontam que, entre os benefícios da maçã, está a diminuição na incidência de diabetes tipo 2, pelo fato dela conter antioxidantes. De acordo com a especialista, a maçã tem polifenóis, substâncias que protegem o coração e previnem doenças cardiovasculares. Ela tem uma fibra que se chama pectina, na qual, diminui a absorção de gorduras que são ingeridas no dia a dia e, consequentemente, ajuda no combate ao colesterol ruim.

Fruta é aliada da saúde

“A maçã é capaz de tirar a dor de estômago, auxilia no combate a gastrite pelo fato de funcionar como um gel. Essa fruta aumenta a produção de acetilcolina (neurotransmissor responsável por auxiliar a memória) e, com isso, diminui a chance do indivíduo desencadear o Alzheimer ou derrame cerebral”, conta a médica, após ser perguntada sobre os benefícios da maçã. “Os polifenóis agem também como anti-inflamatórios e reduzem a chance da pessoa ter câncer, principalmente na parte digestiva. Uma outra função é combater os radicais livres, aqueles que retardam o envelhecimento. Ela ainda favorece a produção de colágeno, ajuda na saúde bucal, ácido málico que aumenta a produção da saliva, diminuindo a proliferação de bactérias, que formam a placa bacteriana”, explica a Dra. Goulart. De acordo com um estudo realizado no Instituto Nacional dos Estados Unidos, comer uma maçã por dia previne diversas doenças. Esse estudo foi feito com mais de 8 mil pessoas. Durante um ano, cerca de 10% comiam uma maçã por dia. Essas pessoas não precisavam tomar muitos medicamentos, não ficavam doente e uma maçã por dia dá mais energia e disposição, pois apesar de poucas calorias ela tem carboidratos e fibras. A nutróloga ressalta ainda que o melhor horário para aproveitar os benefícios da maçã é no café da manhã, devido a pectina presente na casca dela. Essa substância faz com que a digestão fique mais lenta e diminua a absorção do açúcar no organismo, ou seja, dessa forma o intestino funcionará de forma saudável. Algumas pessoas, quando comem a maçã a noite, sentem algum desconfortos, principalmente na digestão por conta da casca.

Emagrecer é um dos benefícios da maçã

“Por se tratar de uma fruta rica em fibras e água, causa a sensação de saciedade e diminui o apetite. Ela tem a pectina na casca que diminui a absorção de açúcar, e isso é excelente para quem quer emagrecer. Além disso,  quem come uma maçã 15 minutos antes das refeições ingere 200 calorias a menos (a maçã tem baixa caloria inclusive). Na casca existe o ácido sólico que mostra inclusive que reduz a chance da pessoa ficar obesa, aumenta a massa muscular, então é super importante para o emagrecimento.

Maneiras de consumir

“Aqui no Brasil a maçã gala é a que todos consomem e gostam, uma das vantagens é que ela possui muito antioxidante e tem prioridades anti-inflamatórias. Já a maçã argentina, (bem vermelha) ajuda ainda mais na digestão. A maçã fuji é boa para fazer doce. A maçã verde é maravilhosa, ela é rica em flavonoide, vitamina c, antioxidantes, poucas calorias e muitas fibras, ou seja é muito boa.Àqueles que não são fã dessa fruta podem consumi-la em outro formato, como colocar um pouco de canela e esquentar no micro-ondas, além de ficar saboroso, a canela tem todos os benefícios para a saúde e diminui um pouco da acidez da maçã.Canela é um

bom complemento para os benefícios da maçã

A combinação da canela e maçã diminui até mesmo o apetite. É possível cortar ela ao meio num prato em cima de um papel manteiga, deixar de 4 a 5 minutos, até ela ficar sequinha, tipo chips. Em seguida, quando ela começar a ficar com as bordas viradinhas, pode virar e deixar mais 30 segundos, até ela ficar bem crocante. Logo após, é só salpicar com canela e deixar ela secar. “O chá de maçã com canela também é benéfico à saúde, principalmente quando ela já está mais passada e você não quer perder, uma dica é cortar em cubinhos de gelo e deixar congelar, pois assim que descongelar pode transformar em uma bebida”. “Vale bater a poupa da fruta no liquidificador com água para tomar gelado. Ou se preferir quente, basta esquentar e tomar a bebida. Que além de trazer benefícios à saúde o organismo será abastecido com nutrientes”, finaliza a especialista.

