A Caixa Econômica Federal alertou recentemente sobre a frequência crescente de golpes aplicados via redes sociais e mensagens. O principal alvo destes golpistas são os beneficiários do programa Bolsa Família. Este artigo tem como objetivo orientar os leitores sobre como se proteger desses tipos de fraudes. Os criminosos utilizam técnicas variadas para enganar os usuários, aproveitando-se da confiança depositada em instituições renomadas como a Caixa Econômica Federal. Conhecer essas táticas e ficar atento a sinais de alerta pode evitar muitos problemas.Golpes digitais são tentativas de fraudadores de obter informações pessoais e financeiras das vítimas para uso indevido. Essas tentativas podem ser feitas por meio de mensagens, e-mails, telefonemas ou até perfis falsos em redes sociais. A Caixa destaca a importância de compreender essas ameaças para se proteger melhor.
Como os Golpistas Agem?
Os golpistas frequentemente enviam mensagens ou publicações que parecem ser de fontes confiáveis, induzindo as vítimas a fornecer suas informações. Essas mensagens podem incluir:
Links para sites falsos onde pedem dados pessoais como senhas e números de cartões;
Promessas de prêmios ou vantagens em troca de informações;
Alertas falsos de segurança pedindo confirmação de dados;
Ameaças de bloqueio de contas se certas ações não forem tomadas.
Como se Proteger Contra esses Golpes?
Para se proteger contra golpes aplicados via redes sociais e mensagens, a Caixa Econômica Federal recomenda algumas ações preventivas:
Nunca forneça senhas ou outros dados de acesso em sites ou aplicativos não oficiais: A Caixa nunca solicita essas informações de forma não segura.
Não compartilhe links dos aplicativos da Caixa: Manter essa informação privada ajuda a evitar que golpistas a utilizem indevidamente.
Desconfie de informações sensacionalistas e “oportunidades imperdíveis”: Essas mensagens são frequentemente usadas para atrair vítimas.
Cuidado com links suspeitos: Eles podem levar à instalação de programas espiões que coletam dados pessoais.
Senhas e cartões são pessoais e intransferíveis: Compartilhá-los coloca você em risco de fraudes.
Quais Outras Medidas de Segurança a Caixa Adota?
A Caixa Econômica Federal reforça que nunca solicita senha e assinatura eletrônica numa mesma página. A assinatura é digitada apenas por meio da imagem do teclado virtual, adicionando uma camada extra de segurança. Eles também destacam que mais informações e orientações de segurança estão disponíveis na página oficial da Caixa Econômica.
Como Identificar uma Mensagem Suspeita?
Alguns sinais de que uma mensagem pode ser parte de um golpe incluem:
Erros gramaticais e de ortografia;
Solicitações de informações pessoais imediatas;
Links que redirecionam para sites desconhecidos ou que não correspondem ao endereço oficial da Caixa Econômica;
Mensagens não solicitadas que promovem ofertas ou recompensas incomuns.
É essencial que os usuários da Caixa Econômica Federal e outros serviços financeiros estejam sempre vigilantes e informados sobre as práticas seguras de uso da internet. Adotar essas precauções pode ajudar a evitar cair em golpes que visam roubar informações pessoais e financeiras valiosas.
” Ladrão de quase de todos os lados. Onde vamos parar????.
Em sua sétima onda de calor do ano, o Brasil registrou na terça-feira, 24, novos recordes de temperatura em algumas localidades e tem previsão para marcas inéditas em várias capitais nos próximos dias, de acordo com o Climatempo.A tarde de terça-feira foi até agora a mais quente de 2024 na cidade de São Paulo, por exemplo. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) registrou 35,4ºC na estação do Mirante de Santana, na Zona Norte. Já no interior paulista, algumas cidades passaram dos 40ºC.
Segundo o Climatempo, com o calor intenso, cinco cidades ainda podem alcançar novas máximas de temperatura do ano ao longo da semana. Veja quais são e as previsões para os próximos dias:
São Paulo: Até agora, recorde de 35,4ºC em 24 de setembro. Para esta quarta-feira, 25, a previsão é de 36ºC; Rio de Janeiro: Recorde de 39,5ºC em 17 de janeiro. A expectativa é que a cidade se aproxime dessa marca na quinta-feira, 26; Belo Horizonte: Recorde de 34,4ºC em 3 de setembro. O recorde pode ser igualado na próxima sexta-feira, 27; Campo Grande: Recorde de 39,8ºC em 24 de setembro. A previsão é de 40ºC nesta quarta-feira; Brasília: Recorde de 33,5ºC em 23 de setembro. A expectativa para esta quarta-feira é de 34ºC.
Com menos de duas semanas do início das eleições municipais, 6 de outubro, ainda restam dúvidas para alguns brasileiros sobre certas definições que dizem respeito às urnas — e uma delas é a funcionalidade do voto válido. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), votos válidos são aqueles em que o cidadão opta por escolher um candidato apto à corrida eleitoral.Na cálculo eleitoral, apenas os votos válidos são considerados, enquanto os brancos e nulos, que já foram explicados na primeira edição do #IstoÉSeuVoto, e votos em candidatos que tiveram suas candidaturas impugnadas pela Justiça Eleitoral são desconsiderados.Por exemplo, se três milhões de pessoas foram às urnas para votar, mas um milhão anulou ou votou em branco, somente dois milhões são válidos. O primeiro turno das eleições municipais de 2024 está marcado para o dia 6 de outubro. Informações sobre o título de eleitor e locais de votação podem ser acessados pelo aplicativo E-Título.
A pré-candidata à Prefeitura de São Paulo Tabata Amaral (PSB) disse nesta quarta-feira, 25, que descarta dialogar com Pablo Marçal (PRTB) em uma eventual ida ao segundo turno. Segundo ela, existe a intenção de buscar apoio apenas de quem “seja democrático”. “Vou atrás do apoio de todo mundo que seja gente, que seja democrático. Uma figura como Pablo Marçal, que nem deveria estar aqui [na disputa], esse eu não vou atrás, não. Alguém que está aqui só para tumultuar, para causar, que já foi condenado. Ele faz o show dele e ninguém consegue falar uma proposta. O apoio dele eu estou dispensando”, afirmou, em agenda de campanha na Praça da Árvore, na Zona Sul da capital paulista. Indagada sobre o posicionamento da ministra Carmén Lúcia, presidente de TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a respeito da Polícia Federal, do Ministério Público Eleitoral e das autoridades eleitorais terem celeridade nas investigações de violências eleitorais, Tabata respondeu que é necessário que a sociedade esteja coletivamente preparada para “lidar com um candidato como o Pablo Marçal”. “Pós-eleições, a gente vai ter que entender quais regras a gente tem que mudar e que fiscalização a gente vai ter de fazer”, respondeu aos jornalistas.
Perda de paciência
A candidata do PSB ainda justificou o palavrão que soltou após o debate do Grupo Flow, que terminou na agressão do marqueteiro de Ricardo Nunes, Duda Lima, por parte de um assessor de Pablo Marçal. Criticada pela imprensa, Tabata questionou por que sua indignação foi alvo de críticas, enquanto outros candidatos homens não sofrem reprimendas. “Paciência tem limite, até a minha (…) Quando a gente faz a pesquisa durante o debate, de forma unânime as pessoas acham que eu sou a melhor candidata. Só que, no dia seguinte, elas veem a repercussão do debate, e a repercussão é a cadeirada, o soco, o xingamento. Brasil, né? Homem pode dar cadeirada, soco, e mulher não pode falar filha da p*? Vou falar. Se incomodar, vou falar duas vezes”, concluiu. Na ocasião da agressão, Tabata desabafou: “Sabe qual é a merda maior? Eu estava lá que nem uma filha da p* falando sobre as minhas propostas, fazendo um debate sério, e eu tenho certeza que amanhã só vão falar do soco. Não vão comparar as propostas. Eu tenho uma teoria, quase uma teoria da conspiração, de que colocaram o Pablo Marçal para que a gente não visse as merdas que estão acontecendo em São Paulo”
Em sessão realizada em 5 de setembro de 2024, o Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) analisou a auditoria da Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco (SEE-PE), referente ao mesmo ano. O processo foi considerado regular com ressalvas, e o TCE-PE determinou ações corretivas imediatas para resolver irregularidades identificadas, como aponta notícia publicada pelo Jaula Cursos, na segunda-feira, 23 de setembro.
Nomeações de concurso público: A Secretaria deve enviar ao TCE-PE as nomeações dos aprovados no concurso até o final da validade, em 11 de dezembro de 2024. Prazo: imediato.
Suspensão de contratos temporários: A Secretaria está proibida de renovar ou realizar novos contratos temporários para funções que possuem aprovados no concurso. Prazo: imediato.
Levantamento de professores: A Secretaria deve verificar se os professores estão lecionando disciplinas compatíveis com suas respectivas formações. Prazo: 15 dias.
Readequação do quadro de professores: A Secretaria deve ajustar o quadro docente para garantir que todos estejam ensinando as matérias para as quais foram contratados. Prazo: 45 dias.
O Tribunal vai monitorar o cumprimento das medidas. Para ver as medidas, basta clicar aqui.
TCE-PE suspende licitação de R$ 5 milhões da prefeitura de Ipojuca
O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) suspendeu, através de uma medida cautelar, o pregão eletrônico nº 028/SMAD/2024 da Prefeitura de Ipojuca, após receber denúncia de uma empresa concorrente.
A licitação tinha como finalidade o fornecimento de materiais gráficos e serigráficos, incluindo serviços de impressão offset e serigráfica, bem como impressão de dados variáveis, totalizando R$ 5.499.927,79 distribuídos em dois lotes. A equipe de auditores do TCE identificou possíveis restrições à competitividade devido a condições indevidas no edital, levando a alegações de graves indícios de limitação da concorrência. Adicionalmente, houve queixas contra a administração municipal de Ipojuca por não fornecer informações pertinentes ao TCE. Diante dos fatos, o conselheiro Rodrigo Novaes decidiu, de forma monocrática, pela suspensão do processo licitatório.
Existem inúmeros impactos positivos dos exercícios físicos para saúde, não é mesmo? Ainda assim, há quem lica com dificuldade para aderir a um esporte e nesse sentido a cirurgiã vascular Dra. Aline Lamaita vai indicar exercícios físicos para problema de circulação.
