11 de dezembro de 2025 09:36

MPF aciona Justiça para obrigar governo de PE a retirar adesivos que cobriam marcas de programa federal em ônibus escolares

 O Ministério Público Federal (MPF) acionou a Justiça para obrigar o governo de Pernambuco a retirar propagandas de 785 ônibus escolares. Segundo a denúncia, adesivos do programa estadual “Juntos pela Educação” foram colocados sobre marcas do projeto “Caminho da Escola”, do governo federal, descaracterizando a identidade visual dos veículos.

O caso começou a ser investigado em fevereiro, a partir de uma representação protocolada pela deputada estadual Dani Portela (PSOL). Procurada, a Secretarial Estadual de Educação disse que providenciou a readequação da frota assim que recebeu as recomendações do MP.

O processo judicial foi aberto por meio de uma ação civil pública ajuizada pela procuradora da República Ládia Chaves na 9ª Vara da Seção Judiciária da Justiça Federal em Pernambuco (JFPE) . De acordo com o MPF, o estado adquiriu, ao todo, 1.597 ônibus escolares, com recursos próprios, por meio de Atas de Registro de Preços do Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação (FNDE). Parte da frota foi distribuída para alguns municípios. Desse total, 785 estavam com a irregularidade. Conforme as investigações, o material gráfico do “Juntos pela Educação” foi inserido em tamanho “muito maior” e sobreposto à identificação original do governo federal, chegando a cobrir os vidros traseiros dos ônibus.

Ainda segundo o MPF, a alteração visual viola o Artigo 17 da Resolução nº 01/2021 do Fundo Nacional do Desenvolvimento da Educação (FNDE).

A norma proíbe qualquer mudança na identificação dos ônibus, já que a padronização é exigida como contrapartida aos estados como beneficiários do programa federal — mesmo que os veículos tenham sido adquiridos só com recursos próprios, como foi o caso de Pernambuco, segundo o governo. O Ministério Público informou também que tentou resolver a questão de forma extrajudicial, com recomendações à Secretaria Estadual de Educação para que restabelecesse a identidade visual original dos veículos. Segundo a instituição, o governo enviou, como resposta, duas fotografias que aparentavam ser do mesmo ônibus, sem a adesivação, o que foi considerado insuficiente pela procuradoria. O MPF disse que resolveu entrar com a ação judicial “diante da ausência de resposta adequada”. O Ministério Público informou também que, além de pedir a retirada das peças de propaganda estadual, solicitou que o juiz estipulasse uma multa diária de R$ 5 mil em caso de descumprimento.

O que diz a Secretaria de Educação

Procurada pelo g1, a Secretaria Estadual de Educação informou que, assim que tomou conhecimento das recomendações do MPF, providenciou a readesivação dos veículos conforme a Resolução 01/2021 do FNDE e disse que todos os ônibus que estavam em posse do estado foram readequados. Com relação aos municípios que receberam os ônibus do FNDE, o órgão afirmou que vem reforçando a comunicação para que as prefeituras também façam essa readequação da identidade visual da frota. A pasta disse também que os veículos estão sendo utilizados rotineiramente e que cabe aos gestores definir o momento adequado para realizar o ajuste, sem afetar o transporte dos estudantes. A secretaria informou, ainda, que todos os ônibus foram adquiridos com recursos próprios do estado e vem dialogando com a 15ª e a 16ª Promotorias do MPF, “atendendo as recomendações e respondendo a todos os questionamentos”.

Juro alto preocupa mais que tarifaço, diz Luiz Marinho

A taxa básica de juros, atualmente em 15% ao ano, representa um problema mais grave para a economia nacional do que o tarifaço imposto pelos Estados Unidos ao Brasil, disse nesta quarta-feira (27) o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho. A declaração foi feita ao avaliar os resultados do Cadastro Nacional de Empregados e Desempregados (Caged), que registrou a menor criação de empregos formais em julho desde 2020.Segundo o ministro, a elevação dos juros tem efeito direto na atividade econômica e no mercado de trabalho. O patamar da taxa é definido pelo Banco Central nas reuniões do Comitê de Política Monetária (Copom).

“Peço para o santo dos juros baixar esse juro, esse é o principal problema, maior que o tarifaço. Precisamos de redução de juros urgentemente para a atividade se manter”, declarou Marinho.

Impacto do tarifaço

Segundo Marinho, no pior cenário, o país poderia perder 320 mil empregos em razão das tarifas impostas pelo governo de Donald Trump. O ministro, no entanto, destacou que, com as medidas de apoio anunciadas pelo governo federal, essa consequência deve ser evitada. Entre as ações, está a oferta de R$ 40 bilhões em crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para empresas exportadoras afetadas.

“Creio que passaremos por isso, e tenho certeza que o comércio exterior brasileiro sairá mais forte”, afirmou Marinho.

O ministro ressaltou que o acesso aos financiamentos pelas empresas prejudicadas será condicionado à manutenção dos empregos.

Pejotização

Durante a entrevista coletiva sobre o Caged, Marinho também criticou a possibilidade de o Supremo Tribunal Federal (STF) reconhecer a legalidade de contratos de prestação de serviço por pessoas jurídicas, prática conhecida como pejotização. Ele classificou a medida como “um crime contra a ordem econômica”. Para o ministro, a substituição da carteira assinada pela contratação via pessoa jurídica (PJ) traria sérios riscos à Previdência Social, ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e até ao papel do BNDES.

“Caminhar para a pejotização é um desastre. Isso é fraude trabalhista”, disse.

O tema tramita no STF, por meio de um recurso extraordinário com agravo, com repercussão geral reconhecida. O relator, ministro Gilmar Mendes, sinalizou nesta quarta-feira (27) ser favorável à legalidade da prática e afirmou que o julgamento poderá ocorrer ainda este ano. A Corte deverá analisar três pontos principais: a validade da contratação de trabalhadores como pessoas jurídicas, a competência da Justiça do Trabalho para julgar supostas fraudes e a responsabilidade sobre a apresentação de provas nesses casos. Gilmar destacou que a discussão tem impacto econômico e social relevante, considerando tendências de flexibilização nas relações trabalhistas em diversos países.

brasil247

IBGE: vendas do comércio recuam 0,1% em junho, terceira queda seguida

As vendas no comércio varejista brasileiro recuaram 0,1% na passagem de maio para junho, marcando a terceira queda mensal seguida. Os dados são da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada nesta quarta-feira, 13, pelo IBGE. Já na comparação com junho de 2024, houve alta de 0,3% no volume de vendas. No acumulado no primeiro semestre, o comércio registrou alta de 1,8% e, nos últimos 12 meses, o ganho foi de 2,7%.

+ Inflação desacelera para 0,26% em maio e arrefece para 5,32% em 12 meses

No comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças, material de construção e atacado especializado em produtos alimentícios, bebidas e fumo, o volume de vendas caiu 2,5% em junho e o primeiro semestre fechou em 0,5%.

A expectativa em pesquisa da Reuters era de alta de 0,70% na comparação mensal e de avanço de 2,40% sobre um ano antes.

Segundo Cristiano Santos, gerente da pesquisa, os três resultados combinados já dão uma distância de -0,8% em relação a março, quando houve a última alta. “No entanto, março foi justamente o fim de um período que levou ao patamar recorde da série histórica do Índice de Base Fixa. Portanto, um dos fatores para essa queda combinada dos últimos três meses é a base alta de comparação. Outros fatores que também influenciam são a retração do crédito e a resiliência da inflação, no primeiro semestre, em itens-chave, como a alimentação no domicílio”, explicou.

Vendas nos supermercados puxam queda

Das 8 atividades monitoradas, 5 tiveram queda em junho: Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-2,7%), Livros, jornais, revistas e papelaria (-1,5%), Móveis e eletrodomésticos (-1,2%), Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria (-0,9%), Hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,5%).As vendas nos supermercados possui a maior influência no resultado, pois funciona “como um fator âncora, impedindo que o indicador global tenha uma performance pior, já que houve predomínio de taxas negativas no intersetorial”, destaca Santos.No comércio varejista ampliado, Veículos e motos, partes e peças caiu 1,8%, assim como Material de construção, com queda de de 2,6% entre maio e junho.

E daqui pra frente?

