Praia dos Carneiros, em Tamandaré, no litoral sul de Pernambuco.
Viajar pelo Brasil é uma experiência cheia de encantos, e a beleza das praias é um dos maiores atrativos do país. Com tantas opções incríveis, é difícil escolher os melhores destinos, mas a Catraca Livre preparou uma seleção das praias mais bonitas do Brasil para ajudar você a planejar sua próxima aventura à beira-mar. Com cenários que variam entre águas cristalinas, areias douradas e imponentes formações naturais, as praias brasileiras são perfeitas. Da tranquilidade do Nordeste ao charme rústico do Sul, descubra aqui os lugares mais deslumbrantes para aproveitar o melhor do nosso litoral.
As 10 praias mais bonitas do Brasil
1 – Praia do Sancho (Fernando de Noronha, PE)
O arquipélago Fernando de Noronha é conhecido mundialmente por suas inúmeras belezas. A praia do Sancho é um dos passeios preferidos para quem visita a região.
Praia do Sancho, em Fernando de Noronha, já foi eleita uma das mais bonitas do mundo.
Sua localização entre um enorme paredão de pedras garante a apreciação de paisagens deslumbrantes. Para aqueles que escolhem esse destino, é possível encontrar mirantes, trilhas, cachoeiras e atividades de mergulho.
2 – Jericoacoara (Jijoca de Jericoacoara, CE)
A Vila de Jericoacoara é considerada uma das mais bonitas da região, marcada por dunas, praias e mangues. As redes na beira do mar é uma particularidade que chama a atenção dos viajantes.
Centrinho da Vila de Jericoacoara
Além disso, é um lugar propício para realizar diversos esportes aquáticos, como windsurfe e kitesurfe.
3 – Praia de Muro Alto (Ipojuca, PE)
O nome faz referência à presença de um recife de corais, que formam um “muro”. A praia de Muro Alto é conhecida por sua tranquilidade e piscinas naturais de águas cristalinas.
Vista da bela praia de Muro Alto, no distrito de Porto de Galinhas.
Entre as principais atividades da região destacam-se, o passeio de barco e o snorkel, prática de mergulho para admirar a vida marinha.
4 – Praia do Pontal do Atalaia (Arraial do Cabo, RJ)
É considerada por muitos como o “Caribe brasileiro”. Com águas azuis e areia clara, as paisagens são um dos principais destaques da praia do Pontal do Atalaia, ideais para fazer belos registros fotográficos posando de maiô.
Escada que dá acesso à praia do Pontal do Atalaia.
O mirante e a escadaria que dá acesso às praias também são os principais cartões postais do local, sendo de costume um belo cenário para as fotos de quem está de passagem.
5 – Praia de Antunes (Maragogi, AL)
A praia de Antunes oferece boa infraestrutura.
Famosa por suas belezas naturais, a praia de Antunes está entre as preferidas para quem visita Maragogi. Entre as principais características, estão a faixa de areia extensa, os recifes de corais, mar calmo e águas mornas.
6 – Praia do Forte (Mata de São João, BA)
O mar azul, a areia branca e os coqueiros formam paisagens fascinantes na praia do Forte. É um dos destinos mais procurados do litoral da Bahia.
Praia do Forte está entre as mais bonitas do Brasil.
Lá é possível aventurar-se de caiaque, fazer diferentes trilhas e passear de quadriciclo, buggy ou jeep.
7 – Praia da Pipa (Tibau do Sul, RN)
A praia da Pipa é cercada por falésias, vegetação e piscinas naturais na maré baixa. Além disso, o passeio pela baía dos golfinhos é um dos principais desejos de quem visita a região.
Vista da praia da Pipa, em Tibau do Sul.
Geralmente, a vida noturna animada no local, com bares e restaurantes, também costuma atrair os visitantes.
8 – Praia de Ipanema (Rio de Janeiro, RJ)
A badalada praia de Ipanema, no Rio de Janeiro.
É o cartão postal do Rio de Janeiro, conhecido internacionalmente por sua beleza. No bairro carioca é possível caminhar na orla, andar de bicicleta e apreciar o pôr do sol do alto da Pedra do Arpoador.
9 – ‘Praias’ dos Lençóis Maranhenses (Barreirinhas, MA)
A beleza desse paraíso é considerada por muitos como única. Os Lençóis Maranhenses contam com praias formadad por lagoas de água doce entre as dunas de areia. Alguns são liberadas para o banho.
Região abriga rara beleza natural e espécies importantes, critérios exigidos para o reconhecimento internacional. A característica singular da região é responsável por atrair turistas de todo o mundo.
10 – Praia de João Fernandes (Búzios, RJ)
O litoral de Búzios abriga diversas praias, algumas com ondas próprias para o surfe e outras mais calmas, como a de João Fernandes.
Búzios têm algumas das praias mais bonitas do Rio de Janeiro
Na parte da noite, a diversão fica por conta dos bares, restaurantes e eventos que frequentemente fazem parte das atividades da Rua das Pedras, a mais badalada de Búzios.
As prefeituras brasileiras recebem R$ 13.053.414.769,42, nesta segunda-feira (10). O valor é referente à primeira parcela de fevereiro do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O valor representa um aumento de 4% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o repasse foi de R$ 12.527.644.908,46.Segundo o especialista em orçamento público, Cesar Lima, o cenário é positivo, o que contribuiu para que os municípios consigam evoluir em termos econômicos e sociais.“O FPM é muito importante nessa questão das desigualdades, porque aquele coeficiente, que dá o valor que o município recebe, é uma mistura entre renda per capita e IDH. Então, ele tem um componente social, onde aqueles que precisam mais recebem mais”, destaca.Entre as unidades da federação, a que conta com o maior valor é São Paulo. Desta vez, o estado recebe R$ 1.608.489.804,45, que serão partilhados entre cidades como São José do Rio Preto (R$ 7.021.846,16), Santos (R$ 7.021.846,16) e Santa Rita do Passa Quatro (R$ 7.021.846,16).Outro estado em destaque é Minas Gerais, que conta com total de R$ 1.599.760.516,08. O valor será destinado a municípios como Betim (R$ 7.445.093,47), Ipatinga (R$ 7.445.093,47) e Contagem (R$ 7.445.093,47).
247 – As regiões Sudeste e Nordeste do Brasil estão prestes a enfrentar temperaturas recordes na semana de 12 a 18 de fevereiro de 2025. Capitais como Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Vitória estão entre as que possuem maior probabilidade de registrar novas máximas históricas. As informações são da CNN Brasil. Em São Paulo, os termômetros podem atingir entre 34°C e 35°C nos dias 13 e 14 de fevereiro, superando o recorde anterior de 33,9°C registrado em 22 de janeiro deste ano. No Rio de Janeiro, a expectativa é de que as temperaturas alcancem até 39°C até o final da semana, ultrapassando a marca de 38,7°C registrada entre 20 e 21 de janeiro. Belo Horizonte também poderá experimentar máximas entre 34°C e 35°C nos dias 14 e 15 de fevereiro, superando o recorde anterior de 34,4°C registrado em 21 de janeiro. Vitória segue a mesma tendência, com previsões de até 37°C, acima dos 36,2°C registrados anteriormente. O mês de janeiro de 2025 já foi considerado o mais quente da história, reforçando a tendência de temperaturas elevadas neste início de ano. A Climatempo alerta que essas condições podem trazer impactos significativos para a população, incluindo aumento no consumo de energia devido ao uso intensivo de aparelhos de ar-condicionado e pressão sobre os sistemas de saúde locais, que precisam atender a mais casos de doenças relacionadas ao calor. Especialistas apontam que a frequência e intensidade das ondas de calor têm aumentado significativamente nos últimos anos, principalmente devido às mudanças climáticas globais. Esse fenômeno altera padrões climáticos e eleva as médias de temperatura em várias regiões do mundo, incluindo o Brasil. Onda de calor vem ai: saiba quais regiões do Brasil serão mais afetadas
O Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) anunciou, durante o 6º Encontro Nacional do Pnae, novas diretrizes para a alimentação escolar no Brasil. A Resolução nº 3/2025, assinada no último dia 4 de fevereiro, com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do ministro da Educação, Camilo Santana, e da presidente do FNDE, Fernanda Pacobahyba, traz mudanças significativas para aprimorar a qualidade nutricional dos alimentos oferecidos nas escolas públicas, alinhando-se às diretrizes do Guia Alimentar para a População Brasileira. Com as novas normas, a aquisição de alimentos ultraprocessados será reduzida gradualmente, enquanto o percentual mínimo para a compra de alimentos in natura e minimamente processados será ampliado. As medidas entram em vigor de forma progressiva, garantindo que as entidades executoras tenham tempo para adaptação. “O Pnae sempre teve um papel estratégico na promoção da alimentação saudável e na valorização da agricultura familiar. Essa nova resolução reforça nosso compromisso em oferecer refeições mais nutritivas para os estudantes e contribuir para a segurança alimentar e nutricional no Brasil”, destacou Fernanda Pacobahyba, presidente do FNDE.
O que muda na alimentação escolar com a nova resolução?
A principal mudança estabelecida pela nova norma é a redução do percentual máximo de aquisição de alimentos processados e ultraprocessados, que atualmente é de 20%. Com as novas diretrizes, esse limite passa a ser 15% em 2025 e 10% a partir de 2026. Além disso, 80% dos recursos destinados à alimentação escolar deverão ser usados na compra de alimentos in natura e minimamente processados em 2025, aumentando para 85% a partir de 2026.
Essas mudanças visam garantir refeições mais saudáveis e equilibradas para os estudantes da educação básica, diminuindo a exposição a produtos ricos em sódio, açúcar e gorduras saturadas. “A ciência já demonstrou amplamente os impactos negativos do consumo excessivo de alimentos ultraprocessados na saúde das crianças e adolescentes. A nova resolução do FNDE é um avanço essencial para garantir que os alunos tenham acesso a uma alimentação adequada e nutritiva”, explicou Karine Santos, coordenadora-geral do Pnae.
Outra inovação importante é a recomendação para que as escolas evitem alimentos com rotulagem nutricional frontal de alto conteúdo de nutrientes prejudiciais, seguindo as regras estabelecidas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Além disso, será incentivada a diversificação alimentar, recomendando-se que cada município adquira pelo menos 50 tipos diferentes de alimentos in natura ou minimamente processados ao longo do ano.
“Nosso objetivo é assegurar que cada criança tenha acesso a refeições saudáveis, contribuindo para o desenvolvimento físico e cognitivo e também para a formação de hábitos alimentares saudáveis que podem durar por toda a vida”, ressaltou Anderson Sampaio, diretor de Ações Educacionais do FNDE.
Mas, afinal, qual a diferença entre alimentos processados e ultraprocessados?
A distinção entre alimentos processados e ultraprocessados é essencial para entender os impactos dessa mudança:
Alimentos processados: são aqueles que passam por algum tipo de processamento, mas ainda mantêm grande parte das características originais. Normalmente, contêm poucos ingredientes adicionados, como sal, açúcar e óleo. Exemplos incluem queijos, pães artesanais, iogurtes naturais e conservas sem aditivos químicos.
Alimentos ultraprocessados: são produtos altamente industrializados, feitos com ingredientes extraídos ou sintetizados, como corantes, conservantes e realçadores de sabor. Esses alimentos são formulados para serem muito palatáveis e frequentemente viciantes, levando ao consumo excessivo. Exemplos incluem salgadinhos de pacote, refrigerantes, bolachas recheadas, macarrão instantâneo, cereais matinais adoçados e embutidos como nuggets e salsichas.
“A regra básica é: quanto mais longa e desconhecida for a lista de ingredientes, maior a chance de se tratar de um ultraprocessado. Nossa recomendação para as escolas é priorizar sempre os alimentos naturais e minimizar a presença dos ultraprocessados nos cardápios escolares”, explicou Karine Santos.
Impacto para a comunidade escolar
As novas diretrizes refletem o compromisso do governo federal em alinhar a alimentação escolar às melhores práticas internacionais em segurança alimentar e saúde pública. O Pnae atende diariamente mais de 40 milhões de estudantes em todo o Brasil, sendo um dos maiores programas de alimentação escolar do mundo. Além dos benefícios à saúde, a nova política também fortalece a agricultura familiar, que já representa uma parcela significativa da alimentação fornecida nas escolas. Com a resolução, os alimentos frescos e regionais terão ainda mais espaço nos cardápios, promovendo a valorização dos pequenos produtores e impulsionando a economia local.
A resolução ainda estendeu a grupos formais e informais de mulheres da agricultura familiar a prioridade na aquisição de gêneros alimentícios, com pelo menos 50% das compras feitas em nome da mulher. Antes a prioridade cabia apenas a assentamentos de reforma agrária, comunidades tradicionais indígenas e comunidades quilombolas. Atualmente, de acordo com a Lei nº 11.947/2009, no mínimo 30% dos recursos do PNAE devem ser obrigatoriamente destinados à aquisição de itens da agricultura familiar.
Resumo das mudanças na nova resolução
Como era antes
O que muda com a nova resolução
No mínimo 75% dos recursos eram destinados à compra de alimentos in natura e minimamente processados
Esse percentual aumenta para 80% em 2025 e para 85% em 2026
Até 20% dos recursos podiam ser usados na compra de alimentos processados e ultraprocessados
Esse limite será reduzido para 15% em 2025 e para 10% em 2026
Sem recomendações específicas sobre a rotulagem dos produtos adquiridos
Passa a ser recomendado que não sejam adquiridos alimentos com rotulagem nutricional frontal de alto teor de açúcares, sódio ou gorduras saturadas
Não havia um número mínimo de variedades de alimentos frescos recomendados para aquisição
Agora, recomenda-se que os municípios adquiram pelo menos 50 tipos diferentes de alimentos in natura ou minimamente processados anualmente
A nova resolução representa um avanço significativo na promoção da alimentação saudável nas escolas e reafirma o compromisso do FNDE e do MEC com a segurança alimentar, a nutrição infantil e o desenvolvimento sustentável.
Discórdias, dissensões e facções. Aqueles que praticam tais coisas não herdarão o reino do céu. A advertência de Paulo em Gálatas 5:19-21 é clara. Deus não aceita o espírito partidário divisor que domina tantas pessoas religiosas de hoje. Estes pecados correm diretamente contra a oração de Jesus e a verdadeira natureza de Deus (João 17:20-23). Jesus quer que seus seguidores sirvam juntos em harmonia nesta vida e na eternidade.
Para nos ajudar a evitar ou superar estes pecados em nossas vidas, olhemos para algumas coisas que a Bíblia ensina sobre problemas entre irmãos e sobre a paz com Deus e outros cristãos, e então veremos o que separa pessoas religiosas.
Algumas coisas que não devem causar divisão:
1. Diferenças de opinião não destroem a comunhão. Homens bons podem diferir sobre vários pormenores de como fazer a obra de Deus sem perder seu respeito mútuo. Um exemplo claro disto é a discordância entre Paulo e Barnabé em Atos 15:36-41. Dois evangelistas devotos e experientes tinham uma diferença de opinião sobre se levavam João Marcos na sua viagem de pregação. Ambos tinham boas razões para suas posições. Paulo lembrou que Marcos tinha-os abandonado quando o caminho se tornou difícil em sua primeira viagem (Atos 13:13). Barnabé, já conhecido por sua habilidade para encorajar e edificar seus irmãos, ainda tinha esperança de que Marcos viria a ser um companheiro confiável. Este otimismo mostrou-se correto (2 Timóteo 4:11), mas as preocupações imediatas de Paulo também eram compreensíveis. Como estes dois homens maduros lidaram com suas diferenças? Eles permitiram um ao outro a liberdade de fazer sua obra sem sentir a necessidade de ataque pessoal ou denúncia do caráter de seus camaradas soldados.
2.Discussões de diferenças doutrinárias não causam divisão.Algumas pessoas são tão paranoicas sobre a possibilidade de divisão que evitam qualquer sugestão de diferenças, e consideram discussões de assuntos polêmicos como sendo anticristãs.Tal aversão à controvérsia não vem de Deus. Iniciando quando ele tinha somente 12 anos, Jesus freqüentemente teve discussões sobre diferenças doutrinárias com líderes religiosos do seu tempo. Ele tratava os questionadores honestos com bondade e respeito, mas não hesitava em afirmar seus pontos de vista e em mostrar a inconsistência daqueles que se opunham à Verdade (Mateus 22:29; 23:13-39; João 5:37-42; etc.) Os cristãos primitivos também discutiam abertamente as diferenças doutrinárias e assim permitiam que a luz da Verdade brilhasse na treva do erro humano. Um excelente exemplo de tal discussão é encontrado em Atos 15:1-35. Alguns irmãos na igreja de Jerusalém estavam ensinando uma doutrina que contradizia o que Deus tinha revelado a Paulo e a outros. Os apóstolos e presbíteros e, mais tarde, toda a congregação, sentaram-se para discutir o problema. Homens de boa fé permitiram que a Verdade prevalecesse, e seus debates conduziram a concordância unânime e a paz mais profunda.
