Embora os idosos ainda liderem proporcionalmente as estatísticas de vítimas de golpes digitais, os jovens aparecem cada vez mais entre os alvos dos criminosos. Para o delegado Paulo Barbosa, da DCCiber, divisão de crimes cibernéticos da Polícia Civil de São Paulo, o motivo está menos na idade e mais no comportamento diante da tecnologia. “As pessoas fazem tudo no automático, e o crime se aproveita disso”, afirma. Segundo o delegado, os jovens são mais expostos porque vivem conectados. Compram, trabalham, se relacionam e resolvem praticamente tudo pela internet. “Se tirar a internet do jovem, ele não vive”, diz. Essa presença constante no ambiente digital aumenta a possibilidade de um ataque e torna esse público mais vulnerável a mensagens falsas, links maliciosos e golpes sofisticados.
Já entre os idosos, o que pesa é a falta de familiaridade com a internet e os aplicativos. Muitos ainda preferem atendimento presencial em bancos e serviços, mas, quando usam aplicativos e redes sociais, por exeplo, tendem a confiar excessivamente em mensagens que simulam situações de urgência. “Proporcionalmente, o idoso ainda cai mais”, afirma Barbosa.
O delegado relata casos próximos para ilustrar o problema, como o golpe do falso pedido de ajuda no WhatsApp. “A pessoa vê a foto do filho, lê a mensagem e faz o Pix sem ligar para confirmar”. Para ele, esse comportamento automático, impulsionado por medo ou pressa, é a base da chamada engenharia social, técnica usada para manipular emoções e induzir decisões rápidas.
“Falta parar, pensar e desconfiar”, resume. Segundo Barbosa, independentemente da idade, a vulnerabilidade surge quando o usuário reage no calor da emoção, sem checar informações básicas. Para prevenir cair em golpes, é importante manter a calma e sempre confirmar as informações antes de fazer pagamentos pelo pix ou fornecer dados de cartões. Se algum familiar ou conhecido pedir dinheiro, desconfie, procure ligar para a pessoa ou falar pessoalmente, se possível, antes de fazer uma transação.
Com as decisões das últimas semanas, deputados e senadores fizeram jus à pesquisa Atlas Intel de fevereiro passado que mostrou a baixíssima credibilidade do Congresso Nacional: 82% da população não confia neles. Primeiro, 265 deputados assinaram requerimento para a votação em caráter de urgência do Projeto da Impunidade dos golpistas para livrar da cadeia Bolsonaro e comparsas civis e fardados, dentre eles ex-comandantes das Forças Armadas e ex-integrantes do Alto Comando do Exército. Depois, em mais uma prova de desprezo pela legalidade, e com a assombrosa maioria de 315 deputados, quórum suficiente para mudar a Constituição, a Câmara aprovou uma resolução para trancar no STF o julgamento dos co-réus de Alexandre Ramagem na ação penal da trama golpista. Não bastassem essas barbaridades, Suas Excelências decidiram ir ainda mais longe e criaram 18 novos mandatos na Câmara, que passarão dos atuais 513 deputados para 531. A partir de agora, o céu será o limite: a cada perda de vagas dos estados em consequência do censo demográfico, aplicarão a fórmula mágica de aumentar a malta.
Entre emendas impositivas de cada deputado, mais salários, cotas de gabinete e auxílios, a ampliação representará um gasto adicional deR$ 4,5 bilhõesde reais a cada legislatura. Afora, claro, o efeito cascata da medida para os legislativos estaduais e municipais. Saltando de um grande absurdo a outro ainda maior, também nessas últimas semanas o Conselho de Ética da Câmara aprovou a cassação do deputado Glauber Braga. O caso vai entrar na história dos maiores absurdos do Congresso Nacional, porque se sabe que esta cassação não tem fundamento legal; é um ato de vingança pessoal do ex-todo-poderoso chefão do esquema corrupto do orçamento secreto.
