Porque os que se inclinam para a carne cogitam das coisas da carne; mas os que se inclinam para o Espírito, das coisas do Espírito. Porque o pendor da carne dá para a morte, mas o do Espírito, para a vida e paz. Por isso, o pendor da carne é inimizade contra Deus, pois não está sujeito à lei de Deus, nem mesmo pode estar. Portanto, os que estão na carne não podem agradar a Deus.
Quando estudamos a história da Igreja à luz do Espírito de Profecia, nós descobrimos que a Igreja no seu início foi muito perseguida, de uma forma extremamente violenta e de várias maneiras. Aliás, a primeira estratégia de Satanás para acabar com os seguidores do nosso Senhor Jesus Cristo, foi a violência. Os cristãos eram espancados, assassinados, torturados, esquartejados….Alguns eram colocados como espetáculo à população, colocavam neles peles de animais e então eram lançados aos cães para serem mortos. De fato, muito sangue foi derramado e muitos morreram em prol da propagação do Evangelho Eterno. Satanás, porém, não estava saindo vencedor com essa estratégia, pois quanto mais cristãos eram perseguidos e mortos, mais e mais os cristãos se multiplicavam, daí aquela frase famosa que você já ouviu falar alguma vez na sua vida: “O sangue dos cristãos é semente”. Satanás, então, teve que mudar a sua estratégia, e agora ao invés de utilizar a violência, ele passou a usar o engano. Ele foi e fincou o seu estandarte na igreja, “Como isso aconteceu, Rubens”. Eu vou te explicar:
Na época, pelo fato de a igreja ser pura, o Evangelho foi propagado rapidamente. Alguns pagãos, porém, passaram a professar a fé em Cristo, mas na verdade eles não tinham se arrependido verdadeiramente de suas obras. Não negaram o seu eu verdadeiramente. Diziam com a boca que criam em Cristo, mas continuavam a adorar a ídolos e a manter comportamentos frívolos. A igreja, que sempre buscou uma norma alta, baixou o seu padrão para aceitar esses pagãos que professavam a fé em Cristo, e a partir daí a igreja se corrompeu. Toda aquela perseguição era bênção em vista da corrupção que estava por vir.
Na verdade, sempre houve dois grupos de cristãos dentro da igreja.Um estuda a vida do Mestre e busca segui-lo de todo o coração, renunciando o eu e buscando corrigir os erros e conformar-se com o Modelo,e o outro grupo que evita as claras e práticas verdades que mostram os seus erros.
A Bíblia, na verdade fala de três grupos de pessoas no que se refere ao relacionamento com Cristo. O que diferencia um grupo do outro é o relacionamento íntimo e salvífico com Cristo por meio da Pessoa do Espírito Santo, que é o único elo que liga a terra com o Céu.
Em 1Co 2:14
1Coríntios 2.14 RA
Ora, o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente.
O primeiro grupo é o grupo do homem ou das pessoas naturais. Não nos deteremos a este grupo porque ele não está na igreja, e ele não é o problema. Aliás, este grupo na verdade, deve ser o nosso alvo, é o grupo de pessoas que deve ser alcançado por nós. Este grupo é fácil de identificar: Ele não se preocupa com as coisas divinas ou raramente se preocupa. Esse pode ser o ladrão, o enganador, o estuprador, mas também pode ser aquela pessoa de respeito, o advogado, o empresário, o pintor, o gari, o doutor, pode ser uma pessoa respeitada na cidade. A característica principal desta pessoa é que ela não tem o Espírito de Deus, esta pessoa não comunga com Deus e não quer saber das coisas de Deus.
Os próximos dois grupos nós encontramos na igreja. São membros ativos, e por isso vamos analisar bem estes dois grupos.
O primeiro deles você encontra no próximo verso: 1Co 2:15-16
1Coríntios 2.15–16 RA
Porém o homem espiritual julga todas as coisas, mas ele mesmo não é julgado por ninguém. Pois quem conheceu a mente do Senhor, que o possa instruir? Nós, porém, temos a mente de Cristo.
Aqui Paulo apresenta outro grupo, que é o do homem, ou das pessoas espirituais. E quem é esse homem espiritual?
O homem espiritual é aquele cristão genuíno, aquele cristão verdadeiro, que busca fervorosamente fazer toda a vontade de Deus. Dentre as características do cristão espiritual, eu gostaria de me ater em duas aqui com você. A primeira característica é que o cristão espiritual é que ele nega o eu diariamente e busca seguir a Palavra de Deus. Logo na primeira hora do dia, ele busca a Jesus, se rende a Jesus Cristo, deposita aos Seus pés tudo o que ele é e tem, a sua mente, seus pensamentos, suas ações, suas palavras, seus plano, tudo. Busca esquecer de si mesmo e dos seus interesses para buscar os interesses de Cristo e o avanço do Reino. Ele busca esvaziar-se de si mesmo.
A outra característica do cristão espiritual, é que ele é cheio do Espírito Santo, e isso só é possível depois que ele nega o próprio eu, se esvazia de sí mesmo, só então ele pode ser preenchido pela pessoa do Espirito santo, e aqui eu queria abrir uma janelinha. Muitas pessoas se esquecem dessa ordem que Deus nos dá por meio da Sua Palavra. Todos nós que fomos batizados em o nome de Cristo Jesus, recebemos também o dom do Espírito Santo. Muitos de nós nos esquecemos de que somos vasos furados, nós precisamos seguir a ordem Bíblica de Ef 5:18 “E não vos embriagueis com vinho, no qual há dissolução, mas enchei-vos do Espírito,”
Cristo nos ensinou isso. Abra sua Bíblia em Lc 11:5-13
Lucas 11.5–13 RA
Disse-lhes ainda Jesus: Qual dentre vós, tendo um amigo, e este for procurá-lo à meia-noite e lhe disser: Amigo, empresta-me três pães, pois um meu amigo, chegando de viagem, procurou-me, e eu nada tenho que lhe oferecer. E o outro lhe responda lá de dentro, dizendo: Não me importunes; a porta já está fechada, e os meus filhos comigo também já estão deitados.Não posso levantar-me para tos dar; digo-vos que, se não se levantar para dar-lhos por ser seu amigo, todavia, o fará por causa da importunação e lhe dará tudo o de que tiver necessidade.Por isso, vos digo: Pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei, e abrir-se-vos-á.Pois todo o que pede recebe; o que busca encontra; e a quem bate, abrir-se-lhe-á. Qual dentre vós é o pai que, se o filho lhe pedir [pão, lhe dará uma pedra?Ou se pedir] um peixe, lhe dará em lugar de peixe uma cobra? Ou, se lhe pedir um ovo lhe dará um escorpião? Ora, se vós, que sois maus, sabeis dar boas dádivas aos vossos filhos, quanto mais o Pai celestial dará o Espírito Santo àqueles que lho pedirem? Trabalhar a perícope dando ênfase no pedir, clamar fervorosamente e importunar ao Pai pelo dom do Espírito.
O terceiro grupo está logo adiante, 1Co 3:1-3
1Coríntios 3.1–3 RA
Eu, porém, irmãos, não vos pude falar como aespirituais, e sim como a carnais, como a crianças em Cristo. Leite vos dei a beber, não vos dei alimento sólido; porque ainda não podíeis suportá-lo. Nem ainda agora podeis, porque ainda sois carnais. Porquanto, havendo entrevós ciúmes e contendas, não é assim que sois carnais e andais segundo o homem?
É interessante observar que Paulo chama de irmãos esses que ele chama de carnais. Ou seja o carnal está aqui dentro da igreja, é aqui que ele está, e pode ser, eu, você, você, você. Como assim, eu carnal? sim, porque é uma escolha diária.
Muitos pensam que o cristão carnal vive em pecado aberto, mas não é assim necessariamente. O cristão carnal é todo aquele que professa a fé em Cristo Jesus e não vive de acordo com a vida do Mestre e com aquilo que ele ensinou.Pode ser um homem que vem para a igreja, professa a fé em Cristo, mas que vive no pecado, seja oculto ou aberto. Mas pode ser também aquele irmão, ou líder de igreja que trabalha e faz muito pela igreja, trabalha muito na obra eequeçe o Senhor da obra. Pode ser um membro, um diretor, um diácono, um ancião, um pastor, um presidente. Pode ser muito ativo na igreja,mas ainda assim ser carnal. É isso que encontramos em Mt 7:22-23 . Nós também encontramos uma ilustração boa em Mt25:1-13
Mateus 25.1–13 RA
Então, o reino dos céus será semelhante a dez virgens que, tomando as suas lâmpadas, saíram a encontrar-se com o noivo. Cinco dentre elas eram néscias, e cinco, prudentes.As néscias, ao tomarem as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo; no entanto, as prudentes, além das lâmpadas, levaram azeite nas vasilhas. E, tardando o noivo, foram todas tomadas de sono e adormeceram. Mas, à meia-noite, ouviu-se um grito: Eis o noivo! Saí ao seu encontro! Então, se levantaram todas aquelas virgens e prepararam as suas lâmpadas. E as néscias disseram às prudentes: Dai-nos do vosso azeite, porque as nossas lâmpadas estão-se apagando. Mas as prudentes responderam: Não, para que não nos falte a nós e a vós outras! Ide, antes, aos que o vendem e comprai-o. E, saindo elas para comprar, chegou o noivo, e as que estavam apercebidas entraram com ele para as bodas; e fechou-se a porta. Mais tarde, chegaram as virgens néscias, clamando: Senhor, senhor, abre-nos a porta! Mas ele respondeu: Em verdade vos digo que não vos conheço. Vigiai, pois, porque não sabeis o dia nem a hora.
Dentre as características do cristão carnal, eu gostaria de me ater com você em duas principais: a primeira é que ele até recebeu o dom do Espírito Santo, pois ele foi batizado em o nome do Senhor Jesus Cristo e está ativo na igreja, porém ele é como um vaso vazio, pois não clama pelo dom do Espírito e não cumpre os pré requisitos para ser preenchido. A segunda Característica é que ele não renuncia o próprio eu.
Bom no inicio do sermão eu falei que um dia a igreja foi pura, buscava fervorosamente seguir a vida e os ensinos do Mestre e proclamar a mensagem das Boas Novas através do Espírito Santo. Esses Cristãos, porém, foram perseguidos de uma maneira extremamente violenta.Em um determinado momento da história, a igreja baixou a norma, aceitando os pagãos que professavam a fé em Cristo, mas que não tinham se arrependido verdadeiramente. A partir daí a igreja se corrompeu, e a perseguição cessou. A palavra afirma em 2Tm 3:12 “Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos.” . Eu te pergunto, porque a perseguição cessou? A resposta é simples: Porque nós nos acostumamos com o padrão do mundo. Hoje, entre nós há mais cristãos carnaisdo que espirituais. É necessário decidir, é necessário escolher, Cristo breve virá e precisamos escolher se quando Ele voltar estaremos entre os cristãos carnais ouentre os verdadeiros, os espirituais.
A frase: “O meu povo perece por falta de conhecimento”traz em seu significado o princípio de que a falta do conhecimento de Deus leva o homem à ruína. As pessoas que desprezam a revelação de Deus através de Sua Palavra não podem ter comunhão com Ele, pois nem mesmo sabem quem Ele é. Separadas de Deus, essas pessoas não encontram outra coisa se não o sofrimento.
Essa frase é uma adaptação de um versículo do livro de Oseias que registra a repreensão do Senhor ao povo de Israel. Através do profeta, Deus anunciou: “O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento” (Oseias 4:6).
Essa advertência foi direcionada aos integrantes da nação de Israel que tinham rejeitado a instrução do Senhor e falhado em ser seu representante para as nações. Por isso a continuação do versículo diz: “Porque tu, sacerdote, rejeitaste o conhecimento, também eu te rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim; visto que te esqueceste da lei do teu Deus, também eu me esquecerei de teus filhos” (Oseias 4:6).
Nos tempos do Antigo Testamento os sacerdotes eram os principais responsáveis por ensinar a lei do Senhor ao povo. Mas naquele tempo os sacerdotes também tinham se corrompido e servido de mau exemplo para toda a nação. Por isso a frase: “O meu povo perece por falta de conhecimento” expressa de forma muito apropriada a situação da nação. Havia um desconhecimento generalizado do Senhor em Israel.
O meu povo perece
Quando Deus levantou o profeta Oseiaspara profetizar em Israel, a nação estava muito distante da vontade do Senhor. Inclusive, o ministério profético de Oseias foi bastante singular, pois sua situação familiar tipificava a situação de Israel diante de Deus. Oseias era casado com uma mulher infiel. Da mesma forma, Israel também era infiel em seu relacionamento com Deus. O problema é que Israel havia rejeitado o Senhor e se voltado para os falsos deuses das nações vizinhas. Nesse sentido, a idolatria era um adultério religioso. Embora Deus houvesse sido longânimo, amoroso e misericordioso com aquele povo, os israelitas insistiam em quebrar a lei de Deus e ignorar os convites de arrependimento.
