5 de setembro de 2026 06:50

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Estados e municípios recebem mais de R$ 400 milhões em royalties da mineração

Simone Mendes agradece a honra de ser chamada para cantar na Festa do Peão de Americana

  A Festa do Peão de Americana chega à sua 38ª edição neste ano, e uma das atrações foi Simone Mendes, que se apresentou nesta última sexta-feira (5/6). Em entrevista para a repórter Fernanda Siccherolli, do portal LeoDias, ela falou sobre seu amor pela música sertaneja e sobre sua jornada fitness, inspirada pela amiga Ivete Sangalo. “Eu fico muito honrada e feliz de ver essa turma lembrando do meu nome para fazer parte desse cast maravilhoso de artistas que passa por esse palco. E aí me perguntaram: ‘qual vai ser o melhor momento dessa noite?’. Eu falei: ‘é cantar pra esse povo, é trazer os meus sucessos e viver a magia desse festival, desse rodeio que é tão lindo’”, disse a cantora.

“Eu estou numa fase muito boa. Eu tive que começar a malhar porque a idade chega, eu fiz 42. E aí eu preciso continuar essa jornada. Afinal de contas, o propósito é ter saúde para que eu veja os meus filhos crescerem, para que eu seja uma mãezona que continue por aí ao longo dessa estrada da vida dando assistência a ele, depois aos netos, para que essa energia não pare, que eu consiga trazer para a minha vida. Mas eu acho que uma das pessoas que sempre falou comigo: ‘Simone, vai, filha, cuida da saúde, você é tão linda’… A Ivete. Ela sempre fala para mim, a Ivete fala: ‘minha amiga, vá, se cuide’. E aí, quando a gente para de vez em quando, aquela olhada naquele corpo daquela mulher maravilhosa, aí você diz: ‘realmente vou ter que querer ficar nesse shape’, porque é bonita demais”, continua.

A cantora finaliza com uma análise: “Na verdade, quando vai passando o tempo, a gente vai entendendo que isso é necessário realmente para a vida. Acho que a gente vai precisando dar umas viradas de chave em vários sentidos, e quando isso acontece, é perfeito, é maravilhoso, porque a gente só evolui”.

portalleodias

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Atriz adere à tendência da renda no dia a dia. Saiba como incluir o detalhe em seus looks

   A atriz Débora Ozório, de 29 anos, mostrou que está de olho nas tendências de moda. Sucesso nas novelas da Globo, ela aproveitou a tarde desta segunda-feira, 25, em um evento no Rio de Janeiro e atraiu os olhares para o seu look fashionista. Mesmo com um modelito básico do dia a dia, ela trouxe informação de moda e tendência para dar um up em seu visual urbano. Ozório atraiu os olhares ao surgir com a tendência da renda no look cotidiano. A atriz apostou em uma blusa de cetim com aplique de renda no decote. O detalhe rendado trouxe uma feminilidade ao look, que era composto por jeans soltinho, blazer preto, bolsa de veludo e botas pretas. A blusa com renda se destacou e mostrou que ela está atenta ao que dizem os fashionistas: a renda sai do óbvio dos looks de ocasiões formais e ganha as ruas no mix de texturas.

Como usar roupas com renda no dia a dia?

Todo mundo pode aderir à tendência das rendas no dia a dia, basta ter criatividade na hora de montar os looks. Para ajudá-lo, listamos dicas e tipos de looks que ficam perfeitos com o toque da renda no visual:

1 – Slip dress: Uma das formas mais simples de usar a renda no dia a dia é aderir à tendência do slip dress. Aqui, você pega uma peça clássica da tendência, que geralmente une o cetim com a renda no decote ou na barra, e completa o visual com uma peça contrastante, como uma jaqueta de couro ou um blazer oversized.

2 – Looks com jeans: A feminilidade da renda combina perfeitamente com o despojado das peças em jeans. Você pode combinar uma peça renda com um visual mais urbano com calça ou shorts jeans, ou ainda colocar uma jaqueta jeans por cima de um vestido de renda.

3 – Segunda pele de renda: Outra peça de renda que veio com tudo é a segunda pele. Com várias cores disponíveis no mercado da moda, a segunda pele de renda pode ser usada como uma peça embaixo do blazer ou apenas como um detalhe aparente no punho ou na gola de uma camisa de botões.

4 – Alfaiataria: Os looks de alfaiataria são perfeitos para o dia a dia no escritório e ganham um toque a mais quando combinados com blusas e camisas de renda para trazer um pouco de informação de moda para o visual.

caras

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No Brasil, um em cada dois trabalhadores com ansiedade não faz tratamento

   Mais da metade dos trabalhadores brasileiros diagnosticados com ansiedade não recebe qualquer tipo de tratamento. O dado, revelado por um levantamento inédito da plataforma de saúde corporativa Axenya, realizado com mais de 91 mil colaboradores de empresas, mostra que o sofrimento mental continua sem acompanhamento mesmo quando já foi identificado. A pesquisa aponta que 51,6% dos profissionais diagnosticados com ansiedade não recebem atendimento especializado. Além disso, 12,2% apresentam sinais de depressão moderada ou grave e 62,7% dormem menos de seis horas por noite. No total, um em cada três trabalhadores apresenta algum sinal clínico relevante de sofrimento mental.O estudo utilizou o PHQ-9, instrumento clínico validado internacionalmente e amplamente empregado por psiquiatras para rastreamento de sintomas depressivos.“Os resultados implicam que não é falta de consciência, mas sim de acesso, de continuidade e de um sistema que feche essa conta. A empresa que não enxerga isso está pagando o custo sem nenhum dos benefícios do cuidado”, afirma Mariano García-Valiño, fundador e CEO da Axenya.

Sofrimento normalizado

Embora a discussão sobre saúde mental esteja cada vez mais presente no ambiente corporativo, muitos trabalhadores ainda demoram anos para procurar ajuda. Segundo o psiquiatra Bruno Brandão, um dos principais obstáculos é a normalização dos sintomas.

“Existe muito preconceito em relação à saúde mental. Muita gente acredita que a ansiedade é um traço da personalidade ou que precisa aguentar sozinho, que se falar vai ser criticada ou julgada”, afirma.

O especialista explica que sinais clássicos do transtorno acabam sendo incorporados à rotina sem despertar preocupação.

“Preocupação em excesso, pensamento acelerado, dormir pouco… a pessoa normaliza: ‘Eu durmo pouco porque sou mais produtivo’. Irritabilidade vira ‘exigência’. E isso acaba se transformando em um padrão de funcionamento que a pessoa considera normal”, analisa.

De acordo com Brandão, pesquisas mostram que o intervalo entre o surgimento dos primeiros sintomas e a busca por tratamento pode chegar a uma década. Muitos pacientes só procuram atendimento aos 40 ou 45 anos, frequentemente já convivendo com sintomas físicos persistentes, como dores de cabeça, refluxo e problemas gastrointestinais.

Sono irregular

Os dados da pesquisa mostram que a privação de sono é uma realidade para a maioria dos trabalhadores com ansiedade. Para o psiquiatra, o problema vai além do cansaço e pode acelerar o surgimento de outros transtornos mentais.“O sono regula todo o funcionamento do nosso corpo. Quando a pessoa dorme pouco de forma crônica, há um aumento da reatividade emocional e uma redução da atividade cognitiva. Memória, concentração e velocidade de raciocínio diminuem”, explica.Segundo ele, o sistema límbico, responsável pelas emoções, permanece hiperativado, enquanto as áreas cerebrais ligadas ao raciocínio e ao controle emocional perdem eficiência. O resultado é um aumento da irritabilidade, da preocupação excessiva e da dificuldade de concentração. Com o passar do tempo, o estresse crônico, impulsionado pela hiperconectividade, pelas cobranças constantes e pela sensação permanente de urgência, pode favorecer o desenvolvimento da depressão, alerta Brandão. “É um ciclo. O estresse leva à depressão e à insônia; a insônia piora o estresse e a depressão. Um retroalimenta o outro. Precisamos tratar os três fatores de forma integrada”.

Impacto profissional

Os efeitos da ansiedade e da depressão não tratadas ultrapassam a esfera individual. Os transtornos afetam a produtividade, a tomada de decisões, a criatividade e os relacionamentos profissionais. Também aumentam o absenteísmo (indicador de Recursos Humanos que mede a frequência de ausências, atrasos ou saídas antecipadas de um colaborador durante sua jornada de trabalho) e elevam o risco de doenças físicas.

“Não tratar quadros neuropsiquiátricos reflete também na questão econômica daquela empresa”, destaca Brandão.

Os desafios se tornam ainda maiores entre os trabalhadores mais jovens. Um levantamento realizado com 11.600 colaboradores pelo pesquisador Gustavo Hohendorff mostra que a Geração Z concentra alguns dos indicadores mais preocupantes de bem-estar emocional.Entre as mulheres da geração, 72% relatam emoções negativas na maior parte dos dias. Já 58% dos jovens adultos afirmam sentir pouca ou nenhuma sensação de propósito no trabalho.“A Geração Z chegou ao mercado de trabalho com mais vocabulário sobre saúde mental do que qualquer geração anterior e, paradoxalmente, com menos ferramentas práticas para cuidar dela. Isso não é fraqueza. É um sintoma de um sistema que ainda não aprendeu a tratar o bem-estar como prioridade antes de virar crise”, afirma Mariano García-Valiño.

Ajuda profissional

Para o psiquiatra Bruno Brandão, a ansiedade não deve ser encarada como uma característica da personalidade ou uma condição que precisa ser suportada em silêncio. “Entender que a ansiedade não é sinal de fraqueza, não é falta de Deus, de força ou de vontade. Não é ‘jeito de ser’. É um quadro tratável, como qualquer outra doença. Quanto mais cedo buscar tratamento, melhor o prognóstico”, afirma. Segundo ele, procurar ajuda profissional é uma forma de autocuidado e pode transformar significativamente a qualidade de vida. “Muitos pacientes, depois de anos, dizem: ‘Por que não busquei antes? Minha vida virou outra’. A ansiedade tem tratamento. Quanto mais cedo a pessoa procura ajuda, maiores são as chances de recuperar qualidade de vida e evitar que o sofrimento se torne crônico”, finaliza o Brandão.

otempo

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O simbolismo por trás do look de R$ 4,7 mil de Kate Middleton em casamento real.

  Depois de uma semana cheia de compromissos oficiais, Kate Middleton voltou a chamar atenção pelo estilo ao prestigiar o casamento de Peter Phillips, primo do príncipe William, com Harriet Sperling, realizado neste sábado (6), no condado de Gloucestershire, na Inglaterra. A cerimônia reuniu diversos membros da família real britânica, entre eles o rei Charles III, a rainha Camilla e os duques de Edimburgo, Edward e Sophie. Mas, como costuma acontecer nos grandes eventos da monarquia, foi a produção escolhida pela princesa de Gales que rapidamente dominou as manchetes da imprensa internacional.

Um vestido discreto, mas cheio de elementos clássicos

Para acompanhar o marido, o príncipe William, Kate apostou em um visual monocromático em tons de creme, reforçando uma das assinaturas de seu guarda-roupa oficial: a elegância sóbria. A peça escolhida foi o vestido Collared Boucle-Knit Maxi Dress, da grife francesa Roland Mouret, disponível na loja de departamento Selfridges por US$ 910 – cerca de R$ 4.706,61 na conversão informada pelo varejista. Confeccionado em um tecido texturizado semelhante ao bouclé, material frequentemente associado à alfaiataria clássica europeia, o modelo aposta em uma construção sofisticada sem exageros. A silhueta é marcada na cintura por um cinto do mesmo tecido, enquanto a saia ampla ganha movimento graças às pregas delicadas distribuídas ao longo da peça.