Saiba os exercícios físicos para problema de circulação
Aline pontuou que atividades que fortalecem os músculos da panturrilha são válidos para a circulação, pois essa é a musculatura responsável por bombear o sangue de volta para o coração para que seja reoxigenado nos pulmões. Musculação causa varizes? Médica esclarece “É uma via de mão dupla: a prática de exercícios melhora a circulação e uma boa circulação melhora o rendimento esportivo. Quanto mais você se exercitar melhor será seu condicionamento vascular. Então, a sensação de peso e cansaço também será menor”, disse. Detalhe que não é necessário tornar-se um atleta profissional para melhorar a circulação. Inclusive, até mesmo os exercícios de baixo impacto já trazem benefícios. “Por exemplo, a caminhada ajuda a melhorar a circulação nas pernas ao promover o crescimento de novos vasos sanguíneos e a contração da musculatura da panturrilha, com aumento da velocidade do fluxo do sangue nas veias e melhor retorno do sangue ao coração”, destacou a especialista.
Esportes aquáticos com musculação.
Natação e hidroginástica possuem recomendação. “Todos os exercícios dentro da água, além de trabalharem a musculatura da perna, são excelentes atividades aeróbicas e contam com a pressão hidrostática da água, que funciona como uma drenagem linfática, ativando a circulação”, orientou. A doutora esclareceu que além da queima de gordura e do ganho muscular, a musculação protege os ossos, melhora a postura, flexibilidade, resistência física e, principalmente, a circulação. Por ter exercícios intensos, deixa o coração mais ativo, normaliza a pressão sanguínea e combate o colesterol, o que protege o organismo de doenças cardiovasculares.”Quem sofre com varizes deve enxergar a musculação como uma aliada ao tratamento, já que a hipertrofia da panturrilha é essencial para o controle da doença venosa, além de ser um ótimo modo de prevenir doenças como trombose e embolia pulmonar”, falou. Dá para aliviar os sintomas decorrentes de problemas de circulação por meio de alguns cuidados simples, como uso de meias elásticas de compressão. “As meias de compressão estimulam a circulação da perna. Ótimas para quem pratica atividades físicas regularmente. Para quem tem problemas circulatórios como varizes, a meia também é uma grande aliada no quesito conforto durante a atividade. Além disso, também pode ser usada após atividade física extenuante, pois ajuda na recuperação”, aconselhou.
Palavra final “Apenas o profissional especializado poderá realizar uma avaliação para diagnosticar o que está afetando sua circulação e indicar quais tipos de exercícios você pode realizar, além de, se necessário, recomendar tratamentos específicos para o seu caso”, concluiu a Dra. Aline Lamaita.
Uma grande festividade política do prefeito Delson Lustosa e Dada de Adeval, que estão concorrendo a reeleição, reuniu grande quantidade de pessoas neste sábado (21), com a presença do deputado federal Filipe Carreira, que em sua fala declarou que uma grande qualidade que lhe chamou atenção na pessoa de Delson foi a sua humildade e vontade de ajudar o povo de Santa Terezinha e que nas suas andanças por vários municípios, nos eventos políticos, nunca tinha visto uma carreata tão grande igual a essa. Também falou do grande sonho de Delson, de ver o hospital de Santa Terezinha pronto, que também pediu um aparelho de tomografia e ultrassonografia de última geração, falou da iluminação do Rausão e prometeu de no próximo ano trazer um bom ônibus para os estudantes de Santa Terezinha.
O prefeito Delson também falou das obras concluídas e do seu desejo de continuar trabalhando pelo povo. Agradeceu pelas oportunidades que lhe foram concedidas e do desejo de continuar trabalhando incansavelmente para o progresso de Santa Terezinha.
Foi dada oportunidade de fala ao ex-prefeito Teogênes Lustosaque se expressou muito bem. E aos dezoito candidatos a vereadores que compõem a chapa de Delson.
Quase dois anos após o fim do “BBB23“, Amanda Meirelles, vencedora do reality, ainda colhe os frutos da fama — mas a tentativa é ir para além do meio artístico. Em suas redes sociais, onde conta com 2,8 milhões de seguidores, a médica tem investido na produção de conteúdos informativos sobre saúde, e almeja alcançar a televisão informando pessoas sobre temas de importância pública.
Em entrevista ao site IstoÉ Gente, Amanda falou sobre sua atuação profissional como médica e influenciadora depois do Big Brother Brasil, além de abrir o coração sobre seu diagnóstico de mielite, inflamação na medula espinhal sem cura. Acompanhe:
IstoÉ Gente: Como tem sido a vida após a fama?
Amanda Meirelles: A fama, para mim, veio como uma consequência. Ela nunca foi algo que eu desejei antes de entrar no “BBB”. O meu interesse lá realmente era financeiro. Junto com a fama, vieram pessoas extraordinárias, que até hoje continuam me impulsionando nos meus projetos. A gente sai [do reality] realmente perdido, parece que a gente viveu em outro universo, parece que houve uma vida quando a gente estava lá dentro e uma outra vida acontecendo aqui fora. Depois que eu saí do programa, tem um período de certa adaptação e de certo susto, mas eu acredito que eu lido com isso da melhor forma. Eu tenho uma rede de apoio na internet, de fãs, de seguidores que me estimulam a ser cada vez melhor, que consumem, compartilham os meus conhecimentos da área da saúde. Não é que eu não goste de ser conhecida como ex-BBB, mas eu falo que eu quero que as pessoas saibam que, além do programa, eu tenho uma outra história também, a minha trajetória.
Tenho tentado, cada vez mais, mostrar para as pessoas que, além de ter vencido o “BBB23”, eu sou médica, produzo conteúdos para a área da saúde e posso utilizar meu papel na internet para atingir mais pessoas e falar o que eu quero. O meu propósito que é cuidar de pessoas.
IstoÉ Gente: Você tem vontade de expandir sua atuação das redes sociais para a televisão?
AM: Eu tenho. Eu falo que, hoje, o meu maior sonho é ter uma oportunidade. Eu participei algumas vezes como convidada do Bem Estar e outros programas em rede aberta. Hoje, o meu sonho mesmo é ter um quadro ou participar de algum programa informando sobre saúde. Informação e saúde são libertadoras. Eu já peguei as pessoas em UTI por falta de conhecimento! Muitas vezes, um diagnóstico precoce ou uma informaçãozinha que o paciente tivesse se atentado ou sabido antes, teriam mudado todo o curso de uma história.
Hoje, consigo trazer também a minha prática profissional no que acredito ser interessante para as pessoas, e quando elas devem procurar um profissional, que profissional, ao que elas devem se atentar. Eu produzo conteúdos assim e tenho feedback maravilhoso. As pessoas me mandam no Instagram, ‘Eu tive tal coisa, dá uma olhada nesse exame para mim’. Descobrem um diagnóstico e me mandam. Eu tento ser esse meio de campo que consegue levar a informação de uma forma que as pessoas consigam assimilar.
IstoÉ Gente: Como foi, para você, receber o diagnóstico de uma doença incurável (mielite)?
AM: Eu tive um diagnóstico de melite transversa na época da faculdade e tratei. Tem um tratamento que é um pulso de corticoide, eu me internei e tratei. Uma das principais hipóteses diagnósticas, na época, era esclerose múltipla, mas foi descartada em mim. Já fiz vários exames, não tenho lesões novas. Mas, como a medicina avançou bastante, eu sempre quero saber se tenho alguma doença neurodegenerativa ou outra coisa.
No momento, eu não estou com nenhum sintoma. A doença não me impede de nada, mas eu faço exames por precaução. Eu acho que quem está nessa posição de cuidadora acaba deixando um pouquinho a própria saúde de lado. E tento ser muito transparente nas minhas redes sociais, de mostrar que a vida não é perfeita. Por trás daquela tela também existe uma pessoa, e essa pessoa também passa por problemas de saúde.
IstoÉ Gente: Você já desabafou sobre transtorno de imagem e comparações nas redes sociais. Como você lida com o fato de que é um exemplo para suas seguidoras?
AM: Eu penso que a gente vai aprendendo juntas. Hoje, eu tenho muitas pessoas que se importam comigo e que se reconhecem e se identificam com muitas coisas que eu passo. É por isso que eu gosto muito de ser sincera com as pessoas que me seguem, não vendo a vida perfeita no Instagram.
Eu comecei a fazer atividade física não porque eu gosto, mas porque faz bem para a saúde. Não romantizo as coisas, vou para a academia falando: ‘Não queria ter vindo, está doendo a minha perna…’ E a gente vai se impulsionando juntas. Hoje, eu sou uma certa “ferramenta de busca” para minhas seguidoras, porque elas sempre me mandam dúvidas. Quando os artistas têm alguma doença, também me mandam para que eu possa explicar. É muito bacana ser reconhecida por algo que você estudou a sua vida inteira. Então, eu sou muito grata por ser reconhecida, mas também tento dizer que não é porque eu sou médica que eu também tenho uma vida perfeita. A questão do distúrbio de imagem foi algo muito difícil de ser falado, porque é muito difícil de reconhecer. Se você me perguntar assim: ‘Amanda, está tudo bem? Você lida tranquilamente com isso?’ Eu respondo que não, eu lido diariamente. E as pessoas que estão comigo e me acompanham sabem que isso é um processo. Tem dia que eu estou me achando a pessoa mais linda do mundo. Tem dia que eu não estou me achando. A questão da dismorfia corporal é um assunto delicado, mas que eu senti necessidade de expor. E eu não tinha ideia de quantas pessoas também passavam por isso e não se sentiam vistas, não se sentiam representadas.
Muitas vezes, nas redes sociais ou nas campanhas publicitárias, a gente tem mulheres com o corpo considerado belo, cheio de Photoshop, e as pessoas começam a não se reconhecer, não se sentir parte. E o amor próprio, ele sempre começa pelo espelho, a gente se olhar, se enxergar e se amar. É uma construção para mim e para as pessoas que me acompanham. Então eu me sinto muito privilegiada de ter esse reconhecimento, tanto da parte médica quanto da parte de mulher.
IstoÉ Gente: Você pode compartilhar como foi ser voluntária médica no Rio Grande do Sul, na época das enchentes?
AM: Eu falo que essa não foi uma experiência, e sim uma vivência. Foi perceber que eu realmente nasci para cuidar de pessoas, que eu estava no lugar certo e que eu sou uma pessoa privilegiada por poder exercer minha profissão em um momento em que precisavam de mim, sem pensar na parte de remuneração, sabe? Eu acho que meu sonho sempre foi exercer a medicina por vocação e eu consegui fazer isso nesse trabalho voluntário que fiz no Rio Grande do Sul. E foi muito gratificante, porque eu senti que eu nasci para fazer isso, para cuidar de pessoas, seja na internet ou seja em campo.
