7 de setembro de 2026 22:24

Fundeb 2026: publicadas as estimativas de receita que devem orientar o planejamento municipal

As estimativas de receitas do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) para o exercício de 2026 foram divulgadas pela Portaria Interministerial 14, de 29 de dezembro 2025, publicada no Diário Oficial da União (DOU) no dia 31 de dezembro de 2025. Para 2026, a receita total estimada é de R$ 370,3 bilhões, dos quais R$ 301,1 bilhões correspondem às contribuições dos Estados, Distrito Federal (DF) e Municípios e R$ 69,2 bilhões de complementação da União, que corresponde a 23% do montante que Estados, DF e Municípios contribuem para o Fundeb. A receita total estimada do Fundeb aumentou cerca de 9,5%, em relação à última estimativa do Fundeb 2025, divulgada pela Portaria Interministerial Interministerial 13, de 29 de dezembro de 2025. O valor anual mínimo por aluno Fundeb (VAAF-MIN) nacional para o próximo ano é de R$ 5.962,79; e o valor aluno ano total mínimo nacional (VAAT-MIN) foi estabelecido em R$ 10.194,38.

Complementações da União
Em 2026, o percentual de complementação da União atingirá seu valor máximo de 23% e contemplará cerca de 4 mil Municípios. A complementação segue sendo repassada em três modalidades:

1ª. Complementação-VAAF-Valor Aluno Ano Fundeb (10%): estimada em R$ 30,1 bilhões. Esses recursos beneficiarão 10 Estados e os seus 1.849 Municípios: Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio de Janeiro.2ª. Complementação-VAAT-Valor Aluno Ano Total (10,5%): estão previstos R$ 31,6 bilhões. Em 2026, serão beneficiados 2.479 Municípios em 26 Estados. Duas redes estaduais de ensino serão beneficiadas com esses recursos, a do Maranhão e do Piauí.3ª. Complementação-VAAR-Valor Aluno Ano Resultado (2,5%): será de R$ 7,5 bilhões, beneficiando 3.034 redes de ensino, sendo 3.025 redes municipais nos 26 Estados e nove redes estaduais (Alagoas, Amazonas, Goiás, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Paraná e Sergipe).Em 2025, 136 Entes que receberam a complementação VAAR deixarão de receber esses recursos em 2026; por outro lado, 328 passarão a ser contemplados. Quanto à complementação VAAT, 179 Entes não terão mais esse repasse, enquanto 286 Municípios que não foram beneficiados no exercício anterior passarão a receber os recursos neste ano. Diante desse novo cenário, é fundamental que os Entes federativos estejam atentos às regras específicas de aplicação dos recursos, a fim de assegurar sua correta utilização e o cumprimento da legislação vigente.

Alerta
A Confederação Nacional de Municípios (CNM) alerta que as atuais regras do Fundeb impõem a necessária observância do seu funcionamento a cada portaria interministerial publicada, especialmente em relação às estimativas e correta aplicação dos recursos do Fundeb para 2026.

Ressalta-se ainda que a Emenda Constitucional 135/2024 estabelece que, a partir de 2026, 4% da receita de impostos de Estados e Municípios do Fundeb seja destinado para o fomento de novas matrículas em tempo integral. Ainda não há regulamentação sobre essa nova vinculação do Fundeb, entretanto, a CNM espera que o conceito de “criação” de novas matrículas considere as particularidades dos Entes visto que há Municípios sem demanda por tempo integral ou que já atenderam a demanda e, ainda, os que possuem diversos dificultadores para ampliar a jornada escolar.

A CNM esclarece ainda que, para 2026, serão aplicados o Nível Socioeconômico (NSE), já utilizado em anos anteriores, e a Disponibilidade de Recursos Vinculados à Educação (DRec) como ponderadores das matrículas utilizadas na distribuição dos recursos do Fundeb, tanto para a redistribuição interestadual dos recursos do Fundo como para a complementação da União. Os indicadores por Ente federado foram divulgados na Resolução 20, de 19/12/2025 do MEC, publicada dia 23 de dezembro de 2025.

cnm

Macarrão com frango e creme de leite, receita rápida e barata de fazer

Essa receita de macarrão com frango é uma delícia e você não pode deixar de fazer em casa. Esse recheio é super cremoso e saboroso, além de ser muito fácil de fazer. Todo mundo que experimenta essa receita, adora. Se eu fosse você, não perderia tempo e faria hoje mesmo esse delicioso macarrão com frango! Quer aprender a preparar uma receita deliciosa? Vem comigo que eu te mostro o passo a passo e todos os ingredientes necessários. Tenho certeza de que você vai adorar e incluir essa delícia no seu cardápio. Siga as instruções abaixo e sucesso garantido! Ah, e não esqueça de compartilhar suas adaptações nos comentários.

Como fazer macarrão com frango

Para fazer essa receita, é extremamente simples e prático. O primeiro passo é cozinhar o macarrão em água fervente, até ficar al dente. Depois de escorrer o macarrão, vamos reservá-lo enquanto preparamos o recheio. Para isso, começamos refogando alho e cebola picadinhos em uma panela com margarina. Quando dourar, entramos com frango desfiado e mexemos bem. Na sequência, entramos com milho-verde, ervilhas, molho de tomate e creme de leite. Por último, é só temperar o recheio e mexer bem. Agora juntamos o recheio ao macarrão, misturamos bem e finalizamos com queijo ralado! 

Ingredientes

  • 1 peito de frango desfiado e temperado
  • 1 caixinha de creme de leite
  • 1 sachê de dueto milho e ervilha)
  • 1 sachê de molho de tomate
  • ½ cebola picada
  • 1 dente de alho picado
  • 1 sachê de tempero pronto
  • 1 pacote de macarrão penne 
  • 1 colher de sopa de margarina
  • parmesão ralado a gosto

Modo de preparo

  1. Cozinhe o macarrão em uma panela com água fervente, pelo tempo indicado na embalagem.
  2. Escorra e reserve em uma travessa.
  3. Refogue o alho e a cebola em uma panela com margarina.
  4. Em seguida, entre com o frango desfiado. 
  5. Adicione o molho de tomate, o creme de leite e metade do dueto. Misture.
  6. Tempere com o sachê de tempero pronto ou outros temperos de sua preferência.
  7. Despeje o recheio de frango sobre o macarrão e misture.
  8. Por cima, espalhe o restante do dueto e queijo ralado a gosto.
  9. Está pronto seu incrível macarrão com frango! Bom apetite!

terra

Moda praia: 8 itens para curtir as férias com estilo

Famosas por oferecer desconexão e programações sazonais, as cidades de praia costumam ser os destinos favoritos dos brasileiros no final do ano. Seja para curtir a virada a beira mar ou atualizar o bronzeado para 2026, a verdade é que tudo fica mais divertido quando estamos bem vestidos.De acordo com dados compartilhados pelo Airbnb, divulgados com exclusividade pela CNN Brasil, 90% das buscas feitas por grupos brasileiros têm como destino de verão cidades nacionais, e, em sua maioria, litorâneas. Com as temperaturas elevadas dos meses de dezembro e janeiro, é importante estar preparado para aproveitar o sol com proteção e estilo. Por isso, vale separar um bom protetor solar, o creme para cuidar dos fios depois do mar, sua câmera de estimação e, claro, os looks certeiros para arrasar nas fotos de viagem. O problema é que, na correria de fim de ano, nem sempre dá tempo de renovar o guarda-roupa de verão, e aí entra a praticidade das compras online. Pensando nisso, o CNN Review separou 8 itens essenciais para quem quer aproveitar as férias de verão em grande estilo. Confira!

Biquínis

Modelos em poa, crochê e com formatos de estrela ou flores estão em alta nesse verão e já marcaram os feeds de figuras brasileiras como Jade Picon, Rafa Kalimann e Anitta. Além disso, os clássicos modelos em cortininha e o corte meia taça continuam como apostas certeiras, tanto em versões lisas quanto em estampas coloridas.

Saídas de praia

Se você é do time que passa o dia inteiro na praia, vale apostar nas saídas de banho para aquela pausa no almoço ou para a caminhada na orla. O ideal é escolher tecidos leves e de secagem rápida. Já quem prefere um visual mais despojado pode contar com camisetas oversized e estampas coloridas, perfeitas para garantir um look casual e a cara do verão.

Acessórios

Nos dias de banho de sol, também vale apostar em acessórios que não apenas elevem o visual, mas também tragam conforto e praticidade. Bolsas de pano ou palha são opções bonitas e funcionais, já que é mais fácil de “sacudir” a areia. E, para reforçar a proteção contra o sol, vale incluir buckets, bonés ou chapéus.

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Inflação dentro da meta? Veja os preços que mais caíram e os que mais subiram em 2025

Nesta semana, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulga o número fechado da inflação oficial do Brasil. Mas já se sabe que a trajetória do IPCA ao longo de 2025 contrariou a maior parte das projeções feitas pelo mercado desde o início do ano.

No fim de 2024, após um período marcado pela valorização do dólar, impactos climáticos e forte ritmo da atividade econômica, as estimativas dos economistas eram pouco otimistas.

Na época, o mercado receava que o Banco Central (BC) não conseguisse conter o embalo da inflação e temia pelas novas políticas do novo presidente dos Estados UnidosDonald Trump, que ameaçava constantemente mudar a dinâmica do comércio global.

 “No final do ano passado estávamos em um clima bem pessimista para os indicadores econômicos. Tudo isso aumentou o pessimismo no mercado”, afirma o coordenador dos índices de preços do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV), André Braz.

Esse pessimismo também se refletiu nas projeções: o primeiro Boletim Focus de 2025, por exemplo, estimava inflação próxima de 4,99% e taxa de câmbio em R$ 6 no fim de dezembro.