3. Diferenças de níveis de maturidade e de consciência pessoal não causam divisão. Enquanto as pessoas continuarem a nascer na família de Cristo, haverá diferenças de níveis de maturidade. Isto é natural e não deverá causar divisões. Paulo abordou especialmente este assunto em Romanos 14. Quando há diferenças de opinião, aqueles que sentem uma liberdade maior deverão respeitar a consciência do irmão sincero que não reconhece essa mesma liberdade. Assim como os membros maduros de uma família física protegem os mais novos, aqueles discípulos com entendimento mais maduro procurarão proteger as consciências de seus irmãos mais fracos.Aqueles que são mais fracos, se amam verdadeiramente o Senhor, naturalmente buscarão crescer. Tais diferenças são freqüentemente resolvidas com estudo paciente, quando o corpo todo busca edificar-se em amor (Efésios 4:15-16).
Algumas coisas que causam divisão:
1. Falsas doutrinas causam divisão. Doutrinas que contradizem as Escrituras, pregadas freqüentemente por motivos egoístas, criam divisão (Romanos 16:17-18). Aqueles que espalham tais erros são fortemente condenados e devem ser evitados (Tito 1:10-16; 3:10-11). Falsos ensinamentos conduzem à divisão porque não poderá haver comunhão entre a luz e as trevas (2 Coríntios 6:14 – 7:1). Deus espera que os justos se separem dos desobedientes. Esta é uma forma de divisão que tem que ser instigada pelos fiéis para se manterem livres da impureza da falsa doutrina e das práticas pecaminosas. Nem todas as separações ou divisões são erradas porque a palavra de Deus exige que nos separemos daqueles que persistem no erro.
2.Desrespeito pela consciência de um irmão causa divisão. Em Romanos 14:13-17, Paulo falou de coisas que não eram erradas em si, mas disse que é divisor e falta de amor insistir em exercer liberdades se elas farão um irmão tropeçar. Este princípio frequentemente exige que nos abstenhamos de práticas que poderíamos considerar lícitas de modo a manter paz com nossos irmãos. Determinação egoísta em fazer o que queremos do modo que queremos, sem respeito para com as dúvidas honestas de nossos irmãos, reflete uma arrogância sem amor que inevitavelmente cria discórdia. Paulo ensina que deveremos buscar amorosamente entender nossos irmãos mais fracos e manter a paz com eles.
3. Sectarismo territorial causa divisão. Pessoas religiosas em nossos dias estão demasiadamente preocupadas com “nós” e “eles” e “nosso” e “deles” e pouco preocupadas com as coisas de Deus. Jesus ofereceu uma solução simples e direta para tal atitude arrogante: “Falou João e disse: Mestre, vimos certo homem que, em teu nome, expelia demônios e lho proibimos, porque não segue conosco. Mas Jesus lhe disse: Não proibais; pois quem não é contra vós outros é por vós” ou “… quem não é contra nós é por nós”(Lucas 9:49-50; Marcos 9:40). Essas palavras de Jesus não devem ser esticadas para dizer que devemos aceitar cegamente a todos (veja Mateus 12:30, que mostra que não podemos ficar neutros sobre Jesus; ou somos a favor, ou somos contra ele). Mas estes textos de fato mostram que não devemos rejeitar alguém só porque ele não pertence ao nosso grupo. Muitas pessoas estão ocupadas em julgar as raízes quando devem estar julgando os frutos (Mateus 7:15-16).
Muitas das coisas escritas em nossos dias sobre a herança religiosa de vários grupos deve soar para Deus como tolice sem propósito. Paulo tinha uma linhagem religiosa tão boa como qualquer um à volta dele, mas dizia que considerava isso tudo “perda por causa de Cristo” porque ele punha total confiança em Cristo e sua justiça (Filipenses 3:7-11). Paulo não estava preocupado com a aprovação ou a permissão de qualquer homem ou organização humana(Gálatas 1:10-12,17), somente com a pregação e a prática do puro evangelho de Jesus Cristo. Em vez de agir como políticos que precisam fazer uma pesquisa de opinião para saber de que lado o vento está soprando, precisamos estar firmemente assentados sobre a rocha da verdade de Deus (Efésios 4:11-16,24). Se estamos firmes com Deus, não importa quantos homens estejam contra nós. Certamente os relatos de Gideão e os midianitas, Davi e Golias, e Elias e os falsos profetas são suficientes para nos convencer de que a força não está em nos acharmos alinhados com a facção mais forte da cidade. Deus sempre vence, e a vitória é garantida para aqueles que permanecem com ele (Romanos 8:31-39).
4. Orgulho e inveja causam divisão. Nenhuma carta do Novo Testamento fala mais sobre divisão do que 1 Coríntios. As facções na igreja coríntia eram o resultado de comportamentos carnais de pessoas que estavam mais preocupadas com suas próprias reputações e influências do que estavam com o povo de Deus (leia cuidadosamente 1 Coríntios 3:1-17). Quando os homens são apanhados na carnalidade de tentar mostrar que nossas igrejas são maiores do que as igrejas deles, que nossos projetos são melhores do que os projetos deles e que nossos pregadores são mais eloqüentes do que os pregadores deles, as contendas são inevitáveis.Se pensarmos que somos maiores e melhores, seremos dominados pelo orgulho. Se temermos que outros estejam ganhando a corrida, seremos dominados pela inveja e o ciúme. Não importa quem está na frente; todos que estão na corrida estão errados! Vergonha para aqueles que rebaixarem a obra do Senhor ao nível de uma competição atlética.Deixem as competições e a busca de reconhecimento humano na planície de Sinear e retornem à pregação da mensagem simples da cruz de Cristo (1 Coríntios 2:1-5; veja Gênesis 11:1-9).
A surpreendente chave para a paz real
É interessante que Jesus freqüentemente nos diga para buscarmos as bênçãos que ele promete em lugares inesperados. Àqueles que queriam ser exaltados, ele disse que olhassem para baixo e lavassem os pés de seus irmãos (João 13:14-15). Àqueles preocupados com necessidades físicas, ele disse que buscassem as coisas espirituais(Mateus 6:31-34). E àqueles que querem a paz com os homens, ele diz que busquem a sabedoria pura que vem de cima. Se começarmos a buscar a paz, é bem provável que acabemos com nada mais do que alianças impuras com pessoas infiéis. Mas se partirmos para buscar e seguir a Verdade, receberemos o benefício extra da paz com Deus e seu povo. “A sabedoria, porém, lá do alto é, primeiramente, pura; depois, pacífica…” (Tiago 3:17). Não podemos reverter a ordem. Se pusermos a paz acima da pureza na pregação e na prática, terminaremos em desavença com Deus. Mas se nos devotarmos a proclamar e a seguir a pura mensagem de Jesus Cristo, gozaremos paz eterna com Deus e seu povo (1 Coríntios 1:10; Efésios 2:11-22).
“Assim, pois, seguimos as cousas da paz e também as da edificação de uns para com os outros” (Romanos 14:19).
“Deus enviou o Seu Filho único ao mundo, para que tenhamos vida por meio d’Ele. Nisto consiste o amor: não fomos nós que amamos a Deus, mas foi Ele que nos amou e enviou o Seu Filho como vítima de reparação pelos nossos pecados”(1João 4, 9-10).
Estamos reconhecendo a maneira como Deus nos ama. Esse amor de Deus é concreto e real, Ele não só falou que nos ama, mas demonstrou a forma como nos ama. Se, o que um pai e uma mãe podem ter de mais precioso são seus filhos, nada pode ser mais precioso para Deus do que o Seu próprio Filho, por isso, Ele nos deu aquilo que Ele tem de mais sagrado. Ele nos deu Seu Filho para provar qual é o tamanho do amor que Ele mesmo tem por nós. Por que Ele manifestou o Seu amor? Para que nós tenhamos a vida conduzida por Ele. Não basta estarmos vivos. Quando olhamos a vida humana, muitas vezes, sem sentido, sem razão de ser, a vida vai se apagando aos poucos. Doí no coração saber que a cada minuto, neste mundo, alguém está se suicidando, tirando sua própria vida e a grande maioria são jovens. Nossos adolescentes, tão cedo, estão descobrindo o desgosto pela vida, estão buscando formas suicidas de vida. Por que os nossos estão perdendo o sentido pela vida? Está faltando uma verdadeira vida em Deus no meio de nós, e não existe vida em Deus sem amor. Alguns acham que a vida em Deus, antes de tudo, seja doutrina. “Vou doutrinar a minha casa. Vou ensinar os dogmas”. Ensine os valores em primeiro lugar, pois o essencial dos valores é o amor.Amor vivenciado, praticado e respeitado .É por falta de amor que estamos perecendo, por falta de respeito de uns para com os outros, muitas vezes, dentro de nossas próprias casas, famílias, trabalhos. É onde estamos que a crise existencial se instala no meio de nós. Todas as vezes que o amor é negado, o amor não é vivido na sua intensidade, a vida humana perde o seu sentido de ser. Por isso, a vida que Deus nos deu, foi nos amando; foi por amor que Ele se encarnou, por amor abriu mão de suas condições divinas e sagradas para se tornar humano como nós. Só seremos (de verdade) humanos, aquela humanidade bem vivida que nos diviniza, se vivermos esse amor de Deus no meio de nós. Precisamos, verdadeiramente, combater aquilo que não representa o amor, toda a forma de termos preconceitos, ódios, de nos colocarmos uns contra os outros. Todas essas brigas, competições, separações, acusações vão minando o amor e, quando mina o amor, a vida humana também vai minando. É preciso semear o amor e vivê-lo, para que, assim, a vida de Deus esteja em nós.
A Bíblia, em sua totalidade, é a suprema regra de fé e prática para o cristão. Ela oferece o mais elevado sistema ético, ensinando que pecado não é somente cometer atos pecaminosos, mas uma transgressão da Lei de Deus manifestada primeiro em um coração impuro, seguido externamente de atos (1 João 3:4; Mateus 15:19). No tempo de Cristo, a religião judaica estava corrompida em um formalismo de meras aparências e justificação pelas obras da Lei1, cujos principais representantes eram os escribas e fariseus (Romanos 9:31, 32; Filipenses 3:6-9).2
Os fariseus, ou “separatistas”, surgiram em torno de 120 a.C., e no tempo de Jesus eram cerca de seis mil membros3, formando o grupo religioso mais respeitado na Judéia.4 Enquanto escribas ou rabinos eram os intérpretes e especialistas da Lei (Mateus 7:29; 13:52; 23:2), os fariseus se esforçavam para fazer todos acreditarem que estavam aderindo a seus ensinamentos.5 Ser escriba era profissão e ser fariseu era pertencer a uma seita.6 Mas a maioria dos escribas fazia parte da seita dos fariseus (Marcos 2:16), unidos em um “puritanismo legalista”.7
Com centenas de regras cobrindo todos os aspectos do comportamento humano, escribas e fariseus aparentavam fazer grande esforço para obedecer a Lei perfeitamente.8 Aos olhos crédulos da população, aqueles perfeccionistas meticulosos da Bíblia eram os homens mais santos da nação (Marcos 7:1-4).9 De fato, segundo um equivocado provérbio judaico, “se apenas dois homens entrassem no céu, um seria escriba e o outro, fariseu”.10 Na verdade, eles eram hipócritas, pois amavam os primeiros lugares e focavam somente a letra da Lei, ignorando sua amplitude e profundidade espiritual. Em seu exibicionismo, se satisfaziam em obedecer a Lei apenas no exterior, sem permitir mudança em seus corações (João 1:11; Mateus 23:2-7). Jesus advertiu seus ouvintes para não se deixarem enganar pela justiça cega e hipócrita dos escribas e fariseus. “Porque vos digo que se a vossa justiça não exceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entrareis no reino dos céus” (Mateus 5:20). O verbo περισσεύω (perisseúō), traduzido por “exceder”, também significa ter “mais do que suficiente”, “em abundância”.11 Já o adjetivo πλεῖον (pleion), traduzido por “muito”, também implica em “mais” e “muitíssimo”.12
Visão correta da Lei
Segundo Jesus, a justiça de seus discípulos deveria exceder muitíssimo, e muito mais abundantemente, a justiça dos escribas e fariseus. A Lei governa os pensamentos e motivos internos, e não apenas suas ações externas13, pois retidão é questão do coração e não apenas do comportamento.14 Cristo argumentou com seis exemplos, seguidos de seis antíteses: “Ouvistes o que foi dito”; “Eu, porém, vos digo” (Mateus 5:21-47). A seguir, dois deles: “Ouvistes o que foi dito aos antigos: Não matarás; e: Quem matar estará sujeito a julgamento. Eu, porém, vos digo que todo aquele que [sem motivo] se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento…” (Mateus 5:21). Não só o assassinato, mas a ira é também pecado, pois viola o mandamento do amor (Levítico 19:18). Ao Jesus dizer: “Eu, porém, vos digo”, não está contrariando o Antigo Testamento, mas apenas contrapondo-se ao ensino dos escribas e fariseus.
Embora Jesus fosse o Messias, Ele não se apresentou como um novo legislador, pois não veio para mudar ou anular a Lei e os Profetas (Mateus 5:18).15 Ele atuou como expositor fiel, explicando a natureza da Lei, sua extensão, removendo as falsas interpretações, restaurando-a à sua pureza.16 O adultério também surge primeiro no coração (Êxodo 20:17; Mateus 7:21-23; 2 Pedro 2:14). “Ouvistes o que foi dito: Não adulterarás. Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura no coração já adulterou com ela” (Mateus 5:27). No Sermão do Monte, Jesus proferiu nove bem-aventuranças sobre os que manifestam as características do coração que glorificam “o Pai que está nos céus” (Mateus 5:1-11, 16). São “traços de caráter que Ele sempre reconhece e abençoa”.17 Pelo contexto imediato (Mateus 5:43-47), a conclusão: “Portanto, sede vós perfeitos como perfeito é o vosso Pai celeste” (Mateus 5:48) significa: “Sede misericordiosos como é misericordioso vosso Pai” (Lucas 6:27-36). Parece que ser misericordioso e amoroso aplica-se à série completa dos seis exemplos (Mateus 5:21-47). Assim, ser perfeito, neste contexto, teria conotação de inteireza em ser misericordioso. Jesus não está se referindo a uma vida “isenta” de pecado ou “impecabilidade”. A deturpação do significado de “perfeitos” (teleios) tem desviado pessoas da mensagem de Cristo para o perfeccionismo, um remanescente do antigo legalismo judaico.18 A propósito, nunca poderemos ser perfeitos como Deus é.19 Quando “a luz do Seu amor resplandece sobre nós”, apenas refletimos-lhe “a glória”, e somente“podemos ser perfeitos em nossa esfera, da mesma maneira como Deus é perfeito na Sua”.20
O preço da hipocrisia
Em contrapartida, nas nove bem-aventuranças ensinadas aos seus seguidores, Jesus proferiu nove condenações contra os escribas e fariseus por praticar e ensinar a hipocrisia, um dos mais perversos e objetáveis traços de caráter (ver Mateus 23:14-31). “Ai de vós escribas e fariseus, hipócritas, porque dais o dízimo da hortelã, do endro e do cominho e tendes negligenciado os preceitos mais importantes da Lei: a justiça, a misericórdia e a fé…” (Mateus 23:23).
Jesus não disse que dizimar não é importante, mas que a justiça, a misericórdia e a fé são os preceitos mais importantes.21 Quando afirmou: “…devíeis fazer estas coisas, sem omitir aquelas” (Mateus 23:23), “Ele condenou fortemente os abusos, mas teve cuidado de não diminuir a obrigação”.22 O cultivo do coração puro é o mais importante e prioritário. Negligenciar isso é “comer o camelo” (Mateus 23:24). Já a prática exterior de dizimar é importante, e desprezar isso é comer o “mosquito” (Mateus 23:24). Evidentemente, a religião de Cristo é identificada “pelos seus frutos” exteriores (Mateus 7:15-23; João 15:1-5), mas primeiro vem o interior, que resulta no exterior. As obras são resultado da fé. “Fariseu cego, limpa primeiro o interior do copo, para que também o seu exterior fique limpo!” (Mateus 23:25). Escribas e fariseus “desconhecendo a justiça de Deus e procurando estabelecer a sua própria justiça, não se sujeitaram ao que vem de Deus” (Romanos 10:3). Deve-se considerar que a justiça que vem de Deus não vem pela Lei, “em razão de que pela lei vem o pleno conhecimento do pecado (3:20). “Não há um justo sequer”, “pois todos pecaram” (Romanos 3:10, 23). “A lei requer justiça – vida justa, caráter perfeito; e isso não tem o homem para dar”.23 Se a justiça fosse “mediante a Lei, segue-se que morreu Cristo em vão” (Gálatas 2:21), pois os pecadores são justificados diante de Deus somente pela fé em Jesus Cristo. Ele é a nossa justiça (Romanos 5:1; 2 Coríntios 5:21). Pela fé no Salvador prometido, as pessoas que viveram antes da morte de Cristo receberam o perdão e a salvação (Gálatas 3:6-9; Apocalipse 13:8; Hebreus 11). Entretanto, foi quando Jesus morreu na cruz, através de seu sacrifício expiatório, que foi provida a “justiça eterna” (Isaías 52:13-53:12; Daniel 9:24), “a justiça de Deus testemunhada pela lei e pelos profetas” (Romanos 3:21). Portanto: “Como escaparemos nós se negligenciarmos tão grande salvação?” (Hebreus 2:3). Necessitamos ir a Cristo continuamente em busca de arrependimento, perdão, novo coração e santificação, conforme o seu elevado padrão de justiça; primeiro o mais importante: a justiça, a misericórdia e a fé, que resulta em dizimar; primeiro o interno, que resulta no externo; primeiro a fé, que resulta em obras; primeiro o amor, que resulta em obediência. A propósito, “anulamos, pois, a lei pela fé? Não, de maneira nenhuma! Antes, confirmamos a lei” (Romanos 3:31), pois, “se me amais, guardareis os meus mandamentos” (João 14:15).