A expectativa entre analistas é de desaceleração gradual no ritmo do comércio ao longo do ano sob o impacto do aperto monetário realizado pelo Banco Central, que começa a aparecer de forma mais clara e afeta o crédito. A taxa básica de juros Selic está atualmente em 15% e o BC já indicou que ela seguirá em patamar elevado por tempo prolongado. Por outro lado, ainda sustentam o consumo um mercado de trabalho aquecido com massa salarial robusta, enquanto pesam as incertezas provocadas pela tarifa de 50% dos Estados Unidos sobre as exportações brasileiras que entraram em vigor neste mês.“O que ainda há de positivo para o comércio é o crescimento e melhora do mercado de trabalho com mais ocupação, mais renda e avanço da massa salarial. Isso ajuda no poder de compra”, disse Cristiano Santos, gerente da pesquisa no IBGE.Para o economista Heliezer Jacob, do C6 Bank, o resultado reforça a visão de que tanto o comércio quanto a economia brasileira como um todo deve crescer neste ano menos que em 2024. ‘Entendemos que essa perda de fôlego é reflexo dos juros mais altos, que tendem a impactar os investimentos. Esperamos que o PIB cresça 2% em 2025 e 1,5% em 2026, impulsionado pelos estímulos promovidos pelo governo, como o aumento de gastos, a liberação de recursos do FGTS para os trabalhadores e o incentivo à concessão de crédito” , avaliou.

Com informações da Reuters

IR 2025: 7,2 milhões de contribuintes entram no 3º lote de restituição; veja como consultar

Nesta quinta-feira, 24, a Receita Federal libera a consulta ao 3º lote de restituição do Imposto de Renda (IR) 2005, que pagará um total de R$ 10 bilhões a 7.219.048 restituições. O contribuinte que quiser consultar se sua restituição está neste lote, deve acessar a página da Receita na internet (www.gov.br/receitafederal), clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, em “Consultar a Restituição”.

Para este lote, R$ 557.779.060,71 serão destinados a contribuintes que possuem prioridade legal, o que corresponde a 15.988 restituições para idosos acima de 80 anos, 83.575 restituições para contribuintes entre 60 e 79 anos, 11.298 restituições para contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave e 35.315 restituições para contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério.  Além disso, 6.316.894 restituições serão destinadas a contribuintes que não possuem prioridade legal, mas que receberam prioridade por terem utilizado a Declaração pré-preenchida e/ou optado por receber a restituição via PIX. Foram contempladas ainda 755.978 restituições destinadas a contribuintes não prioritários. No segundo lote de restituição do IR 20256,5 milhões de contribuintes entraram. Já no 1º lote, 6,25 milhões de pessoas foram contempladas.

Como saber se caí na malha fina

Para verificar o status da declaração e da restituição, o contribuinte pode fazer a consulta na página da Receita Federal, por meio do extrato de processamento, acessado no e-CAC. Pelo serviço, o contribuinte pode verificar se está na lista de espera ou se há alguma pendência.

Se a mensagem exibida for “Em Fila de Restituição”, significa que a declaração foi processada, mas a restituição ainda não foi liberada. Basta esperar e fazer a consulta nos próximos lotes. Já no item “Pendências de Malha”, o contribuinte pode verificar se sua declaração está em malha e também verificar qual é o motivo pelo qual ela ficou retida. Caso identifique alguma pendência, o contribuinte pode retificá-la, corrigindo as informações. Corrigindo o erro ou pendência, basta enviar uma declaração retificadora, pelo Programa Gerador da Declaração ou pelo aplicativo.

Calendário de restituição do IR 2025

  • Primeiro lote: 30 de maio;
  • Segundo lote: 30 de junho;
  • Terceiro lote: 31 de julho;
  • Quarto lote: 29 de agosto;
  • Quinto e último lote: 30 de setembro

istoedinheiro

Brasil: país empreendedor por natureza

O Brasil é um país empreendedor por natureza. Nem nos momentos mais difíceis, abandonamos a criatividade. Vamos além do sonho, realizamos e colocamos de pé a ideia que nos motiva. 60% da população brasileira quer ter o próprio negócio. O empreendedorismo já alcançou o patamar de modelo de desenvolvimento para o país. É fato que o empreendedorismo vem revolucionando vidas e que sua importância alçou o patamar de política de Estado, junto com tantos outros avanços de um Estado de bem-estar social.

Com o avanço da automatização de processos e do uso de tecnologias para aumentar a eficiência da gestão pública, o Brasil alcançou um cenário em que é possível abrir uma empresa, em média, em menos de um dia nas capitais brasileiras. Somente em 2025, mais de 2,6 milhões de novos pequenos negócios foram abertos. No acumulado até junho, o número de formalizações de microempreendedores individuais (MEI) cresceu 24,5% em relação ao mesmo período de 2024. O otimismo do MEI aumentou no último ano. A Sondagem Econômica do Microempreendedor (Sebrae/FGV) mostra que no último mês de junho, na comparação com o mesmo período do ano passado, o Índice de Confiança do MEI (IC-MEI) aumentou 2,3 pontos. Além disso, o sexto mês de 2025 registrou o menor nível da série histórica dos MEI que avaliam como “difícil” o acesso a crédito (63,2%) – em 2024, esse indicador foi de 67,8%.

Agora, os esforços se concentram na capacitação desses novos empreendedores. Isso significa garantir vida longa a cada sonho que saiu do papel, que abriu portas, que melhorou a vida das pessoas e que trouxe o sentimento de liberdade. O papel do Sebrae é justamente apoiar esses negócios e transformar a realidade das pessoas que, em muitos casos, optam por empreender por oportunidade.Para isso, a educação empreendedora tem sido uma grande aliada. Em 2024, foram quase 345 mil professores capacitados e mais de 6,8 milhões de atendimentos a estudantes, por meio de ações estruturadas em parceria, principalmente, com as redes públicas de ensino. Nosso compromisso é levar uma abordagem transformadora, que promova o exercício da cidadania, fortaleça os projetos de vida e estimule o protagonismo no mundo do trabalho — contribuindo para uma transformação sustentável das realidades brasileiras. Um exemplo concreto desse esforço é o Desafio Liga Jovem do Sebrae, a maior competição de empreendedorismo nas escolas do Brasil. Em 2024, o desafio contou com 55 mil inscritos, de mais de 2.300 municípios. Na prática, trata-se de um investimento na formação de estudantes, que são estimulados a pensar de forma colaborativa, criativa e crítica, transformando problemas reais de suas comunidades em soluções práticas. O empreendedorismo está, definitivamente, consolidado na cultura dos brasileiros. E o Sebrae tem atuado com firmeza para apoiar os donos de pequenos negócios, para que continuem gerando emprego, inclusão e renda para o nosso país.

brasil247

Câmara aprova PEC da Sustentabilidade e alivia contas dos municípios

   O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou a PEC 66/2023, que trata de temas sensíveis às administrações municipais, como o parcelamento especial das dívidas dos municípios com o Regime Geral de Previdência Social (RGPS) e com o Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) e o pagamento de precatórios. A chamada PEC da sustentabilidade foi aprovada em primeiro e segundo turno. Agora, o texto retorna ao Senado – já que foi alterado pelos deputados.

O placar foi de 404 votos favoráveis e 67 contrários no primeiro turno. Já no segundo turno, a proposta teve 367 votos favoráveis e 97 contrários

O texto retira os precatórios federais do limite de despesas primárias do Executivo a partir do ano que vem. No entanto acrescenta, a cada ano, a partir de 2027, 10% do estoque de precatórios dentro das metas fiscais previstas pela Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) por conta do arcabouço fiscal.

A proposta abre, ainda, um novo prazo de parcelamento especial de débitos dos municípios com seus regimes próprios de previdência social e com o Regime Geral de Previdência Social (RGPS).

Além disso, a PEC 66/23 aumenta, até 31 de dezembro de 2026, a desvinculação de receitas permitida pela Constituição aos municípios. Sendo assim, o percentual de desvinculação, atualmente em 30%, passa para 50% até o final do ano que vem.

Dispositivos aprovados

Em reunião na Comissão Especial sobre Limite Precatório e Débitos Previdenciários na terça-feira (15), antes da votação em Plenário, o relator, deputado Baleia Rossi (MDB-SP), acatou emendas apresentadas pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) e votou pela aprovação da PEC. A aprovação teve forte articulação de prefeitos e representantes municipais que aderiram à mobilização, em Brasília, liderada pela Confederação.

Confira os pontos da proposta da CNM contemplados no texto aprovado:

  • parcelamento das dívidas dos municípios, inclusive as previdenciárias dos RGPS e Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) e fundadas com a União em até 300 parcelas; 
  • novo modelo de quitação de precatórios pelos municípios; 
  • programa de regularidade previdenciária;
  • desvinculação de receitas.

texto final da proposta atende à demanda de gestores municipais pela substituição da taxa Selic pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), com incidência de juros de 2% ao ano como novo indexador das dívidas.