“Mas, aí, coisas boas aconteceram”, diz Braz.

Um levantamento feito pelo economista sênior da 4Intelligence, Fabio Romão, mostra a variação das projeções de inflação ao longo do ano. Entre os nove grupos avaliados, pelo menos quatro registraram queda nas expectativas para 2025 e um se manteve inalterado.

Veja abaixo:

“Entre os principais vetores de redução da projeção de inflação está o subgrupo alimentação no domicílio”, diz Romão.

Esse subgrupo começou o ano com uma projeção de alta de 5,8%, chegando à previsão de um avanço de 7% no meio do ano. Agora, no entanto, a estimativa é que esses preços fiquem em 2,3% em 2025.

“Esse movimento tem forte ligação com a moderação pela qual passou o conjunto de preços agropecuários esperado para este ano”, completa o economista.

Do lado do agronegócio, safras vieram melhor do que o esperado e eventos climáticos que poderiam afetar as plantações não se concretizaram – o que acabou ajudando a conter a inflação de alimentos, que vinha em trajetória de alta desde 2024.“Tivemos boas safras e a gripe aviária, ainda que temporariamente, aumentou a oferta doméstica de proteínas. Com a maior oferta, os preços ficaram mais baratos”, explica Romão. Além disso, a valorização do real frente ao dólar, as políticas comerciais dos EUA e o nível de juros no Brasil também contribuíram para segurar a inflação ao longo do ano.

Os preços que mais caíram em 2025

Um levantamento feito pelo FGV Ibre a pedido do g1, mostra que metade dos 10 itens que mais ajudaram a conter a inflação pertence ao grupo de alimentos, com destaque para laranja-pera (-27,21%), batata-inglesa (-26,57%) e arroz (-24,24%).

“Esses produtos tiveram uma queda média de 16,9% no período, ajudando a reduzir o custo da cesta básica e a aliviar a pressão sobre famílias de menor renda, cuja despesa com alimentação é proporcionalmente maior”, explica o economista André Braz.

O levantamento considera a variação acumulada entre janeiro e novembro, com base no Índice de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15).

Veja abaixo:

Outro destaque é o grupo de bens duráveis, que inclui itens de valor agregado maior como eletrodomésticos, móveis, equipamentos eletrônicos, entre outros. Esse segmento costuma reagir mais rapidamente ao aumento dos juros e, segundo Braz, registrou recuo médio de 3,5% no período.“Juros mais altos encarecem o crédito, reduzem a demanda por bens de maior valor e maior prazo de financiamento e pressionam as empresas a concederem descontos para girar os estoques”, explica o coordenador do FGV Ibre.

Os preços que mais subiram em 2025

Segundo levantamento da FGV, os serviços livres e os preços monitorados foram os principais responsáveis pela inflação acumulada até novembro.

Veja abaixo:

Os especialistas afirmam que o comportamento do mercado de trabalho ao longo do ano explica o movimento.

Dados do IBGE mostram que a taxa de desemprego fechou em 5,2% no trimestre encerrado em novembro, o menor nível da série histórica iniciada em 2012.

“Com a taxa de desemprego ainda em patamar historicamente baixo, a demanda por serviços continua firme, o que dificulta uma desaceleração mais rápida dos preços”, explica Braz.

Dessa forma, seis dos 10 itens que tiveram contribuição positiva na inflação são de serviços livres:

  • Aluguel residencial;
  • Refeição;
  • Lanche;
  • Ensino fundamental;
  • Empregado doméstico; e
  • Condomínio.

 

“Juntos, eles representam 15,8% do orçamento doméstico e registraram uma inflação média de 6,2% entre janeiro e novembro de 2025, acima da meta de 3% estabelecida pelo BC”, diz o coordenador do FGV Ibre.Um caso à parte é o café, que subiu 43,27% no ano até novembro. “Esse aumento é resultado de um choque de oferta, ligado à safra, clima e câmbio, e não às condições de crédito domésticas”, completa Braz.

Inflação desacelera, mas brasileiro ainda não sente alívio

A expectativa é que a inflação brasileira encerre o ano dentro do intervalo de tolerância da meta do Banco Central, de 4,50%. Caso se concretize, o número representará uma desaceleração em comparação ao observado em 2024, de 4,83%.Mesmo com a desaceleração nos preços, os brasileiros ainda sentem os preços pesarem no orçamento. Segundo os especialistas, essa percepção está ligada ao forte aumento nos preços dos alimentos nos últimos anos.

Veja abaixo:

Segundo Braz, o preço da alimentação em domicílio de 2020 até agora já acumula uma variação muito maior do que a da inflação média. Como os salários são corrigidos pelo IPCA, isso reduziu significativamente o poder de compra das famílias.

“Muitas famílias tiveram que abrir mão de outros consumos para garantir comida em casa. E, mesmo com alguma melhora nos preços, os salários ainda não compensaram o aumento dos alimentos nos últimos cinco anos”, explica o economista.

O que podemos esperar à frente?

Em 2026, o Brasil passa por um ano eleitoral, que pode trazer medidas de transferência de renda ou injeção de recursos na economia, aumentando a pressão sobre os preços. Mas outros fatores também devem influenciar a inflação, tais como:

  • o clima;
  • o desempenho das safras;
  • o câmbio;
  • os juros; e
  • a evolução do mercado de trabalho.

 

“Por enquanto, as expectativas são positivas, pois os agentes acreditam que o Banco Central está comprometido com a meta de inflação. Mas há desafios, como o cenário político e as condições climáticas”, afirma Braz. Os especialistas também reforçam que é preciso atenção ao mercado de trabalho ainda aquecido e ao câmbio, mas indicam que, a depender do clima, há perspectiva de uma possível melhora nos preços administrados e na inflação de alimentos. “A curva do petróleo indica espaço confortável para reajustes no próximo ano. Além disso, IGP-M e IPCA mais baixos podem ajudar a mitigar um eventual aumento na conta de energia”, diz Romão, que reforça perspectivas de boas safras e algum alívio nos preços do café.

“Esperamos um IPCA semelhante ao de 2025, mas é preciso acompanhar os desdobramentos ao longo do ano”, completa o economista

Dinheiro, real, notas de R$ 50, contagem de cédulas — Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Dinheiro, real, notas de R$ 50, contagem de cédulas — Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

g1

Aposentadoria em 2026: veja o que mudou e como calcular a sua

O ano de 2026 chegou e, com ele, mudanças significativas nas regras de aposentadoria para quem está prestes a se aposentar.

A reforma da Previdência, que segue alterando as normas anualmente, traz ajustes importantes, e se você já contribui com o INSS desde antes de 2019, é fundamental entender o que muda agora.

  A regra geral exige que mulheres se aposentem com idade mínima de 62 anos, e pelo menos 15 anos de contribuição. Para homens, são 65 anos de idade e 20 de contribuição.

Para quem já contribuía com o INSS antes da aprovação da reforma, em novembro de 2019, o governo criou um regime de transição que prevê alterações todos os anos, até 2031, nas regras para aposentadoria.

Veja o que muda para essas pessoas em 2026:
  • A idade mínima para solicitar a aposentadoria sobe seis meses em relação ao regime anterior. As mulheres precisam ter, no mínimo, 59 anos e seis meses. Para os homens, a idade mínima passa a ser de 64 anos e seis meses.
  • tempo mínimo de contribuição é de 30 anos para as mulheres e de 35 para os homens.
  • Também há mudanças na regra dos pontos, que soma o tempo de contribuição com a idade do trabalhador. A pontuação mínima exigida será de 93 para mulheres e de 103 pontos para homens.

Ao longo desta reportagem, entenda as regras de transição da reforma da Previdência e, em seguida, veja como calcular sua aposentadoria.

 Regras de transição

As regras de transição são voltadas para quem já contribuía antes da aprovação da reforma da Previdência, e foram criadas para estabelecer uma passagem entre as exigências antigas e as atuais do benefício.Cada uma delas pode alterar o momento em que o benefício será concedido e o valor que o trabalhador receberá. Assim, o contribuinte pode se aposentar a partir da regra que for mais benéfica para ele.

Veja detalhes de cada uma a partir dos tópicos abaixo:

  • Tempo de contribuição + idade mínima;
  • Por idade;
  • Pedágio de 50%;
  • Pedágio de 100%;
  • Regra dos pontos;
  • Calculadora do INSS.

Tempo de contribuição + idade mínima

Nesta categoria, a idade mínima para se aposentar é progressiva e sobe seis meses anualmente. Além disso, é exigido um tempo mínimo de contribuição de 30 anos para as mulheres e de 35 para os homens.

Por idade

A regra considera a idade mínima de 65 anos para homens e de 62 para as mulheres, e um tempo de contribuição de 15 anos para ambos.

Pedágio de 50%

Direcionada para os trabalhadores que estavam prestes a se aposentar em 2019, a regra estabelece um “pedágio” equivalente a 50% do tempo de contribuição que faltava.

 EXEMPLO: Um trabalhador que já havia contribuído por 33 anos e que, antes da reforma da Previdência, tinha apenas mais 24 meses de contribuição pendentes, terá de trabalhar por mais 12 meses.

Nessa modalidade, a idade mínima exigida é de 57 anos para mulher e de 60 anos para o homem.

Pedágio 100%

A modalidade exige que o trabalhador cumpra integralmente o tempo de contribuição pendente para se aposentar. Neste método, a vantagem está no valor do benefício, que pode ser maior do que o pedágio de 50%.

Regra dos pontos

São os pontos obtidos a partir da soma entre idade e tempo de contribuição. Em 2025, a pontuação mínima será de 92 para mulheres e de 102 pontos para homens.