Qualquer ser humano dotado com a mínima razoabilidade duvidaria da possibilidade de algum parlamento de qualquer republiqueta do mundo descer ainda mais baixo no esgoto político. Pura ilusão, no entanto. O Senado mostrou que no fundo do poço sempre tem uma pá, e que se pode cavar ainda mais fundo no abismo.
E então, em mais um ataque bárbaro ao que ainda resta do arcabouço jurídico-ambiental do Brasil, os predadores aprovaram o Projeto de Lei da Devastação, que cria uma realidade grave de insegurança social, humana, econômica e ambiental no país. E, menos de uma semana depois, agindo como uma horda assassina com ânsia de dizimar toda e qualquer forma de civilidade e dignidade humana, os senadores patrocinaram uma sessão grotesca de agressão à ministra Marina Silva.
O ocorrido neste 27 de maio de 2025 entra para a história nacional como o dia da afirmação do Brasil arcaico, racista, escravocrata, misógino, machista e patriarcal. O que se viu foi uma brutalidade horrorosa, com a prática de violência política de gênero descrita nos manuais de misoginia. Os “senhores do engenho”, expoentes do arcaísmo, atacaram Marina com fúria, como uma malta ensandecida. Os covardes se deram mal, pois se depararam com uma mulher guerreira, imbuída do espírito dos animais e dos povos originários da Floresta, secularmente acostumados a resistir a agressores, predadores e facínoras.
Em um movimento controverso, deputados federais brasileiros estão utilizando transferências especiais, conhecidas como emendas Pix, para fortalecer financeiramente prefeituras comandadas por parentes. Este tipo de repasse, que soma cerca de R$ 4,4 bilhões em 2024, é caracterizado pela baixa transparência, uma vez que não é necessário especificar a área de aplicação da verba, resultando em um reforço orçamentário municipal com pouca fiscalização.
Deputados na Câmara – Foto: Reprodução
R$ 10,8 milhões em emendas
Entre os beneficiários está o município de Coari (AM), que recebeu mais de R$ 10,8 milhões em emendas do deputado Adail Filho (Republicanos-AM). Ex-prefeito da cidade e com o mandato cassado em 2021, Adail tem seu sobrinho, Keitton Pinheiro, como atual prefeito. Outros parlamentares também direcionaram fundos para Coari, elevando o total para R$ 33 milhões, quase todo o valor previsto para investimentos na Lei Orçamentária do município.
Amapá na liderança, com R$ 44,3 milhões
Macapá (AP) é outro exemplo de cidade amplamente beneficiada, com R$ 44,3 milhões em repasses, sendo que R$ 17,2 milhõesforam destinados pelo senador Lucas Barreto (PSD), aliado do prefeito Dr. Furlan, que busca a reeleição. Sena Madureira (AC) também foi agraciada, recebendo R$ 18,5 milhões, dos quais R$ 10,8 milhões foram enviados por Meire Serafim (União Brasil), esposa do prefeito Mazinho Serafim.
Deputados articulando ideias na Câmara – Foto: Reprodução
O deputado Elmar Nascimento (União Brasil-BA) alocou cerca de R$ 10 milhões para Campo Formoso (BA), governada por seu irmão, Elmo Nascimento, que está em campanha para reeleição. Tucuruí (PA), Tauá (CE) e outros municípios também figuram na lista de beneficiados, destacando a influência das emendas Pix na dinâmica política e eleitoral, suscitando debates sobre transparência e abuso de poder.
Vitorino Freire (MA), cuja prefeita é sua irmã, Luanna Rezende, lidera os repasses do deputado licenciado, com 5,48 milhões de reais em emendas pix dele entre 2022 e 2023. Reeleita, Luanna apoia, ao lado do irmão, a candidatura de Ademar Magalhães, conhecido como Fogoió, na disputa pela prefeitura da cidade.
