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A diferença entre o cristão de aparência e o cristão autentico – Parte I

Infelizmente vemos com muita frequência, pessoas que se declaravam cristãs caindo e se afastando de Deus, muitas vezes nos questionamos como isso é possível? por que isso acontece? Para entendermos um pouco mais sobre essa questão vamos ler um texto do apostolo Pedro:

Eles tropeçarão porque não atenderão à Palavra de Deus, nem a obedecerão, e portanto este castigo deverá vir como consequência: eles cairão. Mas vocês não são assim, pois foram escolhidos pelo próprio Deus – vocês são, sacerdotes do Rei, são santos e puros, pertencem ao próprio Deus – tudo isto para que vocês possam mostrar aos outros como Deus os chamou da escuridão para a sua maravilhosa luz. (I Pedro 2.8b-9 BV) Como podemos observar em nosso texto base a queda é uma consequência da pessoa não dar o devido valor a Palavra de Deus e não obedece-la como se deve, pois a pessoa busca servir somente a si mesma e não a Deus. A queda portanto não é uma punição propriamente dito, somente o resultado da negligencia espiritual, que levou Deus deixar de interferir na vida da pessoa, que acaba colhendo os frutos de suas escolhas.

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AUTENTICIDADE EM MEIO ÀS E TENTAÇÕES

A VERDADEIRA RELIGIÃO
Um Convite à Autenticidade na Carta de Tiago.

O QUE VAMOS ESTUDAR?
Na lição desta semana, estudaremos a respeito das provações e tentações. Veremos que manter a autenticidade em meio às provas e tentações é essencial para preservar nossa vida espiritual e revelar nossos valores cristãos mais profundos. Também veremos que a Carta de Tiago é um guia prático que nos ensina a lidar com as tentações e provações.


TEXTO PRINCIPAL
Meus irmãos, considerem motivo de grande alegria sempre que passarem por qualquer tipo de provação, pois saibam que, quando sua fé é provada, a perseverança tem a oportunidade de crescer. (Tg 1.2,3 NVT). Visando compreender melhor o tema proposto pelo comentarista da lição e buscando interpretar o texto bíblico que será analisado, as palavras de William MacDonald são bastante esclarecedoras: Tiago usa o termo tentação com dois sentidos diferentes. As tentações apresentadas nos versículos 2–12 podem ser chamadas de provações santas ou problemas enviados por Deus para testar a realidade da fé e tornar os fiéis mais semelhantes a Cristo. Os versículos 13–17, em contrapartida, falam das tentações pecaminosas que vêm do interior da pessoa e conduzem ao pecado. A vida cristã é repleta de problemas indesejados e inesperados que em algumas ocasiões surgem sozinhos e, em outras, vêm aos montes; de qualquer modo, são inevitáveis. Os tradutores bíblicos, com o objetivo de não gerar confusão e prejudicar o entendimento dos leitores, optam por diferenciar os testes ou provas que enfrentamos durante nossa experiência nesta
vida. O termo ‘provação’ é utilizado para se referir às ações de Deus que visam nos testar e aperfeiçoar, enquanto a palavra ‘tentação’ é empregada para descrever a tentativa do diabo, por meio de nossa natureza caída, de nos desviar da presença de Deus.

RESUMO DA LIÇÃO
Manter a autenticidade em meio às provas e tentações, é essencial para preservar nossa integridade e viver de acordo com nossos valores cristãos mais profundos. Vamos dividir o nosso comentário a respeito deste ponto da lição em três partes:
• “Manter a autenticidade em meio às provas e tentações”. Este ponto destaca a importância de sermos verdadeiros, especialmente quando enfrentamos desafios. Do ponto de vista cristão, isso significa permanecer fiel à nossa identidade em Cristo, mesmo diante das dificuldades. A autenticidade envolve não ceder à pressão de agir de forma contrária à nossa fé.
• “É essencial para preservar nossa integridade”. A integridade, no contexto cristão, é viver de maneira coerente com os princípios da Palavra de Deus. As provas e tentações testam nossa integridade, revelando se somos capazes de permanecer firmes em nossos valores ou se sucumbimos às pressões externas ou internas. Preservar a integridade é um testemunho de fidelidade a Deus e ao evangelho.
• “E viver de acordo com nossos valores cristãos mais profundos”. Este ponto enfatiza a prática dos valores ensinados pela Bíblia, como amor, justiça, humildade, e fidelidade a Deus. Viver de acordo com esses valores é uma demonstração prática de nossa fé e do impacto de Cristo em nossas vidas.

I. A FORÇA PRODUZIDA PELAS TENTAÇÕES (vv. 2,12)
1.1 O que são as tentações?
A LIÇÃO DIZ: Segundo o Dicionário Teológico, são estímulos que levam à prática do pecado. Mas preste atenção! São somente incentivos ou pressões. Jesus, em seu ministério terreno, foi tentado pelo Inimigo no deserto (Mt 4), todavia Jesus não pecou (Hb 4.15). A palavra “tentação” é usada de diversas formas na Bíblia. As mais importantes são (1) induzir ao pecado; (2) tentar (testar) a Deus; (3) Deus provar o homem e (4) vencer a tentação. Vamos destacar o primeiro ponto – Induzir ao pecado. Na Bíblia, o impulso do homem para fazer o mal é, muitas vezes, atribuído a Satanás. Pedro adverte: “Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” (1Pe 5.8). Paulo se preocupava com os crentes de Corinto, para que não fossem desviados pelo “tentador” (1Co 3.5). Em Efésios, ele estimula os leitores a “ficar firme contra as ciladas do diabo” (Ef 6.11). Porém, nem toda a responsabilidade da tentação do homem ao pecado deverá ser colocada como sendo externa à pessoa e, menos ainda, poderá ser atribuída a Deus. Respondendo aos que queriam culpar a Deus pela tentação, Tiago diz: “Ninguém, ao ser tentado, diga: Sou tentado por Deus; porque Deus não pode ser tentado pelo mal e ele mesmo a ninguém tenta” (1.13). Parte da culpa pela tentação reside, claramente, no indivíduo que é “induzido e seduzido por sua própria cobiça” (Tg 1.14). No judaísmo, os rabinos falavam do “impulso para o mal” (Evil Yeser) dentro do homem. Tomás de Aquino argumenta que, já que é a vontade do homem que diz “sim” ou “não” à tentação, a culpa final do pecado tem de estar sobre cada indivíduo. Portanto, podemos concluir que, no aspecto de induzir ao mal, a tentação pode ser tanto externa quanto interna. Além disso, é fundamental diferenciar tentação de pecado. Jesus foi tentado, mas não pecou. Por fim, ceder à tentação é uma decisão nossa. Ou seja, mesmo que o diabo nos tente e que
nossa natureza caída exerça alguma influência, somos nós quem damos o ‘sim’ ou o ‘não’.
1.2 A procedência das tentações.
A LIÇÃO DIZ: Segundo Tiago 1.14-15, as tentações procedem de nossos desejos carnais, que nos arrastam e seduzem para longe da vontade de Deus.
O texto bíblico diz:
Cada um, porém, é tentado pelo próprio mau desejo, sendo por este arrastado e seduzido. Então esse desejo, tendo concebido, dá à luz o pecado, e o pecado, após ter se consumado, gera a morte. Ninguém é tentado por Deus, mas cada um é tentado pela sua própria cobiça. E não há exceção a essa verdade. É interessante que Tiago não menciona no contexto a atuação de Satanás, o tentador, muito embora mais adiante ele ensine os crentes a resistir às tentações do diabo (4.7). Com isso, ele deseja destacar mui claramente que a tentação se origina realmente em nós e que, dessa forma, somos nós mesmos os responsáveis pelo pecado que cometemos. Tiago vê o pecado não apenas como um ato, mas como um processo em quatro estágios:
• O primeiro estágio é o desejo ou cobiça (1.14). A cobiça é a tentativa de satisfazer um desejo fora da vontade de Deus. Comer é normal, glutonaria é pecado. Dormir é normal, preguiça é pecado. Sexo no casamento é normal, sexo fora do casamento é pecado.
• O segundo estágio é o engano (1.14). Tiago usa duas figuras para ilustrar o engano da tentação: a figura do caçador que usa uma armadilha (atrai) e a figura do pescador que usa o anzol com isca (seduz).
• O terceiro estágio é o nascimento do bebê chamado pecado (1.15). Tiago muda a figura da armadilha e do anzol para a figura do nascimento de um bebê maldito, chamado PECADO.
• O quarto estágio é a morte (1.16). A cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte. Vemos aqui a genealogia do pecado. A cobiça é a mãe do pecado e a avó da morte. O salário do pecado é a morte (Rm 6.23).
1.3 O papel do Inimigo.
A LIÇÃO DIZ: Embora as tentações procedam de nossos próprios desejos, o Inimigo (Satanás) sabe como explorar essas fraquezas, tentando-nos a nos afastar de Deus. Mas a responsabilidade de não ceder à tentação é individual.
O termo “tentador” é diretamente atribuído ao diabo na Bíblia. Em Mateus 4.3, ele é chamado assim durante a tentação de Jesus no deserto: “Então, o tentador, aproximando-se, disse: Se és o Filho de Deus, manda que estas pedras se transformem em pães.” O diabo é aquele que tenta desviar os filhos de Deus da obediência e da santidade. Ele utiliza
estratégias sutis, mentiras e manipulações para explorar nossas fraquezas, oferecendo atalhos ou promessas enganosas. Um dos relatos mais claros da ação do diabo como tentador está em Mateus 4.1-11, onde Jesus foi levado ao deserto pelo Espírito para ser tentado. Este episódio nos ensina lições preciosas:
A estratégia do diabo: Ele atacou áreas específicas como as necessidades físicas (transformar
pedras em pão), o orgulho (provar ser o Filho de Deus) e o desejo de poder (oferecer os reinos do mundo). Essas áreas refletem as tentações comuns ao ser humano:
a. Concupiscência da carne (satisfazer desejos físicos de forma errada).
b. Soberba da vida (buscar reconhecimento e exaltação).
c. Concupiscência dos olhos (cobiçar o que não pertence a nós).
O diabo utiliza todo e qualquer recurso que estiver ao seu alcance para nos destruir.

II. AS PROVAÇÕES E SEUS PROPÓSITOS
2.1 Todos os filhos (as) de Deus são provados.
A LIÇÃO DIZ: Já sabemos que as provações são situações difíceis, permitidas por Deus para testar e fortalecer a fé de seus filhos(as). A vida cristã não é um mar de rosas. Jesus advertiu: “No mundo tereis tribulações…” (Jo 16.33). O apóstolo Paulo disse: “… por muitas tribulações nos é necessário entrar no reino de Deus” (At 14.22). Ainda, Paulo disse: “… todos os que querem viver piamente em Cristo Jesus padecerão perseguições” (2Tm 3.12). O grande patriarca Jó disse: “… o homem nasce para a tribulação, como as faíscas voam para cima” (Jó 5.7). As provações são situações difíceis ou desafios permitidos por Deus para testar e fortalecer nossa. Diferente das tentações, as provações têm um objetivo positivo e benéfico no crescimento espiritual do cristão.
2.2 Prova de fé.
A LIÇÃO DIZ: Tiago destaca que a prova da nossa fé produz paciência e perseverança (v. 3). As provações nos levam a confiar mais em Deus e a desenvolver um caráter maduro, essencial para uma vida cristã autêntica. Nas provações da vida, nossa fé é testada para mostrar a sua genuinidade. Quando Deus chamou a Abraão para viver pela fé, ele o testou com o fim de aumentar a sua fé. Deus sempre nos prova para produzir o melhor em nós; Satanás nos tenta para fazer o pior em nós. As provas da fé provam que, de fato, nascemos de novo. As provações de nossa fé trabalham por nós, e não contra nós, visto que produzem perseverança. A perseverança visa nos levar à maturidade.
2.3 Bênção nas provações.
A LIÇÃO DIZ: Tiago afirma que bem-aventurado é o homem que suporta a provação, porque, depois de aprovado, receberá a coroa da vida que o Senhor prometeu aos que o amam (v. 12). Assim, as provações são oportunidades para receber bênçãos divinas e crescer em intimidade com Deus. A expressão “bem-aventurado o homem” é tipicamente hebraica e designa no Antigo Testamento aquela pessoa, homem ou mulher, que é feliz (NVI) por estar em aliança com Deus. Ele é bem-aventurado porque Deus o disciplina (Jó 5.17; Sl 94.12); porque recebe a bênção da prosperidade da parte do Senhor por meditar e andar em seus caminhos (Sl 1.1; cf. 1.25); porque é justificado pela fé sem as obras da lei (Sl 32.1,2; cf. Rm 4.6–8); porque confia no Senhor e não é desapontado (Sl 34.8; 40.4; 84.5). O Senhor Jesus disse que Pedro era bem-aventurado, quando este declarou por fé a filiação divina de Jesus (Mt 16.17). Da mesma forma, considerou bem-aventurado todo aquele que não se envergonha dele (Lc 7.23). Em Tiago, a bem-aventurança e a coroa da vida é prometida ao homem que suporta a provação. A palavra “coroa” (stephanos) às vezes se refere a uma coroa real, mas é mais frequentemente usada para designar a coroa de louros dada ao atleta vitorioso (veja 1 Co 9.25) e, figurativamente, simboliza glória e honra. É esse último significado que se encaixa melhor aqui. A coroa é o emblema do sucesso espiritual, dado pelo Rei do universo àqueles que mantêm sua fé em meio ao sofrimento e à tentação. A vida deve ser considerada como a identificação da recompensa – “a recompensa que é a vida”. Essa vida, é claro, não é a vida física, mas a vida eterna, o gozo da presença de Deus na eternidade. Apocalipse 2.10, uma palavra de Jesus dirigida aos cristãos sofredores, é muito semelhante ao pensamento aqui: “Seja fiel até a morte, e eu lhe darei a coroa da vida”. Mesmo que suportar uma provação possa levar à morte física, a vida é a recompensa para aqueles que
amam a Deus.

III. SABEDORIA, PROTEÇÃO E CONFIANÇA
3.1 Busque a sabedoria divina (v. 5).
A LIÇÃO DIZ: Tiago afirma que, se alguém tem falta de sabedoria, deve então pedi-la a Deus (v. 5). A sabedoria que vem do alto está revelada na Palavra de Deus, na Bíblia. A sabedoria a que Tiago se refere não é conhecimento intelectual ou teórico, mas sabedoria prática, uso prático do conhecimento de Deus. Quando as tribulações vêm nos testar, a sabedoria nos mostra as decisões certas a tomar. Quando estamos sendo provados, precisamos de sabedoria para não desperdiçar as oportunidades que Deus está nos dando para chegarmos à maturidade. A sabedoria nos ajuda a entender como usar as provas para nosso bem e para a glória de Deus.
3.2 Proteção em meio à violência. (Não será comentado, pois parece estar fora do assunto da lição).
3.2 Incerteza: a marca da pós-modernidade. (Não será comentado, pois parece estar fora do assunto da lição).

IV. O CUIDADO COM O QUE VEMOS E DESEJAMOS
4.1 Atraídos pelo que vemos.
A LIÇÃO DIZ: Temos de ser cuidadosos, pois somos atraídos por aquilo que vemos e desejamos, e o Inimigo usa a atração e o desejo para nos fazer pecar. Devemos estar atentos àquilo que atrai nossos olhos e desejos, pois o Inimigo pode usar isso como armadilha para nos fazer pecar.
Genesis 3.6: Eva viu que a árvore era agradável aos olhos e desejável para obter sabedoria. A visão e o desejo abriram espaço para a tentação e o pecado.
2 Samuel 11.2-4: Davi viu Bate-Seba tomando banho, desejou-a, e isso o levou ao pecado do adultério e assassinato.
Mateus 4.8-9: Satanás mostrou a Jesus todos os reinos do mundo e ofereceu a glória deles, tentando despertar o desejo pela riqueza e poder.
2 Coríntios 11.14: “E não é de admirar, pois o próprio Satanás se disfarça de anjo de luz.” O Inimigo usa o que parece atrativo para nos enganar.
4.2 Desenvolvendo um caráter cristão.
A LIÇÃO DIZ: As tentações, assim como as provações, servem para testar o nosso caráter. Como você reage sob pressão? É fácil ser bondoso com o próximo quando tudo vai bem. Mas e quando os outros nos tratam mal? Quando vêm as tempestades? Como reagimos? A forma como enfrentamos as situações adversas diz muito a respeito da nossa fé e do nosso caráter. O Senhor deseja nos tornar maduros, fortes e completos e, por isso, permite as tentações e as provações. O nosso maior é exemplo é Jesus. Devemos segui-lo e imitá-lo. A Bíblia nos diz: Porque é louvável que, por motivo de sua consciência para com Deus, alguém suporte aflições sofrendo injustamente. Pois, que vantagem há em suportar açoites recebidos por terem cometido o mal? Mas se vocês suportam o sofrimento por terem feito o bem, isso é louvável diante de Deus. Para isso vocês foram chamados, pois também Cristo sofreu no lugar de vocês, deixando-lhes exemplo, para que sigam os seus passos. “Ele não cometeu pecado algum, e nenhum engano foi encontrado em sua boca.” Quando insultado, não revidava; quando sofria, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga com justiça. (1Pe 2.18-23 NVI).
4.3 Padrões modernos.
A LIÇÃO DIZ: O objetivo do Inimigo é nos levar a pecar. Curiosamente, o pensamento pós moderno afirma que não há um padrão de certo e errado no que tange ao comportamento humano. No entanto, a Carta de Tiago nos mostra que, aos olhos de Deus, há sim o certo e o errado. O autor comenta sobre a visão pós-moderna que relativiza conceitos de moralidade, sugerindo que o que é certo ou errado depende da perspectiva individual. O inimigo usa essas ideologias destruidoras para facilitar o processo de gestação do pecado, cegar os homens e cauterizar suas consciências. Todavia, os padrões modernos, nesta questão, são antibíblicos e devem ser rejeitadas.
4.4 Como o crente deve reagir às tentações?
A LIÇÃO DIZ: Ele deve reagir com resistência, buscando por auxílio divino, como afirma Tiago (v. 16). Muitos jovens, nesse momento, estão sendo tentados e, infelizmente, alguns vão acabar cedendo. Mas outros vão resistir. De qual lado você deseja estar? Aqueles que cederem à tentação, certamente vão ter de lidar com o sentimento de culpa, dor e vergonha. Para estes, o único caminho a tomar é o do arrependimento, retornando para Deus (1 Jo 1.9).
Vamos comentar por partes:
• “Ele deve reagir com resistência, buscando por auxílio divino, como afirma Tiago (v. 16).”
a. A resistência ao pecado exige um posicionamento ativo. Em Tiago 4.7, lemos: “Sujeitem-se a Deus. Resistam ao diabo, e ele fugirá de vocês.”
b. A resistência não é feita por nossas forças, mas pelo auxílio divino. Como ensina Efésios 6.10 11, devemos nos fortalecer no Senhor e vestir toda a armadura de Deus para resistir às ciladas do maligno.
• “Muitos jovens, nesse momento, estão sendo tentados e, infelizmente, alguns vão acabar cedendo. Mas outros vão resistir. De qual lado você deseja estar?”
a. A Bíblia reconhece que a tentação é uma realidade para todos, mas há uma escolha entre ceder ou resistir.
b. Sansão e José: Sansão cedeu à tentação de Dalila (Juízes 16), enquanto José resistiu à esposa de Potifar (Gênesis 39). Os resultados foram completamente diferentes: Sansão sofreu as consequências do pecado, enquanto José foi exaltado por sua fidelidade.
c. Pergunte a si mesmo: “De qual lado quero estar? Com os que cedem e enfrentam vergonha e culpa, ou com os que resistem e experimentam a paz de Deus?” Fortaleça sua decisão com oração e cercando-se de influências espirituais positivas.
• “Aqueles que cederem à tentação, certamente vão ter de lidar com o sentimento de culpa, dor e vergonha.”
a. O pecado traz consequências emocionais e espirituais. Em Salmos 32:3-4, Davi descreve o peso da culpa: “Enquanto calei os meus pecados, o meu corpo definhava de tanto gemer, pois dia e noite a tua mão pesava sobre mim.”
b. Porém, Deus não deseja que permaneçamos nesse estado. Ele nos chama ao arrependimento para restaurar a comunhão.
c. Pedro e Judas: Ambos traíram Jesus, mas reagiram de formas diferentes. Pedro se arrependeu e foi restaurado (Jo 21.15-19), enquanto Judas sucumbiu à culpa sem buscar o perdão (Mt 27.3-5).
d. Quando pecarmos, não devemos permitir que a culpa nos afaste de Deus. Em vez disso, devemos reconhecer nossos erros, confessar e buscar restauração. Evite o isolamento espiritual, pois isso alimenta a vergonha.
Não importa o quão grave tenha sido o pecado, Deus sempre está disposto a perdoar quando há arrependimento sincero. Confesse seus erros imediatamente e confie na graça divina.