Isso me faz bem, ser importante na vida das pessoas. Eu trabalhei durante a pandemia, e, naquela época, estar em casa era estar seguro. No Rio Grande do Sul, a gente não tinha casa para estar seguro. Tivemos que aprender a lidar com as emoções dos outros, com as situações de vulnerabilidade e, ao mesmo tempo, ter empatia e realizar nosso trabalho.
Eu vou carregando os pedaços das pessoas que passam pela minha vida, e o Rio Grande do Sul tem um lugar muito especial nela. Isso modificou a pessoa que eu sou, e eu falo que também foi uma nova chance de as pessoas verem quem é a Amanda, para além dos recortes da internet.
Professores e orientadores educacionais avaliam como positiva a possibilidade de o Ministério da Educação atuar para banir o uso de celular nas escolas públicas e privadas do país. Prevista para ser apresentada em outubro, essa e outras propostas podem ser adotadas com o objetivo de conter os prejuízos do uso excessivo de telas na infância e na adolescência. Recentemente, o ministro da Educação, Camilo Santana, defendeu essa ideia durante uma entrevista ao jornal Folha de S.Paulo. Na oportunidade, ele citou algumas pesquisas indicando que o uso dessas tecnologias, além de comprometer aprendizado e desempenho dos alunos, impactaria também a saúde mental de professores. Orientadora educacional da Secretaria de Educação do Distrito Federal, Marina Rampazzo explica que profissionais que trabalham com educação têm discutido muito esse assunto. “Nas conversas que temos com especialistas de diversas áreas vemos vários prejuízos causados pelo excesso do uso de telas, especialmente em crianças e adolescentes”, disse a pedagoga e psicóloga à Agência Brasil.
Pandemia
Ela lembra que este já era um problema percebido antes da pandemia, mas que, na sequência, se intensificou muito. Segundo ela, para dar conta de todas demandas acumuladas, muitos pais e mães delegaram os cuidados de seus filhos às telas.“A pandemia deu um poder a mais para a tela. O problema já existia, mas havia um controle maior sobre tempo, espaço, conteúdo. Na medida em que entramos em uma pandemia e todos ficaram trancados dentro de casa, famílias se viram sem outras ferramentas para o jovem dentro de casa”, disse.Ela acrescenta que não será fácil reverter esse quadro, mas que a escola terá papel decisivo nesse desafio. “Em primeiro lugar, pelo papel social que a escola representa, pensando educação como algo integral que vai além de repassar conteúdos, atuando também no campo cognitivo, desenvolvendo todos aspectos da vida”, explicou.De acordo com Marina, essa discussão perpassa a escola porque a socialização é a forma mais eficiente para tirar o estudante da tela. “É na escola que ele passa boa parte do seu tempo. Se fora da escola eles ficam o tempo todo no celular, dentro da escola é a oportunidade para eles se relacionarem com outras pessoas, com livros de verdade e com atividades diversas de cultura, lazer e esporte”, argumentou.
Comportamentos antissociais
Segundo a orientadora educacional Margareth Nogueira, do colégio privado Arvense, o uso excessivo de telas tem ampliado a antissociabilidade e o bullying nas escolas. “Entre os 10 e os 12 anos é muito importante que os estudantes usem o diálogo em seus três níveis de complexidade, que é o pensar, o refletir e o de consistência, com razões e contraposições a um tema”, explicou. “Se ele não consegue entrar nesse nível, com argumentos, contra-argumentos e consensos, não há diálogo. O que vemos é que ouvir o outro tem sido, para eles, algo cada vez mais complexo. É muito importante que eles desenvolvam trocas, que se olhem olho no olho. Eles precisam de diálogo, interatividade e de troca de opiniões”, acrescentou. Segundo ela, os celulares têm prejudicado também a visão dos estudantes. “Eles estão usando óculos cada vez mais cedo por conta do uso excessivo dessas telas”.
Vício
Outra preocupação dos educadores é com a relação viciante proporcionada pelos celulares em crianças e adolescentes.“Muitos têm manifestado verdadeiras crises de abstinência quando afastados de seus celulares. Eles ficam mais agressivos, impacientes e intolerantes. É cada vez mais comum casos de meninos quebrando a casa inteira quando proibidos de usar o dispositivo”, relatou Marina Rampazzo. Margareth Nogueira percebe também que, devido a esse “vício tecnológico”, os alunos têm chegado em sala mais agitados, impacientes e agressivos. “A competitividade entre eles também está mais alta, reflexo dos estímulos causados por jogos. A alimentação, a rotina e o sono estão cada vez mais prejudicados. Isso reflete diretamente no funcionamento cerebral”, disse.
“A verdade é que eles não têm maturidade nem resposta cerebral para usar o celular de forma sistemática. E, para piorar, nem sempre é possível que os adultos supervisionem de forma adequada o uso desses aparelhos”, complementou.
Suporte às novas regras
Caso se confirmem as medidas anunciadas pelo ministro, é importante que as escolas garantam uma estrutura suficiente que deem acesso aos materiais da internet considerados interessantes para uso em sala de aula. “Esse acesso deve ser por meio de ferramentas da escola, como computadores, por exemplo. Não pelos celulares dos estudantes. Todos sabemos como é difícil ter controle sobre a forma como eles usarão esses dispositivos”, argumentou Margareth. Paralelamente, é importante que, em casa, outros estímulos independentes de telas sejam proporcionados pelas famílias “Áreas como arte, cultura, esporte e lazer podem ajudar, nesse sentido. Especialmente quando voltados à socialização”, acrescentou Marina.
BRASÍLIA (Reuters) – Os objetivos traçados globalmente para um desenvolvimento sustentável caminham para se tornarem o “maior fracasso coletivo”, disse neste domingo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a chefes de Estado, citando ritmo lento de implementação de ações pelos países.
Em discurso na Cúpula do Futuro, na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, Lula ainda defendeu uma reforma de organismos multilaterais, argumentando que a Assembleia Geral da ONU “perdeu sua vitalidade”, o Conselho de Segurança “se omite diante de atrocidades” e o Sul Global não está representado de forma condizente com seu peso político e econômico. O presidente disse ser inaceitável que o mundo regrida em temas como a igualdade de gêneros, a luta contra o racismo e outros tipos de discriminação ou que naturalize pessoas passando fome. Ele defendeu que os países não voltem atrás em compromissos multilaterais já firmados. “Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável foram o maior empreendimento diplomático dos últimos anos e caminham para se tornarem nosso maior fracasso coletivo. No ritmo atual de implementação, apenas 17% das metas da Agenda 2030 serão atingidas dentro do prazo”, afirmou. Para Lula, os níveis atuais de redução de emissões de gases do efeito estufa e financiamento climático são insuficientes para manter o planeta seguro. A Cúpula do Futuro antecede a Assembleia Geral da ONU, que começa terça-feira, e reúne lideranças globais para debater ações de reforço da cooperação entre países em áreas como sustentabilidade, democracia, tecnologia, segurança e governança. No discurso, Lula afirmou que o Pacto para o Futuro, documento elaborado na reunião, trata de forma inédita temas como a dívida de países em desenvolvimento e a tributação internacional, destacando que o tema pode “recolocar a ONU no centro do debate econômico mundial”. A busca por uma renegociação de dívidas de países mais pobres e uma tributação global sobre bilionários estão entra as prioridades do Brasil na presidência do G20 neste ano. Lula ainda citou o lançamento da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, iniciativa brasileira à frente do G20.
O DEUS QUE GOVERNA O MUNDO E CUIDA DA FAMÍLIA Os ensinamentos Divinos nos Livros de Rute e Ester para a Nossa Geração
O QUE ESTUDAREMOS? A rainha Ester preparou um banquete e convidou o rei Assuero e Hamã. Durante o banquete, Ester revelou o plano maligno de Hamã, expondo sua traição ao rei. Enfurecido ao descobrir a trama do agagita, o rei Assuero tomou medidas drásticas. Ironicamente, Hamã foi executado no mesmo instrumento que havia preparado para Mardoqueu. Esta lição nos mostra como Deus julga o ódio, a perversidade e a injustiça, e como Ele cuida amorosamente do Seu povo, protegendo-o contra as intenções malignas.
TEXTO ÁUREO – COMPARAÇÃO DE TRADUÇÕES O coração do rei é como canais de águas controlados pelo Senhor; ele os conduz para onde quer. (Pv 21.1 NVT). Na Antiguidade, os reis eram considerados soberanos absolutos. Eles detinham todo o poder, e ninguém podia ignorá-los. Suas vontades eram praticamente incontestáveis. No entanto, Salomão, um dos maiores reis de sua época, nos lembra que há alguém ainda maior do que os reis terrenos: o Senhor, Deus do universo. Ele é o verdadeiro Soberano Absoluto. Deus segura os corações dos governantes em Suas mãos e direciona seus caminhos para cumprir Seus propósitos. A metáfora dos “rios de água” refere-se aos canais de irrigação que os agricultores escavavam para levar água aos campos. Assim como os agricultores cortavam e dirigiam esses canais nos lugares certos, Deus também guia os cursos dos reis para realizar Sua vontade. A Bíblia está repleta de exemplos específicos desse princípio: • Senhor disse a Moisés: “Vá ao faraó, pois tornei obstinado o coração dele e o de seus conselheiros, a fim de realizar estes meus prodígios entre eles, para que você possa contar a seus filhos e netos como zombei dos egípcios e como realizei meus milagres entre eles. Assim vocês saberão que eu sou o Senhor”. (Êx 10.1,2 NVI). • Assim diz o Senhor ao seu ungido: a Ciro, cuja mão direita seguro com firmeza para subjugar as nações diante dele e arrancar a armadura de seus reis, para abrir portas diante dele, de modo que as portas não estejam trancadas. (Is 45.1 NVI). • Ele muda as épocas e as estações; destrona reis e os estabelece. Dá sabedoria aos sábios e conhecimento aos que sabem discernir. (Dn 2.22 NVI). Embora Assuero fosse o rei e Hamã, o seu primeiro-ministro, ou seja, os dois homens mais poderosos do reino da Pérsia naqueles dias, o futuro dos judeus nunca esteve nas mãos deles. Do Senhor e somente do Senhor é que vem a resposta final.
