5 de setembro de 2026 12:34

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EREM SANTA TEREZINHA DESFILE CÍVICO DO 7 DE SETEMBRO

Celebridade Destaque

Aos 29 anos, ex-BBB reflete sobre participação no reality show

Celebridade Destaque

Julia Guedes lança ‘Álbum Vermelho’ em show nesta quinta (20) em Belo Horizonte

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MP Eleitoral recomenda a igrejas que não façam propaganda eleitoral

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Pernambuco é o segundo estado com mais denúncias de irregularidades eleitorais no início da campanha

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Ensino fundamental melhora nas redes municipais

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Hemorroidas: saiba o que são

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Brasil registra quase 30 mil focos de incêndio em 2026; aumento de temperatura levanta alerta de risco para Amazônia, Cerrado e Caatinga

Destaque Verbas da União

Estados e municípios recebem mais de R$ 400 milhões em royalties da mineração

Inmet emite alertas de chuvas para Agreste, Sertão e Zona da Mata de Pernambuco

  O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) emitiu dois alertas de nível amarelo de chuvas intensas para diversos municípios do Agreste, Sertão e Zona da Mata de Pernambuco.Os alertas de “perigo potencial” valem para esta quinta (19) e sexta-feira (20). O Inmet espera chuva entre 20 e 30 mm/h ou até 50 mm/dia, com ventos intensos entre 40 e 60 km/h.

  Há ainda um “baixo risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétrica”.

O Inmet também deu as seguintes recomendações para a população:

  • Em caso de rajadas de vento: (não se abrigue debaixo de árvores, pois há leve risco de queda e descargas elétricas e não estacione veículos próximos a torres de transmissão e placas de propaganda).
     
  • Evite usar aparelhos eletrônicos ligados à tomada.
     
  • Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).
Inmet emite alerta amarelo para Agreste, Sertão e Zona da Mata de PernambucoAlerta emitido pelo Inmet nesta quinta-feita. – Foto: Inmet/ 

O que diz a Apac
Em publicação nas redes sociais, a Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) informou que prevê chuva fraca para todas as regiões do estado nesta (20), exceto pelo Sertão.De acordo com a Apac, tanto o Sertão de Pernambuco quanto o Sertão de São Francisco devem ter precipitação fraca a moderada, ou seja, com volumes de 10 mm a 30 mm.

folhape

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NOVAS RUAS PAVIMENTADAS EM SANTA TEREZINHA PE: Ponto Positivo Para a Cidade.

  Algumas ruas no centro de Santa Terezinha PE, estão sendo asfaltada, algo bom para o nosso município, o que deixou a cidade com um designer bem mais atrativo, acessível e melhor para o tráfego de automóveis.

 Esperamos que as pessoas estejam bem conscientes e façam bom uso dessa benfeitoria, sejam responsáveis e empáticos, não abusando na velocidade, tenham cuidado para não colocar em risco a vida dos pedestres.

  Esperamos também que no asfalto antigo das ruas Edson Morato de Holanda e José Romão de Araújo, sejam feito um revestimento, pois a mesmas estão com vários pontos totalmente destruídos,ficando complicado a passagem de veículos etc. Fato este, que necessitam de um melhoramento. As mesmas por serem as principais tem um fluxo de veículos e motos bastante elevado, também merecem alguns quebra-molas e bocas de leões, para evitar que no período de chuvas, a água, que vem dos locais mais altos não invadam as residências. As ruas Edson Morato de Holanda e a José Romão de Araújo para nós é como fosse a palista, são muito importante na história de Santa Terezinha.

Vejam as diferencias !!!!!!!!!!!!!

    Parabéns ao poder executivo, na pessoa do prefeito Delson Lustosa.

 

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7 LIÇÃO ELIAS TRASLADADO

7
LIÇÃO

ELIAS TRASLADADO

{ VERSÍCULO CHAVE: 2 RS 2.11

“E SUCEDEU QUE, INDO ELES ANDANDO E FALANDO, EIS QUE UM CARRO DE FOGO, COM CAVALOS DE FOGO, OS SEPAROU UM DO OUTRO; E ELIAS SUBIU AO CÉU NUM REDEMOINHO.”}

REFLEXÃO

A vida do profeta Elias é um parâmetro para todos os que desejam viver com o Senhor neste mundo, esperando a eterna redenção.

HINOS SUGERIDOS: 125, 323 E 442 (HC)

TEXTO BASE: 2 RS 2.9-18

OBJETIVOS:

>Estudar sobre Elias como um tipo da Igreja.

>Aprender com Elias como viver na expectativa do arrebatamento.

INTRODUÇÃO

A trasladação do profeta Elias é uma mensagem atual para a Igreja do Senhor. Ela mostra a soberania e a autoridade de Deus para definir o futuro de cada um de nós. É Ele quem define o fim da vida de seus servos, como no caso de Moisés, a quem Ele mesmo sepultou (Dt 34.5,6). Já na vida de Enoque e de Elias, Deus estabeleceu exceções à morte, apontando para o arrebatamento dos santos na volta de Jesus (Gn 5.24; 2 Rs 2.11). Elias viveu sob a expectativa de ser levado pelo seu Senhor e deixou lições preciosas para os crentes sobre como viver neste mundo com a esperança da vida eterna no reino celestial. A palavra do profeta ao seu servo Eliseu deve ser a mesma da Igreja a este mundo nos dias hodiernos:O que queres que eu faça antes que eu seja levado em-bora?” (2 Rs 2.9). Se temos convicção seguindo as pisadas que ele nos deixou como setas no caminho do Céu.

1.
ELIAS SABIA O QUE IRIA ACONTECER.
O texto bíblico nos mostra que a trasladação de Elias era de seu conhecimento (2 Rs 2.1, 9), de seu servo Eliseu (2 Rs 2.3,9,10) e dos filhos dos profetas (2 Rs 2.3). O fato a acontecer foi previamente avisado pelo Senhor, e essa é uma semelhança com o arrebatamento da Igreja. Elias sabia do fato e como iria acontecer..

A) SABEMOS O QUE IRÁ ACONTECER NA VINDA DE JESUS. O apóstolo Paulo disse que não deveríamos ser “ignorantes” em relação aos eventos escatológicos (1 Ts 4.13). Ignorante (gr. agnoeo) é não conhecer, não entender, errar ou pecar por falta de conhecimento. Por isso, todo crente deve entender e proclamar os eventos que acontecerão brevemente: o toque da trombeta (1 Co 15.52; 1 Ts 4.16), a vinda de Jesus nas nuvens, a ressurreição dos que morreram em Cristo, o arrebatamento dos salvos, o encontro com o Senhor nas nuvens (1 Ts 4.17), o Tribunal de Cristo (2 Co 5.10), as Bodas do Cordeiro (Ap 19.7-9), o Milênio (Ap 20.1-6), o julgamento dos impios (Ap 20.11-15), novos Céus e nova terra (Ap 21.1: 2 Pe 3.13) e a vida para sempre com o Senhor (Ap 22.5). Glória a Deus!

