A Ponte Engenheiro Jaime Gusmão, uma das entregas feitas neste fim de mandato da atual gestão do prefeito do Recife, João Campos (PSB), foi o cenário escolhido como ponto de partida de uma carreata promovida pela Frente Popular na noite desta segunda-feira (30). Ao lado de seu companheiro de chapa, Victor Marques (PCdoB), João liderou o ato por um trajeto de 11 quilômetros em sete bairros da Zona Oeste da cidade, recebendo manifestações de apoio de quem estava nos outros veículos e nas calçadas. A carreata começou na Iputinga e seguiu pelos bairros do Engenho do Meio, Cordeiro, Prado, Zumbi, Torre e Madalena. “Era pra ser só uma carreata, mas o povo lotou as calçadas mesmo. Bom demais receber esse reconhecimento das pessoas ao longo de toda a campanha e agora que estamos tão perto das eleições”, afirmou João Campos, que recebeu no veículo principal da carreata lideranças políticas como o senador Fernando Dueire (MDB), a vice-presidente da Regional Nordeste do Solidariedade, Marília Arraes, o presidente estadual do MDB, Raul Henry, e candidatos a vereador da Frente Popular do Recife.Nessa reta final da campanha, João Campos liderou atos semelhantes em percursos do Curado à Imbiribeira, nas zonas Oeste e Sul, e da Guabiraba à Mangabeira, na Zona Norte. O prefeito do Recife também realizou carreatas conjuntas com prefeituráveis de outros municípios da Região Metropolitana. No dia 26, esteve com Elias Gomes (PT) em percurso pelos bairros do Ibura e da Cohab, na Zona Sul da capital, e que abrangeu Jaboatão dos Guararapes. No último domingo (29), foi a vez de Vinicius Castello (PT), que se juntou a uma carreata de João Campos em bairros da Zona Norte do Recife que fazem limite com Olinda.
O Senac PE, instituição reconhecida por sua excelência em educação profissional, tem se destacado com seu modelo de Ensino Médio integrado a cursos técnicos, preparando os alunos não só para o ingresso na formação superior, mas também para os desafios do mercado de trabalho. O Mediotec Senac, um modelo de ensino médio integrado que combina formação técnica e básica, nasceu em 2021 sob as diretrizes do Novo Ensino Médio, tornando a instituição uma das pioneiras nesta modalidade. A partir de 2025, com a implementação das diretrizes estabelecidas pela Lei nº 14.945/2024, esse formato se torna ainda mais relevante, pois oferece uma formação em sintonia com o novo cenário da educação e também com as exigências do mercado.
Educação integrada no Novo Ensino Médio
No Mediotec Senac, o estudante, além de cursar a Formação Geral Básica, pode escolher um curso técnico que realizará ao longo dos três anos de formação. Atualmente, estão disponíveis as formações em Desenvolvimento de Sistemas e em Logística. Para 2025, a novidade é o curso de Jogos Digitais.
O Mediotec Senac foi desenvolvido sob as diretrizes do Novo Ensino Médio em 2021 – Amara/Maker Mídia
“Por sermos instituições de fomento do Comércio de Bens, Serviços e Turismo, estamos sempre muito atentos às necessidades do mercado. O Mediotec está em sintonia com demandas reais das empresas, trazendo oportunidades de inserção profissional rápida para os estudantes ao final do curso”, afirma Bernardo Peixoto, presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac PE. Outra vantagem permitida pelo Novo Ensino Médio é que os estudantes do Mediotec podem concluir mais rápido o Ensino Superior, pois a carga horária cursada no técnico é integralizada em graduações da Faculdade Senac Pernambuco. O curso superior de Análise e Desenvolvimento de Sistemas, por exemplo, que tem duração de 2,5 anos, pode ser concluído em apenas dois anos por estudantes oriundos do Mediotec.
Formação completa
A abordagem pedagógica do Mediotec Senac também reforça o desenvolvimento de habilidades humanas, preparando os alunos, de forma dinâmica e integrada, para os desafios das suas carreiras futuras. Os estudantes vivenciam situações reais do mercado de trabalho, com projetos práticos em áreas como programação, logística e desenvolvimento de jogos. Segundo o diretor de Educação Profissional, Eliézio Silva, o Senac foca na interdisciplinaridade dos conhecimentos e no uso de metodologias ativas para fortalecer a autonomia dos alunos e incentivar a resolução de problemas de forma criativa e colaborativa, além de projetos integradores e os projetos de vida que perpassam por toda a formação. “Para 2025, o Senac está investindo em tecnologias educacionais e projetos pedagógicos inovadores, como o Hub de Desenvolvimento Profissional, que visam criar um ambiente dinâmico e estimulante, onde os alunos desenvolvem competências alinhadas às demandas atuais do mercado”, disse o diretor.
O Mediotec Senac está disponível nas cidades do Recife, Paulista, Caruaru, Petrolina e, em 2025, também em Serra Talhada.
As Olimpíadas do Conhecimento estão promovendo ainda mais desenvolvimento para os alunos do Colégio CBV. Focada em disciplinas como História, Matemática e Química, a iniciativa vai muito além da competição: proporciona aos estudantes a oportunidade de desenvolver habilidades essenciais para o futuro, como o pensamento crítico, a resolução de problemas e o trabalho em equipe.
CBV nas Olimpíadas
A partir dos anos iniciais do Ensino Fundamental, os estudantes do Colégio CBV podem participar das competições olímpicas. A instituição estimula a cultura olímpica do 4º Ano do EF até a 3ª Série do Ensino Médio. Entre as competições disputadas pelos estudantes estão: Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB), Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), Olimpíada Brasileira de Física (OBF), Olimpíada Pernambucana de Química (OPeQ), Olimpíada Brasileira de Química (OBQ), Olimpíada Nacional de Ciências (ONC), Olimpíada Brasileira de Biologia (OBB), Canguru de Matemática, OBMEP Mirim e Be-a-bá de Português. Nos últimos anos, o colégio teve uma onda crescente nos resultados das disputas. Entre os destaques estão a conquista de medalhas na Olimpíada Nacional de História do Brasil (ONHB), medalha na fase presencial da Olimpíada Brasileira do Saber (OBS, Fase III). Em 2024, o Colégio CBV conquistou mais de 90 premiações na Canguru de Matemática e 46 premiações na OBA, além das demais premiações que ao total somam 450 medalhas. O programa olímpico do Colégio CBV conta com um planejamento semanal, que mapeia as habilidades exigidas nos processos olímpicos e auxilia na construção do repertório que os alunos necessitam durante a aplicação das provas.“O planejamento prévio garante que o trabalho durante as aulas, que ocorrem no contraturno, tenha um enfoque mais robusto. Utilizamos também o alinhamento com o currículo proposto na grade curricular, estruturando exercícios que contemplem os objetos de conhecimento que são comuns nas olimpíadas”, explica Wellington Estima, professor de História e Embaixador Olímpico da instituição.
Wellington Estima atua como professor de História e Embaixador Olímpico no Colégio CBV – JAILTON JR./JC IMAGEM
O orientador dos estudantes que participam da ONHB atua nesse processo desde 2016. “Hoje, o grande desafio que temos é engajar os estudantes na compreensão da importância de se prepararem para as provas olímpicas. Aqui há todo um trabalho frente aos estudantes e as famílias que tem como objetivo mostrar como os processos olímpicos têm sido cada vez mais utilizados para ingresso em Universidades fora do país e mesmo em processos seletivos nas melhores Universidades do Brasil”, pontua.“O desafio é dar sentido a uma cultura de estudo e aprofundamento num mundo em que os jovens cada vez mais têm dificuldades em pensar como conciliar redes sociais, estímulos excessivos da tecnologia e estudos. Em suma, nosso objetivo é ampliar essa cultura de estudo no colégio”, resume o embaixador.Incentivada por Estima e pelos amigos, a aluna Letícia Mota ingressou na equipe da ONHB. “Além de ser uma olimpíada totalmente fora dos ‘padrões’ por possuir um modelo bem diferente e interessante, eu também enxergava como uma oportunidade de aprender ainda mais sobre uma matéria que eu não gostava, que é História”, comenta a estudante que pretende cursar Medicina. “A minha equipe se preparou através da orientação do nosso professor Estima por meio das aulas e debates propostos por ele nas reuniões de preparação para a ONHB. Além das aulas e debates, ele nos mandava diversos artigos sobre o tema da olimpíada para auxiliar nos nossos estudos e ampliar nossos conhecimentos para que estivéssemos prontos para realizar a prova. Também fizemos diversas simulações da prova durante a nossa preparação”, relata a aluna. Com seus amigos Maria Luiza Maciel e Ian Santana, o trio de Letícia chegou à final da competição três vezes, conquistando medalhas de cristal nas duas primeiras edições e uma medalha de bronze neste ano.“A maior dificuldade que enfrentei durante o processo foi tentar conciliar os estudos voltados para a ONHB com os estudos voltados para os vestibulares. O apoio e incentivo que a coordenação do colégio nos forneceu foi essencial. Meus pais também foram de extrema importância. Durante todo o processo, eu tentei ao máximo conciliar os estudos com a prática de esportes, que é como uma válvula de escape dessa rotina cansativa”, acrescenta Letícia.
Impactos
Letícia afirma que a ONHB foi, para ela, mais que uma competição. “Todo o processo envolvido nela, incluindo as aulas do meu professor Estima e todos os debates, me auxiliaram demais no meu desenvolvimento como ser humano e como cidadã também. Fizeram com que eu refletisse a respeito de temas que, talvez, eu nunca fosse pensar a respeito.”
O suporte e a orientação do professor e embaixador Estima foi essencial para que os alunos conquistassem medalhas na ONHB –JAILTON JR/JC IMAGEM
O planejamento personalizado e estruturado potencializa as habilidades nas áreas de interesse dos alunos, afirma Edilzo Filho, coordenador do Ensino Fundamental Anos Finais (EFAF) e Ensino Médio do Colégio CBV. “Além disso, eles são capazes de construir um repertório com um nível maior de aprofundamento. Desde muito pequenos os estudantes são estimulados a participarem dos movimentos olímpicos, o que corrobora para a valorização dos estudos e o alto nível de conhecimento. Dessa maneira, os nossos alunos desenvolvem o pensamento crítico, a autonomia no aprendizado, a capacidade de resolução de problemas. Reforça a cultura de estudos e incentiva o conhecimento que extrapola o currículo escolar tradicional”, acrescenta.
Colégio CBV – JAILTON JR./JC IMAGEM
Colégio CBV – JAILTON JR./JC IMAGEM
O coordenador também vê o investimento nos programas olímpicos como uma aposta para melhorar a qualidade do ensino basileiro: “Há inúmeros fatores positivos gerados na consolidação da cultura olímpica dentro das escolas. Além das aprovações de destaque, conseguimos perpetuar uma cultura e rotina de estudos sólida, robusta e bem estruturada.” Edilzo também ressalta a preocupação com o emocional dos alunos no processo. “A preparação socioemocional e o desenvolvimento de competências em alto nível sendo também uma porta de entrada para algumas universidades. Com toda certeza, seria um grande salto na educação brasileira”, finaliza.
O DEUS QUE GOVERNA O MUNDO E CUIDA DA FAMÍLIA Os ensinamentos Divinos nos Livros de Rute e Ester para a Nossa Geração
O QUE ESTUDAREMOS? O drama dos judeus nos dias do rei Assuero estava chegando ao fim. O rei editou um decreto concedendo o direito de defesa para as comunidades judaicas de todas as províncias persas. Ester agiu como difusora de boas-novas e Mardoqueu foi engrandecido em todo o império.
TEXTO ÁUREO – COMPARAÇÃO DE TRADUÇÕES Para os judeus houve felicidade, alegria, júbilo e honra. (Et 8.16 NAA). As quatro palavras “felicidade”, “alegria”, “jubilo”, “honra” (v. 16) são as antíteses das quatro palavras “luto”, “jejum”, “choro” e “lamentação” em Ester 4.3 que nos diz: Em todas as províncias aonde chegava à palavra do rei e a sua lei, havia entre os judeus grande luto, com jejum, choro e lamentação; e muitos se deitavam em pano de saco e em cinza. Como frequentemente enfatizamos em nossas lições, Deus é o Mestre das reviravoltas. Ele transforma situações aparentemente impossíveis, move os corações dos reis e altera destinos conforme Sua vontade. Quando chega o momento de executar Seus planos, para nós, meros mortais, pode parecer que levará anos e mais anos. No entanto, o Senhor age de forma surpreendente, transformando as circunstancias da noite para o dia. Portanto, independentemente da dificuldade ou aparente impossibilidade da sua situação, confie: Deus tem a solução.
VERDADE PRÁTICA O Senhor é poderoso para transformar trevas em luz, tristeza em alegria, angústia em júbilo, humilhação em honra. Vamos considerar quatro pontos: • Transformar trevas em luz. Quando o texto diz que o Senhor é poderoso para transformar trevas em luz, estamos lembrando da Sua capacidade de trazer esperança e iluminar os momentos mais sombrios das nossas vidas. Ele não apenas nos tira das trevas, mas também nos guia para um caminho de luz e entendimento. • Tristeza em alegria. A tristeza é uma emoção universal, mas o Senhor tem o poder de transformá-la em alegria. Ele não apenas enxuga nossas lágrimas, mas também nos dá razões para sorrir. A alegria que Ele oferece não é superficial; é uma alegria profunda e duradoura que transcende as circunstâncias. • Angústia em júbilo. A angústia pode nos sufocar, mas o Senhor é capaz de transformá-la em júbilo. Ele nos dá motivos para celebrar, mesmo quando tudo parece difícil. O júbilo não é apenas uma emoção momentânea; é uma expressão de gratidão e louvor pelo que Deus faz em nossas vidas. • Humilhação em honra. Às vezes, nos sentimos humilhados, rejeitados ou menosprezados. No entanto, o Senhor é aquele que nos levanta e nos honra. Ele restaura nossa dignidade e nos coloca em um lugar de honra. Ele não apenas nos aceita, mas também nos eleva para cumprir o propósito que Ele tem para nós.