Quando Deus firmou Sua aliança com a nação de Israel no Sinai, e resposta do povo foi: “Tudo o que o Senhor falou nós faremos” (Êxodo 19:8). Mas os israelitas quebraram essa promessa e traíram ao Senhor. Porém, a aliança de Deus com Israel deixava claro que se o povo andasse em obediência receberia as bênçãos do Senhor; mas se andasse em desobediência seria alvo do Seu castigo.
Então por causa da infidelidade do povo à aliança com Deus, a terra foi castigada. Deus enviou calamidades para punir o pecado do povo e, ao mesmo tempo, servir de conclamação ao arrependimento.
Consequentemente, o povo estava perecendo; estava sendo destruído. A corrupção política, social e religiosa havia chegado ao seu limite. A imoralidade imperava no reino. A sociedade israelita era realmente má. Todos estavam mergulhados na mentira e se deleitando na impiedade. Havia crimes de todos os tipos e nada prosperava naquela terra (Oseias 4:1-3). Os sacerdotes que deveriam zelar pelo culto ao Senhor acabaram não apenas aceitando aquela situação,mas em muitos casos até incentivando-a. Na verdade eles viam o sacerdócio apenas como um emprego fácil e uma fonte de lucro.Os sacerdotes eram ímpios e corruptos, e o povo seguia o exemplo deles. Isso explica a declaração inicial: “O meu povo está perecendo”.
Por falta de conhecimento
Qual era o pecado fundamental que havia conduzido a nação de Israel àquela situação tão miserável? A resposta é clara no texto bíblico: a falta do conhecimento de Deus! Por isso o Senhor falou por meio de Oseias: “Ouvi a palavra do Senhor, vós, filhos de Israel, porque o Senhor tem uma contenda com os habitantes da terra, porque nela não há verdade, nem amor, nem conhecimento de Deus […] O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta conhecimento […]” (Oseias 4:1,6).
Mas que conhecimento era esse que o povo não tinha? Era o conhecimento de Deus! Nesse texto a palavra “conhecimento” traduz um termo hebraico que também servia para indicar o relacionamento íntimo entre marido e mulher. Isso significa que na declaração: “O meu povo perece por falta de conhecimento” esse “conhecimento” é muito mais do que uma simples cognição das coisas de Deus. Esse “conhecimento” significa um relacionamento pessoal com o Senhor.
O povo tinha desprezado a revelação especial de Deus através de Sua Palavra e perdido o relacionamento pessoal com Ele. O povo não queria saber de Deus. Por isso os israelitas do norte estavam encontrando a destruição.
O meu povo perece por falta de conhecimento: uma lição para nós
Nos tempos de Jesus havia muitos religiosos que se orgulhavam em possuir informações detalhadas da lei de Deus. Mas ao mesmo tempo essas pessoas não conheciam a Deus verdadeiramente. Por isso o Senhor Jesus lhes disse: “Errais por não conhecer as Escrituras nem o poder de Deus” (Mateus 22:29).
Muitas pessoas falam de Deus, se mostram simpatizantes da obra de Deus, se dizem servas de Deus, mas não querem saber de conhecer verdadeiramente a Deus. Elas rejeitam o verdadeiro conhecimento de Deus revelado nas Escrituras que testifica de Cristo — a revelação suprema e final de Deus.
Essas pessoas até são ouvintes da Palavra, mas não são praticantes dela (Tiago 1:20); vivem no engano porque possuem a informação, mas não possuem o relacionamento.Essas pessoas querem conhecer as bênçãos, mas não querem conhecer Abençoador; estão interessadas naquilo que Deus lhes pode dar, mas não estão interessadas em saber quem Ele é.
A verdade é que essas pessoas não estão dispostas a ter um relacionamento sincero, fiel e compromissado com Deus. Essas pessoas não estão dispostas a olhar para a auto-revelação de Deus nas Escrituras como única regra de fé e prática de suas vidas.Elas não estão dispostas a reconhecer que não há mérito algum no homem e que qualquer coisa boa que possam ter é simplesmente favor imerecido dado por Deus.Essas pessoas vivem como os israelitas do tempo de Oseias que não viam muita vantagem em ser o povo exclusivo de Deus. E assim essas pessoas estão perecendo por falta de conhecimento.
Intérprete de Filomena, uma das personagens principais de Êta Mundo Bom! (2016), Débora Nascimento deve ficar de fora da sequência da história, que substituirá Garota do Momento no segundo semestre. A atriz e a TV Globo vinham negociando valores e datas, mas não se chegou a bom termo. A informação é do jornalista Gabriel Vaquer, em sua coluna Outro Canal, da Folha de S. Paulo. Alguns meses atrás, Débora Nascimento foi convidada para interpretar Clarice, mãe de Beatriz (Duda Santos) na mesma Garota do Momento, mas pela mesma razão que a deixa de fora de Êta Mundo Melhor! também não integra o elenco da atual novela das 18h. Seu papel, como se sabe, ficou com Carol Castro.
A personagem Filomena, grande amor da vida de Candinho (Sérgio Guizé), será apenas citada nos primeiros capítulos da novela, sem aparições. A trama tem início 10 anos depois do desfecho de Êta Mundo Bom!, e Candinho agora vai empreender uma busca pelo filho que teve com Filomena, depois que ela fugiu com o mau-caráter Ernesto (Eriberto Leão). A criança está num orfanato e sofre maus-tratos da cruel Zulma (Heloísa Périssé). Jeniffer Nascimento, Elizabeth Savala, Ary Fontoura, Nívea Maria, Anderson Di Rizzi, Dhu Moraes, Rainer Cadete e Flávia Alessandra são alguns dos atores que se acertaram para repetir os personagens de quase 10 anos atrás.
Diante de ao menos 20 investigações sobre supostos desvios de emendas parlamentares no Supremo Tribunal Federal (STF), deputados querem resgatar a “PEC da Blindagem”, para estabelecer procedimentos de operações policiais contra congressistas e limitar buscas e apreensões em espaços institucionais, como as sedes da Câmara e do Senado. A operação da Polícia Federal (PF) que mirou, na semana passada, um assessor do deputado Afonso Motta (PDT-RS) incomodou colegas da Casa, mas líderes partidários decidiram, até o momento, adotar postura cautelosa. Mesmo sob o “constrangimento” gerado pela ação, congressistas avaliam que a reação deve se dar no longo prazo.
Na sexta-feira, mais um deputado passou a ser investigado pelo STF. O ministro Gilmar Mendes determinou que uma apuração sobre emenda indicada por Júnior Mano (PSB-CE) tramite na Corte. Na mesma decisão, o magistrado determinou que a PF apresente, em até 15 dias, um relatório parcial da investigação, com as provas já reunidas e as diligências pendentes.
Uma das frentes citadas pelos parlamentares é a tentativa de avançar em um acordo entre Congresso e Supremo para ampliar a imunidade parlamentar, limitando operações policiais. Essa demanda chegou a ser encampada pelo então presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL) em 2021. A medida, porém, foi engavetada devido a divergências e à pressão do Judiciário. Em discurso no dia de sua eleição para a presidência da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) enfatizou que a imunidade parlamentar deveria ser garantida e respeitada. Ele argumentou que essa prerrogativa é essencial para a atuação dos congressistas:
— Queremos uma Câmara forte, com a garantia de nossas prerrogativas e em defesa de nossa imunidade parlamentar.
Líderes partidários dizem que há uma pressão de parte da Câmara para que a “PEC da Blindagem” seja colocada em votação. As demandas aumentaram principalmente após parlamentares da oposição, como Carlos Jordy (PL-RJ) e Alexandre Ramagem (PL-RJ), terem sido alvo de operações da PF no ano passado.
— Temos que encontrar um equilíbrio entre não interferir nos espaços institucionais e ao mesmo tempo não diminuir o combate à corrupção. Um ajuste fino com o STF, tenho certeza que o Hugo (Motta) vai tratar bem sobre isso — disse Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do partido de Jair Bolsonaro.
Na semana passada, a PF realizou uma operação para investigar o suposto desvio de 6% de emendas indicadas por Afonso Motta a um hospital no Rio Grande do Sul. O esquema envolveria um lobista e um assessor de Afonso Motta. O deputado não foi alvo da PF e nega irregularidades. A ação foi autorizada pelo ministro Flávio Dino, do STF. Embora, nesse caso, não tenha havido buscas nos espaços de responsabilidade da Câmara, essa possibilidade preocupa parte da Casa.
O segundo e último dia do Encontro Nacional do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), realizado nesta terça-feira (5), em Brasília, trouxe debates estratégicos, painéis temáticos e o lançamento do videocast Comer é Aprender. O evento, promovido pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao Ministério da Educação, reuniu especialistas, gestores, pesquisadores e representantes de organizações parceiras para discutir a importância da alimentação escolar como ferramenta de transformação social, cultural e ambiental.
Política Brasileira de Alimentação Escolar – Dando início aos debates técnicos, a presidente do FNDE, Fernanda Pacobahyba, ministrou a palestra “Por uma Política Brasileira da Alimentação Escolar (PBAE)”, destacando a importância da gestão eficiente e da intersetorialidade para garantir uma alimentação de qualidade aos estudantes da educação básica.
Em sua fala, Pacobahyba enfatizou a importância da criação de uma política nacional voltada à alimentação escolar. “Vamos fazer toda a sistemática técnica, científica, de avaliação, de maturidade das nossas redes de ensino. Existem redes que são mais maduras na alimentação escolar do que outras, então vamos criar estágios”, afirmou a presidente.
Segundo ela, a União, como coordenadora da política, precisa estabelecer custos claros da alimentação escolar e, a partir daí, definir papéis específicos para os governos federal, estaduais e municipais. “O Pnae manda dinheiro para estados e municípios, mas talvez não estimule tanto esses gestores na ponta a complementarem o investimento do programa. Precisamos repartir essa conta com clareza e exigir que todo o recurso seja destinado à alimentação dos estudantes”, pontuou.
Além dos debates e palestras técnicas, grupos de trabalho coletaram sugestões para o aprimoramento da política, reforçando a necessidade de colocar a alimentação escolar no centro do sistema educacional. “Aqui a gente quer colher dados, saber das pessoas que fazem o programa quais são as sugestões para que a gente consiga construir essa política da alimentação escolar”, destacou Pacobahyba.
A PBAE estabelece diretrizes como a oferta de alimentos saudáveis e seguros, respeitando as diferenças biológicas entre idades e condições de saúde, além de fortalecer a alimentação escolar como um eixo estrutural para o desenvolvimento da educação. Entre os principais objetivos da política, destacam-se a fixação de parâmetros mínimos de qualidade e composição nutricional, a definição da repartição de responsabilidades entre os entes federativos e a criação de um sistema informatizado de monitoramento contínuo da execução do programa.
Marcus Buaiz, de 45 anos, fez uma declaração de amor à esposa, Isis Valverde, que completa 38 anos nesta segunda-feira (17). O empresário também compartilhou várias fotos da amada nas redes sociais, incluindo registros do casamento e com os filhos. A atriz é mãe de Rael, da relação com André Resende, e ele é pai de José Marcus e João Francisco, do antigo casamento com Wanessa Camargo.
Paolla Oliveira concedeu uma entrevista ao Fantástico na noite deste domingo, 16, em que afirmou que vai deixar de ser a rainha de bateria da escola de samba Grande Rio depois do carnaval deste ano.
“Tenho que me despedir desse posto. Não é triste. Esse posto é lindo demais, vou me despedir do posto, mas nunca, jamais, do carnaval e da Grande Rio. O carnaval mora em mim. É uma mudança de lugar. Tem várias maneiras de curtir o carnaval. Essa escolha está sendo difícil, mas é isso”, afirmou.Em seguida, justificou sua escolha: “Eu não sei fazer nada ‘um pouquinho’, só sei fazer muito. Quando acaba um carnaval eu começo o outro, e preciso pensar em redistribuir a minha atenção e energia. Já estive no carnaval com outros trabalhos, mas esse é muito importante, que eu sei que vai demandar de maneira diferente, que é a novela Vale Tudo”. “Eu tenho uma questão familiar, também, delicada. Dessas coisas que a gente não escolhe, sabe? De saúde. Acho que a gente tem que saber fazer escolhas na hora certa. Então, vou cuidar dos meus, também”, prosseguiu.
Nos últimos anos, um tipo de fraude tem chamado a atenção no Brasil: os golpes que simulam centrais de atendimento bancário. Esses golpes são realizados por criminosos que se passam por funcionários de bancos, utilizando tecnologias avançadas para mascarar números de telefone e enganar os clientes. O objetivo é obter informações pessoais e financeiras de maneira ilícita. Para combater essa ameaça, bancos como o Bradesco estão investindo em novas tecnologias. Entre as soluções adotadas, estão os alertas em aplicativos bancários, que avisam os usuários sobre chamadas suspeitas. Isso permite que os clientes verifiquem a autenticidade das ligações antes de atenderem, aumentando a segurança de suas informações.
Quais São as Táticas Usadas pelos Golpistas?
