8 de setembro de 2026 05:13

Fundeb: estados e municípios brasileiros partilham R$ 11 bilhões

Estados e municípios brasileiros começaram o mês de fevereiro com a partilha de R$ 11 bilhões, referentes à contribuição federal ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). O montante é repassado pelo Ministério da Educação. De acordo com a Pasta, a quantia corresponde a 15% a mais do que a transferida no ano passado.  Segundo o ministro da Educação, Camilo Santana, os gestores podem utilizar os recursos no pagamento de “professores, profissionais da educação, transporte escolar, material didático e melhorar a infraestrutura da escola, por exemplo.” Do valor geral, R$ 2,8 bilhões são correspondentes à primeira parcela da complementação da União para 2025, enquanto R$ 8,2 bilhões são referentes à 13ª e última parcela da complementação de 2024. Os recursos serão destinados aos entes federativos beneficiários das complementações da União nas modalidades Valor Anual por Aluno (Vaaf), Valor Anual Total por Aluno (Vaat) e Valor Aluno Ano Resultado (Vaar). De acordo com a Portaria Interministerial MEC/MF nº 14, de 27 de dezembro de 2024, o cronograma de desembolso da complementação da União-VAAF ao Fundeb 2025 ficou definido da seguinte forma em relação aos valores por estado:

  • ALAGOAS: R$ 47.069.027,91
  • AMAZONAS: R$ 92.615.976,93
  • BAHIA: R$ 271.133.568,05
  • CEARÁ: R$ 239.625.029,09
  • MARANHÃO: R$ 262.353.641,41
  • PARÁ: R$ 248.698.737,71
  • PARAÍBA: R$ 24.723.418,11
  • PERNAMBUCO: R$ 64.961.237,49
  • PIAUÍ: R$ 74.201.010,73
  • RIO DE JANEIRO: R$ 19.769.444,56

O especialista em orçamento público, Cesar Lima, explica que, do valor total, os entes podem destinar até 70% para pagamento de pessoal. No entanto, 30% devem ser investidos da na área da educação. “O Fundeb é um fundo formado por várias receitas, desde o Salário Educação, que é uma contribuição paga por empresas, até mesmo uma parte do FPM [Fundo de Participação dos Municípios] que é retirada de cada município. Isso cria um fundo dividido nacionalmente, de acordo com o número de matrículas de cada município. Esse repasse tem uma previsão anual, mas é repassado mensalmente”, destaca.  A complementação da União para este ano está prevista em R$ 56,5 bilhões. O valor deve beneficiar 1.859 entes federativos na modalidade Vaaf, 2.358 na modalidade Vaat e 2.837 na modalidade Vaar. Essas quantias serão repassadas em parcelas mensais de janeiro de 2025 a janeiro de 2026. Os depósitos serão feitos até o último dia útil de cada mês. 

PB IMACULADA 2506707 5.854,72 8.006,05 5.341.549,19 49,14%
PE TEREZINHA 2615102 6.021,70 8.006,05 3.958.160,83 50,05%
PE MIRANDIBA 2609303 6.072,28 8.006,05 6.515.742,23 50,41%
PB CACIMBAS 2503555 6.094,23 8.006,05 5.148.132,75 53,67%
PB CAJAZEIRAS 2503704 6.161,80 8.006,05 22.381.886,71 48,19%
PE SANTA CRUZ DA BAIXA VERDE 2612471 6.452,87 8.006,05 3.933.060,21 50,01%
PE TABIRA 2614600 6.464,33 8.006,05 8.421.547,26 50,47%
PE BREJINHO 2602506 6.565,21 8.006,05 2.794.879,63 54,40%
PE SAO JOSE DO EGITO 2613602 6.679,74 8.006,05 7.597.010,91 49,46%
PB MATUREIA 2509396 6.684,94 8.006,05 2.207.074,22 51,57%
PE ITAPETIM 2607703 6.689,85 8.006,05 3.820.596,42 47,83%
PE TUPARETAMA 2615904 6.781,81 8.006,05 2.202.258,58 53,22%
PE SANTA TEREZINHA 2612802 7.448,12 8.006,05 1.172.688,86 58,69%

Brasil 61

Patrícia Poeta fica em choque com convidado do Encontro: ‘A maioria dos brasileiros não gosta de artista’

   Nesta segunda-feira (3), o Encontro com Patrícia Poeta foi comandado ao vivo da Praia do Futuro, em Fortaleza. O poeta Bráulio Bessa, que era presença constante na época que o formato era apresentado por Fátima Bernardes, esteve na atração. Durante um depoimento, o escritor deixou a Patrícia surpresa com uma declaração. “Em cima desse palco hoje, na maior emissora desse país, tem dois artistas de uma cidade pequena do Ceará (Mari Fernandez também estava presente). E isso é raro porque gente como nós cresce consciente de uma invisibilidade que nos castiga. Nós somos um povo, dos interiores, desse Brasil profundo, das periferias, que tem muito a dizer e pouca gente nos escuta. Então ter a oportunidade de falar aqui, é ter a oportunidade de exaltar esse orgulho de também ser do interior”, iniciou o autor.

  “Eu acho que nós vivemos um momento onde a maioria dos brasileiros, pelo menos é uma impressão que eu tenho, é que a maioria dos brasileiros não gosta de artista, gosta de famoso, gosta de celebridade, gosta do último viral, gosta do último influencer que se meteu em polêmica. Então a gente precisa olhar mais para o artista da terra, para o artista local porque muitas vezes nós não enxergamos o artista que vive na nossa rua, no nosso bairro, na nossa cidade”, disparou Bráulio. “É para o talento, né? É o talento da terra. E que ganha o Brasil”, disse Patrícia. “Ganha o Brasil e a gente tem que enxergar essas pessoas. Eu acho que o olhar para o povo brasileiro tem que se voltar para quem ganha uma bolsa de estudos, e não para quem ganha uma bolsa de milhares de reais”, apontou o famoso. “A gente tem que olhar para quem a gente consegue tocar com as mãos e a gente toca com as mãos quem a gente consegue abraçar. Então olhem mais para quem está perto de vocês, para gente de verdade”, pediu Bessa. “Que toca o nosso coração. Você é alguém que toca demais o nosso coração”, falou a apresentadora, mudando de assunto depois

terra

Como ter a ‘Beleza Fatal’ de Giovanna Antonelli? Atriz faz procedimento coreano e tem segredo inusitado com óleo de coco

A atriz Giovanna Antonelli está no elenco de ‘Beleza Fatal’, novela da Max com Camila Pitanga e Camila Queiroz, e muito além do título da produção, a beleza da atriz de 48 anos rouba a cena em qualquer ocasião. Mas, para isso, a ex de Murilo Benício recorre a alguns segredinhos especiais. Adepta do ‘Quiet Beauty’, Giovanna Antonelli recorre aos cuidados da dermatologista Dra. Priscilla Campelo, que já contou ao Purepeople os tratamentos escolhidos pela atriz em seu consultório. Segundo a profissional, um deles é uma técnica coreana hit entre as famosas. A famosa, que também realiza procedimentos no bumbum, usa a aplicação de lasers e luz pulsada, além de uma solução com exossomos ASCE Plus SRLV da ExoCoBio. De origem coreana, o procedimento ajuda no estímulo de colágeno, clareamento de manchas, redução de rugas e luminosidade. “Os exossomos ExoCoBio não apenas aceleram o processo de cicatrização, facilitando um retorno mais rápido às atividades, como também ajudam a desinflamar a pele, proporcionando um verdadeiro upgrade na produção de colágeno. O resultado será uma pele mais viçosa, iluminada e com uma produção de colágeno mais intensa”, garante a Dra. Priscilla Campelo.

Giovanna Antonelli não dispensa o óleo de coco no dia a dia
Apesar dos seus segredinhos dermatológicos, Giovanna Antonelli também tem algumas soluções práticas e eficazes para manter a beleza em dia. Em uma entrevista antiga à revista Boa Forma, a estrela garantiu que passa óleo de coco em seu corpo e cabelo dia…

Terra

Barroso defende STF em meio a indiretas do Congresso: democracias precisam de ‘agentes públicos não eleitos’

   O presidente Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu a atuação dos ministros da Corte, nesta segunda-feira (3), ao argumentar que as democracias “precisam de agentes públicos não eleitos pelo voto popular, para que permaneçam imunes às paixões políticas”. A fala de Barroso ocorre após os presidentes da Câmara e do Senado, Hugo Motta e Davi Alcolumbre, priorizarem em seus discursos de posse a centralidade do Legislativo, em meio a embates entre os Poderes (leia mais abaixo). Durante o pronunciamento na sessão solene de abertura dos trabalhos da Corte, Barroso fez um breve relato de 2024 e lembrou que a democracia tem lugar para todos: “liberais, progressistas e conservadores. Só não tem lugar para quem não aceite jogar o jogo pelas regras da democracia”. E também destacou a presença dos líderes do Executivo e Legislativo na solenidade. “Aqui estamos, os presidentes dos três Poderes. O presidente Lula, que foi eleito com mais de 60 milhões de votos. O presidente Davi Alcolumbre, eleito com consagradores 73 votos em 81 senadores. E o presidente Hugo Motta, segundo candidato mais votado na história da Câmara dos Deputados, com 444 votos em 513. E eu mesmo, que fui eleito [presidente do STF] com 10 votos em 11. E o voto que não foi em mim, foi o meu mesmo”, disse Barroso.

O ministro lembrou, no entanto, “que todas as democracias reservam uma parcela de poder para ser exercida por agentes públicos que não são eleitos pelo voto popular, para que permaneçam imunes às paixões políticas de cada momento. Esses somos nós”.

“O título de legitimidade desses agentes é a formação técnica e a imparcialidade na interpretação da Constituição e das leis”, prosseguiu. Barroso também citou as críticas às decisões dos ministros da Corte, e lembrou que tratam-se de questões que dividem a sociedade brasileira. “Nós decidimos as questões mais complexas e divisivas da sociedade brasileira. E, naturalmente, convivemos com a insatisfação de quem tem interesses contrariados. Faz parte do trabalho de qualquer Tribunal de Justiça no mundo”, afirmou.

G1

A AUTENTICIDADE CONTRA UMA FÉ MORTA

O QUE VAMOS ESTUDAR?
Nesta lição, estudaremos o texto de Tiago 2.14-26. O texto aborda a relação intrínseca entre fé e obras, advertindo-nos contra uma fé inativa ou morta. Abordaremos os perigos de uma fé improdutiva, bem como suas consequências. Além disso, destacaremos as características da verdadeira fé por meio dos argumentos e exemplos usados por Tiago. Vamos juntos, aprender a Palavra de Deus.

TEXTO PRINCIPAL
Meus filhinhos, o nosso amor não deve ser somente de palavras e de conversa. Deve ser um amor verdadeiro, que se mostra por meio de ações. (1 Jo 3.18 NTLH). O amor não é um discurso teórico (de palavra e de língua), mas uma ação prática (de fato e de verdade). O amor não é o que falamos, mas o que fazemos. O amor não é tanto uma questão de sentimento, mas de movimento, e movimento em direção do necessitado. Amamos não com discursos eloquentes, regados de emoção, mas com ações práticas para aliviar a dor do irmão e socorrê-lo em suas necessidades. John Stott tem razão quando diz que o amor não é essencialmente sentimento nem conversa, mas atos. Na verdade, se o nosso amor há de ser genuíno (de verdade), inevitavelmente será positivo e ativo (de fato). Simon Kistemaker diz que amor e fé têm em comum que ambos precisam de obras para atestar sua autenticidade. Palavras de amor que nunca são traduzidas em ação não valem nada. Amor é o ato de dar suas posses, talentos e a si mesmo por outra pessoa. Assim as palavras e a língua têm seus equivalentes na ação e na verdade.

RESUMO DA LIÇÃO
A nossa fé em Jesus Cristo precisa ser revelada mediante as nossas ações. Em Mateus 5.16 está escrito: “Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus.” Jesus incentiva os seus seguidores a viverem de forma que suas obras sejam testemunho de sua fé, glorificando a Deus. Em Mateus 7.21 está escrito: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.” Jesus ensina que não basta professar fé, mas é necessário viver conforme a vontade de Deus. Em Hebreus 13.16 está escrito: “Não se esqueçam de fazer o bem e de repartir com os outros, pois com tais sacrifícios Deus se agrada.” Essa passagem ressalta que Deus se agrada das boas obras que vêm como fruto de nossa fé.

I. OS PERIGOS DE UMA FÉ IMPRODUTIVA
1.1 Inutilidade.
A LIÇÃO DIZ: Tiago no capítulo 2, nos faz duas perguntas: […] “Que aproveita se alguém disser que tem fé e não tiver as obras?” “Porventura, a fé pode salvá-lo?” Uma fé que não se traduz em ações é inútil e não produz resultados tangíveis na vida do crente ou na igreja. Há três palavras nesse texto bíblico que precisam ser entendidas.
• Fé. Tiago usa o termo “fé” em três sentidos em sua carta:

(1) fé pessoal no Senhor Jesus Cristo, que é provada pelas tribulações (cf. 1.3);

(2) confiança na revelação de Deus e de Jesus Cristo, suas promessas, poder e disposição para atender o crente (cf. 1.6);

(3) aderência às doutrinas do Cristianismo, uma profissão de fé em Deus e em Jesus Cristo (cf. 2.1). Parece que esse último sentido é o usado aqui.
• Obras. “Obras” ocorre em Tiago quase exclusivamente em 2.14–26 (a exceção é 3.13). O termo deve ser entendido não somente como atos de misericórdia para com os necessitados (2.15–16), mas também, e principalmente, como atos de obediência à vontade de Deus, conforme exemplificados por Tiago na vida de Abraão (2.21) e de Raabe (2.25). O enfoque não é no esforço despendido no ato, mas no resultado obtido.
Salvação. Em Tiago, salvação significa “a salvação da alma da morte eterna” (5.20), em contraste a perecer eternamente (4.12). Deus, que é aquele que em última análise salva e faz perecer (4.12), opera a salvação mediante a Palavra (1.21), pela instrumentalidade de crentes (5.20). Da parte do pecador, é exigida a fé, sem a qual não haverá salvação alguma (cf. 1.6 7). Essa fé, contudo, é sempre acompanhada por obras que atestam sua genuinidade. A lógica de Tiago é esta: a salvação é mediante a fé; a fé produz obras; onde não há obras, a fé não existe; logo, profissão de fé sem obras que a acompanham não tem qualquer proveito. Portanto, é uma fé inútil. Portanto, podemos afirmar que não existe nenhuma contradição entre os ensinos de Paulo e Tiago. O Concílio de Jerusalém é uma prova cabal de que Tiago nunca defendeu salvação pelas obras ao rejeitar a doutrina dos judaizantes.
1.2 Engano espiritual.
A LIÇÃO DIZ: Acreditar que a fé não precisa ser produtiva é enganar-se a si próprio. Tiago alerta que essa auto satisfação é perigosa, pois não leva à verdadeira transformação. Uma pessoa que tem apenas essa fé pode acreditar que está espiritualmente saudável e salva, mas está se enganando porque sua fé não tem impacto real em sua vida ou na dos outros. Quais são as características de uma fé morta?
• Em primeiro lugar, é uma fé que não desemboca em vida santa. A fé morta está divorciada da prática da piedade. Há um hiato, um abismo entre o que a pessoa professa e o que a pessoa vive. Ela crê na verdade, mas não é transformada por essa verdade. A verdade chegou a sua mente, mas não desceu a seu coração.
• Em segundo lugar, é uma fé meramente intelectual. A pessoa consente com certas verdades, mas não é transformada por elas.
• Em terceiro lugar, é uma fé que não produz frutos dignos de arrependimento. Essa fé é ineficiente, inoperante e não produz nenhum resultado. Ela tem sentimento, mas não ação.
Em quinto lugar, é uma fé incompleta. Tiago diz que a fé sem as obras está incompleta (2.22), visto que são as obras que consumam a fé. As obras são a evidência da fé. Somos salvos pela fé para as obras (Ef 2.8–10). Se não tem obras, não tem fé!
1.3 Testemunho ineficaz.
A LIÇÃO DIZ: A fé improdutiva prejudica o testemunho cristão. Quando os crentes não vivem de acordo com sua fé professada, isso pode levar outros a questionar a autenticidade do Cristianismo. Uma fé sem obras falha em mostrar o poder transformador do Evangelho. A nossa fé não pode estar alicerçada em rituais, tradições ou expressões externas de religiosidade, sem um comprometimento genuíno com os princípios morais e éticos ensinados por Cristo. A pessoa pode enganar a si mesma achando que cumprir determinados rituais ou ir à igreja é suficiente, enquanto negligencia a justiça, a misericórdia e a verdade. Nesse caso, o testemunho se torna ineficaz já que esse comportamento indica uma fé que não se transforma, sendo, portanto, uma fé ilusória. Uma fé improdutiva não apenas enfraquece a vida espiritual do crente, mas também prejudica o testemunho do Cristianismo no mundo. Quando os crentes não vivem de acordo com os princípios de sua fé professada, isso gera confusão e descrédito. Jesus advertiu sobre isso em Mateus 7.21, dizendo: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no Reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus”.
Exemplos práticos de uma fé improdutiva que afeta o testemunho cristão:
1. Hipocrisia na vida pessoal. Quando o cristão vive uma vida de fachada – parecendo piedoso na igreja, mas agindo de forma desonesta, egoísta ou imoral em outras áreas da vida – o impacto é devastador.

Por exemplo:
a. Um cristão que lidera um ministério, mas tem uma conduta cheia de fofocas, rancor ou falta de perdão.
b. Um chefe ou empresário que é membro da igreja, mas explora seus funcionários ou age de forma injusta nas negociações.
2. Relacionamentos marcados pela falta de perdão. Um cristão que recusa perdoar ou busca vingança em vez de reconciliação transmite uma mensagem oposta ao Evangelho, que é baseado no perdão de Deus em Cristo (Mt 6.14-15). A falta de perdão não apenas impede a comunhão com Deus, mas também transmite ao mundo que o Evangelho não é suficientemente transformador.
3. Indiferença com os necessitados. A fé improdutiva se manifesta quando há uma completa apatia em relação aos pobres e aflitos. 1 João 3.17 desafia: “Se alguém possuir recursos materiais e, vendo seu irmão em necessidade, não se compadecer dele, como pode permanecer nele o amor de Deus?”
a. Exemplo: Um cristão que participa de cultos e eventos, mas nunca se envolve em iniciativas de ajuda ao próximo, ignora o chamado de Jesus para “amar o próximo como a si mesmo” (Mt 22.39).
4. Falta de testemunho no lar. Se o Evangelho não é visível dentro de casa, é improvável que seja crível fora dela.
a. Exemplo: Um pai que exige que seus filhos frequentem a igreja, mas é explosivo ou ausente em casa, pode afastá-los do Evangelho.
5. Incoerência nas redes sociais. Com a era digital, muitas pessoas observam o comportamento dos cristãos online. Quando um cristão usa as redes sociais para espalhar ódio, participar de discussões desnecessárias ou compartilhar conteúdos que não condizem com os valores cristãos, ele prejudica o testemunho.