Fonte: Dra. Valéria Goulart, médica nutróloga com título de especialista pela Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN).

Alimentos anti-inflamatórios; nutricionista lista os 13 principais

   

  Imunidade fraca, cansaço e sensação de baixa energia são alguns dos sintomas da inflamação do organismo. Esse quadro está associado a uma série de problemas, como doenças cardiovasculares, hipertensão, ansiedade, depressão, diabetes tipo 2, alguns tipos de câncer e obesidade. Por isso, é importante combater esse processo inflamatório – o que pode ser feito com a adição de alguns alimentos na rotina.

 Segundo a nutricionista Adriana Stavro, para reduzir ou prevenir a inflamação, é importante manter uma alimentação com base em alimentos ricos em nutrientes e que contenham antioxidantes. “A alimentação anti-inflamatória deve fornecer um equilíbrio saudável de proteína, carboidrato, gordura, vitaminas, minerais e fibras. Isto é, priorizando alimentos com propriedades anti-inflamatórias”, explica.

13 alimentos que desinflamam o corpo
Nesse sentido, a especialista aponta algumas opções para incluir na dieta. Confira:

1. Uvas roxas
As uvas possuem resveratrol, um composto vegetal com propriedades anti-inflamatória e antioxidante. Além disso, eles podem diminuir o risco de doenças cardíacas, diabetes, obesidade, Alzheimer e doenças oculares.

2. Frutas vermelhas
As frutas vermelhas, como mirtilos, morangos, framboesas ou amoras, contêm vários micronutrientes essenciais, como fibras, polifenóis e antioxidantes (antocianinas), compostos com ação no combate a inflamações. Elas não apenas reduzem a inflamação existente, mas também preparam as células para responder melhor a qualquer inflamação futura.

3. Brócolis
Brócolis e outros vegetais crucíferos, como couve-flor e couve-de-bruxelas, por exemplo, são ricos em vitaminas K, C, potássio, magnésio, fibras e sulforafano. Segundo a nutricionista, o potencial papel protetor dos vegetais crucíferos e dos componentes ativos presentes nesses vegetais, foram extensivamente estudados. E os resultados mostraram que essa classe de vegetais pode, inclusive, retardar o desenvolvimento de câncer.

4. Ômega-3
Salmão e outros peixes gordurosos são ricos em ácidos graxos ômega-3 (W3). De acordo com Stavro, as propriedades anti-inflamatórias do W3 ajudam a prevenir e tratar condições como doença arterial coronariana, diabetes, doenças inflamatórias intestinais, Alzheimer, transtorno bipolar, esquizofrenia e fibrose cística. O W3 também é benéfico para doenças autoimunes, como lúpus, artrite reumatoide, diabetes tipo 1, colite ulcerativa, psoríase e esclerose múltipla.

5. Cúrcuma
A cúrcuma, um rizoma da cúrcuma longa, é uma saborosa especiaria amarelo-laranja. Os componentes da cúrcuma são os curcuminoides, e o mais importante é a curcumina. 

Segundo a especialista, ela tem sido usada na medicina alternativa por séculos, pois não é tóxica e tem uma variedade de propriedades terapêuticas, incluindo anti-inflamatória, antioxidante, antimicrobiana, hepatoprotetora, imunoestimulante, antisséptica, analgésica e anticarcinogênica.

6. Sementes de abóbora
As sementes de abóbora contêm ácidos graxos poli-insaturados, potássio, vitamina B2 (riboflavina), folato, vitamina E e carotenoides, que são antioxidantes, vitaminas e minerais essenciais para o sistema imunológico. São gostosos como petiscos, mas também complementar saladas ou sopas.

7. Folhas verdes
Espinafre, couve, acelga e rúcula são alimentos ricos em antioxidantes, vitaminas e nutrientes, incluindo ácido fólico, fibra, vitamina A, C, E e K. Vale lembrar que o aumento do consumo de frutas e vegetais é o componente-chave de uma dieta saudável para reduzir o risco de doenças crônicas importantes, como câncer e doenças cardiovasculares (DCV), as principais causas de morte em todo o mundo.