VERDADE PRÁTICA Devemos reconhecer as autoridades humanas, mas não podemos atribuir-lhes um poder acima do que elas têm. Há umDeus no céu. Lições: • As autoridades humanas são limitadas: Embora governantes e líderes exerçam poder sobre nações e pessoas, seu controle é limitado. Eles estão sujeitos à vontade soberana de Deus, que tem o poder de dirigir suas ações e decisões conforme Seus propósitos. • Deus está acima de todas as autoridades: Não importa o quão poderoso um governante pareça ser, existe um Deus no céu que reina soberanamente sobre todas as coisas. A autoridade final e suprema pertence a Ele, e é Ele quem controla o destino das nações. Aplicações: • Respeitar as autoridades, mas confiar em Deus: Embora devamos reconhecer e respeitar as autoridades que governam, não devemos depositar nossa confiança nelas de forma absoluta. Nossa confiança deve estar em Deus, que controla até mesmo os governantes. • Orar pelas autoridades: Sabendo que Deus está acima de todos os poderes humanos, devemos orar por aqueles que governam, pedindo que Deus incline seus corações conforme Sua vontade, pois é Ele quem tem o controle final.
I. O BANQUETE E A DENÚNCIA 1.1 A instabilidade de Hamã. A LIÇÃO DIZ: O dia foi terrível para Hamã. Cedo, saiu de casa determinado a conseguir do rei a ordem de enforcamento de Mardoqueu. Durante o dia, serviu de guia para o cavalo que transportou seu desafeto judeu pelas ruas de Susã. Em casa, enquanto ouvia uma sentença totalmente desfavorável, chegaram os servos do rei para levá-lo apressadamente ao banquete preparado por Ester (Et 6.14). Hamã estava, certamente, muito perturbado. Ir a um banquete naquelas circunstâncias deve ter sido muito desconfortável. Na lição anterior, encontramos Hamã no limiar do segundo banquete oferecido pela rainha Ester. Enquanto ele compartilhava suas desventuras com a esposa e os conselheiros, os eunucos do rei batiam à sua porta, prontos para escoltá-lo até o banquete real. O que estaria prestes a acontecer? Qual petição misteriosa Ester revelaria durante o evento? Hamã, seguindo os eunucos, caminhava para o que seria sua última refeição. Nesse momento crucial, Deus soava um alarme. Quando o Criador chama nossa atenção, é sábio parar, olhar e ouvir… e, acima de tudo, obedecer. A esposa de Hamã e seus amigos já haviam previsto sua queda diante do povo escolhido por Deus, os judeus. Ele testemunharia em primeira mão a fidelidade divina às Suas promessas e o cuidado que Deus dispensa ao Seu povo. Afinal, como Gênesis 12.3 nos diz: “Abençoarei os que o abençoarem e amaldiçoarei os que o amaldiçoarem”. Essa promessa ecoava através dos séculos. A longanimidade de Deus, porém, havia levado Hamã a pensar que estava seguro. Como diz Eclesiastes 8.11: “Quando um crime não é castigado de imediato, as pessoas se veem incentivadas a fazer o mal.” No entanto, essa paciência divina é uma oportunidade para o arrependimento (2 Pedro 3.9). Infelizmente, nosso mundo frequentemente interpreta erroneamente essa longanimidade como ausência de julgamento. Que possamos aprender com a história de Hamã e reconhecer que Deus age no Seu tempo, mas Sua justiça é certa. O alarme soa para todos nós, convidando-nos a refletir e a escolher o caminho da obediência e do arrependimento. 1.2 O banquete do vinho. A LIÇÃO DIZ: O banquete para o qual Ester convidou Assuero é chamado de “banquete do vinho” (Et 7.2). O contexto é o reino da Pérsia, no qual, assim como nos demais reinos pagãos de toda a história, o uso do vinho era comum nas festas e banquetes. Esse é o sétimo banquete registrado no Livro de Ester. Segundo Walton, Matthews e Chavalas (2018, p. 635) Os banquetes eram bastante populares entre a realeza persa, e também dispendiosos. Heródoto descreve um banquete típico de aniversário em que um animal inteiro foi servido (boi, cavalo, avestruz, camelo ou jumento). Os persas apreciavam de modo especial as sobremesas e a abundância de vinho. No contexto do consumo de vinho, o comentarista faz uma pausa para enfatizar seus perigos. Pessoalmente, inclino-me à visão de que a abstinência total é mais eficaz do que a moderação. Permitam-me compartilhar os argumentos apresentados pelo pastor Silas Queiroz. O Comentário da Bíblia de Estudo Pentecostal (p. 242): Em vários lugares o AT condena o uso de yayin e shekar como bebidas fermentadas. (1) A Bíblia descreve os maus efeitos do vinho embriagante na história de Noé (Gn 9.20-27). Ele plantou uma vinha, fez a vindima, fez vinho embriagante de uva e bebeu. Isso o levou à embriaguez, à imodéstia, à indiscrição e à tragédia familiar em forma de uma maldição imposta sobre Canaã. Nos tempos de Abraão, o vinho embriagante contribuiu para o incesto que resultou em gravidez nas filhas de Ló (Gn 19.31-38). (2) Devido ao potencial das bebidas alcoólicas para corromper, Deus ordenou que todos os sacerdotes de Israel se abstivessem de vinho e doutras bebidas fermentadas, durante sua vida ministerial. Deus considerava a violação desse mandamento suficientemente grave para motivar a pena de morte para o sacerdote que a cometesse (Lv 10.9 11). (3) Deus também revelou a sua vontade a respeito do vinho e das bebidas fermentadas ao fazer da abstinência uma exigência para todos que fizessem voto de nazireado […]. (4) Salomão, na sabedoria que Deus lhe deu, escreveu: “O vinho é escarnecedor e a bebida forte, alvoroçadora; e todo aquele que neles errar nunca será sábio”. No Novo Testamento, o ensino é não se embriagar com o vinho, mas encher-se do Espírito (Ef 5.18). Devemos fugir de toda a aparência do mal e abster-nos totalmente de tudo o que não convém aos santos (1 Ts 5.22; 1 Co 6.9,10; 1 Co 6.12). 1.3 “Qual é a tua petição?” A LIÇÃO DIZ: Assuero estava mesmo determinado a saber o que inquietava a rainha, a fim de atendê-la. O fato de Ester comparecer em sua presença correndo risco de morte, e, no primeiro banquete, ter mantido suspense quanto ao que lhe afligia, deve ter levado Assuero a suspeitar que algo muito grave estava acontecendo. Daí sua prontidão a novamente inquirir-lhe: “Qual é a tua petição, rainha Ester? […] qual é o teu requerimento? Até metade do reino se fará” (Et 7.2). A essa altura, talvez o coração da rainha estivesse acelerado. Ela estava diante do rei e do algoz dos judeus e teria que ser firme em sua declaração. Este segundo banquete é o evento — o momento — que rompe o silêncio. Mais uma vez, os três estão sozinhos: o rei, a rainha, e o primeiro ministro. “Qual é a tua petição?” pergunta o rei a Ester. “Qual o seu pedido?” Ele já perguntara isso duas vezes antes: quando ela se apresentara no pátio e ele apontou-lhe o cetro; e depois, no primeiro banquete; mas Ester não lhe respondeu porque não estava na hora. Ela não prosseguiu no assunto. Sabia quando agir e quando esperar. Você tem essa mesma sensibilidade? Sabe quando deve escutar? Sabe quando falar e quando calar-se? Sabe quanto e quando deve dizer algo? Tem a sabedoria de calar-se até o momento certo? Essas coisas mudam as situações, você sabe. A pergunta, no entanto, é esta: Você está em harmonia com Deus o suficiente para estar alinhado aos seus propósitos? Salomão escreveu certa vez: “…há tempo para todo propósito debaixo do céu… tempo de estar calado, e tempo de falar” (Ec 3.1,7). O silêncio já fora adequado, mas agora não era mais. Quando o rei Assuero abriu a porta pela terceira vez: “Ester tomou coragem para fazer a sua petição”.