“Até quando estes e outros tipos de corrupções vão continuar deixando os eleitores desestimulados, tristes e envergonhados”. Cadê as autoridades competentes?????.
Em ano de eleições municipais, deputados e senadores vão destinar para estados e prefeituras em 2024 um montante recorde das chamadas “emendas PIX” ao Orçamento da União.“ENQUANTO OS “POLITICOS” FAZEM O QUE QUER COM O DINHEIRO PÚBLICO,MAIS DE 21 MILHÕES QUE NÃO TÊM O QUE COMER”
Ao todo, serão R$ 8,2 bilhões enviados para os governos locais por essa modalidade de transferência, considerada menos transparente. O valor é quase um terço dos R$ 25,1 bilhões que os deputados e senadores podem indicar como “emendas individuais” – que têm cumprimento obrigatório, ou seja, não podem ser ignoradas ou canceladas pelo governo federal.
Entenda como funciona uma “emenda PIX”:
Tradicionalmente, ao propor uma emenda no Orçamento para beneficiar um estado ou um município, o parlamentar precisava indicar a área e o serviço no qual o dinheiro seria usado (por exemplo, construção de hospitais em uma cidade ou pavimentação em um bairro).
As “emendas PIX“, criadas em 2019, dispensam essa informação. O dinheiro vai para o caixa da prefeitura ou do governo estadual, que decide por conta própria onde investir – e nem precisa informar o governo federal, depois, sobre o destino do recurso.
Oficialmente, esse mecanismo é chamado de “emenda individual de transferência especial”. O apelido, no entanto, virou “emenda PIX” justamente por ser uma transferência simplificada
Entenda o que são as ‘emendas pix’, que bateram recorde em ano de eleições
Para 2024, o Congresso reservou R$ 25,1 bilhões para o total de emendas individuais, de qualquer tipo. Metade desse valor tem que ir pra saúde, e o restante fica a cargo de cada parlamentar.
Com isso, R$ 13 bilhões dos R$ 25 bilhões vão para a saúde. Dos R$ 12,1 bilhões restantes, no entanto, 68% viraram emendas PIX – e vão para estados, municípios e Distrito Federal sem nenhuma indicação prévia de onde serão investidos.
A opção pelas emendas PIX superou, por exemplo, investimentos em áreas como desenvolvimento social, educação, esporte e cultura. O envio de verbas para a área de desenvolvimento social gira em torno de R$ 657 milhões — 12 vezes menos do que os parlamentares encaminharam via transferência especial para estados e municípios.
As emendas para educação, enquanto isso, somam R$ 628 milhões.
Emendas individuais no Orçamento 2024
Metade tem que ir pra saúde; o resto, cada deputado e senador decide (em R$ milhões)
Saúde Emendas PIX (sem área definida) Desenvolvimento social Educação Esporte Integração nacional Cultura
Fonte: Congresso Nacional
Saúde:R$ 13.030.326.203 (obrigatório)
Transferências especiais (sem área definida):R$ 8.151.617.074
Desenvolvimento social: R$ 657.430.496
Educação: R$ 628.672.443
Esporte:R$ 495.197.552
Integração nacional:R$ 355.918.987
Cultura: R$ 303.056.086
Além do apelido de “emenda PIX”, essas transferências especiais também são conhecidas como “emendas cheque em branco”, em referência à dificuldade de rastrear a finalidade do dinheiro. Especialistas criticam a falta a de transparência desta modalidade, porque, uma vez repassado o dinheiro, os estados, os municípios e o Distrito Federal podem gastar como bem entenderem. Essas transferências começaram a ocorrer em 2020 — quando foram aplicados R$ 621,2 milhões. Em 2021, deputados e senadores enviaram R$ 2 bilhões em emendas PIX.
O valor cresceu para R$ 3,3 bilhõesem 2022. No Orçamento de 2023, chegou a R$ 7,1 bilhões. E agora, em 2024, o total será de R$ 8,2 bilhões.