 Calcule sua aposentadoria

O Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) liberou um recurso que ajuda a saber quanto tempo falta para se aposentar (por idade ou tempo de contribuição).A simulação é feita com as informações que estão na base de dados do INSS. Também é possível incluir vínculos e alterar sua data de nascimento no momento da simulação.O resultado gerado pela calculadora vale somente para consulta e não garante direito à aposentadoria.

Este pedido é realizado pela internet — não é necessário ir ao INSS.

Veja como acessar o simulador:

  • Entre no Meu INSS;
  • Informe seu CPF e senha;
  • Clique em “Do que você precisa?” e escreva “Simular Aposentadoria”;
  • Serão exibidas as simulações para todas as regras, antes e depois da reforma da previdência;
  • Clique em “Baixar PDF” para mais detalhes.
Vai ficar mais difícil se aposentar em 2026? Veja o que muda nas exigências — Foto: Divulgação

Vai ficar mais difícil se aposentar em 2026? Veja o que muda nas exigências — Foto: Divulgação

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Governo oficializa salário mínimo de R$ 1.621,00 a partir de 1º de janeiro

Diário Oficial da União desta quarta-feira, 24 de dezembro, traz o Decreto nº 12.797, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que oficializa o reajuste do salário mínimo a partir de 1º de janeiro de 2026. O valor, que atualmente é de R$ 1.518, passará a R$ 1.621, fruto de um reajuste de 6,79%. O valor diário do mínimo corresponderá a R$ 54,04, e o valor horário, a R$ 7,37.

VALORIZAÇÃO – Desde 2023, o Governo do Brasil trabalha com base na Política de Valorização do Salário Mínimo, que visa assegurar ganhos reais ao trabalhador. A medida, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada em agosto de 2023, determina que, desde 1º de janeiro de 2024, os reajustes anuais do salário mínimo passarão a levar em conta a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) dos 12 meses anteriores, mais a taxa de crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo ano anterior ao ano vigente. Caso o PIB não apresente crescimento real, o salário mínimo será reajustado pelo INPC.

REGRA – Assim, a regra do reajuste do salário mínimo determina que o valor tenha duas correções: uma pelo INPC de 12 meses acumulado até novembro do ano anterior, ou seja, 4,18%, e outra pelo crescimento da economia de 2 anos. No dia 4 de dezembro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revisou os dados de 2024 do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços produzidos no país, confirmando expansão em 3,4%.

No entanto, o arcabouço fiscal, mecanismo que controla a evolução dos gastos públicos, determina que o ganho acima da inflação seja limitado a um intervalo de 0,6% a 2,5%. Pela regra, o salário mínimo de 2026 seria R$ 1.620,99 e, com o arredondamento previsto em lei, passa para R$ 1.621, reajuste de 6,79%.

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RJ: 22 municípios estão sob alerta de excesso de calor

A SES (Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro) emitiu, nesta quarta-feira (24), um alerta para todos os 92 municípios fluminenses sobre a ocorrência de um período de calor excessivo com início nesta quinta-feira (25), feriado de Natal. O aviso foi divulgado pelo Cievs (Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde), com base em dados do Monitora RJ, sistema que identifica eventos climáticos extremos com potencial impacto à saúde da população. De acordo com o monitoramento, no dia 25 de dezembro, 22 municípios estão sob alerta de excesso de calor, com classificação entre leve, severo ou extremo. A cidade do Rio está entre as localidades com previsão de calor severo.

Dez municípios devem enfrentar calor extremo: Itaboraí, Itaguaí, Japeri, Mesquita, Niterói, Paracambi, Piraí, Queimados, São Gonçalo e Seropédica; outros sete terão calor severo: Nova Iguaçu, Barra do Piraí, Belford Roxo, Maricá, Rio de Janeiro, Saquarema e Tanguá; e cinco devem ter calor leve: Araruama, Guapimirim, Pinheiral, Rio Bonito e Volta Redonda.A ferramenta Monitora RJ avalia quando as altas temperaturas passam a representar risco à saúde, considerando a comparação com as máximas registradas nos últimos 30 anos e a ocorrência de madrugadas mais quentes, que reduzem a capacidade de adaptação do organismo. Estudos apoiados pela Secretaria indicam aumento nos índices de mortalidade durante esses períodos.

Segundo a secretária de Estado de Saúde, Claudia Mello, o alerta busca apoiar a preparação dos municípios.

“Notamos um aumento na frequência de problemas cardiovasculares durante esses períodos, portanto, o cuidado deve ser redobrado com este público. Se algum familiar estiver acamado é importante garantir que se hidrate e ficar atento à sua saúde. O mesmo serve para os nossos idosos e crianças”, afirmou.

Na capital fluminense, o COR (Centro de Operações Rio) informou que esta quinta-feira será marcada por sol e calor intenso. Segundo o sistema Alerta Rio, a previsão é de temperatura máxima de até 40°C, com predomínio de céu claro, sem previsão de chuva e ventos fracos a moderados.

As orientações à população para os dias de calor são:

  • Beba água com frequência;
  • Use roupas leves;
  • Tome banho gelado;
  • Mantenha os ambientes arejados;
  • Faça refeições leves;
  • Use protetor solar;
  • Evite exercícios físicos ao ar livre entre 10h e 16h.

Aos municípios, a SES orientou ainda a intensificação de ações preventivas, incluindo a ampliação de pontos públicos de hidratação e de espaços de refúgio térmico. As UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) estaduais mantêm pontos de hidratação disponíveis ao longo de todo o ano. O alerta também destaca os impactos do calor excessivo em determinadas atividades profissionais. Entre os homens, os grupos mais expostos incluem pedreiros, ambulantes, comerciantes varejistas, motoristas de ônibus e porteiros. Entre as mulheres, estão empregadas domésticas de serviços gerais, cozinheiras, diaristas, costureiras da indústria de confecção em série e comerciantes varejistas.

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Prefeito, vice e vereadores são presos por corrupção no Maranhão; desvio passa de R$ 56 milhões

    No Maranhão, a Justiça mandou prender o prefeito, a vice e todos os 11 vereadores de uma cidade por corrupção. O Grupo de Ação Especial de Combate às Organizações Criminosas e a Polícia Militar prenderam 14 pessoas desde segunda-feira em Turilândia, no interior do Maranhão, e em São Luís. Entre os presos estavam seis vereadores do município, a atual vice-prefeita, Tânia Mendes, e um neurocirurgião acusado de atuar como agiota e emprestar dinheiro ao prefeito.

Os agentes encontraram na casa do irmão do neurocirurgião mais de R$ 2 milhões em dinheiro. Nesta quarta (24), cinco investigados que continuavam foragidos se apresentaram à polícia: o prefeito Paulo Curió, do União Brasil; a primeira-dama, Eva Curió; a ex-vice-prefeita Janaína Lima, do PRD; o marido dela, Marlon Serrão; e o contador da prefeitura, Wandson Jhonathan Barros.

O Ministério Público investiga o prefeito, a vice e todos os 11 vereadores por organização criminosa e prática de corrupção. Segundo os promotores, o esquema desviou mais R$ 56 milhões dos cofres públicos em menos de quatro anos. Segundo o Ministério Público, desde 2021, um posto de combustível que pertence à ex-vice-prefeita Janaína e ao marido dela era utilizado para a lavagem do dinheiro. A prefeitura pagava por abastecimentos que não ocorreram, e os valores retornavam diretamente para o prefeito Paulo Curió. Ainda de acordo com o Ministério Público, a responsável pelos pregões eletrônicos no município, Clementina de Jesus Pinho, admitiu que quase a totalidade das licitações da prefeitura era fraudada. Clementina também está presa.

“Dito por ela, 95% das licitações foram fraudadas de acordo com a determinação do Paulo Curió. E ela trouxe um dado muito interessante, ela fazia isso para ganhar mimos, ganhar presentes, ganhar algo espúrio”, afirma Fernando Berniz, promotor de Justiça.Cinco vereadores continuam foragidos. A Justiça converteu a prisão preventiva dos outros seis vereadores em prisão domiciliar. Eles vão usar tornozeleira eletrônica .Mesmo investigado, o presidente da Câmara, José Luís Araújo, do União Brasil, vai assumir o comando da cidade, porque não foi afastado do cargo.

“Para que a gente não inviabilizasse a administração municipal, os vereadores continuarão exercendo sua vereança. Inclusive, a decisão da desembargadora, ela deixou essa opção: vai ser encaminhada essa decisão dela ao Procurador Geral de Justiça do estado do Maranhão para que ele analise a possibilidade ou não, preenchendo ou não os requisitos, de ingressar com uma ação interventiva no município de Turilândia”, reforça Fernando Berniz.

A defesa de Eva Dantas e de Paulo Curió afirmou que eles estão à disposição da Justiça para prestar esclarecimentos. A defesa de Tânia Mendes não quis se manifestar .Não conseguimos contato com os advogados dos demais citados na reportagem.

” Até quando vereadores, prefeitos, deputados, etc. vão manter estar situação? A situação não tem nem um plano para amenizar estar roubalheira todos?” .

Arrecadação federal alcança R$ 226,7 bilhões em novembro e registra recorde histórico

A arrecadação do governo federal com impostos, contribuições e demais receitas somou R$ 226,7 bilhões em novembro deste ano, informou nesta segunda-feira (22) a Receita Federal. O resultado representa um aumento real de 3,75% na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando a arrecadação somou R$ 218,5 bilhões (valor corrigido pela inflação). O recorde na arrecadação foi obtido com ajuda do aumento do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), anunciado pelo governo em meados de maio. Além do aumento do IOF, a taxação das bets (incluindo a arrecadação de loterias) também contribuiu para o aumento da arrecadação, fator que rendeu R$ 850 milhões em novembro deste ano. A alta na arrecadação foi fruto, ainda, do crescimento do Imposto de Renda sobre aplicações financeiras – decorrente da elevada taxa de juros – e também dos juros sobre capital próprio.