II. A EVIDÊNCIA DA FÉ POR INTERMÉDIO DAS AÇÕES
2.1 Fé e ação.
A LIÇÃO DIZ: Tiago 2.17 afirma que ‘a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma. A verdadeira fé sempre se manifesta em ações, embora não sejam elas um substituto para a fé, mas uma expressão natural dela. A fé é ineficaz se não vier acompanhada de ação. Tiago está afirmando o seguinte: “Prove para mim que você tem fé sem obras, e eu provarei para você que tenho fé por meio das minhas obras.” Mais uma vez é preciso explicar que a fé a que Tiago se refere é a profissão de fé ao Cristianismo, o ato de declarar-se cristão, crente em Jesus Cristo. Toda pessoa pode declarar-se cristã, e na verdade muitas o fazem. Contudo, dada a natureza do Cristianismo – especialmente seu poder
 regenerador e renovador mediante o Espírito Santo –, adeptos verdadeiros não somente professarão a coisa certa, mas agirão da forma certa. A verdadeira fé e as boas obras andam juntas e não podem ser separadas. Tiago explica isso usando um exemplo de duas pessoas.
• A primeira pessoa realmente tem fé e mostra isso através das suas ações.
• A segunda pessoa diz que tem fé, mas não faz nada para provar isso. A primeira pessoa faz um desafio à segunda, algo que poderia ser dito mais ou menos assim: “Você diz que tem fé, mas não faz nada que mostre isso. Eu acredito que a fé de verdade aparece através das ações. Então, me mostre que você tem fé sem fazer nada para prová-la. Isso é impossível! A fé não pode ser vista, ela só aparece quando a gente faz algo que demonstra essa fé. Eu, por outro lado, vou mostrar que tenho fé pelas coisas que eu faço.” A palavra mais importante aqui é mostrar. Não dá para mostrar que temos fé se não tivermos ações que provem isso. As boas obras são como a prova visível de que nossa fé é real.
2.2 Amor em ação.
A LIÇÃO DIZ: O texto dos versículos 15 e 16 tem sido compreendido como uma parábola, com aplicação no versículo 17, que exemplifica a fé viva com o cuidado pelos necessitados. A fé autêntica é demonstrada através de atos de amor e compaixão. Eis uma ilustração da futilidade das palavras desacompanhadas de atos. Tiago apresenta duas pessoas. Uma não tem o alimento cotidiano nem roupas. A outra tem as duas coisas, mas não está disposta a compartilhá-las. Esta última professa grande generosidade, mas diz ao seu irmão pobre: “Vá, vista-se e faça uma boa refeição”, mas não levanta um dedo para que ele tenha o que vestir e comer. De que valem essas palavras? São absolutamente inúteis! Não proporcionam calor nem saciedade para o corpo. Nos dias de hoje, essas palavras ainda ecoam em nossos corações. Quantas vezes vemos pessoas em necessidade e apenas “oramos” por elas, sem fazer nada para ajudar? Claro, a oração é importante, mas não pode ser uma desculpa para negligenciar ações concretas. Tiago também nos lembra que a fé não é apenas sobre nossa relação com Deus, mas também sobre como tratamos nossos irmãos e irmãs. Cuidar dos necessitados é uma expressão prática do amor de Cristo em nossas vidas. Aqui está o desafio: da próxima vez que você encontrar alguém em necessidade, pergunte a si mesmo: “O que posso fazer para ajudar de verdade?” Isso pode ser algo simples, como compartilhar uma refeição, doar roupas ou até mesmo oferecer seu tempo e atenção. Lembre-se: uma fé viva é visível através das nossas ações.
2.3 Obediência em ação.
A LIÇÃO DIZ: Fé e obediência a Deus são intrínsecas. Sabemos que a fé genuína resulta em cumprir os mandamentos do Senhor e viver de acordo com a sua vontade. Tiago 2.19 faz uma referência direta ao texto de Deuteronômio 6.4: “Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único SENHOR. Essa é uma confissão central do monoteísmo (tanto judaico quanto cristão). Até mesmo os demônios sabem que existe um só Deus mas, evidentemente, não se submetem a Ele em obediência. Os demônios têm um estágio mais avançado de fé que muitos crentes. A fé dos demônios não é apenas intelectual, mas também emocional. Eles creem e tremem! Crer e tremer não é uma experiência salvadora. Você não conhece uma pessoa salva pelo conhecimento que adquire nem pelas emoções que demonstra, mas pela vida que vive (Tg 2.18). O que hipócritas e demônios têm em comum é que não creem em Deus no sentido evangélico. Não confiam nele, não o recebem de boa mente, não se sujeitam a ele, não se dobram humilde e voluntariamente diante da sua majestade. No íntimo de seu coração depravado, hipócritas e demônios odeiam e rejeitam a Deus. Nessa passagem, Tiago destrói a vã confiança de seus leitores que pensam que somente a crença em Deus pode salvá-los. Vemos mais uma vez na carta de Tiago a relação indissolúvel entre doutrina correta e prática decorrente, entre crer na verdade e praticar o que é justo. Fé verdadeira é obediência em ação.

III. ABRAÃO E RAABE, EXEMPLOS DE UMA FÉ VIVA
3.1 Abraão.
A LIÇÃO DIZ: No capítulo 2, Tiago cita Abraão como exemplo de fé, destacando sua disposição em sacrificar seu filho Isaque em obediência a Deus. Foi a fé que levou Abraão a oferecer Isaque sobre o altar. Tiago nos ensina que Abraão foi “justificado” pelo que fez, porque creu em Deus (Tg 2.21-24: Rm 4.1-5). O que ocorreu em Gênesis 22 foi a “obra” que demonstrou a fé que ele já possuía. Gênesis 15.6 diz que Abraão creu e isso lhe foi imputado para justiça. Gênesis 22.1–19 mostra a obediência de Abraão ao oferecer o seu filho para Deus, crendo que Deus poderia ressuscitá-lo (Hb 11.19). Abraão não foi salvo por obedecer a esse difícil mandamento. Sua obediência provou que ele já era salvo. Abraão não foi salvo pela fé mais as obras, mas pela fé que produz obras. Como, então, Abraão foi justificado pelas obras, uma vez que já tinha sido justificado pela fé (Gn 15.6; Rm 4.2,3)? Pela fé, ele foi justificado diante de Deus, e sua justiça foi declarada. Pelas obras, ele foi justificado diante dos homens, e sua justiça foi demonstrada. A fé do patriarca Abraão foi demonstrada por suas obras.
3.2 Raabe.
A LIÇÃO DIZ: Tiago amplia a questão ao citar Raabe no versículo 25, juntando-se assim ao escritor aos Hebreus que a reconhece como exemplo de fé. Raabe vivia em Jericó, uma cidade conquistada pelos hebreus quando eles entraram na Terra Prometida. Ela escondeu os espias hebreus e ajudou-os a escapar, demonstrando sua fé em Deus por meio de ações corajosas. Sua fé foi evidenciada por suas obras, o que resultou em sua inclusão no plano redentor de Deus. Tiago usa o exemplo de Raabe para ilustrar que a fé verdadeira sempre se manifesta em ações. Ele escreve: “Da mesma forma, não foi também justificada pelas obras a prostituta Raabe, quando acolheu os espias e os fez sair por outro caminho?” (Tiago 2:25). Aqui, assim como no caso de Abraão, vemos duas dimensões da justificação:
• Justificação diante de Deus pela fé: Raabe foi salva por confiar no Senhor, reconhecendo-O
como soberano. Ela creu no poder de Deus antes mesmo de vê-lo em ação.
• Justificação diante dos homens pelas obras: Sua fé foi provada e demonstrada ao proteger os espias e tomar medidas práticas para ajudá-los. Suas ações revelaram que sua fé era real e viva.

CONCLUSÃO
• A fé que gera ação. A fé verdadeira deve ser mais do que uma simples crença ou afirmação  verbal. Se você se considera cristão, examine suas ações: elas estão refletindo sua fé?
• Amar com ações, não apenas com palavras. Se você vê alguém em necessidade, não se contente com palavras vazias de consolo. Pergunte-se: “O que posso fazer para ajudar de verdade?”
• Examine sua vida por meio das Escrituras. Se você está em dúvida sobre a autenticidade da sua fé, compare sua vida com os ensinamentos bíblicos.
• Seja um testemunho genuíno. Sua fé não é apenas uma questão pessoal, mas também um testemunho para aqueles ao seu redor. Quando suas ações não correspondem ao que você diz, você enfraquece o testemunho do Evangelho.

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Os gemidos do mundo

 O mundo está doente, o pecado o enfermou. Ele está sofrendo dores, está gemendo e sua esperança não encontra sequer um alívio até que Jesus volte. O pecado entrou no mundo e atingiu não apenas o homem, mas, também, a natureza. Em vez de cuidar da natureza, o homem passou a depredá-la. Em vez de ser mordomo da criação, o homem tornou-se seu algoz.

 A doença que assola o mundo é aguda e crônica. Ela aflige sempre, sem pausa nem trégua. O mundo está sucumbindo e se contorcendo, gemendo e gritando, fazendo soar sua voz de lamento. As catástrofes naturais não são caprichos da natureza; são sinais de alerta. O apóstolo Paulo é enfático em nos informar que “toda criação geme e suporta angústias até agora” (Rm 8.22). Essa grandiosa sinfonia de gemidos não é vista como o estertor da morte da criação, mas como as dores de parto que levam à sua restauração. Duas verdades devem ser aqui apontadas:

1. O cativeiro da criação

 É importante observar as palavras que Paulo usa para descrever esse cativeiro da criação: sofrimento (Rm 8.18), vaidade (Rm 8.20), corrupção (Rm 8.32) e angústias (Rm 8.22). Notemos três fatos: A criação foi submetida à vaidade (Rm 8.20). Ela está confusa, contraditória, doente. Há uma desarmonia brutal na natureza. A expressão “cativeiro da corrupção” traz a idéia de um ciclo contínuo de nascimento, crescimento, morte e decomposição. Os sinais da morte estão presentes na natureza. O que está presente não é a evolução do universo, mas sua decadência. Vale ressaltar que essa sujeição da criação é involuntária. A criação não é o agente da sua queda. Ela é vítima e não ré. Ela não se submeteu; foi submetida.

 A criação vive prisioneira no cativeiro da corrupção (Rm 8.21). A criação não pode redimir-se nem libertar a si mesma. A terra e os animais estão gemendo nesse cativeiro como prisioneiros num calabouço.  A criação geme e suporta angústias até agora (Rm 8.22). Não apenas parte da criação, mas toda ela geme e suporta angústias até agora. A natureza está com suas entranhas enfermas. Ela está com cólicas intestinais. Nossos rios estão se transformando em esgotos a céu aberto. Nosso ar está sendo poluído por toneladas de dióxido de carbono a cada minuto. Nossos campos estão se transformando em desertos e nossas fontes estão morrendo. Os animais do campo, os peixes do mar e as aves do céu estão gemendo.

 2. A expectativa da criação

Destacamos três pontos importantes:

 A redenção da criação está conectada com a glorificação dos filhos de Deus (Rm 8.19,21). A criação foi amaldiçoada por causa do pecado do homem e será redimida do cativeiro da corrupção na glorificação dos salvos. Sua redenção do cativeiro não se dará antes nem à parte da glorificação dos salvos. Então, haverá liberdade em vez de escravidão, glória incorruptível em vez de decomposição. Se nós vamos participar da glória de Cristo, a criação participará da nossa glória.

 A criação aguarda ansiosamente a manifestação dos filhos de Deus (Rm 8.19,21). A criação vive como que na ponta dos pés, esticando o pescoço, olhando para esse futuro que virá trazendo em suas asas a restauração de todas as coisas. A expectativa da criação é uma esperança viva e certa.

 Os gemidos da criação não são de desespero, mas de esperança (Rm 8.22). A criação não se contorce com os gemidos da morte, mas ela geme como uma mulher que está para dar à luz. Seus gemidos não são de desespero, mas de gloriosa expectativa. Ela não geme por causa de um passado inglório, mas por causa de um futuro glorioso. Os gemidos da criação não são dores que carecem de sentido e de propósito, mas são dores inevitáveis no vislumbre de uma ordem nova. A escravidão da decadência dará lugar à liberdade da glória (Rm 8.21). Às dores de parto seguirão as alegrias do nascimento (Rm 8.22). O universo não será destruído, mas sim libertado, transformado e inundado da glória de Deus. Amém!

 Hernandes Dias Lopes

ipbvit.org.br

 A IEAD EM SANTA TEREZINHA PE REALIZOU O 3° ENCONTRO DE MULHERES E 39°ANIVERSÁRIO FO CÍRCULO DE ORAÇÃO 

   Foi realizou-se nos dias 25 e 26 /01/2025, na Igreja Evangélica Assembleia de Deus em Santa Terezinha PE,o 3° Encontro de mulheres, com o tema: “Mulheres Vitoriosas na Oração”. Ester 4:15.

Também comemorou – se o 39° Aniversário do Círculo de Oração.

  Estiveram presentes no Sábado (25), o pastor de Custódia Jabson Avelino, sua esposa e a Comissão da referida Igreja.
  No domingo foi o encerramento na parte da tarde com a visita da Comissão de São José do Egito PE e a noite as Comissões de São José do Egito, a de Afogados da Ingazeira PE e a Comissão local Lírio dos Vales.
  Estiveram conosco nos dois dias a dupla de irmãs cantoras Samara e Sanara que louvaram ao Senhor muito lindo para a glória de Deus.
 Duas vidas se entregaram para Jesus.
   O evento foi maravilhoso e a presença do Espírito Santo foi constante no meio da congregação.
 Pastor presidente: Ailton José Alves 
Pastor local: Antônio Marcos 
Coordenadora: Vanuza Gomes 
Dirigente do Círculo de oração: Divonete Araújo 
Vice-dirigente: Edinalva Gouveia
Secretária: Alexandra 

Vice-secretária: Analice.

OBS: Justificativa pela demora da postagem: 

✓ Muitas fotos e vídeos para editar, para que fique um trabalho de qualidade.
✓ Falta de energia e queda de internet, devido às chuvas que aconteceram no dia 26 /01/2025.
✓ Tive que viajar durante três dias.
   Mas sempre preocupado em fazer a postagem, tudo é para hora e glória de JESUS.

Amor, Carreira e Família: Os Casais Mais Inspiradores do Mundo das Celebridades

Priscila Fantin e Bruno Lopes

Priscila Fantin sempre foi um ícone de beleza e charme, conquistando corações ao longo de sua carreira, especialmente nas novelas como “Alma Gêmea” e “Cama de Gato”. Com seu talento e simpatia, a atriz atraiu a atenção de muitos fãs, mas, para a tristeza de alguns, o seu coração já tem dono!

Em 2019, Priscila e Bruno Lopes selaram o compromisso de uma vida a dois em um cenário dos mais românticos: a Grécia. O casamento aconteceu após dois anos de namoro e, desde então, o casal tem sido um exemplo de cumplicidade e harmonia. Eles até compartilharam o palco juntos, provando que a parceria vai muito além da vida pessoal.

Grethen e Esdras de Souza

Gretchen continua a ser um dos ícones mais amados e polêmicos do Brasil. Conhecida tanto pela sua carreira musical quanto pelos memes, a cantora é um exemplo de que o amor, quando se trata de Gretchen, nunca é monótono. Após ter passado por diversos relacionamentos, ela encontrou em Esdras, um saxofonista, o companheiro para dar um novo passo em sua vida: o noivado.

Após apenas três meses de namoro, Esdras surpreendeu Gretchen com um pedido de casamento que deixou a todos emocionados. Durante a quarentena, eles se isolaram juntos por mais de um mês em um apartamento, o que, segundo Gretchen, fortaleceu ainda mais o vínculo entre ele

Juliana Paes e Carlos Eduardo Baptista

Juliana Paes é aquele tipo de atriz que consegue conquistar todos os corações. Seu talento e beleza são inegáveis, e ela é uma das grandes estrelas da televisão, com papéis memoráveis como na novela “A Dona do Pedaço”. Por mais que sua presença nas telinhas arranque suspiros de telespectadores, Juliana é uma mulher comprometida com o empresário Carlos Eduardo Baptista desde 2008.

Carlos, que trabalha com marketing esportivo, tem uma personalidade mais reservada e, embora admire o trabalho da esposa, admite que não gosta de assistir às cenas picantes. Quem diria, né? Mas, apesar das diferenças, o casal tem uma relação sólida, marcada por conversas sinceras e muito amor.
Fernanda Paes Leme e Victor Sampaio

Por mais que fosse presença constante nas telinhas, a vida pessoal de Fernanda Paes sempre foi reservada. Depois de alguns anos sem assumir um relacionamento, Fernanda surpreendeu os fãs ao começar 2021 com o pé direito, e o motivo? O coração da atriz havia sido conquistado por Victor Sampaio!

A novidade foi revelada de forma super romântica, com uma foto publicada nas redes sociais, onde ela e Victor aparecem curtindo uma viagem a dois em Fernando de Noronha, um dos destinos mais paradisíacos do Brasil. O casal, que já se conhecia há algum tempo, agora vive o momento mais especial de suas vidas com a chegada de Pilar.

Angélica e Luciano Huck

Angélica e Luciano Huck são, sem dúvida, um dos casais mais queridos e admirados do Brasil. Com uma história de amor que já dura mais de 20 anos, eles conquistaram os corações dos fãs não apenas pelo talento, mas também pelo carinho e parceria que demonstram um pelo outro.

Juntos, eles têm uma linda família, com três filhos: Joaquim, Benício e Eva, que são a alegria da casa e os maiores responsáveis por manter o casal ainda mais unido. Além de serem um sucesso na TV, Angélica e Luciano também são conhecidos por seu trabalho social, sendo um exemplo de generosidade e engajamento social.

Alexandre Nero e Karen Brusttolin

O amor de Alexandre Nero e Karen Brusttolin nasceu nos corredores do Projac, onde se conheceram enquanto ambos estavam envolvidos com projetos da Rede Globo. Alexandre, que se tornou um verdadeiro ícone da televisão ao interpretar o Comendador José Alfredo em “Império”, enquanto Karen, que também se aventurou como atriz em “Flor do Caribe”, decidiu seguir outro caminho e se dedicou à carreira de consultora de moda e figurinista, uma área em que se destaca até hoje

O amor de Alexandre Nero e Karen Brusttolin nasceu nos corredores do Projac, onde se conheceram enquanto ambos estavam envolvidos com projetos da Rede Globo. Alexandre, que se tornou um verdadeiro ícone da televisão ao interpretar o Comendador José Alfredo em “Império”, enquanto Karen, que também se aventurou como atriz em “Flor do Caribe”, decidiu seguir outro caminho e se dedicou à carreira de consultora de moda e figurinista, uma área em que se destaca até hoje.

O casal está junto há quase uma década e, apesar do tempo que passou, a paixão entre eles continua a mesma de quando começaram a namorar.

Thalita Carauta e Tamirys Ohanna

Sua versatilidade como atriz tornou Thalita Carauta uma das queridinhas do público, sempre arrancando risadas com suas performances impecáveis. Mas além do talento, Thalita também encontrou o amor no mundo das artes, mais especificamente ao lado de sua namorada, a também atriz Tamirys Ohanna.

Tamirys e Thalita formam um casal não só apaixonado, mas também muito companheiro, já que as duas dividem o palco na série “Segunda Chamada”, onde a química entre elas é evidente. O relacionamento delas é discreto, mas sempre recheado de momentos especiais, e durante a quarentena, as duas aproveitam para passar mais tempo juntas. Em vez de se afastarem, o isolamento social trouxe ainda mais proximidade.

Alessandra Maestrini e Michelle Behar

Conhecida por seu inesquecível papel em “Toma Lá, Dá Cá”,em 2014, Alessandra fez um importante e corajoso passo em sua vida pessoal: assumiu publicamente ser bissexual. Ela revelou que por muito tempo hesitou em compartilhar sua identidade sexual, temendo ser julgada ou incompreendida, especialmente por amigos e familiares.

Contudo, ao longo dos anos, cansada de viver com um peso nas costas, Alessandra decidiu abrir mão da sua privacidade para viver com mais liberdade e autenticidade, em busca de ser verdadeira consigo mesma.  Desde 2017, Alessandra tem vivido um relacionamento feliz com a fotógrafa Michelle Behar, com quem compartilha sua vida e momentos de muita cumplicidade.

Carol Duarte e Aline Klein

Além de ser uma atriz talentosa, Carol também encontrou no amor a sua fonte de felicidade e estabilidade. Desde 2012, ela está em um relacionamento com Aline Klein, uma fotógrafa que, ao lado de Carol, compartilha uma vida plena e amorosa. O casal tem sido muito discreto, mas sempre demonstrou seu amor de maneira genuína e sem receios.

Carol e Aline moram juntas há anos, vivendo uma relação baseada na cumplicidade, no respeito e no carinho. Não há mistério quanto ao relacionamento delas – ao contrário, elas fazem questão de mostrar ao mundo que o amor, seja ele qual for, merece ser vivido com liberdade e sem medo de julgamentos.

Leonardo Nogueira e Giovanna Antonelli

Giovanna Antonelli é um verdadeiro ícone da televisão brasileira, conhecida por sua beleza estonteante e seu talento inconfundível em novelas como “Laços de Família”. No entanto, o que muitos não sabem é que ela encontrou o grande amor de sua vida em 2009, ao se casar com o diretor de novelas Leonardo Nogueira.

Ele, que começou sua carreira como assistente de direção em “A Torre de Babel”, rapidamente se destacou, ganhando destaque como diretor principal da novela “Malhação”. Além de se apoiarem em suas respectivas carreiras, eles têm em comum a alegria de serem pais das gêmeas Antônia e Sofia, trazendo ainda mais felicidade e união para a família.