CONCLUSÃO

Aprendemos que a Carta de Tiago é um guia prático que nos ensina a lidar com as tentações e provações. As tentações devem ser resistidas com a ajuda de Deus e mediante a meditação na sua Palavra. As provações precisam ser vistas como oportunidades de crescimento e fortalecimento da fé. Compreender essas verdades vai nos ajudar a viver uma vida cristã autêntica, em que a fé é continuamente refinada e demonstrada em ações. Em meio às provas e tentações, somos chamados a buscar uma fé autêntica e inabalável, que reflita a verdadeira essência do Cristianismo, sabendo que, em Cristo, somos mais que vencedores.

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SOMOS CRISTÃOS

EM DEFESA DA FÉ CRISTÃ
Combatendo as Antigas Heresias que se Apresentam com Nova Aparência

O QUE ESTUDAREMOS?
Nesta lição, veremos o processo de transição entre as ideias e práticas judaicas para a doutrina do Evangelho da graça. Os primeiros cristãos precisaram de sabedoria divina para lidar com essa mudança de perspectiva introduzida pelos ensinamentos de Cristo. Eles não deveriam confundir a Lei de Moisés com a graça. Por essa razão, os apóstolos foram desafiados a estabelecer os limites entre o Judaísmo e o Cristianismo, principalmente o apóstolo Paulo, a fim de que os novos cristãos, judeus e gentios, recebessem a orientação devida para o exercício da fé cristã.

TEXTO ÁUREO – COMPARAÇÃO DE TRADUÇÕES
E Tiago continuou: — A minha opinião é esta: eu acho que não devemos atrapalhar os não-judeus que estão se convertendo a Deus. (At 15.19 NTLH). Antes de olharmos para o texto de Atos 15, será bom considerarmos algo que Paulo escreveu aos Gálatas. Paulo dedicou basicamente a carta inteira de Gálatas à mesma questão que estava sendo discutida no Concílio de Jerusalém, em Atos 15, a ameaça dos assim chamados judaizantes. Rever uma porção de Gálatas nos dará uma visão da importância que Paulo deu ao assunto: Admiro-me de que vocês estejam abandonando tão rapidamente aquele que os chamou pela graça de Cristo, para seguirem outro evangelho que, na realidade, não é o evangelho. O que ocorre é que algumas pessoas os estão perturbando, querendo perverter o evangelho de Cristo. Mas ainda que nós ou um anjo dos céus pregue um evangelho diferente daquele que lhes pregamos, que seja amaldiçoado! Como já dissemos, agora repito: Se alguém lhes anuncia um evangelho diferente daquele que já receberam, que seja amaldiçoado! Acaso busco eu agora a aprovação dos homens ou a de Deus? Ou estou tentando agradar a homens? Se eu ainda estivesse procurando agradar a homens, não seria servo de Cristo. (Gl 1.6–10 NVI). Em seguida, em Gálatas 3, lemos essas palavras do apóstolo:
Ó gálatas insensatos! Quem os enfeitiçou? Não foi diante dos seus olhos que Jesus Cristo foi exposto como crucificado? Gostaria de saber apenas uma coisa: foi pela prática da Lei que vocês receberam o Espírito, ou pela fé naquilo que ouviram? Será que vocês são tão insensatos que, tendo começado pelo Espírito, querem agora se aperfeiçoar pelo esforço próprio? (v. 13).
• A heresia que precisava ser combatida: Alguns homens desceram da Judéia para Antioquia e passaram a ensinar aos irmãos: “Se vocês não forem circuncidados conforme o costume ensinado por Moisés, não poderão ser salvos”. (At 15.1 NVI).
• Os combatentes: Isso levou Paulo e Barnabé a uma grande contenda e discussão com eles. Assim, Paulo e Barnabé foram designados, junto com outros, para irem a Jerusalém tratar dessa questão com os apóstolos e com os presbíteros. (At 15.2 NVI).
• O Concílio: Toda a assembleia ficou em silêncio, enquanto ouvia Barnabé e Paulo falando de todos os sinais e maravilhas que, por meio deles, Deus fizera entre os gentios. (At 15.12 NVI).
• A conclusão: Pareceu bem ao Espírito Santo e a nós não impor a vocês nada além das seguintes exigências necessárias: Que se abstenham de comida sacrificada aos ídolos, do sangue, da carne de animais estrangulados e da imoralidade sexual. Vocês farão bem em evitar essas coisas. “Que tudo lhes vá bem”. (At 15.28,29 NVI).

VERDADE PRÁTICA
O Cristianismo é uma religião de relacionamento pessoal com o Cristo ressuscitado e não um conjunto de regras e ritos.
Devemos entender o significado do termo, legalismo. O comentarista está nos alertando quanto aos seus perigos. Legalismo é a ideia de que, para alcançar a salvação ou a aprovação de Deus, é necessário seguir um conjunto rígido de regras e regulamentos. O Novo Testamento, particularmente nas cartas de Paulo, nos ensina que a salvação vem pela graça de Deus, não pelas obras (Ef 2.8-9). Em outras palavras, embora a vida cristã envolva transformação e mudança moral, ela não é fundamentada em um sistema de rituais ou obrigações externas, mas na obra que Cristo realizou na cruz e na nossa fé nele. A mensagem central deste texto nos chama a considerar se estamos praticando o Cristianismo de maneira genuína e focada em Cristo, ou se estamos mais preocupados com regras externas e rituais. Existe o risco de cairmos em um Cristianismo superficial, que se limita a cumprir regras, enquanto negligenciamos a verdadeira transformação espiritual que vem da vivência de Cristo em nós.
O Cristianismo, em sua essência, é chamado para ser vivido em relacionamento, e é este relacionamento com Cristo, o Cristo ressuscitado, que traz salvação e transformação verdadeira.

I. PREVININDO-SE CONTRA A TENDÊNCIA JUDAIZANTE
1.1 Subindo outra vez a Jerusalém (Gl 2.1,2).
A LIÇÃO DIZ: Catorze anos depois da sua conversão a Cristo, Paulo sobe pela segunda vez a Jerusalém. Essa segunda visita foi por revelação (v. 2; At 11.27-30), não sendo uma convocação pelos apóstolos para prestação de contas. Não podemos confundir essa visita de Paulo com a sua ida ao Concílio de Jerusalém, registrado em Atos 15. Infere-se que a Epístola aos Gálatas foi escrita antes do referido Concílio, pois não há menção dele na carta, visto que o Concílio tratou do mesmo assunto (At 15:5-6). Somando os anos mencionados em Gálatas, podemos afirmar que essa visita aconteceu antes de sua Primeira Viagem Missionária. O texto bíblico que divide opiniões: Catorze anos depois, subi novamente a Jerusalém, dessa vez com Barnabé, levando também Tito comigo. Fui para lá por causa de uma revelação e expus diante deles o evangelho que prego entre os gentios, fazendo-o, porém, em particular aos que pareciam mais influentes, para não correr ou ter corrido inutilmente. (Gl 2.1,2 NVI). Paulo fez cinco viagens a Jerusalém depois de sua conversão. A primeira delas ocorreu três anos após sua conversão (1.17,18; At 9.26), quando passou quinze dias com o apóstolo Pedro e com Tiago (1.18,19). A segunda visita está relacionada ao socorro financeiro que Barnabé e ele levaram aos pobres da Judeia (At 11.29,30; 12.25). A terceira visita tem a ver com o Concílio de Jerusalém para resolver a questão judaizante (At 15.2–29). A quarta visita foi uma passagem muito rápida ao final da segunda viagem missionária e antes da terceira viagem missionária (At 18.22). A quinta e última visita de Paulo a Jerusalém aconteceu quando ele foi levar uma oferta das igrejas da Macedônia e Acaia aos pobres da Judeia, ocasião em que o apóstolo terminou preso (At 21.17). Um dos pontos mais difíceis dessa epístola é identificar se essa viagem de Paulo a Jerusalém foi a segunda ou a terceira. Não há consenso entre os estudiosos sobre essa matéria. Calvino, F. F.Bruce, Duncan, Ellis, Emmet, Hoerber, Knox, Stott são da opinião de que essa viagem é a segunda; porém, outros eruditos do mesmo calibre, como Berkhof, Eerdman, Findlay, Greijdanus, Grosheide, Lightfoot, Rendall, Robertson, Warren Wiersbe, defendem a tese de que se trata da terceira viagem. Há pontos fortes e fracos em ambos os lados. O comentarista se inclina a crer que essa viagem de Paulo a Jerusalém é uma referência à sua segunda e não à terceira visita.
1.2 Objetivo da reunião.
A LIÇÃO DIZ: É bom lembrar que essa reunião não foi um concílio nem um sínodo. É possível que essa segunda visita, por meio de revelação (v. 2), tenha ligação com Ágabo, pois a missão de Paulo, pelo que parece, foi levar donativos para os irmãos pobres da Judeia (At 11.27-30). No versículo 2, Paulo esclarece o motivo de sua visita. Ele não deseja fornecer argumentos aos judaizantes, que poderiam alegar que ele precisava da aprovação dos Doze. Por isso, explica de forma cuidadosa que sua ida a Jerusalém foi uma resposta a uma revelação divina: Deus o havia orientado a ir por meio de uma visão, e ele estava simplesmente obedecendo à direção de Deus, e não buscando conquistar a aprovação de pessoas ou cumprir uma exigência dos apóstolos para validar o seu evangelho. A tese de Paulo é que não havia conflito entre o evangelho da circuncisão e o evangelho da incircuncisão; entre o evangelho pregado entre os judeus e o evangelho pregado entre os gentios; entre o evangelho pregado pelos apóstolos de Jerusalém e o evangelho pregado por ele. A mensagem que Paulo pregou aos crentes da Galácia foi: “Portanto, meus irmãos, quero que saibam que mediante Jesus lhes é proclamado o perdão dos pecados. Por meio dele, todo aquele que crê é justificado de todas as coisas das quais não podiam ser justificados pela Lei de Moisés”. (At 13.38,39 NVI).
1.3 Tito e a circuncisão (v. 5).
A LIÇÃO DIZ: Barnabé era judeu (At 4.36) e seu nome aparece três vezes nesse capítulo (vv. 1, 9, 8); sua presença na reunião em Jerusalém não seria um problema. Tito, no entanto, sendo grego, foi um risco que Paulo correu, mas não foi uma provocação introduzir um incircunciso no seio dos judeus. Os judaizantes queriam que Tito fosse circuncidado. Encontramos no Novo Testamento a compreensão e a tolerância de Paulo com os fracos na fé, a ponto de circuncidar Timóteo, mas ele era judeu, pois sua mãe era judia (At 16.3); no entanto, nessa reunião em Jerusalém, onde expôs o
Evangelho que pregava aos gentios, ele não cedeu nem um pouco, “nem por uma hora” (v. 5). Isso por duas razões: Tito era grego e porque estava em jogo a verdade do Evangelho e o futuro do próprio Cristianismo. Tito foi levado por Paulo como um exemplo de que é possível um gentio ser salvo sem ser circuncidado. Para os judaizantes a presença de um gentio incircunciso na igreja era uma afronta, enquanto para Paulo era a evidência da eficácia da graça e da liberdade do evangelho. Se cedesse à pressão dos judaizantes para circundar Tito, Paulo estaria comprometendo a essência do evangelho. A própria liberdade cristã estaria danificada. Isso seria voltar à escravidão da lei. Mais tarde, Paulo levaria Timóteo à circuncisão (At 16.3). À primeira vista isso parece contraditório, mas há diferenças significativas em relação ao incidente de Tito. Timóteo era judeu (ele tinha uma mãe judia e um pai gentio), e a decisão de Paulo foi motivada não por questões de salvação, mas com o propósito de ministério: Paulo queria que Timóteo fosse aceito pelos judeus com quem e para quem ele ministrava. A questão com Tito era bem diferente. Paulo recusou-se a circuncidar Tito porque isso teria contrariado a natureza livre da lei do evangelho, mas ele circuncidou Timóteo porque, fazendo isso, aprimorou e intensificou seu ministério evangélico nesse contexto. O objetivo de Paulo, na ocasião de Tito, era que “a verdade do evangelho fosse preservada para vocês”, os cristãos gentios em Gálatas. O evangelho de Cristo deve permanecer puro, e nenhum meio externo de salvação, como a circuncisão ou a aderência aos regulamentos mosaicos, pode ser acrescentado a ele. Se práticas religiosas ou observâncias legais se misturarem ao evangelho, ele é
despojado de sua pureza e verdade. Somente o sacrifício expiatório de Cristo na cruz pode ser suficiente, pois só isso tem poder redentor para perdoar nossos pecados e nos reconciliar com Deus. Qualquer outra ação, seja de boas obras, seja de ritos do pacto, irá destruir essa pureza e afastar a obra de Deus na salvação. Em nosso próprio tempo essa ameaça é levada adiante na abordagem igualmente herética da justiça pelas obras para salvação. A salvação não vem por meio de nossas boas ações, mas somente pela crença em Cristo e na cruz (Ef 2.8–9).

II. A TENDÊNCIA JUDAIZANTE NO INICIO DA IGREJA
2.1 O espanto do apóstolo.
A LIÇÃO DIZ: Tão logo Paulo retornou de sua viagem, ficou sabendo que os irmãos da Galácia estavam vivendo outro evangelho, e isso deixou o apóstolo estarrecido e atônito pela rapidez do desvio deles (Gl 1.6). O texto bíblico diz: Admiro-me de que vocês estejam abandonando tão rapidamente aquele que os chamou pela graça de Cristo, para seguirem outro evangelho que, na realidade, não é o evangelho. O que ocorre é que algumas pessoas os estão perturbando, querendo perverter o evangelho de Cristo. (Gl 1.6,7 NVI). Paulo expressa horror ante as notícias perturbadoras que recebeu sobre os gálatas, usando uma expressão de espanto: “Admiro-me”. Nos Evangelhos, esse adjetivo descreve o espanto daqueles que testemunharam os milagres de Jesus, mas aqui Paulo o usa negativamente para transmitir seu choque ao ouvir sobre o abandono deles da verdadeira fé. Quando ele fala dos gálatas “abandonando tão rapidamente”, ele provavelmente quer dizer tão logo após a conversão deles. Eles não estavam simplesmente abandonando os ensinamentos do evangelho de Paulo, mas estavam se afastando “daquele que vos chamou para viver na graça de Cristo” — de Deus Pai, cuja vontade, no versículo 4, levara ao seu resgate do mal. Uma coisa é se afastar de Paulo, outra bem diferente é se afastar de Deus, que em sua misericórdia tinha considerado adequado chamá-los do pecado deste mundo para a graça de Cristo. Embora eles tenham presumido que sua estrita adesão à lei os aproximaria mais de Deus, isso estava gerando o efeito oposto! O principal problema dos gálatas era que, ao serem influenciados pelo judaísmo dos falsos mestres, estavam no processo de “voltar-se para outro evangelho”. Observe o progresso da ação no versículo 6: eles não estavam apenas “se afastando” de Deus, mas “voltando-se para” outro evangelho. Esse “evangelho” dos opositores de Paulo não era verdadeiramente um evangelho, embora estivesse sendo proclamado como tal, e os gálatas estavam começando a aceitá-lo como verdade. Paulo exige que eles percebam que tal evangelho não tem nenhuma conexão com o evangelho de Cristo e que se trata, na verdade, de “outro evangelho”. Esse outro evangelho a que Paulo se refere é o evangelho das obras anunciado pelos judaizantes. A mensagem deles está sintetizada nos seguintes termos: “Se não vos circuncidardes segundo o costume de Moisés, não podeis ser salvos” (At 15.1). Eles não negavam a necessidade da fé em Jesus para a salvação, mas acrescentavam à fé as obras da lei. Para eles, era necessário que Moisés completasse o que Cristo havia feito, ou seja, era preciso acrescentar nossas obras à obra de Cristo, e assim concluir a obra inacabada de Cristo.
2.2 Quem eram os judaizantes (v.4)?
A LIÇÃO DIZ: O termo judaizante vem do verbo grego ioudaizo, que significa “viver como judeu, adotar costumes e ritos judaicos”, e aparece uma única vez no Novo Testamento (Gl 2.14). Eles eram os opositores de Paulo, identificados também como “falsos irmãos” (v. 4). São reconhecidos no capítulo anterior (Gl 1.7) como os que se apresentavam como enviados por Jerusalém, a igreja-mãe. Na verdade, esses homens saíram de Jerusalém por sua própria conta. Tiago negou formalmente as declarações deles, dizendo que não os havia enviado (At 15.24). O termo descritivo “judaizantes” é usado para tratar de um grupo de cristãos judeus que queriam tornar todos os cristãos praticantes do judaísmo. Rejeitando a conclusão do Concílio de Jerusalém em Atos 15, eles continuaram a acreditar que os gentios convertidos ao cristianismo tinham que se tornar judeus antes que pudessem se tornar cristãos. Para eles, ser circuncidados e seguir todos os regulamentos e ordenanças da Torá (a lei mosaica) era necessário para que os cristãos alcançassem a salvação. Na verdade, eles estavam substituindo a cruz pela lei. Substituir o sacrifício expiatório de Cristo na cruz por qualquer outra coisa — mesmo a lei — como a base da salvação é heresia. Isso é extremamente importante para nós hoje, quando muitas das chamadas igrejas estão buscando fontes alternativas — como boas obras ou adesão a certas práticas eclesiásticas — para a salvação. É imperativo que nos concentremos nas verdades cardeais da doutrina cristã e continuemos a lutar a boa luta (1Tm 1.18; 2Tm 4.7) pela sã doutrina (1Tm 1.10; 2Tm 4.3). 2.3 O clima de tensão (vv. 3-5).
A LIÇÃO DIZ: Os judaizantes, chamados de “falsos irmãos”, conseguiram “furar o bloqueio” e entraram sem serem convidados à reunião (v. 4). Eram inimigos da liberdade cristã, do Evangelho, de Paulo e do próprio Cristianismo. O pior de tudo é que essas pessoas estavam infiltradas na igreja e conseguiam até entrar em reuniões apostólicas. Eis o motivo da tensão: Os judaizantes faziam duas coisas: “lançando-os na confusão e […] tentando perverter o evangelho de Cristo”. O primeiro verbo (tarassō) significa “incomodar” ou “perturbar” os outros. Esses indivíduos tinham se tornado agitadores. Eles haviam se infiltrado nas igrejas gálatas, alegando exercer a autoridade dos líderes cristãos judeus em Jerusalém, e trouxeram confusão. Ao fazer isso, estavam tentando “perverter” ou “distorcer” o verdadeiro evangelho da cruz de Cristo. A linguagem de Paulo mostra que eles ainda não tinham tido pleno sucesso, mas estavam no processo de conquistar muitos dos gálatas. Então, as duas principais características dos falsos mestres são que eles estavam perturbando a igreja e modificando o evangelho. Essas duas ações andam juntas. Adulterar o evangelho implica perturbar a igreja. Não se pode tocar o evangelho e deixar a igreja intocada, porque a igreja é criada e vive pelo evangelho. De fato, os maiores perturbadores da igreja (tanto hoje como na época) não são os de fora que se opõem a ela, ridicularizam-na e perseguem-na, mas os de dentro que tentam modificar o evangelho. São eles que a perturbam. Por outro lado, a única maneira de ser um bom cristão da igreja é ser um bom cristão do evangelho. A melhor maneira de servir à igreja é crer no evangelho e pregá-lo.