Emendas PIX no Orçamento da União, ano a ano
Modalidade foi criada em 2019 e, desde então, só cresceu
Fonte: Congresso Nacional
A destinação das emendas já consta no Orçamento deste ano.
Apesar de serem obrigatórias, o governo vetou a proposta de criar um calendário para o pagamento dos valores e, por isso, o Executivo pode escolher o ritmo em que libera o dinheiro. O veto ainda será analisado pelo Congresso Nacional.
Orçamento de 2024
O texto do Orçamento 2024 aprovado pelo Congresso Nacional trouxe um ponto polêmico, pois contempla um valor recorde para emendas parlamentares, que são parcelas do orçamento federal cujo destino é determinado diretamente por deputados e senadores. No total, as emendas parlamentares somaram R$ 53 bilhões este ano. No entanto, desse total, R$ 5,6 bilhões das emendas de comissão foram vetados no texto da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2024, sancionada pelo presidente Lula nesta semana. As emendas de comissão são conhecidas também como “RP 8”, direcionadas pelas comissões permanentes da Câmara e do Senado. Elas não são impositivas, ou seja, não existe reserva de recursos no Orçamento para o pagamento delas. Por isso, não costumam ser totalmente executadas.
Indiciado pela Polícia Federal sob suspeitas de corrupção passiva e peculato, o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, aguarda há quase um ano uma decisão do ministro do STF André Mendonça a respeito de um pedido contra as investigações em curso contra ele no Superior Tribunal de Justiça (STJ).A defesa de Castro apresentou em agosto de 2023 um habeas corpus ao Supremo solicitando o trancamento de dois inquéritos em tramitação no STJ. O pedido ao STF corre desde então em segredo de Justiça no gabinete de Mendonça, sem que o ministro tenha tomado uma decisão. O processo está parado desde 29 de novembro de 2023.Segundo as investigações da PF, Cláudio Castro recebeu aproximadamente R$ 400 mil em pagamentos indevidos entre 2017 e 2019, período em que foi vereador do Rio e vice-governador do estado.Outro alvo do indiciamento da PF contra o governador, o irmão de criação de Castro, Vinícius Sarciá Rocha, também está à espera de Mendonça. Como mostrou a coluna, Sarciá acionou o Supremo em janeiro, depois de ter sido alvo de um mandado de busca e apreensão em dezembro.A solicitação da defesa do irmão de Cláudio Castro, que também tramita em segredo de Justiça na Corte, pede nulidade e trancamento de procedimentos investigativos. A última movimentação no processo aconteceu no começo de maio. Como revelou a coluna, Castro já se reuniu pessoalmente com André Mendonça e até apelou a Jair Bolsonaro, autor da indicação do ministro ao STF, para que ajudasse na articulação com Mendonça.
metropoles
“Estão colocando o dinheiro acima tudo, enquanto no país existem mais de 21milhões de pessoas que não têm o que comer, enquanto a corrupção no meio politico anda galopante. Mas existe um DEUS que se encontra acima de tudo e todos e nada ficará impune”.
Pelo segundo dia consecutivo, milhares de manifestantes ocuparam, ontem, as ruas de Caracas e de outras cidades venezuelanas contra a reeleição do presidente Nicolás Maduro. Também alvo de pressões de parte da comunidade internacional, que lançou suspeitas de fraudes sobre o resultado da votação de domingo, o líder chavista apertou o cerco contra seus adversários e aumentou a repressão às mobilizações. De acordo com informações de ONGs, pelo menos 12 pessoas morreram nos protestos, incluindo dois menores de idade. Mais de 80 ficaram feridas. O número de detenções nas primeiras 24 horas de manifestações chegou a 749, segundo o Ministério Público da Venezuela. Familiares se aglomeraram do lado de fora do comando da Guarda Nacional, onde estão detidas várias mulheres, incluindo menores de idade.