Outro detalhe que chama atenção é a parte superior do vestido: uma ampla gola dobrada suaviza o decote em …

terra.com

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7 receitas com queijo para quem ama pratos cremosos

   Poucos ingredientes são tão amados quanto o queijo. Além de versátil, ele transforma receitas simples em pratos mais cremosos e saborosos. Se você faz parte do time que acredita que queijo nunca é demais, confira sete receitas fáceis para incluir no cardápio.

1. Macarrão aos quatro queijos
Ingredientes
500 g de macarrão de sua preferência
1 caixa de creme de leite
1 xícara de leite
100 g de muçarela ralada
50 g de parmesão ralado
50 g de provolone ralado
50 g de gorgonzola picado
Sal e pimenta-do-reino a gosto
Modo de preparo
Cozinhe o macarrão conforme as instruções da embalagem.
Em uma panela, aqueça o leite e o creme de leite.
Acrescente os queijos e mexa até derreter.
Tempere com sal e pimenta.
Misture o molho ao macarrão e sirva imediatamente.
Confira a receita: 

2. Escondidinho de queijo e batata

Ingredientes
1 kg de batatas
2 colheres (sopa) de manteiga
1/2 xícara de leite
300 g de muçarela ralada
100 g de parmesão ralado
Sal a gosto
Modo de preparo
Cozinhe as batatas até ficarem macias.
Amasse e misture com manteiga, leite e sal.
Em um refratário, faça uma camada de purê.
Adicione a muçarela e cubra com o restante do purê.
Finalize com parmesão e leve ao forno para gratinar.

3. Frango gratinado com queijo
Ingredientes
500 g de peito de frango cozido e desfiado
1 copo de requeijão
200 g de muçarela fatiada
1 lata de molho de tomate
Orégano a gosto
Modo de preparo
Misture o frango com o molho de tomate.
Coloque em um refratário.
Cubra com o requeijão e depois com a muçarela.
Polvilhe orégano.
Leve ao forno até o queijo derreter e dourar.

4. Lasanha de queijo
Ingredientes
500 g de massa para lasanha
400 g de muçarela
200 g de presunto
100 g de parmesão ralado
2 xícaras de molho branco
Modo de preparo
Monte camadas de molho branco, massa, queijo e presunto.
Repita até terminar os ingredientes.
Finalize com parmesão.
Leve ao forno preaquecido por cerca de 40 minutos.

5. Risoto de queijo
Ingredientes
1 xícara de arroz arbóreo
1 litro de caldo de legumes quente
1 cebola picada
2 colheres (sopa) de manteiga
100 g de parmesão ralado
100 g de muçarela ralada
Modo de preparo
Refogue a cebola em uma colher de manteiga.
Acrescente o arroz e mexa por alguns minutos.
Adicione o caldo aos poucos, mexendo sempre.
Quando o arroz estiver cozido, misture os queijos.
Finalize com a manteiga restante e sirva.

6. Torta cremosa de queijo
Ingredientes
Massa
3 ovos
2 xícaras de leite
1/2 xícara de óleo
2 xícaras de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento
Recheio
300 g de muçarela ralada
100 g de parmesão ralado
1 copo de requeijão
Modo de preparo
Bata os ingredientes da massa no liquidificador.
Despeje metade da massa em uma forma untada.
Distribua os ingredientes do recheio.
Cubra com o restante da massa.
Asse em forno preaquecido a 180°C por cerca de 40 minutos.

7. Nhoque ao molho de queijo
Ingredientes
1 kg de nhoque pronto
1 caixa de creme de leite
1 xícara de leite
200 g de muçarela ralada
50 g de parmesão ralado
Modo de preparo
Cozinhe o nhoque conforme as instruções da embalagem.
Em uma panela, aqueça o leite e o creme de leite.
Acrescente os queijos e mexa até formar um molho homogêneo.
Misture o molho ao nhoque.
Sirva imediatamente.
O queijo é o grande protagonista
Seja em massas, tortas, risotos ou gratinados, o queijo tem a capacidade de transformar receitas simples em pratos irresistíveis. Com essas opções, fica fácil preparar refeições cremosas para qualquer ocasião.

terra.com

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RioMar Recife terá shows gratuitos de Petrúcio Amorim, Nena Queiroga e Balaio de Cheiro no São João

O clima de São João já tomou conta do RioMar Recife. A partir desta quinta-feira (4), o shopping promove uma série de shows gratuitos com artistas pernambucanos e atrações ligadas à cultura nordestina. A programação acontece na Praça de Alimentação, no Piso L3, e segue até o sábado (6).

Quem abre a agenda é o cantor e compositor Petrúcio Amorim, um dos principais nomes do forró tradicional. O artista sobe ao palco às 19h desta quinta-feira com um repertório que inclui canções conhecidas do público, como Tareco e Mariola.

  Na sexta-feira (5), também às 19h, será a vez de Nena Queiroga animar os visitantes com clássicos do forró. Já no sábado (6), a banda Balaio de Cheiro encerra o primeiro fim de semana da programação junina.

Além dos shows, o RioMar Recife informou que promoverá apresentações de trio pé de serra nos dias 13, 14 e 20 de junho, sempre a partir das 18h.

O shopping também recebe iniciativas voltadas para o período junino. Uma delas é a loja colaborativa Artesanato de Talentos, instalada no Piso L1, próximo à Renner. O espaço reúne mais de mil produtos produzidos por 17 artesãos das comunidades do Pina e de Brasília Teimosa.

Entre os itens comercializados estão roupas, acessórios, peças decorativas e artigos para a casa inspirados na temática junina. A loja funciona até o dia 26 de junho.O clima de São João já tomou conta do RioMar Recife. A partir desta quinta-feira (4), o shopping promove uma série de shows gratuitos com artistas pernambucanos e atrações ligadas à cultura nordestina. A programação acontece na Praça de Alimentação, no Piso L3, e segue até o sábado (6).Quem abre a agenda é o cantor e compositor Petrúcio Amorim, um dos principais nomes do forró tradicional. O artista sobe ao palco às 19h desta quinta-feira com um repertório que inclui canções conhecidas do público, como Tareco e Mariola.Na sexta-feira (5), também às 19h, será a vez de Nena Queiroga animar os visitantes com clássicos do forró. Já no sábado (6), a banda Balaio de Cheiro encerra o primeiro fim de semana da programação junina.Além dos shows, o RioMar Recife informou que promoverá apresentações de trio pé de serra nos dias 13, 14 e 20 de junho, sempre a partir das 18h. O shopping também recebe iniciativas voltadas para o período junino. Uma delas é a loja colaborativa Artesanato de Talentos, instalada no Piso L1, próximo à Renner. O espaço reúne mais de mil produtos produzidos por 17 artesãos das comunidades do Pina e de Brasília Teimosa.

Entre os itens comercializados estão roupas, acessórios, peças decorativas e artigos para a casa inspirados na temática junina. A loja funciona até o dia 26 de junho. Outra atração é a Feira de São João, montada na Praça de Eventos 2, no Piso L1. O espaço conta com opções de vestidos juninos, coletes, acessórios e itens de decoração para quem pretende entrar no clima das festividades.

Programação de shows

Quinta-feira (4): Petrúcio Amorim, às 19h;
Sexta-feira (5): Nena Queiroga, às 19h;
Sábado (6): Balaio de Cheiro, às 19h.

jc.uol

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Inmet prevê chuva de até 50 mm para o Recife e outros municípios de Pernambuco; veja quais

O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) atualizou a previsão para este sábado (6): 88 municípios de Pernambuco estão com risco de Perigo Potencial de chuvas. A bandeira amarela do Inmet vale para a Região Metropolitana do Recife, assim como a Zona da Mata e o Agreste do estado. O grau de severidade Perigo Potencial indica a possibilidade de chuva entre 20 a 30 mm/h ou até 50 mm/dia. O risco de alagamentos e pequenos deslizamentos, em cidades com tais áreas de risco, é baixo. Inmet pede que a população evite enfrentar o mau tempo; observe alteração nas encostas; e evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada. Mais informações podem ser obtidas junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).

Confira os 88 municípios de Pernambuco com a bandeira amarela do Inmet:

Abreu e Lima
Agrestina
Água Preta
Aliança
Altinho
Amaraji
Araçoiaba
Barra de Guabiraba
Barreiros
Belém de Maria
Bezerros
Bom Jardim
Bonito
Buenos Aires
Cabo de Santo Agostinho
Camaragibe
Camocim de São Félix
Camutanga
Carpina
Caruaru
Casinhas
Catende
Chã de Alegria
Chã Grande
Condado
Cortês
Cumaru
Cupira
Escada
Feira Nova
Ferreiros
Frei Miguelinho
Gameleira
Glória do Goitá
Goiana
Gravatá
Igarassu
Ilha de Itamaracá
Ipojuca
Itambé
Itapissuma
Itaquitinga
Jaboatão dos Guararapes
Jaqueira
João Alfredo
Joaquim Nabuco
Lagoa de Itaenga
Lagoa do Carro
Lagoa dos Gatos
Limoeiro
Macaparana
Machados
Maraial
Moreno
Nazaré da Mata
Olinda
Orobó
Palmares
Panelas
Passira
Paudalho
Paulista
Pombos
Primavera
Quipapá
Recife
Riacho das Almas
Ribeirão
Rio Formoso
Sairé
Salgadinho
Santa Maria do Cambucá
São Benedito do Sul
São Joaquim do Monte
São José da Coroa Grande
São Lourenço da Mata
São Vicente Férrer
Sirinhaém
Surubim
Tamandaré
Taquaritinga do Norte
Timbaúba
Tracunhaém
Vertente do Lério
Vertentes
Vicência
Vitória de Santo Antão
Xexéu.

diariodepernambuco.com

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O BECO DE TEREZINHA FICOU LOTADO PARA ASSISTEREM ABERTURA DO ESPAÇO CULTURAL.

TEREZINHESES AGRADECE AO PADRE LUIZINHO, PADRE MACIEL E A TODOS QUE PARTICIPARAM DESTES MOMENTOS ÍMPARES.


Temos mais de uma hora neste vído, acessem blogdozefreitas.com no YouTube e assistam pela televisão     

Vejam como foi a abertura, imparctante.

A professora Marisa a (Q) o padre Luizinho a (D).

Temos mais de uma hora neste vído, acessem blogdozefreitas.com no YouTube e assistam pela televisão,  

Padre Luizinho através das muscias que cantou deixou muitas pessoas alegres, parabéns.

A cultura é a identidade viva de um povo, unindo tradições, arte e valores.

Obg. Amigo Eduardo Oliveira pelo o reconhecimento e a valorização.

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Luana Piovani detona Huck após fala do apresentador sobre o Bolsa Família: ‘Vocês fazem essas pessoas poderosas’

Luana Piovani utilizou as redes sociais para fazer duras críticas a Luciano Huck após o apresentador se envolver em uma polêmica sobre o Bolsa Família.

Em um vídeo, a atriz afirmou que Huck mantém discursos distintos para os telespectadores e para o círculo de amigos bilionários.