III. A TENDÊNCIA JUDAIZANTE HOJE
3.1 O mesmo Evangelho (vv. 7-9).
A LIÇÃO DIZ: O Evangelho é um só, não há dois. O Evangelho de Pedro e o de Paulo, também chamado respectivamente de Evangelho da Circuncisão e da Incircunciso, são meras formas de apresentação, pois o conteúdo é o mesmo. Ambos receberam uma incumbência da parte de Deus, mas com audiências diferentes. O compromisso de Paulo era com os gentios; ele foi constituído, por Deus, apóstolo e doutor dos gentios (1 Tm 2.7; 2 Tm 1.11) para pregar aos não judeus (Rm 11.13). O de Pedro era com os judeus, mas a mensagem é a mesma. As diferenças entre o “Evangelho da Circuncisão” e o “Evangelho da Incircunciso” referem-se apenas às audiências específicas para as quais Deus direcionou Pedro e Paulo. Pedro foi enviado aos judeus, enquanto Paulo foi chamado como apóstolo e mestre dos gentios (1 Tm 2.7). Contudo, a essência da mensagem – o chamado ao arrependimento, à fé em Cristo e à graça salvadora de Deus – permanece a mesma. Destaquemos algumas lições preciosas para a vida cristã:
• A Centralidade de Cristo: Pedro e Paulo tinham contextos diferentes, mas ambos apontavam para o mesmo Salvador. Cristo é o centro de nossa vida e de nosso testemunho, independentemente do ambiente em que Deus nos coloca.
• A Soberania de Deus nos Chamados: Deus escolheu Pedro e Paulo para missões específicas, conforme sua vontade. Portanto, devemos reconhecer que cada um de nós tem um papel único no plano de Deus, mas todos compartilhamos a mesma missão de proclamar o Evangelho.
• A Unidade na Diversidade: Embora haja diversidade nos métodos e abordagens, a mensagem do Evangelho une todos os crentes.
3.2 O perigo da doutrina judaizante.
A LIÇÃO DIZ: Os apóstolos viam em tudo isso dois problemas sérios: ameaça à liberdade cristã e o perigo de o Cristianismo se tornar uma mera seita judaica. Os cristãos judaizantes alteravam o cerne do Evangelho, pois colocavam a Lei como complemento da obra que Jesus efetuou no Calvário. Era, de fato, “outro evangelho”, por isso o apóstolo Paulo os amaldiçoou (Gl 1:8-9). Na verdade, quem tem o Espírito Santo vive pelo Espírito. Então, contra a tendência judaizante, é preciso aprender a viver na dependência do Espírito e não da Lei, lutando contra os vícios da carne e buscando as virtudes do fruto do Espírito. As doutrinas judaizantes representavam uma ameaça grave porque distorciam o cerne do Evangelho. A graça, que é o fundamento da nossa salvação, era substituída por um legalismo que tentava misturar a obra redentora de Cristo com as exigências da Lei mosaica. Isso, conforme o apóstolo Paulo deixou claro, constituía “outro evangelho” – um falso evangelho que não podia salvar (Gl 1.6-9). Os apóstolos, especialmente Paulo, foram claros ao defender a liberdade que Cristo conquistou para os crentes. Em Gálatas 5.1, Paulo declara: “Foi para a liberdade que Cristo nos libertou. Portanto, permaneçam firmes e não se deixem submeter novamente a um jugo de escravidão.” A liberdade cristã não é uma licença para pecar, mas uma libertação da condenação da Lei e da escravidão do legalismo. Essa tentativa de mesclar a graça de Cristo com as exigências da Lei era, em essência, uma negação da suficiência do sacrifício de Jesus. Outro grande risco das doutrinas judaizantes era transformar o Cristianismo em uma mera extensão ou seita do Judaísmo. O Evangelho é universal. Ele não pertence a uma etnia, cultura ou tradição específica. Em Cristo, Deus rompeu as barreiras que separavam judeus e gentios, fazendo de ambos um só povo (Ef 2.14-16). Transformar o Cristianismo em uma mera extensão do Judaísmo seria um retrocesso no plano redentor de Deus. Em nossos dias, precisamos ter cuidado com movimentos que tentam acrescentar ao Evangelho práticas culturais, rituais ou tradições que obscurecem a simplicidade e a suficiência da fé em Cristo.
Isso não significa desvalorizar as raízes históricas da nossa fé, mas sim proteger a centralidade de Jesus em todas as coisas.
3.3 As práticas judaizantes atuais.
As práticas judaizantes atuais representam um desvio da simplicidade e suficiência do Evangelho. Embora seja legítimo estudar e valorizar as raízes judaicas do Cristianismo, isso não deve levar à adoção de práticas que obscurecem a graça de Cristo.
• Redescoberta das Festas Judaicas no Cristianismo Evangélico. Muitos movimentos cristãos modernos, influenciados por grupos judaizantes, têm adotado as festas judaicas como práticas obrigatórias ou espiritualmente superiores. Embora essas festas tenham significado histórico e profético (como em Levítico 23), sua observância não é exigida no Novo Testamento. Paulo adverte sobre isso em Colossenses 2.16-17, dizendo que tais práticas eram “sombra das coisas que haviam de vir”, mas a realidade é Cristo.
• Uso de Elementos Judaicos nos Cultos Cristãos. O uso de itens como o kipá, talit, shofar e menorás tornou-se comum em alguns círculos cristãos, como forma de conexão com as “raízes hebraicas” da fé. Embora esses elementos tenham valor cultural e simbólico, sua adoção em contextos cristãos pode gerar confusão teológica e dar a impressão de que são necessários para uma adoração “mais completa” ou “mais verdadeira”, o que contraria o ensino do Novo Testamento.
• A Imposição do Sábado como Dia de Adoração Exclusiva. Muitos grupos judaizantes enfatizam a guarda do sábado como obrigatório para os cristãos. O sábado, que era sombra dos bens futuros em Cristo, foi abolido com a chegada do Novo Concerto (Hb 8.7-13; Os 2.11): “Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados, que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo” (Cl 2.16,17). Jesus, portanto, é quem nos propícia o verdadeiro repouso (Hb 4.9).
• Terminologias Judaicas e a Rejeição de Termos Cristãos. Muitos grupos adotam exclusivamente termos hebraicos, como Yeshua em vez de Jesus, ou Adonai em vez de Senhor, sob o pretexto de “retomar as origens”. Embora o uso do hebraico não seja em si um problema, essa exclusividade pode desviar o foco da universalidade do Evangelho e criar divisões desnecessárias na Igreja, que é composta por pessoas de todas as línguas e nações.

CONCLUSÃO
O cristianismo teve origem no contexto judaico e deste recebeu uma rica herança teológica e ética. Haja vista o próprio Cristo. Nascido “conforme a lei” (Gl 4.4), cresceu e viveu dentro da cultura judaica (Lc 2.40-43). Durante o seu ministério, reconheceu as Escrituras Hebraicas e a autoridade de Moisés (Mc 7.13; Lc 5.14). Todavia, não pregou costumes judaicos; seus apóstolos não judaizaram o mundo. O apóstolo Paulo, discursando no Areópago, não deu uma aula sobre as quatro letras hebraicas que, no Antigo Testamento, formam o nome de Jeová. Sua preocupação era pregar a principal mensagem do cristianismo: a ressurreição de Jesus (At 17.31).

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Como João Pessoa foi de capital ‘esquecida’ a nova ‘queridinha’ do verão do Nordeste

“Os turistas vão para Recife e pulam direto para Natal.”

Era isso que a professora Adriana Brambilla dizia até pouco tempo atrás a seus alunos do curso de Turismo na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), em João Pessoa.No meio do caminho de um dos trechos mais movimentados do litoral do Nordeste, a capital paraibana era conhecida pela tranquilidade, praias vazias e uma orla de prédios baixos com pequenos hotéis.“João Pessoa não chamava atenção nacionalmente. Por muitos anos, ficamos de lado”, diz Brambilla, coordenadora do Grupo de Cultura e Estudos em Turismo (GCET) da UFPB.Mas quem visita a cidade hoje pouco vai encontrar da João Pessoa “esquecida” de décadas atrás.Novos prédios de luxo surgem por todos os lados, beach clubs ocupam o litoral e a rede hoteleira só cresce.Ao mesmo tempo, o trânsito tem começado a dar um nó, atrações como bancos de corais e de areia no meio do mar cristalino estão lotadas e restaurantes se enchem de filas.Nas redes sociais, pessoenses têm feito centenas de vídeos e comentários (em geral, em tom de brincadeira) pedindo para os turistas se afastarem da cidade.“Não cabe mais ninguém”, escreve uma moradora num vídeo que mostra um engarrafamento no TikTok. Ao que tudo indica, porém, a procura vai aumentar.

Em sua recém-divulgada lista anual dos dez destinos em alta no mundo, a Booking.com, uma das maiores plataformas de reservas do turismo global, João Pessoa é colocada em terceiro lugar.“Estará no topo da lista de todos em 2025”, diz a projeção.A capital paraibana ficou atrás apenas de Sanya, considerada o “Havaí chinês”, e Trieste, na costa italiana do mar Adriático.

Vista aérea de piscinas naturais formadas por corais em joão pessoa

Getty Images
Piscinas naturais como Picãozinho atraem turistas em João Pessoa

Na alta temporada que vai de dezembro a fevereiro, a prefeitura projeta uma ocupação hoteleira de quase 100%. E a Paraíba foi o Estado que mais cresceu na preferência dos brasileiros nesta atual temporada de verão, segundo pesquisa divulgada pelo Ministério do Turismo. Nos próximos três anos, a expectativa é de que a cidade ganhe mais de 10 mil novos leitos com os hotéis em construção. E, até novembro deste ano, o Aeroporto Castro Pinto, em João Pessoal, registrou um aumento de 13,3% no movimento de passageiros

No entanto, o “inchaço” em João Pessoa não vem apenas do turismo.

A cidade também foi uma das que mais ganhou população no Brasil nos últimos anos, segundo o censo de 2022. Foram 110 mil novos moradores em 12 anos (censo de 2010), um aumento de 15,3% — o maior salto entre as 20 cidades mais populosas do país. Muitos desses novos residentes — entre aposentados e profissionais que podem trabalhar à distância — conheceram a cidade justamente em viagens, como mostraram diversas reportagens na imprensa paraibana.

boom tardio

Se as atrações naturais de João Pessoa sempre estiveram ali, por que só nos últimos anos aconteceu o boom turístico? Na visão do ex-secretário de Turismo da capital paraibana Roberto Brunet (2012-2014), a demora se deve principalmente a uma falta de prioridade de políticas públicas estadual e municipal no setor, em comparação a outros destinos nordestinos próximos. É como se João Pessoa tivesse se deixado ofuscar diante de cidades de porte historicamente maior, como Recife, ou que viu primeiro no turismo uma oportunidade de crescimento, como Natal, que encheu as paredes e folhetos de agências de turismo com fotos do famoso Morro do Careca desde os anos 1990. “A cidade não tinha visibilidade” e o “turismo era regional”, avalia Brunet, que também é ex-presidente da Associação Brasileira de Agências de Viagens (Abav) e empresário do setor.

Orla de João Pessoa

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Lei de zoneamento impede prédios altos na orla de João Pessoa, mas logo atrás são erguidos alguns dos maiores edifícios do Brasil

Vale lembrar também que João Pessoa brigou durante muito tempo para ter o protagonismo dentro da própria Paraíba. Até meados do século 20, Campina Grande chegou a ser a cidade mais populosa do Estado e manteve forte sua influência política e comercial na região. Nos anos 1990, quando Brunet tinha uma agência em João Pessoa, eram muito populares os passeios de um dia de turistas que estavam hospedados em Natal ou Pipa, no Rio Grande do Norte, e no Recife e em Porto de Galinhas, em Pernambuco. O que se vê hoje, na avaliação da professora Adriana Brambilla, é uma João Pessoa alcançando “um novo patamar”, consequência de vários fatores, como uma campanha de marketing bem feita do setor público, que passou a vender melhor o destino, e o avanço da iniciativa privada, especialmente na área de construção civil. Para o ex-secretário de Turismo Brunet, a capital paraibana também conseguiu aproveitar, especialmente após a pandemia de covid-19, um movimento comum no mercado do turismo em qualquer lugar do mundo: o fator novidade. “As pessoas cansam de ficar repetindo destino turístico. E, nessa região do Nordeste, ficava concentrado apenas em Pipa, Porto de Galinhas, Maceió, Fortaleza e Natal”, diz Brunet. “Então, aparece uma cidade como João Pessoa, com potencial turístico e gastronômico, como uma novidade no mercado nacional. Hoje, só se fala daqui”, completa. O papel das redes sociais também é visto como fundamental. Entre turismólogos, costumava-se dizer que, em média, a cada visitante satisfeito com uma cidade visitada, seis pessoas eram atingidas pelo relato na volta para casa.

“Agora, com as redes, isso se multiplica para milhares”, diz a professora Brambilla, da UFPB.De Parahyba a João Pessoa. O nome da capital paraibana, que antes de 1930 era Parahyba, é motivo de discussão. MPara alguns, o nome anterior deveria ser retomado, como forma de resgatar a identidade local. A mudança aconteceu após o assassinato do governador paraibano João Pessoa, em 1930, em Pernambuco – episódio considerado estopim para a tomada de poder por Getúlio Vargas, que havia tido João Pessoa como concorrente a vice em sua chapa. ,Em dezembro de 2024, no entanto, a Assembleia Legislativa da Paraíba aprovou uma Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que oficializou o nome da capital como “João Pessoa”, em substituição a uma previsão de realizar um plebiscito sobre o tema. A nova redação, lida como forma de encerrar a discussão sobre a mudança do nome da capital, entrou em vigor na sexta-feira (3/1).

Aprender com erros?

É num cenário de rios, mata atlântica e falésias à beira-mar que construções em escala monumental começam a despontar no horizonte de João Pessoa. São parques aquáticos, resorts, shopping e uma roda-gigante que vão encher o até então pouco explorado extremo sul da capital paraibana, onde fica ponto mais oriental da América continental. É o chamado Polo Turístico de Cabo Branco, projeto atual do governo da Paraíba inspirado num plano do fim dos anos 1980 e chamado de “maior complexo turístico planejado do Nordeste”.

Foto aérea de avenida rodeada por mata e uma construção

Governo da Paraíba
Região pouco explorada será tomada por resorts e parques nos próximos anos, em João Pessoa

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Apresentadores demitidos terão de aceitar condição indesejada para voltar à TV

Não foram apenas repórteres, produtores, diretores e editores os demitidos por grandes emissoras no fim de 2024. Apresentadores renomados também perderam o emprego. O principal motivo: baixa audiência. A decadência no Ibope dificulta o trabalho do departamento comercial. Anunciantes pedem descontos generosos no preço dos espaços comerciais ou simplesmente migram seus investimentos publicitários para atrações com índices maiores. Principal estrela dos domingos da Record por vários anos, Rodrigo Faro deixou a emissora após ver o seu ‘Hora do Faro’ perder competitividade e ficar frequentemente atrás do ‘Domingo Legal’, de Celso Portiolli, no SBTAinda no canal da Barra Funda, a grande promessa Rachel Sheherazade ficou apenas 4 meses no ar com o ‘Domingo Record’. Na emissora de Silvio Santos, a baixa mais sentida foi a de Raul GilNem a poderosa Globo deixou de realizar dispensas. Não renovou com Galvão Bueno devido ao alto salário do locutor esportivo. Aliás, todos os apresentadores que começaram 2025 sem novo destino profissional acertado terão de aceitar uma condição desfavorável para voltar ao ar. Agora, as redes de TV oferecem valores bem menores. Dificuldades financeiras produziram um choque de realidade nas propostas a jornalistas e artistas. Esqueça os salários fixos acima de R$ 1 milhão. Quem consegue metade desse valor já está no lucro. José Luiz Datena, por exemplo, aceitou receber menos do que ganhava na Band para assumir o ‘Tá na Hora’ no SBT. O que pode aumentar a renda dos apresentadores são os cachês das ações de merchandising feitas nos programas. A busca incessante das emissoras por redução de despesas afeta também aqueles comunicadores que estão empregados. Houve quem teve de aceitar a renovação do contrato sem nenhum reajuste. Diante da situação complicada do mercado de TV, com poucas oportunidades de recolocação aos apresentadores, melhor ter um salário ‘congelado’ do que ficar sem nenhum.

terra

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Fundeb tem estimativa de R$ 325,5 bilhões para 2025; veja alocação dos recursos

Por meio da Portaria Interministerial nº 14/2024, os Ministérios da Educação (MEC) e da Fazenda (MF) publicaram as estimativas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) para este ano. O fundo será de R$ 325,5 bilhões, o que representa um aumento de R$ 19,8 bilhões em relação a 2024. Segundo o MEC, o montante corresponde a 6,48% de acréscimo no financiamento da educação básica.