8. Abacate
Os abacates são fontes de gorduras saudáveis (monoinsaturadas), que ajudam a reduzir o colesterol e a inflamação nas articulações. Além disso, os abacates também contêm vitamina K, C e E, manganês, selênio e zinco. Os vários nutrientes da fruta também se mostraram benéficos na prevenção de doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson.

9. Chá verde
O chá verde é rico em catequinas. Segundo Stavro, pesquisas sugerem que as catequinas são compostos anti-inflamatórios que impedem a formação dos radicais livres, inibem a formação de células cancerígenas, promovem o crescimento de bactérias benéficas no intestino e reduzem o risco de Alzheimer.

10. Tomates
Os tomates são fonte de licopeno, pigmento que dá cor aos frutos vermelhos e rosados. Além disso, ele possui propriedades antioxidantes associadas a benefícios para a saúde do coração e a proteção contra queimaduras solares e certos tipos de câncer. 

11. Grãos integrais
Estes grãos contêm mais fibras, proteínas, selênio , potássio e magnésio, que os grãos refinados. Eles também têm um índice glicêmico mais baixo, que minimiza os efeitos inflamatórios que são vistos com flutuações extremas e constantes de glicose. Além disso, uma dieta rica em grãos integrais ajuda no controle de peso.

12. Azeite de oliva extravirgem
De acordo com a nutricionista, o azeite contém, aproximadamente, 36 compostos fenólicos e é essa fração fenólica que é responsável pelos benefícios anti-inflamatórios, antioxidante e antimicrobianos. Os principais efeitos anti-inflamatórios do azeite são mediados pelos antioxidantes. O destaque é “o oleocanthal, que demonstrou atuar de forma semelhante ao ibuprofeno, um medicamento anti-inflamatório”, diz Stavro.

13. Chia
As sementes de chia são conhecidas como um superalimento. Elas oferecem todos os nove aminoácidos essenciais e, portanto, são uma proteína vegetal de alta qualidade. Mais de 80% do teor de carboidratos das sementes está na forma de fibra. A fibra é principalmente do tipo solúvel, responsável pela textura pegajosa das sementes umedecidas.

Essa fibra pode ser fermentada no intestino, promovendo a formação de ácidos graxos de cadeia curta (AGCC) e melhorando a saúde do cólon. Outra características importante da chia é seu alto teor de ômega-3. Na verdade, a chia é a fonte vegetal mais conhecida de W-3, ainda melhor que a semente de linhaça. Os minerais que mais se destacam são: manganês, essencial para o metabolismo, crescimento e desenvolvimento; fósforo, que contribui para a saúde óssea e a manutenção dos tecidos; Cobre, importante para a saúde do coração; selênio, um importante antioxidante e o cálcio, que é essencial para ossos, músculos e nervos.

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Governo reduz limite de ultraprocessados na merenda escolar e reforça apoio à agricultura familiar

O governo Lula (PT) anunciou a redução gradual de alimentos processados e ultraprocessados na merenda das escolas públicas. O limite, atualmente em 20%, cairá para 15% em 2025 e chegará a 10% em 2026. A medida foi divulgada durante o 6º Encontro Nacional do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), em Brasília, nesta terça-feira, 4.

A mudança visa melhorar a qualidade nutricional das refeições oferecidas a cerca de 40 milhões de estudantes atendidos pelo Pnae em quase 150 mil escolas públicas. O programa, que fornece aproximadamente 10 bilhões de refeições por ano, tem um orçamento de R$ 5,3 bilhões para 2024 e é considerado uma das principais políticas de segurança alimentar do país. Governo Lula reajusta em até 39% repasse federal para compra de merenda escolar .Além da restrição aos ultraprocessados, o governo reafirmou a exigência de que pelo menos 30% dos recursos do programa sejam destinados à compra de alimentos da agricultura familiar, com prioridade para comunidades indígenas, quilombolas e assentamentos da reforma agrária.A medida ganha relevância diante do avanço da obesidade infantil no Brasil. Dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional de 2023, do Ministério da Saúde, apontam que 14,2% das crianças brasileiras com menos de cinco anos apresentam excesso de peso ou obesidade—quase três vezes a média global, de 5,6%. Entre adolescentes, a situação é ainda mais alarmante: um em cada três está acima do peso.