“Parabéns, Brasilzão! Olha as coisas incríveis que vocês andam produzindo. Aí a gente tem um apresentador de televisão que enche a burra de dinheiro, para não dizer outra coisa, vendendo também bet para tirar o teu dinheiro, porque o dele ninguém toca. E ele faz o favor de ter um discurso no programa e outro discurso quando está do lado dos amigos bilionários dele”, disparou Luana.

A reação de Piovanni ocorreu após a repercussão de uma fala de Huck em um Fórum em São Paulo. Na ocasião, ele afirmou que a concentração econômica no Bolsa Família não gera estímulo para a mobilidade social, sugerindo que muitos buscam ‘atalhos’ para permanecer no programa por tempo indeterminado. No desabafo, Piovani também mandou indiretas para o jogador Neymar e a influencer Virginia Fonseca. “Agora, o que que quero dizer com tudo isso? Que essa galera, gente, é tudo amiga, viu? O apresentador é amigo da influencer, que é amigo do jogador. É tudo saco da mesma farinha. Vocês estão entendendo, gente? Que é tudo farinha do mesmo saco? Vocês estão entendendo?”.

 No final da fala, a atriz questionou a importância dada pelo público a figuras famosas. “Vocês que fazem essas pessoas poderosas. Por que que ele [Huck] está de dono do domingo brasileiro? Porque vocês ainda assistem”, afirmou Piovani.

terra

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‘Eu não via sentido na vida’, diz Anitta ao refletir sobre autoconhecimento

  Anitta falou sobre como o autoconhecimento a ajudou a lidar com nuances da carreira artística. Aos 33 anos, a cantora participou do podcast Filosofia para Viver, da professora de filosofia Lúcia Helena Galvão, e refletiu sobre a angústia existencial que lhe acometeu há alguns anos. “No seu documentário, tem uma passagem em que você fala que, de vez em quando, chora e não sabe muito bem por quê. Você acha que por trás disso tem alguma angústia existencial mal resolvida? Alguma coisa que você ainda está buscando?”, questionou Lúcia Helena. Sincera na resposta, Anitta abriu o coração. “Eu tinha muito isso, assim, em muitos momentos da minha vida eu simplesmente entrava em um buraco muito profundo e eu ficava nesse buraco, eu chorava assim, parecia que eu estava… era um bebê ainda que acabou de nascer”, disse. 

“Era um choro profundo, um buraco profundo. Eu não via sentido na vida. Tinha momentos em que eu não via por que eu estava viva, sabe? Era uma coisa muito dolorida que eu não entendia”, complementou. A cantora afirmou que o autoconhecimento foi fundamental para entender cada etapa do processo de amadurecimento. 

“Quando eu comecei a mergulhar no autoconhecimento e a entender cada padrão, cada ciclo repetitivo da minha vida, cada buraco, aonde estava cada vazio, como eu conseguiria preencher, só eu comigo mesma conseguiria me preencher e me amar e me aceitar e me enxergar sem culpa, sem vergonha”

“Aí, a cada dia que foi passando, eu sentia menos e menos e menos. E, hoje em dia, é muito raro eu ter algum momento assim. Nunca mais tive tão profundo assim. Às vezes até vem um chorinho, mas assim”.  Por fim, ela explicou que tinha um padrão comportamental antes de se conhecer de maneira mais profunda. 

“Antes eu ficava muito querendo saber o porquê. O que está acontecendo? Por que eu estou aí? Eu dava motivos para esses choros, né? É por que tal coisa aconteceu, é por que Fulano fez isso comigo. Eu tinha muito essa mania de: ‘ah, por que Fulano fez, Beltrano… ” Nunca eu fiz, era sempre os outros. E hoje aprendi. Nossa, quando comecei a aprender o quanto que eu fiz, eu fiquei: ‘Nossa, eu mesma, que tosco’. Hoje eu acredito nisso, que a gente mesmo é que cava os destinos da nossa vida, né?”, avaliou.

terra

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Descoberta sobre bactéria encontrada em produtos Ypê pode ajudar novas terapias

247 –     Uma equipe internacional de cientistas identificou um mecanismo que ajuda a explicar a resistência da bactéria Pseudomonas aeruginosa, microrganismo encontrado em produtos Ypê proibidos pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) no Brasil. A descoberta sobre bactéria da Ypê revela como ela fortalece sua estrutura externa e pode orientar novos tratamentos contra infecções difíceis, explica o jornal O Globo. A Pseudomonas aeruginosa é conhecida por provocar infecções hospitalares e integra a lista de 15 bactérias consideradas mais perigosas do mundo pela OMS (Organização Mundial da Saúde), devido à sua capacidade de resistir a medicamentos. O microrganismo possui uma membrana externa que funciona como uma barreira natural contra diversos remédios, incluindo antibióticos como a penicilina.

O novo estudo, liderado pelo IQF-CSIC, da Espanha, e pela Universidade de Notre Dame, nos Estados Unidos, investigou como essa bactéria consegue manter sua membrana externa presa à parede celular. Ao compreender esse processo, os pesquisadores identificaram uma possível forma de fragilizar a proteção que torna a bactéria mais difícil de combater. Segundo a pesquisa, a P. aeruginosa utiliza uma espécie de “rebite molecular” para ligar a membrana externa à parede celular, formando uma dupla barreira de defesa. Em testes in vitro, os cientistas chegaram à proteína PA2854, apontada como responsável por construir essa ligação estrutural.

Ao bloquear em laboratório a formação desse “rebite molecular”, a equipe conseguiu enfraquecer a proteção da bactéria, deixando-a mais vulnerável à ação de medicamentos. O achado é considerado relevante porque pode abrir caminho para novas estratégias terapêuticas contra microrganismos resistentes. Para observar o processo em nível atômico, os pesquisadores utilizaram cristalografia de raios X de alta intensidade. A técnica permitiu analisar com precisão a estrutura envolvida na fixação da membrana externa à parede celular da bactéria.

A importância da descoberta vai além da Pseudomonas aeruginosa. De acordo com o estudo, o mesmo mecanismo também está presente em outras bactérias Gram-negativas, grupo que inclui patógenos associados a infecções de difícil tratamento. Por isso, compreender essa estrutura pode contribuir para o desenvolvimento de terapias capazes de enfraquecer diferentes bactérias multirresistentes. A Pseudomonas aeruginosa pode ser encontrada no solo, na água e em ambientes úmidos. No caso dos produtos Ypê, a presença do microrganismo chamou atenção para sua capacidade de formar biofilmes, estruturas que ajudam a protegê-lo inclusive em contato com produtos de limpeza.

As infecções causadas por essa bactéria podem variar de quadros mais leves, como otite, a problemas graves, como infecções pulmonares e pneumonia. A dificuldade de tratamento está ligada justamente à resistência do microrganismo e à capacidade de escapar da ação de medicamentos.

A resistência aos antibióticos é hoje uma das principais preocupações da saúde pública mundial. O uso excessivo de medicamentos e a contaminação ambiental favorecem o surgimento de microrganismos capazes de resistir a múltiplos tratamentos, conhecidos como superbactérias. O avanço desse fenômeno dificulta o combate a infecções e já está associado a milhões de mortes anuais em todo o mundo. A pesquisa conduzida pelo IQF-CSIC e pela Universidade de Notre Dame reforça a importância de novas abordagens para tornar bactérias resistentes mais vulneráveis e melhorar a eficácia dos antibióticos disponíveis.

brasil247

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Vírus perigosos acendem alerta no Brasil

  247 – A circulação de vírus perigosos acende alerta no Brasil em 2026, e especialistas apontam a influenza A como o maior risco prático para a população, em razão da transmissão respiratória, da baixa cobertura vacinal e da pressão sobre os serviços de saúde, segundo o G1.

Embora vírus como ebola e hantavírus apresentem alta letalidade, infectologistas destacam que o grau de ameaça à população depende também da facilidade de transmissão, da existência de vacinas, da presença no território nacional e da capacidade de resposta do sistema de saúde. Entre os agentes sob maior vigilância estão ebola, hantavírus, influenza A, poliomielite e mpox. Nem sempre o vírus que mais mata proporcionalmente é o que oferece maior risco coletivo. Um patógeno menos letal, mas altamente transmissível, pode atingir um número muito maior de pessoas, afetar grupos vulneráveis e sobrecarregar hospitais, prejudicando inclusive o atendimento de outras doenças.

infografico

Ebola Bundibugyo preocupa por ausência de vacina específica

O surto atual de ebola chama atenção por envolver a cepa Bundibugyo, uma das variantes da família ebola capazes de infectar seres humanos e considerada rara. Diferentemente da epidemia registrada entre 2014 e 2016 na África Ocidental, quando circularam sobretudo casos associados à cepa Zaire, não há vacina aprovada nem anticorpos monoclonais eficazes contra a variante agora em circulação. As ferramentas desenvolvidas depois da crise sanitária passada, como o imunizante Ervebo e terapias com anticorpos monoclonais, foram concebidas para combater a cepa Zaire. Por isso, a eventual chegada de um caso importado ao Brasil exigiria uma resposta altamente especializada. O infectologista Antônio Carlos Bandeira, assessor técnico da Vigilância Epidemiológica do Estado da Bahia, alerta que um cenário crítico seria o de um viajante ou trabalhador que passasse por áreas afetadas, fosse infectado, embarcasse ainda sem sintomas e chegasse ao Brasil dentro do período de incubação, que pode variar de dois a 21 dias.

Segundo Bandeira, a estrutura necessária para atender um caso confirmado de ebola vai muito além do isolamento hospitalar convencional. O manejo exige sala de preparação, antessala de acesso e quarto com pressão negativa, além de fluxo separado para entrada e saída dos profissionais de saúde, com banho integral e descarte seguro dos equipamentos usados. Sem esse tipo de instalação, cresce o risco de contaminação de trabalhadores da saúde. O especialista recorda que, em 2014, profissionais em países europeus foram infectados mesmo utilizando equipamentos de proteção individual tradicionais. Apesar disso, Luana Araújo, infectologista e mestre em Saúde Pública pela Universidade Johns Hopkins, avalia que o risco global da cepa Bundibugyo é limitado por características próprias do vírus. A transmissão não ocorre pelo ar, mas por contato direto com sangue ou secreções de pessoas doentes. Além disso, a alta letalidade tende a reduzir rapidamente as cadeias de transmissão.

André Bon, coordenador da Infectologia do Hospital Brasília e responsável pela área de Infectologia da Rede Américas, lembra que o Brasil não registrou casos confirmados nem durante o maior surto de ebola já documentado. As principais recomendações de precaução seguem concentradas nas regiões internas da República Democrática do Congo e em áreas de fronteira. Para a rotina da população brasileira, pouco muda para quem não viaja à República Democrática do Congo ou a Uganda. Já pessoas que forem a essas regiões devem evitar contato com pacientes doentes, registrar a viagem junto ao consulado e informar o histórico de deslocamento ao procurar atendimento médico caso apresentem febre até 21 dias após o retorno.

Hantavírus tem alta letalidade, mas transmissão limitada

O hantavírus apresenta taxa de letalidade elevada no Brasil, estimada entre 30% e 50%, mas não representa uma ameaça ampla para a população urbana. A razão está na forma de transmissão: no país, o contágio ocorre pela inalação de aerossóis formados a partir de fezes e urina de roedores silvestres, sobretudo em áreas rurais ou ambientes fechados contaminados. André Bon explica que há diversos tipos de hantavírus no mundo. O único reconhecido por transmissão entre humanos é o vírus Andes, restrito à Argentina e ao Chile, associado também a um surto recente em um navio cruzeiro. As variantes em circulação no Brasil, segundo o especialista, não passam de uma pessoa para outra.