De acordo com estimativas do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), autarquia vinculada ao MEC, a receita do Fundeb em 2025 será integrada por R$ 269 bilhões provenientes das contribuições dos estados, do Distrito Federal e dos municípios, além de R$ 56,5 bilhões de complementação federal. O MEC aponta que a complementação federal será expandida em R$ 7,7 bilhões, correspondendo a 15,8% a mais em relação ao ano anterior.  Segundo o ministro da educação, Camilo Santana, com o financiamento maior, a Pasta valoriza ainda mais os professores e melhora a infraestrutura das escolas. A Pasta aponta, ainda, que um dos principais focos do fundo é a valorização dos profissionais da educação, com um mínimo de destinação de 70% dos recursos a despesas de pessoal. O restante, de até 30%, deve ser aplicado pelas esferas federativas em atividades de manutenção e desenvolvimento do ensino (MDE), com vistas a melhorar a infraestrutura das escolas e a qualidade do ensino. 

Implementado a partir de 2021, o novo Fundeb prevê uma complementação federal progressiva até alcançar 23% do total das receitas, de acordo com a legislação. Neste ano, o percentual de complementação federal será de 21%, distribuído em três modalidades. Confira:

  • Valor Anual por Aluno (Vaaf), com R$ 26,9 bilhões;
  • Valor Anual Total por Aluno (Vaat), com R$ 24,2 bilhões;
  • Valor decorrente da complementação do Valor Aluno Ano Resultado (Vaar), com R$ 5,4 bilhões. 

O Fundeb é um fundo especial, de natureza contábil e de âmbito estadual, composto por recursos que vem de impostos e das transferências dos estados, Distrito Federal e municípios vinculados à educação.

Confira abaixo os principais números e estimativas do Fundeb para 2025: 

  • Contribuição federativa (estados, DF e municípios): R$ 269.030.218.397,26 
  • Complementação do Vaaf: R$ 26.903.021.839,73 
  • Complementação do Vaat: R$ 24.212.719.655,75 
  • Complementação do Vaar: R$ 5.380.604.367,94 
  • Complementação total da União: R$ 56.496.345.863,42 
  • Receita total do Fundeb: R$ 325.526.564.260,6
  • Total de matrículas consideradas: 38.870.540 
  • Vaaf-MIN: R$ 5.447,98 
  • Vaat-MIN: R$ 8.006,05 
  • Entes habilitados (complementação do Vaaf): 1.859 
  • Entes habilitados (cálculo do Vaat): 5.561 
  • Entes habilitados (condicionalidades do Vaar): 3.026 
  • Entes que evoluíram nos indicadores do Vaar: 2.837 
  • Estados beneficiários (complementação do Vaaf): 10 
  • Municípios beneficiários (complementação Vaaf): 1.849 
  • Entes beneficiários (complementação Vaat)*: 2.359 
  • Entes beneficiários (complementação Vaar): 2.837
  • O significado da (palavra Vaar (Valor anual total por Aluno )

*São beneficiários da complementação Vaat somente os entes cujo valor do Vaat é inferior ao Vaat-MIN  ‘As estimativas publicadas por meio da Portaria serão atualizadas a cada quatro meses, contados a partir de 31 de dezembro de 2024, conforme determina a lei de regulamentação do novo Fundeb. A ideia é manter os valores atualizados e otimizar a aplicação dos recursos.

” Os escravos professores será que estão inclusos nesta dinheirama toda?????????”

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LDO 2025: Vetos à lei incluem trechos sobre emendas parlamentares e Fundo Partidário

O presidente Lula sancionou, com 35 vetos, a Lei de Diretrizes Orçamentárias de 2025, mas a lei orçamentária deste ano só será votada na volta do recesso parlamentar, em fevereiro. Apesar do adiantamento da votação, que ocorreu por conta das prioridades do Congresso no fim de 2024, o andamento da máquina pública este ano não será prejudicado, já que a aprovação da LDO garante essa continuidade.  No projeto aprovado pelo presidente não há metas específicas para 2025, por isso, serão seguidas as prioridades genéricas, que estão previstas no Plano Plurianual (PPA) para 2024-2027, como:

  • combate à fome e redução das desigualdades;
  • educação básica;
  • saúde;
  • Programa de Aceleração do Crescimento — Novo PAC;
  • neoindustrialização, trabalho, emprego e renda;
  • combate ao desmatamento; e
  • enfrentamento da emergência climática.

35 vetos

Entre os vetos mais importantes ao projeto enviado para o Executivo está o ao trecho que limitava a possibilidade de bloqueio ou contingenciamento às emendas parlamentares não impositivas. Segundo justificativa do Planalto, o trecho foi vetado pois contraria decisão do STF ao não prever expressamente as duas modalidades de emendas: individuais e de bancadas. Outro trecho importante que foi vetado pelo Executivo diz respeito ao Fundo Partidário. O projeto que saiu do Congresso previa que os valores destinados ao Fundo deveriam crescer na mesma proporção da arrecadação fiscal. Mas esse trecho vem de encontro ao novo arcabouço fiscal e também ao interesse público, justificou o Planalto.

Meta fiscal e novo salário mínimo

No texto aprovado pelo presidente Lula, a meta fiscal é considerada “neutra” e a meta de zerar o déficit primário este ano está mantida. Mas há uma margem de tolerância de 0,25% do produto interno bruto (PIB) para mais ou para menos. Essa margem corresponde a um déficit ou superávit de até R$ 30,9 bilhõesJá o novo valor do salário mínimo ficou em  R$ 1.518 graças a um decreto presidencial que suplantou o valor inicial previsto pela LDO, que era de R$ 1.502. 

“O salário mínimo e insignificante diante de inflação galopante. Agora as emendas parlamentares que são varias  e Fundo Partidário que foi de R$ 8,5 bilhões para o fundo partidário, vocês pode ver todos os detalhes no site da câmara do deputados e as emendas parlamentares?????? Enquanto isto as pobreza ficar só no desejar e no sofrimento como sempre.

Fonte: Brasil 61

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Saúde: adesão para retomada de obras do PAC prorrogada até 17 de janeiro

Um novo prazo foi aberto para que gestores municipais e estaduais possam assinar o Termo de Repactuação para Retomada de Obras na Saúde (TRR), que faz parte do Novo PAC, até o próximo dia 17 de janeiro. A ampliação do prazo deve garantir que 100% dos estados que estão aptos para essa etapa possam concluir o cadastro, garantindo o término das obras e o acesso da população à saúde. O investimento previsto para esta etapa será de mais de R$ 353 milhões, recursos que devem ser suficientes para garantir a conclusão de obras importantes para a saúde pública, entre elas, as de 137 Academias de Saúde, 10 Centros de Atenção Psicossocial (Caps), três Centros de Parto Normal (CPN), cinco Centros Especializados em Reabilitação (CER), três oficinas ortopédicas, 808 Requalifica Unidades Básicas de Saúde (UBS), quatro unidades de acolhimento, 28 Unidades de Pronto Atendimento (UPA) e duas Unidades Neonatais (Utin).

Onde fazer o cadastro

A regularização dos cadastros pode ser feita de duas maneiras: pelo Sistema de Monitoramento de Obras (SISMOB) ou pelo InvestSUSAlém de ser uma oportunidade para que obras paradas sejam concluídas, o programa Retomada de Obras na Saúde também oferece, para as obras já concluídas com recursos próprios, a regularização da situação no SISMOB. Dessa forma, os gestores poderão ser ressarcidos dos valores já pagos. Segundo informações do Ministério da Saúde, 153 das 203 obras que aderiram à repactuação já estão com o Termo assinado e aptas a começarem o processo de licitação e receber os recursos federais.

Suporte

Em caso de dúvidas, os gestores terão suporte pelo WhatsApp (61) 3315-2223, e-mail e ainda pelo site oficial do programa, onde poderão tirar dúvidas e agilizar as atividades.

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Bolsa Família começa a cair em janeiro e valor surpreende titulares

Disponível para as famílias brasileiras de baixa renda, o programa do Bolsa Família realiza pagamentos periódicos para os cidadãos brasileiros que vivem em situação de vulnerabilidade social e econômica. Em janeiro, o pagamento que é realizado pelo Governo Federal já tem data para começar a ser depositado. No entanto, o valor a ser disponibilizado tem surpreendido alguns beneficiários.

Bolsa Família começa a cair em janeiro e valor surpreende titulares. 

Apesar das expectativas dos beneficiários por um eventual reajuste no valor disponibilizado pelo programa no ano de 2025, Bolsa Família manterá o valor mínimo de R$ 600. O pagamento continuará a ser depositado na conta da poupança social do Caixa Tem. Dessa forma, é essencial que as famílias tenham acesso ao aplicativo para realizar a movimentação financeira do benefício. Em dezembro de 2024, algumas famílias puderam contar com um adicional liberado por meio do programa do Vale Gás. No entanto, em janeiro deste ano o adicional não será liberado. A suspensão acontece porque, de acordo com a especialista do FDR, Laura Alvarenga, o benefício tem um pagamento bimestral. Dessa forma, o valor só voltará a ser depositado no mês de fevereiro.

Apesar disso, as famílias poderão contar com outros adicionais. Isso porque o Bolsa Família disponibiliza alguns pagamentos extras como forma de auxiliar as famílias brasileiras que vivem diferentes realidades. Para saber se poderá ser contemplado é preciso que a família mantenha a inscrição no CadÚnico atualizada e confira as regras de cada adicional.

Veja a lista completa de adicionais do Bolsa Família disponíveis em 2025:
Benefício de Renda de Cidadania: adiciona R$ 142 por membro da unidade familiar;
Benefício Complementar: complementa o pagamento de famílias cuja soma dos benefícios não atinja o valor de R$ 600;
Benefício Primeira Infância: libera R$ 150 mensais para cada criança de zero a sete anos;
Benefício Variável Familiar: paga uma parcela extra mensal de R$ 50 para gestantes e jovens de 7 a 18 anos;
Benefício Variável Familiar Nutriz: paga um extra de R$ 50 para cada integrante com até sete meses de idade;
Benefício Extraordinário de Transição: disponível até maio de 2025. Garante que nenhum beneficiário receba quantidade inferior à concedida no Auxílio Brasil.

dr.

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Cartões de crédito e Pix começam a ser fiscalizados pela Receita; veja o que muda

Cartões de crédito e Pix começam a ser fiscalizados pela Receita; veja o que muda. (Imagem:  Jeane de Oliveira/ FDR) A partir deste ano, a Receita Federal passará a receber relatórios semestrais tanto das operadoras de cartão de crédito quanto das instituições de pagamento. De acordo com a especialista do FDR, Laura Alvarenga, isso inclui empresas como varejistas de grande porte, bancos virtuais e carteiras digitais.

O relatório enviado a cada seis meses para o órgão federal deverá levar informações sobre os pagamentos realizados tanto por pessoas físicas quanto por empresas. No entanto, no caso das pessoas físicas, a informação precisará ser divulgada quanto a transação for superior a R$ 5 mil. Já no caso das empresas, deverão ser informadas as operações que superarem o valor de R$ 15 mil.

Entenda como o envio de dados do cartão de crédito e do PIX podem te afetar:

Atualmente, a Receita Federal já recebe esse tipo de informação em alguns casos; Isso porque os bancos tradicionais, sejam públicos e privados, já precisam realizar essa comunicação; No entanto, com a ampliação da obrigação para outras instituições, novos dados deverão ser incorporados as informações obtidas pela Receita Federal; Dessa forma, as eventuais irregularidades envolvendo a falta de comunicação de rendimentos se tornarão rastreáveis com maior facilidade; Com isso, é essencial que os contribuintes se mantenham atentos, especialmente para evitar cair na malha fina. “As medidas visam aprimorar o controle e fiscalização das operações financeiras, garantindo uma maior coleta de dados. Além disso, reforçam os compromissos internacionais do Brasil no âmbito do Padrão de Declaração Comum (CRS), contribuindo para o combate à evasão fiscal e promovendo a transparência nas operações financeiras globais”, afirmou a Receita Federal por meio de nota oficial.

Neste vídeo o colaborador do FDR, Ariel França, traz informações sobre cuidados necessários no uso do cartão de crédito. Confira:

fdr.

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QUANDO AS HERESIAS AMEAÇAM A UNIDADE DA IGREJA

EM DEFESA DA FÉ CRISTÃ
Combatendo as Antigas Heresias que se Apresentam com Nova Aparência

 

 

 

 

 

O QUE ESTUDAREMOS?
Neste trimestre, nos aprofundaremos no estudo das heresias e seitas que desafiaram a Igreja Primitiva. Embora originadas no passado, essas doutrinas equivocadas continuam a ressurgir sob novas formas no contexto atual da Igreja. Diante desse desafio, cabe à Igreja defender a sã doutrina, refutar os falsos ensinamentos e proteger a integridade da fé cristã contra qualquer ameaça. Vamos juntos aprender a Palavra de Deus.

TEXTO ÁUREO – COMPARAÇÃO DE TRADUÇÕES
Amados, embora planejasse escrever-lhes com todo empenho sobre a salvação que compartilhamos, entendo agora que devo escrever a respeito de outro assunto e insistir que defendam a fé que, de uma vez por todas, foi confiada ao povo santo. (Jd 3 NVT). A intenção inicial de Judas era escrever acerca da gloriosa salvação que é um bem comum dos
cristãos. O Espírito de Deus, porém, o influenciou de tal modo que Judas sentiu a necessidade de uma mudança de direção. Não bastava redigir um simples texto doutrinário; seus leitores precisavam ser fortalecidos por meio de um apelo enérgico. Deviam ser exortados a batalhar diligentemente, pela fé. Batalhamos com diligência pela fé que uma vez por todas foi entregue aos santos. Preste atenção: A fé nos foi entregue de uma vez por todas. O corpo doutrinário está completo, o cânon está fechado e nada mais pode ser acrescentado. “Se é novidade, não é verdade; se é verdade, não é novidade”. Quando um mestre afirma ter recebido uma revelação superior ou adicional àquela que se encontra na Bíblia, devemos rejeitá-la de imediato. A fé foi entregue uma vez por todas e não precisamos nem devemos aceitar nada mais. Esta é nossa resposta aos líderes de seitas e a seus livros que arrogam autoridade semelhante à das Escrituras.

VERDADE PRÁTICA
Heresias são crenças e práticas contrárias ao pensamento bíblico que distorcem os pontos principais da doutrina bíblica. No ponto três, conceituaremos de forma mais completa o termo “heresia”. No entanto, é oportuno fazer a seguinte observação: A palavra “heresia”, em seu sentido mais comum, não se refere apenas a pensar diferente, mas a divergir daquilo que a Bíblia apresenta como verdade. Por isso, é necessário cautela ao rotular uma pessoa ou igreja como herege. Nenhuma denominação religiosa é a proprietária exclusiva da verdade; essa autoridade pertence à Bíblia.
Divergências doutrinárias podem ocorrer, especialmente em pontos considerados secundários, e isso não torna alguém automaticamente herege. É importante distinguir entre diferenças legítimas de interpretação e desvios que realmente contradizem as Escrituras. Assim, antes de chamar alguém de herege ou classificar uma igreja como seita, o critério de
avaliação deve ser a Bíblia, e não as tradições ou crenças particulares da nossa própria comunidade de fé.

I. AS AMEAÇAS DOS LOBOS VORAZES
1.1 Os cuidados pastorais (At 20.28).
A LIÇÃO DIZ: Os “anciãos” mencionados no versículo 17 são chamados de bispos nessa passagem e, ao dizer que eles foram constituídos pelo Espírito Santo para “apascentardes a igreja de Deus”, mostra que eles são pastores. A função primordial do pastor é alimentar, guiar e proteger o rebanho (Lc 15.4-6). O Novo Testamento emprega essa metáfora ao tratar o relacionamento entre pastor e rebanho na igreja. A exortação apostólica aos líderes da igreja visa proteger os irmãos e as irmãs das heresias e guiar todos na verdade do Evangelho. Esse cuidado aparece nos ensinos de Jesus (Mt 7.15-20).
Primeiro, o texto:
Cuidem de vocês mesmos e de todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo os colocou como bispos, para pastorearem a igreja de Deus, que ele comprou com o seu próprio sangue. (At 20.28 NVI). Segundo, o contexto: Atos 20 relata a terceira viagem missionária do apóstolo Paulo. O propósito de Paulo nessa viagem não foi plantar igrejas, mas formar obreiros para a seara do Senhor, servir no campo da educação cristã. Ele criou uma escola teológica em Éfeso. A mensagem de Atos 20 foi dirigida, originalmente, aos lideres de Éfeso e continua valendo para todos os cristãos em todos os lugares e em todas as épocas. (SOARES, 2024, p. 16). Todavia, o contexto também é de despedida. Paulo está reunido com os presbíteros de Éfeso para transmitir-lhes suas últimas instruções. Por fim, vamos a uma breve explicação:
• Em primeiro lugar, Paulo dá um encargo aos presbíteros efésios, que devem assumir as responsabilidades pastorais na igreja local. Ele começa por lhes dizer que cuidem de si mesmos, ou seja, eles devem ser exemplos espirituais para os membros da igreja.
a. O líder precisa cuidar de si mesmo antes de cuidar do rebanho de Deus.
b. O líder precisa cuidar de si mesmo para não praticar o que condena.
c. O líder precisa cuidar de si mesmo para não cair em descrédito.
• Em segundo lugar, os presbíteros têm a tarefa de cuidar das necessidades espirituais de “todo o rebanho”. A expressão “pastorear”, conforme Strong, significa: apascentar, cuidar, nutrir, proteger, suprir o necessário para as necessidades da alma. Dessa forma, entre outras coisas, é responsabilidade dos líderes nutrir a igreja com a Palavra de Deus e protegê-la dos falsos mestre e de suas perniciosas heresias.
1.2 “Depois da minha partida” (v.29).
A LIÇÃO DIZ: Essa expressão é uma palavra profética, pois o apóstolo não está apenas se referindo à sua morte, mas também ao avanço dos hereges no seio da igreja depois do período apostólico, no futuro. Paulo usa uma linguagem metafórica para identificar os falsos doutrinadores, “lobos cruéis” ou “lobos vorazes” (v. 29 – Nova Almeida Atualizada – NAA).
Primeiro, o texto:
Sei que, depois da minha partida, lobos ferozes penetrarão no meio de vocês e não pouparão o rebanho. (At 20.29 NVI). Em segundo lugar, destaca uma síntese das principais heresias que assolaram a igreja primitiva:
Gnosticismo (século II): Liderado por Valentim, pregava que o mundo material foi criado por um Demiurgo inferior e a salvação era obtida pelo conhecimento secreto (gnose).
Docetismo (século I): Defendido por Cerinto, afirmava que Jesus apenas parecia ter um corpo físico, negando sua encarnação verdadeira.
• Marcionismo (por volta de 144 d.C.): Fundado por Marcion de Sinope, fazia uma separação radical entre o Deus do Antigo Testamento (julgamento) e o do Novo Testamento (amor), rejeitando o Antigo Testamento.
Montanismo (por volta de 156-157 d.C.): Liderado por Montano, enfatizava a revelação contínua do Espírito Santo e práticas ascéticas rigorosas, pregando a iminência do fim dos
tempos.
• Arianismo (início do século IV): Propagado por Ário, negava a coeternidade de Jesus com Deus Pai, afirmando que Jesus era uma criação divina, inferior ao Pai.
• Novacianismo (meados do século III): Iniciado por Novaciano, defendia que apenas membros moralmente perfeitos deveriam compor a Igreja, negando a readmissão dos que renegaram a fé.
• Pelagianismo (final do século IV e início do século V): Proposto por Pelágio, negava o pecado original e a necessidade da graça divina para a salvação, defendendo que o livre-arbítrio
bastava para uma vida sem pecado.
1.3 A origem dos falsos mestres (v.30).
A LIÇÃO DIZ: Dois pontos surpreendentes, nessa parte do discurso, nos chamam a atenção; primeiro, os lobos vorazes surgem de dentro da própria igreja “dentre vós mesmos” e, segundo “se levantarão homens que falarão coisas perversas, para atraírem os discípulos após si”.
Primeiro, o texto:
E dentre vocês mesmos se levantarão homens que torcerão a verdade, a fim de atrair os discípulos. (At 20.30 NVI). Segundo, uma explicação: A metáfora dos lobos atacando o rebanho é uma figura dos falsos mestres que entrarão na igreja para enganar os membros e desviá-los da fé. Tanto Pedro como Judas se opõem aos falsos mestres e zombadores que entram furtivamente na igreja para desviar o povo do caminho. “E dentre vocês mesmos.” Não apenas os falsos mestres se infiltrarão entre os membros da igreja (comparar com Jd 4), mas mesmo dentro da igreja, o perigo da heresia é real (veja 1Jo 2.18–19). Algumas pessoas na igreja se tornam falsos profetas, que algumas vezes se disfarçam de anjos de luz (2Co 11.14). Elas, de propósito, lutam para desviar os crentes da verdade do evangelho.