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Alguns dados sobre preços de alimentos no mundo e no Brasil

A tabela da FAO, exposta a continuação, e que contém uma série histórica dos preços internacionais dos principais grupos de alimentos, mostra tendência mundiais importantes sobre o tema momentoso dos alimentos. Antes pouco da pandemia, em 2019, o Índice de Preços dos Alimentos da FAO, estava em 94,9. Com a pandemia, contudo, os preços começaram a subir bastante. A guerra na Ucrânia, que afetou muitos os preços alguns cereais, como o trigo, bem como os preços dos fertilizantes, piorou bastante a situação. Assim, em 2022, o índice da FAO chegou a 144,5, na média anual. Em 2023, houve uma redução significativa dos preços. Isso, combinado com políticas internas apropriadas, diminuiu, em algumas regiões o mundo, a fome e a insegurança alimentar. Segundo a FAO, a região que apresentou a melhoria mais intensa naquele ano foi justamente a América Latina e o Caribe, graças, em grande parte, à evolução positiva do Brasil.  A edição de 2024 do Relatório das Nações Unidas sobre o Estado da Insegurança Alimentar Mundial revelou queda de 85% na insegurança alimentar severa no Brasil. O índice corresponde à redução ocorrida em 2023, em relação a 2022, quando o número de pessoas afligidas pela fome era de 17 milhões e 200 mil, e passou para 2 milhões e meio de brasileiros.

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Saiba como preparar Lechona colombiana, melhor prato do mundo em 2024

Reservada para grandes reuniões e comemorações, a lechona colombiana foi eleita o melhor prato do mundo em 2024 pelo guia TasteAtlas. Com preparação demorada e minuciosa, o prato consiste em um leitão inteiro e é reservado para feriados como Natal e Ano Novo e festivais, chegando a alimentar cerca de 100 pessoas. Na receita sul-americana, o porco tem suas entranhas removidas e a pele recheada por uma combinação de carne marinada com cebolinha, alho e outros temperos.

Normalmente, a iguaria é acompanhada de arepas, milho e arroz. Seu preparo foca no corte cuidadoso do leitão, na escolha dos temperos que dão ao prato um sabor defumado e aromático e na construção em camadas de carne, pele e acompanhamentos.O modo de preparo abaixo serve cerca de 70 porções e pode ser assado em diferentes fornos com diversos condimentos.

Saiba como preparar Lechona colombiana

Ingredientes

  • 4,5 kg de carne de porco
  • um leitão de aproximadamente 25 kg
  • 1,6 kg de ervilhas fatiadas
  • 680 g de cebola
  • 1,35 kg de cebolinha verde
  • 900 g de arroz branco cozido
  • 225 g de alho
  • cominho a gosto
  • 1 kg de banha ou gordura de porco
  • pimenta do reino e sal
  • suco de laranja

Modo de preparo

  1. Remova as entranhas e a pele do animal cuidadosamente, deixando uma camada de 1 centímetro de gordura presa à ela;
  2. Salgue o interior do porco e corte sua carne e ossos em pedaços pequenos – a proteína deve permanecer presa às costelas;
  3. Misture o alho, a cebolinha verde picada e 1 xícara de água, até que a combinação fique homogênea;
  4. Adicione o interior do leitão picado aos temperos marinados e misture bem. Tempere a carne de porco cortada com a mesma mistura;
  5. Deixe todas as proteínas descansarem para que elas absorvam os sabores;
  6. Pique e frite as cebolas na banha e acrescente arroz cozido e as ervilhas;
  7. Coloque a pele esticada em um grande recipiente, com o lado interno voltado para cima, e comece a fazer camadas com os alimentos. Primeiro, uma camada grossa de carne picada e ossos; segundo, uma camada da mistura de cebola, arroz e ervilha; terceiro, uma camada de carne de porco adicional; e quarto e último, uma camada da mistura de cebola, arroz e ervilha novamente;
  8. Costure as pontas da pele com linha grossa, utilizando a técnica de ponto cruz;
  9. Vire a pele recheada em um recipiente com furos, para que a gordura escorra (acrescente outra vasilha abaixo para coletar o líquido);
  10. Pincele uma casca com suco de laranja amargo em todo o prato, repita o processo ocasionalmente durante o processo de cozimento. Você pode borrifar água fria na pele, para que a crocância aumente;
  11. Leve a lechona ao forno a 400ºC por três horas. Depois, diminua a temperatura para 200ºC e cozinhe por mais 2 horas ou até que ela chegue ao ponto escolhido.