Nos onze primeiros meses deste ano, ainda segundo dados oficiais, a arrecadação federal somou R$ 2,59 trilhões — sem a correção pela inflação.Em valores corrigidos pela variação dos preços, a arrecadação totalizou R$ 2,62 trilhões de janeiro a novembro, o que representa um crescimento real (acima da inflação) de 3,25% em relação ao mesmo período do ano passado, quando somou R$ 2,54 trilhões. Além da alta do IOF, o governo também contou com o aumento de outros tributos, efetuados nos últimos anos, para melhorar a arrecadação em 2025. São eles:

  • tributação de fundos exclusivos, os “offshores”;
  • mudanças na tributação de incentivos (subvenções) concedidos por estados;
  • retomada da tributação de combustíveis;
  • tributação das bets;
  • imposto sobre encomendas internacionais (taxa das blusinhas);
  • teoneração gradual da folha de pagamentos;
  • e fim de benefícios para o setor de eventos (Perse).
  • O governo pode ter um déficit de até 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB) sem que o objetivo seja formalmente descumprido, o equivalente a cerca de R$ 31 bilhões. Para fins de cumprimento da meta fiscal, também são excluídos outros R$ 44,1 bilhões em precatórios, ou seja, decisões judiciais. Em 2026, o governo terá uma meta ainda mais ousada: superávit primário (saldo positivo nas contas) equivalente a cerca de R$ 34 bilhões.

    g1.

Decisão do STF sobre suspender emendas eleva tensão entre os Três Poderes

  A decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Flávio Dino, de suspender trecho do projeto de lei que autoriza emendas do “orçamento secreto” aumenta o nível de atrito institucional entre os Três Poderes. A medida foi tomada em uma ação apresentada por deputados federais do PSOL e pelo partido Rede Sustentabilidade, que pediram ao STF que impedisse a sanção do projeto aprovado pelo Senado na última quarta-feira (17). decisão tem caráter preventivo, já que o texto ainda não foi sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A liminar ainda será submetida ao referendo do plenário da Corte.Embora o projeto tenha como objetivo aumentar a arrecadação da União, o texto aprovado pelo Congresso inclui um trecho que permite a revalidação de emendas parlamentares não pagas entre 2019 e 2023, por meio da retomada de restos a pagar já cancelados, despesas autorizadas, mas não quitadas dentro do prazo legal. Na prática, essa medida abriria espaço para o pagamento de despesas ligadas às emendas de relator, conhecidas como “orçamento secreto”mecanismo que o STF derrubou em 2022 ao considerá-lo inconstitucional por falta de transparência e critérios objetivos. Essas emendas permitiriam ao Congresso autorizar gastos fora do Orçamento.

Segundo especialistas ouvidos pela CNN Brasil, a decisão de Flávio Dino representa, na verdade, um embate institucional entre o Parlamento e o Supremo, com alinhamento do Judiciário ao Executivo na limitação do poder do Congresso sobre o Orçamento da União. “O que estamos assistindo é algo mais amplo: um embate entre o Legislativo e o Judiciário por conta da questão orçamentária, que decorre do fato de que o Executivo perdeu o controle do orçamento lá no governo [Michel] Temer, com o orçamento impositivo”, afirmou Leandro Consentino, cientista político e professor do Insper. De acordo com ele, sempre que o Legislativo busca a via das emendas para atuar de forma mais autônoma, o Executivo consegue mobilizar parte de sua base política para judicializar a questão e fazer uma dobradinha com o Judiciário, barrando esse tipo de recurso e tentando manter a prerrogativa orçamentária sob controle do governo federal.

“O Judiciário faz uma espécie de tabelinha com o Executivo contra o Legislativo”, acrescentou o professor.

Leandro Gabiati, cientista político e diretor da Dominium Consultoria, avalia que, no caso específico da LOA (Lei Orçamentária Anual) de 2026, o acordo para liberar restos a pagar de anos anteriores foi feito entre o Planalto e o Congresso. Ainda assim, ele observa que Executivo e Judiciário parecem implicitamente alinhados para impor limites ao crescente poder do parlamento sobre o Orçamento da União. A decisão de Flávio Dino se insere em um histórico de confrontos entre o STF e o Congresso sobre a execução de emendas parlamentares. Nos últimos meses, a Corte tem buscado estabelecer limites e ampliar a transparência orçamentária, enquanto parlamentares tentam preservar esses instrumentos de alocação direta de recursos em suas bases eleitorais.Na sexta-feira (19), o Congresso aprovou a proposta da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026, que prevê cerca de R$ 61 bilhões destinados exclusivamente a emendas parlamentares. “O caso certamente terá novos desdobramentos, seja pela decisão de Dino sobre a LOA de 2026, seja a partir da recente operação da Polícia Federal na Câmara. Não pode ser descartada algum tipo de resposta político-institucional do Congresso direcionada ao STF”, concluiu Gabiati. 

cnnbrasil

Em aceno a eleitorado evangélico, Lula cria política de valorização da música gospel

    O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou nesta terça-feira (23) um decreto que cria diretrizes para a valorização da música e outros elementos da cultura gospel no país. O texto também reconhece o gênero como uma manifestação da cultura nacional. A norma (veja mais aqui) foi anunciada em uma cerimônia, no Palácio do Planalto, com a presença de lideranças evangélicas e do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que é católico. O reconhecimento é mais um aceno de Lula em direção ao eleitorado religioso.

Levantamento deste mês da Quaest apontou um crescimento na desaprovação da gestão Lula entre pessoas que se reconhecem como evangélicos. O índice saiu de 58% para 64%. A aprovação também registrou mudança, caindo de 38% para 33%.O presidente Lula tem ensaiado disputar um quarto mandato no próximo ano, e aliados avaliam que a proximidade com o eleitor evangélico pode melhorar as intenções de voto.O eleitorado evangélico é um gargalo eleitoral recorrente para Lula. Em 2022, diante do mesmo cenário, o petista chegou a lançar uma carta com compromissos aos evangélicos. Entre outras coisas, o texto afirmava que Lula não fecharia igrejas e que o futuro governo defenderia a liberdade religiosa.À época, o documento foi construído por aliados políticos de Lula com interlocução com as igrejas evangélicas. Um dos nomes era o da senadora Eliziane Gama (PSD-MA), que é da Assembleia de Deus.Desta vez, a edição do decreto foi discutida pelos ministros Sidônio Palmeira (Comunicação Social) e Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), além do advogado-geral da União, Jorge Messias — evangélico indicado por Lula ao Supremo Tribunal Federal (STF). Eliziane Gama também participou das discussões.

Congresso aprova corte de quase R$ 500 milhões em orçamento das universidades federais para 2026; entidade fala em ‘quadro crítico’

   O orçamento das universidades federais terá um corte total de quase R$ 500 milhões em 2026. A informação é da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), que avaliou o Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) aprovado pelo Congresso para o ano que vem. De acordo com a entidade, o valor representa uma redução de 7,05% nos recursos discricionários — referente às despesas não obrigatórias, como contas de luz, de água, bolsas acadêmicas, insumos de pesquisa, compra de equipamentos, etc. — das instituições. O resultado é o agravamento de “um quadro já crítico.” Inicialmente, a projeção do Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) para 2026 previa R$ 6,89 bilhões em verba para as 69 universidades federais. No entanto, o projeto aprovado pelo Congresso na sexta-feira (19) detalhou um corte de R$ 488 milhões no valor, deixando cerca de R$ 6,43 bilhões para o próximo ano.

Prédio da Universidade Federal do Piauí em 2025 — Foto: Lívia Ferreira / g1

Prédio da Universidade Federal do Piauí em 2025 — Foto: Lívia Ferreira / g1

Em nota, a Andifes afirma que o corte atinge “todas as ações orçamentárias essenciais ao funcionamento da rede federal de ensino superior.” Um dos principais alvos do corte é a assistência estudantil, que, segundo a entidade, é uma área estratégica para a permanência de estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica, e compromete diretamente a implementação da nova Política Nacional de Assistência Estudantil (PNAES). Apenas nessa ação, o corte alcançou aproximadamente R$ 100 milhões, o equivalente a uma redução de 7,3%, comprometendo diretamente a implementação da PNAES (…), e colocando em risco avanços recentes na democratização do acesso e da permanência no ensino superior público.

UFRJ, maior universidade do país, vive crise financeira — Foto: Reprodução/TV Globo

UFRJ, maior universidade do país, vive crise financeira — Foto: Reprodução/TV Globo

Confira a íntegra da nota

A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) manifesta profunda preocupação com os cortes promovidos pelo Congresso Nacional no orçamento das Universidades Federais durante a tramitação do Projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026. De acordo com análise preliminar realizada pela Andifes, o orçamento originalmente previsto no PLOA 2026 para as 69 universidades federais sofreu um corte total de R$ 488 milhões, o que representa uma redução de 7,05% nos recursos discricionários das instituições. Esses cortes incidiram de forma desigual entre as universidades e atingiram todas as ações orçamentárias essenciais ao funcionamento da rede federal de ensino superior. A situação é ainda mais grave no que se refere à assistência estudantil, área estratégica para a permanência de estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Apenas nessa ação, o corte alcançou aproximadamente R$ 100 milhões, o equivalente a uma redução de 7,3%, comprometendo diretamente a implementação da nova Política Nacional de Assistência Estudantil (PNAES), instituída pela Lei nº 14.914/2024, e colocando em risco avanços recentes na democratização do acesso e da permanência no ensino superior público. Os cortes aprovados agravam um quadro já crítico. Caso não haja recomposição, o orçamento das Universidades Federais em 2026 ficará nominalmente inferior ao orçamento executado em 2025, desconsiderando os impactos inflacionários e os reajustes obrigatórios de contratos, especialmente aqueles relacionados à mão de obra. O quadro se torna ainda mais preocupante diante de cortes semelhantes ocorridos nos orçamentos da Capes e do CNPq. Estamos, portanto, em um cenário de comprometimento do pleno desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa e extensão nas Universidades Federais, de ameaça à sustentabilidade administrativa dessas instituições e à permanência dos estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica. A restrição orçamentária também impõe entraves à continuidade do desenvolvimento científico e, portanto, à soberania nacional.