II. O QUE É APOLOGÉTICA?
2.1 Definição (1 Pe 3.15).
A LIÇÃO DIZ: Apologética Cristã é a defesa lógica e racional da fé cristã e de suas práticas doutrinárias. O termo vem do substantivo grego apologia, que literalmente significa “defesa, resposta”. A palavra “apologia” vem do grego e significa “dar uma defesa”. Assim, a apologética cristã é a ciência que visa defender a fé cristã. Existe uma quantidade significativa de céticos que duvidam da existência de Deus ou atacam a crença no Deus da Bíblia. Além disso, há críticos que questionam a inspiração e inerrância das Escrituras e falsos mestres que promovem doutrinas errôneas e negam as verdades fundamentais da fé cristã. O objetivo da apologética cristã é combater esses movimentos e promover a verdade revelada em Cristo. O versículo chave para a apologética cristã é provavelmente 1 Pedro 3:15-16: “Antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vosso coração, estando sempre preparados para responder a todo aquele
que vos pedir razão da esperança que há em vós, fazendo-o, todavia, com mansidão e temor.” Não há justificativa para um cristão ser completamente incapaz de defender sua fé. Todo cristão deve ser capaz de oferecer ao menos uma apresentação razoável de sua fé em Cristo. Embora não seja necessário que todos sejam especialistas em apologética, é essencial que cada cristão saiba o que acredita, por que acredita, como compartilhar sua fé e como defendê-la contra mentiras e ataques.
2.2 A que defesa Pedro se refere? (v.16).
A LIÇÃO DIZ: Há quem argumente que essa defesa seja uma resposta a uma acusação, visto que essa mesma palavra, apologia, aparece, nesse sentido no Novo Testamento, como defesa de uma acusação tanto formal (At 22.1; 25.16) como informal (1 Co 9.3; 2 Co 7.11; Fp 1.7,16). O versículo 16 fala do bom testemunho cristão que serve para provar a inconsistência das acusações contra os crentes. Mas não parece ser esse o caso, porque a defesa, resposta ou explicação nessa passagem é sobre a razão da fé dos cristãos, e isso diz respeito à doutrina cristã. “Estejam sempre preparados para responder a qualquer pessoa que lhes pedir a razão da esperança que há em vocês.” (O termo em negrito é tradução do termo grego “apologia” que segundo Strong significa defesa verbal, argumento racional) A admoestação “para responder a qualquer pessoa que lhes pedir” não se limita às circunstâncias em que um cristão deve se defender diante de um tribunal. Em alguns casos, o cristão deve se defender diante dos ataques verbais de descrentes hostis. Outras vezes, é pedido que ele ensine o evangelho a alguém próximo de si que demonstra interesse genuíno em entender a religião cristã. O termo a “qualquer pessoa” é inclusivo e está relacionado a todas as circunstâncias. Quando reverenciamos Cristo como Senhor, experimentamos que “a boca fala do que está cheio o coração” (Mt 12.34). Assim, nossa expressão verbal deve ser exemplar, graciosa e correta. Devemos demonstrar a habilidade de responder a todos que nos perguntam sobre nossa fé em Cristo.
2.3 Por que devemos combater as heresias? (3.16).
A LIÇÃO DIZ: a) Para defesa própria (1 Tm 4.16) : Os cristãos devem estar informados daquilo que os vários grupos ensinam e saber a forma de refutá-los biblicamente;
b) Para ajudar os outros na compreensão da própria fé: principalmente os que rejeitam pontos fundamentais da fé cristã e, muitas vezes, de forma inconsciente, pois sabemos que existem muitas pessoas sinceras as quais buscam servir a Deus e precisam conhecer a sua Palavra (Tt 1.9).
Motivos complementares:
• Defesa Própria. Várias entidades religiosas treinam seus adeptos para ir, de porta em porta, à procura de novos aderentes. Algumas são especializadas em trabalhar com os evangélicos, principalmente os novos convertidos. Os cristãos devem se informar acerca do que os vários grupos ensinam. Só assim poderão refutá-los biblicamente (Tt 1.9); Vejamos o que ensinam os adventistas: “Temos uma obra a fazer por ministros de outras igrejas. Deus quer que eles
se salvem. Nossos ministros devem buscar aproximar-se dos ministros de outras denominações”. (Testemunhos Seletos, vol. II, p. 386, 2ª edição – 1956).
• Proteção do rebanho. Um rebanho bem alimentado não dará problemas. Devemos investir tempo e recursos na preparação dos membros da Igreja.
• Evangelização. O fato de conhecermos o erro em que se encontram os membros de seitas nos ajuda a apresentar-lhes a verdade de que necessitam. Entre eles se encontram muitas pessoas sinceras que precisam se libertar e conhecer a Palavra de Deus. Os adeptos das seitas também precisam do Evangelho. Se estivermos preparados para abordá-los e demonstrar a verdade em sua própria Bíblia, poderemos ganhá-los para Cristo.
• Missões. Desempenhar o trabalho de missões requer muito mais que deslocar-se de uma região para outra ou de um país para outro. Precisamos conhecer a cultura onde vamos semear o Evangelho. Junto à cultura teremos a religiosidade nativa. Conhecer antecipadamente tais elementos nos dará condições para alcançá-los adequadamente.

III. O QUE SÃO HERESIAS?
3.1 Seitas e heresias.
A LIÇÃO DIZ: A palavra hairesis no Novo Testamento grego é traduzida como “seita” (At 5.17; 15.5; 24.5; 28.22) e “heresias” (1 Co 11.19; Gl 5.20; 2 Pe 2.1). É verdade que o Cristianismo foi também chamado de “seita”, mas por não cristãos, pessoas que não conheciam as verdades do Evangelho de Cristo e que se opunham a Ele (At 24.5,14; 28.22). A palavra “seita” é usada para designar as religiões heterodoxas. É um termo já desgastado, trazendo em si, muitas vezes, um tom pejorativo, por isso devemos saber quando aplicá-lo. Do ponto de vista cristão, heresia é o ato de um indivíduo ou de um grupo afastar-se do ensino da Palavra de Deus e adotar e divulgar suas próprias ideias, ou as ideias de outrem, em matéria de religião. Em resumo, é o abandono da verdade. Uma seita é identificada, em geral, pelo que ela prega a respeito dos seguintes assuntos:
• A Bíblia Sagrada;
• A Pessoa de Deus;
• A queda do homem e o pecado;
• A Pessoa e a obra de Cristo;
• A salvação;
• O porvir.
Se o que uma seita ensina sobre esses assuntos não se harmoniza com as Escrituras, podemos afirmar que estamos diante de uma seita herética. Entre as principais razões para o surgimento de seitas falsas no mundo atualmente, destacam-se:
A ação diabólica no mundo (2 Co 4.4);
• A ação diabólica contra a Igreja (Mt 13.25);
• A ação diabólica contra a Palavra de Deus (Mt 13.19);
• O descuido da Igreja em pregar o Evangelho completo (Mt 13.25);
• A falsa hermenêutica (2 Pe 3.16);
• A falta de conhecimento da verdade bíblica (1 Tm 2.4);
• A falta de maturidade espiritual (Ef 4.14).
3.2 “Hairesis” no Novo Testamento.
A LIÇÃO DIZ: Esse vocábulo aparece com o sentido de “partido, espírito sectário” e nem sempre representa uma ruptura com o sistema convencional de determinada comunidade. Os saduceus e os fariseus eram seitas que formavam facções dentro do próprio judaísmo (At 5.17; 26.5), e a versão bíblica NAA traduz por “partido”. Paulo adverte para que não haja no seio da igreja essas divisões (hairesis) e condena as inovações doutrinárias que causam divisão ou dissensão (1 Co 11.19; Gl 5.20). William Barclay escreveu: O verbo grego hairein significa “eleger”; e a palavra grega hairesis significa “partido, escola ou seita”. Originalmente a palavra não tinha nenhum significado negativo. Uma hairesis era apenas um partido ao qual uma pessoa desejava pertencer. O significado negativo aparece quando uma pessoa erige sua opinião privada contra todo ensino, acordo e tradição da igreja. Um herege é simplesmente uma pessoa que decidiu que está certa e que todos os demais estão equivocados. O herege é a pessoa que transforma as próprias ideias na prova e na medida de toda a verdade. Olhando para o aspecto negativo do termo hairesis, destacamos uma severa advertência de Paulo feia a Tito: “Evite, porém, controvérsias tolas, genealogias, discussões e contendas a respeito da Lei,porque essas coisas são inúteis e sem valor. Quanto àquele que provoca divisões, advirta-o uma primeira e uma segunda vez. Depois disso, rejeite-o. Você sabe que tal pessoa se perverteu e está em pecado; por si mesma está condenada”. (Tt 3.9-11). Tito deveria evitar pessoas que gostavam de criar partidos dentro da igreja e semear a cizânia da heresia e da discórdia. Nada machuca mais a igreja do que aqueles que se apartam da verdade e vivem criando mal-estar, ferindo a comunhão, falando mal das pessoas e maculando sua honra.
3.3 Heresias de perdição (2 Pe 2.1).
A LIÇÃO DIZ: É nessa passagem que hairesis apresenta o sentido de erro doutrinário como a “heresia”, propriamente dita, no campo teológico que nós conhecemos hoje. As heresias distorcem os pontos principais da doutrina cristã no que diz respeito a Deus: Trindade, o Senhor Jesus Cristo e o Espírito Santo; ao ser humano: natureza, pecado, salvação, origem e destino; aos anjos; à igreja e às Escrituras Sagradas. O mais grave erro é quando diz respeito à Divindade e interfere na salvação (v.1b), pois não existe salvação sem Jesus (Jo 14.6; At 4.12).
Primeiro, o texto bíblico:
No passado surgiram falsos profetas no meio do povo, como também surgirão entre vocês falsos mestres. Estes introduzirão secretamente heresias destruidoras, chegando a negar o Soberano que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição. (2 Pe 2.1 NVI). Segundo, uma breve explicação. Os falsos mestres são perigosos porque se introduzem na igreja e se apresentam como ministros do evangelho. São versados na arte da dissimulação, pois sabem que as pessoas ficariam precavidas caso eles se apresentassem abertamente como ateus ou agnósticos. Carregam a Bíblia debaixo do braço e empregam termos ortodoxos, mas os aplicam de forma totalmente distorcida. As heresias dos falsos mestres desembocavam numa negação categórica do próprio Senhor Jesus. Por isso, esses falsos mestres não escapariam da destruição. Warren Wiersbe tem razão em dizer que os falsos mestres são mais conhecidos por aquilo que negam do que por aquilo que afirmam. Negam a inspiração da Bíblia, o caráter pecaminoso do ser humano, a morte vicária de Jesus Cristo na cruz, a salvação somente pela fé e até mesmo a realidade do julgamento eterno. As heresias são de fato destruidoras. Elas, além de distorcerem a verdade, elas tem a capacidade de cegar e privar o homem da salvação. Por exemplo, como alguém que não crer em Jesus e na salvação pela graça por meio da fé pode ser salvo? Como alguém que não acredita na doutrina do pecado pode se arrepender e confessar as suas faltas? As heresias, de fato, são destruidoras.

CONCLUSÃO
A igreja moderna enfrenta uma grave crise espiritual devido à negligência na leitura e no estudo das Escrituras. A Bíblia, que deveria ser a base inquestionável da fé e da prática cristã, tem sido deixada de lado, substituída muitas vezes por opiniões humanas, experiências emocionais e tendências culturais. Esse afastamento da Palavra de Deus enfraquece o discernimento espiritual, deixando muitos cristãos incapazes de distinguir a verdade das doutrinas falsas. Sem o alicerce sólido das Escrituras, as heresias encontram terreno fértil para se multiplicar, seduzindo aqueles que carecem de conhecimento bíblico e maturidade espiritual. A falta de leitura sistemática e reflexiva da Bíblia resulta na ignorância sobre os fundamentos da fé, permitindo que ideias distorcidas e ensinamentos equivocados sejam aceitos sem questionamento.
Portanto, a solução para esse problema é um retorno genuíno às Escrituras. A igreja precisa resgatar o hábito da leitura bíblica diária, promovendo o ensino sólido e incentivando os crentes a examinarem as Escrituras como os bereanos (At 17.11). Somente assim será possível fortalecer a fé, proteger-se contra as heresias e cumprir o chamado de ser uma luz em um mundo repleto de engano espiritual.

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UM CONVITE À AUTENTICIDADE O QUE VAMOS ESTUDAR?

A VERDADEIRA RELIGIÃO
Um Convite à Autenticidade na Carta de Tiago.


Neste novo trimestre, estudaremos treze lições a respeito da Carta de Tiago. Veremos que seus ensinos, embora escritos em um tempo distinto do nosso, é fonte genuína de ensino prático para o crente de todos os tempos. Vamos juntos aprender a Palavra de Deus.

TEXTO PRINCIPAL
O que tu queres é um coração sincero; enche o meu coração com a tua sabedoria. (Sl 51.6 NTLH). Vamos dividir o nosso texto em duas partes e fazer as devidas conexões com o tema geral do trimestre.
• “O que tu queres é um coração sincero”.
a. Coração Sincero: Este trecho destaca a necessidade de autenticidade diante de Deus. Deus não se agrada de aparências, religiosidade vazia ou rituais sem coração. Ele busca um coração honesto, que reconheça suas limitações e pecados, assim como Davi faz neste Salmo ao confessar seus erros.
b. Conexão com Tiago: A Carta de Tiago enfatiza que uma fé genuína deve ser prática e não apenas de palavras. Tiago 1.22 diz: “Sejam praticantes da palavra, e não apenas ouvintes”. Um coração sincero é aquele que não busca uma vida dupla, mas vive com integridade, refletindo Cristo em palavras e ações.
c. Lição Central: Em um mundo cheio de hipocrisia e religiosidade vazia, Deus valoriza o
coração puro que deseja agradá-Lo acima de tudo.
• “Enche o meu coração com a tua sabedoria”.
a. A Sabedoria Divina: Esta parte revela a dependência que Davi tinha de Deus. Ele sabia que somente a sabedoria que vem do Alto poderia guiá-lo em uma vida reta e autêntica.
b. Tiago e a Sabedoria: Tiago 3.17 ensina que a sabedoria do Alto é “pura, pacífica, amável, compreensiva, cheia de misericórdia e de bons frutos”.
c. Lição Central: Um coração cheio da sabedoria de Deus discerne entre o certo e o errado e busca praticar o bem. Não é movido por paixões carnais ou ambições egoístas, mas reflete o caráter de Cristo em tudo.

RESUMO DA LIÇÃO
A autenticidade da fé cristã é a chave para uma vida plena em Deus.
• “A autenticidade da fé cristã”.
a. Fé Genuína: A palavra “autenticidade” traz a ideia de algo real, sem falsidade ou hipocrisia. Tiago enfatiza que a fé cristã verdadeira não é apenas uma declaração de crença, mas algo que se manifesta em obras e atitudes. Ele deixa claro em Tiago 2.17: “A fé, se não tiver obras, por si só está morta”.
b. Prática e Coerência: A fé autêntica é vivida de maneira coerente. É uma fé que:
i.
ii.
iii.
Se preocupa com os necessitados (Tiago 1.27); Controla a língua e evita palavras destrutivas (Tiago 3.10); Demonstra sabedoria e humildade em suas ações (Tiago 3.13-18).
• “É a chave para uma vida plena em Deus”.
a. Uma Vida Plena: A plenitude em Deus significa viver em comunhão constante com Ele, experimentando paz, propósito e realização espiritual. Essa vida só é possível quando nossa fé é verdadeira e alinhada com os princípios bíblicos.
b. Tiago e a Plenitude: A Carta de Tiago mostra que uma fé autêntica:
i.
ii.
iii.
Produz perseverança e maturidade nas provações (Tiago 1.2-4); Conduz à sabedoria do alto, que traz harmonia e frutos de justiça (Tiago 3.17-18); Gera paciência e esperança, mesmo em meio às dificuldades da vida (Tiago 5.7-11).