EM DEFESA DA FÉ CRISTÃ Combatendo as Antigas Heresias que se Apresentam com Nova Aparência.
O QUE ESTUDAREMOS? A relação entre Deus Pai e Deus Filho é um dos temas mais fascinantes e profundos da fé cristã. Como pode Jesus ser chamado “Filho de Deus” e, ao mesmo tempo, ser igual ao Pai? Que implicações isso traz para nossa compreensão da Trindade e da divindade de Cristo? Ao longo da história, essa verdade tem sido alvo de debates, controvérsias e até heresias. Porém, a Palavra de Deus é clara: o Filho não é inferior ao Pai; Ele compartilha da mesma essência e glória divina. Nesta lição, vamos explorar as Escrituras para desvendar essa relação perfeita e eterna entre o Pai e o Filho, confrontar as ideias equivocadas que surgiram ao longo dos séculos e reforçar a nossa fé na divindade e soberania de Jesus Cristo. Vamos juntos aprender a Palavra de Deus.
SOBRE O TÍTULO DA LIÇÃO A palavra “igual”, neste contexto, significa compartilhar da mesma essência, natureza e atributos divinos. Não se trata de uma igualdade funcional ou hieráárquica, mas de uma igualdade ontológica – ou seja, naquilo que ambos são em sua essência. O Pai e o Filho possuem a mesma glória, poder, eternidade e perfeição, como revelado nas Escrituras. Por mais que desempenhem papéis distintos na obra da redenção, sua igualdade divina permanece inquestionável.
TEXTO ÁUREO – COMPARAÇÃO DE TRADUÇÕES Mas a respeito do Filho ele disse: “O teu Reino, ó Deus, vai durar para todo o sempre. Tu governarás o teu povo com justiça. (Hb 1.8 NTLH). • A declaração do Pai. A primeira parte do versículo 8 destaca a diferença entre a natureza de Cristo e a dos anjos. Aqui encontramos uma das declarações mais surpreendentes e importantes de toda a Escritura: Jesus é o Deus eterno! Aqueles que afirmam que Jesus era apenas um homem, um dos muitos anjos, um dos diversos profetas de Deus ou mesmo um “subdeus” estão mentindo e trazendo sobre si condenação. Jesus não é menos do que Deus. O Pai declara sobre o Filho: “Teu trono, ó Deus, é para todo o sempre”. Este é um testemunho direto e inquestionável do Pai sobre a divindade do Filho. Este versículo oferece uma das provas mais claras e irrefutáveis da divindade de Cristo na Bíblia, proclamada pelo próprio Pai. • A declaração do Filho. O testemunho do Pai sobre o Filho está em total harmonia com o que o próprio Filho declarou. Durante todo o Seu ministério, Jesus afirmou ser igual a Deus. João relata: “Por isso, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não somente violava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus” (Jo 5.18). Quando Jesus declarou: “Eu e o Pai somos um” (Jo 10.30), os líderes judeus entenderam perfeitamente o que Ele estava afirmando. À luz do que eles acreditavam – que Ele era apenas um homem –, a reação deles foi previsível: “Não te apedrejamos por alguma boa obra, mas pela blasfêmia; porque, sendo tu homem, te fazes Deus” (Jo 10.33). • A declaração dos apóstolos. Os apóstolos também testemunharam repetidamente a divindade de Cristo. O apóstolo Paulo, falando sobre Israel e as bênçãos que Deus lhes concedeu, escreveu: “Deles são os patriarcas, e deles é traçada a linhagem humana de Cristo, que é Deus acima de todos, bendito para sempre! Amém” (Rm 9.5). Em 1 Timóteo 3.16, Paulo reforça essa verdade ao dizer: “Sem dúvida, grande é o mistério da piedade: Deus foi manifestado em carne, justificado no Espírito, visto pelos anjos, pregado entre os gentios, crido no mundo e recebido na glória.” O apóstolo João também ecoa essa verdade em sua primeira carta: “Sabemos também que o Filho de Deus veio e nos deu entendimento, para que conheçamos aquele que é verdadeiro; e nós estamos naquele que é verdadeiro, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna” (1 Jo 5.20). Por toda a extensão do Novo Testamento, a reivindicação é clara e inequívoca: Jesus Cristo é Deus.
VERDADE PRÁTICA O termo teológico “Filho de Deus” é um título, sendo assim, a existência de Jesus é desde a eternidade junto ao Pai. Algumas pessoas que negam a divindade de Jesus argumentam que Ele não é eterno e que passou a existir em algum momento no tempo. Elas interpretam a expressão “Filho de Deus” nas Escrituras como se ela sugerisse que Jesus teve um início, da mesma forma que um filho humano nasce depois do pai. No entanto, essa interpretação falha em entender a natureza única e eterna da relação entre o Pai e o Filho. Nas Escrituras, o título “Filho de Deus” revela não um começo temporal, mas uma relação eterna e imutável dentro da Trindade, onde Jesus, o Filho, coexiste com o Pai desde toda a eternidade. Hebreus 1.5 diz: “Pois a qual dos anjos disse jamais: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei? E outra vez: Eu lhe serei Pai, e ele me será Filho?” Pelo nosso entendimento comum de filhos gerados pelos seus pais, daria para entender esse versículo como declaração da origem de Jesus e, por isso, uma negação da sua divindade. Mas tal conclusão seria consequência do grande erro de isolar um versículo do seu contexto. Todas as vezes que a profecia de Salmo 2.7 (“Tu és meu Filho, eu, hoje, te gerei”) é citada na Bíblia, a sua interpretação por autores inspirados por Deus concorda com seu contexto original que trata da exaltação, e não da origem de Jesus. O apóstolo Paulo disse que essa profecia foi cumprida quando Jesus foi ressuscitado: E nós vos anunciamos que a promessa que foi feita aos pais, Deus a cumpriu a nós, seus filhos, ressuscitando a Jesus, como também está escrito no Salmo segundo: Meu filho és tu; hoje te gerei (At 13.32-33). Aqui na terra, Jesus se qualificou para ser nosso sumo sacerdote, e foi exaltado a essa posição quando venceu a morte e subiu ao céu (Hb 5.1-10). Hebreus 1.5 cita a profecia de Salmo 2.7. Salmo 2 é uma das mais fortes afirmações bíblicas da posição gloriosa de Jesus acima de todos os seus inimigos. A figura do Salmo é da coroação do Rei Messiânico, que recebe autoridade para dominar todas as nações. Deus gerou Jesus no sentido que o Filho foi exaltado e colocado acima de todos. Ninguém hoje tem direito de interpretar esses trechos de outra maneira, porque Deus já falou! Deus colocou Jesus no trono, como nosso Senhor e Cristo (Atos 2.22-36). “Jesus Cristo, ontem e hoje, é o mesmo e o será para sempre” (Hb 13.8).
I. A DOUTRINA BÍBLICA DA RELAÇÃO DO FILHO COM O PAI 1.1 ideia de filho. A LIÇÃO DIZ: O conceito de filho no pensamento judaico implica a igualdade com o pai (Mt 23.29- 31). Uma das ideias de filho na Bíblia é a identidade de natureza. A expressão “Filho de Deus” aparece em diferentes contextos e tem significados específicos dependendo da situação. Abaixo estão os principais: • Israel como “Filho de Deus” (coletivo). Em passagens como Êxodo 4.22, Deus chama Israel de “meu filho primogênito”, indicando uma relação especial de aliança e cuidado. Aqui, “filho” representa o povo escolhido que Deus libertou do Egito. • Seres celestiais como “filhos de Deus”. Em textos como Jó 1.6, os anjos são chamados de “filhos de Deus”. Nesse contexto, isso reflete sua criação direta por Deus e sua proximidade com Ele. • Cristãos como “filhos de Deus”. No Novo Testamento, todos os que creem em Jesus Cristo são chamados “filhos de Deus” (Jo 1.12). Aqui, “filho” significa alguém que foi adotado espiritualmente por Deus e vive em comunhão com Ele. • Jesus Cristo como “Filho de Deus” (título exclusivo). Jesus Cristo é chamado “Filho de Deus” de uma maneira única e superior a qualquer outro uso dessa expressão. Os significados incluem: i. Divindade. Jesus é “Filho de Deus” porque compartilha a mesma essência divina do Pai. Ele é eterno e coigual a Deus. ii. Jesus é o Filho de Deus em um sentido que ninguém mais é. Ele tem uma relação íntima, eterna e única com o Pai, como declarado em João 3.16: “Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o Seu Filho unigênito.” 1.2 Significado teológico. A LIÇÃO DIZ: Indica igualdade de natureza, ou seja, a mesma substância. É o que acontece com Jesus; Ele é chamado Filho de Deus no Novo Testamento porque Ele é Deus e veio de Deus.Filho de Deus. • O título “Filho de Deus” expressa a ideia de que Jesus é da mesma essência de Deus. Ele não é um ser criado, mas eterno, coexistindo com o Pai desde antes da criação do mundo. • No contexto judaico, declarar-se “Filho de Deus” era igualar-se a Deus, pois significava compartilhar da mesma natureza divina. i.Em João 10.30-33, quando Jesus afirmou: “Eu e o Pai somos um”, os judeus entenderam isso como uma reivindicação de divindade, levando-os a acusá-Lo de blasfêmia. Filho unigênito. • A palavra grega para “unigênito” é “monogenēs”, que significa “único do tipo” ou “único em sua classe”. Quando aplicada a Jesus, ela enfatiza Sua singularidade como o único Filho de Deus que é eterno, divino e perfeitamente unido ao Pai. Não implica que Jesus foi “criado” (como ensina o arianismo), mas que Ele é único e exclusivo em Sua relação com o Pai. Diferença entre “unigênito” e “primogênito”. • Jesus também é chamado “primogênito” (Cl 1.15), mas esses termos têm nuances diferentes: i. “Unigênito” (monogenēs) destaca que Jesus é o único do tipo, incomparável. ii. “Primogênito” (prōtotokos) refere-se à Sua posição de preeminência e autoridade sobre toda a criação, não à ideia de que Ele foi criado. Diferença entre “Filho de Deus” e “Filho do Homem”: • “Filho de Deus” enfatiza a divindade e a relação de Jesus com o Pai. • “Filho do Homem” destaca a humanidade de Jesus e Seu papel como o Messias, prometido em Daniel 7.13-14.1.3O Filho é Deus. A LIÇÃO DIZ: Filho de Deus é uma expressão bíblica para referir-se à relação única do Filho Unigênito com o Pai. A expressão ‘Filho de Deus’ revela a divindade de Cristo. Essa verdade está mais clara na Bíblia que o sol do meio-dia. Apenas a título de recordação: Declarações Diretas de Jesus • “Meu Pai trabalha até agora, e Eu trabalho também” (Jo 5.17-18). Nesta passagem, os judeus buscaram matá-Lo porque entendiam que, ao chamar Deus de “Meu Pai”, Jesus estava se fazendo igual a Deus. • “Eu e o Pai somos um” (Jo 10.30-33). Após esta declaração, os judeus tentaram apedrejá-Lo, afirmando que Ele, sendo homem, se fazia Deus. A expressão “somos um” aqui não indica apenas unidade de propósito, mas unidade de essência, como o contexto confirma. Igualdade na Honra e na Glória • Jesus afirma: “Para que todos honrem o Filho assim como honram o Pai” (Jo 5.22-23). Ele reivindica ser digno da mesma honra que o Pai, algo que seria blasfêmia se Ele não fosse Deus. • Na oração ao Pai, Jesus diz: “E agora, glorifica-me, ó Pai, junto de Ti mesmo, com a glória que Eu tinha contigo antes que o mundo existisse” (Jo 17.5). Isso indica que Ele compartilhou da glória divina desde a eternidade, confirmando Sua igualdade com o Pai.