Celso Portiolli e Suzana Marchi

Celso Portiolli é uma figura carismática e muito admirada pelo público, mas quando o assunto é vida pessoal, ele sempre foi reservado. No entanto, quando aparece ao lado de sua esposa, Suzana Marchi, é impossível não notar a conexão e o carinho entre eles. O casal vive um amor duradouro, já que estão casados desde 1992, ou seja, mais de 30 anos de união!

Juntos, eles formaram uma linda família, com três filhos: Laura, Pedro Henrique e Luana. Mesmo com a correria da vida profissional, Celso nunca deixa de celebrar e enaltecer sua relação com Suzana, o que só reforça o quanto esse casamento é sólido e baseado no amor verdadeiro.

Tony Bellotto e Malu Mader

Tony Bellotto e Malu Mader são um dos casais mais emblemáticos da cena artística. Juntos desde os anos 90, eles são a prova de que, quando o amor é verdadeiro, ele pode resistir ao tempo e aos desafios da vida. Casados desde 1990, o casal enfrentou altos e baixos, mas sempre manteve a união e a cumplicidade.

O amor deles é como um bom vinho, só melhora com o tempo. Tony, guitarrista e compositor do Titãs, um dos maiores ícones do rock, tem uma carreira de sucesso que dura até hoje. Já Malu, brilhou em novelas como “Renascer” e “O Rei do Gado”, conquistando uma legião de fãs com sua elegância e talento.

Marco Nanini e Fernando Libonati

Marco Nanini é um dos maiores nomes da dramaturgia, conhecido por papéis inesquecíveis, como o Lineu de “A Grande Família”, onde conquistou uma legião de fãs com sua interpretação impecável. Apesar de toda a fama, Nanini é uma pessoa extremamente discreta quando no âmbito pessoal. Em um cenário onde as celebridades estão sempre compartilhando momentos íntimos nas redes sociais, ele opta por manter sua relação longe dos holofotes.

No entanto, o amor que ele e Fernando Libonati compartilham é algo que não pode ser ignorado. Marco está em um relacionamento com Fernando há impressionantes 3 décadas. O casal se mantém sólido e feliz, construindo uma vida juntos longe da mídia.

Daiana Garbin e Tiago Leifert

A história de Daiana Garbin e Tiago Leifert é um verdadeiro conto de fadas. Eles se conheceram nos bastidores da Globo, onde o destino os uniu de uma forma inusitada. A jornalista, que já era fã do trabalho de Tiago no “Globo Esporte”, o elogiou por e-mail, e o que parecia ser uma simples troca de palavras se transformou em algo muito mais significativo.

Após um jantar na casa de Daiana, a química entre os dois foi instantânea, e ali nasceu o início de uma relação que, até hoje, é marcada pela cumplicidade e muito carinho. Lua, que dá um show de fofura sempre que aparece nas redes sociais, mudou a vida dos pais corujas.

Bianca Bin e Sergio Guizé

O romance entre Bianca Bin e Sergio Guizé parece ter saído direto das telinhas para a vida real. Os dois se conheceram enquanto trabalhavam juntos na novela “O Outro Lado do Paraíso”, onde interpretaram o par romântico Clara e Gael. A química entre os personagens foi tamanha que, pouco tempo depois do término das gravações, o que era apenas um amor fictício acabou se tornando uma linda história de amor fora das câmeras.

Em 2018, apenas meses após o fim da novela, Bianca e Sergio selaram a relação com um casamento, provando que, às vezes, os romances de ficção podem ser ainda mais intensos na vida real.

Lidiane Barbosa e Tony Ramos

Desde sua estreia nas telinhas em 1965, Tony encantou fãs de todas as idades com seu charme e talento. No entanto, para a tristeza de muitas, o ator sempre teve o coração ocupado por uma única pessoa: Lidiane Barbosa. O casal se conheceu ainda no início da carreira de Tony e, em 1969, durante as gravações da novela “Nino, o Italianinho”, eles se casaram.

O casamento de Tony e Lidiane é um exemplo de união duradoura e discreta. Embora o casal tenha sempre sido muito reservado sobre sua vida pessoal, o que se sabe é que a relação deles é baseada no respeito, carinho e cumplicidade.

Tatá Werneck e Rafael Vitti

O relacionamento entre Tatá Werneck e Rafael Vitti é daqueles que faz o público acreditar no poder do amor verdadeiro. Quando começaram a namorar, muitos ficaram surpresos pela diferença de idade, mas o casal nunca se importou com as críticas. Tatá e Rafael provaram que a idade não define a intensidade de um relacionamento, e que a conexão entre duas pessoas é algo muito mais profundo.

Em outubro de 2019, o casal deu o próximo passo em sua jornada com a chegada da filha, que trouxe ainda mais alegria para suas vidas. Tatá sempre deixou claro que ser mãe era um sonho realizado, e a maternidade a preencheu de uma maneira única.

Luiz Fernando Guimarães e Adriano Medeiros

Com sua participação marcante em mais de 20 novelas e 15 filmes, Luiz Fernando Guimarães conquistou o público com personagens memoráveis, como o Rui, de “Os Normais”. Seu talento cômico é inegável, mas a vida pessoal de Luiz Fernando sempre foi um mistério para os fãs, já que ele sempre se manteve muito reservado sobre sua intimidade.

Em 2015 que, durante uma entrevista, Luiz Fernando decidiu abrir o coração e falar sobre sua sexualidade, revelando que estava em um relacionamento sério há mais de 20 anos com o empresário Adriano Medeiros. Desde então, Luiz e Adriano têm mostrado que o amor entre eles é sólido e verdadeiro, mesmo longe dos holofotes.

Ana Claudia Michels e Augusto de Arruda Botelho

Além de ser um ícone de elegância e estilo, Ana Claudia Michels provou que tinha uma vocação ainda mais importante ao se formar em Medicina pelo Centro Universitário São Camilo. Com a pandemia de coronavírus, Ana não hesitou em se colocar à disposição para integrar a linha de frente do combate à COVID-19, mostrando seu compromisso com a saúde pública e sua disposição em ajudar a salvar vidas.

Em 2015, Ana se casou com o advogado Augusto Botelho, em uma união que celebrou não só o amor, mas também o companheirismo e a parceria de duas pessoas que estavam prontas para construir uma vida juntos.

Gabriel Braga Nunes e Isabel Mello

Gabriel entrou para o universo artístico com naturalidade e, logo, se destacou na televisão brasileira. Nos anos 90, ele se fez presente em várias novelas da Rede Globo, onde conquistou uma base fiel de fãs.

Em sua vida pessoal, Gabriel teve um relacionamento de longos anos com Isabel Mello, assistente de televisão que esteve ao seu lado durante muitas fases de sua trajetória. O casal, que sempre foi discreto sobre sua intimidade, oficializou a união em 2014, com uma cerimônia íntima e cheia de emoção. Em 2015, o casal teve seu primeiro filho, um marco importante em suas vidas, que veio para selar ainda mais o amor que eles compartilham.

Felipe Simas e Mariana Uhlmann

Com seu talento e carisma, Felipe Simas se destacou em diversos papéis, como na novela “Salve-se Quem Puder”, onde encantou o público com sua interpretação. Felipe é um daqueles atores que cresce a cada papel, conquistando não apenas fãs, mas também a admiração dos colegas de profissão.

Apesar de ser relativamente jovem, Felipe encontrou sua companheira de vida em Mariana Uhlmann. O casal começou a namorar em 2012, e, mesmo com a vida agitada de Felipe, o relacionamento deles foi sempre muito sólido e repleto de amor. Eles oficializaram a união em 2016, selando o compromisso com um casamento que só reforçou a base de respeito e admiração mútua entre eles.

Adriana Esteves e Vladimir Brichta

Depois de três casamentos, Adriana finalmente encontrou sua alma gêmea no ator Vladimir Brichta. O casal tem uma química impressionante, tanto na vida pessoal quanto profissional. Já foram protagonistas de quatro novelas juntos, sendo a mais recente “Amor de Mãe”, onde mostraram mais uma vez como a parceria entre eles é sólida e cheia de sintonia.

Além de dividir o palco, Adriana e Vladimir também compartilham a alegria de criar o pequeno Vicente, o filho que têm juntos. Vale lembrar que, além de ser mãe de Vicente, Adriana também criou o filho, Felipe, fruto do seu relacionamento com o ator Marco Ricca. E Vladimir, por sua vez, tem uma filha de um relacionamento anterior.

Lívia Andrade e Marcos Araújo

Lívia Andrade conquistou o coração dos brasileiros como apresentadora do “Jogo dos Pontinhos” no Programa do Silvio Santos, com sua simpatia e irreverência, e logo se tornou um ícone da TV. A apresentadora foi casada duas vezes antes de encontrar seu grande amor.

Lívia está namorando o empresário Marcos Araújo, um nome muito conhecido no universo do sertanejo. Ele é o fundador do Festival Villa Mix e o CEO da Audiomix, um dos maiores e mais respeitados escritórios de gerenciamento artístico do país. O casal está junto desde 2020, e a sintonia entre eles é clara. Eles têm uma relação estável e feliz, marcada por respeito mútuo e muito carinho.

Carolina Dieckmann e Tiago Worcman

Famosa por papéis icônicos em novelas como “Laços de Família” e “Fina Estampa”, Carolina Dieckmann conquistou o público com sua beleza, carisma e dedicação à profissão. Sua vida pessoal também é marcada por momentos importantes, começando com seu primeiro casamento com o ator Marcos Frota, com quem teve seu primeiro filho, Davi.

Após a separação em 2004, Carolina encontrou o amor novamente em Tiago Worcman, diretor de televisão e coordenador da MTV Brasil. Casados desde 2007, compartilham uma relação sólida e cheia de cumplicidade. Juntos, eles tiveram mais um filho, o pequeno José, e têm construído uma vida familiar pautada no amor e no respeito mútuo.

Iwan Figueiredo e Lilia Cabral

Com uma carreira brilhante que começou nos anos 80, quando estreou na novela “Os Adolescentes”, Lilia conquistou o Brasil com sua força e talento, interpretando personagens inesquecíveis em produções como “Senhora do Destino” e “Fina Estampa”. Sua trajetória na televisão é marcada por muitos sucessos, mas ao lado de sua vida profissional, também tem uma história de amor sólida e duradoura com o economista Iwan Figueiredo.

Casados desde 1994, Lilia e Iwan formam um casal que prova que o tempo só fortalece o amor. Iwan comemorou 70 anos no ano passado e, ao lado de Lilia, celebrou essa data com muita felicidade, refletindo a cumplicidade e a união que têm.

Miguel Falabella e Marco Aurélio Pacheco

Com uma carreira repleta de personagens memoráveis, como o cômico Caco Antibes, Falabella conquistou o público com seu carisma e talento. No entanto, ao contrário de suas atuações brilhantes, sua vida pessoal é um verdadeiro mistério para os fãs, já que o ator sempre foi muito reservado sobre seus relacionamentos e preferiu manter sua privacidade longe dos holofotes.

Mas em 2020, Falabella foi surpreendido por uma declaração pública de Marco Aurélio Pacheco, que usou o Dia dos Namorados para expressar seu amor pelo parceiro. A postagem gerou uma verdadeira onda de felicitações e curiosidade, com muitos fãs celebrando o gesto romântico e o fato de finalmente saberem sobre o relacionamento.

Isabele da Silva e Thiago Silva

O amor entre Thiago Silva e Isabele é um exemplo tocante de cumplicidade e superação. O casal está junto há mais de 17 anos e, ao longo desse tempo, enfrentou diversos desafios, mas sempre com o apoio mútuo e a certeza de que estavam ali para se apoiar, não importa o que acontecesse.

Quando se conheceram, Thiago tinha apenas 20 anos e sonhava em conquistar o mundo através do futebol. Isabele, com sua força e determinação, estava ao seu lado desde o início, compartilhando cada passo dessa jornada. Referência do futebol mundial, ao lado da esposa, ele construiu uma linda família, que se completa com os filhos Iago e Isago.

Andréia Sadi e André Rizek

O amor entre os jornalistas Andréia Sadi e André Rizek é um exemplo de como o destino pode unir duas pessoas, mesmo em tempos desafiadores. Eles se conheceram em 2019, e logo a conexão entre os dois foi tão forte que se transformou em um relacionamento sério.

No ano seguinte, quando a pandemia de coronavírus trouxe tanto medo e incerteza ao mundo, Andréia e André tomaram uma decisão importante e simbólica: se casaram em uma cerimônia intimista, celebrando o amor em meio ao caos. O casamento foi uma verdadeira demonstração de que, mesmo em tempos difíceis, o amor pode florescer.

Fabiana Alvim e Julia Silva

Fabi sempre foi um exemplo de dedicação e esforço nas quadras. Mas foi fora delas que ela encontrou o amor ao lado de Julia Silva, gerente da Confederação Brasileira de Vôlei. Ao longo dessa trajetória, elas compartilharam muitas conquistas, tanto profissionais quanto pessoais.

Em 2018, Fabi e Julia deram um passo importante em sua vida familiar com o início de um tratamento de fertilização in vitro. Em julho de 2019, celebraram a chegada da filha Maria Luiza, que trouxe mais alegria e amor para a vida das duas. A maternidade foi um sonho realizado para ambas, e a pequena Maria Luiza se tornou a grande fonte de felicidade e inspiração da família.

Fabiano Augusto e Dan Nakagawa

Fabiano Augusto ficou famoso por um de seus papéis mais icônicos: o garoto propaganda das Casas Bahia, onde eternizou o bordão “Quer pagar quanto?”. Mas apesar de ser um rosto conhecido nas telinhas e nas propagandas, Fabiano sempre foi uma pessoa discreta. Foi apenas nas redes sociais que ele decidiu abrir o coração e revelar um aspecto muito importante de sua vida: o seu relacionamento com Dan Nakagawa, seu companheiro há 17 anos.

Dan Nakagawa é diretor teatral, cantor e compositor, e a parceria entre ele e Fabiano é uma verdadeira união de talentos. Juntos, eles construíram uma história sólida, longe dos holofotes, mas cheia de amor e cumplicidade.

Cássio Scapin e Diego Redondaro

Cássio Scapin, o eterno Nino de “Castelo Rá-Tim-Bum”, sempre foi um ícone querido por gerações de fãs que cresceram assistindo ao famoso programa infantil. Porém, por trás das câmeras, ele sempre manteve sua vida pessoal bastante reservada. Por muitos anos, a vida amorosa do ator permaneceu um mistério para o público, até que, em 2020, ele surpreendeu todos os seus seguidores ao anunciar seu relacionamento com o farmacêutico Diego Redondaro.

O anúncio foi feito de maneira simples, como Cássio costuma ser: com poucas palavras, mas com muita sinceridade. A decisão de tornar o relacionamento público foi um passo significativo para o ator, que sempre foi discreto sobre sua intimidade.

Leonardo Vieira e Leonardo Fonseca

No auge de sua carreira, Leonardo Vieira conquistou o coração de milhões de fãs.Em 2017 que o ator decidiu abrir seu coração e assumir publicamente sua homossexualidade, o que, para ele, foi um passo importante para viver de maneira autêntica.

O momento mais significativo dessa nova fase foi quando ele revelou sua relação com o também Leonardo Fonseca, com quem se casou em uma cerimônia íntima em julho de 2018. Juntos, eles formam um casal feliz e apaixonado, e hoje dividem suas vidas com dois filhos de quatro patas, mostrando que a felicidade de uma família não depende de formas tradicionais, mas do amor genuíno e do respeito mútuo.+

Marcello Antony e Carolina Hollinger Villar

Com sua presença marcante na telinha, Marcello já foi alvo de muitas especulações sobre sua vida pessoal, mas, ao contrário do que muitos imaginam, ele tem se mostrado sempre discreto quando o assunto é sua vida íntima.

Em 2011, o ator encontrou um novo amor: a estilista Carolina Hollinger Villar. Desde o início do relacionamento, o casal construiu uma base sólida de cumplicidade e respeito, e, no mesmo ano, celebraram a chegada de um filho, completando ainda mais a felicidade de suas vidas. Juntos, eles formam uma família linda, com Marcello assumindo o papel de padrasto para os dois filhos de Carolina, Lucas e Louis, frutos do primeiro casamento dela.

Alinne Moraes e Mauro Lima

Alinne Moraes se tornou uma das atrizes mais queridas da televisão brasileira, com papéis marcantes em novelas como “Viver a Vida” e “Em Família”. No entanto, sua vida pessoal também foi amplamente divulgada pela mídia.

Para a felicidade de Alinne, essa exposição abriu espaço para uma nova história de amor com o cineasta Mauro Lima. O casal começou a namorar em 2012 e, desde então, tem formado uma das duplas mais discretas e sólidas do meio artístico. Mauro, conhecido por dirigir filmes como “Meu Nome Não é Johnny”, conquistou o coração da atriz, e juntos tiveram um filho, Pedro Lima, que nasceu em 2014, completando a alegria da família.

Cláudia Leitte e Márcio Pedreira

Por trás do brilho das luzes, a cantora tem uma história de amor que poderia facilmente ser protagonista de um conto de fadas. Cláudia e Márcio Pedreira estão juntos há 17 anos, uma união que teve início muito antes de se tornarem uma família conhecida pelo público.

O romance deles começou quando ainda eram adolescentes, durante os tempos de colégio. No entanto, como em muitas histórias de amor, o destino fez com que os dois se perdessem de vista por um tempo. Passaram-se dez anos até que, de forma quase mágica, o reencontro aconteceu, e tudo começou novamente. A partir desse momento, o namoro deslanchou rapidamente e o casamento veio pouco tempo depois.

Lais Moraes e Ederson Moraes

O amor entre Lais e Ederson é daqueles que deixa qualquer um de queixo caído. O casal tem uma relação tão intensa que não há como não notar a troca constante de declarações de amor e carinho pelas redes sociais. Ederson, conhecido por suas atuações brilhantes na Liga Premier, já declarou publicamente que Lais é seu “verdadeiro e único amor”, uma prova do quanto ele a admira e a considera essencial em sua vida.

A história deles começou em 2013, quando Lais conheceu Ederson em Portugal. Na época, o goleiro ainda dava seus primeiros passos em sua carreira internacional, mas o amor dos dois cresceu rapidamente e se fortaleceu ao longo dos anos

Glória Pires e Orlando Morais

Quando falamos em casais duradouros e apaixonados da televisão brasileira, não podemos deixar de mencionar Glória Pires e Orlando Morais. Juntos há mais de 30 anos, esse é um dos casamentos mais sólidos e inspiradores do meio artístico. Glória encontrou em Orlando Morais um parceiro para a vida. O casal se casou em 1987, e desde então, formam uma das duplas mais admiradas do Brasil.

Glória e Orlando construíram uma linda história juntos, tendo três filhos: Ana, Bartholomeu e a caçula, a pequena Maria. Juntos, são uma verdadeira família de talentos, já que os filhos de ambos também seguiram carreiras artísticas, mantendo o legado da música e da atuação.

Ana Caetano e Mike Túlio

Ana Caetano está em um relacionamento com Mike Túlio, músico da banda OutroEu, e os dois vivem uma história de amor cheia de sintonia e paixão. Embora a cantora sempre tenha sido discreta sobre sua vida pessoal, ela revelou que Mike foi uma grande inspiração para várias das suas letras, mostrando o quanto ele é importante em sua vida.

“A maioria das minhas músicas são baseadas em histórias reais”, confessou Ana, o que deixou claro que suas canções não são apenas fruto de inspiração artística, mas também do seu próprio viver. E, pelo jeito, o amor de Ana e Mike é tão verdadeiro quanto as letras que ela compõe.

Diogo Nogueira e Paolla Oliveira

O burburinho sobre o romance começou no final de junho de 2021, quando o casal foi flagrado em clima de cumplicidade numa padaria no Rio. Paolla, que estava solteira desde abril, após o término com o coach Douglas Maluf, e Diogo, que se separou da advogada Jéssica Viana em fevereiro, deram uma chance ao amor novamente.