I. O PEDIDO DE DEFESA AOS JUDEUS E A CONCESSÃO DO REI 1.1 A humildade de Ester e sua súplica. A LIÇÃO DIZ: Assuero foi devidamente informado da gravidade do decreto redigido por Hamã e assinado com seu anel. No dia 13 do décimo segundo mês, o mês de adar (entre fevereiro e março de nosso calendário), os inimigos dos judeus poderiam matá-los em todas as 127 províncias do extenso Império Persa. O que poderia ser feito para evitar esse extermínio em massa? De maneira reverente e com toda humildade, Ester suplicou ao rei que revogasse sua ordem, pondo fim ao intento de Hamã. Assuero fez ver à rainha que já havia tomado as medidas que estavam ao seu alcance, como o enforcamento de Hamã, mas que não poderia revogar o decreto assinado (Et 8.7,8). Havia, ainda, um desafio para os judeus. Confiar em Deus não nos isenta de fazer a nossa parte (Js 1.3-9). Mas Ester tornou a implorar ao rei, chorando aos seus pés, que revogasse o plano maligno de Hamã, o agagita, contra os judeus (Et 8.3 NVI). Embora Hamã tenha desaparecido, o decreto continua vigorando. Esse era o problema com os decretos medo-persas: uma vez publicados, não podiam ser revogados. Vejamos Daniel 6, onde encontramos palavras similares repetidas três vezes: Agora, ó rei, emite o decreto e assina-o para que não seja alterado, conforme a lei dos medos e dos persas, que não pode ser revogada”. E foram logo falar com o rei acerca do decreto real: “Tu não publicaste um decreto ordenando que nestes trinta dias todo aquele que fizer algum pedido a qualquer deus ou a qualquer homem, exceto a ti, ó rei, será lançado na cova dos leões?” O rei respondeu: “O decreto está em vigor, conforme a lei dos medos e dos persas, que não pode ser revogada”. Mas os homens lhe disseram: “Lembra-te, ó rei, de que, segundo a lei dos medos e dos persas, nenhum decreto ou edito do rei pode ser modificado”. (Dn 6.8, 12, 15 NVI). Apesar de Hamã estar morto, o decreto permanece inalterado. Foi escrito, será feito e é irrevogável. Os judeus enfrentarão sua sentença. Ester, ciente disso, Ester tinha mais um plano. Agora, vejamos Assuero, o poderoso rei. Ele estende o cetro à rainha, indicando que está pronto para ouvir: Se for do agrado do rei, se posso contar com o seu favor, e se ele considerar justo, que se escreva uma ordem revogando as cartas que Hamã, filho do agagita Hamedata, escreveu para que os judeus fossem exterminados em todas as províncias do império. (Et 8.5 NVI). Então o rei Assuero diz a Ester e a Mardoqueu: O rei Xerxes respondeu à rainha Ester e ao judeu Mardoqueu: Mandei enforcar Hamã e dei os seus bens a Ester porque ele atentou contra os judeus. Escrevam agora outro decreto em nome do rei, em favor dos judeus, como melhor lhes parecer, e selem-no com o anel-selo do rei, pois nenhum documento escrito em nome do rei e selado com o seu anel pode ser revogado. (Et 8.7 8 NVI). “Aqui está a caneta”, disse o rei, “Escreva outro decreto—anulando o primeiro.” Não é incrível? Você acha que não vale a pena insurgir-se contra leis injustas? Acha que é inútil tomar posição a favor da vida no útero e contra o aborto? Este é um exemplo clássico, mostrando por que devemos nos opor com firmeza e lutar em prol da verdade, embora pareça que as leis existentes nunca mudam. 1.2 Segurança jurídica. A LIÇÃO DIZ: Apesar de todos os aspectos tirânicos, autoritários e excêntricos dos reis da Pérsia, como o próprio Assuero, havia um limite para suas ações: o império da lei dos medos e persas. Em países democráticos, como o Brasil, todos os aspectos da vida pública e privada são regrados por um ordenamento jurídico, sob uma Constituição, que a todos vincula. Isso é necessário para que haja previsibilidade e segurança jurídica. Nenhuma pessoa ou Poder está acima da Constituição Federal. Ninguém pode agir de modo a violá-la. As alterações constitucionais possíveis somente podem ser feitas pelo Parlamento, onde atuam os representantes eleitos pelo povo. Essa, pelo menos, é a moldura constitucional. Oremos pelas autoridades de nosso país (1 Tm 2.1,2). Lennox diz: Uma das mais antigas funções da lei é estabelecer limites para os poderes do governo. E pelo visto, a monarquia constitucional medo-persa é um avanço em relação à monarquia absoluta, embora ainda estivesse longe da democracia desenvolvida mais tarde na Grécia. Não havia separação de poderes. Em essência, eram as mesmas pessoas que legislavam, governavam e julgavam. Mas foi um passo na direção certa. Em teoria, pelo menos, oferecia proteção contra os excessos de um déspota. Como funciona a democracia no Brasil: • Poder Executivo: 1. O Poder Executivo é liderado pelo presidente da República, eleito a cada quatro anos pelo voto popular desde 1989. 2. Suas principais funções incluem: a. Administrar o interesse público. b. Executar as leis. c. Propor planos de ação nacional. d. Sancionar ou vetar leis aprovadas pelo Congresso. e. Nomear ministros e administrar o orçamento do país. f.Ser o chefe supremo das Forças Armadas. • Poder Legislativo: 1. O Congresso Nacional é composto por duas casas: o Senado Federal e a Câmara dos Deputados. 2. Os membros do Legislativo são eleitos diretamente pelo povo. 3. Suas funções incluem: a. Elaborar, discutir e aprovar leis. b. Fiscalizar o Poder Executivo. c. Representar os interesses da população. • Poder Judiciário: 1. É composto por juízes e ministros indicados pelo presidente e aprovados pelo Senado. 2. Suas funções incluem: a. Interpretar e aplicar as leis. b. Julgar casos e conflitos. c. Garantir a justiça e a constitucionalidade das ações. O equilíbrio entre esses poderes é fundamental para o Estado Democrático de Direito. Eles atuam como freios e contrapesos, evitando abusos e garantindo que nenhum deles se sobreponha aos demais. Assim, nossa democracia se sustenta na separação de poderes e na busca constante pela justiça e igualdade. 1.3 O direito de defesa. A LIÇÃO DIZ: Assuero não podia revogar seu decreto, mas emitiu outro; uma espécie de contraordem, que permitia aos judeus exercerem seu direito de defesa diante de seus inimigos, no dia assinalado no decreto anterior (Et 8.8-13). O texto nos faz entender que havia, em todo o reino, grupos sistematicamente hostis aos judeus (Et 8.11,13; 9.1,2,5). Em uma situação em que o primeiro decreto não poderia ser diretamente revogado, uma estratégia foi empregada para anular seu efeito. O primeiro decreto havia retirado dos judeus a proteção do império e, ao mesmo tempo, garantido financiamento para a ação militar contra eles. No entanto, o segundo decreto permitiu que os judeus formassem suas próprias milícias, eliminando assim a proteção real (embora não os recursos) daqueles que haviam sido contratados para lutar contra eles. Com a retirada da proteção real, a ação contra os inimigos dos judeus já não seria considerada uma rebelião contra a Coroa. Essa medida colocou o grupo liderado por Hamã na mesma situação dos judeus, tornando-o um alvo que poderia ser atacado sem temer represálias do governo. Este capítulo começa com a rainha Ester em prantos (Et 8.3), mas termina com os judeus se regozijando e comemorando (vv. 15-17).
II. A RAINHA ESTER ESCREVE BOAS NOTÍCIAS PARA O SEU POVO 2.1 A comemoração dos judeus. A LIÇÃO DIZ: O dia 14 do décimo segundo mês foi de grande festa para os judeus de todo o Império Persa. O sentimento de alívio pelo grande livramento tomou conta do povo judeu e precisava ficar marcado. Mardoqueu registrou os fatos e escreveu cartas para os judeus de todas as províncias, instituindo uma festa comemorativa, a Festa de Purim. Hamã havia lançado sorte (pur) para matar os judeus no dia 13. Agora, o dia 14 seria estabelecido como um dia de festa, um feriado nacional a ser inscrito na história judaica, para comemorar o livramento que Deus dera ao povo judeu (Et 9.20-28). O “dia D” chegou para os judeus, o dia determinado pelo decreto de Hamã para o extermínio do povo escolhido de Deus no império. Porém, o decreto de Mardoqueu havia transformado aquele dia de destruição num dia de livramento. Os judeus tinham permissão de resistir ao inimigo e haviam tido nove meses para se preparar para o confronto. O povo do império que odiava os judeus esperava uma vitória, mas “sucedeu o contrário, pois os judeus é que se assenhorearam dos que os odiavam” (Et 9.1). E triste quando uma nação (ou uma igreja) se esquece de seus heróis e dos acontecimentos providenciais que a mantiveram com vida. Como é fácil para uma nova geração crescer e deixar de dar o devido valor aos benefícios que as gerações passadas lutaram e se sacrificaram para obter! Os judeus não cometeram esse erro. Antes, estabeleceram a Festa de Purim para lembrar a seus filhos, ano após ano, que Deus havia salvado Israel da destruição.
2.2 A carta e o decreto de Ester. A LIÇÃO DIZ: Depois da primeira carta enviada por Mardoqueu, Ester e o primo escreveram uma segunda carta, confirmando a instituição da Festa de Purim, com dois dias de duração. Era a primeira vez que a rainha Ester se dirigia ao seu povo. Ao sair de sua pena, a instituição da festa estava fundamentada, agora, em um decreto real (Et 9.32). A festa entrou definitivamente no calendário judeu e é comemorada até os dias de hoje. O nome “Purim” é o plural do termo babilônio pur, que significa “sorte”. Tem origem no fato de Hamã ter lançado sortes para determinar o dia em que os judeus deveriam ser destruídos (Et 9.24; 3.7). Apesar de essa nova festa não ter recebido a sanção divina, os judeus determinaram que seria comemorada de geração em geração (9.26 28). Apesar de Purim não ser uma festa cristã, sem dúvida os cristãos devem se alegrar com seus amigos judeus, pois todas as bênçãos espirituais que recebemos vieram por intermédio do povo de Israel. Esse povo deu ao mundo o conhecimento do verdadeiro Deus vivo, as Escrituras e o Salvador. Os primeiros cristãos foram judeus que creram em Cristo, como também o foram os primeiros missionários. Jesus foi um judeu que morreu na Páscoa, uma festa judaica, e ressuscitou dos mortos em outro dia santo dos judeus, a Festa das Primícias. O Espírito Santo desceu dos céus sobre um grupo de cristãos judeus em Pentecostes, um dia santo judaico. “A salvação vem dos judeus” (Jo 4.22). A Igreja não existiria sem os judeus. 2.3 A exaltação de Mardoqueu. A LIÇÃO DIZ: Depois da morte dos inimigos dos judeus, Assuero engrandeceu ainda mais a Mardoqueu, pondo-lhe como o segundo maior do reino; posição que era ocupada por Hamã (Et 10.3). O relato bíblico encerra com um testemunho notável de Mardoqueu: ele foi um homem público exemplar e próspero, trabalhando para o bem de todo o seu povo. O propósito de Deus é usar seus servos em todas as áreas da vida. Tudo o que fizermos deve ser feito para a glória de Deus (1 Co 10.31). Por vezes, quando as pessoas são pro movidas a um cargo elevado, esquecem suas raízes e não fazem caso das necessidades do povo em geral. Mardoqueu não era esse tipo de pessoa. Seus atos políticos foram registrados nos anais oficiais do império, porém aquilo que ele realizou por seu povo foi registrado pelo Senhor e será recompensado. O livro de Ester chegou ao fim. Deus transformou a morte em vida, as trevas em luz, a perspectiva de inferno em certeza de céu. O reino de Assuero passou, embora o império do mal ainda permaneça ao nosso redor em diferentes formas. Aqui na Terra, ainda estamos constantemente envolvidos numa batalha de vida e morte com as forças do mal. Mas nem sempre será assim. Vem o dia quando nosso Rei irá retornar para reclamar seu trono e estes dias de império do mal acabarão. Aguardamos esse dia.
III. A MULHER É CHAMADA POR DEUS PARA SER RELEVANTE NO MUNDO 3.1 Uma mulher notável. A LIÇÃO DIZ: Mardoqueu e Ester exerceram um papel de altíssima relevância no Império Persa, principalmente em relação ao povo judeu. Para isso, não foi preciso disputa ou inversão de papéis. Ester chegou ao cargo de rainha sob profundo respeito, obediência e honra ao primo Mardoqueu, que lhe havia criado como filha. Na condição de rainha, soube ser humilde, prudente e muito equilibrada. Quando mergulhamos na história de Mardoqueu e Ester, encontramos[ lições profundas sobre relevância, obediência e equilíbrio. Vamos explorar esses pontos: • Relevância sem Disputa. Mardoqueu e Ester não buscaram posições de poder por meio de intrigas ou conspirações. Sua relevância não veio da competição desenfreada, mas sim da fidelidade a Deus e ao próximo. Às vezes, ansiamos por destaque e influência, mas a verdadeira relevância está em servir com amor e integridade, independentemente do cargo que ocupamos. • O Papel de Mardoqueu. Mardoqueu, o primo de Ester, desempenhou um papel crucial. Ele a criou como filha e a guiou com sabedoria. Sua influência não estava na coroa, mas na orientação amorosa que ofereceu. • Ester: Humildade e Prudência. Ester, ao se tornar rainha, não se deixou levar pelo poder. Ela permaneceu humilde e prudente.