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Perda de peso: 10 frutas que ajudam a emagrecer com saúde

O processo de emagrecer não costuma ser nada fácil. E, por isso, surgem diversas receitas milagrosas na internet para ajudar a eliminar uns quilos na balança. No entanto, quem deseja perder peso de maneira eficiente e definitiva deve, antes de mais nada, prezar pela saúde. Nesse sentido, o consumo de frutas com baixas calorias pode ajudar.

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Perda de peso: 10 frutas que vão te ajudar a emagrecer com saúde
Foto: Shutterstock / Saúde em Dia
Pensando nisso, separamos 10 opções de frutas pouco calóricas para te ajudar a emagrecer com saúde e sem abrir mão do sabor. Confira:

1. Limão: 29 calorias em 100g
“O limão sozinho não é capaz de emagrecer. Mas, ele é um importante coadjuvante na desintoxicação do organismo, por possuir fibras alimentares em sua composição. O que ajuda na saciedade, favorecendo o processo digestivo”, revela o médico nutrólogo, Dr. Fernando Cerqueira, especialista em emagrecimento e performance.Compre vitaminas e suplementos

2. Melão: 34 calorias em 100g
Além de ser uma das frutas com boa quantidade de betacaroteno, também é repleto de vitamina C, nutriente que, já se sabe, fortalece o sistema imune. Ou seja, vai te deixar mais forte contra doenças e infecções.

3. Morango: 36 calorias em 100g
“As substâncias encontradas no morango, principalmente as proteínas, fibras e gorduras boas, causam efeito de saciedade ao serem consumidas. Com isso, auxiliam na inibição de outros alimentos”, conta o Dr. Cerqueira.

4. Mamão: 43 calorias em 100g
“O mamão é rico em fibras e água, o que ajuda a prevenir a constipação e a promover a regularidade e um aparelho digestivo saudável. Sendo assim, muitas pessoas consideram o mamão um remédio para constipação e outros sintomas para a síndrome do intestino irritável (SII)”, revela a nutricionista Adriana Stavro.

5. Maçã: 52 calorias em 100g
A  fruta tem uma grande quantidade de fibras e água. Ou seja, são fatores que, quando combinados, elevam a sensação de saciedade do organismo, diminuem a fome e te ajudam a seguir firme na dieta, sem cair em tentações.

6. Pitaya: 51 calorias em 100g
Com origem na América Central, pode ser encontrada em três espécies: a de casca vermelha rosada por dentro, a de casca amarela e branca por dentro e a de casca rosa e branca por dentro.

7. Tangerina: 53 calorias em 100g
“Fonte de minerais, fibras, fitoquímicos  bioativos, como alcaloides e carotenoides e são excelente fonte de vitamina C, um nutriente que fortalece o sistema imunológico”, conta Stavro.

8. Pêra: 57 calorias em 100g
É rica em pectina, uma espécie de fibra que contribui para regular o funcionamento intestinal. Ou seja, além de ser uma fruta com baixas calorias, ainda vai te ajudar a evitar a sensação de inchaço.

9. Mirtilo: 57 calorias em 100g
Também conhecida como blueberry, a fruta não costuma ser tão facilmente encontrada no Brasil. No entanto, possui uma importante função antioxidante, que ajuda na manutenção geral da saúde.

10. Kiwi: 61 calorias em 100g
Com seu azedinho único e especial, o kiwi é um bom aliado para a saúde dos ossos. Além disso, também contribui de maneira significativa pra a absorção de nutrientes importantes para o organismo.

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Mais alimentos, riqueza distribuída: como a agroecologia pode contribuir com a economia

agroecologia é um modelo de agricultura que considera princípios ecológicos e sustentáveis. Por definição, portanto, é uma forma de produzir que beneficia o ambiente – diferentemente da adotada pelo agronegócio. No entanto, o sistema agroecológico não faz bem só à natureza. Segundo estudiosos do tema, essa forma de produção tende a causar impactos positivos sobre toda a economia, contribuindo assim com o bem-estar da população do campo e da cidade.Parte desses benefícios foram discutidos de quarta-feira (4) a domingo (8) na 21ª Jornada de Agroecologia, realizada no Centro Politécnico da Universidade Federal do Paraná (UFPR), em Curitiba (PR). O evento reuniu produtores agroecológicos e especialistas no assunto para discutir como ampliar esse modelo de produção no país. De acordo com o agrônomo Paulo Petersen, membro do núcleo executivo da Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), o sistema agroecológico é centrado na valorização do trabalho do agricultor. Assim, tende a redistribuir riqueza.“O agronegócio hoje concentra riqueza na mão dos bancos, que financiam a atividade, e das grandes produtoras de fertilizantes e agrotóxicos”, disse. “Na agroecologia, a semente e os insumos são produzidos pelo próprio agricultor.”