Luana Araújo ressalta que a gravidade do hantavírus precisa ser interpretada junto com sua baixa capacidade de disseminação. Apesar da alta letalidade, o vírus depende de uma exposição ambiental específica e não tem o mesmo potencial de espalhamento de doenças respiratórias, como a influenza. Bandeira acrescenta que, mesmo em situações envolvendo o vírus Andes, a transmissão em ambientes abertos é baixa e exige contato próximo e prolongado com o paciente. Quando os casos são identificados e isolados, a possibilidade de disseminação ampla diminui de forma significativa. Na prática, o risco se concentra em galpões, depósitos, casas de campo fechadas por longos períodos e ambientes com presença de roedores. A recomendação é não varrer esses locais a seco, usar máscara PFF2 e luvas, umedecer o piso antes da limpeza e evitar a formação de partículas suspensas no ar.

Influenza A é a ameaça mais concreta no Brasil

Entre os vírus analisados, a influenza A é apontada pelos três especialistas como a principal ameaça prática para os brasileiros. A explicação não está em uma letalidade proporcional maior, mas na facilidade de transmissão por gotículas respiratórias, no grande número de pessoas expostas e na pressão exercida sobre um sistema de saúde já sobrecarregado. Luana Araújo resume o risco da doença ao afirmar: “a influenza é o vírus vizinho, o que está ali ao lado, o que chega à maioria das pessoas dentro do mesmo território e causa desfechos graves sem parecer, à primeira vista, uma ameaça dramática”. A especialista destaca que a gripe costuma ser subestimada culturalmente, o que favorece sua propagação. Pessoas vacinadas ou não, com sintomas leves ou ainda no início do quadro, podem transmitir o vírus em ambientes compartilhados. Em 2026, a situação foi agravada pela circulação de uma cepa H3N2 com menor resposta à proteção vacinal. Como as vacinas contra influenza são produzidas com meses de antecedência, a composição depende de previsões sobre quais cepas terão maior circulação. Quando o vírus toma um caminho evolutivo diferente, a efetividade do imunizante pode ser reduzida. A combinação entre cobertura vacinal abaixo do ideal e menor resposta contra a cepa predominante ajuda a explicar o aumento de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave no país. Ainda assim, a vacinação segue sendo uma das principais ferramentas de proteção, especialmente para crianças, idosos, gestantes e pessoas com doenças crônicas. Bon observa que, apesar da preocupação atual com o H3N2, o subtipo que mais mantém pesquisadores em alerta no longo prazo é o H5N1. Esse vírus já circula entre mamíferos, foi associado à mortandade de leões-marinhos no sul do Brasil e de aves em várias regiões, além de casos esporádicos em humanos nos Estados Unidos e no Canadá.

Até o momento, o H5N1 não desenvolveu transmissão sustentada entre pessoas. No entanto, por estar em mutação constante, uma eventual adaptação para transmissão eficiente entre humanos poderia representar risco pandêmico relevante. Bandeira defende duas medidas para melhorar a resposta brasileira à influenza. A primeira é ampliar a vacinação pelo Programa Nacional de Imunização, reduzindo a segmentação por faixas etárias e grupos de risco, que pode confundir a população. A segunda é reforçar o treinamento de profissionais de saúde para prescrição precoce de antivirais, como o oseltamivir, mais eficaz quando administrado nos dois primeiros dias de sintomas. Luana também chama atenção para a vulnerabilidade da rede hospitalar pediátrica. Como a influenza atinge muitas crianças, o aumento de casos graves nessa faixa etária pode pressionar leitos de terapia intensiva, que já são insuficientes diante da demanda.

Para a população, a orientação é buscar vacinação e não tratar sintomas de gripe como um simples resfriado, especialmente nos grupos mais vulneráveis. Ao surgirem sintomas, a procura por atendimento nos dois primeiros dias pode fazer diferença, pois há antiviral disponível nessa janela.

Poliomielite segue controlada, mas queda vacinal preocupa

A poliomielite permanece classificada pela Organização Mundial da Saúde como Emergência de Saúde Pública de Importância Internacional desde 2014, embora o cenário atual seja diferente do passado. Os casos de poliovírus selvagem estão praticamente restritos ao Afeganistão e ao Paquistão. Hoje, grande parte dos registros globais está associada ao poliovírus derivado da vacina oral. Esse risco levou o Brasil a adotar completamente a vacina inativada injetável, considerada mais segura nesse aspecto e já incorporada ao calendário nacional de imunização. Bandeira avalia que o risco de reintrodução da poliomielite no Brasil é baixo, devido à cobertura vacinal ainda ampla. No entanto, ele alerta para a redução da adesão ao calendário infantil, impulsionada pelo movimento antivacina e pela perda de percepção de risco em relação a doenças que deixaram de circular de forma intensa.

Luana Araújo reforça que a cobertura brasileira, embora ainda elevada em termos gerais, não é uniforme. Há regiões com bolsões de baixa vacinação, o que pode abrir espaço para a reintrodução do vírus caso ele seja importado. A recomendação central é verificar a caderneta de vacinação das crianças. A vacina contra a poliomielite é gratuita nos postos de saúde, e a manutenção da cobertura é essencial para preservar a proteção coletiva.

Mpox exige vigilância diante de nova linhagem

A mpox, nome oficial da doença antes conhecida como varíola dos macacos, tem transmissão ativa no Brasil, baixa letalidade e perfil de risco concentrado. Segundo Bandeira, o vírus provoca lesões cutâneas semelhantes às da varíola clássica, mas geralmente com menor gravidade e evolução autolimitada. As lesões podem aparecer nos membros, no rosto e no abdômen. Essa manifestação visível ajuda no diagnóstico precoce e no isolamento dos casos, o que contribui para interromper cadeias de transmissão.

Bon explica que o padrão de disseminação mudou nos últimos anos. Historicamente associada ao contato físico direto com animais ou pessoas infectadas, a mpox passou a se espalhar de forma mais expressiva por contato próximo durante relações sexuais.

Bandeira destaca, porém, que a doença não deve ser classificada como sexualmente transmissível em sentido estrito. O vírus se propaga pelo contato corporal próximo e prolongado, situação mais frequente em relações íntimas. Foi esse tipo de contato que impulsionou os primeiros surtos registrados no Brasil, nos Estados Unidos e na Europa. A principal preocupação atual envolve a chegada de casos da linhagem Clade Ib ao Brasil. Essa variante é considerada mais transmissível e associada a quadros mais graves, especialmente em crianças e pessoas imunossuprimidas. Até agora, os registros no país são importados, mas a vigilância permanece ativa. Bon afirma que o aumento de casos observado no início de 2026 precisa ser acompanhado com atenção. A orientação sobre situações de risco, sobretudo as de contato íntimo, é apontada como medida fundamental para reduzir a circulação do vírus. No dia a dia, a recomendação é observar lesões na pele semelhantes a bolhas ou feridas, procurar atendimento médico em caso de suspeita e evitar contato próximo com outras pessoas até avaliação profissional. A vigilância, somada à vacinação quando indicada e à comunicação clara sobre riscos, segue como eixo central da resposta sanitária.

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O escândalo: Master ou bolsonarista?

 O caso Banco Master explodiu como um escândalo financeiro de proporções nacionais: liquidação de instituições do conglomerado, suspeitas de fraude bilionária, prisão de Daniel Vorcaro e a revelação de que Flávio Bolsonaro buscava um financiamento privado de US$ 24 milhões para o filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro. Segundo a Reuters, o Banco Master teria colapsado em meio a uma investigação de fraude multibilionária; o Financial Times falou em colapso bancário de US$ 10 bilhões e suspeitas de fraude de US$ 2,3 bilhões. Flávio admitiu a tratativa, mas afirmou que se tratava de contrato privado legítimo, sem contrapartida ilícita. Mas o Master talvez seja apenas a face bancária mais recente de uma engrenagem política muito mais ampla. A pergunta jornalística relevante não é apenas “quanto custou o Master?”, mas quanto custou — em dinheiro público, captura institucional, emendas, favores, bens apropriados, estruturas paralelas, campanhas de desinformação e aparelhamento do Estado — o ciclo político que se organizou em torno do bolsonarismo.

As rachadinhas: o gabinete como unidade econômica

A conta documentável começa antes do Palácio do Planalto, no Rio de Janeiro. O caso das “rachadinhas” no gabinete de Flávio Bolsonaro, embora encerrado judicialmente após anulações de provas e rejeição da denúncia, deixou uma cifra pública: segundo a Reuters, a denúncia do MP-RJ atribuiu a Flávio participação em esquema de desvio de salários de assessores na Alerj e falava em R$ 6,1 milhões desviados; já o Coaf apontou movimentações atípicas de Fabrício Queiroz, incluindo valores que chegaram a R$ 7 milhões em determinado recorte temporal, segundo reportagens da época. O processo não resultou em condenação, e a defesa sempre negou irregularidades, mas o caso permanece como marco inaugural da suspeita de uma economia política familiar estruturada a partir de gabinete, assessores, dinheiro vivo e intermediações. (Reuters)

O fato jurídico de não haver condenação não elimina o fato político de que o caso revelou um padrão de assessorias, dinheiro vivo, familiares de policiais, operadores de confiança e movimentações financeiras incompatíveis com a normalidade administrativa. (Agência BrasilFabrício Queiroz, ex-assessor de Flávio e antigo amigo da família Bolsonaro, tornou-se personagem-síntese desse sistema. Ele fazia a ponte entre gabinete parlamentar, mundo policial e relações pessoais da família. O caso terminou sem condenação contra Flávio, mas sua força histórica está em ter revelado a anatomia inicial de um método: política como fonte de renda privada, gabinete como caixa informal, fidelidade pessoal como mecanismo de blindagem.

O patrimônio imobiliário: a pedagogia do dinheiro vivo

O primeiro capítulo é patrimonial. Levantamento do UOL apontou que Jair Bolsonaro e familiares próximos adquiriram 107 imóveis ao longo de três décadas, sendo 51 pagos total ou parcialmente em dinheiro vivo. Segundo a reportagem, o valor corrigido dessas transações em espécie se aproximava de R$ 26 milhões. O levantamento considerou imóveis de Jair Bolsonaro, filhos, mãe, irmãos e ex-mulheres. (UOL Notícias).

Dinheiro vivo não é crime por si só. Compra de imóvel em espécie também não constitui, automaticamente, lavagem de dinheiro. Mas, em uma família que fez carreira na política profissional, com renda pública conhecida, o padrão chama atenção por três razões: primeiro, pela quantidade; segundo, pela recorrência; terceiro, pela coincidência com outros casos envolvendo assessores, movimentações atípicas e suspeitas de retenção de salários em gabinetes parlamentares. A pergunta contábil é simples: qual a origem econômica de tanto numerário? Salários parlamentares explicam patrimônio declarado, mas não necessariamente explicam preferência reiterada por espécie, circulação informal e aquisição pulverizada por vários membros da família.

Essa é a primeira camada da contabilidade bolsonarista: antes da Presidência, antes do orçamento secreto, antes do Master, havia um padrão patrimonial a ser explicado.