No entanto, o relator votou pela rejeição da Emenda 5 – cujo dispositivo era considerado relevante para o movimento municipalista, que atuou pela aprovação. O dispositivo apresentado pela Confederação teve como autor o deputado Gilson Daniel (PODE – ES). Segundo a CNM, se acatada, poderia implicar na economia de R$ 9,8 bilhões por ano para pelo menos 1.257 municípios. O deputado Gilson Daniel (PODE – ES) criticou em Plenário a retirada da Emenda 5 da pauta da votação – o que, segundo ele, foi acordado na comissão. Ele destacou o papel da CNM em realizar os estudos para “mostrar para os parlamentares como os municípios estão endividados”. 

Gilson Daniel defendeu, ainda, a importância do Congresso avançar na reforma da previdência dos municípios – iniciativa prevista na Emenda 5.

“Avançamos com os precatórios, avançamos com o regime geral e os parcelamentos das dívidas com o governo federal. Mas precisávamos ter avançado também com a reforma da previdência dos municípios que têm regime próprio de previdência, que é a emenda 5. Fizemos um acordo na Comissão e esse acordo não está sendo cumprido. Deveríamos ter esse destaque hoje, não teremos ele para os deputados votarem”, destacou o deputado. Segundo a Confederação Nacional de Municípios (CNM), responsável pela construção da medida, o impacto da proposta inicial com todas as emendas era estimado em até R$ 800 bilhões de alívio nas contas dos municípios.

brasil61

A preocupação de Lula não é atacar o Congresso, diz AGU sobre IOF

     O ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, anunciou na manhã desta terça-feira (1º/7) que ingressou com uma Ação Direta de Constitucionalidade (ADC) no Supremo Tribunal Federal (STF) com o objetivo de preservar o Decreto 12.499/2025, que modificou as alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF).

A medida vem em resposta ao Decreto Legislativo aprovado pelo Congresso Nacional, que sustou os efeitos do ato do Executivo. O embate entre os Poderes se intensificou nos últimos dias, após parlamentares considerarem o decreto presidencial como um desrespeito à competência do Legislativo.

Ao justificar a iniciativa da AGU, Messias enfatizou que a ação não busca confrontar o Congresso, mas garantir a autonomia constitucional da Presidência da República. “A preocupação do presidente não é atacar um ato do Congresso, não é, de forma direta, discutir com o Congresso. O que o presidente quer é que o Supremo aprecie uma atribuição que a Constituição lhe conferiu”, disse. O advogado-geral relatou que essa foi a preocupação que levou a AGU a optar pela ação declaratória de constitucionalidade. “Queremos que o Supremo aprecie um pedido em favor do decreto do presidente e não necessariamente contra um ato do Congresso”, comentou em coletiva de imprensa na manhã desta terça.A medida legislativa que anulou os efeitos do decreto do IOF foi considerada pela AGU como uma violação ao princípio da separação dos poderes. Messias destacou que a jurisprudência do STF estabelece parâmetros rigorosos para o Congresso sustar atos do Executivo, o que, segundo ele, não se aplica ao caso em debate.

“A jurisprudência do Supremo Tribunal Federal é forte, firme, no sentido de que o Congresso Nacional, ao utilizar o dispositivo do artigo 49, inciso V, da Constituição Federal — que é uma competência própria do Congresso, de sustação de atos do Executivo de natureza regulamentar — só poderá fazê-lo em caráter excepcional, de modo restritivo, mediante a flagrante, patente inconstitucionalidade”, explicou.Messias afirmou que a decisão de judicializar a questão foi precedida por consulta a equipe econômica e comunicação prévia com as lideranças do Congresso. Com isso, o ministro reiterou que a relação com o Congresso deve ser pautada pelo diálogo, mas que a defesa institucional da Presidência da República é inegociável.“O presidente Lula não abrirá mão da defesa da Presidência da República como instituição. O presidente da República compreende que a Constituição Federal de 1988 estabeleceu um sistema de governo que é o presidencialismo. E ele está, neste momento, com essa ação, defendendo um sistema de governo que depende da relação respeitosa, harmônica com o Poder Legislativo e o Poder Judiciário”, declarou. Para Jorge Messias, o episódio é uma demonstração da importância de delimitar os espaços entre política e direito. “Nós vamos fazer uma discussão estritamente técnica, estritamente jurídica perante o Supremo Tribunal Federal. Obviamente que há um espaço da política e também há um espaço do Direito. Neste momento, falará Direito. Obviamente que a política poderá chegar a soluções próprias, poderá chegar a arranjos próprios, e tudo isso é legítimo. E o Poder Executivo está aberto a manter um diálogo em alto nível com todos os chefes de poderes”. 

correiobraziliense.

Pix Automático começou a funcionar na segunda (16)

  Pessoas físicas e jurídicas já podem começar a utilizar a nova ferramenta de pagamento lançada pelo Banco Central (BC) – o Pix Automático, de acordo com o cronograna oficial. A nova modalidade visa facilitar o pagamento de contas recorrentes, como mensalidades escolares, assinaturas e  serviços essenciais, como água e luz. A partir de agora, a ferramenta ficará disponível nos bancos, com pessoas físicas como pagadoras e empresas como recebedoras. Segundo o BC, a operação traz mais comodidade, praticidade e segurança, além de ser de fácil uso, beneficiando pagadores e recebedores. A instituição afirma que o Pix Automático tem como intuito facilitar a vida dos brasileiros usuários do Pix, possibilitando que os pagamentos recorrentes sejam feitos de forma automática – uma alternativa ao débito automático.  

Outro benefício, de acordo com o  BC, é que a operação é barata e inclusiva para pessoas, empresas e governos. 

O especialista nas áreas de Meios de Pagamento e Fintechs, professor da FGV/SP e do Insper, Thiago Amaral, de São Paulo (SP), destaca a praticidade da ferramenta.

“Tudo já vai ser gerenciado diretamente na área Pix do aplicativo do banco do consumidor. Por exemplo, se o cliente contrata uma escola e autoriza a cobrança mensal, ele pode visualizar e controlar essa autorização no menu Pix do seu aplicativo. Ele pode, inclusive, suspender ou cancelar essa cobrança em qualquer momento”, pontua.

Durante o evento de lançamento da operação em São Paulo, dia 4 de junho, o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo, afirmou que o Pix Automático beneficiará 60 milhões de pessoas que não têm cartão de crédito no país.

Além de beneficiar os consumidores, a operação também beneficiará os recebedores, especialmente com o aumento da base de clientes – hoje há mais de 175 milhões de usuários Pix e quase 855 milhões de chaves cadastradas. Inclusive, em abril de 2025, foram 6,2 milhões de transações via Pix no Brasil. Além disso, o BC aponta que a modalidade pode implicar na redução da inadimplência, já que a cobrança é automática. 

Como utilizar o Pix Automático

Após ser disponibilizado pelos bancos, os pagadores podem acessar o aplicativo oficial do seu banco e autorizar uma única vez a operação que permite o agendamento de despesas periódicas e recorrentes. O cliente deverá autorizar a cobrança automática, com valor, periodicidade e um prazo pré-definidoAo utilizar a nova ferramenta de pagamento Pix Automático, o consumidor deve ficar atento para garantir a segurança e o controle dos pagamentos. O especialista Thiago Amaral listou algumas medidas para proteger os pagadores que aderirem à modalidade:

  • Autorizar apenas empresas confiáveis;
  • Revisar os dados da cobrança – como valor, frequência e periodicidade dos descontos – antes de confirmar o agendamento;

“Todas essas autorizações vão ficar visíveis na área Pix do aplicativo do banco, onde também é possível suspender ou cancelar esses agendamentos em qualquer momento”, destaca Thiago.

Além disso, por se tratar de uma ferramenta de cobrança recorrente, o consumidor deve adotar outros cuidados essenciais. Segundo Thiago, é essencial acompanhar as cobranças ativas pelo próprio aplicativo do banco e não realizar autorizações em links desconhecidos fora do aplicativo oficial da instituição financeira. 

Brasil 61

Banco Central divulga data para lançamento do Pix Parcelado; Confira

Com Agência Brasil

Um dia após o anúncio de inovações no Pix pelo presidente do Banco Central (BC), Gabriel Galípolo, o BC divulgou o cronograma de lançamento de três novas funcionalidades do sistema de transferências instantâneas.

Confira as datas previstas:

  • Pix Parcelado: Setembro deste ano
  • Pix em Garantia: 2026
  • Autoatendimento do Mecanismo Especial de Devolução (MED): 1º de outubro

Pix Parcelado

A nova modalidade Pix Parcelado permitirá que o usuário parcele suas compras, funcionando de forma similar ao parcelamento com juros do cartão de crédito. O recebedor terá acesso imediato ao valor total, enquanto o pagador poderá quitar o valor de forma parcelada, com juros.Segundo o BC, essa ferramenta tem o potencial de impulsionar o uso do Pix no varejo, especialmente para a aquisição de bens e serviços de maior valor, beneficiando consumidores que não possuem acesso a outras formas de crédito.O Pix parcelado poderá ser utilizado em qualquer tipo de transação, inclusive transferências.