I. A CARTA DE TIAGO
1.1 A autoria.
A LIÇÃO DIZ: A Carta de Tiago é atribuída a Tiago, o Justo, irmão de Jesus e líder da igreja em Jerusalém (Mt 13.55). Tiago não creu em Jesus durante o ministério público do Senhor (Jo 7.5). Porém, após abraçar a fé cristã, provavelmente quando Jesus lhe apareceu após a ressurreição (1Co 15.7) tornou-se uma liderança respeitada na igreja do primeiro século. Sua Liderança é reconhecida por diversos estudiosos e mencionada em outros textos bíblicos, como no livro de Atos (At 12.17; 1513; 21.18). Vários nomes bíblicos sofreram alterações na tradução do hebraico para o grego, latim e outras línguas. Nenhum deles é tão diferente do original quanto Tiago, tradução do nome grego Iakobos, que vem do hebraico Yaakov (Jacó). Havia muitos judeus com o nome Yaakov, e o NT fala de quatro indivíduos assim denominados. Todos eles foram considerados possíveis autores desta epístola, mas com diferentes graus de probabilidade e corroboração acadêmica.
• Tiago, o apóstolo, filho de Zebedeu e irmão de João (Mt 4.21). Se o apóstolo Tiago fosse o autor, a aceitação da carta não teria demorado tanto. Ademais, ele foi martirizado em 44 d.C., provavelmente antes da redação desta epístola.
• Tiago, filho de Alfeu (Mt 10.3). Exceto pela presença de seu nome nas listas dos apóstolos, é praticamente desconhecido. O fato de o autor referir-se a si mesmo como “Tiago”, sem nenhum título distintivo, mostra que era bastante conhecido na época.
• Tiago, pai de Judas (não Iscariotes; Lc 6.16). Por ser ainda mais desconhecido, é razoável descartá-lo como autor da carta.
• Tiago, o meio-irmão do Senhor (Mt 13.55; Gl 1.19). Quase certamente é o autor. Era bastante conhecido, porém modesto, uma vez que não menciona seu parentesco com Cristo. Foi ele quem presidiu o concílio de Jerusalém e passou os últimos dias de vida nessa cidade. Era conhecido como um cristão judeu zeloso, de estilo de vida extremamente austero. Em resumo, é lembrado pela história (Josefo) e pela tradição da Igreja como cristão qualificado para escrever esta epístola. Tiago escreveu com a autoridade de alguém que havia visto pessoalmente o Cristo ressurreto (1Co 15.7), foi reconhecido como um parceiro dos apóstolos (Gl 1.19) e serviu como líder na igreja de Jerusalém. A tradição atribui a ele dois adjetivos: Justo e Joelhos de Camelo. Ele foi nominado de Tiago, o justo devido a sua devoção e piedade inquestionáveis. O chamaram de joelhos de Camelo devido a sua intensa vida de oração. Dizem que Tiago orava tanto que seus joelhos criaram uma crosta grossa, dai surge tal caracterização.
1.2 O contexto histórico e a data.
A LIÇÃO DIZ: Tiago escreveu a Carta em um contexto de perseguição aos cristãos. A citação “às doze tribos dispersas”, refere-se aos crentes de origem judaica. Algumas palavras utilizadas por Tiago demonstram que os destinatários estavam familiarizados com o judaísmo, como por exemplo: referência à reunião em uma sinagoga; a Abraão como pai e as semelhanças com a literatura sapiencial judaica, em especial com o livro de Provérbios. A Bíblia de Estudo Pentecostal data a produção da Carta de Tiago entre os anos 45 e 49 d.C., aproximadamente. Josefo afirma que Tiago foi morto em 62 d.C., de modo que a carta é anterior a essa data. Tendo em vista a ausência de qualquer menção às decisões tomadas no concílio de Jerusalém (48 ou 49 d.C.) presidido por Tiago (At 15), costuma-se datá-la entre 45 e 48 d.C. Os destinatários dessa carta eram cristãos judeus que haviam sido dispersados (1.1), possivelmente em consequência do martírio de Estêvão (At 7.31-34 d.C.); porém, o mais provável é que a causa da dispersão tenha sido a perseguição sob o governo de Herodes Agripa I (At 12; aproximadamente em 44 d.C.). O autor refere-se ao seu público como “irmãos” por quinze vezes (1.2,16,19; 2.1,5,14; 3.1,10,12; 4.11; 5.7,9-10,12,19), o que era uma forma comum entre os judeus do século primeiro de se dirigirem uns aos outros. Não é de surpreender, então, que Tiago tenha um conteúdo judaico. Por exemplo, a palavra grega traduzida por “reunião” (2.2) é a palavra usada para “sinagoga”. Além disso, Tiago contém mais de quarenta referências ao AT (e mais de vinte ao Sermão da Montanha, Mt 5—7).
1.3 Estilo e estrutura.
A LIÇÃO DIZ: O estilo da Carta é direto e prático, refletindo a personalidade de Tiago como um líder pastoral preocupado com a vida cotidiana dos crentes. Sua estrutura inclui conselhos práticos, exortações e ensinamentos morais, tornando-a bastante acessível e aplicável. Tiago foi identificado, variavelmente, como uma carta, um escrito de sabedoria e uma homilia. É provável que seja uma combinação dos três, pois um único gênero parece não ser suficiente. Para uma carta, há poucos toques de personalidade e tem sido sempre vista como uma “carta geral”, porque não está associada a um conjunto específico de igrejas. O tom de sabedoria é muito aparente, mas poucos gostariam de rotulá-lo como um escrito de sabedoria ao nível de Provérbios; os temas de sabedoria, em grande parte, são derivados de Jesus e seus ensinamentos. E, finalmente, enquanto contém a parênese ou a exortação de uma homilia, ele não deve ser identificado como apenas uma homilia. Quanto a estrutura, uma abordagem tópica vê os temas-chave da carta conjugados e unidos de modo a criar uma exortação ética unificada. Cada tópico desenvolve um tema, como as provações (1.3–18), a conduta adequada (1.19–27), a discriminação (2.1–13), a fé sem obras (2.14–26), a língua (3.1–12), a sabedoria (3.13–18), o conflito (4.1–12), riqueza (4.13–5.6) e paciência (5.7–11). Esta é a abordagem adotada pela maioria nos dias de hoje.

II. PROPÓSITO E ATUALIDADE DA CARTA DE TIAGO
2.1 Propósito da Carta.
A LIÇÃO DIZ: O principal propósito é incentivar os cristãos a amadurecerem na fé, enfrentando as provações com alegria, sabendo que a prova da fé produz a paciência (Tg 1.2-4). Esse chamado ao crescimento espiritual é central em todo o texto. O alvo de Tiago é que os crentes vivam a sua fé de uma maneira sólida e demonstrem a verdadeira maturidade que a fé em Jesus Cristo pode produzir. Vários subpropósitos podem ser identificados na epístola, embora não sigam uma ordem “lógica”:
• Encorajar: Tiago oferece consolo aos leitores que passavam por provações (1.2; 5.7) e estavam em condição humilde (1.9).
• Advertir: Admoesta os ricos contra a ideia equivocada de que riquezas eram sinal de bênção divina (1.10), condenando abusos resultantes dessa noção (5.1). Alerta ainda sobre o favoritismo aos ricos em detrimento dos pobres (2.1).
• Exortar: Há uma forte ênfase prática com muitos imperativos (um a cada dois versículos). Tiago pede que os leitores sejam praticantes da Palavra (1.22), ensinando que a fé sem obras é morta (2.14, 26). Obras de justiça devem refletir a sabedoria celestial (3.13). Tiago também alerta sobre o controle da língua como marca de maturidade espiritual (1.26; 3.2), pois havia contendas e maledicência (4.1, 11).
• Ensinar: Tiago corrige a falsa ideia de uma fé limitada a palavras vazias ou meras declarações verbais (2.19, 15-16). Ele reafirma que:
a. A fé viva deve ser acompanhada de boas obras;
b. Eles estão sob a lei de Cristo (Gl 6.2);
c. Obras de justiça refletem o caráter de Deus.
2.2 Aplicação prática.
A LIÇÃO DIZ: Os ensinamentos de Tiago são extremamente práticos, abordando questões como: o controle da língua, a pureza moral e a justiça social. Esses temas continuam sendo relevantes em nossa vida diária, demonstrando a atualidade da Carta. Para um bom aproveitamento do estudo da Carta de Tiago, é importante pensar em como podemos ajudar as pessoas (e a nós) a serem praticantes da Palavra, e não apenas ouvintes (v. 22). A Carta de Tiago é amplamente reconhecida como um dos livros mais práticos do Novo Testamento, pois seus ensinamentos têm aplicação direta na vida cotidiana dos cristãos. Tiago não se limita a doutrinas ou teorias abstratas; ele foca em ações concretas que demonstram a autenticidade da fé. Em alguns sentidos, é a carta mais autoritária do NT, pois contém mais instruções do que todos os outros escritos. Encontramos, no curto espaço de 108 versículos, nada menos que 54 imperativos.
2.3 Convite à autenticidade.
A LIÇÃO DIZ: O que é autenticidade? Autenticidade é a prática de ser verdadeiro consigo mesmo e com os outros, mantendo a coerência entre crenças, valores e ações. É uma qualidade que promove a integridade pessoal, relacionamentos saudáveis e uma vida plena em Cristo. Autenticidade na vida espiritual fala sobre praticar a fé de maneira que realmente possa “ressoar” com a crença em Cristo, e não apenas seguir rituais ou tradições por obrigação. Tiago faz um forte convite para que os cristãos sejam autênticos em sua fé, vivendo de acordo com os ensinamentos de Cristo. Entender essa definição, isto é, como o autor usa a expressão “autenticidade” é uma questão chave para a compreensão de todo o trimestre.
Resumindo, a autenticidade, segundo Tiago, é:
• Verdade e coerência em todas as áreas da vida;
• Uma fé viva e prática, expressa por meio de ações concretas;

III. A IMPORTÂNCIA DA CARTA
3.1 Os destinatários.
A LIÇÃO DIZ: Carta é direcionada às “doze tribos dispersas entre as nações” (Tg 1.1). Estudiosos colocam o período da escrita da Carta como após os acontecimentos registrados em Atos 8, que causou a morte de Estêvão e Levou à dispersão dos cristãos. Embora ela tenha sido escrita para os primeiros judeus convertidos, seu conteúdo é útil para todos os crentes em Cristo, em todas as épocas. Os Leitores da Carta estavam enfrentando um ambiente hostil à fé e isso longe do seu “lar”. Como esses primeiros cristãos, nós também somos peregrinos e forasteiros neste mundo. Como já destacamos em um subponto anterior, o contexto dos destinatários era de perseguição, porém há a possibilidade de Atos 8 ou Atos 12.
Por que Tiago escreveu esta carta? Para resolver alguns problemas:
• Eles estavam passando por duras provações;
• Eles estavam sendo tentados a pecar;
• Alguns crentes estavam sendo humilhados pelos ricos, enquanto outros estavam sendo roubados pelos ricos;
• Alguns membros da igreja estavam buscando posições de liderança;
• Alguns crentes estavam falhando em viver o que pregavam;
• Outros crentes estavam vivendo de forma mundana;
• Outros não conseguiam dominar a língua;
• Outros estavam se afastando do Senhor;
• Havia crentes que estavam vivendo em guerra uns contra os outros.
3.2 Relevância da Carta para a Igreja Primitiva.
A LIÇÃO DIZ: A Carta de Tiago desempenhou um papel importante na formação da ética e da
prática da Igreja do primeiro século. Uma das contribuições mais significativas de Tiago é a sua discussão sobre a relação entre fé e obras. Ele afirma que a fé sem obras é morta (Tg 2.26). Esta ênfase na necessidade de demonstrar a fé por meio de ações era crucial para uma Igreja que buscava estabelecera credibilidade e a autenticidade da sua mensagem em um ambiente, muitas vezes, hostil e cético. Tiago não aparece nas primeiras listas de livros canônicos, como o Cânon Muratori, do século 2o̱ d.C. Eusébio de Cesareia (c. 260–340 d.C.) incluiu Tiago entre os livros que chamou de antilegomena, numa lista que apresentou em sua História eclesiástica (III, 25). Esses livros eram questionados quanto à canonicidade por razões diferentes. Os outros eram Hebreus, 2 Pedro, 2 e 3 João, Judas e Apocalipse. Tiago era questionado pelo fato de seu autor não se identificar como apóstolo e pela aparente contradição da doutrina da justificação pela fé. A Igreja Oriental, desde cedo, associou o livro a Tiago, irmão de Jesus, e assim aceitou sua apostolicidade e canonicidade. Já a Igreja Ocidental, somente no século 4o̱ , debaixo da influência de Pais da Igreja como Jerônimo e Agostinho, reconheceu sua divina procedência e lugar no cânon. A partir daí, Tiago ocupa lugar no cânon. A Igreja do primeiro século enfrentava um ambiente hostil e cético. Havia a necessidade urgente de que a mensagem cristã fosse respaldada por vidas transformadas. Tiago ensina que os cristãos
devem ser praticantes da Palavra, e não apenas ouvintes (Tiago 1.22). Isso significa que a fé professada em Cristo deve ser visível por meio de:
• Boas obras (Tiago 2.14-18);
• Tratamento igualitário entre ricos e pobres (Tiago 2.1-9);
• Pureza moral e controle da língua (Tiago 3.2-12).
A contribuição de Tiago para a Igreja primitiva foi crucial ao estabelecer que a fé autêntica se manifesta por meio de obras. Esse ensino ajudou a Igreja a:
• Ser relevante e visível no mundo;
• Construir credibilidade em um ambiente desafiador;
• Demonstrar, por meio de ações concretas, que sua mensagem era genuína e transformadora.
3.3 A sua contemporaneidade.
A LIÇÃO DIZ: Suas admoestações oferecem orientações valiosas para os cristãos contemporâneos. A ênfase de Tiago, na autenticidade e na coerência entre fé e obras, desafia os crentes a viverem de maneira que reflitam verdadeiramente os ensinamentos de Jesus. A Carta de Tiago continua extremamente relevante em nosso tempo, pois aborda questões que permanecem presentes na Igreja contemporânea. Assim como os cristãos do primeiro século, nós enfrentamos desafios semelhantes: a falta de autenticidade na fé, o distanciamento entre crença e ,prática, e a necessidade urgente de coerência cristã.

 

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Saiba quanto custa o vestido que Ticiane Pinheiro usou na véspera de Natal

Ticiane Pinheiro(48) recebeu diversos elogios ao mostrar em seu perfil do Instagram o look escolhido para celebrar a véspera de Natal nesta terça-feira, 24. A jornalista vestiu um modelito exclusivo e a CARAS Brasil apurou e descobriu quanto custa! Confira a seguir.

O modelo escolhido por Ticiane Pinheiro faz parte da grife homônima do estilista Vitor Zerbinato, e teve uma personalização em sua cor. Intitulado Mini Vestido Zibeline Glow, a peça está esgotada no site —em que só há os tons de azul-marinho e preto—, porém, custava R$ 4.790. “Feliz Natal! Que os momentos felizes de hoje se tornem as memórias de amanhã. Que este Natal ilumine seu coração com alegria e esperança“, escreveu a jornalista na data especial, desejando boas festas aos seus fãs e seguidores. Ainda nas redes sociais, Ticiane mostrou cliques de como foi sua noite de Natal ao lado da família. Neste ano, sua filha primogênita, Rafaella Pinheiro Justus(15), não passou a data com a jornalista, e sim com seu pai, Roberto Justus(69), em uma viagem para a Lapônia, na Finlândia. Apesar da distância física, a apresentadora mostrou que a filha esteve presente por chamada de vídeo e também conseguiu curtir o Natal. Ela compartilhou fotos também com a filha, Manuella Tralli(4), e o marido, o jornalista César Tralli(54).

 jornalista também chamou atenção ao mostrar a decoração de sua mesa para a ceia de Natal. Ela montou duas mesas para receber os convidados e exibiu o resultado na web: “Acabei de montar a mesa. Olha que linda que ficou. Eu estou apaixonada pela minha mesa de Natal“, disse.

caras

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Salada de bacalhau com grão de Bico – saborosa e saudável

Clássico (sem restrições), Sem Glúten, Sem Glúten e Sem Lactose, Sem Lactose

UTENSÍLIOS
EQUIPAMENTOS
MEDIDORES
xícara = 240ml, colher de sopa = 15ml, colher de chá = 10ml, colher de café = 5ml

Ingredientes Salada de Bacalhau com Grão de Bico:
– 600 g bacalhau cozido (ou sobras de bacalhau)

– 500 g grão-de-bico pré-cozido (ou grão-de-bico em conserva) c

– 2 xícara(s) (chá) de azeite extra virgem

– 2 unidade(s) tomates , sem sementes, cortado em cubinhos

– 2 unidade(s) cebolas , cortadas em rodelas ou meia-luas

– 2 unidade(s) pimentas dedo-de-moça , sem sementes

– 8 unidade(s) azeitonas pretas sem caroço , em rodelas (opcional) (ou azeitona verde sem caroço)

– 2 colher(es) (chá) de vinagre c

– sal a gosto

– pimenta a gosto c

– colorau a gosto c

Ingredientes Para decorar:
– 2 unidade(s) ovos , cozido(s) e picado(s)

– vinagre a gosto c

– salsinha a gosto , picada

– pimenta rosa em grãos a gosto (opcional) c

Ingredientes Para acompanhar (opcional):
– folhas verdes a gosto (opcional)

– azeite a gosto (opcional)

– sal a gosto (opcional)

– pimenta a gosto (opcional) c

PRÉ-PREPARO:
1.  Separe todos os ingredientes e utensílios para a receita.

2.  Em uma peneira, escorra o grão-de-bico e lave em água fria para tirar os resíduos. Opção: tire a pele do grão de bico, a salada fica mais bonita.

3.  Lave, descasque a cebola e corte em rodelas ou meias-luas.

4.  Lave a pimenta dedo de moça, descarte as sementes e pique.

5.  Lave o tomate, corte em quatro, descarte as sementes, e corte os quartos em cubinhos.

6.  Descaroce as azeitonas (opcional), se comprou com caroço e corte em rodelas finas.

7.  Divida o bacalhau cozido em lascas grandes.

8.  Coloque o(s) ovo(s) em uma panela, cubra com água fria e adicione um pouco de vinagre. Leve ao fogo alto e quando ferver, abaixe o fogo e cozinhe por 8 a 10 minutos. Escorra e coloque em água fria para parar o cozimento e esfriar.

9.  Lave, seque e pique a salsinha da finalização e reserve sobre um papel toalha.

10.  Se optou por servir a salada verde, lave as folhas e coloque em uma solução de hipoclorito de sódio.

PREPARO:
Cebolas:

1.  Em uma frigideira, aqueça o azeite e salteie as cebolas e a pimenta dedo de moça sem dourar.

2.  Tempere com o vinagre, sal, pimenta e colorau.

3.  Desligue o fogo e reserve.

Salada de Bacalhau e Grão-de-Bico:

1.  Coloque as lascas de bacalhau, o grão-de-bico, os cubinhos de tomate e as azeitonas em rodelas (opcional) em uma tigela.