Os golpistas utilizam técnicas de engenharia social para enganar suas vítimas. Eles entram em contato com os clientes, fingindo ser representantes do banco, e muitas vezes já possuem algumas informações pessoais das vítimas. Durante a ligação, criam um cenário de urgência, alegando problemas fictícios na conta bancária, como transações não autorizadas. Com essa abordagem, os criminosos induzem as vítimas a fornecer dados sensíveis, como senhas e números de cartões, sob o pretexto de resolver rapidamente a situação. Essa estratégia se aproveita da confiança e do medo das vítimas, que acabam compartilhando informações sem perceber o risco envolvido.
Como os Clientes Podem se Proteger?
Para evitar cair em golpes de falsas centrais, é importante adotar algumas medidas de segurança. Primeiramente, desconfie de ligações que solicitam informações pessoais ou financeiras. Sempre questione a autenticidade da chamada e, em caso de dúvida, entre em contato com o banco por meio dos canais oficiais.
Não forneça senhas ou dados confidenciais: Bancos legítimos nunca pedem informações sensíveis por telefone.
Utilize autenticação de dois fatores: Esse recurso adiciona uma camada extra de segurança às suas contas bancárias.
O Que os Bancos Estão Fazendo para Prevenir Fraudes?
As instituições financeiras estão investindo em segurança cibernética para proteger seus clientes contra fraudes. Tecnologias como a autenticação de dois fatores são amplamente utilizadas para garantir que apenas usuários autorizados tenham acesso às contas. Além disso, os bancos estão empenhados em educar seus clientes sobre práticas de segurança, promovendo um ambiente mais seguro para transações financeiras.
A colaboração com as autoridades também é fundamental para prevenir e responder a atividades fraudulentas. Informar os clientes sobre como identificar e evitar fraudes é uma prioridade contínua para os bancos, que buscam criar uma rede de proteção mais eficaz.
Dicas para Clientes Bancários
Os clientes têm um papel essencial na prevenção de fraudes. Algumas dicas úteis incluem:
Esteja atento a mensagens suspeitas: Sempre desconfie de comunicações não solicitadas e verifique sua origem.
Crie senhas fortes e únicas: Use combinações difíceis de adivinhar e diferentes para cada serviço online.
Mantenha seus dispositivos atualizados: Certifique-se de que o software esteja sempre atualizado para evitar vulnerabilidades.
Revise regularmente suas informações bancárias: Garanta que seus dados estejam corretos e seguros junto ao banco.
Educar-se continuamente sobre como os golpes funcionam é crucial para reduzir riscos e garantir uma experiência bancária segura. Ao seguir essas práticas, clientes e instituições financeiras podem colaborar para enfrentar essa crescente ameaça.
O governo federal publicou nesta quarta-feira (12), no Diário Oficial da União, um decreto que oficializa a criação do Desenrola Rural. O programa para renegociação de dívidas relacionadas a programas de apoio à agricultura familiar pode beneficiar até 1 milhão de camponeses, segundo o Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). “O programa vai dar oportunidade a agricultores familiares, assentados da reforma agrária, quilombolas e demais povos e comunidades tradicionais, em situação de inadimplência, de liquidar e renegociar dívidas. Assim, eles poderão voltar a acessar o crédito rural e investir na produção de alimentos”, informou o MDA, em comunicado. O ministério explicou que a dinâmica do Desenrola Rural será parecida com a do programa Desenrola, lançado em 2023 para tentar limpar o nome de consumidores inadimplentes. No Desenrola Rural, instituições financeiras vão oferecer condições facilitadas de pagamento para que agricultores inadimplentes quitem suas dívidas. A expectativa do governo é que os descontos ofertados aos agricultores cheguem a 90%. No primeiro Desenrola, chegaram a 96%. A renegociação dos débitos começará no próximo dia 24.
Como vai funcionar?
Diferentemente do primeiro Desenrola, o Desenrola Rural não deve ter uma plataforma própria. Assim, a renegociação não será pela internet. O MDA orienta que, a partir do dia 24, agricultores acessem o portal Regularize (www.regularize.pgfn.gov.br), da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional, para verificarem se têm dívida ativa com a União. Se houver dívida do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) ou outras adquiridas junto aos bancos, o devedor deve procurar seu banco. Se a dívida for de Crédito de Instalação, ele deve ir ao Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) para quitar os débitos com desconto.
Beneficiados
Segundo o MDA, de um universo de 5,43 milhões de agricultores familiares, cerca 1,35 milhão possuem dívidas em atraso há mais de um ano, sendo que 230 mil estão inscritos na Dívida Ativa da União. Desses, 70% possuem restrições com os próprios bancos e 30% possuem restrições nos cadastros privados. Essa restrição ocorre por dívidas relacionadas a contas de água, luz e telefone. Dos agricultores familiares que possuem restrições financeiras, 69% têm dívidas de valores inferiores a R$ 10 mil. Já os que possuem restrições nos cadastros privados, como do Serasa, 47% devem até R$ 1 mil. “O programa era uma reivindicação antiga”, disse Diego Moreira, da coordenação nacional do setor de produção do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). “Muitas famílias não conseguiam crédito porque perderam o score [pontuação de cadastro] no banco]. A possibilidade de renegociação e do novo acesso é uma conquista.”
Embora seja obrigatório há mais de vinte anos, ensino de história e cultura afro-brasileira não é realidade na maioria das escolas do país – Agência Brasil
Vinte e dois anos após a promulgação da Lei do Ensino da História e Cultura Afro-Brasileira, menos de 40% dos municípios institucionalizaram a obrigatoriedade nas escolas. Os dados são referentes a 2024 e fazem parte do levantamento realizado pela Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq). A legislação mudou pontos da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) com objetivo de garantir o reconhecimento do papel da população negra na formação social, econômica e política cultural do Brasil. Embora seja obrigatória tanto para escolas públicas quanto particulares em todo o território nacional, ela ainda está distante do cotidiano da maioria das instituições. Em entrevista ao Brasil de Fato, a pedagoga e doutora em educação, Mônica Sacramento, coordenadora programática da ONG Criola, afirma que o principal obstáculo para implementação efetiva da lei é justamente o racismo estrutural, realidade da sociedade brasileira que a norma tenta combater.
O Rio de Janeiro deve enfrentar nesta semana temperaturas de até 41 graus. Diante desse prognóstico de calor extremo, a prefeitura convocou uma coletiva neste domingo (16) a fim de orientar a população. O prefeito Eduardo Paes (PSD) descartou cancelar blocos de rua por causa da onda de calor, mas pediu atenção aos foliões. “Nós não vamos, de maneira nenhuma, chegar aqui e dizer: ‘Gente, vamos suspender os blocos de carnaval no Rio de Janeiro’. Eles sempre tiveram uma temperatura de 70 graus à sombra”, declarou. “Ninguém quer vetar nada de ninguém, mas alguns cuidados devem ser tomados: beba mais água! Hidrate-se melhor!”, emendou. Segundo a Climatempo, os termômetros passarão dos 40°C na segunda (17) e na terça-feira (18). “Temos uma possibilidade enorme de chegar ao Nível de Calor (NC) 4”, alertou o prefeito.
Seria a 1ª vez do Rio no NC4. No fim de junho, o Centro de Operações e Resiliência (COR) adotou o Protocolo de Calor, em 5 estágios, para avisar sobre ondas de altas temperaturas. Nas mais intensas, ou no NC5, grandes eventos, como shows, poderão ser cancelados. A morte de uma fã por exaustão térmica durante o show de Taylor Swift no Engenhão, em 2023, foi uma das razões para a criação dessa norma. Os índices NCs avaliam não só os termômetros, mas também a incidência de raios ultravioleta e a duração, em dias, das altas temperaturas. Ações no NC4 Se a cidade entrar em NC4, pontos de resfriamento serão abertos à população, como as Naves do Conhecimento e postos de saúde. Os endereços estão disponíveis no aplicativo do COR.
Outra medida, na rede municipal de ensino, é transferir as aulas de educação física para locais cobertos.
Por que está tão quente?
Entenda por que está tão quente
Um sistema de alta pressão age próximo ao Rio de Janeiro, deixando o tempo mais estável e sem previsão de chuva. Além disso, a umidade relativa do ar diminui, e na segunda e na terça fica abaixo de 30% no período da tarde.
O prefeito Eduardo Paes — Foto: Reprodução/TV Globo
Cuidados com o calor
O Globo Comunidade deste domingo falou justamente sobre os cuidados com o calor extremo. O repórter Alexandre Henderson foi a Madureira para saber como estão lidando com o calor:
A Prova de Vida é um procedimento necessário para que os beneficiários do INSS sigam recebendo seus benefícios. Ele é feito de forma periódica para evitar fraudes e pagamentos indevidos. A partir deste ano, passam a contar como prova de vida ações como declarar o Imposto de Renda, renovar documentos como RG, votar, se vacinar, ser atendido no SUS e pedir empréstimo consignado. A portaria 1.103/23 do INSS, que transferiu para o INSS a responsabilidade da prova de vida dos segurados e que regulamentou os procedimentos para ela ser feita, foi publicada na última quinta, 26. A portaria determinou um prazo de até 10 meses, após o aniversário do beneficiário, para as informações serem validadas. Cada ação realizada pelo segurado irá gerar pontos e a prova de vida vai ser atualizada de maneira automática caso o segurado alcance uma pontuação mínima exigida. O INSS ainda não definiu essa pontuação. As informações e bases de dados que serão utilizadas pelo INSS para fazer a prova de vida foram descritas na portaria 1.408, publicada no dia 2 de fevereiro do ano passado. O artigo 2º do documento fala que que “serão considerados válidos como prova de vida realizada, dentre outros, os seguintes atos, meios, informações ou base de dados”:
Acesso ao aplicativo Meu INSS (com o selo ouro) ou outros aplicativos e sistemas dos órgãos e entidades públicas que possuam certificação e controle de acesso, no Brasil ou no exterior; Realização de empréstimo consignado, efetuado por reconhecimento biométrico; Atendimento: 3.1. Nas agências do INSS (presencialmente) ou nas entidades ou instituições parceiras (por reconhecimento biométrico); 3.2. De perícia médica (presencial ou por telemedicina); 3.3. No sistema público de saúde (SUS) ou na rede conveniada; Vacinação; Cadastro ou recadastramento nos órgãos de trânsito ou de segurança pública; Atualizações no CadÚnico (se for efetuada pelo responsável pelo grupo); Votação nas eleições; Emissão ou renovação dos seguintes documentos: 8.1. Passaporte; 8.2. Carteira de Identidade (RG); 8.3. Carteira Nacional de Habilitação (CNH); 8.4. Carteira de Trabalho (CTPS); 8.5. Alistamento militar; 8.6. Outros documentos oficiais que necessitem da presença física do usuário ou reconhecimento biométrico; Recebimento do pagamento de benefício com reconhecimento biométrico; Declaração de Imposto de Renda (IR), como titular ou dependente. “Caso não seja atingida a pontuação necessária, o beneficiário será notificado pelo Meu INSS ou pelo banco para realizar um dos atos dessa portaria anterior. Ele terá 60 dias de prazo para essa regularização”, disse ao InfoMoney a advogada Adriane Bramante, presidente do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP).
O STF (Supremo Tribunal Federal) deu um importante passo ao garantir que os aposentados do INSS que receberam valores a mais em decorrência da revisão da vida toda não precisarão devolvê-los. A decisão traz alívio para milhares de brasileiros que haviam conseguido reajustes em seus benefícios previdenciários. Aposentados do INSS em alerta com resultado da revisão da vida toda; justiça já garante um benefício. (Imagem: Jeane de Oliveira/ FDR). Em março de 2024, o STF decidiu que os aposentados do INSS não têm direito à revisão da vida toda, que permitia o recálculo da aposentadoria considerando todas as contribuições ao longo da vida, inclusive as anteriores a 1994.
No entanto, a nova decisão garante que aqueles que já receberam valores a mais em decorrência da revisão da vida toda não precisarão devolvê-los. Isso significa que os benefícios já concedidos serão mantidos. As informações são da Folha de S.Paulo. No vídeo a seguir, o especialista Ariel França, colaborador do FDR, traz mais detalhes sobre 10 benefícios dos aposentados do INSS.
Decisão é importante para os aposentados do INSS sobre a revisão da vida toda.
Essa decisão traz segurança jurídica para os aposentados, que podem ter tranquilidade quanto aos valores que já receberam. Além disso, a decisão reconhece a importância de garantir os direitos dos cidadãos e evita que eles sejam prejudicados por mudanças nas leis.
A especialista Laura Alvarenga, colaboradora do FDR, revela 5 benefícios do INSS com maior número de ações judiciais a favor dos beneficiários.
E o futuro da revisão da vida toda?
Embora a possibilidade de revisão da vida toda tenha sido negada pelo STF, a decisão não impede que novos debates sobre o tema ocorram no futuro. A expectativa é que o Congresso Nacional discuta propostas para aprimorar o cálculo das aposentadorias e garantir que os trabalhadores tenham seus direitos respeitados.
O que fazer agora?
Se você já recebeu valores a mais em decorrência da revisão da vida toda, não precisa se preocupar em devolvê-los. No entanto, é importante acompanhar as notícias sobre o tema e buscar orientação jurídica caso tenha alguma dúvida.