II. A FÚRIA DO REI CONTRA A INJUSTIÇA 2.1 A revelação do plano. A LIÇÃO DIZ: Ester detalhou ao rei o que havia acontecido. O que ela queria era a preservação de sua vida e da de seu povo, os judeus: “Porque estamos vendidos, eu e o meu povo, para nos destruírem, matarem e lançarem a perder” (Et 7.4). Ester fez ver ao rei o absurdo do plano, que visava o extermínio de toda uma raça, nada comparável a uma venda como escravos (ou servos), o que não era incomum na época. Se fosse isso, Ester disse que não incomodaria o rei. Observe como Ester coloca seus argumentos sutilmente. Ela vinculou seu destino ao de seu povo. De maneira contundente, argumentou que o édito não apenas ameaçava a vida da rainha, mas também representava um genocídio em massa contra o povo judeu. Ela usou habilmente o modo passivo ao descrever o edito. Ela simplesmente disse: “Fomos vendidos, eu e o meu povo” (Et 7.4), de modo a evitar ter de identificar a parte culpada. Primeiro, ela queria deixar o rei irado, e somente então revelar um alvo para a ira dele. 2.2 Quem fez isso? A LIÇÃO DIZ: A pergunta de Assuero pode parecer estranha. Não era razoável que não tivesse conhecimento da extensão do decreto assinado em seu nome (Et 3.12,13). Todavia, não se pode presumir que um rei ou qualquer governante saiba, em detalhes, tudo o que acontece em seu palácio ou jurisdição. Às vezes, até aos pais escapam fatos próximos de seus olhos. Não era de todo irrazoável, portanto, que Assuero estivesse surpreso com a notícia trazida pela rainha. Ou, então, a surpresa deveu-se ao fato de saber que se tratava do povo da rainha, já que até então Assuero não sabia que Ester era judia (Et 2.10). De qualquer forma, era resultado do excesso de poder concedido a Hamã. Compartilho do mesmo sentimento de Swindoll quando ele diz: Confesso que neste ponto minha resposta teria sido mais ou menos esta: “O que você quer dizer com essa pergunta: ‘Quem é esse?‘ Você estava presente quando Hamã propôs esse crime hediondo. Você lhe deu o anel para selar o decreto. Como é que diz agora: ‘Quem é esse’? Abra os olhos!” Agradeço por não ter estado lá e estragado tudo. Quem sabe quantos decretos Assuero assinou naquele dia? Quem sabe quantos assuntos importantes do governo estavam em sua mente? O rei tinha várias decisões a tomar. A maneira como Hamã, um ministro de confiança, propusera a questão dava a ideia de que ele estava resolvendo um problema que afetava o bem-estar do reino. O rei provavelmente assinou o documento sem prestar muita atenção, acreditando que Hamã, colaborador fiel, sabia o que estava fazendo. Ponto para refletir: • Não é prudente confiar cegamente em qualquer pessoa. A autoridade que concedemos a alguém deve ser baseada em avaliações cuidadosas. Pergunte-se: Essa pessoa demonstra integridade? Quando se trata de questões de alta importância, como decisões pessoais, profissionais ou espirituais, o discernimento é ainda mais crucial. Não hesite em investigar, fazer perguntas e buscar informações antes de confiar plenamente. 2.3 A terrível reação do rei. A LIÇÃO DIZ: É provável que a consciência de Assuero tenha sido ativada quando ele entendeu o tamanho da injustiça feita aos judeus, o povo de sua rainha. Com toda firmeza, Ester respondeu ao rei, cara a cara com Hamã: “O homem, o opressor e o inimigo é este mau Hamã” (Et 7.6). Assuero ficou tão furioso que se levantou do banquete e foi para o jardim do palácio (Et 7.7). A essa altura, Hamã já estava apavorado. A reação que teve foi se lançar sobre o assento de Ester, rogando-lhe misericórdia. A situação ficou ainda pior. O rei voltou do jardim e viu Hamã prostrado sobre o divã da rainha e fez uma péssima interpretação da cena: Hamã estaria querendo desonrar a rainha diante do próprio rei? (Et 7.8 – NAA). Por que o rei sentiu a necessidade de fazer uma caminhada nesse momento? Não era porque ele precisava de tempo para pensar ou refrescar a cabeça. Hamã não tinha dúvidas sobre qual seria o veredicto do rei ao retornar. Assim que o rei saiu, Hamã viu que Assuero que isso não seria um problema para o rei; ele não perderia o sono por causa do destino de Hamã. O que provavelmente incomodava Assuero era a questão da sua própria confiança. A edição de Hamã havia sido autorizada pelo rei e ratificada com o selo real. Como poderia agora, sem parecer fraco, punir Hamã por promulgar um decreto que ele próprio havia aprovado? Era um dilema complicado. Quando voltou à sala do banquete, Assuero descobriu que Hamã havia, de certa forma, resolvido o problema para ele: E voltando o rei do jardim do palácio ao salão do banquete, viu Hamã caído sobre o assento onde Ester estava reclinada. E então exclamou: “Chegaria ele ao cúmulo de violentar a rainha na minha presença e em minha própria casa? ” Mal o rei terminou de dizer isso, alguns oficiais cobriram o rosto de Hamã. (Et 7.8). Durante a ausência do rei, Hamã havia implorar a Ester por sua vida. Aquele que havia, sem perceber, buscado tirar a vida dela, agora implorava que ela garantisse a sua própria vida. Para enfatizar seu pedido, Hamã caiu diante dela, cumprindo praticamente a predição de sua esposa de que ele certamente cairia em desgraça diante da descendência dos judeus (veja Et 6.13). Porém, a queda de Hamã no divã de Ester deu ao rei exatamente o que ele precisou: uma desculpa para eliminar Hamã sem causar constrangimento público relacionado ao edito: “Então, disse o rei: Acaso, teria ele querido forçar a rainha diante de mim, na minha casa? (Et 7.8). É muito pouco provável que Assuero realmente acreditasse que Hamã estava a ponto de estuprar Ester diante dele, mas essa era uma acusação convincente que desviava a atenção do verdadeiro problema. Ironicamente, aquele que queria matar os judeus por não se prostrar diante dele foi, no final, foi executado sob a acusação de se prostrar de forma inapropriada diante de uma judia. Pontos para refletir: • Cuidado com o orgulho. Hamã foi tragado pelo seu orgulho e arrogância. Ele não sabia que sua sede de poder o levaria à ruína. “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes” (Tg 4.6). A Bíblia adverte, a soberba precede a queda (Pv 16.18). • As consequências de más decisões. O rei Assuero enfrentou o dilema de ter autorizado um decreto injusto. Muitas vezes, tomamos decisões precipitadas e sem discernimento. Devemos para agir com sabedoria e temor de Deus em nossas escolhas diárias, sabendo que nossos atos têm repercussões dolorosas.
III. O GRANDE LIVRAMENTO 3.1 A história da forca chegou ao palácio. A LIÇÃO DIZ: A reação física e verbal de Assuero levou seus servos a entender que a morte de Hamã estava decretada (Pv 20.2). Depois que o rei redobrou seu furor por vê-lo deitado junto à rainha, seus servos cobriram o rosto de Hamã. A história da forca, preparada no dia anterior, já havia chegado ao palácio. Nada fica oculto (Lc 12.2). Um dos eunucos, Harbona, sabia até o tamanho: cinquenta côvados de altura – cerca de vinte e dois metros. Ao que parece, Hamã havia espalhado pelo palácio a notícia de que planejava matar Mardoqueu, pois o servo do rei sabia com que finalidade à forca havia sido construída. Em seu orgulho, Hamã contara vantagem, e suas palavras voltaram não apenas para zombar dele, mas também para ajudar a matá-lo. Não vos enganeis: de Deus não se zomba”, anuncia Paulo. “Pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará” (Gl 6.7). O primeiro-ministro semeou ódio contra Mardoqueu e colheu a fúria do rei. Hamã desejava matar Mardoqueu e os judeus, mas acabou sendo morto pelo rei. “Segundo o que tenho visto, aqueles que lavram a iniquidade e semeiam o mal, colhem exatamente isso” (Jó 4:8). “Quem semeia a injustiça colherá males” (Pv 22.8). Esse princípio imutável de semear e colher é ilustrado ao longo de toda a Bíblia e se aplica tanto aos cristãos quanto aos não cristãos. 3.2 Os ventos mudaram. A LIÇÃO DIZ: Até aquele dia, à exceção de Mardoqueu, todos os servos de Assuero se inclinavam e se prostravam diante de Hamã. Mas talvez ele não fosse tão querido assim na corte. Bastou uma oportunidade para um dos oficiais do rei ter a iniciativa de sugerir sua execução, informando Assuero da forca preparada por Hamã para Mardoqueu. Em ambientes de poder às vezes impera um certo de sistema de conveniência. Muda-se de lado com muita facilidade. Talvez Harbona até tenha feito parte do grupo de servos do rei que denunciou Mardoqueu para Hamã (Et 3.3,4). Agora, soube ser bem perspicaz para sugerir a forca para seu ex-superior. Ele não apenas informou ao rei que havia uma forca preparada por Hamã para Mardoqueu, mas foi sutil ao dizer: aquele que “falara para bem do rei” (Et 7.9). A insinuação foi explícita e o rei logo acatou. Hamã foi enforcado, ou empalado, no local que ele próprio havia mandado construir, e seu corpo foi sepultado. A riqueza e a glória de Hamã não o livraram da morte nem foram levadas com ele. Então, o furor do rei se aplacou” (Et 7.10). O termo hebraico traduzido por “aplacou” é usado em Gênesis 8:1 para indicar que as águas do dilúvio baixaram. O furor do rei havia crescido dentro dele e atingido o auge durante a execução de Hamã. Assim, sua ira se acalmou, e o rei recuperou a compostura. No entanto, apesar de o adversário ter sido eliminado, o problema ainda não estava completamente resolvido, pois o decreto do rei permanecia em vigor e não podia ser revogado. Estávamos no terceiro mês (Et 8.9), e faltavam nove meses para o dia fatídico em que os judeus poderiam ser legalmente exterminados (Et 3.13). Quanto à forma como Ester e Mardoqueu resolveram esse problema, discutiremos isso na última lição.
CONCLUSÃO Aplicações Finais: 1. A Verdade Sempre Vem à Tona: • Lição: Assim como a verdade sobre o plano de Hamã foi exposta, a verdade sobre nossas ações e intenções também um dia será revelada. É importante vivermos com integridade, sabendo que nossas ações têm consequências. • Aplicação: Sejamos honestos em nossas relações e evitemos a hipocrisia. Que a nossa vida seja um reflexo da verdade que professamos. 2. A Fragilidade do Poder Humano: • Lição: A rápida queda de Hamã demonstra a fragilidade do poder humano. Aqueles que estão no poder hoje podem cair amanhã. • Aplicação: Não coloque sua confiança em pessoas ou em posições de poder. Coloque sua confiança em Deus, que é eterno e imutável.
Está com poucos ingredientes na geladeira e não sabe o que preparar para o jantar? O Guia da Cozinha tem uma receita simples, prática e muito gostosa que vai salvar seu dia! A torta de salsicha fácil é surpreendente e com certeza vai entrar para a sua lista de receitas favoritas no dia a dia.
Além de ser um prato baratinho, a massa da torta é feita no liquidificador, facilitando muito os preparos. Com o recheio saboroso e bem temperado, vai ser difícil não repetir o prato! Separe as salsichas, tire os ovos da geladeira e se surpreenda com o resultado maravilhoso dessa receitinha!
Confira as instruções completas a seguir:
Torta de salsicha fácil Tempo: 1h
Rendimento: 8 porções
Dificuldade: fácil
Ingredientes: 4 ovos 1 xícara (chá) de óleo 1 colher (chá) de sal 3 xícaras (chá) de farinha de trigo 1 colher (sopa) de fermento em pó químico Margarina e farinha de trigo para untar Requeijão cremoso para cobrir Batata palha para polvilhar Recheio 2 colheres (sopa) de azeite 1 cebola picada 2 dentes de alho amassados 4 tomates picados 10 salsichas aferventadas em rodelas 2 colheres (sopa) de ketchup 1 colher (sopa) de mostarda Sal, pimenta-do-reino e cheiro-verde picado a gosto 1 xícara (chá) de requeijão
Modo de preparo: Para o recheio, em uma panela, em fogo médio, aqueça o azeite. Refogue a cebola e o alho por 3 minutos.Junte o tomate e refogue por 5 minutos ou até começar a desmanchar e formar um molho. Acrescente a salsicha, o ketchup, a mostarda e deixe ferver por 2 minutos. Tempere com sal, pimenta, cheiro-verde e deixe esfriar. Para a massa, bata no liquidificador os ovos, o óleo, o leite, o sal, a farinha e o fermento. Coloque metade da massa em uma fôrma de 22cm x 30cm untada e enfarinhada. Espalhe o recheio, disponha o requeijão às colheradas e cubra com a massa restante. Leve ao forno médio (180º C), preaquecido, por 35 minutos ou até dourar. Deixe amornar, cubra com requeijão e polvilhe com batata palha. Sirva.
Dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) apontam que, da área central do país – onde estão localizados estados como Mato Grosso e Goiás – até o litoral nordestino, como em áreas do Ceará e Rio Grande do Norte, há alerta de perigo para baixa umidade do ar e presença de vendavais, ao longo desta semana. Este cenário, segundo o meteorologista do INMET, Heráclito Alves, favorece o surgimento de queimadas, assim como a expansão do fogo nas áreas que já são atingidas. “Durante esse período, de agosto e setembro, que costuma ter estiagem, normalmente ocorre essa baixa umidade. Então, vários dias seguidos com baixa umidade já é um fator que favorece a ocorrência de queimadas. Além disso, temos as temperaturas. Tem áreas no Centro-Oeste do país em que as temperaturas podem chegar a 38°C, 42°C. O vento ajuda a propagar, estender essas queimadas, ou intensificar as que já existem”, explica.
De acordo com o INMET, a área destacada em amarelo indica que a umidade do ar fica entre 30% e 20% (perigo potencial). Já na área com a cor laranja, a variação é entre 20% e 12% (perigo). O aviso na cor vermelha, por sua vez, indica que a área conta com umidade do ar abaixo de 12% (grande perigo).
Queimadas pelo Brasil
De acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), ao longo de 2024, até esta terça-feira (17), o Brasil registrava 188.623 focos de queimadas. Apenas o estado do Mato Grosso respondia por 41.527 deles. No Pará, a quantidade chegava a 33.066, enquanto no Amazonas era de 19.996. O tenente-coronel Anderson Ventura, do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal, destaca que, apesar da prática de colocar fogo em vegetação ser vedada por lei, mais de 90% dos incêndios florestais são causados pela atividade humana.
“As pessoas fazem uso do fogo para, por exemplo, limpar lotes, queimar lixos. As pessoas também usam [fogo] para se aquecer, quando vão acampar, fazem uma fogueirinha. Depois não apagam ela corretamente e perdem o controle. Tem rituais religiosos que envolvem fogo. O uso do fogo faz parte das atividades humanas. Só que nesse período de agora, agosto, setembro, se a população pudesse não usar o fogo, seria o ideal. Não use o fogo para nada”, recomenda.
Ações contra queimadas
Em meio a essa situação, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino autorizou a abertura de crédito extraordinário ao governo federal para ajudar no combate aos incêndios florestais que atingem, sobretudo, a Amazônia e o Pantanal, e na contratação imediata de brigadistas. De acordo com informações disponibilizadas pelo STF, esse crédito deve ficar fora da meta fiscal do governo, estabelecida pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Além disso, o governo federal deverá destinar R$ 514,5 milhões para ações emergenciais de combate aos efeitos dos incêndios e à situação de estiagem presente em parte do Norte do país e na Amazônia Legal. Já o Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Polícia Federal, deverá cobrir despesas com equipe policial, com atuação em investigações in loco. Também serão destinados valores ao Fundo Nacional de Segurança Pública para que a Força Nacional de Segurança Pública possa atuar, durante cem dias, com 180 novos profissionais.
247 – Nesta quinta-feira (19), o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) se reúne no Rio de Janeiro para discutir o possível retorno do horário de verão no Brasil. A medida, defendida pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD-MG), surge como alternativa para diminuir o consumo de energia, em meio a uma seca histórica que afeta o país e ameaça os níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas. O encontro extraordinário do comitê, que contará com a apresentação de um estudo do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) sobre os potenciais ganhos energéticos da medida, está marcado para as 13h30.
Conforme informações do Metrópoles, o retorno do horário de verão é visto como “muito provável” por fontes do governo federal, embora a decisão final deva passar pelo presidente Lula (PT). Além de Alexandre Silveira, o vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), também apoia a iniciativa, ressaltando que a medida pode ajudar a aliviar a pressão sobre o setor de energia.
A reunião do CMSE contará com a participação de membros de diversas entidades estratégicas do setor energético, como a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a Agência Nacional do Petróleo (ANP), a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE). O objetivo do encontro é analisar o impacto da medida sobre o consumo de energia, sobretudo no horário de pico, quando o retorno das famílias às suas casas aumenta consideravelmente a demanda.
Bom, em outubro vindouro iremos escolher as pessoas que vão nos representar nos próximas 4 anos. Parece uma grande responsabilidade não é? Não só parece como é! Por isso que seu voto é tão importante eleitor!
Sem dúvida, os brasileiros percorreram um longo caminho até obter o direito irrestrito ao voto, o que reveste essa conquista de maior valor. Mais do que isso: numa recente democracia, como no Brasil, torna-se ainda mais importante a tarefa de escolher corretamente os candidatos que serão eleitos nas próximas eleições. Afinal, trata-se de um ato de cidadania.
É preciso ter em mente que os escolhidos nas próximas eleições municipais irão elaborar e executar as leis que interferem direta e indiretamente na vida de todos. Para votar, é preciso levar em conta questões como o passado do candidato (pessoal, político e partidário),suas propostas e ideias. Além disso, o cidadão deve manter-se bem informado sobre as questões que envolvem a política, tanto em relação aos que já desempenham mandato eletivo quanto aos que se apresentam publicamente para disputar um cargo pela primeira vez. Mas, apesar desse distanciamento e “descrédito” da sociedade para com a política, o voto ainda é o maior dos atos de protestos que a população pode fazer quando o assunto é garantir melhores condições sociais e econômicas para todos. A Constituição Federal diz que “a soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos”, ou seja, é a vontade popular que vai definir os rumos da sua cidade pelos próximos anos e, por isso, é preciso ter uma maior consciência em relação às eleições.
Entender que o ato de votar não é uma obrigação, mas sim um direito e reflexo da democracia é um dos primeiros passos para que o eleitor faça o bom uso dessa ferramenta e, de forma criteriosa, consiga eleger representantes políticos realmente comprometidos com os interesses e necessidades da população. Para auxiliar no exercício da cidadania através do voto existem sites que disponibilizam informações de candidatos, nas quais o eleitor pode fazer pesquisas mais aprofundadas e saber como foi à conduta de determinado político nos últimos anos, bem como quais as propostas que ele apresenta em novo plano de governo.
A par desse tema, em uma palestra ministrada pelo então juiz da 1ª Zona Eleitoral, Dr. Jamilson Haddad Campos, em 23.06. 23, na Câmara Municipal de Acorizal, o ilustre e digno magistrado destacou que a democracia virou realidade na vida em sociedade e que a participação de estudantes e jovens é essencial para a efetividade da cidadania, senão vejamos:
“(..) Este envolvimento pode se dar antes mesmo de votar, com apresentação de sugestões e demandas. Vivenciar esse espírito democrático, essa cidadania que está em expansão, e fomentar os nossos sonhos representa a participação política”, ponderando a importância de fazer o título eleitoral já a partir dos 16 anos de idade (…)”
Assim, cada um dos nossos eleitores tem o direito de escolher, de maneira absolutamente livre, o seu candidato. O importante é cumprir com o dever cívico de votar, para o fortalecimento da nossa democracia. Votar é um poder-dever. O ato de votar constitui um dever e não um mero direito. A essência desse poder-dever está na ideia da responsabilidade que cada cidadã ou cidadão tem para com a coletividade ao escolher seus mandatários.
Apesar dos avanços de história democrática, ainda há um vasto caminho para garantir, de fato, que todos os cidadãos e cidadãs participem da vida pública e das decisões políticas em igualdade de condições. É neste sentido que a participação direta encontra sua importância, seu poder de transformação e sua relevância para a construção de cidades mais justas e inclusivas.
Logo, é preciso a participação da sociedade do processo político para que existam mudanças para as novas gerações, especialmente para desmistificar as desinformações sobre as urnas eletrônicas e o processo eleitoral.
Viver em sociedade é uma necessidade essencial de todos os seres humanos. Nenhum ser humano consegue viver sozinho, completamente isolado, pois todos precisam dos outros para satisfazer suas necessidades, sejam elas de natureza material, como a alimentação ou a necessidade de cuidados em caso de doença ou de acidente, ou então de natureza afetiva e espiritual. Mas para obter todos os benefícios que a vida em sociedade proporciona é preciso que as pessoas tenham consciência de seus direitos e também de seus deveres. Para isso é preciso que desde cedo, desde os primeiros anos de vida, quando começam a viver junto com outras pessoas, na família, na creche, na escola ou em qualquer outro lugar em que as pessoas fazem coisas juntas, brincando, estudando, praticando esporte, trabalhando, ou em outras atividades, todos tomem consciência de que devem respeitar os outros, assim como todos têm o direito de serem respeitados.
Virginia Fonseca conquistou o coração dos seguidores ao compartilhar momentos adoráveis entre seus filhos caçulas, Maria Flor, de 1 ano, e José Leonardo. Em uma sequência de posts no Instagram, a influenciadora digital derreteu a web ao mostrar o carinho entre os irmãos. Em uma foto publicada no perfil, Virginia aparece sentada em uma poltrona, segurando os dois filhos nos braços. Em seguida, ela postou um vídeo emocionante em que Maria Flor dá um beijinho no irmão recém-nascido. Encantada com a cena, a esposa do cantor Zé Felipe legendou: “Domingando com muito amor”, destacando o afeto entre os filhos. Além dos caçulas, Virginia também é mãe de Maria Alice, de três anos.Os internautas não economizaram elogios ao momento. “Flor é fofa demais”, comentou uma seguidora. “Florzinha é só carinho com o irmãozinho José. Que amor lindo”, escreveu outra fã. “Esse vídeo é o reflexo do amor que existe nessa família”, acrescentou uma admiradora.
O cantor João Lucas e a modelo Sasha Meneghel marcaram presença em um estande de marca no Rock in Rio 2024. Em uma entrevista exclusiva ao Gshow, o casal compartilhou detalhes sobre seus planos futuros, incluindo a possibilidade de ampliar a família.Casados há três anos, João e Sasha revelaram que a ideia de ter filhos está em seus planos. Recentemente, Sasha mencionou publicamente que sua mãe, Xuxa, tem pressionado para que se torne avó em breve. Em resposta a esse tema, João Lucas destacou que o casal está focado em suas carreiras no momento, mas que o desejo de ter filhos é uma prioridade para eles.”Como estamos realizando muitas coisas, agora a nossa energia tá numa coisa específica, que é a nossa profissão. São os nossos sonhos profissionais e no tempo certo, isso vai acontecer, com certeza. E imagino que não vai demorar muito, não!”, afirmou o cantor.