A vaquinha do Pix: militância como fluxo financeiro privado

O terceiro capítulo é digital. Em 2023, Jair Bolsonaro recebeu R$ 17,2 milhões via Pix, segundo relatório do Coaf divulgado pela imprensa e confirmado por veículos públicos. O dinheiro teria vindo de apoiadores, em campanha organizada para pagar multas impostas ao ex-presidente. O Coaf classificou as movimentações como atípicas e apontou suspeita de possível lavagem de dinheiro, inclusive porque parte dos recursos teria sido direcionada a aplicações financeiras. (Agência Brasil)

Aqui está uma mutação importante: a velha política do dinheiro vivo se converteu em política de multidão digital. O mecanismo já não depende apenas de gabinete e assessor. Ele passa a operar por Pix, vaquinha, campanha emocional, perseguição imaginária e fidelização militante. O líder transforma multas, condenações, bloqueios ou derrotas judiciais em ativo político e financeiro. Também houve fraudes paralelas explorando a imagem de Bolsonaro e de aliados. A Reuters checou vídeos manipulados por inteligência artificial que simulavam Bolsonaro e Nikolas Ferreira pedindo doações para ato político, caso que ambos negaram e classificaram como falso. Isso mostra que a economia digital bolsonarista produziu não apenas arrecadação política real, mas também um ambiente propício a golpes, vaquinhas apócrifas e exploração financeira da fé militante. (Reuters)

O ponto político é grave: o bolsonarismo criou uma base emocional monetizável. A militância não é apenas eleitorado; é público consumidor, doador, replicador, financiador e blindagem social.

Joias, exterior e lavagem simbólica do poder

Há o capítulo internacional dessa história. No caso das joias sauditas, a Polícia Federal indiciou Jair Bolsonaro e outros investigados por suspeitas de peculato, lavagem de dinheiro e associação criminosa. Os presentes oficiais tinham valor estimado em cerca de US$ 1,2 milhão, e parte deles teria sido levada ao exterior ou ter sua venda tentada. A defesa de Bolsonaro nega crime e sustenta que não houve apropriação ilícita. (STF) Esse caso é pequeno se comparado ao orçamento secreto, mas enorme em significado político. Ele mostra a passagem do presente de Estado para a esfera privada; do bem público para o circuito familiar; do símbolo diplomático para o ativo monetizável. O relógio, a joia, a caneta e o objeto de luxo funcionam como metáfora perfeita: o Estado tratado como extensão do patrimônio pessoal.

Sobre fundos no exterior, a cautela é necessária. Há informações públicas sobre offshores e contas externas de integrantes relevantes do governo Bolsonaro, como Paulo Guedes e Roberto Campos Neto, reveladas no contexto dos Pandora Papers, mas isso não equivale, por si só, a afirmar que a família Bolsonaro possuía offshore própria. (Agência Pública). O que existe, no caso recente do Master, é a menção jornalística a estruturas externas e fundos associados ao financiamento do filme Dark Horse, incluindo referência ao Havengate Development Fund LP, registrado no Texas, apontado por veículos brasileiros como possível foco de apuração envolvendo Banco Master, Vorcaro e o entorno bolsonarista. Essa linha ainda exige investigação formal robusta. Não se deve tratá-la como prova de crime consumado, mas como indício jornalístico relevante dentro do circuito internacional de financiamento político-cultural. (tvtnews.com.br)

Orçamento secreto: a corrupção legalizada pela opacidade

No governo federal, a escala muda. O chamado orçamento secreto, formalizado pelas emendas de relator RP9, atingiu cifras incompatíveis com a narrativa de um governo “anticorrupção”. O STF declarou o mecanismo inconstitucional e registrou que, em 2022, o uso dessas emendas chegou a R$ 16,5 bilhões, com R$ 19,4 bilhões reservados para 2023 antes da derrubada do modelo. O Senado apontou que, só naquele orçamento, metade dos R$ 19,4 bilhões ficava concentrada em cinco ministérios, sobretudo Desenvolvimento Regional, Saúde e Cidadania. (Notícias STF) Se tomada a série política do orçamento secreto, a conta sobe ainda mais: levantamentos públicos apontaram cerca de R$ 46,2 bilhões autorizados entre 2020 e 2022 em emendas RP9. (CUT – Central Única dos Trabalhadores) Nem todo real do orçamento secreto é corrupção comprovada. Mas todo real alocado sem transparência suficiente é potencial instrumento de captura política. O orçamento secreto foi o casamento entre Bolsonaro e o Centrão: o presidente entregava o cofre; o Congresso entregava blindagem. A moral anticorrupção morreu ali, não por escândalo de mala de dinheiro, mas por arquitetura institucional.

Foi a corrupção convertida em método de governabilidade.

A pandemia como mercado de oportunidade: Covaxin e Ministério da Saúde

A pandemia abriu outra frente. No caso Covaxin, a CPI da Covid investigou a contratação de 20 milhões de doses por R$ 1,6 bilhão, com suspeitas de sobrepreço, pressão interna no Ministério da Saúde e intermediação privada. O contrato não foi pago, mas chegou a ser firmado e empenhado, e o Senado registrou que a CPI apontou crimes atribuídos a Bolsonaro, ministros, ex-ministros, parlamentares e empresários. Aqui, a cifra não é prejuízo final consolidado, mas valor sob risco em uma operação pública suspeita. (Senado Federal)

O bolsonarismo tratou a pandemia em duas frentes: ideologicamente, como guerra cultural contra ciência, máscara, vacina e isolamento; administrativamente, como campo de negócios, compras emergenciais, intermediários e contratos bilionários.

Mesmo quando o prejuízo não se consuma, a tentativa já revela o método.

A Abin paralela: Estado, espionagem e proteção familiar

Tem-se, também, a Abin paralela. A Polícia Federal apontou o uso ilegal da Agência Brasileira de Inteligência para monitorar adversários, autoridades e produzir informações de interesse político.O sistema FirstMile, citado nas investigações, custou cerca de R$ 5,727 milhões. Carlos Bolsonaro e Alexandre Ramagem foram indiciados em inquérito relacionado ao caso, segundo a Agência Brasil. (Agência Brasil) Aqui a conta não é apenas financeira. É institucional. O prejuízo está no uso de aparato de Estado como extensão da trincheira familiar. Quando inteligência pública vira ferramenta privada, a democracia deixa de ser regime e passa a ser alvo.

Milícia, Rio de Janeiro e o caso Marielle

Dentre todos os capítulos, este é o mais sensível: a relação histórica do bolsonarismo com o ambiente policial-miliciano do Rio de Janeiro.

Não há condenação de Jair Bolsonaro no caso Marielle. A investigação avançou contra Ronnie Lessa e Élcio de Queiroz, condenados como executores, e contra os irmãos Brazão e outros acusados como mandantes ou articuladores, em processo que expôs a ligação entre política, milícia, especulação imobiliária e violência no Rio. (Reuters)

Mas também é fato público que o caso Marielle tangenciou o universo bolsonarista por diversas coincidências e proximidades: Ronnie Lessa morava no mesmo condomínio de Jair Bolsonaro; Élcio de Queiroz apareceu em registros de entrada no condomínio; houve depoimento de porteiro mencionando a casa de Bolsonaro, depois relativizado ou desmentido por perícias e novas declarações; e integrantes do entorno bolsonarista mantinham relações antigas com policiais, ex-policiais e personagens do mundo da segurança pública carioca e, até mesmo, o criminoso Adriano da Nóbrega foi homenageado por Flávio em 2003 e 2005 e defendido também em 2005 por Jair Bolsonaro, da tribuna da Câmara Federal, elemento este ligado ao assassinato de Marielle. (Senado)

O ponto não é afirmar que Bolsonaro mandou matar Marielle. Isso não está demonstrado nos autos conhecidos. O ponto é outro: a ascensão bolsonarista no Rio se deu no mesmo ecossistema em que milícia, polícia, política local, controle territorial e negócios imobiliários passaram a se confundir. Marielle foi assassinada porque enfrentava exatamente essa zona de poder: a interseção entre violência armada, loteamento urbano, captura institucional e política de extermínio.

Bolsonaro não precisa ser autor do crime para ser politicamente representativo desse ambiente. O bolsonarismo é a ideologia que naturalizou o braço armado, glamourizou a violência policial, homenageou torturadores, relativizou milicianos e transformou a política da morte em identidade eleitoral.

Empresariado, Faria Lima e extrema direita como investimento

Por fim, tem-se o capítulo empresarial. É preciso distinguir três níveis: apoio ideológico, financiamento político lícito e participação em ilícitos. Empresas como Havan, Riachuelo, Ypê ou empresários individualmente identificados no campo bolsonarista podem ser mencionados quando houver fatos públicos: apoio declarado, participação em atos, doações legais, ações judiciais, investigações administrativas ou financiamento de campanhas. Mas não se pode afirmar, sem prova, que uma empresa compõe organização criminosa apenas por seu alinhamento ideológico.

O que se pode afirmar, com segurança política, é que parte do empresariado brasileiro aderiu ao bolsonarismo porque viu nele uma promessa de desregulação trabalhista, redução de custos, enfraquecimento sindical, privatização, guerra cultural contra a esquerda e Estado capturado por interesses privados. A Faria Lima não aderiu ao bolsonarismo apesar de sua brutalidade; aderiu porque a brutalidade vinha embalada em agenda econômica conveniente.

Paulo Guedes simbolizou esse pacto: liberalismo para os pobres, orçamento secreto para o Centrão, Banco Central independente para o mercado, precarização para o trabalhador e tolerância com o autoritarismo enquanto a Bolsa reagisse bem.

A soma possível

A conta documentável, sem exagero, já é gigantesca:

tabela

A soma bruta dessas rubricas ultrapassa, com folga, dezenas de bilhões de reais, mas seria metodologicamente errado tratar tudo como “dinheiro roubado”. A conta correta é outra: trata-se de um mapa de exposição patrimonial, institucional e política. Nele, há valores efetivamente contratados, valores empenhados, valores sob suspeita, valores de bens públicos, valores de financiamento privado politicamente sensível e valores de estruturas estatais utilizadas fora de sua finalidade republicana.

É aqui que a comparação com o Master se torna insuficiente. O Master é um escândalo financeiro. O bolsonarismo, em sua versão estatal, parlamentar, digital, familiar e empresarial, aparece nos documentos públicos como algo mais extenso: um ecossistema de poder, onde o Master está no seu interior, e não é um caso à parte. Ele combinou orçamento opaco, base parlamentar fisiológica, redes digitais, operadores privados, militares, policiais, empresários simpáticos ao projeto político, agentes públicos e estruturas paralelas de informação.

Isso não autoriza, sem prova, colocar toda empresa apoiadora, todo empresário de direita, todo partido aliado ou todo prefeito bolsonarista dentro de uma organização criminosa.

Mas a prudência jurídica não diminui a gravidade política. Ao contrário: ela torna a crítica mais forte. A contabilidade do bolsonarismo não depende de exagero. Seus números documentados já bastam para mostrar que o discurso “anticorrupção” conviveu com a maior experiência recente de orçamento opaco do país, com suspeitas em compras bilionárias na saúde, com joias oficiais desviadas para circuito privado, com espionagem estatal clandestina, com condenação por tentativa de golpe e, por fim, é partícipe do caso Master. O escândalo Master pode ter revelado uma conexão tardia entre banco, cinema, campanha e família. Mas a conta maior é anterior e estrutural. Ela está no uso da política como negócio, do Estado como bunker, do orçamento como moeda de fidelização e da máquina pública como instrumento de blindagem familiar e guerra contra adversários. O desafio da imprensa, do Ministério Público, do Congresso e do Judiciário é não reduzir o problema ao personagem Vorcaro. O Master pode ser a porta de entrada. A pergunta maior é se, por trás dele, reaparece a mesma lógica: dinheiro privado, influência pública, opacidade, lealdade política e captura institucional.