Praia dos Carneiros, em Tamandaré, no litoral sul de Pernambuco.
Viajar pelo Brasil é uma experiência cheia de encantos, e a beleza das praias é um dos maiores atrativos do país. Com tantas opções incríveis, é difícil escolher os melhores destinos, mas a Catraca Livre preparou uma seleção das praias mais bonitas do Brasil para ajudar você a planejar sua próxima aventura à beira-mar. Com cenários que variam entre águas cristalinas, areias douradas e imponentes formações naturais, as praias brasileiras são perfeitas. Da tranquilidade do Nordeste ao charme rústico do Sul, descubra aqui os lugares mais deslumbrantes para aproveitar o melhor do nosso litoral.
As 10 praias mais bonitas do Brasil
1 – Praia do Sancho (Fernando de Noronha, PE)
O arquipélago Fernando de Noronha é conhecido mundialmente por suas inúmeras belezas. A praia do Sancho é um dos passeios preferidos para quem visita a região.
Praia do Sancho, em Fernando de Noronha, já foi eleita uma das mais bonitas do mundo.
Sua localização entre um enorme paredão de pedras garante a apreciação de paisagens deslumbrantes. Para aqueles que escolhem esse destino, é possível encontrar mirantes, trilhas, cachoeiras e atividades de mergulho.
2 – Jericoacoara (Jijoca de Jericoacoara, CE)
A Vila de Jericoacoara é considerada uma das mais bonitas da região, marcada por dunas, praias e mangues. As redes na beira do mar é uma particularidade que chama a atenção dos viajantes.
Centrinho da Vila de Jericoacoara
Além disso, é um lugar propício para realizar diversos esportes aquáticos, como windsurfe e kitesurfe.
3 – Praia de Muro Alto (Ipojuca, PE)
O nome faz referência à presença de um recife de corais, que formam um “muro”. A praia de Muro Alto é conhecida por sua tranquilidade e piscinas naturais de águas cristalinas.
Vista da bela praia de Muro Alto, no distrito de Porto de Galinhas.
Entre as principais atividades da região destacam-se, o passeio de barco e o snorkel, prática de mergulho para admirar a vida marinha.
4 – Praia do Pontal do Atalaia (Arraial do Cabo, RJ)
É considerada por muitos como o “Caribe brasileiro”. Com águas azuis e areia clara, as paisagens são um dos principais destaques da praia do Pontal do Atalaia, ideais para fazer belos registros fotográficos posando de maiô.
Escada que dá acesso à praia do Pontal do Atalaia.
O mirante e a escadaria que dá acesso às praias também são os principais cartões postais do local, sendo de costume um belo cenário para as fotos de quem está de passagem.
5 – Praia de Antunes (Maragogi, AL)
A praia de Antunes oferece boa infraestrutura.
Famosa por suas belezas naturais, a praia de Antunes está entre as preferidas para quem visita Maragogi. Entre as principais características, estão a faixa de areia extensa, os recifes de corais, mar calmo e águas mornas.
6 – Praia do Forte (Mata de São João, BA)
O mar azul, a areia branca e os coqueiros formam paisagens fascinantes na praia do Forte. É um dos destinos mais procurados do litoral da Bahia.
Praia do Forte está entre as mais bonitas do Brasil.
Lá é possível aventurar-se de caiaque, fazer diferentes trilhas e passear de quadriciclo, buggy ou jeep.
7 – Praia da Pipa (Tibau do Sul, RN)
A praia da Pipa é cercada por falésias, vegetação e piscinas naturais na maré baixa. Além disso, o passeio pela baía dos golfinhos é um dos principais desejos de quem visita a região.
Vista da praia da Pipa, em Tibau do Sul.
Geralmente, a vida noturna animada no local, com bares e restaurantes, também costuma atrair os visitantes.
8 – Praia de Ipanema (Rio de Janeiro, RJ)
A badalada praia de Ipanema, no Rio de Janeiro.
É o cartão postal do Rio de Janeiro, conhecido internacionalmente por sua beleza. No bairro carioca é possível caminhar na orla, andar de bicicleta e apreciar o pôr do sol do alto da Pedra do Arpoador.
9 – ‘Praias’ dos Lençóis Maranhenses (Barreirinhas, MA)
A beleza desse paraíso é considerada por muitos como única. Os Lençóis Maranhenses contam com praias formadad por lagoas de água doce entre as dunas de areia. Alguns são liberadas para o banho.
Região abriga rara beleza natural e espécies importantes, critérios exigidos para o reconhecimento internacional. A característica singular da região é responsável por atrair turistas de todo o mundo.
10 – Praia de João Fernandes (Búzios, RJ)
O litoral de Búzios abriga diversas praias, algumas com ondas próprias para o surfe e outras mais calmas, como a de João Fernandes.
Búzios têm algumas das praias mais bonitas do Rio de Janeiro
Na parte da noite, a diversão fica por conta dos bares, restaurantes e eventos que frequentemente fazem parte das atividades da Rua das Pedras, a mais badalada de Búzios.
As prefeituras brasileiras recebem R$ 13.053.414.769,42, nesta segunda-feira (10). O valor é referente à primeira parcela de fevereiro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O valor representa um aumento de 4% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o repasse foi de R$ 12.527.644.908,46.Segundo o especialista em orçamento público, Cesar Lima, o cenário é positivo, o que contribuiu para que os municípios consigam evoluir em termos econômicos e sociais.“O FPM é muito importante nessa questão das desigualdades, porque aquele coeficiente, que dá o valor que o município recebe, é uma mistura entre renda per capita e IDH. Então, ele tem um componente social, onde aqueles que precisam mais recebem mais”, destaca.Entre as unidades da federação, a que conta com o maior valor é São Paulo. Desta vez, o estado recebe R$ 1.608.489.804,45, que serão partilhados entre cidades como São José do Rio Preto (R$ 7.021.846,16), Santos (R$ 7.021.846,16) e Santa Rita do Passa Quatro (R$ 7.021.846,16).Outro estado em destaque é Minas Gerais, que conta com total de R$ 1.599.760.516,08. O valor será destinado a municípios como Betim (R$ 7.445.093,47), Ipatinga (R$ 7.445.093,47) e Contagem (R$ 7.445.093,47).
247 – As regiões Sudeste e Nordeste do Brasil estão prestes a enfrentar temperaturas recordes na semana de 12 a 18 de fevereiro de 2025. Capitais como Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Vitória estão entre as que possuem maior probabilidade de registrar novas máximas históricas. As informações são da CNN Brasil. Em São Paulo, os termômetros podem atingir entre 34°C e 35°C nos dias 13 e 14 de fevereiro, superando o recorde anterior de 33,9°C registrado em 22 de janeiro deste ano. No Rio de Janeiro, a expectativa é de que as temperaturas alcancem até 39°C até o final da semana, ultrapassando a marca de 38,7°C registrada entre 20 e 21 de janeiro. Belo Horizonte também poderá experimentar máximas entre 34°C e 35°C nos dias 14 e 15 de fevereiro, superando o recorde anterior de 34,4°C registrado em 21 de janeiro. Vitória segue a mesma tendência, com previsões de até 37°C, acima dos 36,2°C registrados anteriormente. O mês de janeiro de 2025 já foi considerado o mais quente da história, reforçando a tendência de temperaturas elevadas neste início de ano. A Climatempo alerta que essas condições podem trazer impactos significativos para a população, incluindo aumento no consumo de energia devido ao uso intensivo de aparelhos de ar-condicionado e pressão sobre os sistemas de saúde locais, que precisam atender a mais casos de doenças relacionadas ao calor. Especialistas apontam que a frequência e intensidade das ondas de calor têm aumentado significativamente nos últimos anos, principalmente devido às mudanças climáticas globais. Esse fenômeno altera padrões climáticos e eleva as médias de temperatura em várias regiões do mundo, incluindo o Brasil. Onda de calor vem ai: saiba quais regiões do Brasil serão mais afetadas
O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) anunciou, durante o 6º Encontro Nacional do Pnae, novas diretrizes para a alimentação escolar no Brasil. A Resolução nº 3/2025, assinada no último dia 4 de fevereiro, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do ministro da Educação, Camilo Santana, e da presidente do FNDE, Fernanda Pacobahyba, traz mudanças significativas para aprimorar a qualidade nutricional dos alimentos oferecidos nas escolas públicas, alinhando-se às diretrizes do Guia Alimentar para a População Brasileira. Com as novas normas, a aquisição de alimentos ultraprocessados será reduzida gradualmente, enquanto o percentual mínimo para a compra de alimentos in natura e minimamente processados será ampliado. As medidas entram em vigor de forma progressiva, garantindo que as entidades executoras tenham tempo para adaptação. “O Pnae sempre teve um papel estratégico na promoção da alimentação saudável e na valorização da agricultura familiar. Essa nova resolução reforça nosso compromisso em oferecer refeições mais nutritivas para os estudantes e contribuir para a segurança alimentar e nutricional no Brasil”, destacou Fernanda Pacobahyba, presidente do FNDE.
O que muda na alimentação escolar com a nova resolução?
A principal mudança estabelecida pela nova norma é a redução do percentual máximo de aquisição de alimentos processados e ultraprocessados, que atualmente é de 20%. Com as novas diretrizes, esse limite passa a ser 15% em 2025 e 10% a partir de 2026. Além disso, 80% dos recursos destinados à alimentação escolar deverão ser usados na compra de alimentos in natura e minimamente processados em 2025, aumentando para 85% a partir de 2026.
Essas mudanças visam garantir refeições mais saudáveis e equilibradas para os estudantes da educação básica, diminuindo a exposição a produtos ricos em sódio, açúcar e gorduras saturadas. “A ciência já demonstrou amplamente os impactos negativos do consumo excessivo de alimentos ultraprocessados na saúde das crianças e adolescentes. A nova resolução do FNDE é um avanço essencial para garantir que os alunos tenham acesso a uma alimentação adequada e nutritiva”, explicou Karine Santos, coordenadora-geral do Pnae.
Outra inovação importante é a recomendação para que as escolas evitem alimentos com rotulagem nutricional frontal de alto conteúdo de nutrientes prejudiciais, seguindo as regras estabelecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Além disso, será incentivada a diversificação alimentar, recomendando-se que cada município adquira pelo menos 50 tipos diferentes de alimentos in natura ou minimamente processados ao longo do ano.
“Nosso objetivo é assegurar que cada criança tenha acesso a refeições saudáveis, contribuindo para o desenvolvimento físico e cognitivo e também para a formação de hábitos alimentares saudáveis que podem durar por toda a vida”, ressaltou Anderson Sampaio, diretor de Ações Educacionais do FNDE.
Mas, afinal, qual a diferença entre alimentos processados e ultraprocessados?
A distinção entre alimentos processados e ultraprocessados é essencial para entender os impactos dessa mudança:
Alimentos processados: são aqueles que passam por algum tipo de processamento, mas ainda mantêm grande parte das características originais. Normalmente, contêm poucos ingredientes adicionados, como sal, açúcar e óleo. Exemplos incluem queijos, pães artesanais, iogurtes naturais e conservas sem aditivos químicos.
Alimentos ultraprocessados: são produtos altamente industrializados, feitos com ingredientes extraídos ou sintetizados, como corantes, conservantes e realçadores de sabor. Esses alimentos são formulados para serem muito palatáveis e frequentemente viciantes, levando ao consumo excessivo. Exemplos incluem salgadinhos de pacote, refrigerantes, bolachas recheadas, macarrão instantâneo, cereais matinais adoçados e embutidos como nuggets e salsichas.
“A regra básica é: quanto mais longa e desconhecida for a lista de ingredientes, maior a chance de se tratar de um ultraprocessado. Nossa recomendação para as escolas é priorizar sempre os alimentos naturais e minimizar a presença dos ultraprocessados nos cardápios escolares”, explicou Karine Santos.
Impacto para a comunidade escolar
As novas diretrizes refletem o compromisso do governo federal em alinhar a alimentação escolar às melhores práticas internacionais em segurança alimentar e saúde pública. O Pnae atende diariamente mais de 40 milhões de estudantes em todo o Brasil, sendo um dos maiores programas de alimentação escolar do mundo. Além dos benefícios à saúde, a nova política também fortalece a agricultura familiar, que já representa uma parcela significativa da alimentação fornecida nas escolas. Com a resolução, os alimentos frescos e regionais terão ainda mais espaço nos cardápios, promovendo a valorização dos pequenos produtores e impulsionando a economia local.
A resolução ainda estendeu a grupos formais e informais de mulheres da agricultura familiar a prioridade na aquisição de gêneros alimentícios, com pelo menos 50% das compras feitas em nome da mulher. Antes a prioridade cabia apenas a assentamentos de reforma agrária, comunidades tradicionais indígenas e comunidades quilombolas. Atualmente, de acordo com a Lei nº 11.947/2009, no mínimo 30% dos recursos do PNAE devem ser obrigatoriamente destinados à aquisição de itens da agricultura familiar.