B) ELIAS VIVEU COMO UM AUTÊNTICO SER-VO DE DEUS. Um episódio interessante marcou a trajetória de Elias antes de sua trasladação: o confronto com o rei Acazias (1 Rs 1.1-17).Ele tinha uma mensagem. “Será que não há Deus em Israel?” (2 Rs 1.3). Elias terminou os seus dias defendendo a honra de seu Deus, assim como a Igreja não deve descuidar da missão de transmitir ao mundo as verdades divinas (2 Tm 4.1-5). Ele tinha uma identidade. “Qual era a aparência do homem que vos veio ao encontro e vos falou tais palavras? Eles lhe responderam: Era homem vestido de pelos, com os lombos cingidos de um cinto de couro. Então, disse ele: É Elias, o tesbita” (1 Rs 1.7,8). Ο que identificou Elias ao rei não foram apenas as roupas. Foi a sua mensagem (…e vos falou tais palavras…), a sua ousadia (…que vos veio ao encontro…) e a sua aparência (…vestido de pelos com os lombos cingidos de um cinto de couro…). Ele tinha autoridade. “Se eu sou homem de Deus, que desça fogo do Céu” (2 Rs 1.10,12). O Senhor respaldou seu profeta com sinais, assim como Jesus deu autoridade à Igreja para proclamar o Evangelho (Mc.15-17)

2.
LUGARES QUE ELIAS PASSOU ANTES DA TRASLADAÇÃO.
Elias estava em Gilgal quando falou a Eliseu de sua partida (2 Rs 2.1). A Palavra de Deus diz que ele partiu dessa cidade em direção ao lugar onde seria trasladado pelo Senhor. Gilgal representa o início de uma jornada de fé e esperança em direção ao encontro definitivo com Deus. É o lugar de nossa conversão, decisão e disposição de caminhar em direção ao nosso maior objetivo: “Irmãos, quanto a mim, não julgo havêlo alcançado; mas uma coisa faço: esquecendome das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus” (Fp 3.13,14).

A) ELIAS EM BETEL (2 RS 2.2). Betel (hb. beyth) significa casa de Deus, lugar de oração e comunhão. Foi em Betel que Abraão adorou ao Senhor (Gn 12.8; 13.3), onde Jacó viu os anjos de Deus e recebeu promessas (Gn 28.10-19). Representa a vida de comunhão, adoração e oração que devemos cultivar esperando o encontro com o Senhor Jesus.

B) ELIAS EM JERICÓ (2 RS 2.4). Foi o lugar da primeira batalha do povo de Deus na conquista da terra prometida (Js 6.1-21). Jericó representa, para nós, as batalhas que enfrentamos para alcançarmos a vitória definitiva, que ocorrerá no nosso encontro final com Cristo seja na partida deste mundo, na esperança da ressurreição, seja no dia do Arrebatamento. Enquanto estamos no mundo, continuamos a batalhar as guerras do Senhor.

C) ELIAS ATRAVESSA O JORDÃO (2 RS 2.6). O nome Jordão (hb. yarden) significa “aquele que desce”. O pastor Charles Swindoll, em seu livro Elias: um homem de heroísmo e humildade, es-creve: “Elias se dirige ao Jordão, o lugar da morte, não da morte fisica, mas da morte do eu” (2001, p. 186). Isso significa que, na espera pelo arrebatamento, sacrificamos nossos desejos, paixões, orgulhos, preferências e sonhos, na expectativa de agradar ao Senhor, que nos arrebatará para viver com Ele para sempre (CI 3.1-4). Observemos um detalhe do texto: cinquenta dos discipulos dos profetas ficaram à margem do Jordão, mas Eliseu atravessou com Elias (2 Rs 2.7-9). Isso representa que muitos não desfrutan da totalidade das bênçãos espirituais que antecedem a vinda de Jesus, enquanto outros buscam maior comunhão. Esses veem as manifestações divinas (2 Rs 2.11,12).

3.
UM DIÁLOGO ESPIRITUAL.

A Igreja do Senhor, assim como Elias, também terminará sua caminhada na terra. E enquanto avançamos rumo ao encontro com Cristo, que a voz dos homens de Deus Elias e Eliseu seja a declaração viva do nosso coração. Ouça mos as suas palavras:

A) “TÃO CERTO COMO VIVE O SENHOR E VIVE A TUA ALMA, NÃO TE DEIXAREI” (2 RS 2.2, 4, 6). Essa declaração de Eliseu deve ser também a decisão de cada um de nós. Elias é um tipo da Igreja, e nossa disposição deve ser caminhar em direção ao Céu em comunhão e obediência à Igreja, a Noiva do Cordeiro. “Deixar” (hb. azab) significa abandonar, negligenciar ou apostatar. É o que muitos têm feito, perdendo a esperança e a convicção da vida eterna.

B) “PEDE-ME O QUE QUERES QUE EU TE FAÇA, ANTES QUE SEJA TOMADO DE TI” (2 RS 2.9A). Essas palavras de Elias retratam uma realidade espiritual. Enquanto estiver no mundo, a Igreja é a detentora do poder divino, das revelações de Deus e a única fonte de esperança para a humanidade. Que ofereçamos às pessoas, pela pregação do Evangelho, o que elas precisam para se encontrar com o Senhor.

C) “PEÇOTE QUE ME DE PORÇÃO DOBRADA DO TEU ESPÍRITO” (2 RS 2.10). Esse pedido de Eliseu revela o desejo altruista de ser um autêntico discipulo de seu senhor. Assim também deve ser o anseio do nosso coração: desfrutar as promessas de Jesus e viver plenamente aquilo que Ele preparou para nós.

D) “DURA COISA PEDISTE. TODAVIA, SE ME VIRES QUANDO FOR TOMADO DE TI, ASSIM SE TE FARA; PORÉM, SE NÃO ME VIRES, NÃO SE FARÁ” (2 RS 2.10). Elias dá a Eliseu a orientação para receber o poder: se creres e permaneceres atento à minha direção, receberás. Essa verdade também se reflete na promessa de Jesus à Sua Igreja: “Estes sinais seguirão aos que crerem” (Mr 16.17); “Ficai em Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder” (Lc 24.49).

CONCLUSÃO

“Indo eles andando e falando, eis que um carro de fogo, com cavalos de fogo, os separou um do outro; e Elias subiu ao céu num redemoinho. O que vendo Eliseu, clamou: Meu pai, meu pai, carros de Israel e seus cavaleiros! E nunca mais o viu” (2 Rs 2.11,12).

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NA NOITE DESTA TERÇA-FEIRA (17), FOI REALIZADA MAIS UMA EDIFICANTE LIÇÃO DO SIMPÓSIO DE DOUTRINAS BÍBLICAS NA ASSEMBLEIA DE DEUS FILIAL TABIRA.

  O trabalho foi dirigido pelo Ev. Antonio Roberto, a ministração da Palavra de Deus ficou sob a responsabilidade do Auxiliar Junior Lira, que trouxe uma mensagem profundamente reflexiva baseada em Tiago 5:16-18, com o tema: “Elias: um homem semelhante a nós”.Durante a ministração, foi enfatizado que, mesmo sendo humano e sujeito às mesmas limitações e desafios que enfrentamos diariamente, o profeta Elias viveu uma vida de comunhão, oração e dependência total de Deus. A mensagem fortaleceu a fé dos presentes, mostrando que o Senhor continua usando pessoas comuns para cumprir Seus propósitos extraordinários.