“No modelo de agricultura atual, passa muito recurso pela mão do agricultor, mas pouco sobra para ele. Cerca de 70% fica com grandes empresas”, ratificou Alan Tygel, membro da coordenação da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos e da ANA.

Mais alimentos

Petersen disse que a valorização do trabalho do agricultor e o aumento da rentabilidade do trabalho tendem a incentivar cada vez mais produtores a aderirem à agroecologia. Isso reduz o preço do alimento de qualidade. A agroecologia está voltada, principalmente, à produção de alimentos, enquanto o agronegócio segue focado na exportação de grãos e carne. Com mais frutas e verduras produzidas, a tendência é barateamento. “A rede de distribuição de alimentos também sairia das grandes redes de supermercado”, acrescentou o agrônomo. “A economia também ficaria menos centralizada, seria mais forte no interior do país, com mais circulação de riqueza local.”

Mais eficiência

Peterson também disse que a agroecologia consegue gerar mais valor sobre cada hectare de terra plantado do que a agricultura convencional. Isso é uma medida econômica de ganho de eficiência.

Tygel reforçou esses pontos. Segundo ele, a questão econômica é fundamental para que camponeses foquem seu trabalho na agroecologia e recebam mais apoio do governo. “Hoje, o subsídio do governo ainda está focado no agronegócio”, disse. O membro da coordenação da Campanha Permanente Contra os Agrotóxicos lembrou que, só em 2024, cerca de R$ 20 bilhões em renúncias fiscais foram concedidos a empresas de agrotóxicos e fertilizantes.

Dificuldades

Todo esse apoio ao agronegócio, atrapalha quem quer produzir de forma agroecológica. Solange Geni da Silva, 52 anos, mantém uma roça de bananas em Florestópolis (PR). Ela disse ter dificuldade de certificar sua produção como livre de agrotóxicos já que vizinhos pulverizam canaviais com aviões. “Como vou proteger meu bananal?”, questiona.


Solange Geni da Silva: “Cidade precisa valorizar o alimento de qualidade” / Vinicius Konchinski/Brasil de Fato

Daniel José Preslhacovski, 30 anos, de Londrina (PR), integra uma cooperativa dedicada à agroecologia há oito anos. Disse que produzir de forma diferente do agronegócio ainda é um desafio no Brasil, mas que é possível. “Nosso produto ainda é um pouco mais caro. Dá mais trabalho para cultivar já que não podemos usar veneno. Mas vende bem”, afirmou.Ricardo Messias, 46 anos, de Morretes (PR), também acha que a produção agroecológica tem se tornado cada vez mais viável. Ele é engenheiro agrônomo e produtor cooperado. Disse que o consumidor brasileiro está cada vez mais interessado em produtos de qualidade e saudáveis, o que incentiva a produção.Messias ressaltou, entretanto, que o grande comprador de produtos agroecológicos hoje são governos. Segundo ele, isso estimula o setor. Contudo, ainda é pouco frente a todo apoio que o governo dá à agricultura convencional. “Para um pequeno agricultor, conseguir um empréstimo ainda é difícil”, reclamou. Para a agricultura convencional, o governo federal reservou R$ 400 bilhões em crédito para a safra 2024/2025 por meio do Plano Safra. O Plano Safra para Agricultura Familiar, por sua vez, terá R$ 85 bilhões em crédito.

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O poder de 4 frutas para o rejuvenescimento da pele

  A chave para uma pele radiante vai muito além de cremes e procedimentos estéticos. Ela pode ser encontrada em recursos naturais, como o poder das frutas, que oferecem uma infinidade de benefícios tanto para a nutrição quanto para a proteção da pele contra agressões ambientais e os sinais de envelhecimento.