Resumo das mudanças na nova resolução
Como era antes
O que muda com a nova resolução
No mínimo 75% dos recursos eram destinados à compra de alimentos in natura e minimamente processados
Esse percentual aumenta para 80% em 2025 e para 85% em 2026
Até 20% dos recursos podiam ser usados na compra de alimentos processados e ultraprocessados
Esse limite será reduzido para 15% em 2025 e para 10% em 2026
Sem recomendações específicas sobre a rotulagem dos produtos adquiridos
Passa a ser recomendado que não sejam adquiridos alimentos com rotulagem nutricional frontal de alto teor de açúcares, sódio ou gorduras saturadas
Não havia um número mínimo de variedades de alimentos frescos recomendados para aquisição
Agora, recomenda-se que os municípios adquiram pelo menos 50 tipos diferentes de alimentos in natura ou minimamente processados anualmente
A nova resolução representa um avanço significativo na promoção da alimentação saudável nas escolas e reafirma o compromisso do FNDE e do MEC com a segurança alimentar, a nutrição infantil e o desenvolvimento sustentável.
Discórdias, dissensões e facções. Aqueles que praticam tais coisas não herdarão o reino do céu. A advertência de Paulo em Gálatas 5:19-21 é clara. Deus não aceita o espírito partidário divisor que domina tantas pessoas religiosas de hoje. Estes pecados correm diretamente contra a oração de Jesus e a verdadeira natureza de Deus (João 17:20-23). Jesus quer que seus seguidores sirvam juntos em harmonia nesta vida e na eternidade.
Para nos ajudar a evitar ou superar estes pecados em nossas vidas, olhemos para algumas coisas que a Bíblia ensina sobre problemas entre irmãos e sobre a paz com Deus e outros cristãos, e então veremos o que separa pessoas religiosas.
Algumas coisas que não devem causar divisão:
1. Diferenças de opinião não destroem a comunhão. Homens bons podem diferir sobre vários pormenores de como fazer a obra de Deus sem perder seu respeito mútuo. Um exemplo claro disto é a discordância entre Paulo e Barnabé em Atos 15:36-41. Dois evangelistas devotos e experientes tinham uma diferença de opinião sobre se levavam João Marcos na sua viagem de pregação. Ambos tinham boas razões para suas posições. Paulo lembrou que Marcos tinha-os abandonado quando o caminho se tornou difícil em sua primeira viagem (Atos 13:13). Barnabé, já conhecido por sua habilidade para encorajar e edificar seus irmãos, ainda tinha esperança de que Marcos viria a ser um companheiro confiável. Este otimismo mostrou-se correto (2 Timóteo 4:11), mas as preocupações imediatas de Paulo também eram compreensíveis. Como estes dois homens maduros lidaram com suas diferenças? Eles permitiram um ao outro a liberdade de fazer sua obra sem sentir a necessidade de ataque pessoal ou denúncia do caráter de seus camaradas soldados.
2.Discussões de diferenças doutrinárias não causam divisão.Algumas pessoas são tão paranoicas sobre a possibilidade de divisão que evitam qualquer sugestão de diferenças, e consideram discussões de assuntos polêmicos como sendo anticristãs.Tal aversão à controvérsia não vem de Deus. Iniciando quando ele tinha somente 12 anos, Jesus freqüentemente teve discussões sobre diferenças doutrinárias com líderes religiosos do seu tempo. Ele tratava os questionadores honestos com bondade e respeito, mas não hesitava em afirmar seus pontos de vista e em mostrar a inconsistência daqueles que se opunham à Verdade (Mateus 22:29; 23:13-39; João 5:37-42; etc.) Os cristãos primitivos também discutiam abertamente as diferenças doutrinárias e assim permitiam que a luz da Verdade brilhasse na treva do erro humano. Um excelente exemplo de tal discussão é encontrado em Atos 15:1-35. Alguns irmãos na igreja de Jerusalém estavam ensinando uma doutrina que contradizia o que Deus tinha revelado a Paulo e a outros. Os apóstolos e presbíteros e, mais tarde, toda a congregação, sentaram-se para discutir o problema. Homens de boa fé permitiram que a Verdade prevalecesse, e seus debates conduziram a concordância unânime e a paz mais profunda.
3. Diferenças de níveis de maturidade e de consciência pessoal não causam divisão. Enquanto as pessoas continuarem a nascer na família de Cristo, haverá diferenças de níveis de maturidade. Isto é natural e não deverá causar divisões. Paulo abordou especialmente este assunto em Romanos 14. Quando há diferenças de opinião, aqueles que sentem uma liberdade maior deverão respeitar a consciência do irmão sincero que não reconhece essa mesma liberdade. Assim como os membros maduros de uma família física protegem os mais novos, aqueles discípulos com entendimento mais maduro procurarão proteger as consciências de seus irmãos mais fracos.Aqueles que são mais fracos, se amam verdadeiramente o Senhor, naturalmente buscarão crescer. Tais diferenças são freqüentemente resolvidas com estudo paciente, quando o corpo todo busca edificar-se em amor (Efésios 4:15-16).
Algumas coisas que causam divisão:
1. Falsas doutrinas causam divisão. Doutrinas que contradizem as Escrituras, pregadas freqüentemente por motivos egoístas, criam divisão (Romanos 16:17-18). Aqueles que espalham tais erros são fortemente condenados e devem ser evitados (Tito 1:10-16; 3:10-11). Falsos ensinamentos conduzem à divisão porque não poderá haver comunhão entre a luz e as trevas (2 Coríntios 6:14 – 7:1). Deus espera que os justos se separem dos desobedientes. Esta é uma forma de divisão que tem que ser instigada pelos fiéis para se manterem livres da impureza da falsa doutrina e das práticas pecaminosas. Nem todas as separações ou divisões são erradas porque a palavra de Deus exige que nos separemos daqueles que persistem no erro.
2.Desrespeito pela consciência de um irmão causa divisão. Em Romanos 14:13-17, Paulo falou de coisas que não eram erradas em si, mas disse que é divisor e falta de amor insistir em exercer liberdades se elas farão um irmão tropeçar. Este princípio frequentemente exige que nos abstenhamos de práticas que poderíamos considerar lícitas de modo a manter paz com nossos irmãos. Determinação egoísta em fazer o que queremos do modo que queremos, sem respeito para com as dúvidas honestas de nossos irmãos, reflete uma arrogância sem amor que inevitavelmente cria discórdia. Paulo ensina que deveremos buscar amorosamente entender nossos irmãos mais fracos e manter a paz com eles.
3. Sectarismo territorial causa divisão. Pessoas religiosas em nossos dias estão demasiadamente preocupadas com “nós” e “eles” e “nosso” e “deles” e pouco preocupadas com as coisas de Deus. Jesus ofereceu uma solução simples e direta para tal atitude arrogante: “Falou João e disse: Mestre, vimos certo homem que, em teu nome, expelia demônios e lho proibimos, porque não segue conosco. Mas Jesus lhe disse: Não proibais; pois quem não é contra vós outros é por vós” ou “… quem não é contra nós é por nós”(Lucas 9:49-50; Marcos 9:40). Essas palavras de Jesus não devem ser esticadas para dizer que devemos aceitar cegamente a todos (veja Mateus 12:30, que mostra que não podemos ficar neutros sobre Jesus; ou somos a favor, ou somos contra ele). Mas estes textos de fato mostram que não devemos rejeitar alguém só porque ele não pertence ao nosso grupo. Muitas pessoas estão ocupadas em julgar as raízes quando devem estar julgando os frutos (Mateus 7:15-16).
Muitas das coisas escritas em nossos dias sobre a herança religiosa de vários grupos deve soar para Deus como tolice sem propósito. Paulo tinha uma linhagem religiosa tão boa como qualquer um à volta dele, mas dizia que considerava isso tudo “perda por causa de Cristo” porque ele punha total confiança em Cristo e sua justiça (Filipenses 3:7-11). Paulo não estava preocupado com a aprovação ou a permissão de qualquer homem ou organização humana(Gálatas 1:10-12,17), somente com a pregação e a prática do puro evangelho de Jesus Cristo. Em vez de agir como políticos que precisam fazer uma pesquisa de opinião para saber de que lado o vento está soprando, precisamos estar firmemente assentados sobre a rocha da verdade de Deus (Efésios 4:11-16,24). Se estamos firmes com Deus, não importa quantos homens estejam contra nós. Certamente os relatos de Gideão e os midianitas, Davi e Golias, e Elias e os falsos profetas são suficientes para nos convencer de que a força não está em nos acharmos alinhados com a facção mais forte da cidade. Deus sempre vence, e a vitória é garantida para aqueles que permanecem com ele (Romanos 8:31-39).
4. Orgulho e inveja causam divisão. Nenhuma carta do Novo Testamento fala mais sobre divisão do que 1 Coríntios. As facções na igreja coríntia eram o resultado de comportamentos carnais de pessoas que estavam mais preocupadas com suas próprias reputações e influências do que estavam com o povo de Deus (leia cuidadosamente 1 Coríntios 3:1-17). Quando os homens são apanhados na carnalidade de tentar mostrar que nossas igrejas são maiores do que as igrejas deles, que nossos projetos são melhores do que os projetos deles e que nossos pregadores são mais eloqüentes do que os pregadores deles, as contendas são inevitáveis.Se pensarmos que somos maiores e melhores, seremos dominados pelo orgulho. Se temermos que outros estejam ganhando a corrida, seremos dominados pela inveja e o ciúme. Não importa quem está na frente; todos que estão na corrida estão errados! Vergonha para aqueles que rebaixarem a obra do Senhor ao nível de uma competição atlética.Deixem as competições e a busca de reconhecimento humano na planície de Sinear e retornem à pregação da mensagem simples da cruz de Cristo (1 Coríntios 2:1-5; veja Gênesis 11:1-9).
A surpreendente chave para a paz real
É interessante que Jesus freqüentemente nos diga para buscarmos as bênçãos que ele promete em lugares inesperados. Àqueles que queriam ser exaltados, ele disse que olhassem para baixo e lavassem os pés de seus irmãos (João 13:14-15). Àqueles preocupados com necessidades físicas, ele disse que buscassem as coisas espirituais(Mateus 6:31-34). E àqueles que querem a paz com os homens, ele diz que busquem a sabedoria pura que vem de cima. Se começarmos a buscar a paz, é bem provável que acabemos com nada mais do que alianças impuras com pessoas infiéis. Mas se partirmos para buscar e seguir a Verdade, receberemos o benefício extra da paz com Deus e seu povo. “A sabedoria, porém, lá do alto é, primeiramente, pura; depois, pacífica…” (Tiago 3:17). Não podemos reverter a ordem. Se pusermos a paz acima da pureza na pregação e na prática, terminaremos em desavença com Deus. Mas se nos devotarmos a proclamar e a seguir a pura mensagem de Jesus Cristo, gozaremos paz eterna com Deus e seu povo (1 Coríntios 1:10; Efésios 2:11-22).
“Assim, pois, seguimos as cousas da paz e também as da edificação de uns para com os outros” (Romanos 14:19).
“Deus enviou o Seu Filho único ao mundo, para que tenhamos vida por meio d’Ele. Nisto consiste o amor: não fomos nós que amamos a Deus, mas foi Ele que nos amou e enviou o Seu Filho como vítima de reparação pelos nossos pecados”(1João 4, 9-10).
Estamos reconhecendo a maneira como Deus nos ama. Esse amor de Deus é concreto e real, Ele não só falou que nos ama, mas demonstrou a forma como nos ama. Se, o que um pai e uma mãe podem ter de mais precioso são seus filhos, nada pode ser mais precioso para Deus do que o Seu próprio Filho, por isso, Ele nos deu aquilo que Ele tem de mais sagrado. Ele nos deu Seu Filho para provar qual é o tamanho do amor que Ele mesmo tem por nós. Por que Ele manifestou o Seu amor? Para que nós tenhamos a vida conduzida por Ele. Não basta estarmos vivos. Quando olhamos a vida humana, muitas vezes, sem sentido, sem razão de ser, a vida vai se apagando aos poucos. Doí no coração saber que a cada minuto, neste mundo, alguém está se suicidando, tirando sua própria vida e a grande maioria são jovens. Nossos adolescentes, tão cedo, estão descobrindo o desgosto pela vida, estão buscando formas suicidas de vida. Por que os nossos estão perdendo o sentido pela vida? Está faltando uma verdadeira vida em Deus no meio de nós, e não existe vida em Deus sem amor. Alguns acham que a vida em Deus, antes de tudo, seja doutrina. “Vou doutrinar a minha casa. Vou ensinar os dogmas”. Ensine os valores em primeiro lugar, pois o essencial dos valores é o amor.Amor vivenciado, praticado e respeitado .É por falta de amor que estamos perecendo, por falta de respeito de uns para com os outros, muitas vezes, dentro de nossas próprias casas, famílias, trabalhos. É onde estamos que a crise existencial se instala no meio de nós. Todas as vezes que o amor é negado, o amor não é vivido na sua intensidade, a vida humana perde o seu sentido de ser. Por isso, a vida que Deus nos deu, foi nos amando; foi por amor que Ele se encarnou, por amor abriu mão de suas condições divinas e sagradas para se tornar humano como nós. Só seremos (de verdade) humanos, aquela humanidade bem vivida que nos diviniza, se vivermos esse amor de Deus no meio de nós. Precisamos, verdadeiramente, combater aquilo que não representa o amor, toda a forma de termos preconceitos, ódios, de nos colocarmos uns contra os outros. Todas essas brigas, competições, separações, acusações vão minando o amor e, quando mina o amor, a vida humana também vai minando. É preciso semear o amor e vivê-lo, para que, assim, a vida de Deus esteja em nós.