   Abrilhantando ainda mais este momento especial, esteve formando o grande coral de mulheres, o coral de Jovens e Adolescentes, além da Orquestra Filhos de Asafe, que contribuíram de maneira marcante para uma atmosfera de louvor, reverência e edificação espiritual, tornando a noite ainda mais memorável na presença de Deus.Durante o culto, as crianças também participaram de uma aula especial, onde aprenderam de forma didática e espiritual sobre o mesmo tema da lição.

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UM HOMEM SEMELHANTE A NÓS

LIÇÃO 6.

ELIAS: UM HOMEM SEMELHANTE A NÓS

{VERSÍCULO CHAVE: SL 103.14
POIS ELE CONHECE A NOSSA ESTRURURA;
LEMBRA-SE DE QUE SOMOS PÓ.”}

REFLEXÃO
Ao observarmos os grandes feitos de homens frágeis, discernimos com mais clareza a grandeza de um Deus que se revela em vasos de barro.”

HINOS SUGERIDOS:
75, 131 E 155 (HC)

TEXTO BASE:
TG 5.16-18.

OBJETIVOS:

> Compreender a humanidade do profeta Elias.

> Mostrar a necessidade de vivermos pelo sobrenatural.

INTRODUÇÃO

  Esta lição não segue a linha cronológica dos acontecimentos da vida de Elias, mas se dedica a analisar o que disse o apóstolo Tiago: “Elias era humano como nós” (Tq 5.17a – NVT). Tratase de uma afirmação surpreendente e esclarecedora, não porque diminui o “profeta do fogo”, mas porque revela que ele era influenciado e sofria as mesmas coisas que qualquer um de nós. Em outras palavras, Elias era um homem comum, sujeito às mesmas fraquezas e limitações que todos (Jó 14.1).O próprio profeta declarou: “Não sou melhor que meus pais” (1 Rs 19.4). Neste estudo, veremos que o segredo de Elias estava em vencer sua própria nature-za humana, buscando viver pelo poder divino, sustentado pelos milagres e manifestações sobrenaturais que eram fruto de uma vida de oração, entrega e paixão pelo Senhor. A vida de Elias nos inspira a buscar as coisas de Deus e a rejeitar as paixões huma nas que nos atraem ao terreno.

1.A HUMANIDADE DE ELIAS.

É muito acertada a maneira como Tiago descreve o profeta Elias: um homem (gr. anthropos), ser humano, mortal, vulnerável e falível. Ele não o adjetiva de profeta, homem de Deus, lider ou outros títulos, apenas diz o que ele era: um homem. A trajetória vitoriosa de Elias nos ensina que Deus usa pessoas comuns para propósitos extraordinários.

A) “ELIAS ERA HOMEM SUJEITO ÀS MESMAS PAIXÕES QUE NÓS…” (TG 5.17). Paixões (gr. homoiopathés) significam sentimentos ou afeições semelhantes, indicando humanidade e características comuns a todos os seres humanos. Por-tanto, em Elias não havia superdotação, divindade ou alguma estrutura sobrena-tural própria. Ele era um homem, como nós, dependente, limitado e mortal (SI 39.5; 144.3-4; Tg 4.14).

B) CARACTERÍSTICAS HUMANAS NUM HOMEM USADO POR DEUS. As marcas do poder divino eram abundantes na vida de Elias, mas elas não anularam sua humanidade. Ao analisarmos algumas dessas características, percebemos o quanto somos parecidos com Elias – e o quanto ele era semelhante a nós. Se estás enfrentando situações semelhan-tes a essas, o Deus de Elias também é o teu Deus e te ajudará a vencer.

.Elias era dependente. Apesar de ser um profeta poderoso, não vivia por seus próprios recursos, mas dependia total-mente de Deus para sobreviver e cumprir sua missão. Dependeu do sustento divino em Querite (1Rs 17.2-6).  Dependeu da provisão de Deus por meio da viúva de Sarepta (1Rs 17.8-16).

.Elias era um homem sujeito ao esgotamento. Ao mesmo tempo que era for-te e disposto a enfrentar caminhadas, situações adversas e necessidades, ele também experimentou exaustão física e precisou descansar (1Rs 19.4-8).

.Elias experimentou desânimo e medo. Mesmo após grandes feitos, ele enfrentou profunda angústia e desânimo, a ponto de pedir a própria morte (1Rs 19.4). A ameaça de Jezabel o fez fugir para salvar a vida (1Rs 19.3), mostrando que até pessoas de grande fé podem ser alcançadas pelo medo.

.Elias experimentou isolamento. Ele se afastou das pessoas, deixou seu servo para trás (1Rs 19.3) e refugiouse numa caverna em Horebe (1Rs 19.9). Seu isolamento emocional e físico revela situações que certamente enfrentamos em nossa trajetória nesse mundo.

2. CONVIVENDO COM O SOBRENATURAL.

“e orou, com instância, para que não chovesse sobre a terra, e, por três anos e seis meses, não choveu. E orou, de novo, e o céu deu chuva, e a terra fez germinar seus frutos” (Tg 5.17,18). Ο homem Elias cria no Deus que servia e buscou viver à sombra do poder divino. Todas as etapas da vida do profeta tive-ram como pano de fundo milagres, inter-venções e manifestações dos céus.

A) ELIAS CRIA NO QUE DEUS FALAVA.
Ele profetizava confiando na fidelidade divina. A marca principal do ministério de Elias era sua confiança absoluta na palavra do Senhor. Ele não apenas ouvia; ele cria, obedecia e declarava aquilo que Deus dizia, mesmo quando tudo parecia contrário. Diante de Acabe, ele declarou que não choveria e creu quando o Senhor disse que mandaria a chuva (1 Rs 17.1; 18.1). Elias seguiu a direção de Deus, passo a passo: Foi ao ribeiro de Querite (1 Rs 17.2-5). Depois, à casa da viúva de Sarepta (1 Rs 17.8-10). Ele creu que Deus estava em seus desafios (1 Rs 18.46). Elias cria, mesmo sem ver sinais imediatos, porque quando profetizou o fim da seca, ele mandou o servo olhar para o céu sete vezes (1Rs 18.41-44). Ele persistiu porque cria no que Deus havia prometido. Ele creu que seria arrebatado (2 Rs 2.9).

B) ELIAS CRIA NO PODER DA ORAÇÃO.

  Quando lemos que Elias era igual a nós e que ele orou e Deus atendeu, compreendemos, então, que os recursos à disposição do homem de Deus estão também à nossa mercê como cristãos. Tiago diz que ele “orou com fervor” (NAA) e “depois orou de novo”, mostrando que a oração era uma prática constante e habitual em sua vida. Suas conquistas em oração provam o que diz a Palavra de Deus: “a oração de um justo pode” (gr. ischuo), ou seja, é poderosa, tem poder de fazer o extraordinário, é eficaz e capaz de feitos admiráveis. Elias viveu acobertado e movido pela oração: Orou pela seca (Tg 5.17) e depois por chuva (1 Rs 18.42-45). Orou pela ressurreição do filho da viúva (1 Rs 17.20-22). Orou pedindo fogo no Carmelo (1 Rs 18.36-37). Orou pelo fogo que veio sobre os capitães (2 Rs 1.10-12). Orou (entendemos de forma implícita) ao abrir o Jordão (2 Rs 2.8). Elias buscava em Deus as soluções que ele não encontrava na terra.