A Andifes reconhece e valoriza o diálogo mantido com o Ministério da Educação, que tem demonstrado sensibilidade em relação à gravidade do cenário orçamentário. No entanto, reafirma que os cortes aprovados pelo Congresso Nacional exigem ações imediatas de recomposição, sob pena de comprometer o funcionamento regular das Universidades Federais e limitar o papel estratégico dessas instituições no desenvolvimento científico, social e econômico do país. A Andifes seguirá atuando de forma firme e articulada junto ao Governo Federal e ao Congresso Nacional em defesa da recomposição do orçamento das Universidades Federais e da pesquisa científica nacional, da valorização da educação superior pública e do cumprimento do compromisso constitucional do Estado brasileiro com a ciência, a educação e a redução das desigualdades sociais e regionais.

g1

Alcance cultural de Sophia Eldo projeta o Nordeste no exterior

Em tempos de globalização acelerada, quando tradições locais muitas vezes se perdem diante da velocidade da modernidade, uma menina de apenas dez anos tem chamado atenção por seguir na direção oposta. Sophia Eldo, cantora e influenciadora digital nascida em Fortaleza (CE), tornou-se uma das vozes mais jovens e expressivas na valorização da cultura nordestina além das fronteiras brasileiras, especialmente no cenário artístico da Coreia do Sul.

Cultura nordestina em diálogo com o K-pop

As interações de Sophia com grupos sul-coreanos vão muito além da curiosidade infantil. Durante encontros com um grupo de K-pop, a artista apresentou a tradicional “vaia cearense”, gesto que rapidamente viralizou nas redes sociais, mobilizando fãs tanto no Brasil quanto na Ásia.

O presente de camisetas personalizadas com gírias cearenses e a imagem do chapéu de cangaceiro, oferecidos ao mesmo grupo, geraram repercussão quando os integrantes passaram a usá-las em público em Seul, capital da Coréia do Sul, com registros divulgados em perfis oficiais.Em outra ocasião, ao lado de outra banda sul coreana, a menina ofereceu um banquete simbólico da culinária nordestina — castanha de caju, cocada, paçoca e a icônica cajuína. O registro, amplamente compartilhado, revelou a reação espontânea dos músicos e, sobretudo, a força da identidade cultural que Sophia leva consigo.Pequenos gestos como esse se transformaram em símbolos de um intercâmbio cultural inesperado, ampliando a visibilidade da cultura brasileira entre públicos internacionais.

Diplomacia cultural informal

Os encontros com artistas renomados reforçam essa dimensão simbólica. Ao entregar produtos típicos do Ceará, Sophia se coloca como uma espécie de embaixadora informal, promovendo o Brasil de forma afetiva e espontânea. Não se trata de estratégias oficiais de diplomacia, mas de manifestações autênticas que cumprem papel semelhante: aproximar povos e despertar interesse por tradições locais.Desde o início da carreira, Sophia já demonstrava compromisso com sua terra. Sua estreia musical ocorreu com Pisadinha, canção infantil que levou o ritmo do piseiro ao universo das crianças. O lançamento mostrou que a música regional também pode integrar a formação cultural das novas gerações. Posteriormente, com ‘I’m a Lucky Girl’, gravada e promovida na Coreia do Sul, a jovem artista consolidou seu intercâmbio cultural, unindo ritmos globais a referências brasileiras.O aspecto mais marcante da trajetória de Sophia talvez não esteja apenas na visibilidade que conquistou, mas na consciência com que valoriza suas origens. Seja ensinando expressões típicas, dançando piseiro ou distribuindo lembranças regionais, a jovem demonstra compreender que sua identidade nordestina não é obstáculo, mas ponte.

Um fenômeno de alcance cultural

Reconhecida como um fenômeno cultural, Sophia Eldo tem provocado repercussões concretas: intensifica o interesse pela cultura nordestina, fortalece a imagem do Brasil no exterior e cria laços de afeto entre diferentes públicos. Aos dez anos, a artista revela que a cultura, quando compartilhada com autenticidade, pode atravessar fronteiras e aproximar mundos.

O conteúdo dessa publicação é de responsabilidade da Hi Assessoria.

Governo do Brasil investe R$ 39 bilhões em quase 2 mil projetos de educação, saúde e saneamento básico

Resultado das seleções foi anunciado durante cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília – Foto: Ricardo Stuckert / PR

Mais de R$ 39 bilhões, entre recursos federais e financiamentos a juros reduzidos, serão repassados a estados, municípios e prestadores públicos, filantrópicos e privados para investirem em obras e equipamentos nas áreas de educação, saúde, água e esgoto. O combo de investimentos do Governo do Brasil foi divulgado nesta quarta-feira (10), em cerimônia no Palácio do Planalto que marca o anúncio dos resultados de quatro editais de chamamento público no âmbito do Novo PAC.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ressaltou a diversidade de entregas até o momento em áreas que vão desde a infraestrutura e obras de transporte até a inclusão social e geração de empregos. “No Brasil, nunca houve planejamento de Estado. E nós começamos a mudar isso quando pensamos na criação do primeiro PAC, porque era importante começar o governo sabendo o que tinha para fazer. O PAC dá a oportunidade de governar o país pensando no que é a necessidade primária e principal das pessoas”, disse. Do Fundo de Investimento em Infraestrutura Social (FIIS) foram autorizados R$ 28,1 bilhões em financiamento para 1.701 propostas de aquisição de ônibus escolares e construção ou ampliação de creches, escolas, quadras de esportes, UBS, UPAs, Centros Centro de Atenção Psicossocial (CAPs), policlínicas, maternidades, hospitais, entre outros empreendimentos. Com o FIIS Saúde, 1.119 municípios serão beneficiados em todas as unidades da Federação, exceto em Roraima, que não enviou proposta. Além disso, houve 233 propostas autorizadas para instituições públicas, filantrópicas e privadas. Na educação 1.129 municípios de 25 estados estão autorizados a contratarem o financiamento. O ministro da Casa Civil, Rui Costa, informou que 100% dos municípios e estados que apresentaram propostas foram atendidos na seleção. “Ao longo desses três anos, nós substituímos a perseguição a prefeitos e governadores pela mão estendida, por convidar para vir no Palácio, nos ministérios e nos bancos para assinar contratos e executar creches, policlínicas, hospitais, obras de infraestrutura, rodovias, ferrovias. Enfim, para cuidar de gente e cuidar das pessoas”, afirmou.A partir de agora, os proponentes estão autorizados a procurar o BNDES e instituições financeiras credenciadas para iniciar a análise dos projetos e formalizar o pedido de crédito. Os financiamentos contarão com carência de 24 meses e prazo de até 20 anos para pagamento. O objetivo do FIIS é viabilizar projetos de infraestrutura social em todo o país, investindo R$ 18 bilhões em financiamento de obras e equipamentos ainda em 2025 e outros R$ 10 bilhões em 2026. Deste total, R$ 18,4 bilhões estão autorizados para a área de saúde e R$ 9,7 bilhões para a educação.

Novo PAC Seleções

Durante a cerimônia também foram anunciados três resultados do Novo PAC Seleções 2025. Na modalidade de Abastecimento de Água em Áreas Urbanas, são R$ 5 bilhões em financiamento para ampliação do acesso e na melhoria da qualidade dos serviços. As 69 propostas estaduais e municipais contempladas vão beneficiar, ao todo, 86 municípios de 10 estados diferentes.  Para o Abastecimento de Água em Áreas Ruraiso investimento federal chega a R$ 644,8 milhões, englobando 153 propostas de 12 estados, atendendo 153municípios distintos. Nas duas seleções foram priorizadas as cidades com maiores déficits em abastecimento de água, contribuindo assim para a melhoria significativa da qualidade de vida das pessoas. Na área de Esgotamento Sanitário, são R$ 5,6 bilhões em financiamento para 66 propostas habilitadas, cujo anúnciocontempla 53 municípios de 11 estados distintos. Os empreendimentos vão elevar a cobertura de água e esgoto nos municípios, diminuindo fatores de risco às doenças, insalubridade e degradação ambiental, também garantindo melhor qualidade ao dia a dia da população.Com a habilitação das propostas pelo Novo PAC Seleções 2025, os estados e municípios devem apresentar a documentação técnica necessária aos agentes financeiros para a análise de viabilidade, incluindo avaliação de risco/endividamento e os projetos de engenharia. Com a validação, as propostas passam para a etapa de análise final, sob responsabilidade do Ministério das Cidades. Esse é o segundo anúncio do Novo PAC Seleções nessas modalidades. Na etapa anterior, o valor de investimento nas mesmas áreas foi de R$ 6,5 bilhões, sendo R$ 5,2 bilhões do Orçamento Geral da União (OGU) e R$ 1,3 bilhões em financiamento. Em 2023, os recursos para a modalidade de abastecimento urbano somaram R$ 2,8 bilhões para 210 propostas contratadas enquanto o Governo do Brasil destinou R$ 400 milhões para espaços rurais. Em esgotamento sanitário foram 167 propostas contratadas, cujo valor de financiamento supera os R$ 3,3 bilhões.

casacivi

“Atrás de cada obra do Novo PAC está o interesse da população”, afirma ministro Rui Costa

Governo do Brasil entregou nesta terça-feira (2) a Barragem Panelas II e autorizou a retomada das obras para concluir a Barragem Igarapeba, em Pernambuco. Esses dois empreendimentos fazem parte dos investimentos do Caminho das Águas, dentro do Novo PAC, para ampliar a segurança hídrica e fazer a contenção de cheias no Agreste e na Zona da Mata pernambucana.