A Bíblia, em sua totalidade, é a suprema regra de fé e prática para o cristão. Ela oferece o mais elevado sistema ético, ensinando que pecado não é somente cometer atos pecaminosos, mas uma transgressão da Lei de Deus manifestada primeiro em um coração impuro, seguido externamente de atos (1 João 3:4; Mateus 15:19). No tempo de Cristo, a religião judaica estava corrompida em um formalismo de meras aparências e justificação pelas obras da Lei1, cujos principais representantes eram os escribas e fariseus (Romanos 9:31, 32; Filipenses 3:6-9).2
Os fariseus, ou “separatistas”, surgiram em torno de 120 a.C., e no tempo de Jesus eram cerca de seis mil membros3, formando o grupo religioso mais respeitado na Judéia.4 Enquanto escribas ou rabinos eram os intérpretes e especialistas da Lei (Mateus 7:29; 13:52; 23:2), os fariseus se esforçavam para fazer todos acreditarem que estavam aderindo a seus ensinamentos.5 Ser escriba era profissão e ser fariseu era pertencer a uma seita.6 Mas a maioria dos escribas fazia parte da seita dos fariseus (Marcos 2:16), unidos em um “puritanismo legalista”.7
Com centenas de regras cobrindo todos os aspectos do comportamento humano, escribas e fariseus aparentavam fazer grande esforço para obedecer a Lei perfeitamente.8 Aos olhos crédulos da população, aqueles perfeccionistas meticulosos da Bíblia eram os homens mais santos da nação (Marcos 7:1-4).9 De fato, segundo um equivocado provérbio judaico, “se apenas dois homens entrassem no céu, um seria escriba e o outro, fariseu”.10 Na verdade, eles eram hipócritas, pois amavam os primeiros lugares e focavam somente a letra da Lei, ignorando sua amplitude e profundidade espiritual. Em seu exibicionismo, se satisfaziam em obedecer a Lei apenas no exterior, sem permitir mudança em seus corações (João 1:11; Mateus 23:2-7). Jesus advertiu seus ouvintes para não se deixarem enganar pela justiça cega e hipócrita dos escribas e fariseus. “Porque vos digo que se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus” (Mateus 5:20). O verbo περισσεύω (perisseúō), traduzido por “exceder”, também significa ter “mais do que suficiente”, “em abundância”.11 Já o adjetivo πλεῖον (pleion), traduzido por “muito”, também implica em “mais” e “muitíssimo”.12
Visão correta da Lei
Segundo Jesus, a justiça de seus discípulos deveria exceder muitíssimo, e muito mais abundantemente, a justiça dos escribas e fariseus. A Lei governa os pensamentos e motivos internos, e não apenas suas ações externas13, pois retidão é questão do coração e não apenas do comportamento.14 Cristo argumentou com seis exemplos, seguidos de seis antíteses: “Ouvistes o que foi dito”; “Eu, porém, vos digo” (Mateus 5:21-47). A seguir, dois deles: “Ouvistes o que foi dito aos antigos: Não matarás; e: Quem matar estará sujeito a julgamento. Eu, porém, vos digo que todo aquele que [sem motivo] se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento…” (Mateus 5:21). Não só o assassinato, mas a ira é também pecado, pois viola o mandamento do amor (Levítico 19:18). Ao Jesus dizer: “Eu, porém, vos digo”, não está contrariando o Antigo Testamento, mas apenas contrapondo-se ao ensino dos escribas e fariseus.
Embora Jesus fosse o Messias, Ele não se apresentou como um novo legislador, pois não veio para mudar ou anular a Lei e os Profetas (Mateus 5:18).15 Ele atuou como expositor fiel, explicando a natureza da Lei, sua extensão, removendo as falsas interpretações, restaurando-a à sua pureza.16 O adultério também surge primeiro no coração (Êxodo 20:17; Mateus 7:21-23; 2 Pedro 2:14). “Ouvistes o que foi dito: Não adulterarás. Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura no coração já adulterou com ela” (Mateus 5:27). No Sermão do Monte, Jesus proferiu nove bem-aventuranças sobre os que manifestam as características do coração que glorificam “o Pai que está nos céus” (Mateus 5:1-11, 16). São “traços de caráter que Ele sempre reconhece e abençoa”.17 Pelo contexto imediato (Mateus 5:43-47), a conclusão: “Portanto, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste” (Mateus 5:48) significa: “Sede misericordiosos como é misericordioso vosso Pai” (Lucas 6:27-36). Parece que ser misericordioso e amoroso aplica-se à série completa dos seis exemplos (Mateus 5:21-47). Assim, ser perfeito, neste contexto, teria conotação de inteireza em ser misericordioso. Jesus não está se referindo a uma vida “isenta” de pecado ou “impecabilidade”. A deturpação do significado de “perfeitos” (teleios) tem desviado pessoas da mensagem de Cristo para o perfeccionismo, um remanescente do antigo legalismo judaico.18 A propósito, nunca poderemos ser perfeitos como Deus é.19 Quando “a luz do Seu amor resplandece sobre nós”, apenas refletimos-lhe “a glória”, e somente“podemos ser perfeitos em nossa esfera, da mesma maneira como Deus é perfeito na Sua”.20
O preço da hipocrisia
Em contrapartida, nas nove bem-aventuranças ensinadas aos seus seguidores, Jesus proferiu nove condenações contra os escribas e fariseus por praticar e ensinar a hipocrisia, um dos mais perversos e objetáveis traços de caráter (ver Mateus 23:14-31). “Ai de vós escribas e fariseus, hipócritas, porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da Lei: a justiça, a misericórdia e a fé…” (Mateus 23:23).
Jesus não disse que dizimar não é importante, mas que a justiça, a misericórdia e a fé são os preceitos mais importantes.21 Quando afirmou: “…devíeis fazer estas coisas, sem omitir aquelas” (Mateus 23:23), “Ele condenou fortemente os abusos, mas teve cuidado de não diminuir a obrigação”.22 O cultivo do coração puro é o mais importante e prioritário. Negligenciar isso é “comer o camelo” (Mateus 23:24). Já a prática exterior de dizimar é importante, e desprezar isso é comer o “mosquito” (Mateus 23:24). Evidentemente, a religião de Cristo é identificada “pelos seus frutos” exteriores (Mateus 7:15-23; João 15:1-5), mas primeiro vem o interior, que resulta no exterior. As obras são resultado da fé. “Fariseu cego, limpa primeiro o interior do copo, para que também o seu exterior fique limpo!” (Mateus 23:25). Escribas e fariseus “desconhecendo a justiça de Deus e procurando estabelecer a sua própria justiça, não se sujeitaram ao que vem de Deus” (Romanos 10:3). Deve-se considerar que a justiça que vem de Deus não vem pela Lei, “em razão de que pela lei vem o pleno conhecimento do pecado (3:20). “Não há um justo sequer”, “pois todos pecaram” (Romanos 3:10, 23). “A lei requer justiça – vida justa, caráter perfeito; e isso não tem o homem para dar”.23 Se a justiça fosse “mediante a Lei, segue-se que morreu Cristo em vão” (Gálatas 2:21), pois os pecadores são justificados diante de Deus somente pela fé em Jesus Cristo. Ele é a nossa justiça (Romanos 5:1; 2 Coríntios 5:21). Pela fé no Salvador prometido, as pessoas que viveram antes da morte de Cristo receberam o perdão e a salvação (Gálatas 3:6-9; Apocalipse 13:8; Hebreus 11). Entretanto, foi quando Jesus morreu na cruz, através de seu sacrifício expiatório, que foi provida a “justiça eterna” (Isaías 52:13-53:12; Daniel 9:24), “a justiça de Deus testemunhada pela lei e pelos profetas” (Romanos 3:21). Portanto: “Como escaparemos nós se negligenciarmos tão grande salvação?” (Hebreus 2:3). Necessitamos ir a Cristo continuamente em busca de arrependimento, perdão, novo coração e santificação, conforme o seu elevado padrão de justiça; primeiro o mais importante: a justiça, a misericórdia e a fé, que resulta em dizimar; primeiro o interno, que resulta no externo; primeiro a fé, que resulta em obras; primeiro o amor, que resulta em obediência. A propósito, “anulamos, pois, a lei pela fé? Não, de maneira nenhuma! Antes, confirmamos a lei” (Romanos 3:31), pois, “se me amais, guardareis os meus mandamentos” (João 14:15).
EM DEFESA DA FÉ CRISTÃ Combatendo as Antigas Heresias que se Apresentam com Nova Aparência.
O QUE ESTUDAREMOS? A relação entre Deus Pai e Deus Filho é um dos temas mais fascinantes e profundos da fé cristã. Como pode Jesus ser chamado “Filho de Deus” e, ao mesmo tempo, ser igual ao Pai? Que implicações isso traz para nossa compreensão da Trindade e da divindade de Cristo? Ao longo da história, essa verdade tem sido alvo de debates, controvérsias e até heresias. Porém, a Palavra de Deus é clara: o Filho não é inferior ao Pai; Ele compartilha da mesma essência e glória divina. Nesta lição, vamos explorar as Escrituras para desvendar essa relação perfeita e eterna entre o Pai e o Filho, confrontar as ideias equivocadas que surgiram ao longo dos séculos e reforçar a nossa fé na divindade e soberania de Jesus Cristo. Vamos juntos aprender a Palavra de Deus.
SOBRE O TÍTULO DA LIÇÃO A palavra “igual”, neste contexto, significa compartilhar da mesma essência, natureza e atributos divinos. Não se trata de uma igualdade funcional ou hieráárquica, mas de uma igualdade ontológica – ou seja, naquilo que ambos são em sua essência. O Pai e o Filho possuem a mesma glória, poder, eternidade e perfeição, como revelado nas Escrituras. Por mais que desempenhem papéis distintos na obra da redenção, sua igualdade divina permanece inquestionável.
TEXTO ÁUREO – COMPARAÇÃO DE TRADUÇÕES Mas a respeito do Filho ele disse: “O teu Reino, ó Deus, vai durar para todo o sempre. Tu governarás o teu povo com justiça. (Hb 1.8 NTLH). • A declaração do Pai. A primeira parte do versículo 8 destaca a diferença entre a natureza de Cristo e a dos anjos. Aqui encontramos uma das declarações mais surpreendentes e importantes de toda a Escritura: Jesus é o Deus eterno! Aqueles que afirmam que Jesus era apenas um homem, um dos muitos anjos, um dos diversos profetas de Deus ou mesmo um “subdeus” estão mentindo e trazendo sobre si condenação. Jesus não é menos do que Deus. O Pai declara sobre o Filho: “Teu trono, ó Deus, é para todo o sempre”. Este é um testemunho direto e inquestionável do Pai sobre a divindade do Filho. Este versículo oferece uma das provas mais claras e irrefutáveis da divindade de Cristo na Bíblia, proclamada pelo próprio Pai. • A declaração do Filho. O testemunho do Pai sobre o Filho está em total harmonia com o que o próprio Filho declarou. Durante todo o Seu ministério, Jesus afirmou ser igual a Deus. João relata: “Por isso, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não somente violava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus” (Jo 5.18). Quando Jesus declarou: “Eu e o Pai somos um” (Jo 10.30), os líderes judeus entenderam perfeitamente o que Ele estava afirmando. À luz do que eles acreditavam – que Ele era apenas um homem –, a reação deles foi previsível: “Não te apedrejamos por alguma boa obra, mas pela blasfêmia; porque, sendo tu homem, te fazes Deus” (Jo 10.33). • A declaração dos apóstolos. Os apóstolos também testemunharam repetidamente a divindade de Cristo. O apóstolo Paulo, falando sobre Israel e as bênçãos que Deus lhes concedeu, escreveu: “Deles são os patriarcas, e deles é traçada a linhagem humana de Cristo, que é Deus acima de todos, bendito para sempre! Amém” (Rm 9.5). Em 1 Timóteo 3.16, Paulo reforça essa verdade ao dizer: “Sem dúvida, grande é o mistério da piedade: Deus foi manifestado em carne, justificado no Espírito, visto pelos anjos, pregado entre os gentios, crido no mundo e recebido na glória.” O apóstolo João também ecoa essa verdade em sua primeira carta: “Sabemos também que o Filho de Deus veio e nos deu entendimento, para que conheçamos aquele que é verdadeiro; e nós estamos naquele que é verdadeiro, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna” (1 Jo 5.20). Por toda a extensão do Novo Testamento, a reivindicação é clara e inequívoca: Jesus Cristo é Deus.