Especialistas têm se dedicado a estudar como os componentes das frutas podem ser grandes aliados na busca por uma pele saudável e jovem. Esses alimentos, segundo estudos, não apenas alimentam a pele de dentro para fora, mas também formam uma barreira contra os danos causados pelo sol, poluição e o tempo.

Como algumas frutas comuns podem transformar sua rotina de cuidados com a pele:

Abacate: Com seu alto teor de gorduras saudáveis, como os ácidos graxos monoinsaturados, o abacate hidrata profundamente a pele, proporcionando maciez e elasticidade. A Universidade de São Paulo (USP) destaca sua composição lipídica, que torna o abacate um excelente aliado na hidratação cutânea.

Laranja: Fonte abundante de vitamina C, a laranja é um verdadeiro reforço para a pele, ajudando a combater os radicais livres e estimular a produção de colágeno, essencial para a firmeza e elasticidade da pele. O Ministério da Saúde do Brasil reforça a importância dessa vitamina na manutenção da saúde dérmica.

Mamão: Rico em betacarotenos, que são convertidos em vitamina A, o mamão favorece a regeneração celular da pele, promovendo um aspecto jovem e saudável. A Embrapa evidencia as qualidades do mamão para a nutrição e renovação celular.

Morango: Este fruto delicioso é uma verdadeira bomba de vitamina C e antioxidantes, ajudando a reduzir inflamações e proporcionando um brilho natural à pele. A Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) salienta os efeitos benéficos do morango na saúde cutânea.

O segredo da pele saudável também está na alimentação. Frutas frescas são formas deliciosas e poderosas de nutrir e revitalizar a pele de maneira natural e eficaz.

Lembre-se de que, para alcançar resultados impressionantes, o cuidado com a pele é uma abordagem holística. Além das frutas, beba bastante água, use proteção solar e adote uma rotina de cuidados adequada para manter sua pele sempre jovem e radiante.

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10 alimentos do dia a dia que engordam e você nem percebe

    Quando elaboramos uma dieta para perder peso, o mais indicado é aumentar a quantidade de alimentos saudáveis no cardápio. No entanto, algumas opções enganam e, mesmo que pareça o contrário, elas têm altas calorias que podem atrapalhar totalmente os seus objetivos. O alerta é da médica nutróloga Dra. Ana Luisa Vilela, especialista em emagrecimento. Ela lista os 10 vilões da balança, que enganam muita gente.

1 – Mingau de aveia

O mingau de aveia se tornou o queridinho das dietas por ser rico em fibras e garantir saciedade e assim fica mais fácil controlar a compulsão, mas o sabor de infância que muita gente atribui ao prato pode descontrolar a quantidade. A dica é substituir por um iogurte natural.

2 – Purê de batata doce

Apesar da batata doce ter baixo índice glicêmico, ela pode contribuir para o ganho de peso. “Uma boa saída para cair ainda mais este índice é trocar pela abóbora, que é mais magrinha”, indica a especialista.

3 – Suco de laranja ou uva

Não é porque é suco natural de fruta que está liberado na dieta. A médica revela que opções como limão ou maracujá apresentam bem menos calorias do que a laranja ou a uva.

4 – Abacate, manga ou uva

”A preferência deve ser por pera, maçã ou morango, que possuem índice glicêmico bem mais baixo”, alerta a especialista.

5 – Arroz e macarrão integral

Novamente, não é porque são alimentos integrais que são a melhor escolha para o cardápio. “Eles podem ser trocados por arroz de couve flor, macarrão de abobrinha ou de palmito pupunha – opções bem mais nutritivas e saudáveis. Além disso, são mais enxutos nas calorias”, explica a nutróloga.

6 – Açaí

Apesar de o açaí ser rico em fibras e antioxidantes, e ter ação anti-inflamatória, ele é bastante calórico. Principalmente quando adicionado de xarope, leite em pó, granola e outros. Por isso, frutas congeladas e batidas no liquidificador podem substituí-lo”, aconselha a médica.

7 – Mel ou açúcar mascavo

Uma colher de sopa de mel tem, em média, 61 calorias. Já o açúcar mascavo é fonte de ferro e cálcio, mas também é bastante calórico (73 calorias em uma colher de sopa) e, por isso, não deve ser consumido em excesso. Adoçantes naturais de xilitol ou estévia podem substituir ambos os alimentos, aponta a especialista. 