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Lula: “extrema-direita teme a educação porque é onde nasce a consciência”

 247 – O presidente Lula (PT) afirmou nesta segunda-feira (25), em Brasília, que “a extrema-direita teme a educação, porque sabe que é onde nasce a consciência”, durante a abertura do 1º Fórum de Reitores Brasil-África. No pronunciamento, Lula defendeu que a educação seja tratada como instrumento central para aproximar Brasil, América Latina e África, especialmente diante de desafios como combate à fome, mudanças climáticas, transição energética, democratização da inteligência artificial e integração de cadeias produtivas.

O presidente lembrou que, na Cúpula de Líderes Celac-África, realizada em março, apresentou cinco eixos estruturantes para o relacionamento entre as regiões. Segundo ele, a superação desses desafios passa necessariamente pelo fortalecimento das universidades e da cooperação científica.

“A educação é ferramenta para a superação de todos esses desafios. Por isso, em várias partes do mundo a extrema-direita não tolera a autonomia das universidades. Querem calar professores e estudantes e coibir a diversidade. Negam a ciência, censuram as artes e transformam salas de aula em instrumento de dominação”, afirmou Lula. Em seguida, o presidente associou o pensamento crítico às lutas contra heranças coloniais e formas de discriminação. Para Lula, as universidades têm papel estratégico na defesa da democracia, da ciência e da diversidade.

“O pensamento crítico caminha lado a lado com a luta anticolonial e o combate ao racismo, à misoginia, à xenofobia e a todas as formas de discriminação”, declarou.

Lula também afirmou que as instituições de ensino superior continuarão sendo espaços de resistência diante de conflitos e violações. Ao citar Nelson Mandela, o presidente reforçou a educação como instrumento de transformação social. “As universidades seguirão como bastiões da resistência aos horrores cometidos em todas as guerras. A extrema-direita teme a educação porque sabe que é onde nasce a consciência. Nelson Mandela afirmava que essa é a arma mais poderosa para mudar o mundo”, disse. O presidente destacou que milhões de crianças e jovens africanos e latino-americanos ainda enfrentam barreiras para acessar a educação. Segundo ele, a falta de conexão adequada à internet, energia elétrica e ferramentas digitais aprofunda a exclusão em um mundo cada vez mais orientado pelo conhecimento e pela tecnologia.

Lula citou que apenas 9% dos jovens africanos ingressam em universidades. Ao comparar esse cenário com o Brasil do início dos anos 2000, afirmou que menos de 7% da população brasileira havia concluído o ensino superior naquele período.

“Foi preciso que um metalúrgico sem diploma universitário chegasse ao poder para mudar esse cenário de esquecimento”, afirmou.

O presidente disse que, em seus três mandatos e nos governos da presidenta Dilma Rousseff, foram criadas 20 universidades federais, 192 campi adicionais e 564 institutos tecnológicos. Ele também destacou a obrigatoriedade do ensino de história e cultura afro-brasileira na educação básica, a ampliação do número de brasileiros com diploma universitário e o impacto das políticas de cotas. “Triplicamos o número de brasileiros com diploma universitário. Hoje este número chega a quase 22% da nossa população. Políticas de cotas transformaram a universidade em um espaço mais representativo da diversidade racial e social do nosso país”, disse Lula.

Ao tratar da cooperação com países africanos, o presidente mencionou a criação, em 2010, da Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira, que classificou como “uma verdadeira ponte viva sobre o Atlântico”.

Lula afirmou que a cooperação educacional entre países do Sul Global pode transformar realidades e ressaltou que já existem 235 acordos em vigor entre universidades brasileiras e africanas, abrangendo 38 países do continente. Segundo ele, o próximo passo é desenvolver o conceito de “universidades irmãs”, com o objetivo de ampliar a colaboração acadêmica, estimular a mobilidade estudantil e aprofundar parcerias. O presidente anunciou ainda que a Capes criará 2,6 mil bolsas para mestrandos e doutorandos africanos estudarem no Brasil por até dez meses. Para Lula, reforçar os programas de convênio de graduação e pós-graduação será essencial para consolidar a educação superior como um dos pilares da parceria estratégica entre Brasil e África.Na parte final do discurso, Lula defendeu o uso das tecnologias digitais para acelerar e baratear a cooperação acadêmica. Ele afirmou que o Brasil possui um dos maiores sistemas de ensino à distância do mundo e pode ampliar o intercâmbio universitário sem deslocamento geográfico ou custos para os alunos.

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Veja como usar FGTS para quitar dívidas pelo Desenrola 2.0

   Os trabalhadores já podem autorizar o uso do saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para renegociar dívidas pelo programa Desenrola 2.0. A consulta dos valores foi liberada nesta segunda-feira (25) e a expectativa do governo é movimentar até R$ 8,2 bilhões em renegociações.A modalidade permite utilizar até 20% do saldo disponível no FGTS ou R$ 1 mil, o que for maior, para abater dívidas bancárias em atraso. O dinheiro não cai na conta do trabalhador: a Caixa Econômica Federal faz a transferência diretamente para a instituição financeira credora.

Quem pode participar do Desenrola 2.0

O programa é destinado a trabalhadores com renda mensal de até cinco salários mínimos, atualmente em R$ 8.105.

Podem ser renegociadas dívidas bancárias contratadas até 31 de janeiro de 2026 e com atraso entre 91 dias e dois anos. Entram na lista:

  • Cartão de crédito
  • Cheque especial
  • Crédito pessoal (CDC)

brasil247

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‘Valdemar Costa Neto e Flávio Bolsonaro deveriam dar entrevista à PF’, diz Lindbergh (vídeo)

 247 – O deputado Lindbergh Farias (PT-RJ) criticou da extrema direita brasileira nesta segunda-feira (25), pela rede social X, antigo Twitter, após o presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, confirmar que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, recorreu ao dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, com o objetivo de conseguir financiamento para o filme Dark Horse, sobre a trajetória de Jair Bolsonaro (PL). Em entrevista à Globo News, o dirigente do PL fez a confirmação após o site The Intercept Brasil revelar, no último dia 13, que o parlamentar da extrema direita negociou diretamente com o ex-banqueiro um valor de R$ 134 milhões para ser investido no longa. Do total, 61 milhões teriam sido repassados.

“Essa gente tem que dar entrevista para a Polícia Federal”, escreveu Lindbergh. “Valdemar da Costa Neto e Flávio Bolsonaro deveriam dar entrevista todo dia, quanto mais eles falam, mais se enrolam. Valdemar entregou o filhote de presidiário”, acrescentou.Atualmente, o ex-banqueiro Daniel Vorcaro está preso no Distrito Federal após ser alvo da Operação Compliance Zero. A Polícia Federal investiga um esquema de fraudes financeiras que, segundo a corporação, movimentou ao menos R$ 12 bilhões em nível nacional.

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Congresso derruba vetos da LDO e libera acesso de pequenos municípios inadimplentes a recursos federais

   Municípios com até 65 mil habitantes que possuem pendências fiscais poderão voltar a firmar convênios com o governo federal e receber recursos de programas e emendas parlamentares. A medida foi retomada pelo Congresso Nacional na quinta-feira (21), após deputados e senadores derrubarem quatro vetos da Presidência da República à Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2026.

Os dispositivos restaurados agora seguem para promulgação. A decisão foi aprovada em sessão conjunta do Congresso por maioria absoluta de deputados federais e senadores.

Segundo o presidente do Congresso e do Senado, Davi Alcolumbre, a pressão de prefeitos e representantes municipais pela derrubada dos vetos aumentou nos últimos meses diante das dificuldades financeiras enfrentadas pelas prefeituras.

“É do conhecimento de todos o atual quadro de desafios orçamentários e fiscais que as prefeituras por todo o país têm enfrentado para implementar políticas públicas. E, por isso, neste cenário, esta sessão congressual, com esta pauta previamente estabelecida, esta deliberação é de extrema importância para que os pequenos municípios brasileiros possam ter acesso aos convênios”, afirmou.

Alcolumbre também lembrou que a Lei 9.504/1997 impede transferências voluntárias da União para municípios nos três meses que antecedem as eleições. Segundo ele, por isso havia urgência na votação da matéria para garantir que os repasses fossem viabilizados dentro do prazo.

Além da flexibilização para municípios inadimplentes, o Congresso restaurou outros dispositivos da LDO. Entre eles, a autorização para doações de bens, dinheiro e outros benefícios durante o período eleitoral, desde que exista condição previamente definida pelo doador. Também voltou ao texto a possibilidade de a União destinar recursos para obras e manutenção de rodovias estaduais e municipais, além da malha hidroviária.

Ao todo, o Palácio do Planalto havia vetado 44 trechos da LDO de 2026, reunidos no VET 51/2025. Desses, quatro foram retomados pelo Congresso.

3,1 mil municípios devem ser beneficiados

Segundo Davi Alcolumbre, a expectativa é de que cerca de 3,1 mil municípios sejam beneficiados com a medida. O compromisso de derrubar o veto já havia sido anunciado pelo parlamentar na terça-feira (19), durante a 27ª Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios.

Pelas regras da LDO, a transferência voluntária de recursos federais ocorre no momento da assinatura do convênio. Isso significa que a verificação das exigências para recebimento dos recursos é feita apenas nessa etapa, sem necessidade de nova checagem no momento da liberação do dinheiro.Uma dessas exigências envolve o CAUC, sistema do Tesouro Nacional que reúne informações fiscais, previdenciárias e administrativas de estados, municípios e organizações. Com o dispositivo restaurado, municípios de até 65 mil habitantes ficam dispensados de comprovar regularidade no CAUC em casos de transferências e doações de bens, materiais e insumos.

Em 2025, um dispositivo semelhante também havia sido vetado pela Presidência da República e posteriormente restabelecido pelo Congresso.

O governo federal argumenta que a flexibilização contraria a Lei de Responsabilidade Fiscal, que exige regularidade fiscal e financeira para a celebração de transferências voluntárias. O Executivo também sustenta que a dispensa pode violar a Constituição ao permitir benefícios públicos a entes com débitos junto à Seguridade Social.
 Brasil 61

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Desigualdade educacional impede repasse maior do Fundeb a 1.914 municípios

  Um em cada três municípios brasileiros não conseguiu cumprir o critério de redução das desigualdades raciais e socioeconômicas na aprendizagem exigido para ampliar o recebimento de recursos federais destinados à educação. Segundo reportagem do jornal O Estado de S. Paulo, com base em dados do Ministério da Educação (MEC), 1.914 cidades descumpriram a exigência

O critério é estabelecido pelo Valor Aluno Ano Resultado (VAAR), mecanismo criado no âmbito do novo Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). O VAAR estipula condições para ampliar os repasses da União a estados e municípios. Atualmente, o governo federal dispõe de R$ 7,5 bilhões para distribuição por meio desse instrumento. 

A lista de critérios inclui:

  • Redução das desigualdades raciais e socioeconômicas de aprendizagem — item com maior índice de descumprimento entre os municípios;
  • Seleção de diretores escolares com base em critérios técnicos — descumprido por 10% das cidades;
  • Participação superior a 80% no Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) — descumprido por 7%;
  • Regulamentação do repasse de parte da arrecadação do ICMS — descumprido por 2%;
  • Adoção de referenciais curriculares alinhados à Base Nacional Comum Curricular (BNCC) — descumprido por 1%.