II. A HERESIA DO SUBORDINACIONISMO 2.1 Orígenes A LIÇÃO DIZ: O Subordinacionismo é toda doutrina que declara ser o Filho subordinado ao Pai ou um deus secundário ou menos divino que o Pai. Os monarquianistas dinâmicos, ou adocionistas, e os arianistas são os principais representantes dessa heresia. Mas Orígenes (185-254), foi o seu principal mentor. Há, na vastíssima e complexa produção literária de Orígenes, ideias de acordo e contrárias à ortodoxia da igreja, como também ideias neoplatônicas e obscuras, de modo que, desde a antiguidade, os estudiosos do assunto estão divididos. Ele exerceu grande influência no Oriente por mais de cem anos. Nas controvérsias em Niceia, havia os que apoiavam Ário usando Orígenes como base; como também os que apoiavam Alexandre, opositor de Ário, também se baseando no mesmo Orígenes. Segundo seus críticos, parece que a Trindade defendida por ele era subordinacionista: o Filho subordinado ao Pai e o Espírito Santo subordinado ao Filho. No entanto, a Bíblia revela a igualdade das três pessoas da Trindade (Mt 28.19; 2 Co 13.13). Vamos explicar por partes: Definição complementar: Subordinacionismo é uma heresia cristológica e trinitária que afirma que o Filho (Jesus Cristo) e o Espírito Santo são inferiores ao Pai em essência, natureza ou poder. Essa visão sustenta que, embora o Filho e o Espírito Santo tenham algum papel divino, eles não compartilham da mesma plenitude da divindade que o Pai. Essa crença contradiz a doutrina ortodoxa da Trindade, que ensina que o Pai, o Filho e o Espírito Santo são coiguais, consubstanciais e eternos. Características fundamentais do subordinacionismo • Hierarquia Essencial na Divindade O subordinacionismo propõe uma hierarquia intrínseca entre as pessoas da Trindade. O Pai é visto como superior ao Filho e ao Espírito Santo. • Negação da consubstancialidade. Essa heresia nega a consubstancialidade (homoousios, do grego), ou seja, que o Pai, o Filho e o Espírito Santo compartilham a mesma substância divina. • Apoiadores Históricosi. Ário (Arianismo): Defendia que Jesus foi criado antes do tempo como o maior dos seres criados, mas não como Deus eterno e coigual ao Pai. ii. Orígenes: Embora tenha feito importantes contribuições teológicas, algumas de suas ideias influenciadas pelo neoplatonismo tenderam ao subordinacionismo, sugerindo que o poder do Pai era maior que o do Filho e do Espírito Santo. iii. Testemunhas de Jeová (Modernidade): Seguem a lógica subordinacionista ao afirmar que Jesus é inferior ao Pai e que o Espírito Santo não é uma pessoa, mas uma força ativa.Base Filosófica. O subordinacionismo muitas vezes deriva de influências filosóficas, como o neoplatonismo, que ensina uma hierarquia de emanações divinas (com Deus como fonte suprema e outros seres participando da divindade em graus menores). 2.2No período pré-niceno. A LIÇÃO DIZ: O Subordinacionismo foi, nos séculos II e III, uma tentativa, ainda que equivocada, de preservar o monoteísmo, mas que negou a divindade absoluta de Jesus. Seus expoentes consideravam Cristo como Filho de Deus, inferior ao Pai. Eles afirmavam que o próprio Cristo declarava a sua inferioridade, e isso eles o faziam com base numa exegese ruim e numa interpretação fora do contexto de algumas passagens dos Evangelhos. Os primeiros teólogos que defenderam o Subordinacionismo, como Teófilo de Antioquia e Hipólito de Roma, tentaram entender a relação entre o Pai e o Filho, mas acabaram adotando uma visão em que Jesus era inferior ao Pai. Isso ocorria, em grande parte, pela leitura de passagens como João 14.28 (“o Pai é maior do que eu”) e 1 Coríntios 15.28 (“quando tudo lhe estiver sujeito, então também o Filho se sujeitará àquele que lhe sujeitou todas as coisas”), sem considerar o contexto mais amplo e a totalidade das Escrituras. Esses textos foram usados de maneira a enfatizar a subordinação de Cristo ao Pai, o que não implica, necessariamente, uma inferioridade ontológica, mas sim uma distinção de papéis dentro da economia da salvação. No entanto, a interpretação errada desses textos levou a um entendimento de que Cristo, enquanto Filho, não compartilha da mesma essência divina do Pai, o que é contrário à doutrina da Trindade como é entendida pela teologia cristã ortodoxa. Vamos explicar esses textos: João 14.28: “O Pai é maior do que eu”. Contexto e explicação:O contexto imediato de João 14.28 é crucial. Jesus está falando aos Seus discípulos sobre a Sua partida e o envio do Espírito Santo. A frase “o Pai é maior do que eu” refere-se ao estado de humilhação e submissão em que Jesus se encontrava durante Sua encarnação. No estado de Sua humanidade, Jesus se submete ao Pai, mas isso não implica que Ele seja inferior em essência ao Pai. A subordinação de Jesus aqui se refere à Sua missão redentora e ao Seu papel como Mediador. Ele estava, na realidade, voluntariamente se colocando sob o Pai, como parte de Seu plano de salvação (Fl 2.6-8). Esta subordinação é funcional e não ontológica. Em Sua natureza divina, Jesus é igual ao Pai, como afirmado em passagens como João 10.30 (“Eu e o Pai somos um”) e João 1.1(“No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus”). 1 Coríntios 15.28: “Quando tudo lhe estiver sujeito, então também o Filho se sujeitará àquele que lhe sujeitou todas as coisas, para que Deus seja tudo em todos.” Contexto e explicação: • 1 Coríntios 15.28 está falando sobre o fim dos tempos e o papel de Cristo na consumação de todas as coisas. O versículo descreve a última etapa do plano divino, onde Cristo submete tudo a Deus Pai, após a Sua vitória sobre a morte e o pecado. Isso não implica uma subordinação permanente, mas sim uma fase transitória e escatológica. • O ato de sujeição de Cristo a Deus no final dos tempos deve ser visto no contexto da economia da salvação, onde Cristo, após ter cumprido Sua missão redentora, volta ao Pai e “entrega o Reino” a Ele (como também é ensinado em 1 Coríntios 15.24-25). Essa entrega final não é um indicativo de inferioridade, mas de conclusão de Sua obra redentora. • Em termos de autoridade e função, Cristo sempre tem a autoridade de julgar, e essa subordinação temporária é uma expressão da Sua missão no plano redentor. O Filho sempre foi e será igual ao Pai em essência, mas durante a fase de Sua encarnação e no fim dos tempos, Ele assume um papel de sujeição para que o plano divino seja cumprido em sua totalidade (veja também Mateus 28.18, onde Jesus afirma que “toda autoridade Me foi dada no céu e na terra”). 2.3 Métodos usados pelos subordinacionistas. A LIÇÃO DIZ: Já estudamos, até agora, o ensino bíblico sobre Jesus como o verdadeiro homem e ao mesmo tempo o verdadeiro Deus. Somente Ele é assim, e ninguém mais no céu e na terra possui essa característica (Rm 1.1-4; 9.5). No entanto, os subordinacionistas pinçam as Escrituras aqui e ali se utilizando das passagens do Novo Testamento que apresentam o Senhor Jesus como homem e descartam e desconsideram as que afirmam ser Jesus o Deus igual ao Pai.O método dos subordinacionistas pode ser chamado de hermenêutica seletiva. A hermenêutica seletiva é uma abordagem de interpretação das Escrituras em que o intérprete escolhe, de forma arbitrária ou tendenciosa, apenas algumas passagens que apoiam a sua posição, enquanto ignora ou distorce outras que possam contradizer ou desafiar sua visão. Em vez de considerar o contexto completo da Bíblia, a hermenêutica seletiva se concentra em versículos ou passagens isoladas, muitas vezes fora de contexto, para justificar uma determinada doutrina ou prática. A hermenêutica dos subordinacionistas, ao pinçar passagens que falam da humanidade de Jesus e ignorar aquelas que falam de Sua plena divindade, resulta em uma distorção da verdadeira compreensão da natureza de Cristo. A Bíblia, quando interpretada de forma equilibrada e levando em consideração todo o conselho de Deus, revela que Jesus, enquanto Filho, é igual ao Pai em essência, mas, na Sua encarnação, se submeteu ao Pai de maneira funcional para cumprir Sua missão redentora. Essa compreensão é essencial para a doutrina da Trindade e para uma visão adequada de quem Jesus é.
III. COMO O SUBORDINACIONISMO SE APRESENTA HOJE 3.1 No contexto islâmico. A LIÇÃO DIZ: O Islamismo não considera Jesus como o Filho de Deus, mas como messias e profeta, e coloca Maomé acima dele. Nenhum cristão tem dificuldade em detectar o erro de doutrina (Ef 1.21; Fp 2.8-11). O Alcorão afirma que é blasfêmia dizer que Jesus é o Filho de Deus, isso com base numa péssima interpretação, pois significaria uma relação íntima conjugal entre Deus e Maria. O mais grave é que seus líderes afirmam que os cristãos pregam esse absurdo (Id 10). Lamentamos dizer que até mesmo Satanás e os seus demônios reconhecem que Jesus é o Filho do Deus Altíssimo (Mc 5.7). A expressão “Filho de Deus” no Novo Testamento significa a sua origem e a sua identidade (Jo 8.42) e não segue o mesmo padrão de reprodução humana. Jesus foi concebido pelo Espírito Santo (Mt 1.18, 20; Lc 1.35). O Alcorão, o livro sagrado do Islã, afirma que Jesus (Isa) foi um grande profeta e messias (Sura 3.45), mas nega explicitamente que Ele seja o Filho de Deus: • Sura 5.72: “Aqueles que dizem: ‘Deus é o Messias, filho de Maria’, descreram. Pois o Messias disse: ‘Ó Filhos de Israel, adorai a Deus, meu Senhor e vosso Senhor.'”Sura 112.1-4: “Dize: Ele é Deus, o Único. Deus, o Eterno. Ele não gerou nem foi gerado, e ninguém é comparável a Ele.” Erro Islâmico: O Islã entende a expressão “Filho de Deus” de forma literal, como se ela implicasse um relacionamento físico entre Deus e Maria. Por isso, rejeita essa ideia como blasfêmia. O conceito cristão de “Filho de Deus” é espiritual e teológico, não biológico ou físico. O termo “Filho de Deus” no Novo Testamento refere-se à essência divina e à relação eterna entre Jesus e o Pai. 3.2 O movimento das Testemunhas de Jeová. A LIÇÃO DIZ: Este confessa publicamente que crê na existência de vários deuses: o Deus Todo Poderoso, Jeová; depois o deus poderoso, Jesus; e em seguida outros deuses menores, incluindo bons e maus. Mas a fé cristã não admite a existência de outros deuses. É verdade que a Bíblia faz menção de deuses falsos. Na teologia da Torre de Vigia, Jesus Cristo é um mero anjo – o primeiro criado por Deus, quando começou a criar os anjos. As testemunhas de Jeová identificam Cristo como Miguel, o arcanjo, embora elas chamem Jesus “o Filho do Homem” – “porque a primeira pessoa espiritual criada por Deus era para ele como um filho primogênito”. (Livrete da Torre de Vigia, Enjoy Life on Earth Forever! [Goze a Vida na Terra Para Sempre!], p. 14, 1982). Elas também o chamam de “o deus”, e traduzem João 1.1 de acordo com essa ideia em suas Bíblias.O Espírito Santo não é nem Deus nem uma pessoa, segundo os ensinamentos da Torre de Vigia. É simplesmente uma “força atuante” impessoal que Deus usa para fazer a sua vontade.
CONCLUSÃO A relação entre o Pai e o Filho, conforme revelada nas Escrituras, é uma das verdades mais profundas e gloriosas da fé cristã. Ao longo deste estudo, vimos que o Filho não é inferior ao Pai, mas compartilha da mesma essência, glória e natureza divina. Jesus Cristo é eternamente Deus, coexistente com o Pai e o Espírito Santo, formando a perfeita unidade da Trindade. As heresias que surgiram ao longo da história, como o subordinacionismo, tentaram obscurecer essa verdade, mas a Palavra de Deus permanece firme: o Filho é igual ao Pai em essência, poder e glória. Jesus afirmou Sua igualdade com o Pai, os apóstolos testificaram sobre Sua divindade, e o próprio Pai declarou que o trono do Filho é eterno. Essa verdade não é apenas doutrinária, mas profundamente prática. Crer que Jesus é Deus nos dá plena segurança de que Ele é poderoso para salvar, digno de nossa adoração e fiel em Suas promessas. Como está escrito: “Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e para sempre” (Hb 13.8). A Ele seja toda a glória, hoje e para sempre. Amém!
Entrada brusqueta de tomate confit e queijo. Prato principal talharim ao molho sugo e parmegiana de frango, sobremesa ice cream cake de ninho com morango.
blogueiro e blogueiras desfrutando a culinária do Sila cucina, uma delícias.
ALei nº 15.100/2025, que restringe o uso de celulares nas escolas, já está em vigor. Cabe a cada uma das redes de ensino e escolas, públicas e privadas, definirem suas próprias estratégias de implementação até o início do ano letivo. A legislação surge em resposta ao crescente debate sobre o uso desses aparelhos nas escolas, que gera grande preocupação a especialistas e à população em geral, devido aos impactos negativos no aprendizado, na concentração e na saúde mental dos jovens.
Para auxiliar na implementação da lei, o Ministério da Educação (MEC) lançou dois guias na sexta-feira, 31 de janeiro: um destinado às redes de ensino e outro às escolas. Os documentos apresentam algumas orientações gerais a serem seguidas, como:
Comunicação e conscientização: as escolas devem informar professores, alunos e famílias sobre a vigência da lei e as novas regras para uso de celulares.
Material de apoio: o MEC já disponibiliza cursos para professores sobre como orientar os alunos no uso responsável da tecnologia; novos cursos serão lançados em breve.
Autonomia escolar: cada rede e escola pode definir formas de aplicação da restrição, respeitando a legislação, mas adequando as regras à sua realidade.
Acompanhamento e fiscalização: o cumprimento da lei deve ser monitorado pelas próprias escolas e redes de ensino, sem penalizações universais impostas pelo governo federal.
Suporte para as famílias: o MEC oferecerá webinários e orientações específicas para os pais, auxiliando-os a compreender a importância da restrição e como apoiar seus filhos nessa transição.
Vale lembrar que a lei não proíbe totalmente o uso de celulares, mas restringe seu uso durante aulas, recreios e intervalos, para que os alunos possam se concentrar nas atividades diárias e interagir com outras pessoas. O uso ainda é permitido para fins pedagógicos com autorização do professor e para casos de acessibilidade, saúde e segurança. Assim, a medida visa salvaguardar a saúde mental, física e psíquica de crianças e adolescentes, promovendo um ambiente escolar mais saudável e equilibrado.
“Nós sabemos que o mundo digital é importante e o quanto a educação digital é também uma dimensão fundamental, que, inclusive, tem sido trabalhada nos últimos anos”, destaca a secretária de Educação Básica, Kátia Schweickardt. “A questão está na racionalidade do uso, isso está evidente por meio de diversos estudos e pesquisas. Queremos otimizar o uso e potencializar os benefícios, mas mitigar os efeitos nocivos. Os nossos jovens têm muita dificuldade de concentração, além de uma série de danos socioemocionais que vêm sendo causados pelo mau uso da tecnologia”, conclui.
Dados – Diversos estudos apontam que o uso excessivo de telas pode prejudicar o desempenho acadêmico, reduzir a interação social e aumentar índices de ansiedade e depressão entre crianças e adolescentes. Uma pesquisa do Datafolha de outubro de 2024 apontou que: 62% da população é a favor da proibição do celular nas escolas, chegando a 65% entre pais de crianças até 12 anos; e 76% acreditam que o uso de celulares prejudica mais do que ajuda no aprendizado. Já um estudo da Nexus, também realizado no ano passado, informou que 86% dos brasileiros são a favor da restrição do uso de celulares nas escolas e que 54% apoiam a proibição total, enquanto 32% defendem o uso apenas para atividades pedagógicas autorizadas por professores.
O governo Lula (PT) anunciou a redução gradual de alimentos processados e ultraprocessados na merenda das escolas públicas. O limite, atualmente em 20%, cairá para 15% em 2025 e chegará a 10% em 2026. A medida foi divulgada durante o 6º Encontro Nacional do Programa Nacional de Alimentação Escolar (Pnae), em Brasília, nesta terça-feira, 4.
A mudança visa melhorar a qualidade nutricional das refeições oferecidas a cerca de 40 milhões de estudantes atendidos pelo Pnae em quase 150 mil escolas públicas. O programa, que fornece aproximadamente 10 bilhões de refeições por ano, tem um orçamento de R$ 5,3 bilhões para 2024 e é considerado uma das principais políticas de segurança alimentar do país. Governo Lula reajusta em até 39% repasse federal para compra de merenda escolar .Além da restrição aos ultraprocessados, o governo reafirmou a exigência de que pelo menos 30% dos recursos do programa sejam destinados à compra de alimentos da agricultura familiar, com prioridade para comunidades indígenas, quilombolas e assentamentos da reforma agrária.A medida ganha relevância diante do avanço da obesidade infantil no Brasil. Dados do Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional de 2023, do Ministério da Saúde, apontam que 14,2% das crianças brasileiras com menos de cinco anos apresentam excesso de peso ou obesidade—quase três vezes a média global, de 5,6%. Entre adolescentes, a situação é ainda mais alarmante: um em cada três está acima do peso.
Os olhos podem ser atingidos por uma variedade de doenças que limitam a visão e, com isso, a qualidade de vida. Contudo, nos casos em que a genética não é imbatível, é possível prevenir esses problemas com um estilo de vida saudável. Isso inclui adicionar alguns alimentos à dieta.
A oftalmologista Nubia Vanessa, do CBV-Hospital de Olhos, destaca que uma alimentação saudável é boa para qualquer tipo de comorbidades, como diabetes, hipertensão arterial. Além disso, uma dieta balanceada pode proteger a visão.
“Se você tem uma alimentação balanceada, com todos os grupos de alimentos, e associada a exercício físico, isso diminui a quantidade de radicais livres, melhorando a saúde ocular”, diz a profissional.
Alimentos que fazem bem a visão
A oftalmologista aponta algumas opções alimentares que fazem especialmente bem para os olhos. Confira:
Legumes, leguminosas e folhas verdes, pois são ricos em vitaminas. Além disso, alguns têm substratos como a luteína e a zeaxantina que são excelentes para a mácula (retina);
Oleaginosas, como linhaça, castanhas, pistache e amêndoas, ricas em zinco, o que ajuda na prevenção de degeneração macular, bem como da catarata.
Estados e municípios brasileiros começaram o mês de fevereiro com a partilha de R$ 11 bilhões, referentes à contribuição federal ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). O montante é repassado pelo Ministério da Educação. De acordo com a Pasta, a quantia corresponde a 15% a mais do que a transferida no ano passado. Segundo o ministro da Educação, Camilo Santana, os gestores podem utilizar os recursos no pagamento de “professores, profissionais da educação, transporte escolar, material didático e melhorar a infraestrutura da escola, por exemplo.” Do valor geral, R$ 2,8 bilhões são correspondentes à primeira parcela da complementação da União para 2025, enquanto R$ 8,2 bilhões são referentes à 13ª e última parcela da complementação de 2024. Os recursos serão destinados aos entes federativos beneficiários das complementações da União nas modalidades Valor Anual por Aluno (Vaaf), Valor Anual Total por Aluno (Vaat) e Valor Aluno Ano Resultado (Vaar). De acordo com a Portaria Interministerial MEC/MF nº 14, de 27 de dezembro de 2024, o cronograma de desembolso da complementação da União-VAAF ao Fundeb 2025 ficou definido da seguinte forma em relação aos valores por estado:
ALAGOAS: R$ 47.069.027,91
AMAZONAS: R$ 92.615.976,93
BAHIA: R$ 271.133.568,05
CEARÁ: R$ 239.625.029,09
MARANHÃO: R$ 262.353.641,41
PARÁ: R$ 248.698.737,71
PARAÍBA: R$ 24.723.418,11
PERNAMBUCO: R$ 64.961.237,49
PIAUÍ: R$ 74.201.010,73
RIO DE JANEIRO: R$ 19.769.444,56
O especialista em orçamento público, Cesar Lima, explica que, do valor total, os entes podem destinar até 70% para pagamento de pessoal. No entanto, 30% devem ser investidos da na área da educação. “O Fundeb é um fundo formado por várias receitas, desde o Salário Educação, que é uma contribuição paga por empresas, até mesmo uma parte do FPM [Fundo de Participação dos Municípios] que é retirada de cada município. Isso cria um fundo dividido nacionalmente, de acordo com o número de matrículas de cada município. Esse repasse tem uma previsão anual, mas é repassado mensalmente”, destaca. A complementação da União para este ano está prevista em R$ 56,5 bilhões. O valor deve beneficiar 1.859 entes federativos na modalidade Vaaf, 2.358 na modalidade Vaat e 2.837 na modalidade Vaar. Essas quantias serão repassadas em parcelas mensais de janeiro de 2025 a janeiro de 2026. Os depósitos serão feitos até o último dia útil de cada mês.