Pix em Garantia

Com foco em auxiliar empreendedores, o Pix em Garantia permitirá que empresas utilizem seus recebíveis futuros de Pix como garantia em operações de crédito.A expectativa é que essa modalidade reduza as taxas de juros para linhas de crédito de pessoas jurídicas, principalmente para aquelas que utilizam o Pix com frequência.Ao oferecer recebíveis futuros como garantia, as instituições financeiras podem mitigar o risco de inadimplência, resultando em juros mais atrativos. O BC ressalta que o Pix em Garantia é exclusivo para estabelecimentos comerciais e empresas, não alterando a forma como pessoas físicas utilizam o Pix.O lançamento está previsto para 2026, devido à complexidade da infraestrutura necessária.

Autoatendimento do MED

Exclusivo para casos de fraudes, golpes e crimes, o autoatendimento do Mecanismo Especial de Devolução (MED) permitirá que usuários contestem transações Pix de forma direta e intuitiva por meio do aplicativo de seus bancos.O processo será 100% digital, eliminando a necessidade de contato com o atendimento da instituição financeira.O Mecanismo Especial de Devolução, existente desde 2021, é acionado em casos comprovados de fraude ou erros operacionais da instituição financeira. Não se aplica a desacordos comerciais, situações entre terceiros de boa-fé ou envios de Pix para a pessoa errada por erro do usuário.Com o autoatendimento do MED, o usuário poderá acompanhar o status de seus pedidos de devolução. O BC espera que a modernização acelere os processos, aumentando as chances de bloquear os recursos na conta do fraudador e devolvê-los à vítima.

Diferenciação de Comprovantes: Medida para Combater Golpes

Desde 1º de junho, os comprovantes de agendamento de Pix devem exibir o termo “Agendamento Pix” e um ícone de relógio com calendário. Já os comprovantes de pagamentos concluídos devem apresentar um ícone de check (sinal de concluído). A medida é obrigatória para todos os bancos. O objetivo é dificultar o golpe do falso comprovante, no qual o fraudador apresenta um comprovante de Pix agendado, mas cancela o agendamento antes da conclusão da transação. A diferenciação visual facilita a identificação de transações pendentes, protegendo vendedores contra fraudes.

jc.uol

China impõe tarifas de 34% a todos os produtos dos EUA – e abre espaço para mais exportações do Brasil

247 – Em mais um movimento de escalada nas tensões comerciais com os Estados Unidos, o governo da China anunciou nesta quinta-feira (4) que aplicará uma tarifa adicional de 34% sobre todos os produtos norte-americanos a partir de 10 de abril. 

De acordo com a nota oficial, a nova alíquota será acrescida às tarifas atualmente em vigor, ampliando significativamente o custo de entrada de mercadorias dos EUA no território chinês. A medida vem acompanhada de uma série de outras sanções comerciais, incluindo o endurecimento de controles sobre exportações de itens considerados estratégicos.

Exportações de terras raras na mira – O Ministério do Comércio da China também informou que, a partir de 4 de abril, passará a restringir a exportação de elementos de terras raras do tipo médio e pesado para os Estados Unidos. Entre os elementos listados estão o samário, gadolínio, térbio, disprósio, lutécio, escândio e ítrio — todos fundamentais para setores de alta tecnologia, como a indústria de semicondutores, armamentos e carros elétricos.

A decisão, segundo o ministério, está ancorada na legislação nacional de segurança e visa proteger os interesses estratégicos do país, além de “cumprir obrigações internacionais, como as relacionadas à não proliferação”, conforme destaca o comunicado: “o objetivo da implementação dos controles de exportação pelo governo chinês sobre os itens relevantes, de acordo com a lei, é melhor salvaguardar a segurança nacional e os interesses do país, bem como cumprir obrigações internacionais como a não proliferação”. Empresas norte-americanas sob sanção – Além disso, a China incluiu 16 entidades dos Estados Unidos em sua lista de controle de exportações e adicionou outras 11 à chamada “lista de entidades não confiáveis”. A inclusão nesta última permite que Pequim tome ações punitivas diretas contra empresas estrangeiras, incluindo a proibição de atividades comerciais no país, congelamento de ativos e outras sanções administrativas.

Governo Lula APROVA crédito BILIONÁRIO para ajudar milhares de brasileiros; saiba como receber

Um novo crédito bilionário para ajudar os brasileiros a se tornarem independentes financeiramente acaba de ser anunciado. Cada cidadão pode conseguir empréstimo com taxas mais baixas que as cobradas pelos bancos geralmente. Mas, para isso precisam atender a alguns requisitos, que o FDR apresenta agora. O Governo Federal acaba de anunciar um crédito bilionário para ajudar os brasileiros. O objetivo é criar possibilidade dessas pessoas empreenderem e assim conquistarem uma renda própria. O investimento anunciado foi de R$ 2,6 bilhões, valor que será convertido em linhas de crédito.

Crédito bilionário no Programa Acredita

Lançado em 2024, o programa cria oportunidade e impulsiona os negócios em todo o país. Com o Programa Acredita os brasileiros podem se tornar donos de seus próprios negócios e assim melhorarem de vida. Até o momento o programa já aprovou R$ 2,63 bilhões em crédito, totalizando 152,9 mil operações. Agora, com o novo investimento a expectativa é de que mais pessoas sejam beneficiadas, explica o MDS. O crédito é liberado para as pessoas inscritas no CadÚnico que já possuem um negócio ou deseja abrir um; são diversos bancos oferecendo os empréstimos:

O Banco do Nordeste é o principal agente, tendo liberado R$ 720,8 milhões em crédito;
Seguido do Banco da Amazônia, com R$ 2,26 milhões;
Já o Badespi, agência de fomento do Piauí, liberou R$ 1,1 milhão.
“No eixo voltado ao microcrédito para inscritos no CadÚnico, já foram contratados mais de R$ 700 milhões, com uma inadimplência de apenas 0,043%”, comenta Wellington Dias, ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome.Governo Federal anuncia criação de empregos para quem faz parte do CadÚnico
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Programa Acredita no Primeiro Passo
O programa conta com um Fundo Garantidor, o que facilita o acesso ao crédito. Além disso, o programa conta com três eixos com ações que podem te beneficiar:

Capacitação profissional – a população tem acesso a cursos gratuitos de qualificação profissional, educação financeira e empreendedorismo, oferecidos através de parceiros.

Acesso ao emprego – o programa faz a intermediação entre empregador e empregado. Para facilitar ainda mais a contratação você conta com uma ferramenta que ajuda na criação de currículos.

Apoio ao empreendedorismo – nesse eixo os brasileiros que desejam empreender podem ter acesso a qualificação e crédito.

Governo Lula APROVA crédito BILIONÁRIO para ajudar milhares de brasileiros;
saiba como receber

Como participar do Acredita no Primeiro Passo?
O programa atende a todos os inscritos no CadÚnico, incluindo quem recebe o Bolsa Família e quem já possui um negócio, basta que atendam aos requisitos:

Ter entre 16 e 65 anos;
Estar com informações atualizadas no CadÚnico.
A prioridade do programa são as pessoas com deficiência, mulheres, jovens, negros e integrantes de populações tradicionais e ribeirinhas.

Para acessar os empréstimos é só procurar uma agência bancária, Salas do Empreendedor (Sebrae) ou entidades autorizadas pelo Programa Nacional de Microcrédito Produtivo Orientado.

Foco nas mulheres
O Acredita tem um foco especial no público feminino, aumentando o empreendedorismo e protagonismo das mulheres. Assim, 70% das operações foram destinadas a elas; das 68,4 mil pessoas beneficiadas, 47,57 mil são mulheres e 20,78 mil são homens, sendo que 73 não informaram o gênero.

Com a inclusão de novas instituições financeiras e o investimento anunciado a oferta de crédito será ainda maior.

fdr

Tebet defende isenção de imposto para carne e diz que medida tem efeito moral

247 – A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, afirmou acreditar que os preços de diversos alimentos devem cair nos próximos 30 dias. A declaração foi dada em entrevista à jornalista Miriam Leitão, exibida pela GloboNews na noite desta quarta-feira (12). Questionada se os alimentos ficariam mais baratos ou apenas subiriam menos que no ano passado, Tebet respondeu de forma otimista, destacando que diversos fatores devem contribuir para a redução.