3.ELIAS: UM SERVO MOVIDO PELO AMOR A DEUS.

“Tenho sido em extremo zeloso pelo Senhor, Deus dos Exércitos, porque os filhos de Israel deixaram a tua aliança, derribaram os teus altares e mataram os teus profetas à espada; e eu fiquei só, e procuram tirar-me a vida” (1 Rs 19.14). A marca mais profunda da vida de Elias foi sua paixão ardente pelo Senhor. Nada movia suas decisões mais do que o desejo de honrar a Deus. Seu coração queimava com zelo pela santidade divina, como ele mesmo declarou: “Tenho sido extrema-mente zeloso pelo Senhor” (1Rs 19.10).

A) UM HOMEM EM DEFESA DO SEU DEUS.
Elias se disse zeloso (hb. qana), que quer dizer ter ciúmes, ardente cuidado pelo Senhor. Ele desejava que Jeová fosse reconhecido como o verdadeiro Deus. Mesmo sendo apenas um homem, Elias se dispôs como guerreiro na terra em defesa do Senhor. Esse é o sentimento que deve guiar nosso coração (Mt 10.32; Rm 1.16; Jd 1.3).

B) UM HOMEM INTERCESSOR. Elias viveu a sua vida em função de abençoar outras vidas. Essa é uma atitude louvável diante dos olhos do Senhor. Elias intercedeu pela viúva e seu filho (1) Rs 17-21-23); ele se pôs diante de Deus pela nação de Israel (1 Rs 18.22-24); ele se levantou para defender a memória de Nabote (1 Rs 21.17-23). Homens comuns podem ser canal de bençãos para outras vidas. Essa é mais uma lição deixada pelo profeta Elias.

C) UM HOMEM DISPOSTO AO SACRIFÍCIO.

Para Elias, amar a Deus significava obedecer, defender a santidade e viver para a glória do Senhor, custasse o que custasse. Ele arriscou a sua segurança pessoal, apresentando-se a Acabe por ordem divina, mesmo sendo perseguido. Ele sacrificou seu conforto e estabilidade para cumprir a missão, vivendo junto ao ribeiro de Querite, sustentado apenas pela provisão de Deus. Também colocou em risco sua reputação diante do povo, enfrentando sozinho os profetas de Baal no Carmelo. Por fim,sacrificou sua vida em devoção e entrega total, vivendo exclusivamente para cumprir o propósito divino (1Rs 19.10; cf. Rm 12.1).


CONCLUSÃO

Era um homem, simplesmente um homem, “mas orou com fervor…e orou de novo, então o céu deu chuva e a terra produziu os seus frutos”.

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Assembleia de Deus em Imaculada PB, Realizou a “3° EDIÇÃO DA MANHÃ COM DEUS”.

  Foi uma manhã gloriosa na Casa de Deus, com louvores, adoração, pregação da Palavra de Deus.O preletor foi o presbítero Bruno.
 Cantor clebysson Júnior Salvador,cantora Angelita. Deus esteve presente o tempo todo no evento e no final foi servido um deliiso almoço. Tudo para a honra e glória do Senhor Jesus Cristo.

Medite na pregação, que a mesma entre na mente e no coração

Pastor presidenta: José Carlos
Pastor local: Gilvanilsom Amâncio dos Santos

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UM ENCONTRO EM HOREBE

LIÇÃO 5.

{VERSÍCULO CHAVE: 1 RS 19.18}

“TAMBÉM EU FIZ FICAR EM ISRAEL SETE MIL: TODOS OS JOELHOS QUE SE NÃO DOBRARAM A BAAL, E TODA BOCA QUE O NÃO BEIJOU.”

“REFLEXÃO
Devemos sempre caminhar na direção apontada pelo Senhor.”

HINOS SUGERIDOS: 79, 84 E 151 (HC)

TEXTO BASE: 1 RS 19.8-18

OBJETIVOS:

>Ressaltar a importância de encontros pessoais com Deus.

> Aprender que o nosso Deus se revela de maneiras surpreendentes.

INTRODUÇÃO

   Essa lição abordará o encontro pessoal e decisivo que o profeta Elias teve com o Senhor em Horebe, o monte de Deus. Também conhecido como Monte Sinai, era um lugar de revelação. Com o toque especial do Senhor e fortalecido pelo alimento trazido por um anjo, Elias caminhou durante quarenta dias por mais de trezentos quilômetros rumo a Horebe. Por que tanto tempo? Porque não foi uma caminhada direta Deus o conduziu por um período de quebrantamento, dependência e renovação espiritual. No monte, Deus The faz revelações e mostra o caminho a seguir dali em diante. O Horebe re-presenta esses momentos em que o Senhor nos conduz por veredas de revelações, direcionamentos e orien-tações. No Horebe de Deus em nos-sa vida, ouvimos a Sua voz mansa e suave, guiandonos nos momentos difíceis, quando não temos certeza de como proceder. E, assim como Moi-sés, Elias e o próprio Jesus, Deus tam-bém nos conduzirá ao Seu monte para falar ao nosso coração.

1. A CAMINHADA ATÉ HOREBE.

  Talvez não haja na terra um lugar mais associado à presença manifesta de Deus do que aquele monte sagrado. Foi ali que a sarça ardia sem se consumir (Ex 3.1-6), ali foi dada a Lei (Ex 19-20); ali Moisés passou quarenta dias e quarenta noites a sós com Deus (Ex 24.18; 34.28). Caminhar até Horebe representa a busca pelo poder divino, revelações e renova-ção espiritual.

A) DEUS CONDUZIU ELIAS AO SEU MONTE. e, com a força daquela comida, caminhou quarenta dias e quarenta noites até Horebe, o monte de Deus” (1 Rs 19.8). Deus sustentou Elias com Seu alimento para mostrar que, quando ele era ousado e forte, o mérito não era dele, mas sim a manifestação do poder de Deus. Por si mesmo, Elias não era melhor do que seus pais. E o próprio Deus quem nos conduz aos momentos marcantes de nossa caminhada espiritual (Gn 32.24, Ex 24.18, 1.5m 3.10. O hino 17 (HC) nos mos bra essa realidade: Nas horas que passo pensando em Jesusias trevas desfaço buscando a luz/que horas de vida, tão doces pra mim/Jesus me convida, que eu suba pro Si.

B) UM TEMPO DE ESTAR A SÓS COM DEUS.

…caminhou quarenta dias e quarenta noites…”. Os quarenta dias da viagem de Elias, assim como os quarenta anos que o povo de Israel passou no deserto (Nm 14.33,34), os quarenta dias em que Moisés jejuou no Sinai e os quarenta dias de Jesus em jejum no deserto (Mt 4.2), representam períodos de preparação, aperfeiçoamento e fortalecimento espiritual (Dt 8.2; 1 Pe 5.10). Se estás no caminho de Horebe, estás a caminho de um novo tempo de Deus para ti!

C AS LIÇÕES DO MONTE DE DEUS PARA NÓS. Qual o propósito divino ao nos conduzir até Horebe?