O candidato José Luiz Datena (PSDB) agrediu Pablo Marçal (PRTB) com uma cadeira durante o debate entre os candidatos à Prefeitura de São Paulo nas eleições 2024 promovido pela TV Cultura na noite deste domingo, 15. A transmissão foi interrompida e, ao retornar, a emissora anunciou a expulsão de Datena. Alegando estar se sentindo mal, Marçal abandonou o programa e seguiu para um hospital, onde recebeu atendimento médico.Veja o dialógo entre Marçal e Datena antes da agressão. Marçal começou a sua provocação a Datena com a seguinte fala: “Datena, ô ‘dá pena’, você disse em uma entrevista que se arrependeu e entrou numa eleição errada. Acho que você estava contente sendo o único fora da política, mas eu tive que entrar para tirar esse consórcio comunista do Brasil, do qual você faz parte. A gente quer saber quando você vai parar. Já abandonou uma entrevista chorando. Você só fala quando tem uma ‘televisãozinha’ para te apoiar. Que horas o Datena vai parar com essa palhaçada que está fazendo aqui?”.
Datena rebateu lembrando uma acusação de assédio sexual feita por Marçal no bloco anterior e mencionou a morte de sua sogra, Dona Alzira, em 2020: “Primeiro, ô ‘PCC Marçal’. Vou lhe dizer uma coisa: a acusação que você fez sobre mim, repito, não foi investigada por falta de provas e foi arquivada pelo Ministério Público. Isso chegou a causar a morte da minha sogra por calúnia e difamação, após ela sofrer três AVCs. Você, quando fala sem ter conhecimento e acusa como acusa, não tem noção do impacto”.
O candidato do PSDB prosseguiu, referindo-se a uma condenação de Marçal por furto qualificado em 2010: “Todos estamos falando de uma condenação sua em trânsito em julgado. Você foi condenado como bandidinho, ladrãozinho de dados da internet. Eu não fui condenado. O que você fez custou muito à minha família. Mas eu nunca parei de trabalhar enquanto me defendia na Justiça. O que você fez hoje foi terrível, espero que Deus lhe perdoe. Você me pediu perdão outro dia, eu aceitei. Agora, não perdoo mais.”
Na réplica, Marçal disse: “O Datena nem sabe o que está falando. Todos eles têm marqueteiros e gastam milhões. Ele sempre inventa essas histórias. O Brasil quer saber, São Paulo quer saber, quando você vai parar? Você não respondeu. Você atravessou o debate outro dia e falou que queria me dar um tapa. Mas você nem é homem para fazer isso.”
Assim que Marçal disse essa última frase, Datena foi em sua direção, e a voz que aparentemente era do moderador, Leão Serva, tentou intervir: “Não, Datena”. Contudo, Datena acertou uma cadeira em Marçal e, logo após, continuou a xingar o adversário: “Filho da p***”.
Após ser expulso do debate devido a agressão, Datena admitou erro e afirmou que “perdeu a cabeça”. “Tive que responder por uma coisa que eu não devia, não devo, e que eu não cometi, jamais cometi, uma barbaridade dessa contra a mulher, em momento nenhum e jamais cometeria. Eu dou minha palavra de honra. A partir do momento que eu me senti agredido ali, eu vi a figura da minha sogra, que, repito, morreu por causa disso, e infelizmente eu perdi a cabeça. Não devia ter perdido? Acredito que não. Poderia ter simplesmente saído do debate e ido embora pra casa, que era muito melhor. Mas, do mesmo jeito que eu choro como uma reação humana, essa foi uma reação humana que eu não pude conter”, comentou.
” Falta de respeito com os brasileiros, principalmente com os paulistanos”.
Qual a diferença entre política e politicagem? Embora esses dois termos sejam frequentemente usados como sinônimos, eles têm significados distintos. Entender essa distinção é importante para compreender como a política funciona e como ela afeta a sociedade. Neste artigo, explicaremos o que é política, o que é politicagem e qual é a diferença entre eles.
O que é política?
A política é a arte ou ciência de governar um país, estado ou cidade. Ela envolve a tomada de decisões e a implementação de políticas que afetam a vida das pessoas. A política pode ser exercida por meio de instituições governamentais, como o Congresso Nacional ou a Câmara Municipal, ou por organizações não governamentais, como sindicatos ou grupos de ativismo social. A política também pode ser influenciada por indivíduos, como líderes de opinião ou políticos.
O que é politicagem?
A politicagem é uma prática que envolve a manipulação da política em benefício próprio. A politicagem é comumente associada a corrupção, suborno e outros comportamentos antiéticos. Ela pode ocorrer em qualquer nível de governo e pode ser praticada por políticos, partidos políticos ou grupos de interesse. A politicagem é prejudicial à sociedade, pois enfraquece a confiança nas instituições governamentais e mina a legitimidade do sistema político.
Qual a diferença entre política e politicagem?
A principal diferença entre política e politicagem é que a política busca o bem comum, enquanto a politicagem busca o benefício próprio. A política é uma atividade legítima e necessária para o funcionamento de uma sociedade democrática. Ela envolve a discussão e o debate de ideias, a busca por consenso e a tomada de decisões em benefício da maioria. A politicagem, por outro lado, envolve a manipulação do sistema político para obter vantagens pessoais ou de um grupo específico.
A politicagem também é prejudicial à democracia, pois distorce a vontade popular e enfraquece a representatividade dos políticos eleitos. A politicagem pode ser praticada de várias maneiras, como através de suborno, nepotismo, clientelismo e outras formas de corrupção. Ela pode ter efeitos devastadores na sociedade, levando à desigualdade social, à falta de transparência e à ausência de justiça.
Como a politicagem pode ser combatida?
A politicagem pode ser combatida através de medidas como a transparência na gestão pública, a fiscalização das atividades políticas e a conscientização da população sobre a importância de eleger representantes éticos e comprometidos com o bem comum.
Qual é o papel do cidadão na luta contra a politicagem?
O papel do cidadão na luta contra a politicagem é fundamental, pois é através da participação ativa e da vigilância da sociedade que é possível combater a corrupção e garantir a transparência e a ética na gestão pública.
Conclusão
Em resumo, a política é uma atividade legítima e necessária para o funcionamento de uma sociedade democrática, enquanto a politicagem é uma prática que envolve a manipulação do sistema político em benefício próprio. Entender a diferença entre política e politicagem é fundamental para compreender como a política funciona e como ela afeta a sociedade. A luta contra a politicagem é uma responsabilidade de todos os cidadãos, pois é através da participação ativa e da vigilância da sociedade que é possível garantir a transparência e a ética na gestão pública.
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou, nesta segunda-feira (17), os valores que cada partido vai receber do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), seguindo o prazo fixado pelo calendário eleitoral. Ao todo, 29 partidos receberão R$ 4.961.519.777,00, valor estabelecido pelo Congresso Nacional para gastos com a corrida eleitoral deste ano. Os critérios da divisão também foram fixados em lei pelo parlamento (Lei nº 9.504/1997, artigo 16-D).
Para receber os recursos, cada partido precisa definir critérios de distribuição às candidatas e aos candidatos, de acordo com a lei, respeitando, por exemplo, a cota por gênero e raça. O plano deve ser homologado pelo TSE.
O papel do TSE é dar racionalidade e transparência aos critérios de distribuição (Lei nº 9.504/1997, artigo 16-C) definidos pelos congressistas. Ao final do pleito, os partidos deverão apresentar a prestação de contas detalhada, que será examinada e votada pelo plenário do Tribunal.
Veja a tabela de distribuição:
¹ Fusão do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) e Patriota (Patriota) criando o Partido Renovação Democrática (PRD)
² Incorporação do Partido Republicano da Ordem Social (Pros) pelo Solidariedade
³ Incorporação do Partido Social Cristão (PSC) pelo Podemos (Pode)
Faltam 19 dias para que mais de 155 milhões de eleitoras e eleitores, em 5.569 municípios, possam se dirigir às urnas eletrônicas para eleger representantes para as prefeituras e câmaras municipais para os próximos quatro anos. O 1º turno das Eleições Municipais de 2024 ocorre no dia 6 de outubro, mas você sabe como são escolhidas as pessoas que vão ocupar os cargos de prefeito e vereador? Confira a seguir.
As pessoas eleitas para as prefeituras são escolhidas pelo sistema majoritário de votação, que é o mesmo sistema pelo qual candidatas e candidatos aos cargos de presidente da República, governador de estado e senador são eleitos. Por meio desse modelo de votação, ganha a eleição quem recebe o maior número de votos válidos (que são aqueles dados somente a candidatas e candidatos).
Nas disputas para a Presidência da República, governo estadual e do Distrito Federal e prefeitura de município com mais de 200 mil eleitores, é preciso conseguir metade mais um dos votos (maioria absoluta) para vencer a eleição na primeira etapa de votação. Quando isso não ocorre no 1º turno da eleição, é realizado um 2º turno com os dois concorrentes mais votados no 1º turno. Dessa forma, a maioria absoluta é inevitavelmente alcançada.
No caso das eleições para as prefeituras com menos de 200 mil eleitores e para o Senado Federal, a candidata ou o candidato que obtiver mais votos válidos (maioria simples) se elege.
Como ocorre a eleição para o cargo de vereador?
Já as pessoas ocupantes das cadeiras nas câmaras municipais – assim como as detentoras das vagas de deputado federal, estadual ou distrital (no caso do DF) – são escolhidas pelo sistema proporcional. Por essa modalidade de votação, é o partido que obtém as vagas e não as candidatas e os candidatos. Dessa forma, a agremiação política ganha mais força, pois o mandato pertence à legenda e não à candidata ou ao candidato.
Pelo sistema proporcional, a eleitora ou o eleitor escolhe em quem votar entre os nomes apresentados por um partido. No entanto, antes de saber se a candidata ou o candidato em quem votou ocupará uma vaga no Poder Legislativo, é necessário saber quais foram os partidos que mais receberam votos no pleito.
O cálculo é feito a partir dos chamados quocientes eleitoral (QE) e partidário (QP):
O quociente eleitoral é definido pela soma do número de votos válidos (votos de legenda e votos nominais, excluindo-se os em branco e os nulos), dividida pelo número de cadeiras em disputa. Somente os partidos que atingem o quociente eleitoral têm direito a alguma vaga.