Paolla tem se mostrado uma mulher plena, vivendo essa nova fase com leveza e alegria ao lado de Diogo. O cantor, por sua vez, parece estar completamente apaixonado, e não é para menos. Juntos, eles formam um casal que transborda charme e simpatia. E quem pode resistir à energia envolvente dessa dupla?
Natália Loewe e Alisson Becker

Natália e Alisson são um dos casais mais adorados do futebol. Ela chama a atenção por sua beleza, simpatia e envolvimento com causas sociais. Apesar da rotina atribulada com os filhos e o trabalho, ela se mantém firme em seu compromisso com a saúde e o bem-estar da comunidade.

O casal está junto desde 2015 e, desde então, tem mostrado que sua relação é sólida e cheia de amor. Apesar de Alisson ter uma carreira muito exigente no futebol, ele sempre faz questão de estar presente para sua família, e isso é refletido no carinho que eles demonstram nas redes sociais e em entrevistas.

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Alguns dados sobre preços de alimentos no mundo e no Brasil

A tabela da FAO, exposta a continuação, e que contém uma série histórica dos preços internacionais dos principais grupos de alimentos, mostra tendência mundiais importantes sobre o tema momentoso dos alimentos. Antes pouco da pandemia, em 2019, o Índice de Preços dos Alimentos da FAO, estava em 94,9. Com a pandemia, contudo, os preços começaram a subir bastante. A guerra na Ucrânia, que afetou muitos os preços alguns cereais, como o trigo, bem como os preços dos fertilizantes, piorou bastante a situação. Assim, em 2022, o índice da FAO chegou a 144,5, na média anual. Em 2023, houve uma redução significativa dos preços. Isso, combinado com políticas internas apropriadas, diminuiu, em algumas regiões o mundo, a fome e a insegurança alimentar. Segundo a FAO, a região que apresentou a melhoria mais intensa naquele ano foi justamente a América Latina e o Caribe, graças, em grande parte, à evolução positiva do Brasil.  A edição de 2024 do Relatório das Nações Unidas sobre o Estado da Insegurança Alimentar Mundial revelou queda de 85% na insegurança alimentar severa no Brasil. O índice corresponde à redução ocorrida em 2023, em relação a 2022, quando o número de pessoas afligidas pela fome era de 17 milhões e 200 mil, e passou para 2 milhões e meio de brasileiros.

brasil247

Em Noronha, Patrícia Poeta exibe corpo escultural em dia de praia

Patrícia Poeta chamou a atenção dos seguidores das redes sociais nesta sexta-feira, 10, ao esbanjar toda sua beleza natural em um cenário paradisíaco. 

De férias do programa ‘Encontro’, da TV Globo, a apresentadora decidiu ir para Fernando de Noronha após ter aproveitado alguns dias na Bahia e impressionou o exibir seu corpo escultural enquanto curtia o dia na Praia da Conceição.

“O mar é minha extensão, minha casa, meu refúgio. O mar de profundezas desconhecidas como a mente de quem o aprecia… O mar de encantos, encontros e sonhos”, escreveu a famosa na legenda da publicação. 

Em outro post, Patrícia surgiu fazendo poses no local em que está hospedada. Além de usar um biquíni cavado, a apresentadora complementou a produção com um chapéu e falou sobre o seu amor pelo acessório. “Amo chapéu! Além de ser um acessório de moda, também serve de proteção. É aquele famoso coringa 2 em 1”, contou. Os internautas rasgaram elogios nos comentários. “Bela”, disse uma seguidora. “Perfeita”, comentou outra. “Linda demais”, afirmou uma fã. “Linda sereia”, falou outro.  Patrícia ficará longe do programa ‘Encontro’ até o dia 21 de janeiro, quando suas férias acabam. Enquanto isso, Tati Machado e Valéria Almeida comandam a atração matinal.

Sem anistia: a mensagem clara de ‘Ainda Estou Aqui’

Como aquele golpe, que torturou e assassinou Rubens Paiva e muitos outros, o de agora também previa matar o próprio presidente Lula

A inédita vitória de  Fernanda Torres para o cinema brasileiro, desbancando competidoras de peso como Angelina Jolie (pelo filme Maria), Nicole Kidman (por Babygirl), Tilda Swinton (por O Quarto ao Lado), Kate Winslet (por Lee) e Pamela Anderson (por The Last Showgirl), vem se prestando a interligar, no filme de Salles Jr.  significados incidentes ao longo de um arco histórico dilatado, sugerindo que o fenômeno da ditadura não foi superado inteiramente.  O prêmio foi comemorado como se se tratasse de um triunfo equivalente à conquista da Copa do Mundo pela seleção nacional de futebol. O presidente Lula fez questão de ligar para parabenizar a atriz. Nos cinemas, a história da luta de Eunice Paiva após a prisão, tortura e morte do ex-deputado Rubens Paiva, em 1971, por forças da ditadura, tem suscitado aplausos demorados seguidos do grito “Sem Anistia”, entoado pelas plateias. De fato, Eunice, na busca por esclarecer o destino do ex-marido, na luta por obter um atestado de seu óbito, já havia se tornado uma referência do movimento por verdade, memória e justiça às vítimas das ações sanguinárias da ditadura. Agora, o filme sobre Eunice, baseado no livro homônimo de seu filho Marcelo Rubens Paiva, oferece a oportunidade para que novas gerações conheçam as violências cometidas naquele período, sob as ordens dos ditadores de plantão e o silêncio, quando não o apoio explícito dos  meios de comunicação golpistas. Espectadores de todo o mundo também se informam agora do que ocorria no Brasil na longa noite que durou de 1964 a 1985.

Mais do que isso, o filme intervém no contexto de agora. 

O grito “Sem anistia” abre-se a diversas leituras. Refere-se ainda à necessidade de esclarecimento, punição e reparação do legado de graves e sistemáticas violações de direitos humanos durante a ditadura de 64. Refere-se, porém, sobretudo, à repulsa dos brasileiros hoje a iniciativas para anistiar o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros, militares e civis, herdeiros e cultores da ditadura anterior, de tentar agora um novo golpe para reeditar o autoritarismo em 8 de janeiro de 2023. Como aquele golpe, que torturou e assassinou Rubens Paiva e muitos outros, o de agora também previa matar o próprio presidente Lula, seu vice Geraldo Alckmin e o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes.  A interpretação de Fernanda Torres (bem como de sua mãe Fernanda Montenegro, que faz Eunice mais velha, no fim da vida, limitada pelo mal de Alzheimer), carrega a força de uma mulher que represa as emoções para atingir sua meta. É sua contenção que  emociona as plateias e as leva a soltar o grito: “Sem Anistia”.

Dino dá 30 dias para governo ter regras para emendas em universidades

LUIZ CLAUDIO FERREIRA, REPÓRTER DA AGÊNCIA BRASIL – O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, neste domingo (12), que os governos federal e estaduais apresentem, em um prazo de 30 dias, a publicação de normas para uso de recursos de emendas parlamentares federais em instituições de ensino superior.

A decisão do ministro leva em conta a necessidade de “prestação de contas adequadas quanto às emendas parlamentares federais, com transparência e rastreabilidade” tanto nas universidades “como nas suas respectivas Fundações de Apoio”. Dino fez a determinação ao ministério da Educação (MEC), à Controladoria-Geral da União (CGU) e à Advocacia-Geral da União (AGU) e, “por simetria”, aos Estados, que deverão “proceder da mesma maneira”. Dino pediu urgência na divulgação e determinou que a decisão tenha ciência dos presidentes da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras (CRUB).

“Maior volume” – No despacho, o ministro contextualizou que a CGU apresentou os resultados de auditoria realizada sobre as 33 entidades sem fins lucrativos que receberam o maior volume de empenhos e o maior valor de pagamentos oriundos de emendas parlamentares no período de 2 de fevereiro a 21 de dezembro no ano passado. “Entre as entidades selecionadas na amostra, há um número significativo de Fundações de Apoio a Universidades (…) há relatos nos autos de que tais Fundações, por intermédio de contratações de ONGs sem critérios objetivos, têm servido como instrumentos para repasses de valores provenientes de emendas parlamentares”, argumentou o ministro.

Relator – Flávio Dino é relator da ação (movida pelo Psol) contra a falta de transparência da destinação de recursos públicos do Orçamento federal, liberados pelo Congresso Nacional. No último dia 3, Dino mandou suspender nesta-sexta-feira (3) o pagamentos de emendas parlamentares a Organizações Não Governamentais (ONGs) não transparentes. Em dezembro, o ministro suspendeu o pagamento de R$ 4,2 bilhões em emendas por entender que os recursos não cumpriram os critérios de transparência e rastreabilidade. Ele ainda determinou a instauração de um inquérito policial para apurar o caso. No último dia do ano (31), liberou R$ 370 milhões em emendas de comissão do Congresso para a saúde.

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Preconceito afeta a saúde

Uma nova pesquisa da Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos, mostra que o racismo causa danos à saúde — e isso não se restringe ao aspecto psicológico. Vítimas de preconceito racial correm maior risco ficar com o corpo inflamado, o que aumenta a probabilidade de doenças crônicas ao longo do tempo. Os americanos reuniram 71 indivíduos, sendo 48 negros e 23 brancos, com média de idade de 53 anos. Antes da análise, todos responderam a um questionário para determinar situações nas quais já haviam vivido uma discriminação étnica. Além disso, 37 participantes do grupo também eram soropositivos. Isso permitiu aos cientistas diferenciar o que era causado pelo racismo e o que seria provocado pelo HIV.

A partir daí, foram extraídas amostras das células dos voluntários e medidas as moléculas inflamatórias e antivirais presentes neles. Os cientistas encontraram maiores taxas de inflamação nos afro-americanos e constataram que o preconceito racial está por trás de mais de 50% dessa diferença, inclusive entre os portadores do HIV.

Quando a inflamação surge em uma parte do corpo, significa que o organismo está reagindo a alguma infecção, machucado ou estresse. Esse processo estimula o sistema imunológico e serve para afastar agentes infecciosos e reparar tecidos danificados. A inflamação é um mecanismo de defesa para combater ameaças ou consertar danos. Isso não engloba apenas a ação de vírus e bactérias, mas também o estresse e a ansiedade – reações que ocorrem devido às mais diversas formas de manifestações racistas. Em pesquisas anteriores, o psicólogo Steve Cole, professor da Universidade do Sul da Califórnia que participou do estudo, já havia descoberto que a inflamação é mais intensa em grupos socialmente marginalizados. “Vimos isso antes em casos de solidão crônica, pobreza, estresse pós-traumático e outros tipos de adversidade. Ninguém havia olhado para os efeitos do preconceito” O racismo é apontado também como uma das causas de elevação do índice de doenças e morbidade entre negros no Rio Grande do Sul segundo uma pesquisa realizada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), apresentada em um seminário de formação em Santa Cruz do Sul, em novembro de 2019.

Conforme a pesquisadora Jéssyca da Rosa Santos, mestranda em Psicologia Social da UFRGS, crendices carregadas de preconceito são fatores que ainda interferem na criação de mecanismos para o tratamento de negros. “Acredita-se que as mulheres negras toleram mais a dor, que são boas parideiras. Por conta disso, existem registros até de diferenciação na dosagem de anestesia, durante os partos” revelou. De acordo com Jéssyca, índices de contaminação por HIV e tuberculose são altos entre os negros no Estado. “É a falta de acesso aos serviços, assim como a ausência de informação. É preciso combater o racismo institucional e estrutural, para então melhorarmos as políticas públicas de saúde para a população negra” , reforçou.

revistaraca

A diferença entre o cristão de aparência e o cristão autentico – Parte I

Infelizmente vemos com muita frequência, pessoas que se declaravam cristãs caindo e se afastando de Deus, muitas vezes nos questionamos como isso é possível? por que isso acontece? Para entendermos um pouco mais sobre essa questão vamos ler um texto do apostolo Pedro:

Eles tropeçarão porque não atenderão à Palavra de Deus, nem a obedecerão, e portanto este castigo deverá vir como consequência: eles cairão. Mas vocês não são assim, pois foram escolhidos pelo próprio Deus – vocês são, sacerdotes do Rei, são santos e puros, pertencem ao próprio Deus – tudo isto para que vocês possam mostrar aos outros como Deus os chamou da escuridão para a sua maravilhosa luz. (I Pedro 2.8b-9 BV) Como podemos observar em nosso texto base a queda é uma consequência da pessoa não dar o devido valor a Palavra de Deus e não obedece-la como se deve, pois a pessoa busca servir somente a si mesma e não a Deus. A queda portanto não é uma punição propriamente dito, somente o resultado da negligencia espiritual, que levou Deus deixar de interferir na vida da pessoa, que acaba colhendo os frutos de suas escolhas.

AUTENTICIDADE EM MEIO ÀS E TENTAÇÕES

A VERDADEIRA RELIGIÃO
Um Convite à Autenticidade na Carta de Tiago.

O QUE VAMOS ESTUDAR?
Na lição desta semana, estudaremos a respeito das provações e tentações. Veremos que manter a autenticidade em meio às provas e tentações é essencial para preservar nossa vida espiritual e revelar nossos valores cristãos mais profundos. Também veremos que a Carta de Tiago é um guia prático que nos ensina a lidar com as tentações e provações.


TEXTO PRINCIPAL
Meus irmãos, considerem motivo de grande alegria sempre que passarem por qualquer tipo de provação, pois saibam que, quando sua fé é provada, a perseverança tem a oportunidade de crescer. (Tg 1.2,3 NVT). Visando compreender melhor o tema proposto pelo comentarista da lição e buscando interpretar o texto bíblico que será analisado, as palavras de William MacDonald são bastante esclarecedoras: Tiago usa o termo tentação com dois sentidos diferentes. As tentações apresentadas nos versículos 2–12 podem ser chamadas de provações santas ou problemas enviados por Deus para testar a realidade da fé e tornar os fiéis mais semelhantes a Cristo. Os versículos 13–17, em contrapartida, falam das tentações pecaminosas que vêm do interior da pessoa e conduzem ao pecado. A vida cristã é repleta de problemas indesejados e inesperados que em algumas ocasiões surgem sozinhos e, em outras, vêm aos montes; de qualquer modo, são inevitáveis. Os tradutores bíblicos, com o objetivo de não gerar confusão e prejudicar o entendimento dos leitores, optam por diferenciar os testes ou provas que enfrentamos durante nossa experiência nesta
vida. O termo ‘provação’ é utilizado para se referir às ações de Deus que visam nos testar e aperfeiçoar, enquanto a palavra ‘tentação’ é empregada para descrever a tentativa do diabo, por meio de nossa natureza caída, de nos desviar da presença de Deus.

RESUMO DA LIÇÃO
Manter a autenticidade em meio às provas e tentações, é essencial para preservar nossa integridade e viver de acordo com nossos valores cristãos mais profundos. Vamos dividir o nosso comentário a respeito deste ponto da lição em três partes:
• “Manter a autenticidade em meio às provas e tentações”. Este ponto destaca a importância de sermos verdadeiros, especialmente quando enfrentamos desafios. Do ponto de vista cristão, isso significa permanecer fiel à nossa identidade em Cristo, mesmo diante das dificuldades. A autenticidade envolve não ceder à pressão de agir de forma contrária à nossa fé.
• “É essencial para preservar nossa integridade”. A integridade, no contexto cristão, é viver de maneira coerente com os princípios da Palavra de Deus. As provas e tentações testam nossa integridade, revelando se somos capazes de permanecer firmes em nossos valores ou se sucumbimos às pressões externas ou internas. Preservar a integridade é um testemunho de fidelidade a Deus e ao evangelho.
• “E viver de acordo com nossos valores cristãos mais profundos”. Este ponto enfatiza a prática dos valores ensinados pela Bíblia, como amor, justiça, humildade, e fidelidade a Deus. Viver de acordo com esses valores é uma demonstração prática de nossa fé e do impacto de Cristo em nossas vidas.

I. A FORÇA PRODUZIDA PELAS TENTAÇÕES (vv. 2,12)
1.1 O que são as tentações?
A LIÇÃO DIZ: Segundo o Dicionário Teológico, são estímulos que levam à prática do pecado. Mas preste atenção! São somente incentivos ou pressões. Jesus, em seu ministério terreno, foi tentado pelo Inimigo no deserto (Mt 4), todavia Jesus não pecou (Hb 4.15). A palavra “tentação” é usada de diversas formas na Bíblia. As mais importantes são (1) induzir ao pecado; (2) tentar (testar) a Deus; (3) Deus provar o homem e (4) vencer a tentação. Vamos destacar o primeiro ponto – Induzir ao pecado. Na Bíblia, o impulso do homem para fazer o mal é, muitas vezes, atribuído a Satanás. Pedro adverte: “Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1Pe 5.8). Paulo se preocupava com os crentes de Corinto, para que não fossem desviados pelo “tentador” (1Co 3.5). Em Efésios, ele estimula os leitores a “ficar firme contra as ciladas do diabo” (Ef 6.11). Porém, nem toda a responsabilidade da tentação do homem ao pecado deverá ser colocada como sendo externa à pessoa e, menos ainda, poderá ser atribuída a Deus. Respondendo aos que queriam culpar a Deus pela tentação, Tiago diz: “Ninguém, ao ser tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo a ninguém tenta” (1.13). Parte da culpa pela tentação reside, claramente, no indivíduo que é “induzido e seduzido por sua própria cobiça” (Tg 1.14). No judaísmo, os rabinos falavam do “impulso para o mal” (Evil Yeser) dentro do homem. Tomás de Aquino argumenta que, já que é a vontade do homem que diz “sim” ou “não” à tentação, a culpa final do pecado tem de estar sobre cada indivíduo. Portanto, podemos concluir que, no aspecto de induzir ao mal, a tentação pode ser tanto externa quanto interna. Além disso, é fundamental diferenciar tentação de pecado. Jesus foi tentado, mas não pecou. Por fim, ceder à tentação é uma decisão nossa. Ou seja, mesmo que o diabo nos tente e que
nossa natureza caída exerça alguma influência, somos nós quem damos o ‘sim’ ou o ‘não’.
1.2 A procedência das tentações.
A LIÇÃO DIZ: Segundo Tiago 1.14-15, as tentações procedem de nossos desejos carnais, que nos arrastam e seduzem para longe da vontade de Deus.
O texto bíblico diz:
Cada um, porém, é tentado pelo próprio mau desejo, sendo por este arrastado e seduzido. Então esse desejo, tendo concebido, dá à luz o pecado, e o pecado, após ter se consumado, gera a morte. Ninguém é tentado por Deus, mas cada um é tentado pela sua própria cobiça. E não há exceção a essa verdade. É interessante que Tiago não menciona no contexto a atuação de Satanás, o tentador, muito embora mais adiante ele ensine os crentes a resistir às tentações do diabo (4.7). Com isso, ele deseja destacar mui claramente que a tentação se origina realmente em nós e que, dessa forma, somos nós mesmos os responsáveis pelo pecado que cometemos. Tiago vê o pecado não apenas como um ato, mas como um processo em quatro estágios:
• O primeiro estágio é o desejo ou cobiça (1.14). A cobiça é a tentativa de satisfazer um desejo fora da vontade de Deus. Comer é normal, glutonaria é pecado. Dormir é normal, preguiça é pecado. Sexo no casamento é normal, sexo fora do casamento é pecado.
• O segundo estágio é o engano (1.14). Tiago usa duas figuras para ilustrar o engano da tentação: a figura do caçador que usa uma armadilha (atrai) e a figura do pescador que usa o anzol com isca (seduz).
• O terceiro estágio é o nascimento do bebê chamado pecado (1.15). Tiago muda a figura da armadilha e do anzol para a figura do nascimento de um bebê maldito, chamado PECADO.
• O quarto estágio é a morte (1.16). A cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte. Vemos aqui a genealogia do pecado. A cobiça é a mãe do pecado e a avó da morte. O salário do pecado é a morte (Rm 6.23).
1.3 O papel do Inimigo.
A LIÇÃO DIZ: Embora as tentações procedam de nossos próprios desejos, o Inimigo (Satanás) sabe como explorar essas fraquezas, tentando-nos a nos afastar de Deus. Mas a responsabilidade de não ceder à tentação é individual.
O termo “tentador” é diretamente atribuído ao diabo na Bíblia. Em Mateus 4.3, ele é chamado assim durante a tentação de Jesus no deserto: “Então, o tentador, aproximando-se, disse: Se és o Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães.” O diabo é aquele que tenta desviar os filhos de Deus da obediência e da santidade. Ele utiliza
estratégias sutis, mentiras e manipulações para explorar nossas fraquezas, oferecendo atalhos ou promessas enganosas. Um dos relatos mais claros da ação do diabo como tentador está em Mateus 4.1-11, onde Jesus foi levado ao deserto pelo Espírito para ser tentado. Este episódio nos ensina lições preciosas:
A estratégia do diabo: Ele atacou áreas específicas como as necessidades físicas (transformar
pedras em pão), o orgulho (provar ser o Filho de Deus) e o desejo de poder (oferecer os reinos do mundo). Essas áreas refletem as tentações comuns ao ser humano:
a. Concupiscência da carne (satisfazer desejos físicos de forma errada).
b. Soberba da vida (buscar reconhecimento e exaltação).
c. Concupiscência dos olhos (cobiçar o que não pertence a nós).
O diabo utiliza todo e qualquer recurso que estiver ao seu alcance para nos destruir.