Impacto da redução das desigualdades educacionais

A reportagem também destaca um estudo do Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional da Faculdade de Ciências Econômicas (Cedeplar), da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que aponta os impactos da redução das desigualdades educacionaisA pesquisa, utilizada como referência pela Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi) do MEC, indica que, caso o Brasil eliminasse a desigualdade de aprendizagem entre estudantes brancos e negros no ensino médio, a renda da população dos municípios poderia crescer, em média, 11,1%. No ensino superior, a eliminação dessa diferença resultaria em um aumento estimado de 7% na renda

Estados também enfrentam dificuldades 

Em entrevista ao Estadão, a secretária do MEC, Zara Figueiredo, afirmou que atualmente apenas 11 estados cumprem o critério de redução das desigualdades raciais e socioeconômicasSegundo a secretária, o problema não está concentrado em um perfil específico de município: tanto cidades pequenas quanto grandes não conseguiram atender às exigências.

Diante da dificuldade de implementação das medidas, o MEC decidiu redistribuir 1.533 agentes de governança para apoiar as redes de ensino na promoção da equidade racial e socioeconômica. A iniciativa busca fortalecer a articulação entre as escolas e a gestão do ministério. Além disso, a pasta anunciou o repasse de R$ 115 milhões por meio do Programa Dinheiro Direto na Escola Equidade (PDDE Equidade), destinado ao financiamento de ações voltadas à redução das desigualdades educacionais. O MEC também pretende disponibilizar guias e protocolos para auxiliar gestores escolares na implementação de políticas de equidade. 

Brasil 61

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Entenda quem são A Turma e Os Meninos associados a pai de Vorcaro.

  A Polícia Federal afirma ter identificado 2 núcleos ligados às investigações do caso Banco Master: A Turma e Os Meninos. Os grupos são citados na decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, que autorizou a 6ª fase da operação Compliance Zero, deflagrada nesta 5ª feira (14.mai.2026). Segundo a PF, os núcleos tinham funções diferentes, mas atuavam de forma coordenada. A Turma era voltada a intimidações presenciais, monitoramento de alvos e obtenção ilegal de informações sigilosas. Os Meninos era o braço digital, responsável por ataques cibernéticos, invasões telemáticas de derrubada de perfis em redes sociais e monitoramento ilegal.

O QUE ERA A TURMA A Turma é descrita pela PF como o braço presencial e policial-informacional da estrutura investigada. De acordo com a corporação, o grupo atuava com ameaças, intimidações presenciais, levantamentos clandestinos, monitoramento de alvos, obtenção ilegal de dados sigilosos e acessos indevidos a sistemas governamentais. A investigação afirma que o núcleo contava com policiais federais da ativa e aposentados, operadores do jogo do bicho e outros colaboradores usados para pressionar adversários e críticos ligados ao caso Banco Master. O policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva é descrito como líder operacional da estrutura. Já Henrique Moura Vorcaro, pai de Daniel Vorcaro, é descrito pela PF como “demandante, beneficiário e operador financeiro” do grupo Segundo a investigação, Henrique solicitava serviços, financiava a estrutura e mantinha contato frequente com integrantes do grupo mesmo depois das primeiras fases da operação Compliance Zero. A decisão reproduz mensagem atribuída a ele em que afirma: “no momento em que estou é que preciso de vocês”. Para a PF, a frase indica continuidade da relação com o grupo investigado. A corporação também afirma que conversas interceptadas mencionam repasses de R$ 400 mil e negociações envolvendo pagamentos de até R$ 800 mil para manutenção das atividades da estrutura. 

O QUE ERAM OS MENINOS Os Meninos é apontado pela PF como o núcleo hacker da organização investigada. Segundo a corporação, o grupo era especializado em ataques cibernéticos, invasões telemáticas, derrubada de perfis em redes sociais, monitoramento telefônico e digital ilegal e ocultação de provas eletrônicas.

A PF aponta David Henrique Alves como líder do grupo. Segundo a investigação, ele coordenava operadores com perfil hacker e recebia pagamentos mensais para executar ações digitais ligadas aos interesses da organização. Também são citados como integrantes do núcleo Victor Lima Sedlmaier e Rodrigo Pimenta Franco Avelar Campos. Ambos são investigados por apoio técnico e operacional ao grupo, incluindo aquisição de domínios na internet, movimentação de equipamentos e suporte técnico. Segundo a decisão, o núcleo atuava para monitorar reputações on-line, derrubar perfis críticos e realizar ações clandestinas no ambiente digital.

DIFERENÇA ENTRE OS GRUPOS Na avaliação da PF, os 2 núcleos tinham funções complementares. A Turma atuava no campo presencial e de acesso a informações reservadas. O grupo é associado a ameaças, intimidações, monitoramento físico de alvos e consultas indevidas a sistemas públicos. Os Meninos operava na frente digital. A investigação liga o núcleo a ataques cibernéticos, invasões telemáticas, derrubada de perfis, monitoramento digital e tentativa de ocultação de provas eletrônicas. Segundo a PF, os grupos atuavam para atender interesses ligados ao caso Banco Master e ao núcleo central da organização investigada….

POLICIAIS INVESTIGADOS A decisão também cita a participação de agentes públicos. O agente da PF Anderson Wander da Silva Lima é investigado por realizar consultas indevidas em sistemas internos da corporação e repassar informações sigilosas ao grupo.Já a delegada Valéria Vieira Pereira da Silva e o agente aposentado Francisco José Pereira da Silva são investigados por acesso irregular ao sistema e-Pol para compartilhamento de dados reservados. Segundo a investigação, o grupo buscava informações estratégicas sobre apurações em andamento envolvendo integrantes da organização e pessoas ligadas ao caso Banco Master.

Eis os crimes apontados pela PF: organização criminosa; ameaça; corrupção; lavagem de dinheiro; invasão de dispositivos informáticos; violação de sigilo funcional.  A 6ª fase da operação Compliance Zero resultou na prisão de Henrique Moura Vorcaro e de outros investigados identificados como integrantes de “A Turma” e “Os Meninos”. 

DIÁLOGO INVESTIGADO Em um dos trechos citados pela investigação, Henrique afirma: “No momento em que estou é que preciso de vocês”. Para a PF, a mensagem demonstra que ele continuava recorrendo ao grupo mesmo depois das primeiras fases ostensivas da operação.Outro diálogo reproduzido na decisão trata de pagamentos para manutenção da estrutura investigada. Segundo o documento, Marilson Roseno da Silva, indicado como líder operacional de A Turma, pediu que Henrique não o deixasse “à deriva” e afirmou estar “segurando uma manada de búfalo”.

  Na sequência, Henrique responde que receberia recursos “na 5ª ou 6ª feira” e que faria o envio de “400”. Em seguida, Marilson afirma que o ideal seria o repasse de “800k”. Segundo a PF, as conversas indicam que Henrique participava diretamente da sustentação financeira da estrutura criminosa investigada.

poder360.com.br

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Rafa Kalimann desembarca no Ceará com Zuza e encanta com fotos na praia: ‘Sorrisão’

  Apresentadora abre álbum de fotos com Zuza em cenário paradisíaco e mostra sorrisoda pequena em ida à praia.

 A manhã desta sexta-feira (15) começou em clima de sol e mar para Rafa Kalimann. A apresentadora e influenciadora viajou em um avião particular para o Ceará ao lado da filha, Zuza, de apenas quatro meses. No Instagram, Rafa compartilhou os primeiros registros da viagem, celebrando o momento de descanso com a pequena e o companheiro, o cantor Nattan. “Um sorrisão de quem foi pra praia com os papais. Passando pra dar bom diaaaa :)”, escreveu a artista na legenda da publicação que rapidamente derreteu o coração dos seguidores.

Maternidade e superação
A viagem ocorre logo após a comemoração do 4º mêsversário de Zuza, que nasceu no dia 6 de janeiro, em São Paulo. Em entrevistas recentes, Rafa não esconde o entusiasmo com a nova fase, mas também faz questão de ser transparente sobre os desafios que enfrentou.

“Estou amando maternar, estou amando gerar, estou amando esse momento (…) O começo foi mais turbulento, mais desafiador, mas agora está uma delícia”, contou ela ao gshow.

Desabafo em documentário
Apesar do cenário paradisíaco, a vida de Rafa Kalimann também tem sido pauta por temas profundos. No documentário ‘Tempo Para Amar’, que estreou recentemente no GNT e Globoplay, a apresentadora abriu o coração sobre a depressão que enfrentou durante a gestação.

Na produção, ela detalha a solidão sentida no último trimestre da gravidez, mesmo estando cercada de pessoas. “Não consigo pedir colo. Essa foi a fase mais desafiadora de todas, no final dessa gestação. Eu podia ter muitas pessoas ao meu redor e me sentia muito sozinha. É muito difícil dar nome para as nossas emoções”, desabafou emocionada.

Defesa do relacionamento
Após a repercussão negativa e as críticas ao cantor, Rafa Kalimann veio a público esclarecer que trechos isolados da produção criaram uma “narrativa distorcida” sobre o casal. Ela negou qualquer tipo de abandono e afirmou que, apesar dos desafios emocionais citados no documentário, a relação permanece sólida.

Rafa Kalimann revela por que induziu o parto de Zuza
A influenciadora detalhou a reta final da gestação de Zuza e explicou a decisão médica de induzir o parto após ultrapassar as 41 semanas de gravidez. O relato surge em meio a uma forte polêmica nas redes sociais sobre o comportamento do companheiro, o cantor Nattan, durante o período gestacional.

O motivo da indução e o medo da cesárea
Rafa compartilhou que, embora sonhasse com um processo totalmente natural, o tamanho da bebê e o tempo avançado de gestação trouxeram riscos que não poderiam ser ignorados.

“Eu não queria que a neném nascesse de forma induzida, cesárea pra mim só é uma opção caso seja necessário pela saúde”, afirmou a influenciadora. Mesmo apreensiva, ela priorizou a segurança da filha: “Eu quero muito respeitar o tempo dela de chegar, mas eu também entendo os riscos que tem, e eu preciso ter responsabilidade em relação a ela”.

Na legenda, Rafa reforçou que a pequena Zuza não dava sinais de que sairia voluntariamente do “forninho”: “A decisão foi baseada 100% no que era seguro para a saúde dela”.

terra.

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Aguinaldo Silva elogia Grazi Massafera na reta final de ‘Três Graças’: ‘Levou além das expectativas’

 Autor da novela, que chega ao fim nesta sexta-feira (15), afirmou que Arminda “nasceu pronta” e destacou sucesso da vilã na trama.

 Com o fim de Três Graças marcado para esta sexta-feira (15), Aguinaldo Silva abriu o jogo sobre os bastidores da novela e rasgou elogios para Grazi Massafera, intérprete da vilã Arminda. O autor da trama afirmou que a personagem “nasceu pronta” e destacou que a atriz conseguiu levar o papel “além de todas as expectativas”. Segundo Aguinaldo, Arminda surgiu de maneira muito clara ainda no processo de criação da novela. “Minhas vilãs, quando brotam, já estão dando frutos”, afirmou o autor em entrevista ao PittaPlay, ao falar sobre a personagem. Na sequência, ele exaltou a atuação de Grazi Massafera no folhetim. “Ela tratou de levá-la além de todas as nossas expectativas”, declarou.

  Durante a entrevista, Aguinaldo também comentou sobre o sucesso de Três Graças nas redes sociais e admitiu que não esperava tamanha repercussão da trama, especialmente após ser tratado durante anos como um autor “aposentado” pela indústria televisiva.

revistaquem

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Wagner Moura vai receber prêmio em dinheiro no Oscar 2026? Entenda!