 Na vida de Moisés (Éx 24.18; 34.28). Capacitação, revelação e fortalecimento para uma missão.
 Na vida de Elias (1 Rs 19.8-18). Renovação, direção e reencontro com Deus.

 Na vida de Jesus (Mt 4.1,2; Mc 1.12,13). Provação e vitória sobre a tentação.
 Em nossa vida (Mt 5.1; 17.1,2; Tg 1.2-4).
 Deus usa periodos de provações e situa ções especificas para nos aperfeiçoar e fortalecer.

2. DEUS FALA NO MONTE.

Em alguma caverna escura, escondido entre os precipícios ingremes do Horebe, Elias aguardou a manifestação do Senhor. Mas não teve de esperar muito: “E veio a ele a palavra do Senhor” (1 Rs 19. 9). Assim também acontece conosco. Às vezes Deus nos conduz a cavernas ou montes lugares de pausa, de reflexão e até de dor não para nos esconder, mas para falar conosco de forma mais profunda.

A) “E EIS QUE LHE VEIO A PALAVRA DO SENHOR” (1 RS 19.9). Deus havia falado com Elias muitas vezes. Falou em Tisbe, sua terra natal. Depois, em Samaria, quando ele entregou sua primeira mensagem a Acabe (1 Rs 17.3). Falou quando o ribeiro de Querite secou (1 Rs 17.9). Chamou-o do isolamento de Sarepta para que confrontasse novamente o rei Acabe (1 Rs 18.1). Falou no deserto de Berseba e, agora, na caverna do monte Horebe, voltou a falar com o Seu servo. Não há lugar na terra tão solitário, nem caverna tão profunda e escura, onde a Palavra do Senhor não possa nos encontrar e falar ao nosso coração.

B) “QUE FAZES AQUI, ELIAS?” (1 RS 19.98).

 Quando Deus pergunta onde estamos, não é porque Ele não sabe; é porque nós não estamos no lugar onde Ele deseja que estivéssemos. Sua pergunta revela nossa perda de direção ou necessidade de restauração. Foi assim com Adão (Gn 3.9) e com Agar (Gn 16.8). Com Jacó, ele confrontou a identidade: “qual é o teu nome”? (Gn 32.27). Deus pergunta não para obter informação, mas para nos despertar, confrontar, orientar e trazer de volta ao Seu propósito.
Elias não estava no lugar onde deveria estar. Elias havia sido chamado para confrontar reis, restaurar Israel, levantar altares não para se esconder. Há lugares em que a voz de Deus não nos colocou, fomos nós que fomos até lá por medo, cansaço ou confusão.
 Elias não estava cumprindo sua missão. A tarefa não havia terminado: Deus ainda tinha reis para ungir e um sucessor para levantar (1 Rs 19:15-16). Quando abandonamos a missão, Deus nos chama de volta!
 Estamos cumprindo nossa tarefa? A pergunta feita a Elias ecoa hoje para nós: “O que estamos fazendo aqui?” Esta mos no centro da vontade de Deus ou refugiados em cavernas emocionais e no comodismo espiritual?

3.ORDENS EMANADAS DO MONTE DE DEUS.

Em resposta a indagação divina, Elias apresenta sua justificativa: “Tenho sido em extremo zeloso pelo Senhor, Deus dos Exércitos, porque os filhos de Israel deixaram a tua aliança, derribaram os teus altares e mataram os teus profetas à espada; e eu fiquei só, e procuram tirar-me a vida” (1 Rs 19.14). Porém, a resposta de Deus confrontou suas afir-mações. Deus tinha um direcionamento claro para sua vida.

A) “DISSE-LHE: SAI E PÕE-TE NESTE MON-TE PERANTE O SENHOR” (1 RS 19.11). A revelação, dessa vez, não veio no padrão habitual do ministério de Elias (fogo, si-nais e milagres), mas em um “som de um suave sussurro”, por meio do qual o Senhor falou. Às vezes Deus se manifesta no vento (ações poderosas), no terremoto (intervenções e mudanças profundas) ou no fogo (juizo e presença visível). Mas Elias O encontrou em um “cicio tranquilo e suave”, uma demonstração da ternura e do cuidado de um Deus que, mesmo quando parece distante, continua trabalhando silenciosamente.

B) “VAI, VOLTA AO TEU CAMINHO PARA O DESERTO DE DAMASCO” (1 RS 19.15). Deus estava lhe dizendo: “volte e siga na direção que eu mostrei”. Não devemos nos afastar da rota, do propósito, do chamado ou do lugar onde Deus nos estabeleceu sem uma orientação clara e específica do Senhor. Deus também mandou Elias ungir a Eliseu como profeta e Hazael e Jeú como reis da Siria e de Israel, respectivamente (1 Rs 19.15-17), numa clara demonstração que o seu ministério profético ainda esta-va em evidência.

C) “TAMBÉM CONSERVEI EM ISRAEL SETE MIL, TODOS OS JOELHOS QUE NÃO SE DO-BRARAM A BAAL, E TODA BOCA QUE O NÃO BEIJOU” (1 RS 19.18). Deus revelou ao Seu servo que não perde o controle de nenhuma situação e que continua no comando da nossa vida. Ele jamais deixará de ter Seus representantes na terra, e Seu poder permanece soberano sobre a história, sobre as nações e sobre cada vida em particular.

“CONCLUSÃO

Silenciemos nossas argumentações e escutemos, com temor, a voz poderosa de Deus sussurrando aos nossos corações.”

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RENOVAÇÃO NO DESERTO

Lição 4

{VERSÍCULO CHAVE: 1 RS 19.7

“E O ANJO DO SENHOR TORNOU SEGUNDA VEZ, E O TOCOU, E DISSE: LEVANTA-TE E COME, PORQUE MUI COMPRIDO TE SERÁ O CAMINHO.”}
REFLEXÃO

O Deus que nos faz triunfar no Carmelo é o mesmo que nos restaura no deserto de nossas fraquezas.

HINOS SUGERIDOS: 193, 296 E 302 (HC)

TEXTO BASE: 1 RS 19.1-8

OBJETIVOS:
>Recordar que o Senhor conhece a nossa frágil estrutura.

>Reconhecer que nossa força é limitada, mas o Senhor nos sustenta.

 INTRODUÇÃO
Após o triunfo no Carmelo, o profeta Elias certamente esperava uma mu dança drástica nos rumos da nação começando por seus líderes. Mas, ao receber as notícias por meio de Acabe, a fúria de Jezabel voltou-se contra o homem de Deus (1 Rs 19.2).E Elias de nós semelhante a qualquer um mesmo amparado por uma grande vitória, tendo vivido momen-tos de euforia e de claras respostas divinas… teve medo e fugiu (1 Rs 19.3). A batalha no monte Carmelo aconteceu e passou, mas a guerra contra o mal permaneceu. Assim é a nossa luta neste mundo hostil a Deus e aos Seus seguidores: vivemos mo-mentos de grandes vitórias e outros de aparente derrota (Rm 8.31-39; Co 15.57,58; 2 Co 4.8,9). Entretanto, a voz do Deus de Elias ainda pode ser ouvida: “Levante-se e coma, porque a viagem será longa.”