A partir daí, analisa-se o quociente partidário, que é o resultado do número de votos válidos obtidos dividido pelo quociente eleitoral. O saldo da conta vai corresponder ao número de cadeiras a serem ocupadas.
Com base nos cálculos, o partido ou a federação verifica os candidatos mais votados nominalmente para o preenchimento das vagas. Serão eleitos somente aqueles que tiverem votos em número igual ou superior a 10% do quociente eleitoral. Esses serão os que vão ocupar as vagas a que o respectivo partido ou a respectiva federação tem direito. As coligações partidárias não podem lançar candidaturas aos pleitos proporcionais.
Tanto nas eleições majoritárias quanto nas proporcionais, somente são considerados os votos válidos. Ou seja: não são contabilizados, para nenhum efeito, os votos em branco e os nulos.
As secas severas na região da floresta amazônica brasileira estão alterando drasticamente a vida dos moradores, com a mobilidade sendo dificultada pelos níveis recordes de baixa em trechos do rio Amazonas.
Na cidade de Manacapuru, perto da capital do Amazonas, Manaus, a seca afetou a navegação no rio Solimões, que se transforma no rio Amazonas logo abaixo e é vital para o transporte de todos os tipos de mercadorias que entram e saem da cidade.Reservatórios de São Paulo sofrem com seca e entram em estado de alerta
Barcos encalhados em bancos de areia se tornaram uma visão comum, dificultando o transporte de produtos locais, como peixes, bananas e cassava, além de interromper a logística para trazer itens básicos como alimentos e água de fora.
“Colocamos o barco aqui e quando foi no outro dia, o barco amanheceu já em terra. Aí não tivemos condição de tirar ele”, disse o pescador Josué Oliveira.O pescador Francisco da Silva, que classificou a situação como crítica, observou que a água já começou a ficar verde, um sinal de que em breve poderá se tornar insegura para beber.“Nós vamos beber ela mesmo”, disse ele, acrescentando que não será mais possível obter suprimentos de outras áreas com o rio secando. “Não vai passar nada.” De acordo com o Centro Nacional de Monitoramento e Alerta Precoce de Desastres Naturais (Cemaden), a seca atual é a mais intensa e generalizada que o Brasil já registrou desde que os registros começaram em 1950.Uma estação chuvosa fraca na região centro-norte piorou a situação com o aumento das temperaturas atmosféricas e mudanças no uso da terra que substituíram áreas de floresta por pastagens. No domingo, o Supremo Tribunal Federal autorizou que o governo federal abra crédito extraordinário para atender às demandas causadas pelas queimadas e pelos incêndios da Amazônia e do Pantanal neste ano, sem que os recursos sejam limitados pelo arcabouço fiscal ou sejam computados para fins de cálculo das metas fiscais.
Você já deve ter ouvido a expressão “você é aquilo que come”, certo? Essa frase carrega uma verdade inegável: a alimentação desempenha um papel fundamental na nossa saúde. Para melhor compreender dietas e uma alimentação equilibrada, a nutricionista Hadassa Cabral, especializada em nutrigenética, nutrição esportiva, fitoterapia ortomolecular e bariátrica, explica como você pode ter uma vida mais equilibrada e saudável a partir da alimentação.
A importância da alimentação equilibrada
Imagem ilustrativa com alimentos termogênicos – Happy Lark/iStock
“Uma dieta rica em vitaminas e minerais vai garantir que o corpo funcione de forma eficaz e vital, permitindo que ele tenha respostas metabólicas adequadas à nossa saúde e ao nosso envelhecimento saudável”, diz a especialista em nutrigenética, Hadassa Cabral (CRN 6 11014).
“A vitamina D é crucial para a nossa absorção de cálcio e para a nossa saúde óssea. Já o magnésio é importantíssimo para a parte muscular, articular, na diminuição glicêmica e na prevenção cardíaca. Os aminoácidos, como por exemplo o triptofano, são precursores de neurotransmissores, que melhoram nossa resposta ao sono”, continua a nutricionista, destacando a importância do equilíbrio proporcionado por uma dieta adequada.
Mais energia: Uma alimentação rica em nutrientes proporciona mais energia para enfrentar o dia a dia.
Fortalece o sistema imunológico: Uma dieta balanceada ajuda a fortalecer suas defesas naturais, protegendo você contra doenças.
Melhora a saúde mental: A alimentação influencia diretamente o nosso humor e bem-estar emocional.
Previne doenças: Uma dieta equilibrada ajuda a prevenir doenças crônicas como diabetes, hipertensão e doenças cardiovasculares.
Aumenta a longevidade: Pessoas que se alimentam bem tendem a viver mais e com melhor qualidade de vida.
O que são dietas e quais as mais populares?
Imagem ilustrativa de alimentos ultraprocessados. – Reprodução/Freepik
“Padrões alimentares de um indivíduo ou grupo podem ser orientados para alcançar objetivos específicos, como perda de peso, ganho de peso, controle de condições metabólicas, aumento de performance em atletas, ou reajuste de exames bioquímicos. Esses padrões podem ser influenciados por fatores ambientais, culturais, sociais e econômicos, moldando o que, como e quando comemos”, explica Hadassa Cabral, que atende na área clínica hospitalar e ambulatorial.
A seguir, vamos explorar algumas das dietas mais conhecidas e entender seus benefícios e riscos:
1. Dieta do Mediterrâneo
Ela enfatiza o consumo de frutas, vegetais, azeite de oliva, peixes e grãos integrais, com um baixo consumo de carne vermelha e alimentos processados. “Usada para pacientes com riscos cardiovasculares”, relata a nutricionista.
2. Dieta Low Carb
A dieta low carb foca na redução do consumo de carboidratos, presentes em alimentos como pães, massas e tubérculos. “Essa dieta é geralmente utilizada para perda de peso”, diz a nutricionista.
3. Dietas Vegetarianas
“Retirada de carne, algumas gorduras e alguns carboidratos, com aumento proteico e maior consumo de frutas, verduras, peixes e oleaginosas”, continua a especialista sobre dietas vegetarianas.
“Algumas abordagens dietéticas têm seus benefícios e necessidades nutricionais individuais. Cada pessoa tem sua necessidade nutricional, assim como suas condições ambientais e éticas, e nós, nutricionistas, trazemos para aquele indivíduo a melhor performance de acordo com suas condições nutricionais”, detalha a Hadassa Cabral, evidenciando a importância dos nutricionistas no processo de mudança ou adoção de dieta.
Como ter uma alimentação saudável segundo a especialista
Imagem de variedade de alimentos para uma dieta balanceada, entre proteína animal, vegetais e laticínios – freepik
BRASÍLIA – O ministro da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, anunciou nesta segunda-feira, 16, a primeira ação de dano climático protocolada em nome do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) por danos no Parque Nacional do Jamanxim, no Pará. Os alvos são cinco fazendeiros que, segundo o ministro, teriam cometido diversos atos ilícitos ambientais na região. “Hoje anunciamos uma ação muito importante, primeira grande ação de dano climático que vamos apresentar representando o ICMBio. Será apresentada na Justiça Federal contra vários infratores no Parque Nacional Jamanxim, no Pará, na ordem R$ 635 milhões“, disse o ministro em um evento na sede da AGU, em Brasília. A ação já foi protocolada na Justiça Federal. O nome dos réus não foi divulgado, bem como a peça protocolada pela AGU, para evitar reações dos réus antes de o assunto ser despachado com o juiz responsável.
Alvos teriam cometido diversos atos ilícitos ambientais na região do Parque Nacional do Jamanxim, no Pará
A procuradora-chefe da Procuradoria Nacional de Defesa do Clima e do Meio Ambiente da AGU, Mariana Cirne, disse que “nunca esteve tão evidente a necessidade de incluirmos o clima em nossas vidas”. “Estamos abrindo uma nova etapa, levando em consideração as unidades de conservação”, afirmou. A ação por dano climático tem como objetivo buscar o ressarcimento por todos os danos, desde a devastação do bioma até a emissão de gases de efeito estufa, por exemplo. É a primeira ação do tipo protocolada pela AGU em nome do ICMBio, responsável por mais de 600 áreas de conservação ambiental no País. A ação foi anunciada pela Advocacia-Geral da União no momento em que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem sendo pressionado a liderar uma reação contra as insistentes queimadas que assolam o País nas últimas semanas. Nesta segunda-feira, 16, Brasília amanheceu tomada de fumaça por causa de incêndios no Parque Nacional de Brasília. A Polícia Federal investiga este caso.
Como o Estadão mostrou, o governo Lula foi alertado sobre a seca, a maior desde o início da série histórica há 74 anos, e o risco de escalada dos incêndios florestais. Uma série de documentos incluindo ofícios, notas técnicas, atas de reuniões e processos judiciais mostra que a gestão petista tinha ciência do que estava por vir desde o início do ano. O Ministério do Meio Ambiente afirmou, após a publicação da reportagem, que o governo se antecipou, mas que ninguém esperava eventos nas proporções atuais. Disse ainda que não é possível controlar a situação se o “povo” continuar provocando incêndios.
‘Tolerância zero’ Jorge Messias disse que Lula e o governo passam uma mensagem de que há “tolerância zero contra infratores ambientais” por meio da ação de dano climático protocolada em nome do ICMBio por danos no Parque Nacional do Jamanxim.
“A mensagem que vamos passar hoje com o anúncio desta ação por dano climático contra diversos infratores é muito forte, do presidente Lula: daqui para frente, governo federal terá tolerância zero contra infratores ambientais. que fique muito claro isso. não toleraremos de forma alguma qualquer infração ambiental”, afirmou o ministro.
Apesar de se tratar de um caso específico – uma ação de punição pelos danos climáticos no Parque Nacional do Jamanxim (PA) -, o ministro Jorge Messias fez questão de ressaltar que a ação demonstra “com muita clareza à sociedade” essa posição do governo para “responsabilizar todos os infratores ambientais”. “Como sabemos que a degradação do meio ambiente e as ações que colocam em risco se dão pela mão do homem, temos que alcançar as pessoas. Uma questão fundamental e que demonstraremos com muita clareza à sociedade é que vamos responsabilizar todos os infratores ambientais”, afirmou.
” A medida tomadas pelo governo federal em relação aos danos climático por pessoas que colocam fogo promocionalmente são maleável, quantos anos de cadeia em regime fechados”.