Nesta segunda-feira (3), o Encontro com Patrícia Poeta foi comandado ao vivo da Praia do Futuro, em Fortaleza. O poeta Bráulio Bessa, que era presença constante na época que o formato era apresentado por Fátima Bernardes, esteve na atração. Durante um depoimento, o escritor deixou a Patrícia surpresa com uma declaração. “Em cima desse palco hoje, na maior emissora desse país, tem dois artistas de uma cidade pequena do Ceará (Mari Fernandez também estava presente). E isso é raro porque gente como nós cresce consciente de uma invisibilidade que nos castiga. Nós somos um povo, dos interiores, desse Brasil profundo, das periferias, que tem muito a dizer e pouca gente nos escuta. Então ter a oportunidade de falar aqui, é ter a oportunidade de exaltar esse orgulho de também ser do interior”, iniciou o autor.
“Eu acho que nós vivemos um momento onde a maioria dos brasileiros, pelo menos é uma impressão que eu tenho, é que a maioria dos brasileiros não gosta de artista, gosta de famoso, gosta de celebridade, gosta do último viral, gosta do último influencer que se meteu em polêmica. Então a gente precisa olhar mais para o artista da terra, para o artista local porque muitas vezes nós não enxergamos o artista que vive na nossa rua, no nosso bairro, na nossa cidade”, disparou Bráulio. “É para o talento, né? É o talento da terra. E que ganha o Brasil”, disse Patrícia. “Ganha o Brasil e a gente tem que enxergar essas pessoas. Eu acho que o olhar para o povo brasileiro tem que se voltar para quem ganha uma bolsa de estudos, e não para quem ganha uma bolsa de milhares de reais”, apontou o famoso. “A gente tem que olhar para quem a gente consegue tocar com as mãos e a gente toca com as mãos quem a gente consegue abraçar. Então olhem mais para quem está perto de vocês, para gente de verdade”, pediu Bessa. “Que toca o nosso coração. Você é alguém que toca demais o nosso coração”, falou a apresentadora, mudando de assunto depois
A atriz Giovanna Antonelli está no elenco de ‘Beleza Fatal’, novela da Max com Camila Pitanga e Camila Queiroz, e muito além do título da produção, a beleza da atriz de 48 anos rouba a cena em qualquer ocasião. Mas, para isso, a ex de Murilo Benício recorre a alguns segredinhos especiais. Adepta do ‘Quiet Beauty’, Giovanna Antonelli recorre aos cuidados da dermatologista Dra. Priscilla Campelo, que já contou ao Purepeople os tratamentos escolhidos pela atriz em seu consultório. Segundo a profissional, um deles é uma técnica coreana hit entre as famosas. A famosa, que também realiza procedimentos no bumbum, usa a aplicação de lasers e luz pulsada, além de uma solução com exossomos ASCE Plus SRLV da ExoCoBio. De origem coreana, o procedimento ajuda no estímulo de colágeno, clareamento de manchas, redução de rugas e luminosidade. “Os exossomos ExoCoBio não apenas aceleram o processo de cicatrização, facilitando um retorno mais rápido às atividades, como também ajudam a desinflamar a pele, proporcionando um verdadeiro upgrade na produção de colágeno. O resultado será uma pele mais viçosa, iluminada e com uma produção de colágeno mais intensa”, garante a Dra. Priscilla Campelo.
Giovanna Antonelli não dispensa o óleo de coco no dia a dia Apesar dos seus segredinhos dermatológicos, Giovanna Antonelli também tem algumas soluções práticas e eficazes para manter a beleza em dia. Em uma entrevista antiga à revista Boa Forma, a estrela garantiu que passa óleo de coco em seu corpo e cabelo dia…
O presidente Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), defendeu a atuação dos ministros da Corte, nesta segunda-feira (3), ao argumentar que as democracias “precisam de agentes públicos não eleitos pelo voto popular, para que permaneçam imunes às paixões políticas”. A fala de Barroso ocorre após os presidentes da Câmara e do Senado, Hugo Motta e Davi Alcolumbre, priorizarem em seus discursos de posse a centralidade do Legislativo, em meio a embates entre os Poderes(leia mais abaixo). Durante o pronunciamento na sessão solene de abertura dos trabalhos da Corte, Barroso fez um breve relato de 2024 e lembrou que a democracia tem lugar para todos: “liberais, progressistas e conservadores. Só não tem lugar para quem não aceite jogar o jogo pelas regras da democracia”. E também destacou a presença dos líderes do Executivo e Legislativo na solenidade. “Aqui estamos, os presidentes dos três Poderes. O presidente Lula, que foi eleito com mais de 60 milhões de votos. O presidente Davi Alcolumbre, eleito com consagradores 73 votos em 81 senadores. E o presidente Hugo Motta, segundo candidato mais votado na história da Câmara dos Deputados, com 444 votos em 513. E eu mesmo, que fui eleito [presidente do STF] com 10 votos em 11. E o voto que não foi em mim, foi o meu mesmo”, disse Barroso.
O ministro lembrou, no entanto, “que todas as democracias reservam uma parcela de poder para ser exercida por agentes públicos que não são eleitos pelo voto popular, para que permaneçam imunes às paixões políticas de cada momento. Esses somos nós”.
“O título de legitimidade desses agentes é a formação técnica e a imparcialidade na interpretação da Constituição e das leis”, prosseguiu. Barroso também citou as críticas às decisões dos ministros da Corte, e lembrou que tratam-se de questões que dividem a sociedade brasileira. “Nós decidimos as questões mais complexas e divisivas da sociedade brasileira. E, naturalmente, convivemos com a insatisfação de quem tem interesses contrariados. Faz parte do trabalho de qualquer Tribunal de Justiça no mundo”, afirmou.
O QUE VAMOS ESTUDAR? Nesta lição, estudaremos o texto de Tiago 2.14-26. O texto aborda a relação intrínseca entre fé e obras, advertindo-nos contra uma fé inativa ou morta. Abordaremos os perigos de uma fé improdutiva, bem como suas consequências. Além disso, destacaremos as características da verdadeira fé por meio dos argumentos e exemplos usados por Tiago. Vamos juntos, aprender a Palavra de Deus.
TEXTO PRINCIPAL Meus filhinhos, o nosso amor não deve ser somente de palavras e de conversa. Deve ser um amor verdadeiro, que se mostra por meio de ações. (1 Jo 3.18 NTLH). O amor não é um discurso teórico (de palavra e de língua), mas uma ação prática (de fato e de verdade). O amor não é o que falamos, mas o que fazemos. O amor não é tanto uma questão de sentimento, mas de movimento, e movimento em direção do necessitado. Amamos não com discursos eloquentes, regados de emoção, mas com ações práticas para aliviar a dor do irmão e socorrê-lo em suas necessidades. John Stott tem razão quando diz que o amor não é essencialmente sentimento nem conversa, mas atos. Na verdade, se o nosso amor há de ser genuíno (de verdade), inevitavelmente será positivo e ativo (de fato). Simon Kistemaker diz que amor e fé têm em comum que ambos precisam de obras para atestar sua autenticidade. Palavras de amor que nunca são traduzidas em ação não valem nada. Amor é o ato de dar suas posses, talentos e a si mesmo por outra pessoa. Assim as palavras e a língua têm seus equivalentes na ação e na verdade.
RESUMO DA LIÇÃO A nossa fé em Jesus Cristo precisa ser revelada mediante as nossas ações. Em Mateus 5.16 está escrito: “Assim brilhe a luz de vocês diante dos homens, para que vejam as suas boas obras e glorifiquem ao Pai de vocês, que está nos céus.” Jesus incentiva os seus seguidores a viverem de forma que suas obras sejam testemunho de sua fé, glorificando a Deus. Em Mateus 7.21 está escrito: “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.” Jesus ensina que não basta professar fé, mas é necessário viver conforme a vontade de Deus. Em Hebreus 13.16 está escrito: “Não se esqueçam de fazer o bem e de repartir com os outros, pois com tais sacrifícios Deus se agrada.” Essa passagem ressalta que Deus se agrada das boas obras que vêm como fruto de nossa fé.
I. OS PERIGOS DE UMA FÉ IMPRODUTIVA 1.1 Inutilidade. A LIÇÃO DIZ: Tiago no capítulo 2, nos faz duas perguntas: […] “Que aproveita se alguém disser que tem fé e não tiver as obras?” “Porventura, a fé pode salvá-lo?” Uma fé que não se traduz em ações é inútil e não produz resultados tangíveis na vida do crente ou na igreja. Há três palavras nesse texto bíblico que precisam ser entendidas. • Fé. Tiago usa o termo “fé” em três sentidos em sua carta:
(1) fé pessoal no Senhor Jesus Cristo, que é provada pelas tribulações (cf. 1.3);
(2) confiança na revelação de Deus e de Jesus Cristo, suas promessas, poder e disposição para atender o crente (cf. 1.6);
(3) aderência às doutrinas do Cristianismo, uma profissão de fé em Deus e em Jesus Cristo (cf. 2.1). Parece que esse último sentido é o usado aqui. • Obras. “Obras” ocorre em Tiago quase exclusivamente em 2.14–26 (a exceção é 3.13). O termo deve ser entendido não somente como atos de misericórdia para com os necessitados (2.15–16), mas também, e principalmente, como atos de obediência à vontade de Deus, conforme exemplificados por Tiago na vida de Abraão (2.21) e de Raabe (2.25). O enfoque não é no esforço despendido no ato, mas no resultado obtido. • Salvação. Em Tiago, salvação significa “a salvação da alma da morte eterna” (5.20), em contraste a perecer eternamente (4.12). Deus, que é aquele que em última análise salva e faz perecer (4.12), opera a salvação mediante a Palavra (1.21), pela instrumentalidade de crentes (5.20). Da parte do pecador, é exigida a fé, sem a qual não haverá salvação alguma (cf. 1.6 7). Essa fé, contudo, é sempre acompanhada por obras que atestam sua genuinidade. A lógica de Tiago é esta: a salvação é mediante a fé; a fé produz obras; onde não há obras, a fé não existe; logo, profissão de fé sem obras que a acompanham não tem qualquer proveito. Portanto, é uma fé inútil. Portanto, podemos afirmar que não existe nenhuma contradição entre os ensinos de Paulo e Tiago. O Concílio de Jerusalém é uma prova cabal de que Tiago nunca defendeu salvação pelas obras ao rejeitar a doutrina dos judaizantes. 1.2 Engano espiritual. A LIÇÃO DIZ:Acreditar que a fé não precisa ser produtiva é enganar-se a si próprio. Tiago alerta que essa auto satisfação é perigosa, pois não leva à verdadeira transformação. Uma pessoa que tem apenas essa fé pode acreditar que está espiritualmente saudável e salva, mas está se enganando porque sua fé não tem impacto real em sua vida ou na dos outros. Quais são as características de uma fé morta? • Em primeiro lugar, é uma fé que não desemboca em vida santa. A fé morta está divorciada da prática da piedade. Há um hiato, um abismo entre o que a pessoa professa e o que a pessoa vive. Ela crê na verdade, mas não é transformada por essa verdade. A verdade chegou a sua mente, mas não desceu a seu coração. • Em segundo lugar, é uma fé meramente intelectual. A pessoa consente com certas verdades, mas não é transformada por elas. • Em terceiro lugar, é uma fé que não produz frutos dignos de arrependimento. Essa fé é ineficiente, inoperante e não produz nenhum resultado. Ela tem sentimento, mas não ação. • Em quinto lugar, é uma fé incompleta. Tiago diz que a fé sem as obras está incompleta (2.22), visto que são as obras que consumam a fé. As obras são a evidência da fé. Somos salvos pela fé para as obras (Ef 2.8–10). Se não tem obras, não tem fé! 1.3 Testemunho ineficaz. A LIÇÃO DIZ: A fé improdutiva prejudica o testemunho cristão. Quando os crentes não vivem de acordo com sua fé professada, isso pode levar outros a questionar a autenticidade do Cristianismo. Uma fé sem obras falha em mostrar o poder transformador do Evangelho. A nossa fé não pode estar alicerçada em rituais, tradições ou expressões externas de religiosidade, sem um comprometimento genuíno com os princípios morais e éticos ensinados por Cristo. A pessoa pode enganar a si mesma achando que cumprir determinados rituais ou ir à igreja é suficiente, enquanto negligencia a justiça, a misericórdia e a verdade. Nesse caso, o testemunho se torna ineficaz já que esse comportamento indica uma fé que não se transforma, sendo, portanto, uma fé ilusória. Uma fé improdutiva não apenas enfraquece a vida espiritual do crente, mas também prejudica o testemunho do Cristianismo no mundo. Quando os crentes não vivem de acordo com os princípios de sua fé professada, isso gera confusão e descrédito. Jesus advertiu sobre isso em Mateus 7.21, dizendo:“Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! Entrará no Reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus”. Exemplos práticos de uma fé improdutiva que afeta o testemunho cristão: 1. Hipocrisia na vida pessoal. Quando o cristão vive uma vida de fachada – parecendo piedoso na igreja, mas agindo de forma desonesta, egoísta ou imoral em outras áreas da vida – o impacto é devastador.
Por exemplo: a. Um cristão que lidera um ministério, mas tem uma conduta cheia de fofocas, rancor ou falta de perdão. b. Um chefe ou empresário que é membro da igreja, mas explora seus funcionários ou age de forma injusta nas negociações. 2. Relacionamentos marcados pela falta de perdão. Um cristão que recusa perdoar ou busca vingança em vez de reconciliação transmite uma mensagem oposta ao Evangelho, que é baseado no perdão de Deus em Cristo (Mt 6.14-15). A falta de perdão não apenas impede a comunhão com Deus, mas também transmite ao mundo que o Evangelho não é suficientemente transformador. 3. Indiferença com os necessitados. A fé improdutiva se manifesta quando há uma completa apatia em relação aos pobres e aflitos. 1 João 3.17 desafia: “Se alguém possuir recursos materiais e, vendo seu irmão em necessidade, não se compadecer dele, como pode permanecer nele o amor de Deus?” a. Exemplo: Um cristão que participa de cultos e eventos, mas nunca se envolve em iniciativas de ajuda ao próximo, ignora o chamado de Jesus para “amar o próximo como a si mesmo” (Mt 22.39). 4. Falta de testemunho no lar. Se o Evangelho não é visível dentro de casa, é improvável que seja crível fora dela. a. Exemplo: Um pai que exige que seus filhos frequentem a igreja, mas é explosivo ou ausente em casa, pode afastá-los do Evangelho. 5. Incoerência nas redes sociais. Com a era digital, muitas pessoas observam o comportamento dos cristãos online. Quando um cristão usa as redes sociais para espalhar ódio, participar de discussões desnecessárias ou compartilhar conteúdos que não condizem com os valores cristãos, ele prejudica o testemunho.