Entre as medidas adotadas pelo governo para conter a inflação dos alimentos, a ministra destacou a decisão de zerar o imposto de importação de vários produtos, incluindo a carne. Segundo ela, além de estimular a concorrência com produtos estrangeiros, a medida pode ter um efeito indireto no mercado interno, levando produtores brasileiros a aumentar a oferta e reduzir os preços. “A própria carne, embora falem assim ‘nós somos exportadores’, há um efeito assim um pouco meio que moral. Opa, se está isenta a importação de carne, ao invés de só exportar tanto, vou deixar um pouco mais para o mercado nacional. Com isso, baixo o preço para evitar a concorrência de fora”, explicou a ministra. Tebet reforçou que a tendência é de que, ao longo do próximo mês, os consumidores percebam uma redução nos preços de diversos produtos. “Há um conjunto de fatores que mostrarão que nos próximos 30 dias muitos produtos começarão a baixar de preço”, afirmou. A expectativa do governo é que a combinação de incentivos fiscais e maior oferta ajude a aliviar a pressão inflacionária sobre a cesta básica, beneficiando a população de menor renda.

Governo apela para que estados isentem cesta básica de impostos estaduais

247 – O governo federal anunciou, nesta quinta-feira (6), um pacote de medidas para reduzir o preço dos alimentos, com foco nos produtos que compõem a cesta básica nacional. As iniciativas incluem o fortalecimento dos estoques reguladores da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o estímulo à produção de alimentos no âmbito do Plano Safra e a ampliação das isenções tributárias para produtos essenciais.Durante o anúncio, o vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, fez um apelo aos estados para que também isentem os alimentos da cesta básica de tributação, ampliando o impacto das medidas na redução do custo de vida da população. Segundo a CNN Brasil, a iniciativa recebeu apoio da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), que reforçou a importância da implementação imediata da cesta básica nacional desonerada.

Em nota, a Abras destacou que a isenção tributária foi uma das principais conquistas da reforma tributária e defendeu que os estados acompanhem a decisão do governo federal para ampliar os efeitos positivos da medida.

“A Abras reafirmou a importância da implementação imediata da Cesta Básica Nacional isenta de impostos, considerada uma das principais conquistas da reforma tributária. Durante o anúncio feito pelo governo, foi formalizado o convite aos estados para que também zerem os impostos sobre produtos essenciais, ampliando o impacto positivo da medida para os consumidores brasileiros”, ressaltou a entidade no texto da nota. A Abras também manifestou apoio à proposta do governo para reduzir os impostos sobre importação de alimentos e voltou a defender a revisão dos custos do Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT). Segundo a associação, essa medida contribuiria para ampliar o acesso dos trabalhadores a produtos alimentícios a preços mais acessíveis, fortalecendo a segurança alimentar e beneficiando milhões de brasileiros.

Tebet comemora maior crescimento do PIB desde 2021: ‘boa notícia’

 247 – A ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, usou as redes sociais para comemorar o resultado do Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil de 2024,  divulgado nesta sexta-feira (7) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). “Boa notícia! O PIB per capita do Brasil em 2024 foi de R$ 55.247,45. Cresceu 3,0% em termos reais. Isso equivale a R$ 4.604 por mês por habitante. Significa aumento da renda média do brasileiro. Agora é seguir avançando, combatendo a inflação para baratear o preço dos alimentos”, postou Tebet no X, antigo Twitter. O deputado federal Lindbergh Farias,  líder do PT na Câmara, também usou as redes sociais para destacar o resultado do PIB e criticar as perspectivas negativas do mercado financeiro sobre os resultados da economia. Segundo o IBGE, o PIB CRESCEU 3,4% em 2024. O mercado projetava APENAS 1,75%”, destacou o parlamentar. Segundo o IBGE, o PIB cresceu  3,4% em 2024, alcançando R$ 11,7 trilhões, maior taxa anual desde 2021. No último trimestre do ano, o PIB registrou alta de 0,2% em relação ao trimestre anterior, sinalizando estabilidade no ritmo da economia. O resultado anual foi impulsionado principalmente pelos setores de serviços e indústria. 

Brasil está entre os países que mais cresceram no mundo em 2024

Fernando Haddad e Lula (Foto: Ricardo Stuckert/PR)

247 – O Brasil está entre os países que mais cresceram no mundo em 2024, registrando um avanço no Produto Interno Bruto (PIB) de 3,4%. Esse número coloca o crescimento brasileiro à frente do registrado pelos países que fazem parte da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e teve o quarto melhor resultado entre os países do G20.

Segundo a Folha de S. Paulo, o PIB do grupo de países da OCDE cresceu 1,7% em 2024, com cinco países registrando contração. A Alemanha, maior economia da União Europeia, teve retração pelo segundo ano consecutivo. Já os Estados Unidos registraram um crescimento de 2,8%.Já entre os países do G20, o Brasil fica atrás apenas de Índia, Indonésia e China, informa o Metrópoles

Confira, a seguir, o ranking dos países do G20 que mais cresceram:

  1. Índia: 6,7%
  2. Indonésia: 5%
  3. China: 5%
  4. Brasil: 3,4%
  5. Turquia: 3,3%
  6. Estados Unidos: 2,8%
  7. Coreia do Sul: 2,1%
  8. Canadá: 1,5%
  9. México: 1,5%
  10. Arábia Saudita: 1,3%

Segundo o ranking do Fundo Monetário Internacional (FMI), o Brasil segue sendo a sétima maior economia do mundo pelo critério de paridade de compra das moedas locais. Já no ranking em dólar, o país caiu da 9ª para a 10ª posição por conta da desvalorização do real, mas deve recuperar a posição em 2027.

brasil247

Cartões de crédito e Pix começam a ser fiscalizados pela Receita; veja o que muda

Cartões de crédito e Pix começam a ser fiscalizados pela Receita; veja o que muda. (Imagem:  Jeane de Oliveira/ FDR) A partir deste ano, a Receita Federal passará a receber relatórios semestrais tanto das operadoras de cartão de crédito quanto das instituições de pagamento. De acordo com a especialista do FDR, Laura Alvarenga, isso inclui empresas como varejistas de grande porte, bancos virtuais e carteiras digitais.

O relatório enviado a cada seis meses para o órgão federal deverá levar informações sobre os pagamentos realizados tanto por pessoas físicas quanto por empresas. No entanto, no caso das pessoas físicas, a informação precisará ser divulgada quanto a transação for superior a R$ 5 mil. Já no caso das empresas, deverão ser informadas as operações que superarem o valor de R$ 15 mil.

Entenda como o envio de dados do cartão de crédito e do PIX podem te afetar:

Atualmente, a Receita Federal já recebe esse tipo de informação em alguns casos; Isso porque os bancos tradicionais, sejam públicos e privados, já precisam realizar essa comunicação; No entanto, com a ampliação da obrigação para outras instituições, novos dados deverão ser incorporados as informações obtidas pela Receita Federal; Dessa forma, as eventuais irregularidades envolvendo a falta de comunicação de rendimentos se tornarão rastreáveis com maior facilidade; Com isso, é essencial que os contribuintes se mantenham atentos, especialmente para evitar cair na malha fina. “As medidas visam aprimorar o controle e fiscalização das operações financeiras, garantindo uma maior coleta de dados. Além disso, reforçam os compromissos internacionais do Brasil no âmbito do Padrão de Declaração Comum (CRS), contribuindo para o combate à evasão fiscal e promovendo a transparência nas operações financeiras globais”, afirmou a Receita Federal por meio de nota oficial.

Neste vídeo o colaborador do FDR, Ariel França, traz informações sobre cuidados necessários no uso do cartão de crédito. Confira:

fdr.

O Congresso quer impedir aumento do salário mínimo

Nas medidas fiscais em discussão no Congresso, há uma, crueldade das crueldades, que impede aumento para o salário mínimo.

O DIEESE distribuiu nota à imprensa, no último dia 5, para informar que a cesta básica aumentou, no último ano, só na cidade de São Paulo, 10,56%, (em algumas superaram 14%), corroendo ainda mais o valor do salário mínimo determinado por lei e pela Constituição para atender às necessidades das famílias dos brasileiros pobres. É preciso relembrar, antes de mais nada, que o DIEESE é a instituição que mais e melhor estuda e levanta a situação econômica e da vida do trabalhador brasileiro, já por várias décadas. O salário mínimo foi estabelecido pela Constituição de 1934, uma bela Constituição decorrente da Revolução de 1930, mas que infelizmente durou pouco. Com base nesta imposição constitucional, o Presidente Getúlio Vargas baixou um Decreto, criando, em 1936, uma comissão para estudar e indicar o que deveria compor o salário mínimo para atender à vida minimamente decente para a família de um trabalhador brasileiro. A comissão concluiu seus trabalhos e, em 1938, o Presidente Vargas tornou lei as conclusões da Comissão: tantos quilos de carne, tantos quilos de arroz, tantos quilos de feijão, pão, legumes, etc e etc e etc, mais os outros ingredientes como vestuário, transporte, etc, e etc, e etc. Esta lei de 1938 é a lei que continua vigente hoje. Naturalmente que os técnicos, como os do DIEESE, fazem ajustes conforme a realidade das épocas.