  Com o cinema nacional em alta após a vitória histórica de Walter Salles em 2025, a expectativa para o Oscar 2026 gira em torno de Wagner Moura e o filme “O Agente Secreto”, que disputa estatuetas em quatro categorias. No entanto, uma dúvida comum é se o prestígio da vitória vem acompanhado de um cheque compensador.

O valor da conquista reside na icônica estatueta dourada e no prestígio profissional, que costuma elevar drasticamente os salários e contratos dos premiados em projetos futuros na indústria cinematográfica.Mesmo sem um prêmio em espécie, Wagner Moura e os demais indicados não saem de mãos vazias. Todos os escolhidos recebem um kit exclusivo chamado “Everyone Wins” (Todos Ganham).

Impacto para o cinema brasileiro
Esses brindes funcionam como uma recompensa simbólica e luxuosa para os indicados, celebrando o topo da carreira artística sem envolver transferências bancárias diretas.Para Wagner Moura, a indicação por “O Agente Secreto” reforça a presença do Brasil no cenário internacional, consolidando o caminho aberto por filmes como “Ainda Estou Aqui”. Embora não haja dinheiro na conta imediata, a visibilidade e o kit milionário garantem que ser um indicado ao Oscar continue sendo um dos negócios mais lucrativos e desejados do mundo do entretenimento.

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Confirmado: Bolsa Família de maio começa nesta segunda (18) com bônus extra; veja quem recebe R$ 900

  A semana começa com pelo menos R$ 600 na conta para milhões de brasileiros. A partir desta segunda-feira, 18 de maio, o Governo Federal inicia o repasse do Bolsa Família referente ao mês de maio de 2026. Com a garantia do valor base e a inclusão de diversos bônus familiares, o benefício injetará bilhões na economia logo nas primeiras horas de amanhã, trazendo alívio para quem planeja quitar as contas da quinzena. Para os beneficiários, o domingo é o momento crucial de organização. Além de conferir o final do NIS, é a hora de checar se os bônus de R$ 150 (crianças) e R$ 50 (gestantes e jovens) foram devidamente processados. Se você é um dos primeiros da lista, seu saldo já deve aparecer como “lançamento futuro” no aplicativo.

A liberação segue o cronograma oficial por dígito final do NIS. Veja quem já saca entre segunda e sexta:

Final do NIS

Data de Saque

Status do Pagamento

NIS final 1

18 de maio (Segunda)

DISPONÍVEL AMANHÃ

NIS final 2

19 de maio (Terça)

Aguardando liberação

NIS final 3

20 de maio (Quarta)

Aguardando liberação

NIS final 4

21 de maio (Quinta)

Aguardando liberação

NIS final 5

22 de maio (Sexta)

Aguardando liberação

Para que a sua semana comece com o valor cheio, é preciso que todos os adicionais estejam ativos. Muitas famílias recebem muito mais do que os R$ 600:

R$ 600 (Base): Valor mínimo por família.
+ R$ 150: Para cada criança de 0 a 6 anos.
+ R$ 50: Para cada jovem (7 a 18 anos) ou gestante.
Dica de Domingo: Abra o app Caixa Tem e clique em “Bolsa Família” > “Extrato”. Se o valor total estiver menor do que o esperado, você pode ter sofrido um desconto de empréstimo consignado ou estar com o cadastro desatualizado no CRAS.

fdr.com.br

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Criminosos aproveitam Desenrola Brasil para roubar dinheiro de brasileiros

   Criminosos estão se aproveitando da esperança de brasileiros em sair das dívidas através do Desenrola Brasil. Uma nova modalidade de golpe, que utiliza o Pix para roubar dinheiro, foi identificada e requer atenção imediata.

A armadilha simula o programa oficial, prometendo descontos e a renegociação de dívidas, mas exige o pagamento de uma taxa inexistente. Especialistas em cibersegurança e o próprio Ministério da Fazenda emitem um alerta urgente para que os cidadãos não caiam nesta cilada. O esquema criminoso começa com a criação de páginas que imitam notícias e comunicados oficiais do Ministério da Fazenda. O visual é cuidadoso e a linguagem utilizada busca transmitir a mesma credibilidade do programa real, que visa ajudar brasileiros a quitarem suas dívidas com descontos significativos. As páginas falsas prometem descontos de até 96% para a quitação de débitos, e em alguns casos, até 100% de desconto em juros e multas para dívidas de até R$ 5.000,00, além de garantir a “limpeza do nome” em poucos dias úteis.

Para dar prosseguimento, o usuário é solicitado a informar o CPF para uma suposta verificação de elegibilidade. Após essa etapa, um processo simulado de consulta de dívidas e elegibilidade é apresentado, culminando na aprovação do usuário. A armadilha final é a cobrança de uma taxa administrativa de adesão, no valor aproximado de R$ 92,80, a ser paga via Pix. É crucial entender que o Desenrola Brasil é gratuito para o cidadão e não exige nenhuma taxa de adesão, análise ou processamento.

O dinheiro pago é desviado para contas de “laranjas”, e a vítima não obtém nenhum benefício, mantendo as dívidas e o nome sujo.

O sucesso desse golpe reside na exploração da vulnerabilidade financeira e da esperança de solução. A urgência e a confiança em um programa governamental legítimo levam muitos a agirem sem o devido ceticismo. O valor da taxa, considerado baixo, também contribui para a escala do golpe, gerando prejuízos significativos a milhares de pessoas. O Ministério da Fazenda reforça que o acesso ao Desenrola Brasil deve ser feito diretamente com o banco onde a dívida está registrada. Não existe uma plataforma central do governo para a renegociação em 2026, portanto, qualquer site ou aplicativo que se apresente como portal oficial é falso. Para identificar um site falso, fique atento ao endereço (deve terminar em gov.br), à cobrança de taxas (o programa é gratuito), a promessas de descontos muito superiores aos 90% anunciados e a links recebidos por mensagens. Desconfie também de mensagens com senso de urgência. Caso tenha caído no golpe, é fundamental agir rapidamente: bloqueie o Pix, registre um boletim de ocorrência online, denuncie o site e guarde todas as evidências. Alertar seus contatos também ajuda a prevenir que mais pessoas sejam lesadas. Para proteger familiares, especialmente os mais idosos, explique que o Desenrola não cobra nada e que o contato deve ser feito diretamente com o banco.

Para acompanhar o desenrolar deste caso e receber alertas de golpes financeiros em tempo real, entre na nossa comunidade oficial do WhatsApp do FDR no link abaixo.

” É ladrão para todos os lados”

fdr.com.br

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Pudim de chia com morangos: sobremesa surpreendentemente saudável e deliciosa .

Se você procura uma receita saudável simples para incluir no café da manhã, no lanche da tarde ou até como sobremesa leve nos dias mais quentes, o pudim de chia com morangos pode ser uma ótima opção para variar o cardápio de forma equilibrada. Além de prático, ele combina ingredientes fáceis de encontrar e pode ser preparado com antecedência, o que ajuda bastante na rotina corrida.

A mistura da chia com o leite cria uma textura cremosa parecida com pudim, enquanto os morangos deixam a receita mais fresca e naturalmente adocicada. Outro ponto interessante é a versatilidade: a receita pode ser adaptada com leite vegetal, frutas diferentes e até versões sem adição de açúcar refinado.

Por que o pudim de chia virou uma opção popular?
Nos últimos anos, receitas com chia passaram a aparecer com frequência nas redes sociais e em cardápios de cafeterias e lanches saudáveis. Parte desse interesse vem da praticidade no preparo e da possibilidade de montar refeições rápidas sem precisar cozinhar.

O pudim de chia também costuma agradar quem busca:

opções leves para o dia a dia;
receitas frias para dias quentes;
alternativas práticas para o café da manhã;
lanches preparados com antecedência;
sobremesas com ingredientes simples.
Além disso, a chia é conhecida por ser rica em fibras e pode ajudar a deixar a refeição mais satisfatória quando combinada com frutas, iogurtes ou leites.

Ingredientes (2 porções)
3 colheres de sopa de sementes de chia;
1 xícara de leite vegetal ou leite desnatado;
1 colher de sopa de mel;
½ colher de chá de essência de baunilha (opcional);
4 morangos maduros picados;
1 colher de sopa de suco de limão;
granola ou castanhas picadas para finalizar (opcional).
Tempo de preparo
Preparo: 10 minutos
Geladeira: 4 horas
Rendimento: 2 porções
Como fazer pudim de chia com morangos
Confira agora o passo a passo para preparar essa delícia:

1. Misture os ingredientes líquidos
Em uma tigela, coloque o leite, o mel e a baunilha. Misture até o mel dissolver bem.

2. Adicione a chia.
Acrescente as sementes de chia e mexa por cerca de 1 minuto. Aguarde 2 minutos e misture novamente para evitar que as sementes fiquem acumuladas no fundo do recipiente.

Esse passo ajuda a deixar a textura mais uniforme depois da hidratação.

3. Prepare os morangos.
Amasse metade dos morangos com o suco de limão até formar um purê rústico. O limão ajuda a realçar o sabor da fruta.

4. Monte as camadas
Distribua uma camada do creme de chia em potinhos ou taças individuais. Em seguida, coloque um pouco do purê de morango.

Repita as camadas até finalizar os ingredientes.

5. Leve para gelar
Cubra os recipientes e deixe na geladeira por pelo menos 4 horas. Se preferir, prepare na noite anterior para consumir no dia seguinte.

6. Finalize antes de servir
Na hora de servir, adicione os morangos restantes e, se desejar, um pouco de granola ou castanhas para trazer crocância.

Foto: Canva PRO / SaúdeLAB
Dicas para variar a receita
Uma das vantagens do pudim de chia saudável é a facilidade para adaptar os ingredientes conforme o gosto pessoal ou o que você já tem em casa.

Você pode experimentar:

kiwi;
maracujá;
frutas vermelhas;
coco ralado;
cacau em pó;
iogurte natural.
Para quem prefere uma versão vegana, basta utilizar bebida vegetal e trocar o mel por outro ingrediente adoçante de sua preferência.

Como incluir a receita na rotina
O pudim de chia com morangos costuma funcionar bem para quem gosta de organizar refeições com antecedência. Como pode ficar pronto na geladeira durante a noite, ele ajuda a economizar tempo pela manhã.

Algumas formas de consumo incluem:

café da manhã rápido;
lanche da tarde;
sobremesa leve após o almoço;
pré-treino leve;
opção refrescante para dias quentes.
Em potinhos individuais, também pode ser transportado com facilidade para o trabalho ou faculdade.

Como armazenar
Depois de pronto, o pudim de chia pode permanecer refrigerado por até 2 dias em recipiente fechado.

O ideal é adicionar frutas frescas apenas próximo da hora de consumir para preservar melhor a textura.

Uma receita simples para variar o cardápio
O pudim de chia com morangos mostra como receitas práticas podem ajudar a trazer mais variedade para a alimentação do dia a dia. Com poucos ingredientes e preparo simples, ele pode ser adaptado para diferentes momentos da rotina e diferentes preferências alimentares.

  Além da praticidade, é uma alternativa interessante para quem gosta de sobremesas mais leves e receitas frias fáceis de preparar em casa.

Leitura Recomendada: Como consumir chia do jeito certo? Conheças as formas práticas, quantidade e cuidados.

terra

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