O ato de entrega foi realizado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante agenda no estado nordestino. O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou que obras paradas, investimentos abandonados e fábricas fechadas ficaram no passado. “São cinco barragens iniciadas pela presidente Dilma que ficaram paradas. O presidente Lula definiu, desde o início desse governo, que nenhuma obra parada seria abandonada, que deveriam ser retomadas. Agora, estamos chegando no final do terceiro ano de governo com o menor nível de desemprego da história, com a menor inflação que já teve, com o dólar em queda, com os salários representando a maior massa salarial da história do Brasil e dando os primeiros passos para a justiça fiscal”, explicou o ministro, demonstrando que o planejamento estratégico do governo, consequentemente, desenvolve o país, reflete na economia e melhora a vida dos brasileiros. “Quero publicamente reconhecer e parabenizar os técnicos e engenheiros que se dedicaram para a conclusão desta obra. São profissionais que cuidaram da obra porque sabem que atrás da obra está o interesse da população. Obra andando significa emprego para o povo, significa água para produção, para consumo – e aqui, como essa barragem, água para também para salvar vidas humanas e o patrimônio das pessoas. Ou seja, para dar qualidade de vida decente para a população”, acrescentou. A Barragem Panelas II irá beneficiar mais de 169 mil habitantes de cinco municípios. Com capacidade de 16,9 milhões de m³ e investimento total de R$ 114,3 milhões, a obra foi iniciada em 2011 e paralisada em outubro de 2014, sendo retomada em janeiro de 2024.“Essa é a segunda barragem que estamos entregando para resolver o problema de água no estado do Pernambuco”, destacou o presidente Lula. “O Novo PAC, a nível nacional, tem R$ 1,7 trilhão em investimentos. Aqui em Pernambuco, o programa tem R$ 45,9 bilhões, e até agora foram executados R$ 22 bilhões. Tem muita obra em execução. Então é muito importante o que está acontecendo no Brasil”, disse.A governadora Raquel Lyra, o prefeito do Recife, João Campos, e os ministros Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos), Luciana Santos (Ciência, Tecnologia e Inovações), Alexandre Silveira (Minas e Energia), Waldez Góes (Integração) e Wolney Queiroz (Previdência Social) também participaram da cerimônia.

Retomada autorizada

Autorizada pelo Governo do Brasil, a obra da Barragem Igarapeba será retomada a partir desse mês de dezembro, em São Benedito do Sul (PE), com a capacidade de armazenar 46,6 milhões de m³. O investimento é de R$ 206 milhões.

Os investimentos em Pernambuco cobrem todo o ciclo da água: enquanto na Mata Sul o foco é a contenção de enchentes, no Agreste o trabalho é garantir o abastecimento. São iniciativas que o governo assumiu como prioritárias.

Ampliação da Refinaria

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Ministérios das Comunicações, da Educação e BNDES investem R$ 53 milhões para levar internet a 1,2 mil escolas no Norte e Nordeste

  Edital contempla escolas nos estados do Pará, Maranhão, Ceará, Pernambuco e Bahia. Foto: Layo Stambassi/MCom

  Os ministérios da Educação (MEC), das Comunicações (MCom) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançaram, na terça-feira, 2 de dezembro, a segunda seleção pública de projetos para o programa BNDES Fust Escolas Conectadas, que também faz parte das metas do Novo Programa de Aceleração do Crescimento. O edital, disponível no portal do programa, disponibiliza R$ 53,3 milhões em recursos não reembolsáveis do Fundo de Universalização de Serviços de Telecomunicações (Fust) para conectar 1.258 escolas públicas do Norte e Nordeste, ampliando o acesso de cerca de 410 mil estudantes à conectividade significativa. A iniciativa integra o esforço do Governo do Brasil para universalizar a conectividade educacional por meio da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec), combinando expansão de infraestrutura, contratação de serviços e monitoramento contínuo da qualidade. O novo edital levará infraestrutura de conectividade para 392 escolas do Pará (Lote A), 368 no Maranhão e no Ceará (Lote B) e 498 em Pernambuco e na Bahia (Lote C). Elaboradas em conjunto pelo MEC, o MCom e a Casa Civil da Presidência da República, as diretrizes do edital foram submetidas à aprovação do Comitê Gestor do Fust. “A internet adequada em sala de aula é uma condição para garantir que todos os estudantes tenham as mesmas oportunidades de aprender e se desenvolver. Com este novo edital, avançamos na atuação integrada do governo para levar infraestrutura de qualidade às escolas que mais precisam, especialmente no Norte e Nordeste. A Enec organiza essa visão sistêmica — que reúne infraestrutura, formação de professores, uso pedagógico e monitoramento — para transformar tecnologia em aprendizagem e combater desigualdades que são históricas no país”, ressaltou o ministro da Educação, Camilo Santana.

Com o novo investimento, o conjunto das duas seleções alcançará quase 1 milhão de alunos beneficiados. A primeira seleção, lançada em 2023, destinou R$ 60 milhões para conectar 1,5 mil escolas e, até a última semana, contava com 824 unidades conectadas.

O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, destacou que o Fust foi destravado em 2023 e passou a apoiar projetos para ampliar a infraestrutura de telecomunicações no país, em especial para locais que não eram atendidos pela iniciativa privada. “Este segundo edital é mais um passo fundamental para atingirmos, até o final do próximo ano, a nossa meta de levar conectividade significativa para as salas de aulas de todas as escolas do nosso país. É um projeto muito ambicioso e necessário para que a internet seja utilizada para fins pedagógicos. A educação precisa caminhar junto à inclusão digital dos alunos”, afirmou.

As escolas atendidas pela seleção estão localizadas em áreas com presença de fibra óptica, mas que ainda não dispõem de conectividade adequada para fins pedagógicos. A seleção pública financiará a implementação completa das redes externas e internas, incluindo cabeamento, switches, roteadores, wi-fi de alta capacidade, além do serviço de conexão por 24 meses e manutenção integral do sistema, garantindo continuidade e confiabilidade do uso pedagógico em sala de aula

O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, ressaltou que a inclusão digital de estudantes da rede pública é condição essencial para garantir igualdade de oportunidades e fortalecer o futuro do país. “Com esta segunda seleção de projetos, o BNDES segue expandindo o alcance do Fust nas duas regiões brasileiras que apresentam os piores indicadores de conectividade, levando o acesso à internet de banda larga a mais 1.200 escolas”.

O BNDES ficará responsável pelo processo de seleção e o acompanhamento das entregas de instalação de internet nas escolas. Serão selecionadas três propostas de prestadoras de serviços de telecomunicações para implementar a conectividade nas escolas e uma quarta proposta para monitorar a implementação dos projetos, reforçando o protagonismo do banco na execução técnica de políticas estruturantes de conectividade pública.

Impacto direto em sala de aula

Com a nova seleção, cerca de 410 mil estudantes passarão a contar com internet adequada para fins pedagógicos, com acesso ampliado a plataformas educacionais, recursos multimídia, atividades on-line, gestão escolar integrada e práticas de ensino inovadoras. A conectividade segue padrões da Enec, garantindo velocidade mínima e qualidade para fins pedagógicos.

Enec

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Com recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), o Ministério da Saúde formalizou em dezembro a aquisição de ambulâncias do SAMU 192 e micro-ônibus voltados ao transporte sanitário eletivo. O investimento garante a renovação da frota de urgência e estabelece, pela primeira vez, o apoio direto do Governo Federal em infraestrutura necessária para deslocamento de pacientes para consultas e exames eletivos no Sistema Único de Saúde (SUS).

“Renovar a frota e organizar o transporte é garantir que o cuidado chegue a tempo, do chamado de urgência à consulta especializada. As novas ambulâncias do SAMU 192 ampliam a capacidade de resposta da urgência, enquanto o transporte sanitário eletivo garante que consultas, exames e tratamentos aconteçam no tempo certo. É uma ação técnica, planejada, mas com impacto direto na vida das pessoas que dependem do SUS”, afirma a secretária-executiva adjunta do Ministério da Saúde, Juliana Carneiro.

Após a homologação das licitações, estão em fase de formalização os contratos para a aquisição inicial de 2.420 ambulâncias do SAMU 192 e 700 micro-ônibus. As entregas estão previstas para começar em janeiro de 2026 e seguir ao longo do primeiro semestre do ano, fortalecendo a capacidade operacional dos serviços de saúde em todo o território nacional.

Reforço histórico para o SAMU 192

A iniciativa integra a estratégia do Ministério da Saúde de ampliar o SAMU 192 para 100% de cobertura nacional e promover a renovação total da frota até o fim de 2026.

As novas ambulâncias serão destinadas tanto à substituição de veículos antigos quanto à expansão do serviço, garantindo resposta mais rápida às ocorrências, maior capilaridade e melhores condições de trabalho para as equipes.

Os veículos incorporam tecnologias que elevam o padrão do atendimento pré-hospitalar, como sistemas avançados de estabilidade e frenagem, climatização com purificação do ar por UV-C, iluminação clínica em LED e rede integrada de oxigênio, oferecendo mais segurança, eficiência e conforto para profissionais e pacientes.