II. AS PROVAÇÕES E SEUS PROPÓSITOS
2.1 Todos os filhos (as) de Deus são provados.
A LIÇÃO DIZ: Já sabemos que as provações são situações difíceis, permitidas por Deus para testar e fortalecer a fé de seus filhos(as). A vida cristã não é um mar de rosas. Jesus advertiu: “No mundo tereis tribulações…” (Jo 16.33). O apóstolo Paulo disse: “… por muitas tribulações nos é necessário entrar no reino de Deus” (At 14.22). Ainda, Paulo disse: “… todos os que querem viver piamente em Cristo Jesus padecerão perseguições” (2Tm 3.12). O grande patriarca Jó disse: “… o homem nasce para a tribulação, como as faíscas voam para cima” (Jó 5.7). As provações são situações difíceis ou desafios permitidos por Deus para testar e fortalecer nossa. Diferente das tentações, as provações têm um objetivo positivo e benéfico no crescimento espiritual do cristão.
2.2 Prova de fé.
A LIÇÃO DIZ: Tiago destaca que a prova da nossa fé produz paciência e perseverança (v. 3). As provações nos levam a confiar mais em Deus e a desenvolver um caráter maduro, essencial para uma vida cristã autêntica. Nas provações da vida, nossa fé é testada para mostrar a sua genuinidade. Quando Deus chamou a Abraão para viver pela fé, ele o testou com o fim de aumentar a sua fé. Deus sempre nos prova para produzir o melhor em nós; Satanás nos tenta para fazer o pior em nós. As provas da fé provam que, de fato, nascemos de novo. As provações de nossa fé trabalham por nós, e não contra nós, visto que produzem perseverança. A perseverança visa nos levar à maturidade.
2.3 Bênção nas provações.
A LIÇÃO DIZ: Tiago afirma que bem-aventurado é o homem que suporta a provação, porque, depois de aprovado, receberá a coroa da vida que o Senhor prometeu aos que o amam (v. 12). Assim, as provações são oportunidades para receber bênçãos divinas e crescer em intimidade com Deus. A expressão “bem-aventurado o homem” é tipicamente hebraica e designa no Antigo Testamento aquela pessoa, homem ou mulher, que é feliz (NVI) por estar em aliança com Deus. Ele é bem-aventurado porque Deus o disciplina (Jó 5.17; Sl 94.12); porque recebe a bênção da prosperidade da parte do Senhor por meditar e andar em seus caminhos (Sl 1.1; cf. 1.25); porque é justificado pela fé sem as obras da lei (Sl 32.1,2; cf. Rm 4.6–8); porque confia no Senhor e não é desapontado (Sl 34.8; 40.4; 84.5). O Senhor Jesus disse que Pedro era bem-aventurado, quando este declarou por fé a filiação divina de Jesus (Mt 16.17). Da mesma forma, considerou bem-aventurado todo aquele que não se envergonha dele (Lc 7.23). Em Tiago, a bem-aventurança e a coroa da vida é prometida ao homem que suporta a provação. A palavra “coroa” (stephanos) às vezes se refere a uma coroa real, mas é mais frequentemente usada para designar a coroa de louros dada ao atleta vitorioso (veja 1 Co 9.25) e, figurativamente, simboliza glória e honra. É esse último significado que se encaixa melhor aqui. A coroa é o emblema do sucesso espiritual, dado pelo Rei do universo àqueles que mantêm sua fé em meio ao sofrimento e à tentação. A vida deve ser considerada como a identificação da recompensa – “a recompensa que é a vida”. Essa vida, é claro, não é a vida física, mas a vida eterna, o gozo da presença de Deus na eternidade. Apocalipse 2.10, uma palavra de Jesus dirigida aos cristãos sofredores, é muito semelhante ao pensamento aqui: “Seja fiel até a morte, e eu lhe darei a coroa da vida”. Mesmo que suportar uma provação possa levar à morte física, a vida é a recompensa para aqueles que
amam a Deus.

III. SABEDORIA, PROTEÇÃO E CONFIANÇA
3.1 Busque a sabedoria divina (v. 5).
A LIÇÃO DIZ: Tiago afirma que, se alguém tem falta de sabedoria, deve então pedi-la a Deus (v. 5). A sabedoria que vem do alto está revelada na Palavra de Deus, na Bíblia. A sabedoria a que Tiago se refere não é conhecimento intelectual ou teórico, mas sabedoria prática, uso prático do conhecimento de Deus. Quando as tribulações vêm nos testar, a sabedoria nos mostra as decisões certas a tomar. Quando estamos sendo provados, precisamos de sabedoria para não desperdiçar as oportunidades que Deus está nos dando para chegarmos à maturidade. A sabedoria nos ajuda a entender como usar as provas para nosso bem e para a glória de Deus.
3.2 Proteção em meio à violência. (Não será comentado, pois parece estar fora do assunto da lição).
3.2 Incerteza: a marca da pós-modernidade. (Não será comentado, pois parece estar fora do assunto da lição).

IV. O CUIDADO COM O QUE VEMOS E DESEJAMOS
4.1 Atraídos pelo que vemos.
A LIÇÃO DIZ: Temos de ser cuidadosos, pois somos atraídos por aquilo que vemos e desejamos, e o Inimigo usa a atração e o desejo para nos fazer pecar. Devemos estar atentos àquilo que atrai nossos olhos e desejos, pois o Inimigo pode usar isso como armadilha para nos fazer pecar.
Genesis 3.6: Eva viu que a árvore era agradável aos olhos e desejável para obter sabedoria. A visão e o desejo abriram espaço para a tentação e o pecado.
2 Samuel 11.2-4: Davi viu Bate-Seba tomando banho, desejou-a, e isso o levou ao pecado do adultério e assassinato.
Mateus 4.8-9: Satanás mostrou a Jesus todos os reinos do mundo e ofereceu a glória deles, tentando despertar o desejo pela riqueza e poder.
2 Coríntios 11.14: “E não é de admirar, pois o próprio Satanás se disfarça de anjo de luz.” O Inimigo usa o que parece atrativo para nos enganar.
4.2 Desenvolvendo um caráter cristão.
A LIÇÃO DIZ: As tentações, assim como as provações, servem para testar o nosso caráter. Como você reage sob pressão? É fácil ser bondoso com o próximo quando tudo vai bem. Mas e quando os outros nos tratam mal? Quando vêm as tempestades? Como reagimos? A forma como enfrentamos as situações adversas diz muito a respeito da nossa fé e do nosso caráter. O Senhor deseja nos tornar maduros, fortes e completos e, por isso, permite as tentações e as provações. O nosso maior é exemplo é Jesus. Devemos segui-lo e imitá-lo. A Bíblia nos diz: Porque é louvável que, por motivo de sua consciência para com Deus, alguém suporte aflições sofrendo injustamente. Pois, que vantagem há em suportar açoites recebidos por terem cometido o mal? Mas se vocês suportam o sofrimento por terem feito o bem, isso é louvável diante de Deus. Para isso vocês foram chamados, pois também Cristo sofreu no lugar de vocês, deixando-lhes exemplo, para que sigam os seus passos. “Ele não cometeu pecado algum, e nenhum engano foi encontrado em sua boca.” Quando insultado, não revidava; quando sofria, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga com justiça. (1Pe 2.18-23 NVI).
4.3 Padrões modernos.
A LIÇÃO DIZ: O objetivo do Inimigo é nos levar a pecar. Curiosamente, o pensamento pós moderno afirma que não há um padrão de certo e errado no que tange ao comportamento humano. No entanto, a Carta de Tiago nos mostra que, aos olhos de Deus, há sim o certo e o errado. O autor comenta sobre a visão pós-moderna que relativiza conceitos de moralidade, sugerindo que o que é certo ou errado depende da perspectiva individual. O inimigo usa essas ideologias destruidoras para facilitar o processo de gestação do pecado, cegar os homens e cauterizar suas consciências. Todavia, os padrões modernos, nesta questão, são antibíblicos e devem ser rejeitadas.
4.4 Como o crente deve reagir às tentações?
A LIÇÃO DIZ: Ele deve reagir com resistência, buscando por auxílio divino, como afirma Tiago (v. 16). Muitos jovens, nesse momento, estão sendo tentados e, infelizmente, alguns vão acabar cedendo. Mas outros vão resistir. De qual lado você deseja estar? Aqueles que cederem à tentação, certamente vão ter de lidar com o sentimento de culpa, dor e vergonha. Para estes, o único caminho a tomar é o do arrependimento, retornando para Deus (1 Jo 1.9).
Vamos comentar por partes:
• “Ele deve reagir com resistência, buscando por auxílio divino, como afirma Tiago (v. 16).”
a. A resistência ao pecado exige um posicionamento ativo. Em Tiago 4.7, lemos: “Sujeitem-se a Deus. Resistam ao diabo, e ele fugirá de vocês.”
b. A resistência não é feita por nossas forças, mas pelo auxílio divino. Como ensina Efésios 6.10 11, devemos nos fortalecer no Senhor e vestir toda a armadura de Deus para resistir às ciladas do maligno.
• “Muitos jovens, nesse momento, estão sendo tentados e, infelizmente, alguns vão acabar cedendo. Mas outros vão resistir. De qual lado você deseja estar?”
a. A Bíblia reconhece que a tentação é uma realidade para todos, mas há uma escolha entre ceder ou resistir.
b. Sansão e José: Sansão cedeu à tentação de Dalila (Juízes 16), enquanto José resistiu à esposa de Potifar (Gênesis 39). Os resultados foram completamente diferentes: Sansão sofreu as consequências do pecado, enquanto José foi exaltado por sua fidelidade.
c. Pergunte a si mesmo: “De qual lado quero estar? Com os que cedem e enfrentam vergonha e culpa, ou com os que resistem e experimentam a paz de Deus?” Fortaleça sua decisão com oração e cercando-se de influências espirituais positivas.
• “Aqueles que cederem à tentação, certamente vão ter de lidar com o sentimento de culpa, dor e vergonha.”
a. O pecado traz consequências emocionais e espirituais. Em Salmos 32:3-4, Davi descreve o peso da culpa: “Enquanto calei os meus pecados, o meu corpo definhava de tanto gemer, pois dia e noite a tua mão pesava sobre mim.”
b. Porém, Deus não deseja que permaneçamos nesse estado. Ele nos chama ao arrependimento para restaurar a comunhão.
c. Pedro e Judas: Ambos traíram Jesus, mas reagiram de formas diferentes. Pedro se arrependeu e foi restaurado (Jo 21.15-19), enquanto Judas sucumbiu à culpa sem buscar o perdão (Mt 27.3-5).
d. Quando pecarmos, não devemos permitir que a culpa nos afaste de Deus. Em vez disso, devemos reconhecer nossos erros, confessar e buscar restauração. Evite o isolamento espiritual, pois isso alimenta a vergonha.
Não importa o quão grave tenha sido o pecado, Deus sempre está disposto a perdoar quando há arrependimento sincero. Confesse seus erros imediatamente e confie na graça divina.

CONCLUSÃO

Aprendemos que a Carta de Tiago é um guia prático que nos ensina a lidar com as tentações e provações. As tentações devem ser resistidas com a ajuda de Deus e mediante a meditação na sua Palavra. As provações precisam ser vistas como oportunidades de crescimento e fortalecimento da fé. Compreender essas verdades vai nos ajudar a viver uma vida cristã autêntica, em que a fé é continuamente refinada e demonstrada em ações. Em meio às provas e tentações, somos chamados a buscar uma fé autêntica e inabalável, que reflita a verdadeira essência do Cristianismo, sabendo que, em Cristo, somos mais que vencedores.

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Destruição e evacuação em massa: grande incêndio florestal atinge Los Angeles, nos EUA

Um incêndio florestal em rápida expansão e com múltiplos focos atingiu a cidade de Los Angeles, na costa oeste dos Estados Unidos, nesta quarta-feira, 8. O primeiro foco de incêndio atingiu Pacific Palisades, uma área nobre da cidade entre Santa Monica e Malibu, ainda na terça-feira, 7. O Departamento de Bombeiros de Los Angeles a emitir uma ordem de evacuação obrigatória para uma grande região, o que ocasionou a evacuação de mais de 30 mil pessoas. Uma área de pelo menos 1,2 mil hectares (cerca de 1,2 mil campos de futebol) foi consumida pelas chamas em Pacific Palisades. Um segundo incêndio começou próximo a Pasadena, no norte de Los Angeles, e multiplicou de tamanho em poucas horas, atingindo 1 mil hectares. A prefeita de Los Angeles, Karen Bass, afirmou que a expectativa é que as rajadas de ventos na cidade piorem nesta quarta.

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SOMOS CRISTÃOS

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O QUE ESTUDAREMOS?
Nesta lição, veremos o processo de transição entre as ideias e práticas judaicas para a doutrina do Evangelho da graça. Os primeiros cristãos precisaram de sabedoria divina para lidar com essa mudança de perspectiva introduzida pelos ensinamentos de Cristo. Eles não deveriam confundir a Lei de Moisés com a graça. Por essa razão, os apóstolos foram desafiados a estabelecer os limites entre o Judaísmo e o Cristianismo, principalmente o apóstolo Paulo, a fim de que os novos cristãos, judeus e gentios, recebessem a orientação devida para o exercício da fé cristã.

TEXTO ÁUREO – COMPARAÇÃO DE TRADUÇÕES
E Tiago continuou: — A minha opinião é esta: eu acho que não devemos atrapalhar os não-judeus que estão se convertendo a Deus. (At 15.19 NTLH). Antes de olharmos para o texto de Atos 15, será bom considerarmos algo que Paulo escreveu aos Gálatas. Paulo dedicou basicamente a carta inteira de Gálatas à mesma questão que estava sendo discutida no Concílio de Jerusalém, em Atos 15, a ameaça dos assim chamados judaizantes. Rever uma porção de Gálatas nos dará uma visão da importância que Paulo deu ao assunto: Admiro-me de que vocês estejam abandonando tão rapidamente aquele que os chamou pela graça de Cristo, para seguirem outro evangelho que, na realidade, não é o evangelho. O que ocorre é que algumas pessoas os estão perturbando, querendo perverter o evangelho de Cristo. Mas ainda que nós ou um anjo dos céus pregue um evangelho diferente daquele que lhes pregamos, que seja amaldiçoado! Como já dissemos, agora repito: Se alguém lhes anuncia um evangelho diferente daquele que já receberam, que seja amaldiçoado! Acaso busco eu agora a aprovação dos homens ou a de Deus? Ou estou tentando agradar a homens? Se eu ainda estivesse procurando agradar a homens, não seria servo de Cristo. (Gl 1.6–10 NVI). Em seguida, em Gálatas 3, lemos essas palavras do apóstolo:
Ó gálatas insensatos! Quem os enfeitiçou? Não foi diante dos seus olhos que Jesus Cristo foi exposto como crucificado? Gostaria de saber apenas uma coisa: foi pela prática da Lei que vocês receberam o Espírito, ou pela fé naquilo que ouviram? Será que vocês são tão insensatos que, tendo começado pelo Espírito, querem agora se aperfeiçoar pelo esforço próprio? (v. 13).
• A heresia que precisava ser combatida: Alguns homens desceram da Judéia para Antioquia e passaram a ensinar aos irmãos: “Se vocês não forem circuncidados conforme o costume ensinado por Moisés, não poderão ser salvos”. (At 15.1 NVI).
• Os combatentes: Isso levou Paulo e Barnabé a uma grande contenda e discussão com eles. Assim, Paulo e Barnabé foram designados, junto com outros, para irem a Jerusalém tratar dessa questão com os apóstolos e com os presbíteros. (At 15.2 NVI).
• O Concílio: Toda a assembleia ficou em silêncio, enquanto ouvia Barnabé e Paulo falando de todos os sinais e maravilhas que, por meio deles, Deus fizera entre os gentios. (At 15.12 NVI).
• A conclusão: Pareceu bem ao Espírito Santo e a nós não impor a vocês nada além das seguintes exigências necessárias: Que se abstenham de comida sacrificada aos ídolos, do sangue, da carne de animais estrangulados e da imoralidade sexual. Vocês farão bem em evitar essas coisas. “Que tudo lhes vá bem”. (At 15.28,29 NVI).

VERDADE PRÁTICA
O Cristianismo é uma religião de relacionamento pessoal com o Cristo ressuscitado e não um conjunto de regras e ritos.
Devemos entender o significado do termo, legalismo. O comentarista está nos alertando quanto aos seus perigos. Legalismo é a ideia de que, para alcançar a salvação ou a aprovação de Deus, é necessário seguir um conjunto rígido de regras e regulamentos. O Novo Testamento, particularmente nas cartas de Paulo, nos ensina que a salvação vem pela graça de Deus, não pelas obras (Ef 2.8-9). Em outras palavras, embora a vida cristã envolva transformação e mudança moral, ela não é fundamentada em um sistema de rituais ou obrigações externas, mas na obra que Cristo realizou na cruz e na nossa fé nele. A mensagem central deste texto nos chama a considerar se estamos praticando o Cristianismo de maneira genuína e focada em Cristo, ou se estamos mais preocupados com regras externas e rituais. Existe o risco de cairmos em um Cristianismo superficial, que se limita a cumprir regras, enquanto negligenciamos a verdadeira transformação espiritual que vem da vivência de Cristo em nós.
O Cristianismo, em sua essência, é chamado para ser vivido em relacionamento, e é este relacionamento com Cristo, o Cristo ressuscitado, que traz salvação e transformação verdadeira.