A Constituição atual consolidou esta lei como matéria constitucional e determinou expressamente que o salário mínimo deveria atender às necessidades mínimas de um trabalhador e sua família com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência.

Veja que a Constituição cometeu um grave erro: colocou educação e saúde para serem custeados pelo salário, coisa que jamais a Revolução de 1930 admitiria, pois saúde e educação são bens públicos e devem ser oferecidos a todos e não retirados do salário dos trabalhadores. Educação e saúde não constam do Decreto de 1938. Aliás, os positivistas já diziam no início da República que educação e saúde deveriam ser providos pelos recursos da nação. Em 1940, Getúlio Vargas decreta o valor do salário, seguindo as recomendações da comissão. Segundo o DIEESE revelou agora, este valor equivale a R$6.9959,31, para cobrir os custos da vida de uma família em novembro último, de acordo com a lei. Temos diante de nós que a Lei e a Constituição determinam que o salário mínimo deveria tocar, hoje, os sete mil reais. Mas, em desrespeito à Lei e à Constituição, é apenas de R$1.410, isto é, um quinto do seu valor legal. O Brasil discute diariamente que devemos defender e preservar o Estado de Direito Democrático, que é preciso respeitar a Constituição e as leis, especialmente tendo em vista os tempos que ainda atravessamos de tentativas reveladas de golpes e de violações da ordem institucional que tanto devemos preservar. Somos garbosos defensores da Constituição, das garantias constitucionais, dos poderes da República, das liberdades, dos direitos e tantas outras expressões que já são corriqueiras. E a determinação legal e constitucional do salário mínimo, esquecemos? As determinações constitucionais daquele mínimo de condições de vida do brasileiro, não levamos em conta? E olha que são milhões e milhões de brasileiros que vivem do salário mínimo (alguns milhões com menos). Para eles a Constituição não é levada a sério? E este não é o único absurdo, pois como já indicado no início, há um outro ainda maior: discutem, agora, no Congresso, simplesmente, proibir aumento do salário mínimo, já vergonhosamente tão pequeno. Nós reverenciamos aqueles que fizeram talvez a maior pérola do trabalhismo, uma das coisas mais bonitas no Brasil, que foi estabelecer um salário que propiciava uma vida minimamente digna para o brasileiro.Bem sabemos que não seria viável uma medida tomada de uma hora para outra, embora Jango e Getúlio tenham aumentado em 100% o salário mínimo em 1954, devido à defasagem provocada pelo governo anterior. Mas precisamos apontar que queremos e vamos lutar para alcançar justiça e respeitar o Estado de Direito.

Muitos observam que o povo brasileiro mais pobre tem sido levado para cantigas de direita e de outras áreas. Talvez seja porque não estejamos tocando para valer na vida real e nos direitos do povo brasileiro.A luta para chegarmos ao salário mínimo exigido pela Lei e pela Constituição é o melhor caminho para estarmos de acordo com a verdade diante do povo brasileiro. Porque é também o mínimo de decência na política. Este é o trabalhismo que queremos retomar.

” Alguns congresita sempre contra a pobreza, mas sempre a favor dos altos salários as custa dos nossos importo “.

 

 

Governo busca reconquistar a classe média e compra briga com o andar de cima da sociedade

247 – O anúncio de que o governo enviará ao Congresso Nacional um projeto para ampliar a faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) até R$ 5 mil mensais, ao lado da proposta de uma tributação mínima para os mais ricos, é mais que uma mudança técnica no sistema tributário. Trata-se de uma tentativa estratégica de reposicionar o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva perante a classe média, ao mesmo tempo em que confronta setores economicamente privilegiados.

A medida, estimada pelo Ministério da Fazenda em um impacto fiscal de R$ 35 bilhões anuais, representa alívio imediato para milhões de brasileiros. Hoje, apenas aqueles que ganham até R$ 2.824 (dois salários mínimos) estão isentos, o que deixa uma ampla fatia da classe média pagando tributos em um sistema considerado injusto por especialistas. Caso o projeto seja aprovado, o número de isentos saltará de 14,5 milhões para 30,6 milhões, dobrando o impacto positivo para consumidores que enfrentam a corrosão do poder de compra diante de uma tributação pesada.

Para bancar a ampliação da isenção, o governo propõe uma alíquota mínima efetiva de 10% para contribuintes com rendas mensais acima de R$ 50 mil. A medida atinge diretamente uma parcela da elite econômica, especialmente aqueles que hoje se beneficiam de rendas isentas, como lucros, dividendos e rendimentos financeiros. É, em essência, uma redistribuição de encargos tributários que promete abrir um novo capítulo no debate político e econômico brasileiro.

A classe média no centro da disputa

A classe média é o alvo central dessa iniciativa. Por décadas, o sistema tributário brasileiro tem sido criticado por onerar mais fortemente os assalariados, enquanto as rendas de capital permanecem amplamente protegidas. Ao colocar o debate da justiça tributária em pauta, o governo Lula tenta se reposicionar como defensor de uma base social que se sente pressionada economicamente e distante dos benefícios de políticas públicas.

A batalha agora estará no Congresso Nacional, onde o projeto precisará superar resistências e ser ajustado para mitigar potenciais falhas. Parlamentares alinhados a interesses do setor financeiro e de grandes fortunas já deram sinais de que a proposta encontrará obstáculos.

Ao mesmo tempo, a classe média, beneficiada diretamente pela isenção, pode se tornar uma aliada do governo na pressão por sua aprovação. Para isso, será necessário comunicar com clareza os ganhos da medida, destacando que ela não representa apenas um alívio fiscal imediato, mas um esforço para tornar o sistema tributário mais equilibrado e sustentável.

O impacto político

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Salário mínimo de R$ 1844,40 começa a cair na próxima semana 02/12 e trabalhadores fazem festa com valor

Passará de R$ 1.521 para R$ 1.612,26  

Os setores beneficiados serão: Agricultura e pecuária, Indústrias extrativas e beneficiamento, Pesca e aquicultura, Empregados domésticos, Construção civil, Indústrias de instrumentos musicais e brinquedo, Estabelecimentos hípicos, Empregados motociclistas e motoboys, Transporte em geral (exceto motoristas). 

Segunda faixa
Passará de R$ 1.576 para R$ 1.670,56;

Setores: Indústrias do vestuário, calçados, fiação e tecelagem, Artefatos de couro, Papel, papelão, cortiça e mobiliária, Distribuidoras e vendedoras de jornais e revistas, Vendedores ambulantes de jornais e revistas, Administração de empresas de jornais e revistas, e Empresas de comunicações e telemarketing. 

Terceira faixa
De R$ 1.699 para R$ 1.769,14;  

Setores: Indústrias químicas e farmacêuticas, Indústrias cinematográficas, Alimentação, Comércio em geral e Empregados de agentes autônomos do comércio.

Quarta faixa
Passará de R$ 1.740 para R$ 1.844,40;

O aumento será oferecido para os setores de: Indústrias metalúrgicas, mecânicas, material elétrico e gráficas, Indústrias de vidros, cristais, espelhos e joalheria, Cerâmica de louça e porcelana, Artefatos de borracha, etc. O salário mínimo deste ano de Santa Catarina já é superior ao piso nacional, de R$ 1.412. A expectativa é que o salário mínimo nacional seja reajustado para R$ 1.509, segundo o próprio Governo Federal. A proposta ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional.

fdr.com.br

FNE

 O Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) atende a mais de 2 mil municípios, é o principal instrumento financeiro da Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR) para a Região e um dos pilares do Plano Regional de Desenvolvimento do Nordeste (PRDNE).

Objetivo

Em razão das disparidades socioeconômicas no Brasil, veio com o objetivo de reduzir as desigualdades sociais e regionais preconizada pela Constituição Federal brasileira, suscitando a existência de políticas públicas que promovam a diminuição das diferenças inter e intrarregionais, mediante a democratização de investimentos produtivos que impulsionem o desenvolvimento econômico com a correspondente geração de emprego e renda.