Transporte sanitário eletivo: o que muda para os usuários do SUS

Outra novidade é a aquisição de 700 micro-ônibus para o Transporte Sanitário Eletivo, voltado ao deslocamento de usuários para consultas, exames e tratamentos especializados. É a primeira vez que o Ministério da Saúde estrutura apoio direto a esse tipo de transporte, essencial para reduzir o absenteísmo e acelerar diagnósticos e tratamentos no SUS.

Os micro-ônibus contam com 28 poltronas, assentos reservados para acessibilidade, poltrona elevatória, espaços para cadeiras de rodas, climatização com purificação de ar, letreiro informativo e sistema multimídia com navegador, garantindo um transporte seguro, confortável e inclusivo. A ação integra o Programa Agora Tem Especialistas, que busca enfrentar um dos principais obstáculos ao acesso à atenção especializada: a dificuldade de mobilidade dos pacientes.

Estados e municípios podem aderir

As atas de registro de preços dos micro-ônibus e das ambulâncias do SAMU 192 permitem a aquisição direta de veículos pelo Ministério da Saúde, no caso dos micro-ônibus, de até 3 mil unidades, além da adesão de estados e municípios, conforme disponibilidade orçamentária. As atas também poderão ser utilizadas para aquisições viabilizadas por emendas parlamentares, ampliando as possibilidades de acesso aos veículos e o alcance da política pública em todo o país.

Os veículos adquiridos diretamente pela pasta da Saúde serão doados a estados e municípios, seguindo critérios de necessidade e efetividade, ampliando o alcance da política pública em todo o país.

A renovação da frota do SAMU 192 e a ampliação do transporte sanitário eletivo representam um investimento estruturante para o SUS, fortalecendo a rede de urgência, qualificando o cuidado e garantindo acesso mais equitativo aos serviços de saúde, especialmente para quem mais precisa.

Ministério da Saúde

Saúde e Vigilância Sanitária

Em 2025, Governo pagou mais de 27% das emendas do orçamento secreto pendentes de outros anos; montante é de R$ 1,26 bilhão

Beneficiários

As emendas de relator não permitem saber quais parlamentares realmente foram os responsáveis por fazer as indicações e os beneficiários finais.

Dentre os estados mais beneficiados, o Amazonas ficou em primeiro, por receber R$ 123,8 milhões. O Piauí aparece em segundo, com R$ 116 milhões e a Paraíba, estado do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), em terceiro, com R$ 107 milhões. Por outro lado, o Mato Grosso foi o estado que menos recebeu pagamento de emendas do orçamento secreto, R$ 5 milhões.

Já analisando os dados a respeito dos órgãos que foram beneficiados pelas emendas, o Departamento de Estradas de Rodagem do Piauí (DER-PI), aparece em primeiro com R$ 84,4 milhões recebidos.

O município de Parintins (AM), vem em segundo, com R$ 63 milhões e o Fundo Estadual de Saúde da cidade de Macapá (AP), reduto eleitoral do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), aparece em terceiro, com R$ 48 milhões.

Emendas de relator não permitem saber quem foram os parlamentares responsáveis pelo envio dos recursos. — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Emendas de relator não permitem saber quem foram os parlamentares responsáveis pelo envio dos recursos. — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Apesar da diluição dos pagamentos para diversos estados, quase metade das emendas, R$ 786,6 milhões (63%), foram classificadas com destinação para “apoio a projetos de desenvolvimento sustentável local integrado” e “apoio à política nacional de desenvolvimento urbano voltado à implantação e qualificação viária”, ações atreladas a dois órgãos relacionados, a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) e o seu ministério gestor, da Integração e do Desenvolvimento Regional. Ao todo, foram R$ 771 milhões para o Ministério e R$ 106 milhões para a Codevasf, o correspondente a 70% de tudo que foi pago em emendas do relator no ano.Historicamente, ambas são as principais beneficiárias do orçamento secreto, por serem órgãos com ampla capilaridade nacional, vasta variedade de serviços prestados e uma alta influência política.

 

Codevasf recebeu grande parcela dos valores destinados pelo orçamento secreto. — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Codevasf recebeu grande parcela dos valores destinados pelo orçamento secreto. — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução

Resgate de emendas

Nesta semana, o Congresso Nacional ressuscitou R$ 2,5 bilhões de emendas do relator que foram canceladas nos últimos anos, para que elas possam ser pagas até o final de 2026.

A proposta, aprovada em um projeto de lei, recuperou R$ 2,97 bilhões em emendas indicadas entre 2019 e 2023, que foram empenhadas, classificadas como restos a pagar, mas acabaram sendo canceladas pelo governo.

Quase a totalidade dessas emendas de relator resgatadas pelo Congresso correspondem aos anos de 2020 e 2021, os dois primeiros anos de existência do orçamento secreto, criado no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.

São R$ 1,3 bilhão em emendas do relator recuperadas de 2020 e outro R$ 1,1 bilhão de 2021. Ainda há R$ 39,7 milhões que serão recuperados do ano de 2022.

O orçamento secreto

“Orçamento secreto” é como ficaram conhecidas as emendas parlamentares cuja distribuição de recursos é definida pelo relator do Orçamento. Essas emendas não tinham critérios claros ou transparência e passaram a ser questionadas no STF desde sua criação.Em 2019, o Congresso aprovou novas regras, que ampliaram o poder do relator do orçamento. Ele passou a liberar valores do Orçamento a pedido de deputados e senadores.

Nos sistemas do Congresso, não apareciam os nomes dos parlamentares que eram beneficiados, somente o nome do relator. Daí a expressão orçamento secreto.

Câmara e Senado: fachada do prédio do Congresso Nacional na Esplanada dos Ministérios no dia 4 de julho de 2017 — Foto: Edilson Rodrigues/Agência SenadoAlém disso, os critérios de distribuição desse dinheiro tinham pouca transparência e dependiam de negociação política. A grande maioria da verba acabava indo para a base aliada do governo no Congresso, à época, de Jair Bolsonaro.No período vigente, o Planalto destinou bilhões de reais para essas emendas de relator — o que foi interpretado como uma forma de fazer barganha política com o Legislativo.

Em novembro de 2021, a relatora do caso no STF, Rosa Weber, suspendeu os repasses de verba do “orçamento secreto”. No mês seguinte, após o Congresso aprovar novas regras, a ministra liberou o pagamento das emendas.

Mas em dezembro de 2022, no julgamento do tema pelo plenário do Supremo, Rosa Weber votou pela inconstitucionalidade do “orçamento secreto”. O entendimento da ministra foi seguido pela maioria dos demais ministros, extinguindo o modelo.

g1

Peru leva a fama, mas a ceia de Natal é com perua; entenda

Presente na ceia de Natal, o peru é um prato tradicional. Apesar do nome, quem costuma ir à mesa é a fêmea da espécie. A diferença está no tamanho: as peruas são menores que os machos. Por causa dessa diferença, é mais vantajoso para o produtor comercializar o peru em pedaços, explica o pesquisador Elsio Figueiredo, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Suínos e Aves. Entenda como é a criação desse animais abaixo.

🦃Mesma ração, desenvolvimento diferente: os perus e as peruas são criados separadamente, para evitar que o macho coma todo o alimento sozinho.

Esse comportamento pode acontecer quando ele fica maior do que a fêmea. O peru consegue ganhar cerca de 10 kg a mais, consumindo a mesma quantidade de ração.

🦃Vida mais curta para as peruas: o abate das fêmeas acontece quando elas têm por volta de 10 semanas de idade, época em que ultrapassam os 5 kg de peso, gerando uma carcaça de 4 kg, ideal para o Natal.

No entanto, fugir da ceia não significa que os perus escapem do abate. Eles vivem até 20 semanas, chegando a 25 kg. A sua carne é usada no setor de pedaços, para fazer peito de peru, salsicha, produtos defumados, entre outros.

Algumas fêmeas são criadas para o mesmo fim que os machos. Neste caso, elas são encaminhadas para o mercado de pedaços após 20 semanas, período em que atingem o peso de 15 kg. Contudo, o inverso não ocorre: o macho raramente é vendido inteiro.

🦃Por que a ave é tão cara: a razão disso está no começo da linha de produção, uma vez que os pintos e os ovos da espécie custam mais, relata o pesquisador da Embrapa.

O motivo de o pinto e de o ovo serem caros é que a fêmea coloca poucos ovos. De acordo com Figueiredo, uma galinha comum põe cerca de 180 ovos; a perua, apenas 80.

Com o Cenoradas, Marília Lima transforma o bolo de cenoura em negócio inovador

O bolo de cenoura com cobertura de chocolate já pode ser considerado um patrimônio afetivo brasileiro. Mas, por trás da combinação clássica de cores e sabores, existe um universo que vai muito além de uma receita. Prova disso é a trajetória de Marília Lima, criadora do Cenoradas, loja em São Paulo especializada em doces à base de cenoura.
A vida da empreendedora tomou um novo rumo depois que ela enviou um simples pedaço de bolo para uma amiga. “Nunca passou pela minha cabeça empreender. Eu fiz o bolo de cenoura, postei no Instagram, e ela me pediu um pedaço”, conta.

     Naquele momento, o Brasil vivia a pandemia de covid-19, e a população seguia em lockdown. Para Marília, preparar o doce era uma forma de resgatar o sabor da infância e, principalmente, de passar o tempo. “Escolhi fazer o bolo porque era fácil, precisava só de um liquidificador. Eu nem tinha batedeira na época”, relembra.

Arquiteta de formação, Marília já não se reconhecia mais na profissão. Antes mesmo da pandemia, ela tinha trocado o escritório pela comunicação em uma tentativa de reencontrar seu caminho profissional. “Eu trabalhava no formato home office, mas já sentia que a agência não resistiria à pausa do mercado”, lembra.