1. A humildade nos permite reconhecer que não somos autossuficientes. Deus nos capacita para nossas tarefas, e nossa posição não deve nos afastar dEle. 2. A prudência de Ester a levou a agir com sabedoria. Ela não tomou decisões impulsivas, mas buscou discernimento e oração. • Equilíbrio na Realeza. Ester não se tornou uma rainha arrogante. Ela equilibrou sua posição com compaixão e coragem. Como cristãos, também enfrentamos desafios em nossas esferas de influência. O equilíbrio entre autoridade e amor é essencial. 3.2 A banal “guerra dos sexos”. A LIÇÃO DIZ: Deus não entra em disputas banais, como a tal “guerra dos sexos”, que visa instilar ódio e aversão entre homens e mulheres. O Criador nos fez macho e fêmea, com constituição e papéis distintos, os quais estão claramente revelados nas Escrituras (Gn 1.27; 2.15-18). No final, julgará a todos conforme as leis perfeitas e justas que estabeleceu. Deus não é afetado por partidarismos e ideologias sexistas. Por isso, chama homens e mulheres para serem relevantes no mundo. A mulher tem muito a contribuir no reino de Deus e no bem-estar de toda a sociedade. Vamos explorar esses pontos com respeito e sensibilidade: • A Dualidade Criada: Macho e Fêmea. Deus, em Sua infinita sabedoria, criou a humanidade à Sua imagem e semelhança. Ele deliberadamente fez macho e fêmea (Gn 1.27). Essa dualidade não é acidental; ela reflete a diversidade e complementaridade que encontramos na criação. Homens e mulheres têm papéis distintos, mas igualmente importantes. • Papéis Revelados nas Escrituras. No Jardim do Éden, Deus confiou a Adão e Eva responsabilidades específicas. Adão foi chamado a cultivar e guardar o jardim, enquanto Eva foi sua auxiliadora (Gn 2.15-18). • Relevância no Mundo. Homens e mulheres têm um papel vital na sociedade e no reino de Deus. Juntos, contribuímos para o bem-estar de todos. A mulher, com sua sensibilidade, compaixão e força, tem muito a oferecer. Ela não é menos relevante; é uma parceira essencial na obra divina. 3.3 O contexto cristão. A LIÇÃO DIZ: Além das mulheres da Bíblia, diversas mulheres exerceram papéis importantes em toda a história da Igreja, tais como: Catarina von Bora, Susannah Wesley, Sarah Kalley, Corrie ten Boom e Ruth Graham. No contexto assembleiano: Celina Martins Albuquerque, Lina Nyström, Zélia Brito, Frida Vingren, Signe Carlson, Elisabeth Nordlund, Florência Silva Pereira, Albertina Bezerra Barreto, Ruth Doris Lemos, Wanda Freire Costa, dentre tantas outras. Muitas mulheres notáveis permanecem em atuação em solo brasileiro e em todo o mundo. É inspirador observar como mulheres têm desempenhado papéis significativos na história da Igreja e em movimentos cristãos ao redor do mundo. Suas contribuições, muitas vezes silenciosas e persistentes, moldaram a fé e a comunidade de maneiras profundas. Vamos destacar algumas dessas mulheres notáveis: • Além das mulheres da Bíblia, em toda a História da Igreja, muitas mulheres exerceram papéis importantes, como Catarina von Bora (1499-1552), esposa de Lutero; uma mulher cheia de ousadia e coragem que muito contribuiu para o movimento da Reforma sem deixar de cumprir o seu papel de esposa e mãe — teve seis filhos (Ulrich e Dalferth, 2017, p. 11, 31). • Susannah Wesley. Susanna Wesley (1669–1742), que foi mãe de John e Charles Wesley e outros 17 filhos. Susanna foi uma mulher disciplinada e metódica, uma dedicada educadora dos próprios filhos, ministrando-lhes principalmente a fé cristã. John Wesley foi o fundador do Movimento Metodista. Charles Wesley, além de pregador, é considerado o maior compositor de hinos sacros de toda a História: escreveu cerca de 9 mil hinos. A vida de Susanna Wesley tem inspirado ministérios de mulheres até nossos dias • Sarah Kalley. Sarah Kalley (1825–1907), missionária e musicista escocesa. Ela foi esposa de Robert Kalley e contribuiu intensamente para o ministério do marido, sendo considerada o fundadora da Escola Dominical no Brasil em 19 de agosto de 1855 (Gilberto, 2002, p. 135) • Corrie ten Boom. Corrie ten Boom (1892–1983) é outra mulher de Deus, cuja história é contada no livro O Refúgio Secreto. Corrie foi uma mulher cristã que, juntamente com a sua família, enfrentou os horrores da perseguição nazista, dedicando-se à proteção de judeus na Holanda. • Ruth Graham. Ruth Graham (1920–2007), poeta e escritora, esposa do evangelista Billy Graham (1918–2018). Ruth foi mãe de cinco filhos. O próprio marido costumava dar testemunho da sua profunda dedicação a Deus, da sua vida piedosa e do cuidado que Ruth tinha com o lar. Ela renunciou a sua própria carreira profissional por entender o propósito de Deus na sua vida. • Mulheres no Contexto Assembleiano. No contexto assembleiano, temos Celina Martins Albuquerque (1876 1966), que foi a primeira pessoa a receber o batismo no Espírito Santo entre os membros da Igreja Batista de Belém (Pará) ao crer na doutrina pentecostal pregada por Gunnar Vingren (1879–1933) e Daniel Berg (1884–1963). Integrou, portanto, o grupo de fundadores da Missão da Fé Apostólica (depois Assembleia de Deus) em 18 de junho de 1911 (Araujo, 2007, p. 7). O que mais impressiona na síntese biográfica da irmã Celina, disponível no excelente Dicionário do Movimento Pentecostal, é a sua perseverança espiritual. Em primeiro lugar, por dedicar-se aos cultos de oração na sua casa, devido a uma enfermidade nos lábios que a impedia de ir ao templo. Em segundo lugar, pela sua fé, que a levou a receber a cura de que precisava. Em terceiro lugar, pelo seu fervor espiritual e o desejo ardente de receber o batismo com o Espírito Santo. Certo dia, após o culto de oração no templo, foi para casa e continuou orando juntamente com outra irmã, quando começou a falar em novas línguas na primeira hora da madrugada. Em quarto lugar, porque por toda a vida a irmã Celina conservou a sua fé e devoção, sendo também intensamente dedicada à evangelização pessoal. Irmã Celina foi uma mulher simples, das muitas que, mesmo anônimas, fizeram e fazem história nas Assembleias de Deus no Brasil — assim como em muitas outras igrejas. Temos também Lina Nyström, esposa do missionário Samuel Nystron (1891–1960), pioneiro do ensino pentecostal no Brasil. Na biografia do marido (Nelson, 2008), é retratada como esposa exemplar, muito hospitaleira e dedicada ao serviço cristão. Foi a fiel companheira de Samuel Nystron nos 30 anos das suas intensas atividades no Brasil (Araujo, p. 510). O Dicionário do Movimento Pentecostal apresenta ainda: a. Frida Vingren, esposa do pioneiro Gunnar Vingren, que contribuiu de maneira destacada para a implantação e progresso da obra pentecostal no Brasil, principalmente na produção de literaturas, além de ter sido autora e tradutora de diversos hinos da Harpa Cristã. Conforme Araujo (2011, p. 109), são 24 hinos com o seu nome (16 versões e 8 autorias), todos de grande valor espiritual. Quanto à vida no contexto familiar, o testemunho do filho Ivar dá conta de que Frida “foi muito amorosa, muito dedicada à família; esforçava-se muito por seus filhos, fazia tudo por eles, deixando na memória de todos uma recordação muito boa”. b. Zélia Brito, ativa participante da obra de evangelização nos subúrbios do Rio de Janeiro, ao lado de vários crentes, como Paulo Leivas Macalão, que, mais tarde, viria a ser o seu esposo. c. Signe Carlson, missionária com atuação na área social. d. Elisabeth Nordlund, missionária dedicada à área da música. e. Florência Silva Pereira, obreira ativa nos primórdios da obra pentecostal no Nordeste. f. Albertina Bezerra Barreto, fundadora do Círculo de Oração na AD em Recife-PE, em 1942. g. Ruth Doris Lemos, missionária com atuação na área da música e do ensino teológico, tendo fundado, junto com o marido João Kolenda, o Instituto Bíblico das Assembleias de Deus, o IBAD, em Pindamonhangaba-SP. • Mulheres Atuais. Hoje, muitas mulheres continuam a servir em ministérios, liderança de igrejas, missões e educação teológica. Seu compromisso com a fé, a justiça social e o discipulado continuam a impactar comunidades locais e globais. Que possamos reconhecer e celebrar essas mulheres notáveis, lembrando que Deus usa pessoas de todas as origens para cumprir Seus propósitos.
CONCLUSÃO Que o Deus Eterno continue levantando mulheres corajosas, que estejam dispostas a fazer a sua vontade, ainda que isso lhes exija renúncias. Os exemplos de Rute e Ester continuam — e continuarão — produzindo grande inspiração, pois são registros inspirados pelo Deus da providência. O Deus que tudo provê continua agindo em favor do seu povo. A Ele seja a glória para sempre!
Em suas redes sociais, Laís Caldas sempre compartilha diversos momentos de sua rotina com seus mais de dois milhões de seguidores. Nesta quarta-feira, 25, a ex-BBB aproveitou para se refrescar em uma cachoeira. A médica visitou a Catarata dos Couros, na Chapada dos Veadeiros, em Goiás. Em sua conta no Instagram, Laís publicou diversas fotos e vídeos do local paradisíaco. Nas imagens, ela surgiu com um biquíni preto, que ressaltou ainda mais a sua boa forma.“Já com saudades desse paraíso”, escreveu ela na legenda da publicação, que já recebeu inúmeros comentários. “Uma obra de arte”, comentou uma internauta. “Aff, que perfeição é essa?”, escreveu outra. “O verdadeiro paraíso é você, princesa”, elogiou um terceiro.
Na abertura da sessão plenária desta terça-feira (24), a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, informou que encaminhou ofício à Polícia Federal (PF), ao Ministério Público Federal (MPF) e aos presidentes dos tribunais regionais eleitorais (TREs) para que seja dada celeridade, efetividade e prioridade às funções de investigação, de acusação e de julgamento dos atuais atos contrários ao Direito Eleitoral. Segundo a ministra, isso inclui também os atos agressivos à cidadania e os casos de violência das mais variadas formas que vêm se repetindo no processo eleitoral em curso e que afrontam a atividade da política.
“Política não é violência, é a superação da violência. Violência praticada no ambiente da política desrespeita não apenas o agredido, senão ofende toda a sociedade e a democracia”, declarou a presidente. A ministra afirmou que recentes episódios de violência ocorreram por despreparo, descaso ou tática ilegítima e desqualificada de campanha. De acordo com ela, tais práticas atentam contra cidadãs e cidadãos, atacam pessoas e instituições e impõem a eleitoras e a eleitores – os quais querem entender as propostas que os candidatos têm para a sua cidade – que assistam a “cenas abjetas e criminosas, que rebaixam a política a cenas de pugilato, desrazão e notícias de crimes”.
“Há que se exigir, em nome do eleitorado brasileiro, que candidatos e seus auxiliares de campanha se deem ao respeito. Se não se respeitam, que respeitem a cidadania brasileira, que ela não está à mercê de cenas e práticas que envergonham e ofendem a civilidade democrática. Temos que conclamar também os partidos políticos para que tomem tenência […]. Não podem pactuar com desatinos e cóleras expostas em cenas de vilania e desrespeito aos princípios básicos da convivência democrática”, afirmou a ministra.
A presidente ressaltou que a democracia exige respeito e humanidade para impor confiança, pois não é possível confiar em quem não tem compostura e modos para conviver. Destacou também que eleição é processo de multiplicação de ideias e propostas de candidatas e candidatos, não de divisão de cóleras mal resolvidas. “A agressão física, os atentados contra pessoas – em especial contra mulheres – e todas as agressões praticadas no processo eleitoral e que vêm aumentando, em demonstração de ensurdecedor retrocesso civilizatório, não serão tolerados por esta Justiça Eleitoral”, assegurou a presidente do TSE. A ministra ainda salientou que todas as condutas violentas que constituam infrações eleitorais ou crimes serão investigadas, que seus agentes serão processados com prioridade e urgência qualificada e que a eles será aplicada a lei. Em seguida, foi exibida a nova campanha do TSE – “Pela democracia, com todas as diferenças” –, que visa lembrar a todos sobre a importância da união e do respeito a quem pensa diferente.
Desde o dia 14 de novembro de 2023, os trabalhadores do Rio Grande do Sul têm motivos para celebrar. O salário mínimo na Faixa 5 foi reajustado para R$ 1.994,56, representando um significativo aumento que visa não só acompanhar a inflação mas também oferecer um ganho real para a população.Esse reajuste, divulgado oficialmente pelo governo do RS, busca elevar a capacidade de compra dos trabalhadores e impulsionar a economia local ao permitir que consumidores invistam mais em bens e serviços. Assim, o comércio e a indústria do estado poderão se beneficiar amplamente dessa medida.
Como o aumento do salário mínimo afeta o poder de compra?
A elevação de 9% no salário mínimo em relação ao valor anterior ultrapassa a inflação acumulada do último ano. Esse cenário promete um impacto positivo na economia, já que consumidores estarão em uma posição melhor para gastar em diversos setores, desde o comércio até serviços. O incremento no poder de compra dos trabalhadores se traduz em um impulso direto na demanda por produtos e serviços, promovendo maior dinamismo econômico.