VERDADE PRÁTICA O termo teológico “Filho de Deus” é um título, sendo assim, a existência de Jesus é desde a eternidade junto ao Pai. Algumas pessoas que negam a divindade de Jesus argumentam que Ele não é eterno e que passou a existir em algum momento no tempo. Elas interpretam a expressão “Filho de Deus” nas Escrituras como se ela sugerisse que Jesus teve um início, da mesma forma que um filho humano nasce depois do pai. No entanto, essa interpretação falha em entender a natureza única e eterna da relação entre o Pai e o Filho. Nas Escrituras, o título “Filho de Deus” revela não um começo temporal, mas uma relação eterna e imutável dentro da Trindade, onde Jesus, o Filho, coexiste com o Pai desde toda a eternidade. Hebreus 1.5 diz: “Pois a qual dos anjos disse jamais: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei? E outra vez: Eu lhe serei Pai, e ele me será Filho?” Pelo nosso entendimento comum de filhos gerados pelos seus pais, daria para entender esse versículo como declaração da origem de Jesus e, por isso, uma negação da sua divindade. Mas tal conclusão seria consequência do grande erro de isolar um versículo do seu contexto. Todas as vezes que a profecia de Salmo 2.7 (“Tu és meu Filho, eu, hoje, te gerei”) é citada na Bíblia, a sua interpretação por autores inspirados por Deus concorda com seu contexto original que trata da exaltação, e não da origem de Jesus. O apóstolo Paulo disse que essa profecia foi cumprida quando Jesus foi ressuscitado: E nós vos anunciamos que a promessa que foi feita aos pais, Deus a cumpriu a nós, seus filhos, ressuscitando a Jesus, como também está escrito no Salmo segundo: Meu filho és tu; hoje te gerei (At 13.32-33). Aqui na terra, Jesus se qualificou para ser nosso sumo sacerdote, e foi exaltado a essa posição quando venceu a morte e subiu ao céu (Hb 5.1-10). Hebreus 1.5 cita a profecia de Salmo 2.7. Salmo 2 é uma das mais fortes afirmações bíblicas da posição gloriosa de Jesus acima de todos os seus inimigos. A figura do Salmo é da coroação do Rei Messiânico, que recebe autoridade para dominar todas as nações. Deus gerou Jesus no sentido que o Filho foi exaltado e colocado acima de todos. Ninguém hoje tem direito de interpretar esses trechos de outra maneira, porque Deus já falou! Deus colocou Jesus no trono, como nosso Senhor e Cristo (Atos 2.22-36). “Jesus Cristo, ontem e hoje, é o mesmo e o será para sempre” (Hb 13.8).
I. A DOUTRINA BÍBLICA DA RELAÇÃO DO FILHO COM O PAI 1.1 ideia de filho. A LIÇÃO DIZ: O conceito de filho no pensamento judaico implica a igualdade com o pai (Mt 23.29- 31). Uma das ideias de filho na Bíblia é a identidade de natureza. A expressão “Filho de Deus” aparece em diferentes contextos e tem significados específicos dependendo da situação. Abaixo estão os principais: • Israel como “Filho de Deus” (coletivo). Em passagens como Êxodo 4.22, Deus chama Israel de “meu filho primogênito”, indicando uma relação especial de aliança e cuidado. Aqui, “filho” representa o povo escolhido que Deus libertou do Egito. • Seres celestiais como “filhos de Deus”. Em textos como Jó 1.6, os anjos são chamados de “filhos de Deus”. Nesse contexto, isso reflete sua criação direta por Deus e sua proximidade com Ele. • Cristãos como “filhos de Deus”. No Novo Testamento, todos os que creem em Jesus Cristo são chamados “filhos de Deus” (Jo 1.12). Aqui, “filho” significa alguém que foi adotado espiritualmente por Deus e vive em comunhão com Ele. • Jesus Cristo como “Filho de Deus” (título exclusivo). Jesus Cristo é chamado “Filho de Deus” de uma maneira única e superior a qualquer outro uso dessa expressão. Os significados incluem: i. Divindade. Jesus é “Filho de Deus” porque compartilha a mesma essência divina do Pai. Ele é eterno e coigual a Deus. ii. Jesus é o Filho de Deus em um sentido que ninguém mais é. Ele tem uma relação íntima, eterna e única com o Pai, como declarado em João 3.16: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito.” 1.2 Significado teológico. A LIÇÃO DIZ: Indica igualdade de natureza, ou seja, a mesma substância. É o que acontece com Jesus; Ele é chamado Filho de Deus no Novo Testamento porque Ele é Deus e veio de Deus.Filho de Deus. • O título “Filho de Deus” expressa a ideia de que Jesus é da mesma essência de Deus. Ele não é um ser criado, mas eterno, coexistindo com o Pai desde antes da criação do mundo. • No contexto judaico, declarar-se “Filho de Deus” era igualar-se a Deus, pois significava compartilhar da mesma natureza divina. i.Em João 10.30-33, quando Jesus afirmou: “Eu e o Pai somos um”, os judeus entenderam isso como uma reivindicação de divindade, levando-os a acusá-Lo de blasfêmia. Filho unigênito. • A palavra grega para “unigênito” é “monogenēs”, que significa “único do tipo” ou “único em sua classe”. Quando aplicada a Jesus, ela enfatiza Sua singularidade como o único Filho de Deus que é eterno, divino e perfeitamente unido ao Pai. Não implica que Jesus foi “criado” (como ensina o arianismo), mas que Ele é único e exclusivo em Sua relação com o Pai. Diferença entre “unigênito” e “primogênito”. • Jesus também é chamado “primogênito” (Cl 1.15), mas esses termos têm nuances diferentes: i. “Unigênito” (monogenēs) destaca que Jesus é o único do tipo, incomparável. ii. “Primogênito” (prōtotokos) refere-se à Sua posição de preeminência e autoridade sobre toda a criação, não à ideia de que Ele foi criado. Diferença entre “Filho de Deus” e “Filho do Homem”: • “Filho de Deus” enfatiza a divindade e a relação de Jesus com o Pai. • “Filho do Homem” destaca a humanidade de Jesus e Seu papel como o Messias, prometido em Daniel 7.13-14.1.3O Filho é Deus. A LIÇÃO DIZ: Filho de Deus é uma expressão bíblica para referir-se à relação única do Filho Unigênito com o Pai. A expressão ‘Filho de Deus’ revela a divindade de Cristo. Essa verdade está mais clara na Bíblia que o sol do meio-dia. Apenas a título de recordação: Declarações Diretas de Jesus • “Meu Pai trabalha até agora, e Eu trabalho também” (Jo 5.17-18). Nesta passagem, os judeus buscaram matá-Lo porque entendiam que, ao chamar Deus de “Meu Pai”, Jesus estava se fazendo igual a Deus. • “Eu e o Pai somos um” (Jo 10.30-33). Após esta declaração, os judeus tentaram apedrejá-Lo, afirmando que Ele, sendo homem, se fazia Deus. A expressão “somos um” aqui não indica apenas unidade de propósito, mas unidade de essência, como o contexto confirma. Igualdade na Honra e na Glória • Jesus afirma: “Para que todos honrem o Filho assim como honram o Pai” (Jo 5.22-23). Ele reivindica ser digno da mesma honra que o Pai, algo que seria blasfêmia se Ele não fosse Deus. • Na oração ao Pai, Jesus diz: “E agora, glorifica-me, ó Pai, junto de Ti mesmo, com a glória que Eu tinha contigo antes que o mundo existisse” (Jo 17.5). Isso indica que Ele compartilhou da glória divina desde a eternidade, confirmando Sua igualdade com o Pai.
II. A HERESIA DO SUBORDINACIONISMO 2.1 Orígenes A LIÇÃO DIZ: O Subordinacionismo é toda doutrina que declara ser o Filho subordinado ao Pai ou um deus secundário ou menos divino que o Pai. Os monarquianistas dinâmicos, ou adocionistas, e os arianistas são os principais representantes dessa heresia. Mas Orígenes (185-254), foi o seu principal mentor. Há, na vastíssima e complexa produção literária de Orígenes, ideias de acordo e contrárias à ortodoxia da igreja, como também ideias neoplatônicas e obscuras, de modo que, desde a antiguidade, os estudiosos do assunto estão divididos. Ele exerceu grande influência no Oriente por mais de cem anos. Nas controvérsias em Niceia, havia os que apoiavam Ário usando Orígenes como base; como também os que apoiavam Alexandre, opositor de Ário, também se baseando no mesmo Orígenes. Segundo seus críticos, parece que a Trindade defendida por ele era subordinacionista: o Filho subordinado ao Pai e o Espírito Santo subordinado ao Filho. No entanto, a Bíblia revela a igualdade das três pessoas da Trindade (Mt 28.19; 2 Co 13.13). Vamos explicar por partes: Definição complementar: Subordinacionismo é uma heresia cristológica e trinitária que afirma que o Filho (Jesus Cristo) e o Espírito Santo são inferiores ao Pai em essência, natureza ou poder. Essa visão sustenta que, embora o Filho e o Espírito Santo tenham algum papel divino, eles não compartilham da mesma plenitude da divindade que o Pai. Essa crença contradiz a doutrina ortodoxa da Trindade, que ensina que o Pai, o Filho e o Espírito Santo são coiguais, consubstanciais e eternos. Características fundamentais do subordinacionismo • Hierarquia Essencial na Divindade O subordinacionismo propõe uma hierarquia intrínseca entre as pessoas da Trindade. O Pai é visto como superior ao Filho e ao Espírito Santo. • Negação da consubstancialidade. Essa heresia nega a consubstancialidade (homoousios, do grego), ou seja, que o Pai, o Filho e o Espírito Santo compartilham a mesma substância divina. • Apoiadores Históricosi. Ário (Arianismo): Defendia que Jesus foi criado antes do tempo como o maior dos seres criados, mas não como Deus eterno e coigual ao Pai. ii. Orígenes: Embora tenha feito importantes contribuições teológicas, algumas de suas ideias influenciadas pelo neoplatonismo tenderam ao subordinacionismo, sugerindo que o poder do Pai era maior que o do Filho e do Espírito Santo. iii. Testemunhas de Jeová (Modernidade): Seguem a lógica subordinacionista ao afirmar que Jesus é inferior ao Pai e que o Espírito Santo não é uma pessoa, mas uma força ativa.Base Filosófica. O subordinacionismo muitas vezes deriva de influências filosóficas, como o neoplatonismo, que ensina uma hierarquia de emanações divinas (com Deus como fonte suprema e outros seres participando da divindade em graus menores). 2.2No período pré-niceno. A LIÇÃO DIZ: O Subordinacionismo foi, nos séculos II e III, uma tentativa, ainda que equivocada, de preservar o monoteísmo, mas que negou a divindade absoluta de Jesus. Seus expoentes consideravam Cristo como Filho de Deus, inferior ao Pai. Eles afirmavam que o próprio Cristo declarava a sua inferioridade, e isso eles o faziam com base numa exegese ruim e numa interpretação fora do contexto de algumas passagens dos Evangelhos. Os primeiros teólogos que defenderam o Subordinacionismo, como Teófilo de Antioquia e Hipólito de Roma, tentaram entender a relação entre o Pai e o Filho, mas acabaram adotando uma visão em que Jesus era inferior ao Pai. Isso ocorria, em grande parte, pela leitura de passagens como João 14.28 (“o Pai é maior do que eu”) e 1 Coríntios 15.28 (“quando tudo lhe estiver sujeito, então também o Filho se sujeitará àquele que lhe sujeitou todas as coisas”), sem considerar o contexto mais amplo e a totalidade das Escrituras. Esses textos foram usados de maneira a enfatizar a subordinação de Cristo ao Pai, o que não implica, necessariamente, uma inferioridade ontológica, mas sim uma distinção de papéis dentro da economia da salvação. No entanto, a interpretação errada desses textos levou a um entendimento de que Cristo, enquanto Filho, não compartilha da mesma essência divina do Pai, o que é contrário à doutrina da Trindade como é entendida pela teologia cristã ortodoxa. Vamos explicar esses textos: João 14.28: “O Pai é maior do que eu”. Contexto e explicação:O contexto imediato de João 14.28 é crucial. Jesus está falando aos Seus discípulos sobre a Sua partida e o envio do Espírito Santo. A frase “o Pai é maior do que eu” refere-se ao estado de humilhação e submissão em que Jesus se encontrava durante Sua encarnação. No estado de Sua humanidade, Jesus se submete ao Pai, mas isso não implica que Ele seja inferior em essência ao Pai. A subordinação de Jesus aqui se refere à Sua missão redentora e ao Seu papel como Mediador. Ele estava, na realidade, voluntariamente se colocando sob o Pai, como parte de Seu plano de salvação (Fl 2.6-8). Esta subordinação é funcional e não ontológica. Em Sua natureza divina, Jesus é igual ao Pai, como afirmado em passagens como João 10.30 (“Eu e o Pai somos um”) e João 1.1(“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”). 1 Coríntios 15.28: “Quando tudo lhe estiver sujeito, então também o Filho se sujeitará àquele que lhe sujeitou todas as coisas, para que Deus seja tudo em todos.” Contexto e explicação: • 1 Coríntios 15.28 está falando sobre o fim dos tempos e o papel de Cristo na consumação de todas as coisas. O versículo descreve a última etapa do plano divino, onde Cristo submete tudo a Deus Pai, após a Sua vitória sobre a morte e o pecado. Isso não implica uma subordinação permanente, mas sim uma fase transitória e escatológica. • O ato de sujeição de Cristo a Deus no final dos tempos deve ser visto no contexto da economia da salvação, onde Cristo, após ter cumprido Sua missão redentora, volta ao Pai e “entrega o Reino” a Ele (como também é ensinado em 1 Coríntios 15.24-25). Essa entrega final não é um indicativo de inferioridade, mas de conclusão de Sua obra redentora. • Em termos de autoridade e função, Cristo sempre tem a autoridade de julgar, e essa subordinação temporária é uma expressão da Sua missão no plano redentor. O Filho sempre foi e será igual ao Pai em essência, mas durante a fase de Sua encarnação e no fim dos tempos, Ele assume um papel de sujeição para que o plano divino seja cumprido em sua totalidade (veja também Mateus 28.18, onde Jesus afirma que “toda autoridade Me foi dada no céu e na terra”). 2.3 Métodos usados pelos subordinacionistas. A LIÇÃO DIZ: Já estudamos, até agora, o ensino bíblico sobre Jesus como o verdadeiro homem e ao mesmo tempo o verdadeiro Deus. Somente Ele é assim, e ninguém mais no céu e na terra possui essa característica (Rm 1.1-4; 9.5). No entanto, os subordinacionistas pinçam as Escrituras aqui e ali se utilizando das passagens do Novo Testamento que apresentam o Senhor Jesus como homem e descartam e desconsideram as que afirmam ser Jesus o Deus igual ao Pai.O método dos subordinacionistas pode ser chamado de hermenêutica seletiva. A hermenêutica seletiva é uma abordagem de interpretação das Escrituras em que o intérprete escolhe, de forma arbitrária ou tendenciosa, apenas algumas passagens que apoiam a sua posição, enquanto ignora ou distorce outras que possam contradizer ou desafiar sua visão. Em vez de considerar o contexto completo da Bíblia, a hermenêutica seletiva se concentra em versículos ou passagens isoladas, muitas vezes fora de contexto, para justificar uma determinada doutrina ou prática. A hermenêutica dos subordinacionistas, ao pinçar passagens que falam da humanidade de Jesus e ignorar aquelas que falam de Sua plena divindade, resulta em uma distorção da verdadeira compreensão da natureza de Cristo. A Bíblia, quando interpretada de forma equilibrada e levando em consideração todo o conselho de Deus, revela que Jesus, enquanto Filho, é igual ao Pai em essência, mas, na Sua encarnação, se submeteu ao Pai de maneira funcional para cumprir Sua missão redentora. Essa compreensão é essencial para a doutrina da Trindade e para uma visão adequada de quem Jesus é.