2.  Adicione as cebolas e a pimenta refogadas, regue a salada com ⅔ da quantidade de azeite extra virgem e misture bem.

3.  Descasque o ovo e pique grosseiramente.

Salada de Verde (opcional):

1.  Escorra as folhas da solução de hipoclorito.]]

2.  Lave em bastante água corrente e seque com uma centrífuga de verduras ou com papel toalha.

3.  Coloque em uma saladeira e tempere com azeite, sal e pimenta.

FINALIZAÇÃO E MONTAGEM:
1.  Arrume a salada de grão de bico em uma travessa, ou se preferir divida nos pratos.

2.  Distribua o ovo picado por cima.

3.  Decore com a salsinha picada e regue com o azeite restante.

4.  Finalize com a pimenta rosa (opcional).

5.  Sirva a salada verde (opcional) à parte.

terra

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AGU publica parecer e orienta governo a suspender repasses de emendas de comissão

247  A Advocacia-Geral da União (AGU) emitiu um parecer nesta segunda-feira (30) sobre a decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu os pagamentos das emendas de comissão, informa o g1. No documento, a AGU recomenda que o governo federal não efetue os repasses das emendas no valor de R$4,2 bilhões, cuja liberação havia sido aprovada anteriormente, e pede uma interpretação mais cautelosa da decisão do ministro.

O objetivo do documento é esclarecer possíveis dúvidas que o Congresso possa ter em relação à decisão de Dino. O ministro declarou a “nulidade insanável” de um ofício enviado pela Câmara dos Deputados, que havia confirmado as emendas de comissão com o objetivo de destravar os repasses, mas também determinou que as emendas empenhadas até 23 de dezembro de 2024 permanecem válidas, de modo a evitar a insegurança jurídica.

“Não obstante a dúvida razoável, mostra-se, neste momento, prudente adotar-se a interpretação mais segura da decisão, no sentido de que, ao menos até ulterior esclarecimento judicial, não estão ressalvados os empenhos das emendas de comissão objeto do Ofício n. 1.4335.458/2024, ainda que anteriores a 23/12/2024 e ainda que em destinados à saúde”, diz a AGU.

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Supremo deve julgar em 2025 temas importantes para os trabalhadores

247 – O Supremo Tribunal Federal (STF) deve analisar no próximo ano ações promovidas por sindicatos e entidades patronais que questionam três pontos da reforma Trabalhista de 2017, do governo de Michel Temer (MDB-SP), que retirou mais de 100 itens da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), com a promessa de gerar 6 milhões de empregos, mas estudo da USP comprovou que o resultado não foi alcançado.

O site da CUT traz informações colhidas junto ao STF sobre temas ligados à proteção dos trabalhadores que tramitam na corte suprema. 

A justiça gratuita aos trabalhadores e trabalhadoras é um dos temas que serão analisados pelo Supremo. Na reforma trabalhista foi retirado esse direito. Ou seja, caso perca a ação o trabalhador terá de pagar os custos dos advogados da parte contrária. A gratuidade só vale para quem comprove ter renda de até 40% do teto da Previdência Social – hoje o equivalente a R$ 3.114, 40. No entanto, o Tribunal Superior do Trabalho (TST), corte que juridicamente tem de seguir as decisões do Supremo, tem aceitado apenas uma declaração de pobreza, sem que seja preciso provar a renda mínima.

O STF vai julgar a ação ajuizada pela Confederação Nacional do Sistema Financeiro (Consif). A entidade patronal pede que os ministros garantam o benefício apenas a trabalhador com renda abaixo desse limite, e não àquele que comprove insuficiência de recursos. Para Ricardo Carneiro, sócio do LBS Advogadas e Advogados, que assessora a CUT Nacional, o Supremo deveria seguir o entendimento do TST, que está “em consonância com os fundamentos do artigo 7º da Constituição”, que trata dos direitos fundamentais dos trabalhadores. “O propalado combate à excessiva litigiosidade, cujo conceito é bastante questionável diante do gigantesco número o nosso mercado de trabalho formal e informal e dos índices altíssimos de rotatividade, não se faz dificultando o acesso à Justiça”, disse ele em entrevista ao jornal Valor Econômico. Outro tema de interesse da classe trabalhadora é a constitucionalidade da obrigação dos trabalhadores, ao entrarem com uma ação trabalhista, incluir o valor da indenização. Para os ministros do TST o trabalhador não necessita informar o valor exato pedido, mas podem indicar estimativas do que quer receber. No entanto, sem obrigação. Segundo o jornal Valor, a  Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) defende que essa exigência dificulta a atuação em juízo dos trabalhadores, que muitas vezes não têm meios para fazer os cálculos prévios por conta própria.

A atuação sindical nas demissões individuais e coletivas sem justa causa e nos acordos extrajudiciais, também estarão em análise pelo STF. A reforma Trabalhista permitiu que empresas realizem dispensas múltiplas ou coletivas sem a necessidade de negociação prévia com sindicatos, além de permitir a assistência de advogados sindicais na homologação de acordos extrajudiciais.

Outro tema de interesse da classe trabalhadora é a constitucionalidade da obrigação dos trabalhadores, ao entrarem com uma ação trabalhista, incluir o valor da indenização. Para os ministros do TST o trabalhador não necessita informar o valor exato pedido, mas podem indicar estimativas do que quer receber. No entanto, sem obrigação. Segundo o jornal Valor, a  Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) defende que essa exigência dificulta a atuação em juízo dos trabalhadores, que muitas vezes não têm meios para fazer os cálculos prévios por conta própria. A atuação sindical nas demissões individuais e coletivas sem justa causa e nos acordos extrajudiciais, também estarão em análise pelo STF. A reforma Trabalhista permitiu que empresas realizem dispensas múltiplas ou coletivas sem a necessidade de negociação prévia com sindicatos, além de permitir a assistência de advogados sindicais na homologação de acordos extrajudiciais.

A Confederação argumenta, ainda, que o afastamento da presença sindical das rescisões de contratos de trabalho e das homologações de acordos extrajudiciais é fator que influencia e afeta, com veemência, economia, política, sociedade e ordenamento jurídico brasileiros, “abalando a tutela, proteção e regulação das relações de trabalho, um dos princípios vetoriais e basilares do Estado Democrático de Direito da República Federativa do Brasil”. Lembrando que a Justiça Trabalhista entende que a dispensa em massa de trabalhadores, se não autorizada previamente pela entidade sindical, caracteriza abuso de direito, a Confederação pede que se dê aos textos questionados interpretação conforme a Constituição para que seja assegurada a presença do sindicato profissional nas dispensas em massa e nas conciliações extrajudiciais.

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Cotada para o BBB 25, Priscila Fantin já teria contratado equipe para redes

A atriz Priscila Fantin teria ‘entregado’ que está no elenco da 25ª edição do reality show Big Brother Brasil, da Globo, prevista para estrear no dia 13 de janeiro. De acordo com o Portal LeoDias, a artista já teria inciado os preparativos para a sua participação, com a contratação de uma equipe para gerenciar as suas redes sociais durante o confinamento na casa. O nome da famosa de 41 anos tem sido especulado pela mídia na lista de possíveis participantes famosos da edição. Como a disputa do BBB 25 será realizada em duplas – mudança inédita no programa, resta saber quem será o parceiro da atriz. Um dos nomes mais cotados é o de seu maridoBruno Lopes, que também possui experiência no meio artístico.

Pistas!

No início de 2024, Priscila chegou a fazer publicações enigmáticas nas redes sociais, sem confirmar ou desmentir a informação. Pela primeira vez, o reality não será dirigo por Boninho, que deixou a Globo recentemente. Rogério Dourado é novo responsável pela direção do programa, um dos principais sucessos da emissora.

Globo divulga primeira chamada do BBB 25

Na noite desta quinta-feira, 26, a TV Globo divulgou a primeira chamada das Bodas de Prata do Big Brother Brasil. O reality show chega à 25ª temporada e para comemorar, a emissora reuniu alguns ex-participantes para gravar as chamadas do BBB 25. O apresentador Tadeu Schmidt celebra a cerimônia e os ex-BBBs são os convidados da celebração, que conta com orquestra, flores, looks de gala. “Essa é a nossa aliança com todos vocês: as Bodas de Prata do Big Brother com o Brasil. Na alegria ou na tristeza, na Xepa ou no VIP, continuaremos juntos até que nem o Paredão nos separe”, disse Tadeu em seu discurso. 

caras

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Patrícia Poeta dá show de beleza ao renovar o bronzeado em viagem de férias

A apresentadora Patrícia Poeta compartilhou fotos de sua viagem de férias. Neste sábado, 28, a jornalista publicou os cliques curtindo o dia ensolarado em uma praia e chamou a atenção com tanta beleza.

Cheia de estilo, a comunicadora global apareceu renovando o bronzeado com um look de banho composto por um biquíni preto diferenciado e uma saída de praia de estampa de oncinha. Fazendo poses, a famosa se exibiu no local e arrancou elogios com os registros. “Já pintou verão… calor no coração…”, escreveu um trecho de uma música na legenda. Nos comentários, os seguidores admiraram a comandante do Encontro“Uma gata“, elogiaram os fãs. “Cada vez mais linda”, falaram. É bom lembrar que, nos últimos meses, Patrícia Poeta completou 48 anos e celebrou seu aniversário com uma viagem para a Bahia, onde recebeu uma festa com um bolo especial. Durante sua passagem pelo local, a famosa parou tudo ao fazer mais cliques com biquíni de oncinha.

Patrícia Poeta se exercita na praia com a nora

A apresentadora Patrícia Poeta aproveitou sua passagem pelo Rio de Janeiro em um domingo ensolarado para se exercitar ao ar livre. Ao fazer a aparição na orla da praia, a jornalista chamou a atenção ao surgir acompanhada de uma jovem. A garota que estava correndo com a famosa é a nora dela. Isso mesmo, a namorada de Felipe PoetaJuliana Mello, que é nutricionista, e esbanjou beleza e boa forma ao lado da sogra. Cheias de estilo, elas foram flagradas no local. Enquanto Poeta apareceu usando top e calça, a nora dela se exercitou vestindo um conjuntinho fitness, composto por top e bermuda, de cor verde.

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STF x Câmara: quem decide o destino das emendas parlamentares?

A análise das emendas parlamentares cria um quadro abrangente para compreender as interações políticas e financeiras que definem o orçamento anual do Brasil. Utilizadas por deputados e senadores, essas emendas foram originalmente desenvolvidas para permitir ajustes no orçamento, visando o atendimento das necessidades locais nos estados e municípios. No entanto, a execução dessas emendas, especialmente as de comissão, tornou-se um ponto de debate acentuado entre os Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Recentemente, a suspensão de R$ 4,2 bilhões em emendas pelo Supremo Tribunal Federal (STF) intensificou discussões sobre a transparência e a legalidade na destinação desses recursos.

Como funcionam as emendas parlamentares?

As emendas parlamentares são propostas orçamentárias que permitem adições ou modificações no uso de recursos públicos. Elas se dividem em diversas categorias, como individuais, de bancada, de comissão e de relator. Cada uma dessas variações possui características próprias e um processo específico para sua aprovação e execução. Neste contexto, emendas individuais e de bancada são consideradas impositivas, ou seja, sua execução é obrigatória. Já as emendas de comissão e de relator ganharam notoriedade devido à complexidade envolvida em sua gestão e distribuição. O uso das emendas de relator, em particular, foi amplamente questionado por seu papel no chamado “orçamento secreto”. Transparência nas emendas parlamentares: um desafio permanente?
A falta de transparência na execução das emendas parlamentares tem sido um foco constante de críticas. O STF, através do ministro Flávio Dino, tem atuado para garantir que emendas sejam acompanhadas de maior clareza e rastreabilidade. Em 2023, o Supremo já havia julgado a inconstitucionalidade das emendas conhecidas como RP9, devido à ausência de mecanismos claros para a divulgação da origem e destino dos recursos Recentemente, diante de suspeitas de irregularidades, Dino suspendeu pagamentos significativos em emendas de comissão (RP 8) enquanto exigia maior transparência nas suas aprovações. Essa decisão ressalta a necessidade de as informações orçamentárias serem mais acessíveis ao público, afirmando a responsabilidade dos parlamentares em garantir uma gestão clara e responsável dos recursos federais.

Quais foram as ações do STF em relação às emendas?

Nos últimos meses, o STF, sob a relatoria de Flávio Dino, tem mantido um controle rigoroso sobre a execução das emendas parlamentares. Várias ações judiciais, incluindo as ADPF 854 (Orçamento Secreto) e ADI 7688 (Emendas Pix), foram instauradas para supervisionar e reformular práticas de destinação de recursos. Além de declarar inconstitucionais certas práticas, o Tribunal tem promovido audiências de conciliação entre os representantes dos três Poderes. Essas audiências buscam alinhar interesses e criar regras que permitam a continuidade do financiamento público, mas com a devida transparência e comprovação documental. Após a recente suspensão de R$ 4,2 bilhões em emendas, determinada pelo STF, a Câmara dos Deputados teve que apresentar argumentos e documentos que comprovassem a regularidade dos atos praticados. As emendas de comissão, particularmente, estão sob escrutínio, e a Câmara recebeu ordens para divulgar atas de reuniões que detalham sua aprovação. Em uma tentativa de resolver o impasse, uma nova legislação foi sancionada para regularizar a execução das emendas, incluindo a Emenda de Relator (RP 9) e a Emenda de Comissão (RP 8). A expectativa é que a adoção destas novas normas possa garantir um sistema mais transparente e efetivo no futuro, evitando a repetição de conflitos semelhantes.

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Cachos perfeitos: aprenda a cuidar dos fios em casa

Cuidar de cabelos ondulados, cacheados, com cachos e crespos exige atenção especial para realçar a beleza natural e manter os fios saudáveis. Pensando nisso, Gabi Paranhos, especialista em curvaturas do Curly Space, salão conceito da Curly Care, respondeu às dúvidas mais comuns sobre o assunto e compartilhou dicas práticas para incluir na rotina de cuidados.

1. Passos essenciais para uma rotina completa

De acordo com Gabi, é fundamental começar com um shampoo de limpeza gentil e um condicionador rico em ingredientes umectantes. Máscaras de tratamento devem ser usadas regularmente para manter a hidratação. Finalize com um leave-in ou creme para definição dos cachos e controle do frizz, podendo adicionar modeladores como mousse ou gel para prolongar a durabilidade dos fios.

2. Escolhendo os produtos certos

Na hora de comprar shampoo e condicionador, priorize opções hidratantes que higienizam sem remover a oleosidade natural dos fios. O condicionador ideal deve ser nutritivo, garantindo maleabilidade e facilitando o desembaraço.

3. A importância da nutrição profunda

Manter uma rotina de nutrição profunda é essencial para restaurar umidade e nutrientes, afirma Gabi. Este processo, aliás, melhora o ressecamento, reduz o frizz e aumenta o brilho. Dependendo da necessidade, pode ser feito de uma a duas vezes por semana.

4. Ingredientes que devem ser evitados

Para evitar danos, fuja de produtos com sulfatos, parabenos, silicones não solúveis em água e corantes. Esses componentes podem ressecar os fios, causar acúmulo ou irritação no couro cabeludo.

5. Técnicas de desembaraço sem agressões

Desembarace sempre os cabelos molhados, com um leave-in ou condicionador aplicado. Use escovas específicas para cachos e comece pelas pontas, subindo gradualmente até a raiz.

6. O segredo do day after perfeito

Prolongar a definição dos cachos entre lavagens é possível! Aposte em sprays de água ou leave-ins leves para reidratar os fios. Na hora de dormir, opte por fronhas de cetim ou faça um coque solto para evitar frizz.

7. Benefícios dos óleos naturais

Óleos como argan, jojoba e abacate ajudam a nutrir e selar a umidade dos fios. Eles são excelentes para umectação e podem ser usados na finalização, desde que possuam proteção térmica.

8. Secagem sem frizz

Evite toalhas comuns: prefira microfibra ou camisetas de algodão para absorver o excesso de água sem atrito. Seque os cabelos ao ar livre ou use um difusor com proteção térmica, evitando temperaturas altas.

9. Cuidados no verão

No calor, invista em produtos com proteção UV e máscaras nutritivas. Após um mergulho no mar ou piscina, lave bem os cabelos para retirar resíduos químicos ou sal.

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Desejo um feliz Natal e um próspero ano-novo, que Deus proporcione muito amor, saúde, paz e felicidades.

  O Natal é um tempo de luz, alegria e celebração! É o momento perfeito para refletirmos sobre o maior presente já dado à humanidade: Jesus Cristo, nosso Salvador. Muito além das luzes que brilham nas ruas, das mesas cheias e dos encontros familiares, o verdadeiro sentido do Natal está no amor de Deus que se revelou ao mundo na forma de um pequeno bebê, na humilde manjedoura de Belém. O Natal é um lembrete maravilhoso de que não estamos sozinhos.     Um dos títulos atribuídos a Jesus é “Emanuel”, que significa literalmente “Deus conosco”. Ele veio ao nosso encontro para nos trazer esperança, paz e salvação. É tempo de abrir o coração e se deixar iluminar pela luz que jamais se apaga – Jesus. Cada detalhe daquela noite nos convida a celebrar com gratidão: os pastores que ouviram os coros celestiais, a simplicidade de um nascimento cercado de amor e o cumprimento de uma promessa eterna. Hoje, essa mesma alegria está ao nosso alcance. O Natal é Jesus, vivo e presente em nossas vidas! Ele nos chama a renovar a fé e a compartilhar o amor que transforma. Que possamos viver este tempo com corações cheios de gratidão, estendendo a mão ao próximo, valorizando a comunhão com a família e amigos e, acima de tudo, nos alegrando na presença de Deus. Nesta época especial, somos convidados a relembrar que o nascimento de Cristo foi o início de uma jornada de redenção e vitória. Sua chegada ao mundo não foi apenas um evento histórico, mas um marco eterno que mudou nossas vidas para sempre. É por causa dessa verdade que celebramos com tanta alegria e esperança: Deus veio ao nosso encontro, e Sua graça nos acompanha todos os dias.

Que este Natal seja um lembrete de que Deus nos ama profundamente e está sempre conosco. E que a certeza de que Ele voltará em glória nos encha de esperança e alegria para o ano que vem.

    O Natal, simbolizando o nascimento de Jesus Cristo, e a chegada de um novo ano, nos convidam a renovar as energias, agradecer pelas bênçãos recebidas e olhar para o futuro com otimismo.

Feliz Natal! Que a paz e a luz de Jesus encham o seu lar e sua vida.