Finalidade

O FNE foi criado pela Constituição Federal de 1988 e regulamentado pela Lei nº 7.827, de 27/09/1989, para ser uma fonte estável de recursos para o financiamento das atividades produtivas da região Nordeste e do Norte dos estados de Minas Gerais e Espírito Santo, para estudantes abrangidos pelo Programa de Financiamento Estudantil (P-FIES) e para pessoas físicas, mini e microgeradoras de energia fotovoltaica, em condições apropriadas para a promoção do desenvolvimento econômico e social.

O que Financia

Provido de recursos federais, o FNE financia investimentos de longo prazo e, complementarmente, capital de giro ou custeio. Abrangendo os diversos setores da economia, como o agropecuário, industrial, agroindustrial, turismo, comércio, serviços, cultural, infraestrutura, dentre outros.

Abrangência

Atualmente, o FNE atende a 2.074 municípios situados nos nove estados que compõem a região Nordeste e no Norte dos estados do Espírito Santo e de Minas Gerais, incluindo os Vales do Jequitinhonha e do Mucuri, contemplando com acesso ao crédito os segmentos empresariais de microempreendedores individuais, produtores, empresas, associações e cooperativas.Operacionalização

O Fundo é operacionalizado em respeito às diretrizes legais, tais como: destinação de pelo menos metade dos ingressos de recursos para o semiárido; ação integrada com as instituições federais sediadas na Região; tratamento preferencial aos mini, micro e pequenos empreendedores; preservação do meio ambiente; conjugação do crédito com a assistência técnica; democratização do acesso ao crédito e apoio às atividades inovadoras.

Aplicação dos Recursos

Na medida em que o Fundo prioriza o atendimento a mini e pequenos produtores rurais, a micro e pequenas empresas, a região semiárida e aos municípios localizados em microrregiões e tipologias de municípios definidas pela Política Nacional de Desenvolvimento Regional (PNDR), reforça-se a importância desse instrumento de política de fomento para o desenvolvimento. Dessa forma, o planejamento da ação desenvolvimentista e a integração de políticas, programas e ações em múltiplas escalas, desde o intraurbano ao mesorregional, são fundamentais para assegurar uma maior eficiência na utilização dos recursos públicos e maior efetividade na intervenção nas economias locais.O Banco do Nordeste, anualmente, elabora e submete ao MDR e à Sudene, proposta de aplicação de recursos por meio da Programação do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste, a qual contempla, dentre outros aspectos, as estratégias de ação e os programas de financiamento, além dos planos estaduais de aplicação de recursos.

Linhas de Financiamento com Recursos do FNE

Cartão BNB Agro
Crédito para Investimento

Crédito rotativo pré-aprovado com recursos do FNE para produtores rurais.

Cartão BNB Agro Custeio Pecuário
Crédito para Investimento

Crédito com agilidade e comodidade para o custeio do setor pecuário.

Cartão BNB para Empresarial e Corporate
Crédito para Investimento

Crédito rotativo pré-aprovado para aquisição de bens e capital de giro voltado para empresas de pequeno-médio, médio e grande porte.

Cartão BNB para Micro e Pequenas Empresas
Crédito para Investimento

Crédito rotativo pré-aprovado para aquisição de bens e capital de giro voltado para empresas de micro e pequeno porte.

Custeio Agrícola e Pecuário – FNE
Capital de Giro

Financiar o custeio das atividades agrícolas e pecuárias com recursos provenientes do FNE.

FNE Agrin
Crédito para Investimento

Programa de Financiamento para Comercialização, Beneficiamento ou Industrialização de Produtos de Origem Agropecuária.

FNE Agro Conectado
Crédito para Investimento

Possibilitar a conexão no campo por meio do financiamento de equipamentos, de estruturas e de programas.

FNE Aquipesca
Crédito para Investimento

Programa de Apoio ao Desenvolvimento da Aquicultura e Pesca.

FNE Comércio e Serviços
Crédito para Investimento

Programa de Financiamento para os Setores Comercial e de Serviços.

FNE Giro
Capital de Giro

Programa de Financiamento da Aquisição Isolada de Matérias-Primas, Insumos, Mercadorias e Gastos Gerais para o Funcionamento do Empreendimento.

FNE Industrial
Crédito para Investimento

Programa de Apoio ao Setor Industrial do Nordeste.

FNE Inovação
Crédito para Investimento

Programa de Apoio ao Setor Industrial do Nordeste.

FNE Irrigação
Crédito para Investimento

Programa de Financiamento à Agropecuária Irrigada.

FNE MPE
Crédito para Investimento

Programa de Financiamento às Microempresas, Empresas de Pequeno Porte e ao Empreendedor Individual.

FNE P-Fies
Crédito para Investimento

Programa de Financiamento Estudantil.

FNE Proatur
Crédito para Investimento

Programa de apoio ao turismo regional com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE).

FNE Proinfra
Crédito para Investimento

Programa de Financiamento à Infraestrutura Complementar da Região Nordeste.

FNE Rural
Crédito para Investimento

Programa de Apoio ao Desenvolvimento Rural do Nordeste.

FNE Saúde Nordeste
Crédito para Investimento

Programa de Apoio ao Setor de Saúde do Nordeste.

FNE Sol
Crédito para Investimento

Programa de Financiamento à Micro e Minigeração Distribuída de Energia Elétrica e Sistemas Off-grid.

FNE Startup
Crédito para Investimento

Programa de apoio a Startups.

FNE Verde
Crédito para Investimento

Programa de Financiamento à Sustentabilidade Ambiental.

Sobre o Crediamigo

Sobre o Crediamigo

O Crediamigo é o maior programa de microcrédito produtivo e orientado do Brasil. Aqui, o seu acesso ao crédito é facilitado e você ainda conta com orientação financeira para a melhor aplicação dos seus recursos e o sucesso do seu negócio.

469 unidades de atendimento.
2,00 milhões de clientes ativos em 2023.
R$ 10,64 bilhões aplicados em 2023.
3,56 milhões de operações em 2023.

O Crediamigo é para Você

Todos os empreendedores individuais ou reunidos em grupos solidários, que atuam no setor informal ou formal da economia, podem ter acesso ao microcrédito do Crediamigo. Confira alguns segmentos atendidos:

  • Indústria
    • Marcenarias, sapatarias, carpintarias, artesanatos, alfaiatarias, gráficas, padarias, produções de alimentos, etc.
  • Comércio
    • Ambulantes, vendedores em geral, mercadinhos, papelarias, armarinhos, bazares, farmácias, armazéns, restaurantes, lanchonetes, feirantes, pequenos lojistas, açougueiros, vendedores de cosméticos etc. Os clientes que atuam no setor de comércio formam a maioria dentro da carteira do Crediamigo.
  • Serviços
    • Salões de beleza, oficinas mecânicas, borracharias, etc.

https://www.bnb.gov.br

Brasil é um dos que mais gastam com servidores

Com menos funcionários públicos em relação à sua população e às pessoas ocupadas que muitos países, o Brasil é um dos que mais gastam com servidores como proporção do PIB. É também o que mais concede plena estabilidade a funcionários do Estado, sem que sejam submetidos a avaliações de desempenho. Cerca de 70% dos servidores do governo federal são chamados estatutários, regidos pelo Estatuto do Servidor Público Federal (lei 8.112/90), após aprovação em concurso. Estados e municípios seguiram a mesma lógica nas contratações, levando a que 65% dos 12,1 milhões de funcionários públicos tenham estabilidade. Os percentuais foram calculados com base na Rais (Relação Anual de Informações Sociais), do Ministério do Trabalho e Emprego.

Alemanha, Reino Unido e Suécia têm menos servidores em regimes semelhantes ao dos estáveis (estatutários) brasileiros. Nesses países, grande parte do funcionalismo é regida por normas mais parecidas às do setor privado, mas com algumas vantagens e segurança no cargo. A plena estabilidade é garantida apenas a carreiras específicas, como do Judiciário.No Brasil, a estabilidade protege desde juízes e policiais federais (carreiras consideradas típicas do Estado) a professores, enfermeiros e pessoal administrativo, posições amplamente encontradas no setor privado. Para Luiz Carlos Bresser-Pereira, ministro da Administração Federal e Reforma do Estado entre 1995 e 1998 e responsável por mudanças na área no governo FHC, a estabilidade deveria existir para carreiras com “poder de Estado”, não para cargos encontrados na iniciativa privada. “Mas o corporativismo venceu quando tentamos mudar isso”, diz.