I. PREVININDO-SE CONTRA A TENDÊNCIA JUDAIZANTE
1.1 Subindo outra vez a Jerusalém (Gl 2.1,2).
A LIÇÃO DIZ: Catorze anos depois da sua conversão a Cristo, Paulo sobe pela segunda vez a Jerusalém. Essa segunda visita foi por revelação (v. 2; At 11.27-30), não sendo uma convocação pelos apóstolos para prestação de contas. Não podemos confundir essa visita de Paulo com a sua ida ao Concílio de Jerusalém, registrado em Atos 15. Infere-se que a Epístola aos Gálatas foi escrita antes do referido Concílio, pois não há menção dele na carta, visto que o Concílio tratou do mesmo assunto (At 15:5-6). Somando os anos mencionados em Gálatas, podemos afirmar que essa visita aconteceu antes de sua Primeira Viagem Missionária. O texto bíblico que divide opiniões: Catorze anos depois, subi novamente a Jerusalém, dessa vez com Barnabé, levando também Tito comigo. Fui para lá por causa de uma revelação e expus diante deles o evangelho que prego entre os gentios, fazendo-o, porém, em particular aos que pareciam mais influentes, para não correr ou ter corrido inutilmente. (Gl 2.1,2 NVI). Paulo fez cinco viagens a Jerusalém depois de sua conversão. A primeira delas ocorreu três anos após sua conversão (1.17,18; At 9.26), quando passou quinze dias com o apóstolo Pedro e com Tiago (1.18,19). A segunda visita está relacionada ao socorro financeiro que Barnabé e ele levaram aos pobres da Judeia (At 11.29,30; 12.25). A terceira visita tem a ver com o Concílio de Jerusalém para resolver a questão judaizante (At 15.2–29). A quarta visita foi uma passagem muito rápida ao final da segunda viagem missionária e antes da terceira viagem missionária (At 18.22). A quinta e última visita de Paulo a Jerusalém aconteceu quando ele foi levar uma oferta das igrejas da Macedônia e Acaia aos pobres da Judeia, ocasião em que o apóstolo terminou preso (At 21.17). Um dos pontos mais difíceis dessa epístola é identificar se essa viagem de Paulo a Jerusalém foi a segunda ou a terceira. Não há consenso entre os estudiosos sobre essa matéria. Calvino, F. F.Bruce, Duncan, Ellis, Emmet, Hoerber, Knox, Stott são da opinião de que essa viagem é a segunda; porém, outros eruditos do mesmo calibre, como Berkhof, Eerdman, Findlay, Greijdanus, Grosheide, Lightfoot, Rendall, Robertson, Warren Wiersbe, defendem a tese de que se trata da terceira viagem. Há pontos fortes e fracos em ambos os lados. O comentarista se inclina a crer que essa viagem de Paulo a Jerusalém é uma referência à sua segunda e não à terceira visita.
1.2 Objetivo da reunião.
A LIÇÃO DIZ: É bom lembrar que essa reunião não foi um concílio nem um sínodo. É possível que essa segunda visita, por meio de revelação (v. 2), tenha ligação com Ágabo, pois a missão de Paulo, pelo que parece, foi levar donativos para os irmãos pobres da Judeia (At 11.27-30). No versículo 2, Paulo esclarece o motivo de sua visita. Ele não deseja fornecer argumentos aos judaizantes, que poderiam alegar que ele precisava da aprovação dos Doze. Por isso, explica de forma cuidadosa que sua ida a Jerusalém foi uma resposta a uma revelação divina: Deus o havia orientado a ir por meio de uma visão, e ele estava simplesmente obedecendo à direção de Deus, e não buscando conquistar a aprovação de pessoas ou cumprir uma exigência dos apóstolos para validar o seu evangelho. A tese de Paulo é que não havia conflito entre o evangelho da circuncisão e o evangelho da incircuncisão; entre o evangelho pregado entre os judeus e o evangelho pregado entre os gentios; entre o evangelho pregado pelos apóstolos de Jerusalém e o evangelho pregado por ele. A mensagem que Paulo pregou aos crentes da Galácia foi: “Portanto, meus irmãos, quero que saibam que mediante Jesus lhes é proclamado o perdão dos pecados. Por meio dele, todo aquele que crê é justificado de todas as coisas das quais não podiam ser justificados pela Lei de Moisés”. (At 13.38,39 NVI).
1.3 Tito e a circuncisão (v. 5).
A LIÇÃO DIZ: Barnabé era judeu (At 4.36) e seu nome aparece três vezes nesse capítulo (vv. 1, 9, 8); sua presença na reunião em Jerusalém não seria um problema. Tito, no entanto, sendo grego, foi um risco que Paulo correu, mas não foi uma provocação introduzir um incircunciso no seio dos judeus. Os judaizantes queriam que Tito fosse circuncidado. Encontramos no Novo Testamento a compreensão e a tolerância de Paulo com os fracos na fé, a ponto de circuncidar Timóteo, mas ele era judeu, pois sua mãe era judia (At 16.3); no entanto, nessa reunião em Jerusalém, onde expôs o
Evangelho que pregava aos gentios, ele não cedeu nem um pouco, “nem por uma hora” (v. 5). Isso por duas razões: Tito era grego e porque estava em jogo a verdade do Evangelho e o futuro do próprio Cristianismo. Tito foi levado por Paulo como um exemplo de que é possível um gentio ser salvo sem ser circuncidado. Para os judaizantes a presença de um gentio incircunciso na igreja era uma afronta, enquanto para Paulo era a evidência da eficácia da graça e da liberdade do evangelho. Se cedesse à pressão dos judaizantes para circundar Tito, Paulo estaria comprometendo a essência do evangelho. A própria liberdade cristã estaria danificada. Isso seria voltar à escravidão da lei. Mais tarde, Paulo levaria Timóteo à circuncisão (At 16.3). À primeira vista isso parece contraditório, mas há diferenças significativas em relação ao incidente de Tito. Timóteo era judeu (ele tinha uma mãe judia e um pai gentio), e a decisão de Paulo foi motivada não por questões de salvação, mas com o propósito de ministério: Paulo queria que Timóteo fosse aceito pelos judeus com quem e para quem ele ministrava. A questão com Tito era bem diferente. Paulo recusou-se a circuncidar Tito porque isso teria contrariado a natureza livre da lei do evangelho, mas ele circuncidou Timóteo porque, fazendo isso, aprimorou e intensificou seu ministério evangélico nesse contexto. O objetivo de Paulo, na ocasião de Tito, era que “a verdade do evangelho fosse preservada para vocês”, os cristãos gentios em Gálatas. O evangelho de Cristo deve permanecer puro, e nenhum meio externo de salvação, como a circuncisão ou a aderência aos regulamentos mosaicos, pode ser acrescentado a ele. Se práticas religiosas ou observâncias legais se misturarem ao evangelho, ele é
despojado de sua pureza e verdade. Somente o sacrifício expiatório de Cristo na cruz pode ser suficiente, pois só isso tem poder redentor para perdoar nossos pecados e nos reconciliar com Deus. Qualquer outra ação, seja de boas obras, seja de ritos do pacto, irá destruir essa pureza e afastar a obra de Deus na salvação. Em nosso próprio tempo essa ameaça é levada adiante na abordagem igualmente herética da justiça pelas obras para salvação. A salvação não vem por meio de nossas boas ações, mas somente pela crença em Cristo e na cruz (Ef 2.8–9).

II. A TENDÊNCIA JUDAIZANTE NO INICIO DA IGREJA
2.1 O espanto do apóstolo.
A LIÇÃO DIZ: Tão logo Paulo retornou de sua viagem, ficou sabendo que os irmãos da Galácia estavam vivendo outro evangelho, e isso deixou o apóstolo estarrecido e atônito pela rapidez do desvio deles (Gl 1.6). O texto bíblico diz: Admiro-me de que vocês estejam abandonando tão rapidamente aquele que os chamou pela graça de Cristo, para seguirem outro evangelho que, na realidade, não é o evangelho. O que ocorre é que algumas pessoas os estão perturbando, querendo perverter o evangelho de Cristo. (Gl 1.6,7 NVI). Paulo expressa horror ante as notícias perturbadoras que recebeu sobre os gálatas, usando uma expressão de espanto: “Admiro-me”. Nos Evangelhos, esse adjetivo descreve o espanto daqueles que testemunharam os milagres de Jesus, mas aqui Paulo o usa negativamente para transmitir seu choque ao ouvir sobre o abandono deles da verdadeira fé. Quando ele fala dos gálatas “abandonando tão rapidamente”, ele provavelmente quer dizer tão logo após a conversão deles. Eles não estavam simplesmente abandonando os ensinamentos do evangelho de Paulo, mas estavam se afastando “daquele que vos chamou para viver na graça de Cristo” — de Deus Pai, cuja vontade, no versículo 4, levara ao seu resgate do mal. Uma coisa é se afastar de Paulo, outra bem diferente é se afastar de Deus, que em sua misericórdia tinha considerado adequado chamá-los do pecado deste mundo para a graça de Cristo. Embora eles tenham presumido que sua estrita adesão à lei os aproximaria mais de Deus, isso estava gerando o efeito oposto! O principal problema dos gálatas era que, ao serem influenciados pelo judaísmo dos falsos mestres, estavam no processo de “voltar-se para outro evangelho”. Observe o progresso da ação no versículo 6: eles não estavam apenas “se afastando” de Deus, mas “voltando-se para” outro evangelho. Esse “evangelho” dos opositores de Paulo não era verdadeiramente um evangelho, embora estivesse sendo proclamado como tal, e os gálatas estavam começando a aceitá-lo como verdade. Paulo exige que eles percebam que tal evangelho não tem nenhuma conexão com o evangelho de Cristo e que se trata, na verdade, de “outro evangelho”. Esse outro evangelho a que Paulo se refere é o evangelho das obras anunciado pelos judaizantes. A mensagem deles está sintetizada nos seguintes termos: “Se não vos circuncidardes segundo o costume de Moisés, não podeis ser salvos” (At 15.1). Eles não negavam a necessidade da fé em Jesus para a salvação, mas acrescentavam à fé as obras da lei. Para eles, era necessário que Moisés completasse o que Cristo havia feito, ou seja, era preciso acrescentar nossas obras à obra de Cristo, e assim concluir a obra inacabada de Cristo.
2.2 Quem eram os judaizantes (v.4)?
A LIÇÃO DIZ: O termo judaizante vem do verbo grego ioudaizo, que significa “viver como judeu, adotar costumes e ritos judaicos”, e aparece uma única vez no Novo Testamento (Gl 2.14). Eles eram os opositores de Paulo, identificados também como “falsos irmãos” (v. 4). São reconhecidos no capítulo anterior (Gl 1.7) como os que se apresentavam como enviados por Jerusalém, a igreja-mãe. Na verdade, esses homens saíram de Jerusalém por sua própria conta. Tiago negou formalmente as declarações deles, dizendo que não os havia enviado (At 15.24). O termo descritivo “judaizantes” é usado para tratar de um grupo de cristãos judeus que queriam tornar todos os cristãos praticantes do judaísmo. Rejeitando a conclusão do Concílio de Jerusalém em Atos 15, eles continuaram a acreditar que os gentios convertidos ao cristianismo tinham que se tornar judeus antes que pudessem se tornar cristãos. Para eles, ser circuncidados e seguir todos os regulamentos e ordenanças da Torá (a lei mosaica) era necessário para que os cristãos alcançassem a salvação. Na verdade, eles estavam substituindo a cruz pela lei. Substituir o sacrifício expiatório de Cristo na cruz por qualquer outra coisa — mesmo a lei — como a base da salvação é heresia. Isso é extremamente importante para nós hoje, quando muitas das chamadas igrejas estão buscando fontes alternativas — como boas obras ou adesão a certas práticas eclesiásticas — para a salvação. É imperativo que nos concentremos nas verdades cardeais da doutrina cristã e continuemos a lutar a boa luta (1Tm 1.18; 2Tm 4.7) pela sã doutrina (1Tm 1.10; 2Tm 4.3). 2.3 O clima de tensão (vv. 3-5).
A LIÇÃO DIZ: Os judaizantes, chamados de “falsos irmãos”, conseguiram “furar o bloqueio” e entraram sem serem convidados à reunião (v. 4). Eram inimigos da liberdade cristã, do Evangelho, de Paulo e do próprio Cristianismo. O pior de tudo é que essas pessoas estavam infiltradas na igreja e conseguiam até entrar em reuniões apostólicas. Eis o motivo da tensão: Os judaizantes faziam duas coisas: “lançando-os na confusão e […] tentando perverter o evangelho de Cristo”. O primeiro verbo (tarassō) significa “incomodar” ou “perturbar” os outros. Esses indivíduos tinham se tornado agitadores. Eles haviam se infiltrado nas igrejas gálatas, alegando exercer a autoridade dos líderes cristãos judeus em Jerusalém, e trouxeram confusão. Ao fazer isso, estavam tentando “perverter” ou “distorcer” o verdadeiro evangelho da cruz de Cristo. A linguagem de Paulo mostra que eles ainda não tinham tido pleno sucesso, mas estavam no processo de conquistar muitos dos gálatas. Então, as duas principais características dos falsos mestres são que eles estavam perturbando a igreja e modificando o evangelho. Essas duas ações andam juntas. Adulterar o evangelho implica perturbar a igreja. Não se pode tocar o evangelho e deixar a igreja intocada, porque a igreja é criada e vive pelo evangelho. De fato, os maiores perturbadores da igreja (tanto hoje como na época) não são os de fora que se opõem a ela, ridicularizam-na e perseguem-na, mas os de dentro que tentam modificar o evangelho. São eles que a perturbam. Por outro lado, a única maneira de ser um bom cristão da igreja é ser um bom cristão do evangelho. A melhor maneira de servir à igreja é crer no evangelho e pregá-lo.

III. A TENDÊNCIA JUDAIZANTE HOJE
3.1 O mesmo Evangelho (vv. 7-9).
A LIÇÃO DIZ: O Evangelho é um só, não há dois. O Evangelho de Pedro e o de Paulo, também chamado respectivamente de Evangelho da Circuncisão e da Incircunciso, são meras formas de apresentação, pois o conteúdo é o mesmo. Ambos receberam uma incumbência da parte de Deus, mas com audiências diferentes. O compromisso de Paulo era com os gentios; ele foi constituído, por Deus, apóstolo e doutor dos gentios (1 Tm 2.7; 2 Tm 1.11) para pregar aos não judeus (Rm 11.13). O de Pedro era com os judeus, mas a mensagem é a mesma. As diferenças entre o “Evangelho da Circuncisão” e o “Evangelho da Incircunciso” referem-se apenas às audiências específicas para as quais Deus direcionou Pedro e Paulo. Pedro foi enviado aos judeus, enquanto Paulo foi chamado como apóstolo e mestre dos gentios (1 Tm 2.7). Contudo, a essência da mensagem – o chamado ao arrependimento, à fé em Cristo e à graça salvadora de Deus – permanece a mesma. Destaquemos algumas lições preciosas para a vida cristã:
• A Centralidade de Cristo: Pedro e Paulo tinham contextos diferentes, mas ambos apontavam para o mesmo Salvador. Cristo é o centro de nossa vida e de nosso testemunho, independentemente do ambiente em que Deus nos coloca.
• A Soberania de Deus nos Chamados: Deus escolheu Pedro e Paulo para missões específicas, conforme sua vontade. Portanto, devemos reconhecer que cada um de nós tem um papel único no plano de Deus, mas todos compartilhamos a mesma missão de proclamar o Evangelho.
• A Unidade na Diversidade: Embora haja diversidade nos métodos e abordagens, a mensagem do Evangelho une todos os crentes.
3.2 O perigo da doutrina judaizante.
A LIÇÃO DIZ: Os apóstolos viam em tudo isso dois problemas sérios: ameaça à liberdade cristã e o perigo de o Cristianismo se tornar uma mera seita judaica. Os cristãos judaizantes alteravam o cerne do Evangelho, pois colocavam a Lei como complemento da obra que Jesus efetuou no Calvário. Era, de fato, “outro evangelho”, por isso o apóstolo Paulo os amaldiçoou (Gl 1:8-9). Na verdade, quem tem o Espírito Santo vive pelo Espírito. Então, contra a tendência judaizante, é preciso aprender a viver na dependência do Espírito e não da Lei, lutando contra os vícios da carne e buscando as virtudes do fruto do Espírito. As doutrinas judaizantes representavam uma ameaça grave porque distorciam o cerne do Evangelho. A graça, que é o fundamento da nossa salvação, era substituída por um legalismo que tentava misturar a obra redentora de Cristo com as exigências da Lei mosaica. Isso, conforme o apóstolo Paulo deixou claro, constituía “outro evangelho” – um falso evangelho que não podia salvar (Gl 1.6-9). Os apóstolos, especialmente Paulo, foram claros ao defender a liberdade que Cristo conquistou para os crentes. Em Gálatas 5.1, Paulo declara: “Foi para a liberdade que Cristo nos libertou. Portanto, permaneçam firmes e não se deixem submeter novamente a um jugo de escravidão.” A liberdade cristã não é uma licença para pecar, mas uma libertação da condenação da Lei e da escravidão do legalismo. Essa tentativa de mesclar a graça de Cristo com as exigências da Lei era, em essência, uma negação da suficiência do sacrifício de Jesus. Outro grande risco das doutrinas judaizantes era transformar o Cristianismo em uma mera extensão ou seita do Judaísmo. O Evangelho é universal. Ele não pertence a uma etnia, cultura ou tradição específica. Em Cristo, Deus rompeu as barreiras que separavam judeus e gentios, fazendo de ambos um só povo (Ef 2.14-16). Transformar o Cristianismo em uma mera extensão do Judaísmo seria um retrocesso no plano redentor de Deus. Em nossos dias, precisamos ter cuidado com movimentos que tentam acrescentar ao Evangelho práticas culturais, rituais ou tradições que obscurecem a simplicidade e a suficiência da fé em Cristo.
Isso não significa desvalorizar as raízes históricas da nossa fé, mas sim proteger a centralidade de Jesus em todas as coisas.
3.3 As práticas judaizantes atuais.
As práticas judaizantes atuais representam um desvio da simplicidade e suficiência do Evangelho. Embora seja legítimo estudar e valorizar as raízes judaicas do Cristianismo, isso não deve levar à adoção de práticas que obscurecem a graça de Cristo.
• Redescoberta das Festas Judaicas no Cristianismo Evangélico. Muitos movimentos cristãos modernos, influenciados por grupos judaizantes, têm adotado as festas judaicas como práticas obrigatórias ou espiritualmente superiores. Embora essas festas tenham significado histórico e profético (como em Levítico 23), sua observância não é exigida no Novo Testamento. Paulo adverte sobre isso em Colossenses 2.16-17, dizendo que tais práticas eram “sombra das coisas que haviam de vir”, mas a realidade é Cristo.
• Uso de Elementos Judaicos nos Cultos Cristãos. O uso de itens como o kipá, talit, shofar e menorás tornou-se comum em alguns círculos cristãos, como forma de conexão com as “raízes hebraicas” da fé. Embora esses elementos tenham valor cultural e simbólico, sua adoção em contextos cristãos pode gerar confusão teológica e dar a impressão de que são necessários para uma adoração “mais completa” ou “mais verdadeira”, o que contraria o ensino do Novo Testamento.
• A Imposição do Sábado como Dia de Adoração Exclusiva. Muitos grupos judaizantes enfatizam a guarda do sábado como obrigatório para os cristãos. O sábado, que era sombra dos bens futuros em Cristo, foi abolido com a chegada do Novo Concerto (Hb 8.7-13; Os 2.11): “Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados, que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo” (Cl 2.16,17). Jesus, portanto, é quem nos propícia o verdadeiro repouso (Hb 4.9).
• Terminologias Judaicas e a Rejeição de Termos Cristãos. Muitos grupos adotam exclusivamente termos hebraicos, como Yeshua em vez de Jesus, ou Adonai em vez de Senhor, sob o pretexto de “retomar as origens”. Embora o uso do hebraico não seja em si um problema, essa exclusividade pode desviar o foco da universalidade do Evangelho e criar divisões desnecessárias na Igreja, que é composta por pessoas de todas as línguas e nações.

CONCLUSÃO
O cristianismo teve origem no contexto judaico e deste recebeu uma rica herança teológica e ética. Haja vista o próprio Cristo. Nascido “conforme a lei” (Gl 4.4), cresceu e viveu dentro da cultura judaica (Lc 2.40-43). Durante o seu ministério, reconheceu as Escrituras Hebraicas e a autoridade de Moisés (Mc 7.13; Lc 5.14). Todavia, não pregou costumes judaicos; seus apóstolos não judaizaram o mundo. O apóstolo Paulo, discursando no Areópago, não deu uma aula sobre as quatro letras hebraicas que, no Antigo Testamento, formam o nome de Jeová. Sua preocupação era pregar a principal mensagem do cristianismo: a ressurreição de Jesus (At 17.31).

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Como João Pessoa foi de capital ‘esquecida’ a nova ‘queridinha’ do verão do Nordeste

“Os turistas vão para Recife e pulam direto para Natal.”

Era isso que a professora Adriana Brambilla dizia até pouco tempo atrás a seus alunos do curso de Turismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em João Pessoa.No meio do caminho de um dos trechos mais movimentados do litoral do Nordeste, a capital paraibana era conhecida pela tranquilidade, praias vazias e uma orla de prédios baixos com pequenos hotéis.“João Pessoa não chamava atenção nacionalmente. Por muitos anos, ficamos de lado”, diz Brambilla, coordenadora do Grupo de Cultura e Estudos em Turismo (GCET) da UFPB.Mas quem visita a cidade hoje pouco vai encontrar da João Pessoa “esquecida” de décadas atrás.Novos prédios de luxo surgem por todos os lados, beach clubs ocupam o litoral e a rede hoteleira só cresce.Ao mesmo tempo, o trânsito tem começado a dar um nó, atrações como bancos de corais e de areia no meio do mar cristalino estão lotadas e restaurantes se enchem de filas.Nas redes sociais, pessoenses têm feito centenas de vídeos e comentários (em geral, em tom de brincadeira) pedindo para os turistas se afastarem da cidade.“Não cabe mais ninguém”, escreve uma moradora num vídeo que mostra um engarrafamento no TikTok. Ao que tudo indica, porém, a procura vai aumentar.

Em sua recém-divulgada lista anual dos dez destinos em alta no mundo, a Booking.com, uma das maiores plataformas de reservas do turismo global, João Pessoa é colocada em terceiro lugar.“Estará no topo da lista de todos em 2025”, diz a projeção.A capital paraibana ficou atrás apenas de Sanya, considerada o “Havaí chinês”, e Trieste, na costa italiana do mar Adriático.