1. O CANSAÇO EMOCIONAL.

  Elias ficou desanimado, deprimido e emocionalmente abalado. Como nos parecemos com ele! Deus permite mo-mentos assim para que fique evidente que os melhores dentre os homens, em sua melhor forma, nunca deixam de ser apenas homens! Não importam nossos talentos, aptidões ou o fato de sermos usados por Deus. Somos “vasos de bar-го” (2 Со 4.7). Nenhum homem perma-nece de pé por um único instante sem ser sustentado por Deus. Salmo 39.5: “Na verdade, todo homem, por mais firme que esteja, é pura vaidade” (hb. hebel: vapor, fôlego).

A) ELIAS SENTIU MEDO. A tradução da pa-lavra medo (hb. râ’âh) tem a conotação de ver, perceber, ter visão, considerar, ob-servar, dar atenção, discernir. Elias deixou de olhar para o Deus das vitórias e olhou para a fúria de Jezabel. O medo é um es-pírito (poder pelo qual o homem sente, pensa e decide) e não apenas um sentimento
(2 Tm 1.7). Ainda que seja comum até aos guerreiros de Deus, como Abraão (Gn 12.11-13; 20.2), Moisés (Ex 3.11; 4.1,10,13), Gideão (Jz 6.11, 15, 27) e Davi (1 Sm 21.12-15), não podemos viver sob esse espírito, “porque Deus não nos tem dado espírito de covardia (medo, timidez), mas de poder (força divina), de amor (boa vontade) e de moderação (es tabilidade da mente)”.

B) ELIAS BUSCOU A SOLIDÃO. “…ali deixou o seu moço. Ele mesmo, porém, se foi ao deserto…” (1 Rs 19.3,4). Ao escapar de Jezabel, ele se afasta do er povo, de seu companheiro e tenta fugir de seu chamado. Às vezes queremos fi-car sozinhos, mas é impossível estarmos sós o Senhor está em toda parte (SI 139.7). Desertos são lugares, situações ou circunstâncias que devem ser vividos 5: ou enfrentados sob a direção divina (Ex is 13.18; Dt 8.2; Os 2.14; Mt 4.1), e nunca fruto de uma decisão pessoal.

C) ELIAS SE SENTIU FRACASSADO. “Basta, toma agora, ó Senhor, a minha alma, pois não sou melhor do que meus pais” (1 Rs 19.4). Apesar da sua vitória contra os falsos profetas, Acabe e Jezabel continuaram como antes não houve qualquer mudança de coração. Elias, então, sentiuse profundamente fracassado e pede a morte ao Senhor. A história de Elias se entrelaça com a de Moisés (Nm 11.14,15), de Jó (Jó 6.8-9; 7.15), de Jonas (Jn 4.3,8) e com a nossa! E como eles foram renovados por Deus, seremos também alcançados pelo renovo do Senhor (Is 40.31). Aleluia!

2. O CANSAÇO FÍSICO.
  Elias, nesse momento de sua história, está exausto emocional e fisicamente resultado de combates, fugas, longas caminhadas, ameaças de morte, perigos, escassez de alimento, perseguições, enfim, de um longo período de muitas batalhas espirituais. Do monte Carmelo até Jezreel, ele correu cerca de 25 km adiante de Acabe, na força do Senhor (1 Rs 18.46). Mas, ao fugir de Jezabel, caminhou, por conta própria, aproximadamente 150 km até Berseba e depois “se foi ao deserto, caminho de um dia” (1 Rs 19.4).

A) ELIAS PRECISAVA DE RENOVAÇÃO.
  Somos compostos por espírito, alma e corpo. Essas três partes do ser humano sofrem os efeitos da natureza decaída, das agruras da vida e dos erros cometidos. Há momentos em que precisamos de renovação. “O coração com saúde é a vida da carne” (Pv 14.30); “О сoração alegre serve de bom remédio, mas o espírito abatido virá a secar os ossos” (Pv17.22). O corpo recebe as cargas negativas da alma e o desânirno do espírito, por isso, adoecel O tempo, o desgaste, as circunstâncias adversas e as enfermidades abatem o corpo: “O coração alegre ilumina o rosto, mas pela angústia mental o espirito se abate” (Pv 15.13). Mas, para essa dimensão do homem, também temos promessas: “Os sinais seguirão aos que creem: em meu nome expulsarão demônios, falarão novas linguas… porão as mãos sobre os enfermos, e eles serão curados” (Mc 16.17-18). Deus pode curar o ser humano pelo Seu poder renovador.

B) ELIAS ESTAVA PROSTRADO DIANTE DA SITUAÇÃO. “…e veio, e se assentou debaixo de um zimbro; e pediu para si a morte, e disse: ‘Basta…'” (1 Rs 19.4). Podemos imaginar como ele chegou completamente exausto! Muitas vezes, mesmo após ter experimentado vitórias em nosso serviço ao Senhor, quando estamos fisicamente esgotados, Satanás se aproveita dessa fragilidade para tentar nos derrubar. Quando Elias dis-se “basta” (hb. rab: muito, abundante, grande), ele estava declarando: “a situação é maior que a minha capacidade de administrar, não posso continuar”. Mas, o Senhor estava preparando o socorro, Ele sempre chega para nos ajudar nos momentos que vamos sucumbir. “O Se-nhor firma os passos do homem bom e no seu caminho se compraz; se cair, não ficará prostrado, porque o Senhor o segura pela mão” (SI 37. 23,24).

3. O SOCORRO DIVINO.

“…eis que um anjo o tocou e lhe disse: Levantate e come. Olhou ele e viu, junto à cabeceira, um pão cozido sobre pedras em brasa e uma botija de água. Comeu, bebeu e tornou a dormir” (1 Rs 19.5,6). Qual a prescrição divina para o abatimento espiritual de Elias, associado ao esgotamento físico e emocional? Vejamos a Palavra de Deus:

A) UM DESCANSO. “Deitouse e dormiu debaixo do zimbro” (1 Rs 19.5). Era o Senhor dando refrigério ao profeta, uma trégua na luta e o recobrar das forças. Assim é o nosso Deus: “Ele me faz repousar em pastos verdejantes. Levame para junto das águas de descanso” (SI 23.2); “O que habita no esconderijo do Altíssimo, descansa à sombra do Onipotente” (SI 91.1).

B) UM TOQUE SOBRENATURAL. “… eis que um anjo o tocou…” (1 Rs 19.5). Representa o toque da bondade, da graça, do cuidado e do carinho divino. Antes, foi alimentado por corvos, mas agora é assistido por um mensageiro celestial. Há momentos em que só o sobrenatural pode nos socorrer.

C) ALIMENTO. “Olhou ele e viu, junto à cabeceira, um pão cozido sobre pedras em brasa e uma botija de água” (1 Rs 19.6). Elias havia bebido da água de Querite, mas nunca havia tomado água servida por um anjo. Havia comido do pão e da carne que os corvos lhe traziam, e do alimento multiplicado por um milagre, mas nunca havia comido bolos trazidos pelas mãos de um anjo. Foram provas especiais de ternura divina, uma manifestação especial de amor para convencer o profeta de que ele ainda era amado e devia prosseguir em sua tarefa. Pães quentes e água fria podem representar para nós a Palavra de Deus, o poder e presença do Espírito Santo. Foi a comida que o fez caminhar (1 Rs 19.8).