No governo federal, três quartos dos servidores (a maioria com estabilidade) atuam nas áreas social (como professores e médicos) e administrativa (secretárias, por exemplo), segundo o trabalho “Hierarquia valorativa e distribuição de capitais na burocracia brasileira”, do pesquisador Otávio Ventura, com base no Sistema Integrado de Administração de Pessoal. Nas áreas jurídica, policial e de regulação, auditoria e controle, sem equivalentes no setor privado e típicas do setor público (com “poder de Estado”), são 11,2%. O arranjo na França se aproxima um pouco mais do brasileiro, mas com número menor de servidores estáveis e com menos vantagens. Na maioria dos países é possível dispensar pessoal, por exemplo, quando há necessidade de ajuste orçamentário ou extinção de determinado serviço prestado –o que não ocorre no Brasil. Além da estabilidade, servidores geralmente estão vinculados a regimes próprios de Previdência, diferente do INSS, e que oferecem condições mais favoráveis. Há também promoção automática na carreira, independentemente do desempenho, e licenças remuneradas após determinado tempo de serviço, entre outras vantagens. Para Humberto Falcão, professor da Fundação Dom Cabral especializado em gestão pública, o Brasil é “um ponto fora da curva” no que se refere à estabilidade plena para os servidores federais e dos estados e municípios sob esse regime.

“Estamos atrasados no debate. Deveria haver regras diferenciadas para determinadas funções, com garantias resguardadas, mas não para todas. Não faz mais sentido, por exemplo, professores de universidades federais terem esse tipo de vantagem”, diz.

Leia mais…

Beneficiários do INSS que receberam recursos a partir de junho terão 13º salário em novembro

 Uma parte dos beneficiários do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) vai receber o 13º salário em parcela única. A medida vale para aposentados, pensionistas e pessoas que começaram a receber benefícios a partir de junho de 2024. 

Para esse grupo, os valores serão creditados agora em novembro, juntamente com o pagamento do benefício mensal. O pagamento terá início no dia 25 deste mês e vai até 6 de dezembro, levando em conta o final do benefício e se o valor é igual ou superior ao salário mínimo. 

BPC: O que fazer quando o benefício é bloqueado?

A medida vale para beneficiários de auxílio por incapacidade temporária, auxílio-acidente, aposentados, pensão por morte, auxílio-reclusão e salário-maternidade. Caso haja o fim de algum benefício programado para antes do dia 31 de dezembro deste ano, será pago o valor proporcional do abono anual ao beneficiário. 

BPC

Vale lembrar que pessoas que recebem Benefício de Prestação Continuada (BPC) não têm direito a 13° salário. O BPC é destinado a idoso com idade igual ou acima de 65 anos e também à pessoa com deficiência de qualquer idade. 

Só tem direito ao PBC as pessoas com renda por pessoa do grupo familiar igual ou menor que 1/4 do salário mínimo e se o beneficiário e sua família estiverem inscritos no CadÚnico. 

Confira o calendário de pagamento do 13°

Para quem ganha até um salário mínimo

Final do benefício   –   Dia do crédito

  • 1 – 25/nov
  • 2 – 26/nov
  • 3 – 27/nov
  • 4 – 28/nov
  • 5 – 29/nov
  • 6 – 01/dez
  • 7 – 02/dez
  • 8 – 03/dez
  • 9 – 04/dez
  • 0 – 05/dez

Para quem ganha acima do piso nacional

Final do benefício  –   Dia do crédito

  • 1 e 6 – 01/dez
  • 2 e 7 – 03/dez
  • 3 e 8 – 06/dez
  • 4 e 9 – 07/dez
  • 5 e 0 – 08/dez

Os beneficiários também podem obter mais informações por meio do site: www.meu.inss.gov.br, ou ainda pelo aplicativo Meu INSS.

Passo a passo da verificação pelo site:

  • Clique em “Entrar com gov.br”
  • Informe o CPF e clique em “Continuar”
  • Digite a senha e clique em “Entrar”
  • Clique em “Extrato de Pagamento”
  • No extrato estará informado o valor do pagamento mensal (código 101) e o valor do 13º salário (código 104).

Passo a passo da verificação pelo aplicativo:

  • Abra o aplicativo Meu INSS
  • Clique em “Entrar com gov.br”
  • Informe o CPF e clique em “Continuar”
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Fonte: Brasil 61

Semana no Congresso Nacional: debate acerca das emendas parlamentares continua

A prioridade desta semana, mais uma vez, deve girar em torno do debate que tomou conta da Câmara na semana passada — a discussão sobre as emendas parlamentares. Aprovado em tempo recorde, agora o texto do PLP 175/24 está no Senado. A expectativa é que ele seja votado ainda nesta semana. 

PEC da Segurança

Outro tema que deve ganhar protagonismo nos próximos dias é a PEC da Segurança, apresentada pelo governo no começo do mês e que vem causando polarização e polêmica entre governadores da oposição.  Entre debates sobre interferência na autonomia dos estados — levantada pela direita e já desmentida pelo Planalto — a Proposta não deve ter efeitos práticos já nesta semana, mas promete mobilizar discussões. 

Cortes de gastos

O governo tem urgência em definir em que áreas e quais valores serão cortados para que o equilíbrio fiscal seja alcançado. Motivo pelo qual outros assuntos importantes — como a reforma tributária — devem ser deixados em segundo plano nos próximos dias. 

Reforma tributária 

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado segue até a próxima quinta-feira (14), com as audiências públicas que debatem a regulamentação do primeiro texto — que trata de comitê gestor do IBS e outros temas. 

Eleições para Presidência

O que não entra em pauta de votação, mas toma tempo dos parlamentares e demanda energia, é a sucessão dos presidentes da Câmara e do Senado. As sucessões nas duas casas, também na mesa diretora e na presidência das comissões, deve ser outro assunto amplamente debatido nesta semana no Congresso. 
Fonte: Brasil 61

Investimentos na cultura têm recorde; Lei Rouanet soma R$ 3 bilhões

A cultura recebeu do governo federal o maior investimento de sua história. A afirmação da ministra da Cultura, Margareth Menezes (foto), teve como mote a data de hoje: 5 de novembro, Dia Nacional da Cultura.Segundo ela, o setor tem reservados – apenas por meio da Política Nacional Aldir Blanc de Incentivo à Cultura – investimento “direto e contínuo” de R$ 15 bilhões até 2027 para estados e municípios. Em pronunciamento oficial em rede nacional, ela disse, nessa segunda-feira (4), que, entre as prioridades da pasta, está o fortalecimento da diversidade cultural e o apoio aos profissionais da área. Para a ministra, a Lei Paulo Gustavo resultou em repasses de R$ 3,8 bilhões “para todos os estados e 98% dos municípios”. Essa lei tem como meta ajudar trabalhadores do setor que tenham sido afetados pela pandemia da covid-19. Margareth Menezes citou também a criação de linhas especiais de patrocínio nas periferias, na região Norte e nos territórios criativos. O ministério informou que tem priorizado “políticas públicas culturais que garantam que a cultura alcance cada canto do Brasil, por meio de programas, lançamentos, retomadas, editais e outras ações”.

Geração de ações

“A reativação de políticas de fomento já estabelecidas, como o incentivo fiscal da Lei Rouanet, também trouxe uma nova geração de ações. Desde sua criação em 1992, a lei tem sido uma ferramenta fundamental para o fomento da cultura. Com mais de R$ 28,5 bilhões investidos em cerca de 75 mil projetos culturais, a Rouanet tem contribuído de forma significativa para a economia e a diversidade cultural do país”, informou o Ministério da Cultura.

Cerca de 4,5 mil projetos são patrocinados a cada ano por aproximadamente 4,6 mil empresas e 11 mil pessoas físicas que recebem incentivo fiscal do governo.

“Apenas em 2024, o orçamento destinado aos projetos da [Lei] Rouanet é de R$ 3 bilhões. O impacto econômico total dela, desde sua implementação, foi estimado em R$ 49,8 bilhões, incluindo tanto os efeitos diretos quanto os indiretos sobre a economia brasileira, comprovando que o investimento em cultura é também um investimento em crescimento econômico sustentável”, detalhou a pasta. A inclusão da cultura no Novo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) pretende viabilizar ainda mais o crescimento econômico e a inclusão social do país.

Equipamentos culturais

“Estamos construindo 250 equipamentos culturais – os CEUs da cultura – no interior e nas capitais, nas comunidades que mais precisam. E para as comunidades menores e mais afastadas, criamos equipamentos culturais itinerantes que estão rodando o Brasil”, disse a ministra. A ministra acrescentou que a economia criativa representa mais de 3% do Produto Interno Bruto (soma de todas riquezas produzidas no país) e emprega mais de 7,5 milhões de pessoas. “É na cultura que mora a alma do povo, o encantamento da vida, a liberdade de pensamento e a prática da cidadania. É também na cultura que o Brasil encontra espaço para crescer com geração de emprego e renda, justiça social e sustentabilidade ambiental”, finalizou a ministra Margareth Menezes.

agenciabrasil.ebc