II. A EVIDÊNCIA DA FÉ POR INTERMÉDIO DAS AÇÕES 2.1 Fé e ação. A LIÇÃO DIZ:Tiago 2.17 afirma que ‘a fé, se não tiver as obras, é morta em si mesma. A verdadeira fé sempre se manifesta em ações, embora não sejam elas um substituto para a fé, mas uma expressão natural dela. A fé é ineficaz se não vier acompanhada de ação. Tiago está afirmando o seguinte: “Prove para mim que você tem fé sem obras, e eu provarei para você que tenho fé por meio das minhas obras.” Mais uma vez é preciso explicar que a fé a que Tiago se refere é a profissão de fé ao Cristianismo, o ato de declarar-se cristão, crente em Jesus Cristo. Toda pessoa pode declarar-se cristã, e na verdade muitas o fazem. Contudo, dada a natureza do Cristianismo – especialmente seu poder regenerador e renovador mediante o Espírito Santo –, adeptos verdadeiros não somente professarão a coisa certa, mas agirão da forma certa. A verdadeira fé e as boas obras andam juntas e não podem ser separadas. Tiago explica isso usando um exemplo de duas pessoas. • A primeira pessoa realmente tem fé e mostra isso através das suas ações. • A segunda pessoa diz que tem fé, mas não faz nada para provar isso. A primeira pessoa faz um desafio à segunda, algo que poderia ser dito mais ou menos assim: “Você diz que tem fé, mas não faz nada que mostre isso. Eu acredito que a fé de verdade aparece através das ações. Então, me mostre que você tem fé sem fazer nada para prová-la. Isso é impossível! A fé não pode ser vista, ela só aparece quando a gente faz algo que demonstra essa fé. Eu, por outro lado, vou mostrar que tenho fé pelas coisas que eu faço.” A palavra mais importante aqui é mostrar. Não dá para mostrar que temos fé se não tivermos ações que provem isso. As boas obras são como a prova visível de que nossa fé é real. 2.2 Amor em ação. A LIÇÃO DIZ: O texto dos versículos 15 e 16 tem sido compreendido como uma parábola, com aplicação no versículo 17, que exemplifica a fé viva com o cuidado pelos necessitados. A fé autêntica é demonstrada através de atos de amor e compaixão. Eis uma ilustração da futilidade das palavras desacompanhadas de atos. Tiago apresenta duas pessoas. Uma não tem o alimento cotidiano nem roupas. A outra tem as duas coisas, mas não está disposta a compartilhá-las. Esta última professa grande generosidade, mas diz ao seu irmão pobre: “Vá, vista-se e faça uma boa refeição”, mas não levanta um dedo para que ele tenha o que vestir e comer. De que valem essas palavras? São absolutamente inúteis! Não proporcionam calor nem saciedade para o corpo. Nos dias de hoje, essas palavras ainda ecoam em nossos corações. Quantas vezes vemos pessoas em necessidade e apenas “oramos” por elas, sem fazer nada para ajudar? Claro, a oração é importante, mas não pode ser uma desculpa para negligenciar ações concretas. Tiago também nos lembra que a fé não é apenas sobre nossa relação com Deus, mas também sobre como tratamos nossos irmãos e irmãs. Cuidar dos necessitados é uma expressão prática do amor de Cristo em nossas vidas. Aqui está o desafio: da próxima vez que você encontrar alguém em necessidade, pergunte a si mesmo: “O que posso fazer para ajudar de verdade?” Isso pode ser algo simples, como compartilhar uma refeição, doar roupas ou até mesmo oferecer seu tempo e atenção. Lembre-se: uma fé viva é visível através das nossas ações. 2.3 Obediência em ação. A LIÇÃO DIZ: Fé e obediência a Deus são intrínsecas. Sabemos que a fé genuína resulta em cumprir os mandamentos do Senhor e viver de acordo com a sua vontade. Tiago 2.19 faz uma referência direta ao texto de Deuteronômio 6.4: “Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único SENHOR. Essa é uma confissão central do monoteísmo (tanto judaico quanto cristão). Até mesmo os demônios sabem que existe um só Deus mas, evidentemente, não se submetem a Ele em obediência. Os demônios têm um estágio mais avançado de fé que muitos crentes. A fé dos demônios não é apenas intelectual, mas também emocional. Eles creem e tremem! Crer e tremer não é uma experiência salvadora. Você não conhece uma pessoa salva pelo conhecimento que adquire nem pelas emoções que demonstra, mas pela vida que vive (Tg 2.18). O que hipócritas e demônios têm em comum é que não creem em Deus no sentido evangélico. Não confiam nele, não o recebem de boa mente, não se sujeitam a ele, não se dobram humilde e voluntariamente diante da sua majestade. No íntimo de seu coração depravado, hipócritas e demônios odeiam e rejeitam a Deus. Nessa passagem, Tiago destrói a vã confiança de seus leitores que pensam que somente a crença em Deus pode salvá-los. Vemos mais uma vez na carta de Tiago a relação indissolúvel entre doutrina correta e prática decorrente, entre crer na verdade e praticar o que é justo. Fé verdadeira é obediência em ação.
III. ABRAÃO E RAABE, EXEMPLOS DE UMA FÉ VIVA 3.1 Abraão. A LIÇÃO DIZ:No capítulo 2, Tiago cita Abraão como exemplo de fé, destacando sua disposição em sacrificar seu filho Isaque em obediência a Deus. Foi a fé que levou Abraão a oferecer Isaque sobre o altar. Tiago nos ensina que Abraão foi “justificado” pelo que fez, porque creu em Deus (Tg 2.21-24: Rm 4.1-5). O que ocorreu em Gênesis 22 foi a “obra” que demonstrou a fé que ele já possuía. Gênesis 15.6 diz que Abraão creu e isso lhe foi imputado para justiça. Gênesis 22.1–19 mostra a obediência de Abraão ao oferecer o seu filho para Deus, crendo que Deus poderia ressuscitá-lo (Hb 11.19). Abraão não foi salvo por obedecer a esse difícil mandamento. Sua obediência provou que ele já era salvo. Abraão não foi salvo pela fé mais as obras, mas pela fé que produz obras. Como, então, Abraão foi justificado pelas obras, uma vez que já tinha sido justificado pela fé (Gn 15.6; Rm 4.2,3)? Pela fé, ele foi justificado diante de Deus, e sua justiça foi declarada. Pelas obras, ele foi justificado diante dos homens, e sua justiça foi demonstrada. A fé do patriarca Abraão foi demonstrada por suas obras. 3.2 Raabe. A LIÇÃO DIZ: Tiago amplia a questão ao citar Raabe no versículo 25, juntando-se assim ao escritor aos Hebreus que a reconhece como exemplo de fé. Raabe vivia em Jericó, uma cidade conquistada pelos hebreus quando eles entraram na Terra Prometida. Ela escondeu os espias hebreus e ajudou-os a escapar, demonstrando sua fé em Deus por meio de ações corajosas. Sua fé foi evidenciada por suas obras, o que resultou em sua inclusão no plano redentor de Deus. Tiago usa o exemplo de Raabe para ilustrar que a fé verdadeira sempre se manifesta em ações. Ele escreve: “Da mesma forma, não foi também justificada pelas obras a prostituta Raabe, quando acolheu os espias e os fez sair por outro caminho?” (Tiago 2:25). Aqui, assim como no caso de Abraão, vemos duas dimensões da justificação: • Justificação diante de Deus pela fé: Raabe foi salva por confiar no Senhor, reconhecendo-O como soberano. Ela creu no poder de Deus antes mesmo de vê-lo em ação. • Justificação diante dos homens pelas obras: Sua fé foi provada e demonstrada ao proteger os espias e tomar medidas práticas para ajudá-los. Suas ações revelaram que sua fé era real e viva.
CONCLUSÃO • A fé que gera ação. A fé verdadeira deve ser mais do que uma simples crença ou afirmação verbal. Se você se considera cristão, examine suas ações: elas estão refletindo sua fé? • Amar com ações, não apenas com palavras. Se você vê alguém em necessidade, não se contente com palavras vazias de consolo. Pergunte-se: “O que posso fazer para ajudar de verdade?” • Examine sua vida por meio das Escrituras. Se você está em dúvida sobre a autenticidade da sua fé, compare sua vida com os ensinamentos bíblicos. • Seja um testemunho genuíno. Sua fé não é apenas uma questão pessoal, mas também um testemunho para aqueles ao seu redor. Quando suas ações não correspondem ao que você diz, você enfraquece o testemunho do Evangelho.
O mundo está doente, o pecado o enfermou. Ele está sofrendo dores, está gemendo e sua esperança não encontra sequer um alívio até que Jesus volte. O pecado entrou no mundo e atingiu não apenas o homem, mas, também, a natureza. Em vez de cuidar da natureza, o homem passou a depredá-la.Em vez de ser mordomo da criação, o homem tornou-se seu algoz.
A doença que assola o mundo é aguda e crônica. Ela aflige sempre, sem pausa nem trégua. O mundo está sucumbindo e se contorcendo, gemendo e gritando, fazendo soar sua voz de lamento.As catástrofes naturais não são caprichos da natureza; são sinais de alerta.O apóstolo Paulo é enfático em nos informar que “toda criação geme e suporta angústias até agora” (Rm 8.22). Essa grandiosa sinfonia de gemidos não é vista como o estertor da morte da criação, mas como as dores de parto que levam à sua restauração. Duas verdades devem ser aqui apontadas:
1. O cativeiro da criação
É importante observar as palavras que Paulo usa para descrever esse cativeiro da criação: sofrimento (Rm 8.18), vaidade (Rm 8.20), corrupção (Rm 8.32) e angústias (Rm 8.22). Notemos três fatos: A criação foi submetida à vaidade (Rm 8.20). Ela está confusa, contraditória, doente. Há uma desarmonia brutal na natureza. A expressão “cativeiro da corrupção” traz a idéia de um ciclo contínuo de nascimento, crescimento, morte e decomposição. Os sinais da morte estão presentes na natureza. O que está presente não é a evolução do universo, mas sua decadência. Vale ressaltar que essa sujeição da criação é involuntária. A criação não é o agente da sua queda. Ela é vítima e não ré. Ela não se submeteu; foi submetida.
A criação vive prisioneira no cativeiro da corrupção (Rm 8.21). A criação não pode redimir-se nem libertar a si mesma. A terra e os animais estão gemendo nesse cativeiro como prisioneiros num calabouço. A criação geme e suporta angústias até agora (Rm 8.22). Não apenas parte da criação, mas toda ela geme e suporta angústias até agora. A natureza está com suas entranhas enfermas. Ela está com cólicas intestinais. Nossos rios estão se transformando em esgotos a céu aberto. Nosso ar está sendo poluído por toneladas de dióxido de carbono a cada minuto. Nossos campos estão se transformando em desertos e nossas fontes estão morrendo. Os animais do campo, os peixes do mar e as aves do céu estão gemendo.
2. A expectativa da criação
Destacamos três pontos importantes:
A redenção da criação está conectada com a glorificação dos filhos de Deus (Rm 8.19,21). A criação foi amaldiçoada por causa do pecado do homem e será redimida do cativeiro da corrupção na glorificação dos salvos. Sua redenção do cativeiro não se dará antes nem à parte da glorificação dos salvos. Então, haverá liberdade em vez de escravidão, glória incorruptível em vez de decomposição. Se nós vamos participar da glória de Cristo, a criação participará da nossa glória.
A criação aguarda ansiosamente a manifestação dos filhos de Deus (Rm 8.19,21). A criação vive como que na ponta dos pés, esticando o pescoço, olhando para esse futuro que virá trazendo em suas asas a restauração de todas as coisas. A expectativa da criação é uma esperança viva e certa.
Os gemidos da criação não são de desespero, mas de esperança (Rm 8.22). A criação não se contorce com os gemidos da morte, mas ela geme como uma mulher que está para dar à luz. Seus gemidos não são de desespero, mas de gloriosa expectativa. Ela não geme por causa de um passado inglório, mas por causa de um futuro glorioso. Os gemidos da criação não são dores que carecem de sentido e de propósito, mas são dores inevitáveis no vislumbre de uma ordem nova. A escravidão da decadência dará lugar à liberdade da glória (Rm 8.21). Às dores de parto seguirão as alegrias do nascimento (Rm 8.22). O universo não será destruído, mas sim libertado, transformado e inundado da glória de Deus. Amém!
Foi realizou-se nos dias 25 e 26 /01/2025, na Igreja Evangélica Assembleia deDeus em Santa Terezinha PE,o 3° Encontro demulheres, com o tema: “Mulheres Vitoriosas na Oração”. Ester 4:15.
Também comemorou – se o 39° Aniversário do Círculo de Oração.
Estiveram presentes no Sábado (25), o pastor de Custódia Jabson Avelino, sua esposa e a Comissão da referida Igreja.
No domingo foi o encerramento na parte da tarde com a visita da Comissão de São José do Egito PE e a noite as Comissões de São José do Egito, a de Afogados da Ingazeira PE e a Comissão local Lírio dos Vales.
Estiveram conosco nos dois dias a dupla de irmãs cantoras Samara e Sanara que louvaram ao Senhor muito lindo para a glória deDeus.
Duas vidas se entregaram para Jesus.
O evento foi maravilhoso e a presença do Espírito Santo foi constante no meio da congregação.
Pastor presidente: Ailton José Alves
Pastor local: Antônio Marcos
Coordenadora: Vanuza Gomes
Dirigente do Círculo de oração: Divonete Araújo
Vice-dirigente: Edinalva Gouveia
Secretária: Alexandra
Vice-secretária: Analice.
OBS: Justificativa pela demora da postagem:
✓ Muitas fotos e vídeos para editar, para que fique um trabalho de qualidade.
✓ Falta de energia e queda de internet, devido às chuvas que aconteceram no dia 26 /01/2025.
✓ Tive que viajar durante três dias.
Mas sempre preocupado em fazer a postagem, tudo é para hora e glória de JESUS.
Priscila Fantin sempre foi um ícone de beleza e charme, conquistando corações ao longo de sua carreira, especialmente nas novelas como “Alma Gêmea” e “Cama de Gato”. Com seu talento e simpatia, a atriz atraiu a atenção de muitos fãs, mas, para a tristeza de alguns, o seu coração já tem dono!
Em 2019, Priscila e Bruno Lopes selaram o compromisso de uma vida a dois em um cenário dos mais românticos: a Grécia. O casamento aconteceu após dois anos de namoro e, desde então, o casal tem sido um exemplo de cumplicidade e harmonia. Eles até compartilharam o palco juntos, provando que a parceria vai muito além da vida pessoal.
Grethen e Esdras de Souza
Gretchen continua a ser um dos ícones mais amados e polêmicos do Brasil. Conhecida tanto pela sua carreira musical quanto pelos memes, a cantora é um exemplo de que o amor, quando se trata de Gretchen, nunca é monótono. Após ter passado por diversos relacionamentos, ela encontrou em Esdras, um saxofonista, o companheiro para dar um novo passo em sua vida: o noivado.
Após apenas três meses de namoro, Esdras surpreendeu Gretchen com um pedido de casamento que deixou a todos emocionados. Durante a quarentena, eles se isolaram juntos por mais de um mês em um apartamento, o que, segundo Gretchen, fortaleceu ainda mais o vínculo entre ele
Juliana Paes e Carlos Eduardo Baptista
Juliana Paes é aquele tipo de atriz que consegue conquistar todos os corações. Seu talento e beleza são inegáveis, e ela é uma das grandes estrelas da televisão, com papéis memoráveis como na novela “A Dona do Pedaço”. Por mais que sua presença nas telinhas arranque suspiros de telespectadores, Juliana é uma mulher comprometida com o empresário Carlos Eduardo Baptista desde 2008.
Carlos, que trabalha com marketing esportivo, tem uma personalidade mais reservada e, embora admire o trabalho da esposa, admite que não gosta de assistir às cenas picantes. Quem diria, né? Mas, apesar das diferenças, o casal tem uma relação sólida, marcada por conversas sinceras e muito amor.
Fernanda Paes Leme e Victor Sampaio
Por mais que fosse presença constante nas telinhas, a vida pessoal de Fernanda Paes sempre foi reservada. Depois de alguns anos sem assumir um relacionamento, Fernanda surpreendeu os fãs ao começar 2021 com o pé direito, e o motivo? O coração da atriz havia sido conquistado por Victor Sampaio!
A novidade foi revelada de forma super romântica, com uma foto publicada nas redes sociais, onde ela e Victor aparecem curtindo uma viagem a dois em Fernando de Noronha, um dos destinos mais paradisíacos do Brasil. O casal, que já se conhecia há algum tempo, agora vive o momento mais especial de suas vidas com a chegada de Pilar.
Angélica e Luciano Huck
Angélica e Luciano Huck são, sem dúvida, um dos casais mais queridos e admirados do Brasil. Com uma história de amor que já dura mais de 20 anos, eles conquistaram os corações dos fãs não apenas pelo talento, mas também pelo carinho e parceria que demonstram um pelo outro.
Juntos, eles têm uma linda família, com três filhos: Joaquim, Benício e Eva, que são a alegria da casa e os maiores responsáveis por manter o casal ainda mais unido. Além de serem um sucesso na TV, Angélica e Luciano também são conhecidos por seu trabalho social, sendo um exemplo de generosidade e engajamento social.
Alexandre Nero e Karen Brusttolin
O amor de Alexandre Nero e Karen Brusttolin nasceu nos corredores do Projac, onde se conheceram enquanto ambos estavam envolvidos com projetos da Rede Globo. Alexandre, que se tornou um verdadeiro ícone da televisão ao interpretar o Comendador José Alfredo em “Império”, enquanto Karen, que também se aventurou como atriz em “Flor do Caribe”, decidiu seguir outro caminho e se dedicou à carreira de consultora de moda e figurinista, uma área em que se destaca até hoje
O amor de Alexandre Nero e Karen Brusttolin nasceu nos corredores do Projac, onde se conheceram enquanto ambos estavam envolvidos com projetos da Rede Globo. Alexandre, que se tornou um verdadeiro ícone da televisão ao interpretar o Comendador José Alfredo em “Império”, enquanto Karen, que também se aventurou como atriz em “Flor do Caribe”, decidiu seguir outro caminho e se dedicou à carreira de consultora de moda e figurinista, uma área em que se destaca até hoje.
O casal está junto há quase uma década e, apesar do tempo que passou, a paixão entre eles continua a mesma de quando começaram a namorar.
Thalita Carauta e Tamirys Ohanna
Sua versatilidade como atriz tornou Thalita Carauta uma das queridinhas do público, sempre arrancando risadas com suas performances impecáveis. Mas além do talento, Thalita também encontrou o amor no mundo das artes, mais especificamente ao lado de sua namorada, a também atriz Tamirys Ohanna.