Salário mínimo entre os estados: veja os detalhes
A realidade salarial no Brasil varia conforme o estado, cada um tendo a liberdade de estabelecer seu próprio piso salarial. Dessa forma, a política salarial se adapta às condições econômicas e sociais de cada região, considerando o custo de vida e as necessidades locais. Vários estados adotam diferentes níveis de salário mínimo para diferentes categorias de trabalhadores, o que costuma refletir as características econômicas e sociais de cada região. Em São Paulo, por exemplo, o salário mínimo é um dos mais altos do Brasil devido à grandiosidade de sua economia. Já no Rio Grande do Sul, o ajuste regional é feito com base em diferentes categorias de trabalhadores, impactando setores variados como a indústria e os serviços.
Salário mínimo nacional x estadual:
Em 2024, o salário mínimo nacional, segundo a CLT, foi reajustado para R$ 1.412,00.
No entanto, como mencionado anteriormente, o Rio Grande do Sul possui pisos regionais que podem ser maiores que o salário mínimo nacional. As faixas salariais do estado, após o reajuste de 9% aprovado em 2024, variam de R$ 1.573,89 (Faixa 1) a R$ 1.994,56 (Faixa 5).
Além da previsão inicial de R$ 1.502,00 para o salário mínimo em 2025, presente no Projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e ainda pendente de aprovação final, é importante ressaltar que o valor final ainda não foi definido pela ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet.
Portanto, no Rio Grande do Sul, o piso salarial de um trabalhador será determinado pela faixa salarial da sua categoria profissional, sendo sempre igual ou superior ao salário mínimo nacional.
Trabalhadores técnicos de nível médio em cursos integrados, subsequentes ou concomitantes
Benefício com o aumento regional: veja o impacto do aumento salarial
O aumento do salário mínimo tem implicações diretas na qualidade de vida dos trabalhadores e na economia local. Setores específicos onde há políticas para salários mínimos diferenciados irão se beneficiar diretamente dessas mudanças.
Além de promover a equidade entre diferentes áreas de trabalho, o aumento salarial ajuda a manter uma força de trabalho qualificada em setores críticos para a economia local. O incremento no poder de compra também é essencial para o crescimento econômico, ao aumentar a demanda por produtos e serviços e criar mais oportunidades de emprego.
Visão geral e perspectivas para o futuro
O ajuste no salário mínimo de 2024 reflete mais do que simples números; é um reflexo do compromisso do governo com a melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores e com o desenvolvimento econômico sustentável. Essas medidas não apenas beneficiam os trabalhadores, mas toda a sociedade, promovendo maior estabilidade financeira e um ciclo positivo de crescimento econômico e social.
Com políticas inclusivas e progressistas, o Brasil continua sua trajetória de fortalecimento da economia interna, enfrentando os desafios globais com uma abordagem que visa o bem-estar de toda a população.
Regras da CLT (Resumo)
Contrato de Trabalho
Define os tipos de contrato (indeterminado, determinado, temporário)
Requisitos para validade e condições para rescisão
A Caixa Econômica Federal alertou recentemente sobre a frequência crescente de golpes aplicados via redes sociais e mensagens. O principal alvo destes golpistas são os beneficiários do programa Bolsa Família. Este artigo tem como objetivo orientar os leitores sobre como se proteger desses tipos de fraudes. Os criminosos utilizam técnicas variadas para enganar os usuários, aproveitando-se da confiança depositada em instituições renomadas como a Caixa Econômica Federal. Conhecer essas táticas e ficar atento a sinais de alerta pode evitar muitos problemas.Golpes digitais são tentativas de fraudadores de obter informações pessoais e financeiras das vítimas para uso indevido. Essas tentativas podem ser feitas por meio de mensagens, e-mails, telefonemas ou até perfis falsos em redes sociais. A Caixa destaca a importância de compreender essas ameaças para se proteger melhor.
Como os Golpistas Agem?
Os golpistas frequentemente enviam mensagens ou publicações que parecem ser de fontes confiáveis, induzindo as vítimas a fornecer suas informações. Essas mensagens podem incluir:
Links para sites falsos onde pedem dados pessoais como senhas e números de cartões;
Promessas de prêmios ou vantagens em troca de informações;
Alertas falsos de segurança pedindo confirmação de dados;
Ameaças de bloqueio de contas se certas ações não forem tomadas.
Como se Proteger Contra esses Golpes?
Para se proteger contra golpes aplicados via redes sociais e mensagens, a Caixa Econômica Federal recomenda algumas ações preventivas:
Nunca forneça senhas ou outros dados de acesso em sites ou aplicativos não oficiais: A Caixa nunca solicita essas informações de forma não segura.
Não compartilhe links dos aplicativos da Caixa: Manter essa informação privada ajuda a evitar que golpistas a utilizem indevidamente.
Desconfie de informações sensacionalistas e “oportunidades imperdíveis”: Essas mensagens são frequentemente usadas para atrair vítimas.
Cuidado com links suspeitos: Eles podem levar à instalação de programas espiões que coletam dados pessoais.
Senhas e cartões são pessoais e intransferíveis: Compartilhá-los coloca você em risco de fraudes.
Quais Outras Medidas de Segurança a Caixa Adota?
A Caixa Econômica Federal reforça que nunca solicita senha e assinatura eletrônica numa mesma página. A assinatura é digitada apenas por meio da imagem do teclado virtual, adicionando uma camada extra de segurança. Eles também destacam que mais informações e orientações de segurança estão disponíveis na página oficial da Caixa Econômica.
Como Identificar uma Mensagem Suspeita?
Alguns sinais de que uma mensagem pode ser parte de um golpe incluem:
Erros gramaticais e de ortografia;
Solicitações de informações pessoais imediatas;
Links que redirecionam para sites desconhecidos ou que não correspondem ao endereço oficial da Caixa Econômica;
Mensagens não solicitadas que promovem ofertas ou recompensas incomuns.
É essencial que os usuários da Caixa Econômica Federal e outros serviços financeiros estejam sempre vigilantes e informados sobre as práticas seguras de uso da internet. Adotar essas precauções pode ajudar a evitar cair em golpes que visam roubar informações pessoais e financeiras valiosas.
” Ladrão de quase de todos os lados. Onde vamos parar????.
Em sua sétima onda de calor do ano, o Brasil registrou na terça-feira, 24, novos recordes de temperatura em algumas localidades e tem previsão para marcas inéditas em várias capitais nos próximos dias, de acordo com o Climatempo.A tarde de terça-feira foi até agora a mais quente de 2024 na cidade de São Paulo, por exemplo. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) registrou 35,4ºC na estação do Mirante de Santana, na Zona Norte. Já no interior paulista, algumas cidades passaram dos 40ºC.
Segundo o Climatempo, com o calor intenso, cinco cidades ainda podem alcançar novas máximas de temperatura do ano ao longo da semana. Veja quais são e as previsões para os próximos dias:
São Paulo: Até agora, recorde de 35,4ºC em 24 de setembro. Para esta quarta-feira, 25, a previsão é de 36ºC; Rio de Janeiro: Recorde de 39,5ºC em 17 de janeiro. A expectativa é que a cidade se aproxime dessa marca na quinta-feira, 26; Belo Horizonte: Recorde de 34,4ºC em 3 de setembro. O recorde pode ser igualado na próxima sexta-feira, 27; Campo Grande: Recorde de 39,8ºC em 24 de setembro. A previsão é de 40ºC nesta quarta-feira; Brasília: Recorde de 33,5ºC em 23 de setembro. A expectativa para esta quarta-feira é de 34ºC.
Com menos de duas semanas do início das eleições municipais, 6 de outubro, ainda restam dúvidas para alguns brasileiros sobre certas definições que dizem respeito às urnas — e uma delas é a funcionalidade do voto válido. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), votos válidos são aqueles em que o cidadão opta por escolher um candidato apto à corrida eleitoral.Na cálculo eleitoral, apenas os votos válidos são considerados, enquanto os brancos e nulos, que já foram explicados na primeira edição do #IstoÉSeuVoto, e votos em candidatos que tiveram suas candidaturas impugnadas pela Justiça Eleitoral são desconsiderados.Por exemplo, se três milhões de pessoas foram às urnas para votar, mas um milhão anulou ou votou em branco, somente dois milhões são válidos. O primeiro turno das eleições municipais de 2024 está marcado para o dia 6 de outubro. Informações sobre o título de eleitor e locais de votação podem ser acessados pelo aplicativo E-Título.
A pré-candidata à Prefeitura de São Paulo Tabata Amaral (PSB) disse nesta quarta-feira, 25, que descarta dialogar com Pablo Marçal (PRTB) em uma eventual ida ao segundo turno. Segundo ela, existe a intenção de buscar apoio apenas de quem “seja democrático”. “Vou atrás do apoio de todo mundo que seja gente, que seja democrático. Uma figura como Pablo Marçal, que nem deveria estar aqui [na disputa], esse eu não vou atrás, não. Alguém que está aqui só para tumultuar, para causar, que já foi condenado. Ele faz o show dele e ninguém consegue falar uma proposta. O apoio dele eu estou dispensando”, afirmou, em agenda de campanha na Praça da Árvore, na Zona Sul da capital paulista. Indagada sobre o posicionamento da ministra Carmén Lúcia, presidente de TSE (Tribunal Superior Eleitoral), a respeito da Polícia Federal, do Ministério Público Eleitoral e das autoridades eleitorais terem celeridade nas investigações de violências eleitorais, Tabata respondeu que é necessário que a sociedade esteja coletivamente preparada para “lidar com um candidato como o Pablo Marçal”. “Pós-eleições, a gente vai ter que entender quais regras a gente tem que mudar e que fiscalização a gente vai ter de fazer”, respondeu aos jornalistas.
Perda de paciência
A candidata do PSB ainda justificou o palavrão que soltou após o debate do Grupo Flow, que terminou na agressão do marqueteiro de Ricardo Nunes, Duda Lima, por parte de um assessor de Pablo Marçal. Criticada pela imprensa, Tabata questionou por que sua indignação foi alvo de críticas, enquanto outros candidatos homens não sofrem reprimendas. “Paciência tem limite, até a minha (…) Quando a gente faz a pesquisa durante o debate, de forma unânime as pessoas acham que eu sou a melhor candidata. Só que, no dia seguinte, elas veem a repercussão do debate, e a repercussão é a cadeirada, o soco, o xingamento. Brasil, né? Homem pode dar cadeirada, soco, e mulher não pode falar filha da p*? Vou falar. Se incomodar, vou falar duas vezes”, concluiu. Na ocasião da agressão, Tabata desabafou: “Sabe qual é a merda maior? Eu estava lá que nem uma filha da p* falando sobre as minhas propostas, fazendo um debate sério, e eu tenho certeza que amanhã só vão falar do soco. Não vão comparar as propostas. Eu tenho uma teoria, quase uma teoria da conspiração, de que colocaram o Pablo Marçal para que a gente não visse as merdas que estão acontecendo em São Paulo”
Em sessão realizada em 5 de setembro de 2024, o Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) analisou a auditoria da Secretaria de Educação e Esportes de Pernambuco (SEE-PE), referente ao mesmo ano. O processo foi considerado regular com ressalvas, e o TCE-PE determinou ações corretivas imediatas para resolver irregularidades identificadas, como aponta notícia publicada pelo Jaula Cursos, na segunda-feira, 23 de setembro.
Nomeações de concurso público: A Secretaria deve enviar ao TCE-PE as nomeações dos aprovados no concurso até o final da validade, em 11 de dezembro de 2024. Prazo: imediato.
Suspensão de contratos temporários: A Secretaria está proibida de renovar ou realizar novos contratos temporários para funções que possuem aprovados no concurso. Prazo: imediato.
Levantamento de professores: A Secretaria deve verificar se os professores estão lecionando disciplinas compatíveis com suas respectivas formações. Prazo: 15 dias.
Readequação do quadro de professores: A Secretaria deve ajustar o quadro docente para garantir que todos estejam ensinando as matérias para as quais foram contratados. Prazo: 45 dias.
O Tribunal vai monitorar o cumprimento das medidas. Para ver as medidas, basta clicar aqui.
TCE-PE suspende licitação de R$ 5 milhões da prefeitura de Ipojuca
O Tribunal de Contas do Estado de Pernambuco (TCE-PE) suspendeu, através de uma medida cautelar, o pregão eletrônico nº 028/SMAD/2024 da Prefeitura de Ipojuca, após receber denúncia de uma empresa concorrente.
A licitação tinha como finalidade o fornecimento de materiais gráficos e serigráficos, incluindo serviços de impressão offset e serigráfica, bem como impressão de dados variáveis, totalizando R$ 5.499.927,79 distribuídos em dois lotes. A equipe de auditores do TCE identificou possíveis restrições à competitividade devido a condições indevidas no edital, levando a alegações de graves indícios de limitação da concorrência. Adicionalmente, houve queixas contra a administração municipal de Ipojuca por não fornecer informações pertinentes ao TCE. Diante dos fatos, o conselheiro Rodrigo Novaes decidiu, de forma monocrática, pela suspensão do processo licitatório.
Existem inúmeros impactos positivos dos exercícios físicos para saúde, não é mesmo? Ainda assim, há quem lica com dificuldade para aderir a um esporte e nesse sentido a cirurgiã vascular Dra. Aline Lamaita vai indicar exercícios físicos para problema de circulação.
Saiba os exercícios físicos para problema de circulação
Aline pontuou que atividades que fortalecem os músculos da panturrilha são válidos para a circulação, pois essa é a musculatura responsável por bombear o sangue de volta para o coração para que seja reoxigenado nos pulmões. Musculação causa varizes? Médica esclarece “É uma via de mão dupla: a prática de exercícios melhora a circulação e uma boa circulação melhora o rendimento esportivo. Quanto mais você se exercitar melhor será seu condicionamento vascular. Então, a sensação de peso e cansaço também será menor”, disse. Detalhe que não é necessário tornar-se um atleta profissional para melhorar a circulação. Inclusive, até mesmo os exercícios de baixo impacto já trazem benefícios. “Por exemplo, a caminhada ajuda a melhorar a circulação nas pernas ao promover o crescimento de novos vasos sanguíneos e a contração da musculatura da panturrilha, com aumento da velocidade do fluxo do sangue nas veias e melhor retorno do sangue ao coração”, destacou a especialista.