D) UM ENCORAJAMENTO. “Voltou segunda vez o anjo do Senhor, tocou-o e lhe disse: Levantate e come, porque o caminho te será sobremodo longo” (1 Rs 19.7). Nenhuma reprovação, repreensão ou acusação, apenas um incentivo dos céus: “Não pare, Elias, você precisa caminhar até Horebe”.

CONCLUSÃO

Renovados em forças, chegaremos a Horebe, o Monte de Deus!

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Pesquisa: entenda por que as urnas e o sistema eleitoral brasileiro são confiáveis

O sistema eletrônico de votação no Brasil, referência tecnológica global desde sua implementação em 1996, permanece no centro do debate público. Embora as autoridades eleitorais e especialistas em cibersegurança reafirmem a integridade do equipamento, a percepção da população reflete a divisão do país. Dados recentes de uma pesquisa realizada pela Quaest, contratada pela Genial Investimentos, revelam que 53% dos brasileiros consideram as urnas eletrônicas confiáveis, enquanto 43% ainda manifestam discordância.

Resumo:

  • Aprovação majoritária: mais da metade do eleitorado confia na segurança do voto digital.

  • Recorte regional: o Nordeste lidera o índice de confiança, enquanto Sul e Centro-Oeste apresentam maior divisão.

  • Polarização: a percepção de segurança varia drasticamente conforme a inclinação política e o voto nas últimas eleições presidenciais.

  • Metodologia: o levantamento ouviu 2.004 pessoas presencialmente e possui margem de erro de dois pontos percentuais.

A confiança no sistema de votação não é apenas uma questão de opinião, mas de infraestrutura tecnológica. As urnas eletrônicas brasileiras operam de forma isolada, sem conexão com a internet ou qualquer rede sem fio, o que impede invasões remotas durante o processo de coleta dos votos. No entanto, o levantamento da Quaest demonstra que a aceitação dessa tecnologia passa pelo filtro da política partidária.

O mapa da confiança: recortes geográficos e sociais

A análise regional (GEO) expõe disparidades significativas. No Nordeste, a confiança atinge seu ápice, com 59% de aprovação. O Sudeste segue a tendência majoritária, com 54% dos entrevistados respaldando o sistema. Contudo, no Sul e no Centro-Oeste, o cenário é de empate técnico: em ambas as regiões, 48% confiam e 48% desconfiam, refletindo áreas de maior resistência cultural ou política ao modelo atual.

No que tange à faixa etária, os jovens de 16 a 34 anos são os que mais acreditam na segurança do processo (57%). Entre a população com mais de 60 anos, o índice é de 53%. Já a classe média (renda acima de cinco salários mínimos) apresenta uma divisão estreita, com 52% de confiança contra 45% de ceticismo.

“A urna eletrônica é um patrimônio nacional. O isolamento digital do equipamento e a auditoria constante são os pilares que garantem que o resultado das urnas seja o espelho fiel da vontade popular.”

Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

O peso da polarização política

O fator mais determinante para a crença na integridade das urnas, segundo a Quaest, é a escolha nas urnas em 2022. Entre os eleitores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, 75% acreditam na confiabilidade do sistema. Já entre os apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro, esse número cai para 26%, enquanto 69% afirmam discordar da segurança das urnas. Essa discrepância evidencia que a desconfiança é alimentada mais por narrativas políticas do que por falhas técnicas comprovadas. Desde a adoção do voto eletrônico, nunca houve registro de fraude confirmada. O processo conta com múltiplas etapas de auditoria, incluindo o Teste Público de Segurança (TPS), onde hackers e peritos tentam quebrar as barreiras do sistema sob supervisão técnica.

Por que as urnas são seguras?

Para responder à pergunta que muitos usuários fazem aos assistentes de voz (“As urnas são seguras?”), é preciso listar as camadas de proteção:

  1. Ausência de rede: sem Wi-Fi ou Bluetooth, a urna é imune a ataques externos via web.

  2. Assinatura digital: cada software é assinado digitalmente por instituições como a OABMinistério Público e Polícia Federal.

  3. Boletim de urna (BU): ao final da votação, a urna imprime o resultado, que pode ser conferido publicamente antes mesmo da totalização centralizada.

  4. Auditoria: o sistema permite a conferência por amostragem em tempo real no dia do pleito.

A despeito dos 43% que ainda nutrem dúvidas, o sistema brasileiro permanece como um dos mais rápidos e auditáveis do mundo. A pesquisa da Quaest, realizada face a face em domicílios, reforça que, embora a tecnologia seja sólida, o desafio das instituições é pedagógico: comunicar com clareza a segurança do processo para mitigar o impacto da desinformação.

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Uso de álcool e drogas pelos pais influencia consumo dos filhos, diz estudo

  “Tal pai, tal filho? Os estilos parentais podem interromper o padrão intergeracional do uso de álcool e outras drogas?” Foi a partir desse questionamento que um grupo de pesquisadores brasileiros analisou dados do comportamento de 4.280 adolescentes e seus responsáveis, chegando a dois importantes resultados. Sim, as atitudes dos pais continuam sendo um dos fatores mais relevantes na prevenção ao consumo de álcool e drogas entre jovens. Porém, a forma como os responsáveis educam seus filhos pode amenizar significativamente o risco, até mesmo em famílias em que os cuidadores usam essas substâncias, incluindo cigarro, vapes (cuja comercialização é proibida no Brasil) e maconha. Essa redução do risco é mais significativa quando a relação entre as gerações é marcada por vínculo, presença, diálogo e regras claras de conduta, características do chamado estilo parental “autoritativo”, que combina acolhimento e monitoramento. Ao todo, foram analisados quatro estilos parentais (veja quadro), sendo os outros: autoritário, que também reduziu o risco a drogas, mas com impacto menor para álcool; permissivo e negligente. Os dois últimos não apresentaram efeitos protetores. Já os perfis de consumo foram separados em abstêmios; os que só bebem e os que usam duas ou mais substâncias.O consumo de álcool pelos pais foi associado a uma probabilidade de uso pelos filhos de 24% para bebidas alcoólicas e 6% para duas ou mais drogas. Se os responsáveis consomem várias substâncias, o risco de os jovens usarem vai a 17% e 28%, respectivamente. Os achados, publicados no site da Addictive Behaviors, estão descritos em artigo da edição de março da revista científica.

“Com esse estudo, reforçamos o fato de que o padrão de uso de álcool e outras drogas pelos pais influencia o dos filhos. Porém, se eles colocarem regras e limites em casa e derem afeto, esses fatores de proteção minimizam muito o risco que eles mesmos trazem quando consomem essas substâncias. Além disso, o maior preditor de abstinência dos jovens é o não uso pelos responsáveis. Quando eles são abstinentes, 89% dos adolescentes também não usam nem álcool nem outras drogas lícitas ou ilícitas. Foi a associação mais forte que encontramos”, afirma a professora Zila Sanchez, do Departamento de Medicina Preventiva da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), autora principal do artigo. Coordenadora do Núcleo de Pesquisa em Prevenção ao Uso de Álcool e outras Drogas (Previna), da Unifesp, Sanchez publicou dezenas de estudos sobre o tema, entre eles um, em 2017, que demonstrava uma associação gradual entre estilos parentais e consumo de drogas por adolescentes.