III. COMO O SUBORDINACIONISMO SE APRESENTA HOJE 3.1 No contexto islâmico. A LIÇÃO DIZ: O Islamismo não considera Jesus como o Filho de Deus, mas como messias e profeta, e coloca Maomé acima dele. Nenhum cristão tem dificuldade em detectar o erro de doutrina (Ef 1.21; Fp 2.8-11). O Alcorão afirma que é blasfêmia dizer que Jesus é o Filho de Deus, isso com base numa péssima interpretação, pois significaria uma relação íntima conjugal entre Deus e Maria. O mais grave é que seus líderes afirmam que os cristãos pregam esse absurdo (Id 10). Lamentamos dizer que até mesmo Satanás e os seus demônios reconhecem que Jesus é o Filho do Deus Altíssimo (Mc 5.7). A expressão “Filho de Deus” no Novo Testamento significa a sua origem e a sua identidade (Jo 8.42) e não segue o mesmo padrão de reprodução humana. Jesus foi concebido pelo Espírito Santo (Mt 1.18, 20; Lc 1.35). O Alcorão, o livro sagrado do Islã, afirma que Jesus (Isa) foi um grande profeta e messias (Sura 3.45), mas nega explicitamente que Ele seja o Filho de Deus: • Sura 5.72: “Aqueles que dizem: ‘Deus é o Messias, filho de Maria’, descreram. Pois o Messias disse: ‘Ó Filhos de Israel, adorai a Deus, meu Senhor e vosso Senhor.'”Sura 112.1-4: “Dize: Ele é Deus, o Único. Deus, o Eterno. Ele não gerou nem foi gerado, e ninguém é comparável a Ele.” Erro Islâmico: O Islã entende a expressão “Filho de Deus” de forma literal, como se ela implicasse um relacionamento físico entre Deus e Maria. Por isso, rejeita essa ideia como blasfêmia. O conceito cristão de “Filho de Deus” é espiritual e teológico, não biológico ou físico. O termo “Filho de Deus” no Novo Testamento refere-se à essência divina e à relação eterna entre Jesus e o Pai. 3.2 O movimento das Testemunhas de Jeová. A LIÇÃO DIZ: Este confessa publicamente que crê na existência de vários deuses: o Deus Todo Poderoso, Jeová; depois o deus poderoso, Jesus; e em seguida outros deuses menores, incluindo bons e maus. Mas a fé cristã não admite a existência de outros deuses. É verdade que a Bíblia faz menção de deuses falsos. Na teologia da Torre de Vigia, Jesus Cristo é um mero anjo – o primeiro criado por Deus, quando começou a criar os anjos. As testemunhas de Jeová identificam Cristo como Miguel, o arcanjo, embora elas chamem Jesus “o Filho do Homem” – “porque a primeira pessoa espiritual criada por Deus era para ele como um filho primogênito”. (Livrete da Torre de Vigia, Enjoy Life on Earth Forever! [Goze a Vida na Terra Para Sempre!], p. 14, 1982). Elas também o chamam de “o deus”, e traduzem João 1.1 de acordo com essa ideia em suas Bíblias.O Espírito Santo não é nem Deus nem uma pessoa, segundo os ensinamentos da Torre de Vigia. É simplesmente uma “força atuante” impessoal que Deus usa para fazer a sua vontade.
CONCLUSÃO A relação entre o Pai e o Filho, conforme revelada nas Escrituras, é uma das verdades mais profundas e gloriosas da fé cristã. Ao longo deste estudo, vimos que o Filho não é inferior ao Pai, mas compartilha da mesma essência, glória e natureza divina. Jesus Cristo é eternamente Deus, coexistente com o Pai e o Espírito Santo, formando a perfeita unidade da Trindade. As heresias que surgiram ao longo da história, como o subordinacionismo, tentaram obscurecer essa verdade, mas a Palavra de Deus permanece firme: o Filho é igual ao Pai em essência, poder e glória. Jesus afirmou Sua igualdade com o Pai, os apóstolos testificaram sobre Sua divindade, e o próprio Pai declarou que o trono do Filho é eterno. Essa verdade não é apenas doutrinária, mas profundamente prática. Crer que Jesus é Deus nos dá plena segurança de que Ele é poderoso para salvar, digno de nossa adoração e fiel em Suas promessas. Como está escrito: “Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e para sempre” (Hb 13.8). A Ele seja toda a glória, hoje e para sempre. Amém!
Entrada brusqueta de tomate confit e queijo. Prato principal talharim ao molho sugo e parmegiana de frango, sobremesa ice cream cake de ninho com morango.
blogueiro e blogueiras desfrutando a culinária do Sila cucina, uma delícias.
ALei nº 15.100/2025, que restringe o uso de celulares nas escolas, já está em vigor. Cabe a cada uma das redes de ensino e escolas, públicas e privadas, definirem suas próprias estratégias de implementação até o início do ano letivo. A legislação surge em resposta ao crescente debate sobre o uso desses aparelhos nas escolas, que gera grande preocupação a especialistas e à população em geral, devido aos impactos negativos no aprendizado, na concentração e na saúde mental dos jovens.
Para auxiliar na implementação da lei, o Ministério da Educação (MEC) lançou dois guias na sexta-feira, 31 de janeiro: um destinado às redes de ensino e outro às escolas. Os documentos apresentam algumas orientações gerais a serem seguidas, como:
Comunicação e conscientização: as escolas devem informar professores, alunos e famílias sobre a vigência da lei e as novas regras para uso de celulares.
Material de apoio: o MEC já disponibiliza cursos para professores sobre como orientar os alunos no uso responsável da tecnologia; novos cursos serão lançados em breve.
Autonomia escolar: cada rede e escola pode definir formas de aplicação da restrição, respeitando a legislação, mas adequando as regras à sua realidade.
Acompanhamento e fiscalização: o cumprimento da lei deve ser monitorado pelas próprias escolas e redes de ensino, sem penalizações universais impostas pelo governo federal.
Suporte para as famílias: o MEC oferecerá webinários e orientações específicas para os pais, auxiliando-os a compreender a importância da restrição e como apoiar seus filhos nessa transição.
Vale lembrar que a lei não proíbe totalmente o uso de celulares, mas restringe seu uso durante aulas, recreios e intervalos, para que os alunos possam se concentrar nas atividades diárias e interagir com outras pessoas. O uso ainda é permitido para fins pedagógicos com autorização do professor e para casos de acessibilidade, saúde e segurança. Assim, a medida visa salvaguardar a saúde mental, física e psíquica de crianças e adolescentes, promovendo um ambiente escolar mais saudável e equilibrado.
“Nós sabemos que o mundo digital é importante e o quanto a educação digital é também uma dimensão fundamental, que, inclusive, tem sido trabalhada nos últimos anos”, destaca a secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt. “A questão está na racionalidade do uso, isso está evidente por meio de diversos estudos e pesquisas. Queremos otimizar o uso e potencializar os benefícios, mas mitigar os efeitos nocivos. Os nossos jovens têm muita dificuldade de concentração, além de uma série de danos socioemocionais que vêm sendo causados pelo mau uso da tecnologia”, conclui.
Dados – Diversos estudos apontam que o uso excessivo de telas pode prejudicar o desempenho acadêmico, reduzir a interação social e aumentar índices de ansiedade e depressão entre crianças e adolescentes. Uma pesquisa do Datafolha de outubro de 2024 apontou que: 62% da população é a favor da proibição do celular nas escolas, chegando a 65% entre pais de crianças até 12 anos; e 76% acreditam que o uso de celulares prejudica mais do que ajuda no aprendizado. Já um estudo da Nexus, também realizado no ano passado, informou que 86% dos brasileiros são a favor da restrição do uso de celulares nas escolas e que 54% apoiam a proibição total, enquanto 32% defendem o uso apenas para atividades pedagógicas autorizadas por professores.
O governo Lula (PT) anunciou a redução gradual de alimentos processados e ultraprocessados na merenda das escolas públicas. O limite, atualmente em 20%, cairá para 15% em 2025 e chegará a 10% em 2026. A medida foi divulgada durante o 6º Encontro Nacional do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), em Brasília, nesta terça-feira, 4.
A mudança visa melhorar a qualidade nutricional das refeições oferecidas a cerca de 40 milhões de estudantes atendidos pelo Pnae em quase 150 mil escolas públicas. O programa, que fornece aproximadamente 10 bilhões de refeições por ano, tem um orçamento de R$ 5,3 bilhões para 2024 e é considerado uma das principais políticas de segurança alimentar do país. Governo Lula reajusta em até 39% repasse federal para compra de merenda escolar .Além da restrição aos ultraprocessados, o governo reafirmou a exigência de que pelo menos 30% dos recursos do programa sejam destinados à compra de alimentos da agricultura familiar, com prioridade para comunidades indígenas, quilombolas e assentamentos da reforma agrária.A medida ganha relevância diante do avanço da obesidade infantil no Brasil. Dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional de 2023, do Ministério da Saúde, apontam que 14,2% das crianças brasileiras com menos de cinco anos apresentam excesso de peso ou obesidade—quase três vezes a média global, de 5,6%. Entre adolescentes, a situação é ainda mais alarmante: um em cada três está acima do peso.
Os olhos podem ser atingidos por uma variedade de doenças que limitam a visão e, com isso, a qualidade de vida. Contudo, nos casos em que a genética não é imbatível, é possível prevenir esses problemas com um estilo de vida saudável. Isso inclui adicionar alguns alimentos à dieta.
A oftalmologista Nubia Vanessa, do CBV-Hospital de Olhos, destaca que uma alimentação saudável é boa para qualquer tipo de comorbidades, como diabetes, hipertensão arterial. Além disso, uma dieta balanceada pode proteger a visão.
“Se você tem uma alimentação balanceada, com todos os grupos de alimentos, e associada a exercício físico, isso diminui a quantidade de radicais livres, melhorando a saúde ocular”, diz a profissional.
Alimentos que fazem bem a visão
A oftalmologista aponta algumas opções alimentares que fazem especialmente bem para os olhos. Confira:
Legumes, leguminosas e folhas verdes, pois são ricos em vitaminas. Além disso, alguns têm substratos como a luteína e a zeaxantina que são excelentes para a mácula (retina);
Oleaginosas, como linhaça, castanhas, pistache e amêndoas, ricas em zinco, o que ajuda na prevenção de degeneração macular, bem como da catarata.