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EREM SANTA TEREZINHA -PE, REALIZOU MAIS UMA FORMATURA DO ENSINO MÉDIO

   Neste domingo (22/12/24), no Clube Municipal da cidade de Santa Terezinha – PE, foi realizado mais uma colação de grau dos alunos do Ensino Médio. Numa solenidade muito organizada e aconchegante, os alunos dos 3°s Anos receberam os certificados. A turma que trás o nome de Acidália Pessoa, ex gestora da EREM, que estava presente e proferiu seu discurso de agradecimento. A cerimônia foi conduzida pela Coordenadora Glécia Simone. A gestora Sandra Lustosa proferiu seu discurso. Estavam presentes também a assistente de gestão Lafaiete Kerle  e o Coordenador do Ensino Integral Claudevan que veio da GRE Sertão do Pajeú. As homenageadas(os) das turmas como madrinhas e padrinhos foram: Aline Clementino, Dalvaneide Vasconcelos, Glécia Simone, João Lopes e Marília Gabriela.Os demais professores presentes também participaram da colação de grau. Foram homenageados pelos estudantes com palavras e mimos. 

     Orador das turmas foi o estudante Franco Augusto, o juramento foi proferido pela estudante Ana Luiza.

    Estiveram presentes, como sempre, um grande percentual de pessoas da cidade de Imaculada- PB.  Pais de alunos, familiares e amigos, que se divertiram e se comunicaram efetivamente, demonstrando assim que a sociabilidade deles é algo evidente.

      A festa foi muito linda e organizada, no final foi servido um delicioso jantar. 

    “Deus abençoe grandemente os horizontes desses estudantes e faça resplandecer no futuro, como astros no mundo”.

Um feliz natal que você sejam abençoados com saúde, prosperidade e alegria no ano que se inicia, conforme a vontade de Deus. Feliz Ano Novo! Que a sua fé seja inabalável e que …

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PROTEÇÃO CONTRA A INVEJA

ALCANCE UM FUTURO FELIZ E SEGURO
Conselhos de Salomão no Livro de Provérbios:
Um Convite à Sabedoria e às Promessas de Proteção

O QUE VAMOS ESTUDAR?
Nesta lição, estudaremos a respeito de uma obra da carne: a inveja. O livro de Provérbios aconselha ao jovem a evitar a inveja e a não desejar o mesmo estilo de vida de quem vive de modo contrário às virtudes do Reino de Deus. Estudaremos os perigos da inveja e como nos proteger dessa obra de carne.

TEXTO PRINCIPAL
A paz de espírito dá saúde ao corpo, mas a inveja destrói como câncer. (Pv 14.30 NTLH). O princípio aqui estabelecido é bem claro: “Se o interior de alguém estiver em paz, seu corpo estará bem. Mas se alguém for invejoso e ficar com raiva o tempo todo dos outros, esse comportamento será como uma doença ruim que ataca seus ossos.”

RESUMO DA LIÇÃO
O jovem cristão não pode deixar se dominar pela inveja, mas deve ser dominado pela sabedoria da Palavra de Deus
Vamos dividir o texto em duas partes e comentá-las de forma bem objetiva:
• O jovem cristão não pode se deixar dominar pela inveja. A inveja é um sentimento perigoso que nasce da insatisfação com o que temos e do desejo de possuir aquilo que pertence a outra pessoa. Como cristãos, somos chamados a rejeitar a inveja e a cultivar um coração grato.
• Mas deve ser dominado pela sabedoria da Palavra de Deus. A Palavra de Deus é o guia infalível para nossa vida. Ela nos ensina a pensar, falar e agir de maneira que glorifique ao Senhor. A sabedoria bíblica nos ajuda a discernir entre o que é bom e o que é prejudicial, e nos dá forças para resistir aos sentimentos negativos, como a inveja.

I. UM CONSELHO CONTRA A INVEJA
1.1 A inveja adoece o corpo.
A LIÇÃO DIZ: Provérbios 14 apresenta textos paralelos que fazem o contraste entre a sabedoria e a tolice (vv. 1-19) e o rico e o pobre (vv.20-35). Mais especificamente, o versículo 30 mostra um contraste entre o coração sábio e um coração invejoso (v.30). A inveja e a ansiedade fazem mal à saúde. Dr. Paul Adolph confirma: Algumas das principais causas das chamadas doenças nervosas reconhecidas pelos psiquiatras são culpa, ressentimento (indisposição para perdoar), medo, ansiedade, frustração, indecisão, dúvida, ciúmes, egoísmo e inveja. Infelizmente, muitos psiquiatras, embora peritos em identificar distúrbios emocionais que causam doenças, têm falhado de modo expressivo em seus métodos para lidar com esses transtornos, pois omitem a fé em Deus como parte do tratamento. A Organização Mundial da Saúde afirma que mais de 50% das pessoas que passam pelos hospitais são vítimas de doenças com fundo emocional. Quando a alma está inquieta, o corpo padece. Quando a mente não descansa, o corpo adoece. É relevante perceber que o povo de Israel e a sabedoria bíblica já entendiam que os sentimentos e as emoções negativas afetam a saúde física do corpo.
1.2 Não tenha inveja do pecador!
A LIÇÃO DIZ: O estilo de vida sem moderação é um caminho intenso para a miséria. O sábio está ensinando que o jovem não precisa ter inveja de um estilo de vida como esse. Muitas vezes, a vida do pecador pode parecer atraente: repleta de prazeres, conquistas materiais e liberdade desenfreada. No entanto, essa aparência é superficial e enganosa. A Palavra de Deus nos ensina que “há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte” (Pv 14.12). O estilo de vida sem limites não considera as consequências espirituais, emocionais e físicas que inevitavelmente acompanham essa escolha. Em vez de invejar os prazeres transitórios do pecador, o jovem é chamado a buscar algo mais duradouro e significativo: o temor do Senhor. Esse temor não é uma submissão aterrorizante, mas uma reverência que conduz a escolhas sábias e a uma vida cheia de propósito. Como diz o texto, essa postura garante um futuro seguro e uma esperança que não será frustrada (Pv 23.18). Diferente das riquezas e prazeres do mundo, o temor do Senhor enriquece sem trazer desgosto (Pv 10.22).
1.3 Não tenha inveja da pessoa violenta.
A LIÇÃO DIZ: O capítulo 24 que se encontra no mesmo contexto do capítulo 23. é uma exortação a não ter inveja de pessoas perversas (vv.1.2).

O texto bíblico diz:
Não tenha inveja dos maus, nem procure ter amizade com eles. Eles só pensam em violências e, quando falam, é para ferir alguém. (Pv 24.1,2 NTLH). Invejar os malignos e andar com eles é uma séria ameaça à vida. A inveja é o desejo de ser o que o outro é, de possuir o que o outro tem. Invejar as pessoas erradas e andar com elas, portanto, é um duplo pecado, pois, se a inveja em si já é nociva, invejar o maligno é ainda mais grave. A inveja é um sentimento subjetivo, mas andar com os maus é uma atitude objetiva. É dar mais um passo rumo ao desastre. Em vez de desejar imitar os malignos, devemos imitar aqueles que praticam o bem; em vez de andar com os maus, devemos andar com pessoas que nos inspiram à prática do bem; em vez de dar às mãos àqueles que fazem e falam coisas perversas, devemos ser parceiros de caminhada daqueles cujas mãos praticam o bem e cujos lábios proferem palavras edificadoras.

II. O QUE É O VÍCIO DA INVEJA
2.1 O conceito.
A LIÇÃO DIZ: A palavra “inveja” deriva do verbo latino invidere que significa “olhar mal”. Nesse sentido, a palavra remete a ideia de um olhar negativo, depreciativo em relação ao outro. A inveja é uma obra do pior instinto do ser humano, pois faz com que ele fique se comparando sempre com o outro. Definição complementar: Uma definição simples de inveja é “querer o que pertence a outra pessoa”. Uma descrição mais completa da inveja é “um desejo ressentido e insatisfeito pelas posses, posição, fortuna, conquistas ou sucesso de outra pessoa”. A Bíblia diz que a inveja é um ato da carne, um resultado do pecado humano: “Ora, as obras da carne são conhecidas e são: imoralidade sexual, impureza, libertinagem, idolatria, feitiçarias, inimizades, rixas, ciúmes, iras, discórdias, divisões, facções, invejas, bebedeiras, orgias e coisas semelhantes a estas. Declaro a vocês, como antes já os preveni, que os que praticam tais coisas não herdarão o Reino de Deus” (Gl 5.19–21; veja também Ro 1.29; 1 Pe 2.1–2). A inveja é um dos muitos vícios internos ou atitudes do coração que contaminam uma pessoa: “O que sai da pessoa, isso é o que a contamina. Porque de dentro, do coração das pessoas, é que procedem os maus pensamentos, as imoralidades sexuais, os furtos, os homicídios, os adultérios, a avareza, as maldades, o engano, a libertinagem, a inveja, a blasfêmia, o orgulho, a falta de juízo. Todos estes males vêm de dentro e contaminam a pessoa” (Mc 7.20-23).
2.2 A inveja gera ódio.
A LIÇÃO DIZ: Gênesis 3.8-14 relata o episódio em que, por inveja de seu irmão Abel, o qual teve a sua oferta recebida por Deus, Caim se levantou contra seu próprio irmão e o matou. Ao longo de seu relacionamento com Abel, Caim intensificou o seu ressentimento, que foi derivado da inveja que sentia contra o irmão. Esse episódio nos revela o lado obscuro e destrutivo do vício da inveja. Ele gera ódio e a prática do mal. O ódio que surgiu em Caim foi uma consequência direta de sua inveja de Abel. A inveja quebra a comunhão entre as pessoas, tornando-nos inimigos de quem, muitas vezes, não está fazendo nada mais do que ser abençoado por Deus. A inveja nos faz ver os outros como concorrentes, em vez de irmãos. O relacionamento entre Caim e Abel, que deveria ser de harmonia, foi destruído pela inveja, resultando em assassinato. Isso mostra como, quando permitimos que a inveja tome conta de nosso coração, somos capazes de atos de maldade que, de outra forma, pareceriam impensáveis. O que começou como um sentimento interno se transformou em um ato de violência externa. O mesmo acontece conosco: a inveja não é apenas uma falha no caráter, mas uma porta aberta para o pecado e o ódio.
2.3 O autoexame contra a inveja.
A LIÇÃO DIZ: O escritor sagrado deixa claro que esse vício tem como responsável o Diabo (Tg 3.15), pois onde há “a inveja” e “o espírito faccioso”, há a paternidade do Diabo (Tg 3.15.16). Por isso, precisamos sempre examinar o nosso coração diante de Deus, meditando na sua Palavra. Sim, em meditação na Palavra de Deus, fazendo as perguntas certas, Deus pode nos revelar os pecados que estão nos rondando, dos pensamentos malignos que estão nos cercando. dos sentimentos perversos que estão sendo cultivados e alimentando a nossa vontade. Tiago, em sua carta, traz uma advertência importante sobre a inveja, chamando-a de uma obra do Diabo (Tg 3.15-16). Ele esclarece que onde a inveja e o espírito faccioso existem, o inimigo de nossas almas está operando. Isso é um alerta, pois muitas vezes a inveja pode parecer algo “natural” ou até inofensivo, mas a verdade é que ela tem suas raízes nas forças espirituais malignas. Quando alimentamos esse sentimento, permitimos que o Diabo influencie nossas atitudes e relacionamentos. Ele divide e destrói, criando discórdia e competição onde deveria haver amor e unidade. A inveja, portanto, não é apenas um pecado pessoal, mas uma porta aberta para o trabalho do inimigo em nossas vidas. Tiago nos exorta a fazer um exame de consciência diante de Deus (Tg 3.14). Esse exame envolve meditar na Palavra de Deus e perguntar a Ele sobre o estado do nosso coração. Em momentos de oração e reflexão, Deus pode revelar os pecados que estamos escondendo, incluindo a inveja. Às vezes, alimentamos esse sentimento sem perceber, o que pode ser um obstáculo em nosso relacionamento com Deus e com os outros. Quando buscamos a Deus sinceramente, Ele é fiel para nos mostrar os caminhos errados em nosso coração e nos guiar para o arrependimento e para a mudança.

III. PROTEGENDO-SE CONTRA A INVEJA
3.1 Não deseje o estilo de vida pecaminoso.
A LIÇÃO DIZ: Para não desejar o estilo de vida ímpio e injusto é preciso cultivar no coração a justiça e a piedade na presença de Deus (Sl 15.1-5). O Salmo 15.1-5 descreve a pessoa que busca viver segundo os princípios de Deus, e esse é o modelo que devemos seguir.

O texto diz:
Senhor, quem habitará no teu santuário? Quem poderá morar no teu santo monte? Aquele que é íntegro em sua conduta e pratica o que é justo, que de coração fala a verdade e não usa a língua para difamar, que nenhum mal faz ao seu semelhante e não lança calúnia contra o seu próximo, que rejeita quem merece desprezo, mas honra os que temem o Senhor, que mantém a sua palavra, mesmo quando sai prejudicado, que não empresta o seu dinheiro visando lucro nem aceita suborno contra o inocente. Quem assim procede nunca será abalado! O Salmo 15 descreve as qualidades do indivíduo escolhido por Deus para viver em Sua presença.
• Primeiro, o cidadão de Sião vive com integridade. O homem íntegro possui inteireza moral. É completo e equilibrado.
• Segundo, o cidadão de Sião faz o que é certo. Cuida de manter a consciência livre de toda ofensa. Prefere ir para o céu com a consciência tranquila a ficar na terra com a consciência pesada.
• Terceiro, não difama com sua língua. Não faz fofoca dos outros. Sua boca nunca profere difamação ou calúnia. Disciplina a língua para edificar, não para destruir!
• Quarto, não faz mal ao próximo. Seu maior desejo é ajudar, encorajar e instruir. Quando ouve algum boato malicioso sobre seu vizinho, não o passa adiante.
• Quinto, o amigo de Deus não empresta o seu dinheiro com usura para outro membro da família da fé.
• Sexto, o justo não aceita suborno contra o inocente. Abomina a perversão da justiça e discorda do velho ditado segundo o qual “todo mundo tem seu preço”.
3.2 Não deseje o estilo de vida violento.
A LIÇÃO DIZ: Não tenha inveja das pessoas e das ideias violentas delas. Em Provérbios 3.31, lemos: “Não inveje o homem violento, nem escolha nenhum de seus caminhos.” O caminho da violência leva à destruição e ao sofrimento, tanto para quem a pratica quanto para os outros ao seu redor. Em vez de desejar ou imitar a vida violenta de alguém, devemos buscar a paz e a reconciliação, seguindo o exemplo de Cristo, que nos chamou a ser pacificadores (Mateus 5:9). A inveja de uma vida violenta pode surgir do desejo de obter poder ou controle, mas devemos lembrar que o verdadeiro poder vem de Deus e é exercido com mansidão e bondade.
3.3 Um coração sábio.
A LIÇÃO DIZ: Uma das melhores formas de nos proteger contra a inveja, conforme Bíblia, é fazer o caminho contrário: desejar e cultivar um coração sábio. No lugar de invejar a outra pessoa, podemos nos deixar ser influenciados por pessoas de Deus que procuram viver uma vida justa, piedosa e benigna com Ele e com o próximo. Em Provérbios 4.7, a sabedoria é descrita como a principal coisa que devemos adquirir, porque ela nos guia e nos ajuda a discernir entre o certo e o errado. Um coração sábio é aquele que não é movido por comparações, não se deixar enganar pelas aparências e entende que a verdadeira paz e satisfação vêm de Deus. Quando cultivamos a sabedoria divina, vemos o mundo de uma perspectiva diferente, focando no que é eterno, não no que é temporal. A sabedoria nos ensina a valorizar as bênçãos que Deus já nos deu e a não cair na armadilha de desejar o que os outros têm, especialmente quando isso envolve caminhos pecaminosos ou violentos. A inveja perde seu poder sobre nós quando o nosso coração é saturado pela sabedoria de Deus, que nos capacita a viver com gratidão, contentamento e paciência.

CONCLUSÃO
Proteger-se contra a inveja exige um esforço contínuo de olhar para a vida com a perspectiva de Deus, não se deixando seduzir pelas tentações de um estilo de vida pecaminoso ou violento. Devemos cultivar um coração sábio, que busque a paz e a obediência a Deus em todas as circunstâncias. Ao fazer isso, nos libertamos das garras da inveja e vivemos em harmonia com o propósito divino para nossas vidas. Que possamos constantemente meditar na Palavra de Deus, pedir a Sua sabedoria e viver de acordo com os princípios que Ele nos revelou, evitando o pecado e o orgulho que alimentam a inveja, e buscando uma vida de contentamento e gratidão em Cristo.

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FALTA D’ÁGUA EM SANTA TEREZINHA PE – É PREOCUPANTE: DESCASO DA COMPESA. DEPOIS DE QUASE 30 DIAS A COMPESA LIBEROUR ÁGUA NA NOITE DE 21/12/2024

foto de Damião Meneses   
   A população de Santa Terezinha PE, está sofrendo com a falta de água a mais de 25 dias, se solicita  a compensa, providências cabíveis para resolver essa situação caótica.
    Os moradores reclamam que estão a quase um mês sem água nas torneiras, uma situação injusta, visto que além de pagar as contas sem receber água, tem que comprar carros pipas, que custa R$ 150,00. Noutras ocasiões que houve falta d’água prolongada, ao invés de o consumidor receber desconto pelos prejuízos da falta de água, as contas vêm mais caras ainda. A demora da d’água para quem tem os reservatórios ficam secos, quando a mesma chega, as pessoas precisam pegar uma quantidade maior, gerando um débito maior nas contas. Isso é algo muito injusto e precisa ser normalizado. 
     Outro sim, quando o consumidor pede uma ligação de água, leva em torno de 20 dias para o serviço ser atendido.
   Além da população, as autoridades constituídas do município devem fazer sua parte. O Poder executivo, legislativo, deputados estaduais e federais requerer junto a Governadora Raquel Lyra e ao presidente da compensa o Srº Alex Campos uma solução urgente . A população geral está prejudicada, bem como os órgãos públicos, colégios, igrejas, enfim, é do interesse de todos. 
      Isso caracteriza uma falta de respeito  e infringe o código do consumidor . Nem sequer uma explicação é feita, para  que a população fique sabendo o motivo da falta de água. 
   É necessário que a Governadora Raquel Lyra, juntamente com o presidente da compensa o Srº Alex Campos  determine uma equipe para o município, para verificar o problema que está ocasionando essa falta d’água. Antes não tínhamos reservatórios suficientes no município, depois da transposição do Rio São Francisco esse problema acontecendo com frequência que é a falta de  d’água que é vergonhoso.
    Vocês sabiam que o Rio  São Francisco é um dos maiores rio do Brasil? É o quarto maior rio da América do Sul
Enquanto isto na cidade de Santa Terezinha não chega água, mais as faturas sempre estão chegando todos os meses.
 Quais as causa deste descaso? Um Rio com este potencia de água mais não chega em Santa Terezinha?
 Simbora governadora Raquel Lyra em busca de resolver os problemas.
Raquel Lyra (@raquellyraoficail)
Alex Machado Campos (presidencia@compesa.com.br)
Deputado Federal Felipe Carreas  dep.felipecarreras@camara. leg.br
Todos os e-mails serram enviado esta reportagem para que seja resolvido um dos nossos problemas.
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