Tamirys e Thalita formam um casal não só apaixonado, mas também muito companheiro, já que as duas dividem o palco na série “Segunda Chamada”, onde a química entre elas é evidente. O relacionamento delas é discreto, mas sempre recheado de momentos especiais, e durante a quarentena, as duas aproveitam para passar mais tempo juntas. Em vez de se afastarem, o isolamento social trouxe ainda mais proximidade.
Alessandra Maestrini e Michelle Behar
Conhecida por seu inesquecível papel em “Toma Lá, Dá Cá”,em 2014, Alessandra fez um importante e corajoso passo em sua vida pessoal: assumiu publicamente ser bissexual. Ela revelou que por muito tempo hesitou em compartilhar sua identidade sexual, temendo ser julgada ou incompreendida, especialmente por amigos e familiares.
Contudo, ao longo dos anos, cansada de viver com um peso nas costas, Alessandra decidiu abrir mão da sua privacidade para viver com mais liberdade e autenticidade, em busca de ser verdadeira consigo mesma. Desde 2017, Alessandra tem vivido um relacionamento feliz com a fotógrafa Michelle Behar, com quem compartilha sua vida e momentos de muita cumplicidade.
Carol Duarte e Aline Klein
Além de ser uma atriz talentosa, Carol também encontrou no amor a sua fonte de felicidade e estabilidade. Desde 2012, ela está em um relacionamento com Aline Klein, uma fotógrafa que, ao lado de Carol, compartilha uma vida plena e amorosa. O casal tem sido muito discreto, mas sempre demonstrou seu amor de maneira genuína e sem receios.
Carol e Aline moram juntas há anos, vivendo uma relação baseada na cumplicidade, no respeito e no carinho. Não há mistério quanto ao relacionamento delas – ao contrário, elas fazem questão de mostrar ao mundo que o amor, seja ele qual for, merece ser vivido com liberdade e sem medo de julgamentos.
Leonardo Nogueira e Giovanna Antonelli
Giovanna Antonelli é um verdadeiro ícone da televisão brasileira, conhecida por sua beleza estonteante e seu talento inconfundível em novelas como “Laços de Família”. No entanto, o que muitos não sabem é que ela encontrou o grande amor de sua vida em 2009, ao se casar com o diretor de novelas Leonardo Nogueira.
Ele, que começou sua carreira como assistente de direção em “A Torre de Babel”, rapidamente se destacou, ganhando destaque como diretor principal da novela “Malhação”. Além de se apoiarem em suas respectivas carreiras, eles têm em comum a alegria de serem pais das gêmeas Antônia e Sofia, trazendo ainda mais felicidade e união para a família.
Celso Portiolli e Suzana Marchi
Celso Portiolli é uma figura carismática e muito admirada pelo público, mas quando o assunto é vida pessoal, ele sempre foi reservado. No entanto, quando aparece ao lado de sua esposa, Suzana Marchi, é impossível não notar a conexão e o carinho entre eles. O casal vive um amor duradouro, já que estão casados desde 1992, ou seja, mais de 30 anos de união!
Juntos, eles formaram uma linda família, com três filhos: Laura, Pedro Henrique e Luana. Mesmo com a correria da vida profissional, Celso nunca deixa de celebrar e enaltecer sua relação com Suzana, o que só reforça o quanto esse casamento é sólido e baseado no amor verdadeiro.
Tony Bellotto e Malu Mader
Tony Bellotto e Malu Mader são um dos casais mais emblemáticos da cena artística. Juntos desde os anos 90, eles são a prova de que, quando o amor é verdadeiro, ele pode resistir ao tempo e aos desafios da vida. Casados desde 1990, o casal enfrentou altos e baixos, mas sempre manteve a união e a cumplicidade.
O amor deles é como um bom vinho, só melhora com o tempo. Tony, guitarrista e compositor do Titãs, um dos maiores ícones do rock, tem uma carreira de sucesso que dura até hoje. Já Malu, brilhou em novelas como “Renascer” e “O Rei do Gado”, conquistando uma legião de fãs com sua elegância e talento.
Marco Nanini e Fernando Libonati
Marco Nanini é um dos maiores nomes da dramaturgia, conhecido por papéis inesquecíveis, como o Lineu de “A Grande Família”, onde conquistou uma legião de fãs com sua interpretação impecável. Apesar de toda a fama, Nanini é uma pessoa extremamente discreta quando no âmbito pessoal. Em um cenário onde as celebridades estão sempre compartilhando momentos íntimos nas redes sociais, ele opta por manter sua relação longe dos holofotes.
No entanto, o amor que ele e Fernando Libonati compartilham é algo que não pode ser ignorado. Marco está em um relacionamento com Fernando há impressionantes 3 décadas. O casal se mantém sólido e feliz, construindo uma vida juntos longe da mídia.
Daiana Garbin e Tiago Leifert
A história de Daiana Garbin e Tiago Leifert é um verdadeiro conto de fadas. Eles se conheceram nos bastidores da Globo, onde o destino os uniu de uma forma inusitada. A jornalista, que já era fã do trabalho de Tiago no “Globo Esporte”, o elogiou por e-mail, e o que parecia ser uma simples troca de palavras se transformou em algo muito mais significativo.
Após um jantar na casa de Daiana, a química entre os dois foi instantânea, e ali nasceu o início de uma relação que, até hoje, é marcada pela cumplicidade e muito carinho. Lua, que dá um show de fofura sempre que aparece nas redes sociais, mudou a vida dos pais corujas.
Bianca Bin e Sergio Guizé
O romance entre Bianca Bin e Sergio Guizé parece ter saído direto das telinhas para a vida real. Os dois se conheceram enquanto trabalhavam juntos na novela “O Outro Lado do Paraíso”, onde interpretaram o par romântico Clara e Gael. A química entre os personagens foi tamanha que, pouco tempo depois do término das gravações, o que era apenas um amor fictício acabou se tornando uma linda história de amor fora das câmeras.
Em 2018, apenas meses após o fim da novela, Bianca e Sergio selaram a relação com um casamento, provando que, às vezes, os romances de ficção podem ser ainda mais intensos na vida real.
Lidiane Barbosa e Tony Ramos
Desde sua estreia nas telinhas em 1965, Tony encantou fãs de todas as idades com seu charme e talento. No entanto, para a tristeza de muitas, o ator sempre teve o coração ocupado por uma única pessoa: Lidiane Barbosa. O casal se conheceu ainda no início da carreira de Tony e, em 1969, durante as gravações da novela “Nino, o Italianinho”, eles se casaram.
O casamento de Tony e Lidiane é um exemplo de união duradoura e discreta. Embora o casal tenha sempre sido muito reservado sobre sua vida pessoal, o que se sabe é que a relação deles é baseada no respeito, carinho e cumplicidade.
Tatá Werneck e Rafael Vitti
O relacionamento entre Tatá Werneck e Rafael Vitti é daqueles que faz o público acreditar no poder do amor verdadeiro. Quando começaram a namorar, muitos ficaram surpresos pela diferença de idade, mas o casal nunca se importou com as críticas. Tatá e Rafael provaram que a idade não define a intensidade de um relacionamento, e que a conexão entre duas pessoas é algo muito mais profundo.
Em outubro de 2019, o casal deu o próximo passo em sua jornada com a chegada da filha, que trouxe ainda mais alegria para suas vidas. Tatá sempre deixou claro que ser mãe era um sonho realizado, e a maternidade a preencheu de uma maneira única.
Luiz Fernando Guimarães e Adriano Medeiros
Com sua participação marcante em mais de 20 novelas e 15 filmes, Luiz Fernando Guimarães conquistou o público com personagens memoráveis, como o Rui, de “Os Normais”. Seu talento cômico é inegável, mas a vida pessoal de Luiz Fernando sempre foi um mistério para os fãs, já que ele sempre se manteve muito reservado sobre sua intimidade.
Em 2015 que, durante uma entrevista, Luiz Fernando decidiu abrir o coração e falar sobre sua sexualidade, revelando que estava em um relacionamento sério há mais de 20 anos com o empresário Adriano Medeiros. Desde então, Luiz e Adriano têm mostrado que o amor entre eles é sólido e verdadeiro, mesmo longe dos holofotes.
Ana Claudia Michels e Augusto de Arruda Botelho
Além de ser um ícone de elegância e estilo, Ana Claudia Michels provou que tinha uma vocação ainda mais importante ao se formar em Medicina pelo Centro Universitário São Camilo. Com a pandemia de coronavírus, Ana não hesitou em se colocar à disposição para integrar a linha de frente do combate à COVID-19, mostrando seu compromisso com a saúde pública e sua disposição em ajudar a salvar vidas.
Em 2015, Ana se casou com o advogado Augusto Botelho, em uma união que celebrou não só o amor, mas também o companheirismo e a parceria de duas pessoas que estavam prontas para construir uma vida juntos.
Gabriel Braga Nunes e Isabel Mello
Gabriel entrou para o universo artístico com naturalidade e, logo, se destacou na televisão brasileira. Nos anos 90, ele se fez presente em várias novelas da Rede Globo, onde conquistou uma base fiel de fãs.
Em sua vida pessoal, Gabriel teve um relacionamento de longos anos com Isabel Mello, assistente de televisão que esteve ao seu lado durante muitas fases de sua trajetória. O casal, que sempre foi discreto sobre sua intimidade, oficializou a união em 2014, com uma cerimônia íntima e cheia de emoção. Em 2015, o casal teve seu primeiro filho, um marco importante em suas vidas, que veio para selar ainda mais o amor que eles compartilham.
Felipe Simas e Mariana Uhlmann
Com seu talento e carisma, Felipe Simas se destacou em diversos papéis, como na novela “Salve-se Quem Puder”, onde encantou o público com sua interpretação. Felipe é um daqueles atores que cresce a cada papel, conquistando não apenas fãs, mas também a admiração dos colegas de profissão.
Apesar de ser relativamente jovem, Felipe encontrou sua companheira de vida em Mariana Uhlmann. O casal começou a namorar em 2012, e, mesmo com a vida agitada de Felipe, o relacionamento deles foi sempre muito sólido e repleto de amor. Eles oficializaram a união em 2016, selando o compromisso com um casamento que só reforçou a base de respeito e admiração mútua entre eles.
Adriana Esteves e Vladimir Brichta
Depois de três casamentos, Adriana finalmente encontrou sua alma gêmea no ator Vladimir Brichta. O casal tem uma química impressionante, tanto na vida pessoal quanto profissional. Já foram protagonistas de quatro novelas juntos, sendo a mais recente “Amor de Mãe”, onde mostraram mais uma vez como a parceria entre eles é sólida e cheia de sintonia.
Além de dividir o palco, Adriana e Vladimir também compartilham a alegria de criar o pequeno Vicente, o filho que têm juntos. Vale lembrar que, além de ser mãe de Vicente, Adriana também criou o filho, Felipe, fruto do seu relacionamento com o ator Marco Ricca. E Vladimir, por sua vez, tem uma filha de um relacionamento anterior.
Lívia Andrade e Marcos Araújo
Lívia Andrade conquistou o coração dos brasileiros como apresentadora do “Jogo dos Pontinhos” no Programa do Silvio Santos, com sua simpatia e irreverência, e logo se tornou um ícone da TV. A apresentadora foi casada duas vezes antes de encontrar seu grande amor.
Lívia está namorando o empresário Marcos Araújo, um nome muito conhecido no universo do sertanejo. Ele é o fundador do Festival Villa Mix e o CEO da Audiomix, um dos maiores e mais respeitados escritórios de gerenciamento artístico do país. O casal está junto desde 2020, e a sintonia entre eles é clara. Eles têm uma relação estável e feliz, marcada por respeito mútuo e muito carinho.
Carolina Dieckmann e Tiago Worcman
Famosa por papéis icônicos em novelas como “Laços de Família” e “Fina Estampa”, Carolina Dieckmann conquistou o público com sua beleza, carisma e dedicação à profissão. Sua vida pessoal também é marcada por momentos importantes, começando com seu primeiro casamento com o ator Marcos Frota, com quem teve seu primeiro filho, Davi.
Após a separação em 2004, Carolina encontrou o amor novamente em Tiago Worcman, diretor de televisão e coordenador da MTV Brasil. Casados desde 2007, compartilham uma relação sólida e cheia de cumplicidade. Juntos, eles tiveram mais um filho, o pequeno José, e têm construído uma vida familiar pautada no amor e no respeito mútuo.
Iwan Figueiredo e Lilia Cabral
Com uma carreira brilhante que começou nos anos 80, quando estreou na novela “Os Adolescentes”, Lilia conquistou o Brasil com sua força e talento, interpretando personagens inesquecíveis em produções como “Senhora do Destino” e “Fina Estampa”. Sua trajetória na televisão é marcada por muitos sucessos, mas ao lado de sua vida profissional, também tem uma história de amor sólida e duradoura com o economista Iwan Figueiredo.
Casados desde 1994, Lilia e Iwan formam um casal que prova que o tempo só fortalece o amor. Iwan comemorou 70 anos no ano passado e, ao lado de Lilia, celebrou essa data com muita felicidade, refletindo a cumplicidade e a união que têm.
Miguel Falabella e Marco Aurélio Pacheco
Com uma carreira repleta de personagens memoráveis, como o cômico Caco Antibes, Falabella conquistou o público com seu carisma e talento. No entanto, ao contrário de suas atuações brilhantes, sua vida pessoal é um verdadeiro mistério para os fãs, já que o ator sempre foi muito reservado sobre seus relacionamentos e preferiu manter sua privacidade longe dos holofotes.
Mas em 2020, Falabella foi surpreendido por uma declaração pública de Marco Aurélio Pacheco, que usou o Dia dos Namorados para expressar seu amor pelo parceiro. A postagem gerou uma verdadeira onda de felicitações e curiosidade, com muitos fãs celebrando o gesto romântico e o fato de finalmente saberem sobre o relacionamento.
Isabele da Silva e Thiago Silva
O amor entre Thiago Silva e Isabele é um exemplo tocante de cumplicidade e superação. O casal está junto há mais de 17 anos e, ao longo desse tempo, enfrentou diversos desafios, mas sempre com o apoio mútuo e a certeza de que estavam ali para se apoiar, não importa o que acontecesse.
Quando se conheceram, Thiago tinha apenas 20 anos e sonhava em conquistar o mundo através do futebol. Isabele, com sua força e determinação, estava ao seu lado desde o início, compartilhando cada passo dessa jornada. Referência do futebol mundial, ao lado da esposa, ele construiu uma linda família, que se completa com os filhos Iago e Isago.
Andréia Sadi e André Rizek
O amor entre os jornalistas Andréia Sadi e André Rizek é um exemplo de como o destino pode unir duas pessoas, mesmo em tempos desafiadores. Eles se conheceram em 2019, e logo a conexão entre os dois foi tão forte que se transformou em um relacionamento sério.
No ano seguinte, quando a pandemia de coronavírus trouxe tanto medo e incerteza ao mundo, Andréia e André tomaram uma decisão importante e simbólica: se casaram em uma cerimônia intimista, celebrando o amor em meio ao caos. O casamento foi uma verdadeira demonstração de que, mesmo em tempos difíceis, o amor pode florescer.
Fabiana Alvim e Julia Silva
Fabi sempre foi um exemplo de dedicação e esforço nas quadras. Mas foi fora delas que ela encontrou o amor ao lado de Julia Silva, gerente da Confederação Brasileira de Vôlei. Ao longo dessa trajetória, elas compartilharam muitas conquistas, tanto profissionais quanto pessoais.
Em 2018, Fabi e Julia deram um passo importante em sua vida familiar com o início de um tratamento de fertilização in vitro. Em julho de 2019, celebraram a chegada da filha Maria Luiza, que trouxe mais alegria e amor para a vida das duas. A maternidade foi um sonho realizado para ambas, e a pequena Maria Luiza se tornou a grande fonte de felicidade e inspiração da família.
Fabiano Augusto e Dan Nakagawa
Fabiano Augusto ficou famoso por um de seus papéis mais icônicos: o garoto propaganda das Casas Bahia, onde eternizou o bordão “Quer pagar quanto?”. Mas apesar de ser um rosto conhecido nas telinhas e nas propagandas, Fabiano sempre foi uma pessoa discreta. Foi apenas nas redes sociais que ele decidiu abrir o coração e revelar um aspecto muito importante de sua vida: o seu relacionamento com Dan Nakagawa, seu companheiro há 17 anos.
Dan Nakagawa é diretor teatral, cantor e compositor, e a parceria entre ele e Fabiano é uma verdadeira união de talentos. Juntos, eles construíram uma história sólida, longe dos holofotes, mas cheia de amor e cumplicidade.