“Minha filha tem 16 anos, está com uma amiga que tem 25 anos. Elas saíram ontem por volta das 11 ou 12 horas para dar uma volta e foram detidas”, disse à agência de notícias France Presse (AFP) uma mulher de 50 anos, que pediu anonimato. A seu lado, um médico de 32 anos também aguardava informações sobre um familiar preso. “Infelizmente, estamos sofrendo perseguição deste governo”, disse o homem, que também preferiu não revelar seu nome por motivos de segurança.
No início da tarde, o partido Vontade Popular (VP), denunciou que o líder opositor Freddy Superlano havia sido preso e sequestrado pelas autoridades venezuelanas. Um vídeo que circulou nas redes sociais mostrou o momento da abordagem. Nas imagens, é possível ver que Superlano joga fora seu celular, mas um policial recolhe o aparelho. Horas depois, a oposição anunciou a possível prisão de outro dirigente.
Terrorismo
O procurador-geral venezuelano, Tarek William Saab, asseverou que aqueles que destruíram o patrimônio público serão processados por “atos de terrorismo”. Essa acusação, disse ele, poderá ser estendida à líder antichavista María Corina Machado e a Edmundo González Urrutia, oponente de Maduro nas urnas, que “instigaram” a população a ir às ruas.O presidente venezuelano, que recebeu ontem uma declaração de “apoio incondicional e lealdade absoluta” das Forças Armadas, culpou o candidato da oposição e Maria Corina pela violência nas manifestações. “Responsabilizo você, senhor González Urrutia, por tudo o que está acontecendo na Venezuela, pela violência criminosa, pelos delinquentes, pelos feridos, pelos mortos, pela destruição. Estamos vivenciando uma tentativa de desestabilização em massa”, disse Maduro, no palácio presidencial de Miraflores. “A justiça vai chegar”, advertiu.
María Corina Machado afirma ter cópias de 84% das atas de apuração que comprovariam a suposta fraude, projetando uma vitória de González Urrutia com 6,27 milhões de votos contra 2,75 milhões de Maduro. A divulgação desses registros também é uma exigência da comunidade internacional, incluindo Colômbia, Brasil e Estados Unidos.A Casa Branca considerou “inaceitável” a repressão aos manifestantes, enquanto o Alto Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Volker Türk, e o responsável pela diplomacia da União Europeia, Josep Borrell, pediram respeito à manifestação pacífica dos opositores.A despeito das ameaças do governo, González Urrutia e María Corina estiveram à frente de uma marcha contra Maduro em Caracas. “Liberdade, liberdade!”, bradavam os manifestantes. Em um clima bem mais tranquilo, os seguidores de Maduro também realizaram um grande ato de apoio ao presidente, que se estendeu até o Palácio de Miraflores.
“Devemos permanecer nas ruas, não podemos permitir que nos roubem os votos tão descaradamente. Isso precisa mudar”, disse a administradora Carley Patiño, de 47 anos, à agência de notícias France Presse (AFP).
Durante a concentração, González Urrutia pediu calma às tropas de Maduro, após a forte repressão da véspera. “Senhores da Força Armada: não há razão alguma para reprimir o povo da Venezuela, não há motivo para tanta perseguição”, disse o opositor. Pela manhã, a ONG de defesa dos direitos humanos Foro Penal relatou que pelo menos 11 civis morreram nos protestos, incluindo dois menores de idade. Horas depois, mais um óbito foi divulgado. “Preocupa-nos o uso de armas de fogo nestas manifestações. É um número alarmante”, considerou Alfredo Romero, diretor da Foro Penal. A ONG Encuesta Nacional de Hospitales informou que 84 civis ficaram feridos nas manifestações. O Ministério da Defesa mencionou que 23 militares sofreram ferimentos.
“Uma nação sofre vários tipos de perseguições, mortes, torturas, sequestro corrupção, ditadura e morte por conta de um homem com ganância de poder, isto é o que estar acontecendo em na Venezuela”.