Esportes aquáticos com musculação.
Natação e hidroginástica possuem recomendação. “Todos os exercícios dentro da água, além de trabalharem a musculatura da perna, são excelentes atividades aeróbicas e contam com a pressão hidrostática da água, que funciona como uma drenagem linfática, ativando a circulação”, orientou. A doutora esclareceu que além da queima de gordura e do ganho muscular, a musculação protege os ossos, melhora a postura, flexibilidade, resistência física e, principalmente, a circulação. Por ter exercícios intensos, deixa o coração mais ativo, normaliza a pressão sanguínea e combate o colesterol, o que protege o organismo de doenças cardiovasculares.”Quem sofre com varizes deve enxergar a musculação como uma aliada ao tratamento, já que a hipertrofia da panturrilha é essencial para o controle da doença venosa, além de ser um ótimo modo de prevenir doenças como trombose e embolia pulmonar”, falou. Dá para aliviar os sintomas decorrentes de problemas de circulação por meio de alguns cuidados simples, como uso de meias elásticas de compressão. “As meias de compressão estimulam a circulação da perna. Ótimas para quem pratica atividades físicas regularmente. Para quem tem problemas circulatórios como varizes, a meia também é uma grande aliada no quesito conforto durante a atividade. Além disso, também pode ser usada após atividade física extenuante, pois ajuda na recuperação”, aconselhou.
Palavra final “Apenas o profissional especializado poderá realizar uma avaliação para diagnosticar o que está afetando sua circulação e indicar quais tipos de exercícios você pode realizar, além de, se necessário, recomendar tratamentos específicos para o seu caso”, concluiu a Dra. Aline Lamaita.
Uma grande festividade política do prefeito Delson Lustosa e Dada de Adeval, que estão concorrendo a reeleição, reuniu grande quantidade de pessoas neste sábado (21), com a presença do deputado federal Filipe Carreira, que em sua fala declarou que uma grande qualidade que lhe chamou atenção na pessoa de Delson foi a sua humildade e vontade de ajudar o povo de Santa Terezinha e que nas suas andanças por vários municípios, nos eventos políticos, nunca tinha visto uma carreata tão grande igual a essa. Também falou do grande sonho de Delson, de ver o hospital de Santa Terezinha pronto, que também pediu um aparelho de tomografia e ultrassonografia de última geração, falou da iluminação do Rausão e prometeu de no próximo ano trazer um bom ônibus para os estudantes de Santa Terezinha.
O prefeito Delson também falou das obras concluídas e do seu desejo de continuar trabalhando pelo povo. Agradeceu pelas oportunidades que lhe foram concedidas e do desejo de continuar trabalhando incansavelmente para o progresso de Santa Terezinha.
Foi dada oportunidade de fala ao ex-prefeito Teogênes Lustosaque se expressou muito bem. E aos dezoito candidatos a vereadores que compõem a chapa de Delson.
Quase dois anos após o fim do “BBB23“, Amanda Meirelles, vencedora do reality, ainda colhe os frutos da fama — mas a tentativa é ir para além do meio artístico. Em suas redes sociais, onde conta com 2,8 milhões de seguidores, a médica tem investido na produção de conteúdos informativos sobre saúde, e almeja alcançar a televisão informando pessoas sobre temas de importância pública.
Em entrevista ao site IstoÉ Gente, Amanda falou sobre sua atuação profissional como médica e influenciadora depois do Big Brother Brasil, além de abrir o coração sobre seu diagnóstico de mielite, inflamação na medula espinhal sem cura. Acompanhe:
IstoÉ Gente: Como tem sido a vida após a fama?
Amanda Meirelles: A fama, para mim, veio como uma consequência. Ela nunca foi algo que eu desejei antes de entrar no “BBB”. O meu interesse lá realmente era financeiro. Junto com a fama, vieram pessoas extraordinárias, que até hoje continuam me impulsionando nos meus projetos. A gente sai [do reality] realmente perdido, parece que a gente viveu em outro universo, parece que houve uma vida quando a gente estava lá dentro e uma outra vida acontecendo aqui fora. Depois que eu saí do programa, tem um período de certa adaptação e de certo susto, mas eu acredito que eu lido com isso da melhor forma. Eu tenho uma rede de apoio na internet, de fãs, de seguidores que me estimulam a ser cada vez melhor, que consumem, compartilham os meus conhecimentos da área da saúde. Não é que eu não goste de ser conhecida como ex-BBB, mas eu falo que eu quero que as pessoas saibam que, além do programa, eu tenho uma outra história também, a minha trajetória.
Tenho tentado, cada vez mais, mostrar para as pessoas que, além de ter vencido o “BBB23”, eu sou médica, produzo conteúdos para a área da saúde e posso utilizar meu papel na internet para atingir mais pessoas e falar o que eu quero. O meu propósito que é cuidar de pessoas.
IstoÉ Gente: Você tem vontade de expandir sua atuação das redes sociais para a televisão?
AM: Eu tenho. Eu falo que, hoje, o meu maior sonho é ter uma oportunidade. Eu participei algumas vezes como convidada do Bem Estar e outros programas em rede aberta. Hoje, o meu sonho mesmo é ter um quadro ou participar de algum programa informando sobre saúde. Informação e saúde são libertadoras. Eu já peguei as pessoas em UTI por falta de conhecimento! Muitas vezes, um diagnóstico precoce ou uma informaçãozinha que o paciente tivesse se atentado ou sabido antes, teriam mudado todo o curso de uma história.
Hoje, consigo trazer também a minha prática profissional no que acredito ser interessante para as pessoas, e quando elas devem procurar um profissional, que profissional, ao que elas devem se atentar. Eu produzo conteúdos assim e tenho feedback maravilhoso. As pessoas me mandam no Instagram, ‘Eu tive tal coisa, dá uma olhada nesse exame para mim’. Descobrem um diagnóstico e me mandam. Eu tento ser esse meio de campo que consegue levar a informação de uma forma que as pessoas consigam assimilar.
IstoÉ Gente: Como foi, para você, receber o diagnóstico de uma doença incurável (mielite)?
AM: Eu tive um diagnóstico de melite transversa na época da faculdade e tratei. Tem um tratamento que é um pulso de corticoide, eu me internei e tratei. Uma das principais hipóteses diagnósticas, na época, era esclerose múltipla, mas foi descartada em mim. Já fiz vários exames, não tenho lesões novas. Mas, como a medicina avançou bastante, eu sempre quero saber se tenho alguma doença neurodegenerativa ou outra coisa.
No momento, eu não estou com nenhum sintoma. A doença não me impede de nada, mas eu faço exames por precaução. Eu acho que quem está nessa posição de cuidadora acaba deixando um pouquinho a própria saúde de lado. E tento ser muito transparente nas minhas redes sociais, de mostrar que a vida não é perfeita. Por trás daquela tela também existe uma pessoa, e essa pessoa também passa por problemas de saúde.
IstoÉ Gente: Você já desabafou sobre transtorno de imagem e comparações nas redes sociais. Como você lida com o fato de que é um exemplo para suas seguidoras?
AM: Eu penso que a gente vai aprendendo juntas. Hoje, eu tenho muitas pessoas que se importam comigo e que se reconhecem e se identificam com muitas coisas que eu passo. É por isso que eu gosto muito de ser sincera com as pessoas que me seguem, não vendo a vida perfeita no Instagram.
Eu comecei a fazer atividade física não porque eu gosto, mas porque faz bem para a saúde. Não romantizo as coisas, vou para a academia falando: ‘Não queria ter vindo, está doendo a minha perna…’ E a gente vai se impulsionando juntas. Hoje, eu sou uma certa “ferramenta de busca” para minhas seguidoras, porque elas sempre me mandam dúvidas. Quando os artistas têm alguma doença, também me mandam para que eu possa explicar. É muito bacana ser reconhecida por algo que você estudou a sua vida inteira. Então, eu sou muito grata por ser reconhecida, mas também tento dizer que não é porque eu sou médica que eu também tenho uma vida perfeita. A questão do distúrbio de imagem foi algo muito difícil de ser falado, porque é muito difícil de reconhecer. Se você me perguntar assim: ‘Amanda, está tudo bem? Você lida tranquilamente com isso?’ Eu respondo que não, eu lido diariamente. E as pessoas que estão comigo e me acompanham sabem que isso é um processo. Tem dia que eu estou me achando a pessoa mais linda do mundo. Tem dia que eu não estou me achando. A questão da dismorfia corporal é um assunto delicado, mas que eu senti necessidade de expor. E eu não tinha ideia de quantas pessoas também passavam por isso e não se sentiam vistas, não se sentiam representadas.
Muitas vezes, nas redes sociais ou nas campanhas publicitárias, a gente tem mulheres com o corpo considerado belo, cheio de Photoshop, e as pessoas começam a não se reconhecer, não se sentir parte. E o amor próprio, ele sempre começa pelo espelho, a gente se olhar, se enxergar e se amar. É uma construção para mim e para as pessoas que me acompanham. Então eu me sinto muito privilegiada de ter esse reconhecimento, tanto da parte médica quanto da parte de mulher.
IstoÉ Gente: Você pode compartilhar como foi ser voluntária médica no Rio Grande do Sul, na época das enchentes?
AM: Eu falo que essa não foi uma experiência, e sim uma vivência. Foi perceber que eu realmente nasci para cuidar de pessoas, que eu estava no lugar certo e que eu sou uma pessoa privilegiada por poder exercer minha profissão em um momento em que precisavam de mim, sem pensar na parte de remuneração, sabe? Eu acho que meu sonho sempre foi exercer a medicina por vocação e eu consegui fazer isso nesse trabalho voluntário que fiz no Rio Grande do Sul. E foi muito gratificante, porque eu senti que eu nasci para fazer isso, para cuidar de pessoas, seja na internet ou seja em campo.
Isso me faz bem, ser importante na vida das pessoas. Eu trabalhei durante a pandemia, e, naquela época, estar em casa era estar seguro. No Rio Grande do Sul, a gente não tinha casa para estar seguro. Tivemos que aprender a lidar com as emoções dos outros, com as situações de vulnerabilidade e, ao mesmo tempo, ter empatia e realizar nosso trabalho.
Eu vou carregando os pedaços das pessoas que passam pela minha vida, e o Rio Grande do Sul tem um lugar muito especial nela. Isso modificou a pessoa que eu sou, e eu falo que também foi uma nova chance de as pessoas verem quem é a Amanda, para além dos recortes da internet.
Professores e orientadores educacionais avaliam como positiva a possibilidade de o Ministério da Educação atuar para banir o uso de celular nas escolas públicas e privadas do país. Prevista para ser apresentada em outubro, essa e outras propostas podem ser adotadas com o objetivo de conter os prejuízos do uso excessivo de telas na infância e na adolescência. Recentemente, o ministro da Educação, Camilo Santana, defendeu essa ideia durante uma entrevista ao jornal Folha de S.Paulo. Na oportunidade, ele citou algumas pesquisas indicando que o uso dessas tecnologias, além de comprometer aprendizado e desempenho dos alunos, impactaria também a saúde mental de professores. Orientadora educacional da Secretaria de Educação do Distrito Federal, Marina Rampazzo explica que profissionais que trabalham com educação têm discutido muito esse assunto. “Nas conversas que temos com especialistas de diversas áreas vemos vários prejuízos causados pelo excesso do uso de telas, especialmente em crianças e adolescentes”, disse a pedagoga e psicóloga à Agência Brasil.
Pandemia
Ela lembra que este já era um problema percebido antes da pandemia, mas que, na sequência, se intensificou muito. Segundo ela, para dar conta de todas demandas acumuladas, muitos pais e mães delegaram os cuidados de seus filhos às telas.“A pandemia deu um poder a mais para a tela. O problema já existia, mas havia um controle maior sobre tempo, espaço, conteúdo. Na medida em que entramos em uma pandemia e todos ficaram trancados dentro de casa, famílias se viram sem outras ferramentas para o jovem dentro de casa”, disse.Ela acrescenta que não será fácil reverter esse quadro, mas que a escola terá papel decisivo nesse desafio. “Em primeiro lugar, pelo papel social que a escola representa, pensando educação como algo integral que vai além de repassar conteúdos, atuando também no campo cognitivo, desenvolvendo todos aspectos da vida”, explicou.De acordo com Marina, essa discussão perpassa a escola porque a socialização é a forma mais eficiente para tirar o estudante da tela. “É na escola que ele passa boa parte do seu tempo. Se fora da escola eles ficam o tempo todo no celular, dentro da escola é a oportunidade para eles se relacionarem com outras pessoas, com livros de verdade e com atividades diversas de cultura, lazer e esporte”, argumentou.
Comportamentos antissociais
Segundo a orientadora educacional Margareth Nogueira, do colégio privado Arvense, o uso excessivo de telas tem ampliado a antissociabilidade e o bullying nas escolas. “Entre os 10 e os 12 anos é muito importante que os estudantes usem o diálogo em seus três níveis de complexidade, que é o pensar, o refletir e o de consistência, com razões e contraposições a um tema”, explicou. “Se ele não consegue entrar nesse nível, com argumentos, contra-argumentos e consensos, não há diálogo. O que vemos é que ouvir o outro tem sido, para eles, algo cada vez mais complexo. É muito importante que eles desenvolvam trocas, que se olhem olho no olho. Eles precisam de diálogo, interatividade e de troca de opiniões”, acrescentou. Segundo ela, os celulares têm prejudicado também a visão dos estudantes. “Eles estão usando óculos cada vez mais cedo por conta do uso excessivo dessas telas”.