8 – Óleo de coco ou azeite

Apesar de serem consideradas gorduras boas, a médica lembra que as quantidades de óleo de coco e azeite não devem ser exageradas. “Um pequeno fio é suficiente para temperar um prato cheio de salada, por exemplo”, afirma.

9 – Chocolate 70% cacau 

Luisa afirma que o chocolate pode ser trocado por alfarrobas, também conhecidas como Pão-de-João. Isso porque, enquanto o cacau possui até 23% de gordura, a alfarroba possui apenas 0,7%, o que faz dessa planta uma boa opção para quem está em processo de emagrecimento, destaca a médica.

10 – Refrigerantes e sucos diet

Mesmo que sejam diet, essas bebidas não são uma boa opção para manter na dieta. Portanto, sempre que possível devem ser trocadas por água com limão ou águas aromatizadas. “Um refrigerante nessa versão pode até apresentar menos calorias, mas possuem ingredientes artificiais, aromas e sódio e nenhum benefício nutricional. Por isso, não devem ser abusados”, finaliza.

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Nada de pizza e cereais: dieta que mantém o corpo de Jennifer Lopez aos 55 anos tem peito de frango, azeite e até carne vermelha

Jennifer Lopez, ex de Ben Affleck, impresiona por seu corpo definido aos 55 anos, mas tem segredos valiosos por trás da sua forma física. Saiba quais!

Jennifer Lopez , oficialmente separada de Ben Affleck depois de muitas polêmicas, foi uma das maiores popstars dos anos 2000. Hoje aos 55 anos, a cantora ainda impressiona com seu corpo extremamente definido e um bumbum de dar inveja em muita gente. E o segredo da forma física de Jennifer Lopez é, além de sua rotina de treinos e exercícios de dança em turnê, uma alimentação balanceada e super nutritiva. Tudo o que a estrela come foi revelado pela personal trainer Tracy Anderson, durante uma entrevista à edição norte-americana da revista Women’s Health. Ela não come alimentos processados nem produtos embalados. Ela come frescos. Não há nada processado, apenas a proteína em pó se ela precisar de um batido”, revelou a profissional, garantindo que suas restrições incluem bolachas, pizzabatatas fritas, hambúrgueres e bebidas açucaradas, J-Lo, com a ‘cabeça mexida’ após o divórcio de Ben Affleck, também não come donuts, muffins, embutidos, cereais açucarados e pratos pré-cozidos. Sua justificativa é que todos eles causam o envelhecimento celular ou doenças cardiovasculares.

O que faz parte da dieta de Jennifer Lopez?

Apesar do grande grupo de restrições, Jennifer Lopez não segue nenhuma dieta restritiva e muito menos passa fome. O seu segredo é o balanceamento de nutrientes e grande volume de vegetais, legumes e verduras em quase todas as refeições principais. Dodd Romero, outro personal trainer que trabalha com J-Lo, também listou à Women’s Health algumas fontes de proteína da cantora: “As suas principais fontes de proteína são claras de ovo, carne de peru, peito de frango e carne vermelha alimentada com erva“. Ela também come peixe para obter proteínas, bem como ômega-3 e 6 e come um punhado de nozes todos os dias para obter gorduras saudáveis”, garantiu o profissional, que a ajuda a manter o corpo em dia aos 55 anos.

Cardápio diário de Jennifer Lopez.

Em uma entrevista para a revista People, Jennifer Lopez revelou que começa o dia com um shake proteico composto por uma colher de proteína em pó, morangos, framboesas, mirtilos, iogurte grego, canela, mel, cubos de gelo e suco de limão fresco. No almoço, a estrela tem algumas opções: uma delas é uma salada de salmão com vegetais como brócolis, abobrinha e pimentão, enriquecida com molho vinagrete. A outra é uma porção de couve picada com queijo, sementes de abóbora, suco de limão, azeite extra-virgem e chalota picada. No café da tarde, J-Lo come frutas e lanches saudáveis e, no jantar, a estrela revelou para os US Weekly que come quinoa: “Parece arroz e feijão, com os quais cresci. E gosto de carne de porco e frango – especialmente ao estilo porto-riquenho”. A refeição é completada com couve de Bruxelas salteada e inhame assado.