Vista aérea de piscinas naturais formadas por corais em joão pessoa

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Piscinas naturais como Picãozinho atraem turistas em João Pessoa

Na alta temporada que vai de dezembro a fevereiro, a prefeitura projeta uma ocupação hoteleira de quase 100%. E a Paraíba foi o Estado que mais cresceu na preferência dos brasileiros nesta atual temporada de verão, segundo pesquisa divulgada pelo Ministério do Turismo. Nos próximos três anos, a expectativa é de que a cidade ganhe mais de 10 mil novos leitos com os hotéis em construção. E, até novembro deste ano, o Aeroporto Castro Pinto, em João Pessoal, registrou um aumento de 13,3% no movimento de passageiros

No entanto, o “inchaço” em João Pessoa não vem apenas do turismo.

A cidade também foi uma das que mais ganhou população no Brasil nos últimos anos, segundo o censo de 2022. Foram 110 mil novos moradores em 12 anos (censo de 2010), um aumento de 15,3% — o maior salto entre as 20 cidades mais populosas do país. Muitos desses novos residentes — entre aposentados e profissionais que podem trabalhar à distância — conheceram a cidade justamente em viagens, como mostraram diversas reportagens na imprensa paraibana.

boom tardio

Se as atrações naturais de João Pessoa sempre estiveram ali, por que só nos últimos anos aconteceu o boom turístico? Na visão do ex-secretário de Turismo da capital paraibana Roberto Brunet (2012-2014), a demora se deve principalmente a uma falta de prioridade de políticas públicas estadual e municipal no setor, em comparação a outros destinos nordestinos próximos. É como se João Pessoa tivesse se deixado ofuscar diante de cidades de porte historicamente maior, como Recife, ou que viu primeiro no turismo uma oportunidade de crescimento, como Natal, que encheu as paredes e folhetos de agências de turismo com fotos do famoso Morro do Careca desde os anos 1990. “A cidade não tinha visibilidade” e o “turismo era regional”, avalia Brunet, que também é ex-presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav) e empresário do setor.

Orla de João Pessoa

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Lei de zoneamento impede prédios altos na orla de João Pessoa, mas logo atrás são erguidos alguns dos maiores edifícios do Brasil

Vale lembrar também que João Pessoa brigou durante muito tempo para ter o protagonismo dentro da própria Paraíba. Até meados do século 20, Campina Grande chegou a ser a cidade mais populosa do Estado e manteve forte sua influência política e comercial na região. Nos anos 1990, quando Brunet tinha uma agência em João Pessoa, eram muito populares os passeios de um dia de turistas que estavam hospedados em Natal ou Pipa, no Rio Grande do Norte, e no Recife e em Porto de Galinhas, em Pernambuco. O que se vê hoje, na avaliação da professora Adriana Brambilla, é uma João Pessoa alcançando “um novo patamar”, consequência de vários fatores, como uma campanha de marketing bem feita do setor público, que passou a vender melhor o destino, e o avanço da iniciativa privada, especialmente na área de construção civil. Para o ex-secretário de Turismo Brunet, a capital paraibana também conseguiu aproveitar, especialmente após a pandemia de covid-19, um movimento comum no mercado do turismo em qualquer lugar do mundo: o fator novidade. “As pessoas cansam de ficar repetindo destino turístico. E, nessa região do Nordeste, ficava concentrado apenas em Pipa, Porto de Galinhas, Maceió, Fortaleza e Natal”, diz Brunet. “Então, aparece uma cidade como João Pessoa, com potencial turístico e gastronômico, como uma novidade no mercado nacional. Hoje, só se fala daqui”, completa. O papel das redes sociais também é visto como fundamental. Entre turismólogos, costumava-se dizer que, em média, a cada visitante satisfeito com uma cidade visitada, seis pessoas eram atingidas pelo relato na volta para casa.

“Agora, com as redes, isso se multiplica para milhares”, diz a professora Brambilla, da UFPB.De Parahyba a João Pessoa. O nome da capital paraibana, que antes de 1930 era Parahyba, é motivo de discussão. MPara alguns, o nome anterior deveria ser retomado, como forma de resgatar a identidade local. A mudança aconteceu após o assassinato do governador paraibano João Pessoa, em 1930, em Pernambuco – episódio considerado estopim para a tomada de poder por Getúlio Vargas, que havia tido João Pessoa como concorrente a vice em sua chapa. ,Em dezembro de 2024, no entanto, a Assembleia Legislativa da Paraíba aprovou uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que oficializou o nome da capital como “João Pessoa”, em substituição a uma previsão de realizar um plebiscito sobre o tema. A nova redação, lida como forma de encerrar a discussão sobre a mudança do nome da capital, entrou em vigor na sexta-feira (3/1).

Aprender com erros?

É num cenário de rios, mata atlântica e falésias à beira-mar que construções em escala monumental começam a despontar no horizonte de João Pessoa. São parques aquáticos, resorts, shopping e uma roda-gigante que vão encher o até então pouco explorado extremo sul da capital paraibana, onde fica ponto mais oriental da América continental. É o chamado Polo Turístico de Cabo Branco, projeto atual do governo da Paraíba inspirado num plano do fim dos anos 1980 e chamado de “maior complexo turístico planejado do Nordeste”.

Foto aérea de avenida rodeada por mata e uma construção

Governo da Paraíba
Região pouco explorada será tomada por resorts e parques nos próximos anos, em João Pessoa

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Apresentadores demitidos terão de aceitar condição indesejada para voltar à TV

Não foram apenas repórteres, produtores, diretores e editores os demitidos por grandes emissoras no fim de 2024. Apresentadores renomados também perderam o emprego. O principal motivo: baixa audiência. A decadência no Ibope dificulta o trabalho do departamento comercial. Anunciantes pedem descontos generosos no preço dos espaços comerciais ou simplesmente migram seus investimentos publicitários para atrações com índices maiores. Principal estrela dos domingos da Record por vários anos, Rodrigo Faro deixou a emissora após ver o seu ‘Hora do Faro’ perder competitividade e ficar frequentemente atrás do ‘Domingo Legal’, de Celso Portiolli, no SBTAinda no canal da Barra Funda, a grande promessa Rachel Sheherazade ficou apenas 4 meses no ar com o ‘Domingo Record’. Na emissora de Silvio Santos, a baixa mais sentida foi a de Raul GilNem a poderosa Globo deixou de realizar dispensas. Não renovou com Galvão Bueno devido ao alto salário do locutor esportivo. Aliás, todos os apresentadores que começaram 2025 sem novo destino profissional acertado terão de aceitar uma condição desfavorável para voltar ao ar. Agora, as redes de TV oferecem valores bem menores. Dificuldades financeiras produziram um choque de realidade nas propostas a jornalistas e artistas. Esqueça os salários fixos acima de R$ 1 milhão. Quem consegue metade desse valor já está no lucro. José Luiz Datena, por exemplo, aceitou receber menos do que ganhava na Band para assumir o ‘Tá na Hora’ no SBT. O que pode aumentar a renda dos apresentadores são os cachês das ações de merchandising feitas nos programas. A busca incessante das emissoras por redução de despesas afeta também aqueles comunicadores que estão empregados. Houve quem teve de aceitar a renovação do contrato sem nenhum reajuste. Diante da situação complicada do mercado de TV, com poucas oportunidades de recolocação aos apresentadores, melhor ter um salário ‘congelado’ do que ficar sem nenhum.

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Fundeb tem estimativa de R$ 325,5 bilhões para 2025; veja alocação dos recursos

Por meio da Portaria Interministerial nº 14/2024, os Ministérios da Educação (MEC) e da Fazenda (MF) publicaram as estimativas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) para este ano. O fundo será de R$ 325,5 bilhões, o que representa um aumento de R$ 19,8 bilhões em relação a 2024. Segundo o MEC, o montante corresponde a 6,48% de acréscimo no financiamento da educação básica.

De acordo com estimativas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao MEC, a receita do Fundeb em 2025 será integrada por R$ 269 bilhões provenientes das contribuições dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, além de R$ 56,5 bilhões de complementação federal. O MEC aponta que a complementação federal será expandida em R$ 7,7 bilhões, correspondendo a 15,8% a mais em relação ao ano anterior.  Segundo o ministro da educação, Camilo Santana, com o financiamento maior, a Pasta valoriza ainda mais os professores e melhora a infraestrutura das escolas. A Pasta aponta, ainda, que um dos principais focos do fundo é a valorização dos profissionais da educação, com um mínimo de destinação de 70% dos recursos a despesas de pessoal. O restante, de até 30%, deve ser aplicado pelas esferas federativas em atividades de manutenção e desenvolvimento do ensino (MDE), com vistas a melhorar a infraestrutura das escolas e a qualidade do ensino. 

Implementado a partir de 2021, o novo Fundeb prevê uma complementação federal progressiva até alcançar 23% do total das receitas, de acordo com a legislação. Neste ano, o percentual de complementação federal será de 21%, distribuído em três modalidades. Confira:

  • Valor Anual por Aluno (Vaaf), com R$ 26,9 bilhões;
  • Valor Anual Total por Aluno (Vaat), com R$ 24,2 bilhões;
  • Valor decorrente da complementação do Valor Aluno Ano Resultado (Vaar), com R$ 5,4 bilhões. 

O Fundeb é um fundo especial, de natureza contábil e de âmbito estadual, composto por recursos que vem de impostos e das transferências dos estados, Distrito Federal e municípios vinculados à educação.

Confira abaixo os principais números e estimativas do Fundeb para 2025: 

  • Contribuição federativa (estados, DF e municípios): R$ 269.030.218.397,26 
  • Complementação do Vaaf: R$ 26.903.021.839,73 
  • Complementação do Vaat: R$ 24.212.719.655,75 
  • Complementação do Vaar: R$ 5.380.604.367,94 
  • Complementação total da União: R$ 56.496.345.863,42 
  • Receita total do Fundeb: R$ 325.526.564.260,6
  • Total de matrículas consideradas: 38.870.540 
  • Vaaf-MIN: R$ 5.447,98 
  • Vaat-MIN: R$ 8.006,05 
  • Entes habilitados (complementação do Vaaf): 1.859 
  • Entes habilitados (cálculo do Vaat): 5.561 
  • Entes habilitados (condicionalidades do Vaar): 3.026 
  • Entes que evoluíram nos indicadores do Vaar: 2.837 
  • Estados beneficiários (complementação do Vaaf): 10 
  • Municípios beneficiários (complementação Vaaf): 1.849 
  • Entes beneficiários (complementação Vaat)*: 2.359 
  • Entes beneficiários (complementação Vaar): 2.837
  • O significado da (palavra Vaar (Valor anual total por Aluno )

*São beneficiários da complementação Vaat somente os entes cujo valor do Vaat é inferior ao Vaat-MIN  ‘As estimativas publicadas por meio da Portaria serão atualizadas a cada quatro meses, contados a partir de 31 de dezembro de 2024, conforme determina a lei de regulamentação do novo Fundeb. A ideia é manter os valores atualizados e otimizar a aplicação dos recursos.

” Os escravos professores será que estão inclusos nesta dinheirama toda?????????”

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LDO 2025: Vetos à lei incluem trechos sobre emendas parlamentares e Fundo Partidário

O presidente Lula sancionou, com 35 vetos, a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2025, mas a lei orçamentária deste ano só será votada na volta do recesso parlamentar, em fevereiro. Apesar do adiantamento da votação, que ocorreu por conta das prioridades do Congresso no fim de 2024, o andamento da máquina pública este ano não será prejudicado, já que a aprovação da LDO garante essa continuidade.  No projeto aprovado pelo presidente não há metas específicas para 2025, por isso, serão seguidas as prioridades genéricas, que estão previstas no Plano Plurianual (PPA) para 2024-2027, como:

  • combate à fome e redução das desigualdades;
  • educação básica;
  • saúde;
  • Programa de Aceleração do Crescimento — Novo PAC;
  • neoindustrialização, trabalho, emprego e renda;
  • combate ao desmatamento; e
  • enfrentamento da emergência climática.

35 vetos

Entre os vetos mais importantes ao projeto enviado para o Executivo está o ao trecho que limitava a possibilidade de bloqueio ou contingenciamento às emendas parlamentares não impositivas. Segundo justificativa do Planalto, o trecho foi vetado pois contraria decisão do STF ao não prever expressamente as duas modalidades de emendas: individuais e de bancadas. Outro trecho importante que foi vetado pelo Executivo diz respeito ao Fundo Partidário. O projeto que saiu do Congresso previa que os valores destinados ao Fundo deveriam crescer na mesma proporção da arrecadação fiscal. Mas esse trecho vem de encontro ao novo arcabouço fiscal e também ao interesse público, justificou o Planalto.

Meta fiscal e novo salário mínimo

No texto aprovado pelo presidente Lula, a meta fiscal é considerada “neutra” e a meta de zerar o déficit primário este ano está mantida. Mas há uma margem de tolerância de 0,25% do produto interno bruto (PIB) para mais ou para menos. Essa margem corresponde a um déficit ou superávit de até R$ 30,9 bilhõesJá o novo valor do salário mínimo ficou em  R$ 1.518 graças a um decreto presidencial que suplantou o valor inicial previsto pela LDO, que era de R$ 1.502. 

“O salário mínimo e insignificante diante de inflação galopante. Agora as emendas parlamentares que são varias  e Fundo Partidário que foi de R$ 8,5 bilhões para o fundo partidário, vocês pode ver todos os detalhes no site da câmara do deputados e as emendas parlamentares?????? Enquanto isto as pobreza ficar só no desejar e no sofrimento como sempre.

Fonte: Brasil 61

Saúde: adesão para retomada de obras do PAC prorrogada até 17 de janeiro

Um novo prazo foi aberto para que gestores municipais e estaduais possam assinar o Termo de Repactuação para Retomada de Obras na Saúde (TRR), que faz parte do Novo PAC, até o próximo dia 17 de janeiro. A ampliação do prazo deve garantir que 100% dos estados que estão aptos para essa etapa possam concluir o cadastro, garantindo o término das obras e o acesso da população à saúde. O investimento previsto para esta etapa será de mais de R$ 353 milhões, recursos que devem ser suficientes para garantir a conclusão de obras importantes para a saúde pública, entre elas, as de 137 Academias de Saúde, 10 Centros de Atenção Psicossocial (Caps), três Centros de Parto Normal (CPN), cinco Centros Especializados em Reabilitação (CER), três oficinas ortopédicas, 808 Requalifica Unidades Básicas de Saúde (UBS), quatro unidades de acolhimento, 28 Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e duas Unidades Neonatais (Utin).

Onde fazer o cadastro

A regularização dos cadastros pode ser feita de duas maneiras: pelo Sistema de Monitoramento de Obras (SISMOB) ou pelo InvestSUSAlém de ser uma oportunidade para que obras paradas sejam concluídas, o programa Retomada de Obras na Saúde também oferece, para as obras já concluídas com recursos próprios, a regularização da situação no SISMOB. Dessa forma, os gestores poderão ser ressarcidos dos valores já pagos. Segundo informações do Ministério da Saúde, 153 das 203 obras que aderiram à repactuação já estão com o Termo assinado e aptas a começarem o processo de licitação e receber os recursos federais.

Suporte

Em caso de dúvidas, os gestores terão suporte pelo WhatsApp (61) 3315-2223, e-mail e ainda pelo site oficial do programa, onde poderão tirar dúvidas e agilizar as atividades.

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Bolsa Família começa a cair em janeiro e valor surpreende titulares

Disponível para as famílias brasileiras de baixa renda, o programa do Bolsa Família realiza pagamentos periódicos para os cidadãos brasileiros que vivem em situação de vulnerabilidade social e econômica. Em janeiro, o pagamento que é realizado pelo Governo Federal já tem data para começar a ser depositado. No entanto, o valor a ser disponibilizado tem surpreendido alguns beneficiários.

Bolsa Família começa a cair em janeiro e valor surpreende titulares. 

Apesar das expectativas dos beneficiários por um eventual reajuste no valor disponibilizado pelo programa no ano de 2025, Bolsa Família manterá o valor mínimo de R$ 600. O pagamento continuará a ser depositado na conta da poupança social do Caixa Tem. Dessa forma, é essencial que as famílias tenham acesso ao aplicativo para realizar a movimentação financeira do benefício. Em dezembro de 2024, algumas famílias puderam contar com um adicional liberado por meio do programa do Vale Gás. No entanto, em janeiro deste ano o adicional não será liberado. A suspensão acontece porque, de acordo com a especialista do FDR, Laura Alvarenga, o benefício tem um pagamento bimestral. Dessa forma, o valor só voltará a ser depositado no mês de fevereiro.

Apesar disso, as famílias poderão contar com outros adicionais. Isso porque o Bolsa Família disponibiliza alguns pagamentos extras como forma de auxiliar as famílias brasileiras que vivem diferentes realidades. Para saber se poderá ser contemplado é preciso que a família mantenha a inscrição no CadÚnico atualizada e confira as regras de cada adicional.

Veja a lista completa de adicionais do Bolsa Família disponíveis em 2025:
Benefício de Renda de Cidadania: adiciona R$ 142 por membro da unidade familiar;
Benefício Complementar: complementa o pagamento de famílias cuja soma dos benefícios não atinja o valor de R$ 600;
Benefício Primeira Infância: libera R$ 150 mensais para cada criança de zero a sete anos;
Benefício Variável Familiar: paga uma parcela extra mensal de R$ 50 para gestantes e jovens de 7 a 18 anos;
Benefício Variável Familiar Nutriz: paga um extra de R$ 50 para cada integrante com até sete meses de idade;
Benefício Extraordinário de Transição: disponível até maio de 2025. Garante que nenhum beneficiário receba quantidade inferior à concedida no Auxílio Brasil.

dr.

Cartões de crédito e Pix começam a ser fiscalizados pela Receita; veja o que muda

Cartões de crédito e Pix começam a ser fiscalizados pela Receita; veja o que muda. (Imagem:  Jeane de Oliveira/ FDR) A partir deste ano, a Receita Federal passará a receber relatórios semestrais tanto das operadoras de cartão de crédito quanto das instituições de pagamento. De acordo com a especialista do FDR, Laura Alvarenga, isso inclui empresas como varejistas de grande porte, bancos virtuais e carteiras digitais.

O relatório enviado a cada seis meses para o órgão federal deverá levar informações sobre os pagamentos realizados tanto por pessoas físicas quanto por empresas. No entanto, no caso das pessoas físicas, a informação precisará ser divulgada quanto a transação for superior a R$ 5 mil. Já no caso das empresas, deverão ser informadas as operações que superarem o valor de R$ 15 mil.

Entenda como o envio de dados do cartão de crédito e do PIX podem te afetar:

Atualmente, a Receita Federal já recebe esse tipo de informação em alguns casos; Isso porque os bancos tradicionais, sejam públicos e privados, já precisam realizar essa comunicação; No entanto, com a ampliação da obrigação para outras instituições, novos dados deverão ser incorporados as informações obtidas pela Receita Federal; Dessa forma, as eventuais irregularidades envolvendo a falta de comunicação de rendimentos se tornarão rastreáveis com maior facilidade; Com isso, é essencial que os contribuintes se mantenham atentos, especialmente para evitar cair na malha fina. “As medidas visam aprimorar o controle e fiscalização das operações financeiras, garantindo uma maior coleta de dados. Além disso, reforçam os compromissos internacionais do Brasil no âmbito do Padrão de Declaração Comum (CRS), contribuindo para o combate à evasão fiscal e promovendo a transparência nas operações financeiras globais”, afirmou a Receita Federal por meio de nota oficial.

Neste vídeo o colaborador do FDR, Ariel França, traz informações sobre cuidados necessários no uso do cartão de crédito. Confira:

fdr.

QUANDO AS HERESIAS AMEAÇAM A UNIDADE DA IGREJA

EM DEFESA DA FÉ CRISTÃ
Combatendo as Antigas Heresias que se Apresentam com Nova Aparência

 

 

 

 

 

O QUE ESTUDAREMOS?
Neste trimestre, nos aprofundaremos no estudo das heresias e seitas que desafiaram a Igreja Primitiva. Embora originadas no passado, essas doutrinas equivocadas continuam a ressurgir sob novas formas no contexto atual da Igreja. Diante desse desafio, cabe à Igreja defender a sã doutrina, refutar os falsos ensinamentos e proteger a integridade da fé cristã contra qualquer ameaça. Vamos juntos aprender a Palavra de Deus.