Vício
Outra preocupação dos educadores é com a relação viciante proporcionada pelos celulares em crianças e adolescentes.“Muitos têm manifestado verdadeiras crises de abstinência quando afastados de seus celulares. Eles ficam mais agressivos, impacientes e intolerantes. É cada vez mais comum casos de meninos quebrando a casa inteira quando proibidos de usar o dispositivo”, relatou Marina Rampazzo. Margareth Nogueira percebe também que, devido a esse “vício tecnológico”, os alunos têm chegado em sala mais agitados, impacientes e agressivos. “A competitividade entre eles também está mais alta, reflexo dos estímulos causados por jogos. A alimentação, a rotina e o sono estão cada vez mais prejudicados. Isso reflete diretamente no funcionamento cerebral”, disse.
“A verdade é que eles não têm maturidade nem resposta cerebral para usar o celular de forma sistemática. E, para piorar, nem sempre é possível que os adultos supervisionem de forma adequada o uso desses aparelhos”, complementou.
Suporte às novas regras
Caso se confirmem as medidas anunciadas pelo ministro, é importante que as escolas garantam uma estrutura suficiente que deem acesso aos materiais da internet considerados interessantes para uso em sala de aula. “Esse acesso deve ser por meio de ferramentas da escola, como computadores, por exemplo. Não pelos celulares dos estudantes. Todos sabemos como é difícil ter controle sobre a forma como eles usarão esses dispositivos”, argumentou Margareth. Paralelamente, é importante que, em casa, outros estímulos independentes de telas sejam proporcionados pelas famílias “Áreas como arte, cultura, esporte e lazer podem ajudar, nesse sentido. Especialmente quando voltados à socialização”, acrescentou Marina.
BRASÍLIA (Reuters) – Os objetivos traçados globalmente para um desenvolvimento sustentável caminham para se tornarem o “maior fracasso coletivo”, disse neste domingo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva a chefes de Estado, citando ritmo lento de implementação de ações pelos países.
Em discurso na Cúpula do Futuro, na sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, Lula ainda defendeu uma reforma de organismos multilaterais, argumentando que a Assembleia Geral da ONU “perdeu sua vitalidade”, o Conselho de Segurança “se omite diante de atrocidades” e o Sul Global não está representado de forma condizente com seu peso político e econômico. O presidente disse ser inaceitável que o mundo regrida em temas como a igualdade de gêneros, a luta contra o racismo e outros tipos de discriminação ou que naturalize pessoas passando fome. Ele defendeu que os países não voltem atrás em compromissos multilaterais já firmados. “Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável foram o maior empreendimento diplomático dos últimos anos e caminham para se tornarem nosso maior fracasso coletivo. No ritmo atual de implementação, apenas 17% das metas da Agenda 2030 serão atingidas dentro do prazo”, afirmou. Para Lula, os níveis atuais de redução de emissões de gases do efeito estufa e financiamento climático são insuficientes para manter o planeta seguro. A Cúpula do Futuro antecede a Assembleia Geral da ONU, que começa terça-feira, e reúne lideranças globais para debater ações de reforço da cooperação entre países em áreas como sustentabilidade, democracia, tecnologia, segurança e governança. No discurso, Lula afirmou que o Pacto para o Futuro, documento elaborado na reunião, trata de forma inédita temas como a dívida de países em desenvolvimento e a tributação internacional, destacando que o tema pode “recolocar a ONU no centro do debate econômico mundial”. A busca por uma renegociação de dívidas de países mais pobres e uma tributação global sobre bilionários estão entra as prioridades do Brasil na presidência do G20 neste ano. Lula ainda citou o lançamento da Aliança Global contra a Fome e a Pobreza, iniciativa brasileira à frente do G20.
O DEUS QUE GOVERNA O MUNDO E CUIDA DA FAMÍLIA Os ensinamentos Divinos nos Livros de Rute e Ester para a Nossa Geração
O QUE ESTUDAREMOS? A rainha Ester preparou um banquete e convidou o rei Assuero e Hamã. Durante o banquete, Ester revelou o plano maligno de Hamã, expondo sua traição ao rei. Enfurecido ao descobrir a trama do agagita, o rei Assuero tomou medidas drásticas. Ironicamente, Hamã foi executado no mesmo instrumento que havia preparado para Mardoqueu. Esta lição nos mostra como Deus julga o ódio, a perversidade e a injustiça, e como Ele cuida amorosamente do Seu povo, protegendo-o contra as intenções malignas.
TEXTO ÁUREO – COMPARAÇÃO DE TRADUÇÕES O coração do rei é como canais de águas controlados pelo Senhor; ele os conduz para onde quer. (Pv 21.1 NVT). Na Antiguidade, os reis eram considerados soberanos absolutos. Eles detinham todo o poder, e ninguém podia ignorá-los. Suas vontades eram praticamente incontestáveis. No entanto, Salomão, um dos maiores reis de sua época, nos lembra que há alguém ainda maior do que os reis terrenos: o Senhor, Deus do universo. Ele é o verdadeiro Soberano Absoluto. Deus segura os corações dos governantes em Suas mãos e direciona seus caminhos para cumprir Seus propósitos. A metáfora dos “rios de água” refere-se aos canais de irrigação que os agricultores escavavam para levar água aos campos. Assim como os agricultores cortavam e dirigiam esses canais nos lugares certos, Deus também guia os cursos dos reis para realizar Sua vontade. A Bíblia está repleta de exemplos específicos desse princípio: • Senhor disse a Moisés: “Vá ao faraó, pois tornei obstinado o coração dele e o de seus conselheiros, a fim de realizar estes meus prodígios entre eles, para que você possa contar a seus filhos e netos como zombei dos egípcios e como realizei meus milagres entre eles. Assim vocês saberão que eu sou o Senhor”. (Êx 10.1,2 NVI). • Assim diz o Senhor ao seu ungido: a Ciro, cuja mão direita seguro com firmeza para subjugar as nações diante dele e arrancar a armadura de seus reis, para abrir portas diante dele, de modo que as portas não estejam trancadas. (Is 45.1 NVI). • Ele muda as épocas e as estações; destrona reis e os estabelece. Dá sabedoria aos sábios e conhecimento aos que sabem discernir. (Dn 2.22 NVI). Embora Assuero fosse o rei e Hamã, o seu primeiro-ministro, ou seja, os dois homens mais poderosos do reino da Pérsia naqueles dias, o futuro dos judeus nunca esteve nas mãos deles. Do Senhor e somente do Senhor é que vem a resposta final.
VERDADE PRÁTICA Devemos reconhecer as autoridades humanas, mas não podemos atribuir-lhes um poder acima do que elas têm. Há umDeus no céu. Lições: • As autoridades humanas são limitadas: Embora governantes e líderes exerçam poder sobre nações e pessoas, seu controle é limitado. Eles estão sujeitos à vontade soberana de Deus, que tem o poder de dirigir suas ações e decisões conforme Seus propósitos. • Deus está acima de todas as autoridades: Não importa o quão poderoso um governante pareça ser, existe um Deus no céu que reina soberanamente sobre todas as coisas. A autoridade final e suprema pertence a Ele, e é Ele quem controla o destino das nações. Aplicações: • Respeitar as autoridades, mas confiar em Deus: Embora devamos reconhecer e respeitar as autoridades que governam, não devemos depositar nossa confiança nelas de forma absoluta. Nossa confiança deve estar em Deus, que controla até mesmo os governantes. • Orar pelas autoridades: Sabendo que Deus está acima de todos os poderes humanos, devemos orar por aqueles que governam, pedindo que Deus incline seus corações conforme Sua vontade, pois é Ele quem tem o controle final.
I. O BANQUETE E A DENÚNCIA 1.1 A instabilidade de Hamã. A LIÇÃO DIZ: O dia foi terrível para Hamã. Cedo, saiu de casa determinado a conseguir do rei a ordem de enforcamento de Mardoqueu. Durante o dia, serviu de guia para o cavalo que transportou seu desafeto judeu pelas ruas de Susã. Em casa, enquanto ouvia uma sentença totalmente desfavorável, chegaram os servos do rei para levá-lo apressadamente ao banquete preparado por Ester (Et 6.14). Hamã estava, certamente, muito perturbado. Ir a um banquete naquelas circunstâncias deve ter sido muito desconfortável. Na lição anterior, encontramos Hamã no limiar do segundo banquete oferecido pela rainha Ester. Enquanto ele compartilhava suas desventuras com a esposa e os conselheiros, os eunucos do rei batiam à sua porta, prontos para escoltá-lo até o banquete real. O que estaria prestes a acontecer? Qual petição misteriosa Ester revelaria durante o evento? Hamã, seguindo os eunucos, caminhava para o que seria sua última refeição. Nesse momento crucial, Deus soava um alarme. Quando o Criador chama nossa atenção, é sábio parar, olhar e ouvir… e, acima de tudo, obedecer. A esposa de Hamã e seus amigos já haviam previsto sua queda diante do povo escolhido por Deus, os judeus. Ele testemunharia em primeira mão a fidelidade divina às Suas promessas e o cuidado que Deus dispensa ao Seu povo. Afinal, como Gênesis 12.3 nos diz: “Abençoarei os que o abençoarem e amaldiçoarei os que o amaldiçoarem”. Essa promessa ecoava através dos séculos. A longanimidade de Deus, porém, havia levado Hamã a pensar que estava seguro. Como diz Eclesiastes 8.11: “Quando um crime não é castigado de imediato, as pessoas se veem incentivadas a fazer o mal.” No entanto, essa paciência divina é uma oportunidade para o arrependimento (2 Pedro 3.9). Infelizmente, nosso mundo frequentemente interpreta erroneamente essa longanimidade como ausência de julgamento. Que possamos aprender com a história de Hamã e reconhecer que Deus age no Seu tempo, mas Sua justiça é certa. O alarme soa para todos nós, convidando-nos a refletir e a escolher o caminho da obediência e do arrependimento. 1.2 O banquete do vinho. A LIÇÃO DIZ: O banquete para o qual Ester convidou Assuero é chamado de “banquete do vinho” (Et 7.2). O contexto é o reino da Pérsia, no qual, assim como nos demais reinos pagãos de toda a história, o uso do vinho era comum nas festas e banquetes. Esse é o sétimo banquete registrado no Livro de Ester. Segundo Walton, Matthews e Chavalas (2018, p. 635) Os banquetes eram bastante populares entre a realeza persa, e também dispendiosos. Heródoto descreve um banquete típico de aniversário em que um animal inteiro foi servido (boi, cavalo, avestruz, camelo ou jumento). Os persas apreciavam de modo especial as sobremesas e a abundância de vinho. No contexto do consumo de vinho, o comentarista faz uma pausa para enfatizar seus perigos. Pessoalmente, inclino-me à visão de que a abstinência total é mais eficaz do que a moderação. Permitam-me compartilhar os argumentos apresentados pelo pastor Silas Queiroz. O Comentário da Bíblia de Estudo Pentecostal (p. 242): Em vários lugares o AT condena o uso de yayin e shekar como bebidas fermentadas. (1) A Bíblia descreve os maus efeitos do vinho embriagante na história de Noé (Gn 9.20-27). Ele plantou uma vinha, fez a vindima, fez vinho embriagante de uva e bebeu. Isso o levou à embriaguez, à imodéstia, à indiscrição e à tragédia familiar em forma de uma maldição imposta sobre Canaã. Nos tempos de Abraão, o vinho embriagante contribuiu para o incesto que resultou em gravidez nas filhas de Ló (Gn 19.31-38). (2) Devido ao potencial das bebidas alcoólicas para corromper, Deus ordenou que todos os sacerdotes de Israel se abstivessem de vinho e doutras bebidas fermentadas, durante sua vida ministerial. Deus considerava a violação desse mandamento suficientemente grave para motivar a pena de morte para o sacerdote que a cometesse (Lv 10.9 11). (3) Deus também revelou a sua vontade a respeito do vinho e das bebidas fermentadas ao fazer da abstinência uma exigência para todos que fizessem voto de nazireado […]. (4) Salomão, na sabedoria que Deus lhe deu, escreveu: “O vinho é escarnecedor e a bebida forte, alvoroçadora; e todo aquele que neles errar nunca será sábio”. No Novo Testamento, o ensino é não se embriagar com o vinho, mas encher-se do Espírito (Ef 5.18). Devemos fugir de toda a aparência do mal e abster-nos totalmente de tudo o que não convém aos santos (1 Ts 5.22; 1 Co 6.9,10; 1 Co 6.12). 1.3 “Qual é a tua petição?” A LIÇÃO DIZ: Assuero estava mesmo determinado a saber o que inquietava a rainha, a fim de atendê-la. O fato de Ester comparecer em sua presença correndo risco de morte, e, no primeiro banquete, ter mantido suspense quanto ao que lhe afligia, deve ter levado Assuero a suspeitar que algo muito grave estava acontecendo. Daí sua prontidão a novamente inquirir-lhe: “Qual é a tua petição, rainha Ester? […] qual é o teu requerimento? Até metade do reino se fará” (Et 7.2). A essa altura, talvez o coração da rainha estivesse acelerado. Ela estava diante do rei e do algoz dos judeus e teria que ser firme em sua declaração. Este segundo banquete é o evento — o momento — que rompe o silêncio. Mais uma vez, os três estão sozinhos: o rei, a rainha, e o primeiro ministro. “Qual é a tua petição?” pergunta o rei a Ester. “Qual o seu pedido?” Ele já perguntara isso duas vezes antes: quando ela se apresentara no pátio e ele apontou-lhe o cetro; e depois, no primeiro banquete; mas Ester não lhe respondeu porque não estava na hora. Ela não prosseguiu no assunto. Sabia quando agir e quando esperar. Você tem essa mesma sensibilidade? Sabe quando deve escutar? Sabe quando falar e quando calar-se? Sabe quanto e quando deve dizer algo? Tem a sabedoria de calar-se até o momento certo? Essas coisas mudam as situações, você sabe. A pergunta, no entanto, é esta: Você está em harmonia com Deus o suficiente para estar alinhado aos seus propósitos? Salomão escreveu certa vez: “…há tempo para todo propósito debaixo do céu… tempo de estar calado, e tempo de falar” (Ec 3.1,7). O silêncio já fora adequado, mas agora não era mais. Quando o rei Assuero abriu a porta pela terceira vez: “Ester tomou coragem para fazer a sua petição”.