Enquanto buscava novas possibilidades, os amigos, que já conheciam o sabor dos seus bolos de cenoura, começaram a insistir para que ela aceitasse encomendas. Foi o empurrão que faltava para transformar uma habilidade afetiva em oportunidade de negócio. “Na primeira semana, fiz 200 bolos, escalou muito rápido, no entanto, em nenhum momento queria ter uma empresa”, diz.

Marília chegou a fazer planos de voltar ao mercado de trabalho assim que o lockdown terminasse. Tanto que, no mesmo dia em que foi demitida da antiga empresa, recebeu uma proposta para trabalhar em outra. “A vaga era presencial, então eu passava o dia fora e quando chegava em casa continuava fazendo os bolos.”

Ela produzia tudo de forma artesanal, batia as massas no liquidificador e preparava a cobertura de brigadeiro no fogão, sem qualquer equipamento profissional. “Meu namorado, hoje marido, me disse para escolher um caminho que queria seguir e aquilo me fez refletir”, afirma.

Da cenoura ao Cenoradas

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Como manter o equilíbrio com a balança nas festas de fim de ano

   O período de confraternizações de fim de ano frequentemente altera a rotina alimentar devido à oferta de pratos tradicionais e eventos sociais. De acordo com o Dr. André Augusto Pinto, cirurgião geral e do aparelho digestivo, a gestão do peso nesse intervalo depende de estratégias comportamentais e do equilíbrio na ingestão calórica, sem a necessidade de exclusão total de grupos alimentares. Segundo o especialista, a adoção de restrições alimentares severas antes das celebrações de fim de ano pode resultar em um efeito adverso. O mecanismo biológico e psicológico da privação tende a elevar o consumo excessivo durante os eventos. A recomendação médica indica a manutenção de uma dieta regular e equilibrada nos dias que antecedem as ceias, evitando que o indivíduo chegue ao momento da refeição com níveis elevados de fome.

A moderação é apontada como o fator determinante para o controle ponderal. O Dr. André sugere um método de divisão do prato para otimizar a saciedade e o aporte de nutrientes:

Grupo Alimentar Porcentagem Recomendada Exemplos
Vegetais e Saladas 50% Folhas, legumes e hortaliças
Proteínas 25% Peru, peixe, carne suína ou bovina magra
Carboidratos 25% Arroz, massas e acompanhamentos
A orientação é priorizar opções de carboidratos com menores índices de gordura e açúcares. A análise do médico indica que o ganho de peso decorre do somatório de excessos em dias consecutivos, e não de um alimento isolado.

A ingestão hídrica é destacada como um processo essencial para a digestão e para a distinção entre os sinais fisiológicos de sede e fome. Além da água, a manutenção de atividades físicas, mesmo que de baixa intensidade como caminhadas, auxilia na regulação do metabolismo e na redução de edemas (inchaços). O foco dessas atividades, sob a perspectiva médica, é a manutenção do bem-estar e não a compensação calórica por meio de exercícios exaustivos. O impacto das refeições festivas no peso corporal a longo prazo é considerado reduzido quando comparado aos hábitos mantidos ao longo do ano. O especialista reforça que o comportamento alimentar sustentado por semanas e meses é o principal fator de saúde. Ao aplicar o equilíbrio e a atenção aos sinais de saciedade, é possível participar das celebrações sem alterações significativas na balança ou necessidade de medidas corretivas posteriores.

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Arroz a grega: o acompanhamento que não pode faltar no seu almoço de Natal e Ano Novo.

O arroz à grega é um clássico acompanhamento que nunca sai de moda, muita gente aprecia e sempre está presente num almoço ou jantar. Confira o passo a passo dessa receita simples e fácil do canal Sussa Rodrigues e faça, você vai amar o resultado incrível!

Como fazer arroz à grega

Para fazer arroz à grega vamos precisar de bacon, alho, arroz cru, sal, páprica doce, lemon pepper, cenoura, vagem, pimentão vermelho, água fervente e dueto milho + ervilha em conserva. Inicialmente iremos colocar numa panela o bacon picado, levar em fogo médio e deixar fritar bem. Em seguida vamos adicionar os demais ingredientes, seguindo a sequência de adição, colocar a água, ajustar o sal, deixar no fogo a água secar parcialmente, dispor o dueto, tampar a panela e deixar em fogo baixo por mais 10 minutos. Iremos desligar o fogo, deixar descansar por 10 minutos, dispor numa travessa e se deliciar!

Ingredientes da receita de arroz à grega

  • 150 gramas de bacon
  • 1 dente de alho grande
  • 2 xícaras(chá) de arroz cru
  • Sal a gosto
  • Páprica doce e lemon pepper a gosto
  • 1 cenoura picada
  • 100 gramas de vagem picada
  • ½ pimentão vermelho picado
  • 4 xícaras(chá) de água fervente
  • 1 latinha de milho + ervilha ( dueto) sem a água

Modo de preparo

  1. Coloque numa panela o bacon picado, leve em fogo médio e deixe fritar bem. Adicione o alho picado e deixe dourar.
  2. Acrescente o arroz cru e lavado, o sal, o lemon pepper, a páprica, mexa bem, coloque a cenoura e a vagem picadas, o pimentão picado e mexa um pouco mais.
  3. Adicione a água fervente, misture bem, ajuste o sal e deixe no fogo até a água secar parcialmente.
  4. Acrescente o milho + ervilha, espalhe bem na superfície, tampe a panela e deixe em fogo baixo por mais 10 minutos.
  5. Desligue o fogo e deixe descansar por 10 minutos, misture delicadamente para envolver todos os ingredientes.
  6. Disponha num refratário e sirva esse suculento arroz à grega!

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Batata gratinada no forno: a receita mais fácil e rápida de acompanhamento para servir na Ceia de Natal.

Pense em uma receita simples, saborosa e muito fácil de preparar. A batata gratinada de forno é o tipo de receita que pode muito bem ser servida em qualquer restaurante. Prepare essa maravilhosa batata gratinada no forno e transforme o seu almoço ou jantar em um banquete. Com certeza todo mundo vai amar. Aproveite esse passo a passo simples do canal Receitas da Josi para servir bem quem você ama.

Como fazer batata gratinada no forno

Para a receita da batata gratinada você vai usar ovos, creme de leite, batatas cozidas, molho de tomate, muçarela, queijo parmesão, tomate e temperos a gosto. Bata levemente os ovos, o creme de leite, pimenta do reino, páprica, sal, orégano, cominho e chimichurri. Coloque as rodelas de batata em um refratario, cubra com o molho de tomate, a muçarela fatiada e despeje os ovos temperados. Finalize com mais muçarela, parmesão ralado, tomate em rodelas e orégano. Deixe gratinar, retire do forno e sua batata gratinada no forno está prontinha. Bom apetite!

Ingredientes da receita de batata gratinada no forno

  • 50g de queijo parmesão ralado
  • 5 batatas cozidas e cortadas em rodelas
  • 3 ovos
  • 1 tomate
  • 1 caixinha de creme de leite
  • Chimichurri, cominho, sal, pimenta do reino, azeite, orégano e páprica doce ou defumada (a gosto)
  • Água o quanto baste para o cozimento
  • 250g de muçarela
  • 100g de molho de tomate pronto

Modo de preparo

  1. Em uma tigela, bata os ovos, junte o creme de leite, a pimenta do reino, a páprica, o sal, o orégano, o cominho e o chimichurri.
  2. Em um refratário untado com azeite, espalhe as rodelas de batata já cozidas.
  3. Cubra as batatas com o molho de tomate e a muçarela fatiada.
  4. Despeje os ovos batidos por cima, finalize com mais muçarela, queijo parmesão ralado, rodelas de tomate e orégano.
  5. Leve ao forno pré-aquecido a 180° por 15 a 20 minutos, até gratinar.
  6. Retire do forno e leve a batata gratinada no forno para a mesa. Bom apetite!

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A Fazenda: Rayane Figliuzzi aposta em vestido avaliado em R$ 300 mil na final

Rayane Figliuzzi esteve na festa da final do reality A Fazenda ao surgir com um vestido preto de alta-costura, avaliado em cerca de R$ 300 mil. A peça exclusiva, inteiramente bordada à mão com pedrarias, leva a assinatura do estilista Israel Valentim, referência em moda de luxo no Brasil.

Com design sofisticado, o vestido apresenta transparências estratégicas, mangas longas com bordados geométricos e uma fenda lateral profunda, valorizando a silhueta da influenciadora e garantindo um visual elegante e impactante. O brilho intenso da peça chamou atenção e fez do look um dos mais comentados da noite. Reconhecido por criar vestidos luxuosos para celebridades, Israel Valentim desenvolve peças de alta-costura personalizadas, que podem chegar a valores de até R$ 300 mil, graças ao uso de milhares de cristais e ao trabalho artesanal minucioso. No look de Rayane, as pedrarias e joias aplicadas são da Swarovski, reforçando o caráter exclusivo da criação. Luxo, brilho e sofisticação são marcas registradas do estilista, que transforma cada vestido em uma verdadeira experiência de moda para grandes eventos do entretenimento brasileiro.

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Patrícia Poeta inicia um novo capítulo: ‘Compromisso que assumi comigo mesma para 2026’

Com a serenidade de quem atravessou um ano agitado e saiu fortalecida, Patrícia Poeta se prepara para escrever um novo capítulo em sua vida para 2026. Em entrevista exclusiva à CARAS Brasil, a apresentadora do Encontro, da TV Globo, reflete sobre esta fase e revela novidades neste ciclo que se inicia.