TEXTO ÁUREO – COMPARAÇÃO DE TRADUÇÕES
Amados, embora planejasse escrever-lhes com todo empenho sobre a salvação que compartilhamos, entendo agora que devo escrever a respeito de outro assunto e insistir que defendam a fé que, de uma vez por todas, foi confiada ao povo santo. (Jd 3 NVT). A intenção inicial de Judas era escrever acerca da gloriosa salvação que é um bem comum dos
cristãos. O Espírito de Deus, porém, o influenciou de tal modo que Judas sentiu a necessidade de uma mudança de direção. Não bastava redigir um simples texto doutrinário; seus leitores precisavam ser fortalecidos por meio de um apelo enérgico. Deviam ser exortados a batalhar diligentemente, pela fé. Batalhamos com diligência pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos. Preste atenção: A fé nos foi entregue de uma vez por todas. O corpo doutrinário está completo, o cânon está fechado e nada mais pode ser acrescentado. “Se é novidade, não é verdade; se é verdade, não é novidade”. Quando um mestre afirma ter recebido uma revelação superior ou adicional àquela que se encontra na Bíblia, devemos rejeitá-la de imediato. A fé foi entregue uma vez por todas e não precisamos nem devemos aceitar nada mais. Esta é nossa resposta aos líderes de seitas e a seus livros que arrogam autoridade semelhante à das Escrituras.

VERDADE PRÁTICA
Heresias são crenças e práticas contrárias ao pensamento bíblico que distorcem os pontos principais da doutrina bíblica. No ponto três, conceituaremos de forma mais completa o termo “heresia”. No entanto, é oportuno fazer a seguinte observação: A palavra “heresia”, em seu sentido mais comum, não se refere apenas a pensar diferente, mas a divergir daquilo que a Bíblia apresenta como verdade. Por isso, é necessário cautela ao rotular uma pessoa ou igreja como herege. Nenhuma denominação religiosa é a proprietária exclusiva da verdade; essa autoridade pertence à Bíblia.
Divergências doutrinárias podem ocorrer, especialmente em pontos considerados secundários, e isso não torna alguém automaticamente herege. É importante distinguir entre diferenças legítimas de interpretação e desvios que realmente contradizem as Escrituras. Assim, antes de chamar alguém de herege ou classificar uma igreja como seita, o critério de
avaliação deve ser a Bíblia, e não as tradições ou crenças particulares da nossa própria comunidade de fé.

I. AS AMEAÇAS DOS LOBOS VORAZES
1.1 Os cuidados pastorais (At 20.28).
A LIÇÃO DIZ: Os “anciãos” mencionados no versículo 17 são chamados de bispos nessa passagem e, ao dizer que eles foram constituídos pelo Espírito Santo para “apascentardes a igreja de Deus”, mostra que eles são pastores. A função primordial do pastor é alimentar, guiar e proteger o rebanho (Lc 15.4-6). O Novo Testamento emprega essa metáfora ao tratar o relacionamento entre pastor e rebanho na igreja. A exortação apostólica aos líderes da igreja visa proteger os irmãos e as irmãs das heresias e guiar todos na verdade do Evangelho. Esse cuidado aparece nos ensinos de Jesus (Mt 7.15-20).
Primeiro, o texto:
Cuidem de vocês mesmos e de todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo os colocou como bispos, para pastorearem a igreja de Deus, que ele comprou com o seu próprio sangue. (At 20.28 NVI). Segundo, o contexto: Atos 20 relata a terceira viagem missionária do apóstolo Paulo. O propósito de Paulo nessa viagem não foi plantar igrejas, mas formar obreiros para a seara do Senhor, servir no campo da educação cristã. Ele criou uma escola teológica em Éfeso. A mensagem de Atos 20 foi dirigida, originalmente, aos lideres de Éfeso e continua valendo para todos os cristãos em todos os lugares e em todas as épocas. (SOARES, 2024, p. 16). Todavia, o contexto também é de despedida. Paulo está reunido com os presbíteros de Éfeso para transmitir-lhes suas últimas instruções. Por fim, vamos a uma breve explicação:
• Em primeiro lugar, Paulo dá um encargo aos presbíteros efésios, que devem assumir as responsabilidades pastorais na igreja local. Ele começa por lhes dizer que cuidem de si mesmos, ou seja, eles devem ser exemplos espirituais para os membros da igreja.
a. O líder precisa cuidar de si mesmo antes de cuidar do rebanho de Deus.
b. O líder precisa cuidar de si mesmo para não praticar o que condena.
c. O líder precisa cuidar de si mesmo para não cair em descrédito.
• Em segundo lugar, os presbíteros têm a tarefa de cuidar das necessidades espirituais de “todo o rebanho”. A expressão “pastorear”, conforme Strong, significa: apascentar, cuidar, nutrir, proteger, suprir o necessário para as necessidades da alma. Dessa forma, entre outras coisas, é responsabilidade dos líderes nutrir a igreja com a Palavra de Deus e protegê-la dos falsos mestre e de suas perniciosas heresias.
1.2 “Depois da minha partida” (v.29).
A LIÇÃO DIZ: Essa expressão é uma palavra profética, pois o apóstolo não está apenas se referindo à sua morte, mas também ao avanço dos hereges no seio da igreja depois do período apostólico, no futuro. Paulo usa uma linguagem metafórica para identificar os falsos doutrinadores, “lobos cruéis” ou “lobos vorazes” (v. 29 – Nova Almeida Atualizada – NAA).
Primeiro, o texto:
Sei que, depois da minha partida, lobos ferozes penetrarão no meio de vocês e não pouparão o rebanho. (At 20.29 NVI). Em segundo lugar, destaca uma síntese das principais heresias que assolaram a igreja primitiva:
Gnosticismo (século II): Liderado por Valentim, pregava que o mundo material foi criado por um Demiurgo inferior e a salvação era obtida pelo conhecimento secreto (gnose).
Docetismo (século I): Defendido por Cerinto, afirmava que Jesus apenas parecia ter um corpo físico, negando sua encarnação verdadeira.
• Marcionismo (por volta de 144 d.C.): Fundado por Marcion de Sinope, fazia uma separação radical entre o Deus do Antigo Testamento (julgamento) e o do Novo Testamento (amor), rejeitando o Antigo Testamento.
Montanismo (por volta de 156-157 d.C.): Liderado por Montano, enfatizava a revelação contínua do Espírito Santo e práticas ascéticas rigorosas, pregando a iminência do fim dos
tempos.
• Arianismo (início do século IV): Propagado por Ário, negava a coeternidade de Jesus com Deus Pai, afirmando que Jesus era uma criação divina, inferior ao Pai.
• Novacianismo (meados do século III): Iniciado por Novaciano, defendia que apenas membros moralmente perfeitos deveriam compor a Igreja, negando a readmissão dos que renegaram a fé.
• Pelagianismo (final do século IV e início do século V): Proposto por Pelágio, negava o pecado original e a necessidade da graça divina para a salvação, defendendo que o livre-arbítrio
bastava para uma vida sem pecado.
1.3 A origem dos falsos mestres (v.30).
A LIÇÃO DIZ: Dois pontos surpreendentes, nessa parte do discurso, nos chamam a atenção; primeiro, os lobos vorazes surgem de dentro da própria igreja “dentre vós mesmos” e, segundo “se levantarão homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si”.
Primeiro, o texto:
E dentre vocês mesmos se levantarão homens que torcerão a verdade, a fim de atrair os discípulos. (At 20.30 NVI). Segundo, uma explicação: A metáfora dos lobos atacando o rebanho é uma figura dos falsos mestres que entrarão na igreja para enganar os membros e desviá-los da fé. Tanto Pedro como Judas se opõem aos falsos mestres e zombadores que entram furtivamente na igreja para desviar o povo do caminho. “E dentre vocês mesmos.” Não apenas os falsos mestres se infiltrarão entre os membros da igreja (comparar com Jd 4), mas mesmo dentro da igreja, o perigo da heresia é real (veja 1Jo 2.18–19). Algumas pessoas na igreja se tornam falsos profetas, que algumas vezes se disfarçam de anjos de luz (2Co 11.14). Elas, de propósito, lutam para desviar os crentes da verdade do evangelho.

II. O QUE É APOLOGÉTICA?
2.1 Definição (1 Pe 3.15).
A LIÇÃO DIZ: Apologética Cristã é a defesa lógica e racional da fé cristã e de suas práticas doutrinárias. O termo vem do substantivo grego apologia, que literalmente significa “defesa, resposta”. A palavra “apologia” vem do grego e significa “dar uma defesa”. Assim, a apologética cristã é a ciência que visa defender a fé cristã. Existe uma quantidade significativa de céticos que duvidam da existência de Deus ou atacam a crença no Deus da Bíblia. Além disso, há críticos que questionam a inspiração e inerrância das Escrituras e falsos mestres que promovem doutrinas errôneas e negam as verdades fundamentais da fé cristã. O objetivo da apologética cristã é combater esses movimentos e promover a verdade revelada em Cristo. O versículo chave para a apologética cristã é provavelmente 1 Pedro 3:15-16: “Antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele
que vos pedir razão da esperança que há em vós, fazendo-o, todavia, com mansidão e temor.” Não há justificativa para um cristão ser completamente incapaz de defender sua fé. Todo cristão deve ser capaz de oferecer ao menos uma apresentação razoável de sua fé em Cristo. Embora não seja necessário que todos sejam especialistas em apologética, é essencial que cada cristão saiba o que acredita, por que acredita, como compartilhar sua fé e como defendê-la contra mentiras e ataques.
2.2 A que defesa Pedro se refere? (v.16).
A LIÇÃO DIZ: Há quem argumente que essa defesa seja uma resposta a uma acusação, visto que essa mesma palavra, apologia, aparece, nesse sentido no Novo Testamento, como defesa de uma acusação tanto formal (At 22.1; 25.16) como informal (1 Co 9.3; 2 Co 7.11; Fp 1.7,16). O versículo 16 fala do bom testemunho cristão que serve para provar a inconsistência das acusações contra os crentes. Mas não parece ser esse o caso, porque a defesa, resposta ou explicação nessa passagem é sobre a razão da fé dos cristãos, e isso diz respeito à doutrina cristã. “Estejam sempre preparados para responder a qualquer pessoa que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês.” (O termo em negrito é tradução do termo grego “apologia” que segundo Strong significa defesa verbal, argumento racional) A admoestação “para responder a qualquer pessoa que lhes pedir” não se limita às circunstâncias em que um cristão deve se defender diante de um tribunal. Em alguns casos, o cristão deve se defender diante dos ataques verbais de descrentes hostis. Outras vezes, é pedido que ele ensine o evangelho a alguém próximo de si que demonstra interesse genuíno em entender a religião cristã. O termo a “qualquer pessoa” é inclusivo e está relacionado a todas as circunstâncias. Quando reverenciamos Cristo como Senhor, experimentamos que “a boca fala do que está cheio o coração” (Mt 12.34). Assim, nossa expressão verbal deve ser exemplar, graciosa e correta. Devemos demonstrar a habilidade de responder a todos que nos perguntam sobre nossa fé em Cristo.
2.3 Por que devemos combater as heresias? (3.16).
A LIÇÃO DIZ: a) Para defesa própria (1 Tm 4.16) : Os cristãos devem estar informados daquilo que os vários grupos ensinam e saber a forma de refutá-los biblicamente;
b) Para ajudar os outros na compreensão da própria fé: principalmente os que rejeitam pontos fundamentais da fé cristã e, muitas vezes, de forma inconsciente, pois sabemos que existem muitas pessoas sinceras as quais buscam servir a Deus e precisam conhecer a sua Palavra (Tt 1.9).
Motivos complementares:
• Defesa Própria. Várias entidades religiosas treinam seus adeptos para ir, de porta em porta, à procura de novos aderentes. Algumas são especializadas em trabalhar com os evangélicos, principalmente os novos convertidos. Os cristãos devem se informar acerca do que os vários grupos ensinam. Só assim poderão refutá-los biblicamente (Tt 1.9); Vejamos o que ensinam os adventistas: “Temos uma obra a fazer por ministros de outras igrejas. Deus quer que eles
se salvem. Nossos ministros devem buscar aproximar-se dos ministros de outras denominações”. (Testemunhos Seletos, vol. II, p. 386, 2ª edição – 1956).
• Proteção do rebanho. Um rebanho bem alimentado não dará problemas. Devemos investir tempo e recursos na preparação dos membros da Igreja.
• Evangelização. O fato de conhecermos o erro em que se encontram os membros de seitas nos ajuda a apresentar-lhes a verdade de que necessitam. Entre eles se encontram muitas pessoas sinceras que precisam se libertar e conhecer a Palavra de Deus. Os adeptos das seitas também precisam do Evangelho. Se estivermos preparados para abordá-los e demonstrar a verdade em sua própria Bíblia, poderemos ganhá-los para Cristo.
• Missões. Desempenhar o trabalho de missões requer muito mais que deslocar-se de uma região para outra ou de um país para outro. Precisamos conhecer a cultura onde vamos semear o Evangelho. Junto à cultura teremos a religiosidade nativa. Conhecer antecipadamente tais elementos nos dará condições para alcançá-los adequadamente.

III. O QUE SÃO HERESIAS?
3.1 Seitas e heresias.
A LIÇÃO DIZ: A palavra hairesis no Novo Testamento grego é traduzida como “seita” (At 5.17; 15.5; 24.5; 28.22) e “heresias” (1 Co 11.19; Gl 5.20; 2 Pe 2.1). É verdade que o Cristianismo foi também chamado de “seita”, mas por não cristãos, pessoas que não conheciam as verdades do Evangelho de Cristo e que se opunham a Ele (At 24.5,14; 28.22). A palavra “seita” é usada para designar as religiões heterodoxas. É um termo já desgastado, trazendo em si, muitas vezes, um tom pejorativo, por isso devemos saber quando aplicá-lo. Do ponto de vista cristão, heresia é o ato de um indivíduo ou de um grupo afastar-se do ensino da Palavra de Deus e adotar e divulgar suas próprias ideias, ou as ideias de outrem, em matéria de religião. Em resumo, é o abandono da verdade. Uma seita é identificada, em geral, pelo que ela prega a respeito dos seguintes assuntos:
• A Bíblia Sagrada;
• A Pessoa de Deus;
• A queda do homem e o pecado;
• A Pessoa e a obra de Cristo;
• A salvação;
• O porvir.
Se o que uma seita ensina sobre esses assuntos não se harmoniza com as Escrituras, podemos afirmar que estamos diante de uma seita herética. Entre as principais razões para o surgimento de seitas falsas no mundo atualmente, destacam-se:
A ação diabólica no mundo (2 Co 4.4);
• A ação diabólica contra a Igreja (Mt 13.25);
• A ação diabólica contra a Palavra de Deus (Mt 13.19);
• O descuido da Igreja em pregar o Evangelho completo (Mt 13.25);
• A falsa hermenêutica (2 Pe 3.16);
• A falta de conhecimento da verdade bíblica (1 Tm 2.4);
• A falta de maturidade espiritual (Ef 4.14).
3.2 “Hairesis” no Novo Testamento.
A LIÇÃO DIZ: Esse vocábulo aparece com o sentido de “partido, espírito sectário” e nem sempre representa uma ruptura com o sistema convencional de determinada comunidade. Os saduceus e os fariseus eram seitas que formavam facções dentro do próprio judaísmo (At 5.17; 26.5), e a versão bíblica NAA traduz por “partido”. Paulo adverte para que não haja no seio da igreja essas divisões (hairesis) e condena as inovações doutrinárias que causam divisão ou dissensão (1 Co 11.19; Gl 5.20). William Barclay escreveu: O verbo grego hairein significa “eleger”; e a palavra grega hairesis significa “partido, escola ou seita”. Originalmente a palavra não tinha nenhum significado negativo. Uma hairesis era apenas um partido ao qual uma pessoa desejava pertencer. O significado negativo aparece quando uma pessoa erige sua opinião privada contra todo ensino, acordo e tradição da igreja. Um herege é simplesmente uma pessoa que decidiu que está certa e que todos os demais estão equivocados. O herege é a pessoa que transforma as próprias ideias na prova e na medida de toda a verdade. Olhando para o aspecto negativo do termo hairesis, destacamos uma severa advertência de Paulo feia a Tito: “Evite, porém, controvérsias tolas, genealogias, discussões e contendas a respeito da Lei,porque essas coisas são inúteis e sem valor. Quanto àquele que provoca divisões, advirta-o uma primeira e uma segunda vez. Depois disso, rejeite-o. Você sabe que tal pessoa se perverteu e está em pecado; por si mesma está condenada”. (Tt 3.9-11). Tito deveria evitar pessoas que gostavam de criar partidos dentro da igreja e semear a cizânia da heresia e da discórdia. Nada machuca mais a igreja do que aqueles que se apartam da verdade e vivem criando mal-estar, ferindo a comunhão, falando mal das pessoas e maculando sua honra.
3.3 Heresias de perdição (2 Pe 2.1).
A LIÇÃO DIZ: É nessa passagem que hairesis apresenta o sentido de erro doutrinário como a “heresia”, propriamente dita, no campo teológico que nós conhecemos hoje. As heresias distorcem os pontos principais da doutrina cristã no que diz respeito a Deus: Trindade, o Senhor Jesus Cristo e o Espírito Santo; ao ser humano: natureza, pecado, salvação, origem e destino; aos anjos; à igreja e às Escrituras Sagradas. O mais grave erro é quando diz respeito à Divindade e interfere na salvação (v.1b), pois não existe salvação sem Jesus (Jo 14.6; At 4.12).
Primeiro, o texto bíblico:
No passado surgiram falsos profetas no meio do povo, como também surgirão entre vocês falsos mestres. Estes introduzirão secretamente heresias destruidoras, chegando a negar o Soberano que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. (2 Pe 2.1 NVI). Segundo, uma breve explicação. Os falsos mestres são perigosos porque se introduzem na igreja e se apresentam como ministros do evangelho. São versados na arte da dissimulação, pois sabem que as pessoas ficariam precavidas caso eles se apresentassem abertamente como ateus ou agnósticos. Carregam a Bíblia debaixo do braço e empregam termos ortodoxos, mas os aplicam de forma totalmente distorcida. As heresias dos falsos mestres desembocavam numa negação categórica do próprio Senhor Jesus. Por isso, esses falsos mestres não escapariam da destruição. Warren Wiersbe tem razão em dizer que os falsos mestres são mais conhecidos por aquilo que negam do que por aquilo que afirmam. Negam a inspiração da Bíblia, o caráter pecaminoso do ser humano, a morte vicária de Jesus Cristo na cruz, a salvação somente pela fé e até mesmo a realidade do julgamento eterno. As heresias são de fato destruidoras. Elas, além de distorcerem a verdade, elas tem a capacidade de cegar e privar o homem da salvação. Por exemplo, como alguém que não crer em Jesus e na salvação pela graça por meio da fé pode ser salvo? Como alguém que não acredita na doutrina do pecado pode se arrepender e confessar as suas faltas? As heresias, de fato, são destruidoras.

CONCLUSÃO
A igreja moderna enfrenta uma grave crise espiritual devido à negligência na leitura e no estudo das Escrituras. A Bíblia, que deveria ser a base inquestionável da fé e da prática cristã, tem sido deixada de lado, substituída muitas vezes por opiniões humanas, experiências emocionais e tendências culturais. Esse afastamento da Palavra de Deus enfraquece o discernimento espiritual, deixando muitos cristãos incapazes de distinguir a verdade das doutrinas falsas. Sem o alicerce sólido das Escrituras, as heresias encontram terreno fértil para se multiplicar, seduzindo aqueles que carecem de conhecimento bíblico e maturidade espiritual. A falta de leitura sistemática e reflexiva da Bíblia resulta na ignorância sobre os fundamentos da fé, permitindo que ideias distorcidas e ensinamentos equivocados sejam aceitos sem questionamento.
Portanto, a solução para esse problema é um retorno genuíno às Escrituras. A igreja precisa resgatar o hábito da leitura bíblica diária, promovendo o ensino sólido e incentivando os crentes a examinarem as Escrituras como os bereanos (At 17.11). Somente assim será possível fortalecer a fé, proteger-se contra as heresias e cumprir o chamado de ser uma luz em um mundo repleto de engano espiritual.

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