II. A FÚRIA DO REI CONTRA A INJUSTIÇA 2.1 A revelação do plano. A LIÇÃO DIZ: Ester detalhou ao rei o que havia acontecido. O que ela queria era a preservação de sua vida e da de seu povo, os judeus: “Porque estamos vendidos, eu e o meu povo, para nos destruírem, matarem e lançarem a perder” (Et 7.4). Ester fez ver ao rei o absurdo do plano, que visava o extermínio de toda uma raça, nada comparável a uma venda como escravos (ou servos), o que não era incomum na época. Se fosse isso, Ester disse que não incomodaria o rei. Observe como Ester coloca seus argumentos sutilmente. Ela vinculou seu destino ao de seu povo. De maneira contundente, argumentou que o édito não apenas ameaçava a vida da rainha, mas também representava um genocídio em massa contra o povo judeu. Ela usou habilmente o modo passivo ao descrever o edito. Ela simplesmente disse: “Fomos vendidos, eu e o meu povo” (Et 7.4), de modo a evitar ter de identificar a parte culpada. Primeiro, ela queria deixar o rei irado, e somente então revelar um alvo para a ira dele. 2.2 Quem fez isso? A LIÇÃO DIZ: A pergunta de Assuero pode parecer estranha. Não era razoável que não tivesse conhecimento da extensão do decreto assinado em seu nome (Et 3.12,13). Todavia, não se pode presumir que um rei ou qualquer governante saiba, em detalhes, tudo o que acontece em seu palácio ou jurisdição. Às vezes, até aos pais escapam fatos próximos de seus olhos. Não era de todo irrazoável, portanto, que Assuero estivesse surpreso com a notícia trazida pela rainha. Ou, então, a surpresa deveu-se ao fato de saber que se tratava do povo da rainha, já que até então Assuero não sabia que Ester era judia (Et 2.10). De qualquer forma, era resultado do excesso de poder concedido a Hamã. Compartilho do mesmo sentimento de Swindoll quando ele diz: Confesso que neste ponto minha resposta teria sido mais ou menos esta: “O que você quer dizer com essa pergunta: ‘Quem é esse?‘ Você estava presente quando Hamã propôs esse crime hediondo. Você lhe deu o anel para selar o decreto. Como é que diz agora: ‘Quem é esse’? Abra os olhos!” Agradeço por não ter estado lá e estragado tudo. Quem sabe quantos decretos Assuero assinou naquele dia? Quem sabe quantos assuntos importantes do governo estavam em sua mente? O rei tinha várias decisões a tomar. A maneira como Hamã, um ministro de confiança, propusera a questão dava a ideia de que ele estava resolvendo um problema que afetava o bem-estar do reino. O rei provavelmente assinou o documento sem prestar muita atenção, acreditando que Hamã, colaborador fiel, sabia o que estava fazendo. Ponto para refletir: • Não é prudente confiar cegamente em qualquer pessoa. A autoridade que concedemos a alguém deve ser baseada em avaliações cuidadosas. Pergunte-se: Essa pessoa demonstra integridade? Quando se trata de questões de alta importância, como decisões pessoais, profissionais ou espirituais, o discernimento é ainda mais crucial. Não hesite em investigar, fazer perguntas e buscar informações antes de confiar plenamente. 2.3 A terrível reação do rei. A LIÇÃO DIZ: É provável que a consciência de Assuero tenha sido ativada quando ele entendeu o tamanho da injustiça feita aos judeus, o povo de sua rainha. Com toda firmeza, Ester respondeu ao rei, cara a cara com Hamã: “O homem, o opressor e o inimigo é este mau Hamã” (Et 7.6). Assuero ficou tão furioso que se levantou do banquete e foi para o jardim do palácio (Et 7.7). A essa altura, Hamã já estava apavorado. A reação que teve foi se lançar sobre o assento de Ester, rogando-lhe misericórdia. A situação ficou ainda pior. O rei voltou do jardim e viu Hamã prostrado sobre o divã da rainha e fez uma péssima interpretação da cena: Hamã estaria querendo desonrar a rainha diante do próprio rei? (Et 7.8 – NAA). Por que o rei sentiu a necessidade de fazer uma caminhada nesse momento? Não era porque ele precisava de tempo para pensar ou refrescar a cabeça. Hamã não tinha dúvidas sobre qual seria o veredicto do rei ao retornar. Assim que o rei saiu, Hamã viu que Assuero que isso não seria um problema para o rei; ele não perderia o sono por causa do destino de Hamã. O que provavelmente incomodava Assuero era a questão da sua própria confiança. A edição de Hamã havia sido autorizada pelo rei e ratificada com o selo real. Como poderia agora, sem parecer fraco, punir Hamã por promulgar um decreto que ele próprio havia aprovado? Era um dilema complicado. Quando voltou à sala do banquete, Assuero descobriu que Hamã havia, de certa forma, resolvido o problema para ele: E voltando o rei do jardim do palácio ao salão do banquete, viu Hamã caído sobre o assento onde Ester estava reclinada. E então exclamou: “Chegaria ele ao cúmulo de violentar a rainha na minha presença e em minha própria casa? ” Mal o rei terminou de dizer isso, alguns oficiais cobriram o rosto de Hamã. (Et 7.8). Durante a ausência do rei, Hamã havia implorar a Ester por sua vida. Aquele que havia, sem perceber, buscado tirar a vida dela, agora implorava que ela garantisse a sua própria vida. Para enfatizar seu pedido, Hamã caiu diante dela, cumprindo praticamente a predição de sua esposa de que ele certamente cairia em desgraça diante da descendência dos judeus (veja Et 6.13). Porém, a queda de Hamã no divã de Ester deu ao rei exatamente o que ele precisou: uma desculpa para eliminar Hamã sem causar constrangimento público relacionado ao edito: “Então, disse o rei: Acaso, teria ele querido forçar a rainha diante de mim, na minha casa? (Et 7.8). É muito pouco provável que Assuero realmente acreditasse que Hamã estava a ponto de estuprar Ester diante dele, mas essa era uma acusação convincente que desviava a atenção do verdadeiro problema. Ironicamente, aquele que queria matar os judeus por não se prostrar diante dele foi, no final, foi executado sob a acusação de se prostrar de forma inapropriada diante de uma judia. Pontos para refletir: • Cuidado com o orgulho. Hamã foi tragado pelo seu orgulho e arrogância. Ele não sabia que sua sede de poder o levaria à ruína. “Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes” (Tg 4.6). A Bíblia adverte, a soberba precede a queda (Pv 16.18). • As consequências de más decisões. O rei Assuero enfrentou o dilema de ter autorizado um decreto injusto. Muitas vezes, tomamos decisões precipitadas e sem discernimento. Devemos para agir com sabedoria e temor de Deus em nossas escolhas diárias, sabendo que nossos atos têm repercussões dolorosas.
III. O GRANDE LIVRAMENTO 3.1 A história da forca chegou ao palácio. A LIÇÃO DIZ: A reação física e verbal de Assuero levou seus servos a entender que a morte de Hamã estava decretada (Pv 20.2). Depois que o rei redobrou seu furor por vê-lo deitado junto à rainha, seus servos cobriram o rosto de Hamã. A história da forca, preparada no dia anterior, já havia chegado ao palácio. Nada fica oculto (Lc 12.2). Um dos eunucos, Harbona, sabia até o tamanho: cinquenta côvados de altura – cerca de vinte e dois metros. Ao que parece, Hamã havia espalhado pelo palácio a notícia de que planejava matar Mardoqueu, pois o servo do rei sabia com que finalidade à forca havia sido construída. Em seu orgulho, Hamã contara vantagem, e suas palavras voltaram não apenas para zombar dele, mas também para ajudar a matá-lo. Não vos enganeis: de Deus não se zomba”, anuncia Paulo. “Pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará” (Gl 6.7). O primeiro-ministro semeou ódio contra Mardoqueu e colheu a fúria do rei. Hamã desejava matar Mardoqueu e os judeus, mas acabou sendo morto pelo rei. “Segundo o que tenho visto, aqueles que lavram a iniquidade e semeiam o mal, colhem exatamente isso” (Jó 4:8). “Quem semeia a injustiça colherá males” (Pv 22.8). Esse princípio imutável de semear e colher é ilustrado ao longo de toda a Bíblia e se aplica tanto aos cristãos quanto aos não cristãos. 3.2 Os ventos mudaram. A LIÇÃO DIZ: Até aquele dia, à exceção de Mardoqueu, todos os servos de Assuero se inclinavam e se prostravam diante de Hamã. Mas talvez ele não fosse tão querido assim na corte. Bastou uma oportunidade para um dos oficiais do rei ter a iniciativa de sugerir sua execução, informando Assuero da forca preparada por Hamã para Mardoqueu. Em ambientes de poder às vezes impera um certo de sistema de conveniência. Muda-se de lado com muita facilidade. Talvez Harbona até tenha feito parte do grupo de servos do rei que denunciou Mardoqueu para Hamã (Et 3.3,4). Agora, soube ser bem perspicaz para sugerir a forca para seu ex-superior. Ele não apenas informou ao rei que havia uma forca preparada por Hamã para Mardoqueu, mas foi sutil ao dizer: aquele que “falara para bem do rei” (Et 7.9). A insinuação foi explícita e o rei logo acatou. Hamã foi enforcado, ou empalado, no local que ele próprio havia mandado construir, e seu corpo foi sepultado. A riqueza e a glória de Hamã não o livraram da morte nem foram levadas com ele. Então, o furor do rei se aplacou” (Et 7.10). O termo hebraico traduzido por “aplacou” é usado em Gênesis 8:1 para indicar que as águas do dilúvio baixaram. O furor do rei havia crescido dentro dele e atingido o auge durante a execução de Hamã. Assim, sua ira se acalmou, e o rei recuperou a compostura. No entanto, apesar de o adversário ter sido eliminado, o problema ainda não estava completamente resolvido, pois o decreto do rei permanecia em vigor e não podia ser revogado. Estávamos no terceiro mês (Et 8.9), e faltavam nove meses para o dia fatídico em que os judeus poderiam ser legalmente exterminados (Et 3.13). Quanto à forma como Ester e Mardoqueu resolveram esse problema, discutiremos isso na última lição.
CONCLUSÃO Aplicações Finais: 1. A Verdade Sempre Vem à Tona: • Lição: Assim como a verdade sobre o plano de Hamã foi exposta, a verdade sobre nossas ações e intenções também um dia será revelada. É importante vivermos com integridade, sabendo que nossas ações têm consequências. • Aplicação: Sejamos honestos em nossas relações e evitemos a hipocrisia. Que a nossa vida seja um reflexo da verdade que professamos. 2. A Fragilidade do Poder Humano: • Lição: A rápida queda de Hamã demonstra a fragilidade do poder humano. Aqueles que estão no poder hoje podem cair amanhã. • Aplicação: Não coloque sua confiança em pessoas ou em posições de poder. Coloque sua confiança em Deus, que é eterno e imutável.
Está com poucos ingredientes na geladeira e não sabe o que preparar para o jantar? O Guia da Cozinha tem uma receita simples, prática e muito gostosa que vai salvar seu dia! A torta de salsicha fácil é surpreendente e com certeza vai entrar para a sua lista de receitas favoritas no dia a dia.
Além de ser um prato baratinho, a massa da torta é feita no liquidificador, facilitando muito os preparos. Com o recheio saboroso e bem temperado, vai ser difícil não repetir o prato! Separe as salsichas, tire os ovos da geladeira e se surpreenda com o resultado maravilhoso dessa receitinha!
Confira as instruções completas a seguir:
Torta de salsicha fácil Tempo: 1h
Rendimento: 8 porções
Dificuldade: fácil
Ingredientes: 4 ovos 1 xícara (chá) de óleo 1 colher (chá) de sal 3 xícaras (chá) de farinha de trigo 1 colher (sopa) de fermento em pó químico Margarina e farinha de trigo para untar Requeijão cremoso para cobrir Batata palha para polvilhar Recheio 2 colheres (sopa) de azeite 1 cebola picada 2 dentes de alho amassados 4 tomates picados 10 salsichas aferventadas em rodelas 2 colheres (sopa) de ketchup 1 colher (sopa) de mostarda Sal, pimenta-do-reino e cheiro-verde picado a gosto 1 xícara (chá) de requeijão
Modo de preparo: Para o recheio, em uma panela, em fogo médio, aqueça o azeite. Refogue a cebola e o alho por 3 minutos.Junte o tomate e refogue por 5 minutos ou até começar a desmanchar e formar um molho. Acrescente a salsicha, o ketchup, a mostarda e deixe ferver por 2 minutos. Tempere com sal, pimenta, cheiro-verde e deixe esfriar. Para a massa, bata no liquidificador os ovos, o óleo, o leite, o sal, a farinha e o fermento. Coloque metade da massa em uma fôrma de 22cm x 30cm untada e enfarinhada. Espalhe o recheio, disponha o requeijão às colheradas e cubra com a massa restante. Leve ao forno médio (180º C), preaquecido, por 35 minutos ou até dourar. Deixe amornar, cubra com requeijão e polvilhe com batata palha. Sirva.