Cássio Scapin e Diego Redondaro
Cássio Scapin, o eterno Nino de “Castelo Rá-Tim-Bum”, sempre foi um ícone querido por gerações de fãs que cresceram assistindo ao famoso programa infantil. Porém, por trás das câmeras, ele sempre manteve sua vida pessoal bastante reservada. Por muitos anos, a vida amorosa do ator permaneceu um mistério para o público, até que, em 2020, ele surpreendeu todos os seus seguidores ao anunciar seu relacionamento com o farmacêutico Diego Redondaro.
O anúncio foi feito de maneira simples, como Cássio costuma ser: com poucas palavras, mas com muita sinceridade. A decisão de tornar o relacionamento público foi um passo significativo para o ator, que sempre foi discreto sobre sua intimidade.
Leonardo Vieira e Leonardo Fonseca
No auge de sua carreira, Leonardo Vieira conquistou o coração de milhões de fãs.Em 2017 que o ator decidiu abrir seu coração e assumir publicamente sua homossexualidade, o que, para ele, foi um passo importante para viver de maneira autêntica.
O momento mais significativo dessa nova fase foi quando ele revelou sua relação com o também Leonardo Fonseca, com quem se casou em uma cerimônia íntima em julho de 2018. Juntos, eles formam um casal feliz e apaixonado, e hoje dividem suas vidas com dois filhos de quatro patas, mostrando que a felicidade de uma família não depende de formas tradicionais, mas do amor genuíno e do respeito mútuo.+
Marcello Antony e Carolina Hollinger Villar
Com sua presença marcante na telinha, Marcello já foi alvo de muitas especulações sobre sua vida pessoal, mas, ao contrário do que muitos imaginam, ele tem se mostrado sempre discreto quando o assunto é sua vida íntima.
Em 2011, o ator encontrou um novo amor: a estilista Carolina Hollinger Villar. Desde o início do relacionamento, o casal construiu uma base sólida de cumplicidade e respeito, e, no mesmo ano, celebraram a chegada de um filho, completando ainda mais a felicidade de suas vidas. Juntos, eles formam uma família linda, com Marcello assumindo o papel de padrasto para os dois filhos de Carolina, Lucas e Louis, frutos do primeiro casamento dela.
Alinne Moraes e Mauro Lima
Alinne Moraes se tornou uma das atrizes mais queridas da televisão brasileira, com papéis marcantes em novelas como “Viver a Vida” e “Em Família”. No entanto, sua vida pessoal também foi amplamente divulgada pela mídia.
Para a felicidade de Alinne, essa exposição abriu espaço para uma nova história de amor com o cineasta Mauro Lima. O casal começou a namorar em 2012 e, desde então, tem formado uma das duplas mais discretas e sólidas do meio artístico. Mauro, conhecido por dirigir filmes como “Meu Nome Não é Johnny”, conquistou o coração da atriz, e juntos tiveram um filho, Pedro Lima, que nasceu em 2014, completando a alegria da família.
Cláudia Leitte e Márcio Pedreira
Por trás do brilho das luzes, a cantora tem uma história de amor que poderia facilmente ser protagonista de um conto de fadas. Cláudia e Márcio Pedreira estão juntos há 17 anos, uma união que teve início muito antes de se tornarem uma família conhecida pelo público.
O romance deles começou quando ainda eram adolescentes, durante os tempos de colégio. No entanto, como em muitas histórias de amor, o destino fez com que os dois se perdessem de vista por um tempo. Passaram-se dez anos até que, de forma quase mágica, o reencontro aconteceu, e tudo começou novamente. A partir desse momento, o namoro deslanchou rapidamente e o casamento veio pouco tempo depois.
Lais Moraes e Ederson Moraes
O amor entre Lais e Ederson é daqueles que deixa qualquer um de queixo caído. O casal tem uma relação tão intensa que não há como não notar a troca constante de declarações de amor e carinho pelas redes sociais. Ederson, conhecido por suas atuações brilhantes na Liga Premier, já declarou publicamente que Lais é seu “verdadeiro e único amor”, uma prova do quanto ele a admira e a considera essencial em sua vida.
A história deles começou em 2013, quando Lais conheceu Ederson em Portugal. Na época, o goleiro ainda dava seus primeiros passos em sua carreira internacional, mas o amor dos dois cresceu rapidamente e se fortaleceu ao longo dos anos
Glória Pires e Orlando Morais
Quando falamos em casais duradouros e apaixonados da televisão brasileira, não podemos deixar de mencionar Glória Pires e Orlando Morais. Juntos há mais de 30 anos, esse é um dos casamentos mais sólidos e inspiradores do meio artístico. Glória encontrou em Orlando Morais um parceiro para a vida. O casal se casou em 1987, e desde então, formam uma das duplas mais admiradas do Brasil.
Glória e Orlando construíram uma linda história juntos, tendo três filhos: Ana, Bartholomeu e a caçula, a pequena Maria. Juntos, são uma verdadeira família de talentos, já que os filhos de ambos também seguiram carreiras artísticas, mantendo o legado da música e da atuação.
Ana Caetano e Mike Túlio
Ana Caetano está em um relacionamento com Mike Túlio, músico da banda OutroEu, e os dois vivem uma história de amor cheia de sintonia e paixão. Embora a cantora sempre tenha sido discreta sobre sua vida pessoal, ela revelou que Mike foi uma grande inspiração para várias das suas letras, mostrando o quanto ele é importante em sua vida.
“A maioria das minhas músicas são baseadas em histórias reais”, confessou Ana, o que deixou claro que suas canções não são apenas fruto de inspiração artística, mas também do seu próprio viver. E, pelo jeito, o amor de Ana e Mike é tão verdadeiro quanto as letras que ela compõe.
Diogo Nogueira e Paolla Oliveira
O burburinho sobre o romance começou no final de junho de 2021, quando o casal foi flagrado em clima de cumplicidade numa padaria no Rio. Paolla, que estava solteira desde abril, após o término com o coach Douglas Maluf, e Diogo, que se separou da advogada Jéssica Viana em fevereiro, deram uma chance ao amor novamente.
Paolla tem se mostrado uma mulher plena, vivendo essa nova fase com leveza e alegria ao lado de Diogo. O cantor, por sua vez, parece estar completamente apaixonado, e não é para menos. Juntos, eles formam um casal que transborda charme e simpatia. E quem pode resistir à energia envolvente dessa dupla?
Natália Loewe e Alisson Becker
Natália e Alisson são um dos casais mais adorados do futebol. Ela chama a atenção por sua beleza, simpatia e envolvimento com causas sociais. Apesar da rotina atribulada com os filhos e o trabalho, ela se mantém firme em seu compromisso com a saúde e o bem-estar da comunidade.
O casal está junto desde 2015 e, desde então, tem mostrado que sua relação é sólida e cheia de amor. Apesar de Alisson ter uma carreira muito exigente no futebol, ele sempre faz questão de estar presente para sua família, e isso é refletido no carinho que eles demonstram nas redes sociais e em entrevistas.
A tabela da FAO, exposta a continuação, e que contém uma série histórica dos preços internacionais dos principais grupos de alimentos, mostra tendência mundiais importantes sobre o tema momentoso dos alimentos. Antes pouco da pandemia, em 2019, o Índice de Preços dos Alimentos da FAO, estava em 94,9. Com a pandemia, contudo, os preços começaram a subir bastante. A guerra na Ucrânia, que afetou muitos os preços alguns cereais, como o trigo, bem como os preços dos fertilizantes, piorou bastante a situação. Assim, em 2022, o índice da FAO chegou a 144,5, na média anual. Em 2023, houve uma redução significativa dos preços. Isso, combinado com políticas internas apropriadas, diminuiu, em algumas regiões o mundo, a fome e a insegurança alimentar. Segundo a FAO, a região que apresentou a melhoria mais intensa naquele ano foi justamente a América Latina e o Caribe, graças, em grande parte, à evolução positiva do Brasil. A edição de 2024 do Relatório das Nações Unidas sobre o Estado da Insegurança Alimentar Mundial revelou queda de 85% na insegurança alimentar severa no Brasil. O índice corresponde à redução ocorrida em 2023, em relação a 2022, quando o número de pessoas afligidas pela fome era de 17 milhões e 200 mil, e passou para 2 milhões e meio de brasileiros.
Patrícia Poeta chamou a atenção dos seguidores das redes sociais nesta sexta-feira, 10, ao esbanjar toda sua beleza natural em um cenário paradisíaco.
De férias do programa ‘Encontro’, da TV Globo, a apresentadora decidiu ir para Fernando de Noronha após ter aproveitado alguns dias na Bahia e impressionou o exibir seu corpo escultural enquanto curtia o dia na Praia da Conceição.
“O mar é minha extensão, minha casa, meu refúgio. O mar de profundezas desconhecidas como a mente de quem o aprecia… O mar de encantos, encontros e sonhos”, escreveu a famosa na legenda da publicação.
Em outro post, Patrícia surgiu fazendo poses no local em que está hospedada. Além de usar um biquíni cavado, a apresentadora complementou a produção com um chapéu e falou sobre o seu amor pelo acessório. “Amo chapéu! Além de ser um acessório de moda, também serve de proteção. É aquele famoso coringa 2 em 1”, contou. Os internautas rasgaram elogios nos comentários. “Bela”, disse uma seguidora. “Perfeita”, comentou outra. “Linda demais”, afirmou uma fã. “Linda sereia”, falou outro. Patrícia ficará longe do programa ‘Encontro’ até o dia 21 de janeiro, quando suas férias acabam. Enquanto isso, Tati Machado e Valéria Almeida comandam a atração matinal.
Como aquele golpe, que torturou e assassinou Rubens Paiva e muitos outros, o de agora também previa matar o próprio presidente Lula
A inédita vitória de Fernanda Torres para o cinema brasileiro, desbancando competidoras de peso como Angelina Jolie (pelo filme Maria), Nicole Kidman (por Babygirl), Tilda Swinton (por O Quarto ao Lado), Kate Winslet (por Lee) e Pamela Anderson (por The Last Showgirl), vem se prestando a interligar, no filme de Salles Jr. significados incidentes ao longo de um arco histórico dilatado, sugerindo que o fenômeno da ditadura não foi superado inteiramente. O prêmio foi comemorado como se se tratasse de um triunfo equivalente à conquista da Copa do Mundo pela seleção nacional de futebol. O presidente Lula fez questão de ligar para parabenizar a atriz. Nos cinemas, a história da luta de Eunice Paiva após a prisão, tortura e morte do ex-deputado Rubens Paiva, em 1971, por forças da ditadura, tem suscitado aplausos demorados seguidos do grito “Sem Anistia”, entoado pelas plateias. De fato, Eunice, na busca por esclarecer o destino do ex-marido, na luta por obter um atestado de seu óbito, já havia se tornado uma referência do movimento por verdade, memória e justiça às vítimas das ações sanguinárias da ditadura. Agora, o filme sobre Eunice, baseado no livro homônimo de seu filho Marcelo Rubens Paiva, oferece a oportunidade para que novas gerações conheçam as violências cometidas naquele período, sob as ordens dos ditadores de plantão e o silêncio, quando não o apoio explícito dos meios de comunicação golpistas. Espectadores de todo o mundo também se informam agora do que ocorria no Brasil na longa noite que durou de 1964 a 1985.
Mais do que isso, o filme intervém no contexto de agora.
O grito “Sem anistia” abre-se a diversas leituras. Refere-se ainda à necessidade de esclarecimento, punição e reparação do legado de graves e sistemáticas violações de direitos humanos durante a ditadura de 64. Refere-se, porém, sobretudo, à repulsa dos brasileiros hoje a iniciativas para anistiar o ex-presidente Jair Bolsonaro e outros, militares e civis, herdeiros e cultores da ditadura anterior, de tentar agora um novo golpe para reeditar o autoritarismo em 8 de janeiro de 2023. Como aquele golpe, que torturou e assassinou Rubens Paiva e muitos outros, o de agora também previa matar o próprio presidente Lula, seu vice Geraldo Alckmin e o ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. A interpretação de Fernanda Torres (bem como de sua mãe Fernanda Montenegro, que faz Eunice mais velha, no fim da vida, limitada pelo mal de Alzheimer), carrega a força de uma mulher que represa as emoções para atingir sua meta. É sua contenção que emociona as plateias e as leva a soltar o grito: “Sem Anistia”.
LUIZ CLAUDIO FERREIRA, REPÓRTER DA AGÊNCIA BRASIL – O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou, neste domingo (12), que os governos federal e estaduais apresentem, em um prazo de 30 dias, a publicação de normas para uso de recursos de emendas parlamentares federais em instituições de ensino superior.
A decisão do ministro leva em conta a necessidade de “prestação de contas adequadas quanto às emendas parlamentares federais, com transparência e rastreabilidade” tanto nas universidades “como nas suas respectivas Fundações de Apoio”. Dino fez a determinação ao ministério da Educação (MEC), à Controladoria-Geral da União (CGU) e à Advocacia-Geral da União (AGU) e, “por simetria”, aos Estados, que deverão “proceder da mesma maneira”. Dino pediu urgência na divulgação e determinou que a decisão tenha ciência dos presidentes da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) e do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras (CRUB).
“Maior volume” – No despacho, o ministro contextualizou que a CGU apresentou os resultados de auditoria realizada sobre as 33 entidades sem fins lucrativos que receberam o maior volume de empenhos e o maior valor de pagamentos oriundos de emendas parlamentares no período de 2 de fevereiro a 21 de dezembro no ano passado. “Entre as entidades selecionadas na amostra, há um número significativo de Fundações de Apoio a Universidades (…) há relatos nos autos de que tais Fundações, por intermédio de contratações de ONGs sem critérios objetivos, têm servido como instrumentos para repasses de valores provenientes de emendas parlamentares”, argumentou o ministro.
Relator – Flávio Dino é relator da ação (movida pelo Psol) contra a falta de transparência da destinação de recursos públicos do Orçamento federal, liberados pelo Congresso Nacional. No último dia 3, Dino mandou suspender nesta-sexta-feira (3) o pagamentos de emendas parlamentares a Organizações Não Governamentais (ONGs) não transparentes. Em dezembro, o ministro suspendeu o pagamento de R$ 4,2 bilhões em emendas por entender que os recursos não cumpriram os critérios de transparência e rastreabilidade. Ele ainda determinou a instauração de um inquérito policial para apurar o caso. No último dia do ano (31), liberou R$ 370 milhões em emendas de comissão do Congresso para a saúde.
Uma nova pesquisa da Universidade do Sul da Califórnia, nos Estados Unidos, mostra que o racismo causa danos à saúde — e issonão se restringe ao aspecto psicológico. Vítimas de preconceito racial correm maior risco ficar com o corpo inflamado, o que aumenta a probabilidade de doenças crônicas ao longo do tempo. Os americanos reuniram 71 indivíduos, sendo 48 negros e 23 brancos, com média de idade de 53 anos. Antes da análise, todos responderam a um questionário para determinar situações nas quais já haviam vivido uma discriminação étnica. Além disso, 37 participantes do grupo também eram soropositivos. Isso permitiu aos cientistas diferenciar o que era causado pelo racismo e o que seria provocado pelo HIV.
A partir daí, foram extraídas amostras das células dos voluntários e medidas as moléculas inflamatórias e antivirais presentes neles. Os cientistas encontraram maiores taxas de inflamação nos afro-americanos e constataram que o preconceito racial está por trás de mais de 50% dessa diferença, inclusive entre os portadores do HIV.
Quando a inflamação surge em uma parte do corpo, significa que o organismo está reagindo a alguma infecção, machucado ou estresse. Esse processo estimula o sistema imunológico e serve para afastar agentes infecciosos e reparar tecidos danificados. A inflamação é um mecanismo de defesa para combater ameaças ou consertar danos. Isso não engloba apenas a ação de vírus e bactérias, mas também o estresse e a ansiedade – reações que ocorrem devido às mais diversas formas de manifestações racistas. Em pesquisas anteriores, o psicólogo Steve Cole, professor da Universidade do Sul da Califórnia que participou do estudo, já havia descoberto que a inflamação é mais intensa em grupos socialmente marginalizados. “Vimos isso antes em casos de solidão crônica, pobreza, estresse pós-traumático e outros tipos de adversidade. Ninguém havia olhado para os efeitos do preconceito” O racismo é apontado também como uma das causas de elevação do índice de doenças e morbidade entre negros no Rio Grande do Sul segundo uma pesquisa realizada pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), apresentada em um seminário de formação em Santa Cruz do Sul, em novembro de 2019.
Conforme a pesquisadora Jéssyca da Rosa Santos, mestranda em Psicologia Social da UFRGS, crendices carregadas de preconceito são fatores que ainda interferem na criação de mecanismos para o tratamento de negros. “Acredita-se que as mulheres negras toleram mais a dor, que são boas parideiras. Por conta disso, existem registros até de diferenciação na dosagem de anestesia, durante os partos” revelou. De acordo com Jéssyca, índices de contaminação por HIV e tuberculose são altos entre os negros no Estado. “É a falta de acesso aos serviços, assim como a ausência de informação. É preciso combater o racismo institucional e estrutural, para então melhorarmos as políticas públicas de saúde para a população negra” , reforçou.