Dados do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) apontam que, da área central do país – onde estão localizados estados como Mato Grosso e Goiás – até o litoral nordestino, como em áreas do Ceará e Rio Grande do Norte, há alerta de perigo para baixa umidade do ar e presença de vendavais, ao longo desta semana. Este cenário, segundo o meteorologista do INMET, Heráclito Alves, favorece o surgimento de queimadas, assim como a expansão do fogo nas áreas que já são atingidas. “Durante esse período, de agosto e setembro, que costuma ter estiagem, normalmente ocorre essa baixa umidade. Então, vários dias seguidos com baixa umidade já é um fator que favorece a ocorrência de queimadas. Além disso, temos as temperaturas. Tem áreas no Centro-Oeste do país em que as temperaturas podem chegar a 38°C, 42°C. O vento ajuda a propagar, estender essas queimadas, ou intensificar as que já existem”, explica.
De acordo com o INMET, a área destacada em amarelo indica que a umidade do ar fica entre 30% e 20% (perigo potencial). Já na área com a cor laranja, a variação é entre 20% e 12% (perigo). O aviso na cor vermelha, por sua vez, indica que a área conta com umidade do ar abaixo de 12% (grande perigo).
Queimadas pelo Brasil
De acordo com dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), ao longo de 2024, até esta terça-feira (17), o Brasil registrava 188.623 focos de queimadas. Apenas o estado do Mato Grosso respondia por 41.527 deles. No Pará, a quantidade chegava a 33.066, enquanto no Amazonas era de 19.996. O tenente-coronel Anderson Ventura, do Corpo de Bombeiros do Distrito Federal, destaca que, apesar da prática de colocar fogo em vegetação ser vedada por lei, mais de 90% dos incêndios florestais são causados pela atividade humana.
“As pessoas fazem uso do fogo para, por exemplo, limpar lotes, queimar lixos. As pessoas também usam [fogo] para se aquecer, quando vão acampar, fazem uma fogueirinha. Depois não apagam ela corretamente e perdem o controle. Tem rituais religiosos que envolvem fogo. O uso do fogo faz parte das atividades humanas. Só que nesse período de agora, agosto, setembro, se a população pudesse não usar o fogo, seria o ideal. Não use o fogo para nada”, recomenda.
Ações contra queimadas
Em meio a essa situação, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino autorizou a abertura de crédito extraordinário ao governo federal para ajudar no combate aos incêndios florestais que atingem, sobretudo, a Amazônia e o Pantanal, e na contratação imediata de brigadistas. De acordo com informações disponibilizadas pelo STF, esse crédito deve ficar fora da meta fiscal do governo, estabelecida pela Lei de Responsabilidade Fiscal. Além disso, o governo federal deverá destinar R$ 514,5 milhões para ações emergenciais de combate aos efeitos dos incêndios e à situação de estiagem presente em parte do Norte do país e na Amazônia Legal. Já o Ministério da Justiça e Segurança Pública, por meio da Polícia Federal, deverá cobrir despesas com equipe policial, com atuação em investigações in loco. Também serão destinados valores ao Fundo Nacional de Segurança Pública para que a Força Nacional de Segurança Pública possa atuar, durante cem dias, com 180 novos profissionais.
247 – Nesta quinta-feira (19), o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) se reúne no Rio de Janeiro para discutir o possível retorno do horário de verão no Brasil. A medida, defendida pelo ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira (PSD-MG), surge como alternativa para diminuir o consumo de energia, em meio a uma seca histórica que afeta o país e ameaça os níveis dos reservatórios das usinas hidrelétricas. O encontro extraordinário do comitê, que contará com a apresentação de um estudo do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) sobre os potenciais ganhos energéticos da medida, está marcado para as 13h30.
Conforme informações do Metrópoles, o retorno do horário de verão é visto como “muito provável” por fontes do governo federal, embora a decisão final deva passar pelo presidente Lula (PT). Além de Alexandre Silveira, o vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), também apoia a iniciativa, ressaltando que a medida pode ajudar a aliviar a pressão sobre o setor de energia.
A reunião do CMSE contará com a participação de membros de diversas entidades estratégicas do setor energético, como a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), a Agência Nacional do Petróleo (ANP), a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE) e a Empresa de Pesquisa Energética (EPE). O objetivo do encontro é analisar o impacto da medida sobre o consumo de energia, sobretudo no horário de pico, quando o retorno das famílias às suas casas aumenta consideravelmente a demanda.
Bom, em outubro vindouro iremos escolher as pessoas que vão nos representar nos próximas 4 anos. Parece uma grande responsabilidade não é? Não só parece como é! Por isso que seu voto é tão importante eleitor!
Sem dúvida, os brasileiros percorreram um longo caminho até obter o direito irrestrito ao voto, o que reveste essa conquista de maior valor. Mais do que isso: numa recente democracia, como no Brasil, torna-se ainda mais importante a tarefa de escolher corretamente os candidatos que serão eleitos nas próximas eleições. Afinal, trata-se de um ato de cidadania.
É preciso ter em mente que os escolhidos nas próximas eleições municipais irão elaborar e executar as leis que interferem direta e indiretamente na vida de todos. Para votar, é preciso levar em conta questões como o passado do candidato (pessoal, político e partidário),suas propostas e ideias. Além disso, o cidadão deve manter-se bem informado sobre as questões que envolvem a política, tanto em relação aos que já desempenham mandato eletivo quanto aos que se apresentam publicamente para disputar um cargo pela primeira vez. Mas, apesar desse distanciamento e “descrédito” da sociedade para com a política, o voto ainda é o maior dos atos de protestos que a população pode fazer quando o assunto é garantir melhores condições sociais e econômicas para todos. A Constituição Federal diz que “a soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos”, ou seja, é a vontade popular que vai definir os rumos da sua cidade pelos próximos anos e, por isso, é preciso ter uma maior consciência em relação às eleições.
Entender que o ato de votar não é uma obrigação, mas sim um direito e reflexo da democracia é um dos primeiros passos para que o eleitor faça o bom uso dessa ferramenta e, de forma criteriosa, consiga eleger representantes políticos realmente comprometidos com os interesses e necessidades da população. Para auxiliar no exercício da cidadania através do voto existem sites que disponibilizam informações de candidatos, nas quais o eleitor pode fazer pesquisas mais aprofundadas e saber como foi à conduta de determinado político nos últimos anos, bem como quais as propostas que ele apresenta em novo plano de governo.
A par desse tema, em uma palestra ministrada pelo então juiz da 1ª Zona Eleitoral, Dr. Jamilson Haddad Campos, em 23.06. 23, na Câmara Municipal de Acorizal, o ilustre e digno magistrado destacou que a democracia virou realidade na vida em sociedade e que a participação de estudantes e jovens é essencial para a efetividade da cidadania, senão vejamos:
“(..) Este envolvimento pode se dar antes mesmo de votar, com apresentação de sugestões e demandas. Vivenciar esse espírito democrático, essa cidadania que está em expansão, e fomentar os nossos sonhos representa a participação política”, ponderando a importância de fazer o título eleitoral já a partir dos 16 anos de idade (…)”
Assim, cada um dos nossos eleitores tem o direito de escolher, de maneira absolutamente livre, o seu candidato. O importante é cumprir com o dever cívico de votar, para o fortalecimento da nossa democracia. Votar é um poder-dever. O ato de votar constitui um dever e não um mero direito. A essência desse poder-dever está na ideia da responsabilidade que cada cidadã ou cidadão tem para com a coletividade ao escolher seus mandatários.
Apesar dos avanços de história democrática, ainda há um vasto caminho para garantir, de fato, que todos os cidadãos e cidadãs participem da vida pública e das decisões políticas em igualdade de condições. É neste sentido que a participação direta encontra sua importância, seu poder de transformação e sua relevância para a construção de cidades mais justas e inclusivas.
Logo, é preciso a participação da sociedade do processo político para que existam mudanças para as novas gerações, especialmente para desmistificar as desinformações sobre as urnas eletrônicas e o processo eleitoral.
Viver em sociedade é uma necessidade essencial de todos os seres humanos. Nenhum ser humano consegue viver sozinho, completamente isolado, pois todos precisam dos outros para satisfazer suas necessidades, sejam elas de natureza material, como a alimentação ou a necessidade de cuidados em caso de doença ou de acidente, ou então de natureza afetiva e espiritual. Mas para obter todos os benefícios que a vida em sociedade proporciona é preciso que as pessoas tenham consciência de seus direitos e também de seus deveres. Para isso é preciso que desde cedo, desde os primeiros anos de vida, quando começam a viver junto com outras pessoas, na família, na creche, na escola ou em qualquer outro lugar em que as pessoas fazem coisas juntas, brincando, estudando, praticando esporte, trabalhando, ou em outras atividades, todos tomem consciência de que devem respeitar os outros, assim como todos têm o direito de serem respeitados.
O tema é complicado. Entretanto, faz-se necessário uma incursão preambular, pois o momento é de difícil compreensão, sendo necessário uma reflexão dos atores sociais e integrantes da sociedade.
Vamos lá.
A Constituição da República Federativa do Brasil é a lei maior na Nação. Por isso, ela deveria servir de norte para a vida em sociedade. Isso mesmo, vida em sociedade.
Pergunta-se: será que os cidadãos sabem dos seus reais direitos?
Antes do assunto de fundo, veja-se o que diz a CF/88: “A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos: I – a soberania; II – a cidadania;III – a dignidade da pessoa humana; IV – os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa;V – o pluralismo político”.
E mais: “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição”.
Então, se todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição, os integrantes do Poder Legislativo não são donos do“poder”, mas sim “o povo” que os elege, correto?
Ainda consta na CF/88 que: “São Poderes da União, independentes e harmônicos entre si, o Legislativo, o Executivo e o Judiciário”. Grifamos. Sim, independentes e harmônicos. Apenas não concordamos que a pirâmide tenha seu início com o Poder Legislativo, mas sim com o Poder Executivo.
De sorte que, o poder constitui o Estado, não podendo haver Estado sem Constituição. Logo, o objeto fundamental de uma Constituição é a regulamentação jurídica do poder.
Todavia, não é o que estamos vendo nesse momento no Estado brasileiro. Poder Executivo e Poder Judiciário parecem (parecem?) que estão em pé de guerra. Há uma luta pelo poder. Se eu estiver errado que me corrijam, por favor.
O escólio do saudoso Celso Ribeiro Bastos traduz que: “Assim, ‘independente’ significa não subordinado, não sujeito. Significa ainda que se trata de órgão que tem condições de conduzir os seus objetivos de forma autônoma”. De outra parte, a harmonia se impõe pela necessidade de evitar que estes órgãos se desgarrem, uma vez que a atividade última que perseguem, que é o bem público, só pode ser atingida pela conjugação de suas atuações”.
Indo ao tema.
O que é votar? Votar significa indicar o eleitor (votante) no decorrer de eleição, candidato ou candidatos de sua preferência.
Do latim votare, de vovere (fazer voto, prometer em voto), é escolher, ou eleger alguém, para ocupação de cargo, para desempenho de representação, ou para o exercício de função, por escrutínio (Dicionário de Plácido e Silva). Denota-se que o voto representa a opinião de cada indivíduo, a quem se comete à escolha, ou eleição das pessoas que, assim, se investem na qualidade de representantes, ou delegados do Povo nas agremiações, nas assembleias, ou na chefia dos poderes públicos. Neste sentido é o voto eletivo.
No artigo 14º da CF/88 consta que: “A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante: I – plebiscito; II – referendo; III – iniciativa popular. § 1º O alistamento eleitoral e o voto são: I – obrigatórios para os maiores de dezoito anos; II – facultativos para: a) os analfabetos; b) os maiores de setenta anos; c) os maiores de dezesseis e menores de dezoito anos. § 2º Não podem alistar-se como eleitores os estrangeiros e, durante o período do serviço militar obrigatório, os conscritos”.
À luz do significado e objetivo, o voto é a “voz do povo”. É o bem maior do Estado Democrático de Direito. Do Estado de Direito, sim. No entanto, o democrático fica na consciência de cada um. Só o povo pode escolher os seus representantes. Daí, o povo não pode nem deve reclamar da sua escolha, depois de votar. Pense bem. Estamos diante de uma situação excepcional. Estamos vivenciando uma pandemia. Estamos dentro de um mundo infectado de vírus. Contudo, não deixe de ouvir e olhar os noticiários. Os acontecimentos estão sendo propagados em tempo real. A observação de “fique em casa” é muito importante. Ocorre que também deveríamos clamar pelo cumprimento das leis e, acima de tudo, pelo respeito à dignidade humana e o bem público. Os recursos pertencem ao POVO, e não ao Poder. Isso deveria ser objeto de propagação pela mídia.
O eleitor deve saber da importância do voto consciente. Prepare-se. Saiba em quem votar.
Virginia Fonseca conquistou o coração dos seguidores ao compartilhar momentos adoráveis entre seus filhos caçulas, Maria Flor, de 1 ano, e José Leonardo. Em uma sequência de posts no Instagram, a influenciadora digital derreteu a web ao mostrar o carinho entre os irmãos. Em uma foto publicada no perfil, Virginia aparece sentada em uma poltrona, segurando os dois filhos nos braços. Em seguida, ela postou um vídeo emocionante em que Maria Flor dá um beijinho no irmão recém-nascido. Encantada com a cena, a esposa do cantor Zé Felipe legendou: “Domingando com muito amor”, destacando o afeto entre os filhos. Além dos caçulas, Virginia também é mãe de Maria Alice, de três anos.Os internautas não economizaram elogios ao momento. “Flor é fofa demais”, comentou uma seguidora. “Florzinha é só carinho com o irmãozinho José. Que amor lindo”, escreveu outra fã. “Esse vídeo é o reflexo do amor que existe nessa família”, acrescentou uma admiradora.