À época, os resultados apontavam que jovens cujos pais eram negligentes tinham maior probabilidade de frequentar aulas sob uso de drogas.

Visão ampliada

A pesquisa é parte do projeto “Redução do consumo de álcool entre adolescentes através de uma intervenção multicomponente de base comunitária”, financiado pela Fapesp, que também apoiou o artigo por meio de uma Bolsa de Pós-Doutorado para Luis Eduardo Soares dos Santos. Desenvolvido em quatro municípios de pequeno porte no Estado de São Paulo – Cordeirópolis, Iracemápolis, Salesópolis e Biritiba-Mirim –, o projeto busca investigar estratégias comunitárias eficazes de prevenção ao uso de álcool por adolescentes, produzindo evidências científicas capazes de orientar políticas públicas e programas de prevenção. Com populações entre 18 mil e 25 mil moradores e diversidade geográfica, as cidades abrigam diferentes contextos para esses jovens.

Os dados foram coletados entre 2023 e 2024 em quatro cidades paulistas. A idade média dos jovens foi de 14,7 anos, com distribuição quase igual entre meninos e meninas (foto: Previna/Unifesp)
Os dados foram coletados entre 2023 e 2024 em quatro cidades paulistas. A idade média dos jovens foi de 14,7 anos, com distribuição quase igual entre meninos e meninas (foto: Previna/Unifesp)

“O artigo é decorrente dos dados do que chamamos needs assessment, ou seja, quando fazemos o diagnóstico da situação relacionada aos adolescentes do município. Essa é a fase pré-intervenção para entender como são esses jovens e seus pais. Utilizamos instrumentos extremamente consolidados para medir os estilos, mas inovamos ao trabalhar os dados conjuntos com os perfis de consumo dos pais e dos filhos, olhando para os padrões”, explica a professora à Agência Fapesp.

Os dados foram coletados entre 2023 e 2024 nas quatro cidades. A idade média dos jovens foi de 14,7 anos, com distribuição quase igual entre meninos e meninas. O consumo de álcool no último mês (19,9%) e o consumo excessivo episódico (11,4%) foram os comportamentos mais frequentes entre os filhos – entre os pais os porcentuais foram de 56,4% e 20,3%, respectivamente. Não houve análise separada para o fato de o responsável ser o pai ou a mãe.

Os pesquisadores aplicaram a Análise de Classe Latente (LCA, na sigla em inglês) para identificar perfis de uso de substâncias em ambas as gerações e modelaram sua associação por meio de Análise de Transição Latente (LTA).

A LCA é uma técnica estatística que permite identificar subgrupos não observáveis (classes latentes) dentro de uma população a partir de padrões de respostas em variáveis observadas, estimando probabilisticamente cada indivíduo que pertence a essas classes.

Também uma técnica estatística, a LTA identifica grupos “ocultos” (classes latentes) e estima probabilidades de passagem entre eles. Em estudos longitudinais, essa transição representa mudanças ao longo do tempo. Nessa pesquisa, a “transição” é interpretada como uma associação entre gerações, ou seja, a probabilidade de adolescentes pertencerem a determinados perfis de uso de substâncias dependendo do perfil observado em seus pais.

A professora ressalta que na fase de diagnóstico o grupo trabalhou com todos os adolescentes matriculados em escolas dos quatro municípios.

Impactos

Sanchez destaca que, mesmo em famílias com boas práticas educativas, o consumo de bebidas alcoólicas pelos responsáveis seguiu associado ao uso de álcool pelos adolescentes, reforçando a necessidade de cautela com a naturalização desse comportamento dentro de casa. “Quando o consumo é frequente e tratado como algo banal se traduz em maior risco, independentemente do vínculo afetivo existente”, completa.

Em todo o mundo, o álcool é um dos principais fatores de risco responsáveis pelo aumento de doenças crônicas não transmissíveis, como cardiovasculares, cânceres e diabetes. Além de efeitos físicos (possibilidade de lesões hepáticas, comprometimento do sistema cardiovascular e maior vulnerabilidade a infecções), o álcool aumenta as chances de quadros de ansiedade, dificuldades de concentração e transtorno depressivo.

Retardar o início do uso entre jovens é considerada uma das estratégias mais eficazes para diminuir o consumo futuro e os danos posteriores. Estudos epidemiológicos têm demonstrado que intervenções de base comunitária, compostas por ações de prevenção escolar (voltadas ao adolescente), de programa familiar e de estratégias ambientais (para a comunidade), promovem efeitos mais consistentes e de longo prazo.

No Brasil, apesar da proibição da venda de bebidas alcoólicas para menores de 18 anos, mais da metade da população (56%) experimentou pela primeira vez antes dessa idade e um quarto (25,5%) passou a beber regularmente nessa fase, de acordo com o Levantamento Nacional de Álcool e Drogas (Lenad III), realizado pela Unifesp em parceria com o Ministério da Justiça e a Ipsos Public Affairs e divulgado em 2025.

O levantamento mostra que pouco mais de um quarto (27,6%) dos adolescentes de 14 a 17 anos já consumiu álcool em algum momento da vida, o que corresponde a cerca de 3,2 milhões de pessoas. No último ano, o uso foi relatado por 19% – o equivalente a 2,2 milhões de jovens.

Em relação à maconha, o Lenad mostra que cerca de 1 milhão de adolescentes usaram alguma vez na vida, sendo metade no último ano. Na população em geral, quase um em cada cinco brasileiros (18,7%) experimentou pelo menos uma substância psicoativa (nesse caso excluindo álcool e produtos à base de nicotina).

cnnbrasil

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Por que Pernambuco registra mais ataques de tubarão que o Sudeste?

  Um trecho de 33 quilômetros do litoral de Pernambuco é considerado a área de maior risco para incidentes com tubarões em toda a costa brasileira. Em 34 anos, foram registradas 82 mordidas e 27 mortes nesse pedaço do litoral. O número contrasta com a realidade do Sudeste, onde, apesar de espécies consideradas agressivas — como o tubarão‑tigre — circularem em áreas turísticas, os registros de ataques são praticamente inexistentes. A diferença entre as duas regiões, segundo especialistas, está principalmente nas condições ambientais e no impacto das atividades humanas.

Ambiente desequilibrado x ambiente saudável

Na Baía da Ilha Grande, no litoral do Rio de Janeiro, cientistas do Instituto Pro Shark identificaram grupos de tubarões-tigre — espécie considerada uma das mais agressivas — nadando juntos, comportamento incomum para a espécie. Até então, acreditava-se que o tubarão‑tigre fosse solitário. Mesmo assim, nunca houve registro de ataque dentro da baía. Segundo os pesquisadores envolvidos no monitoramento, o que protege turistas e moradores é o equilíbrio ambiental da região. A área possui:

  • manguezais preservados,
  • trechos com exclusão de pesca,
  • grande disponibilidade de alimento,
  • áreas de proteção ambiental bem conservadas.

Esse conjunto reduz drasticamente a chance de que tubarões se aproximem da zona de banho em busca de comida. “O ambiente é extremamente equilibrado”, diz uma das pesquisadoras. Com alimento abundante e pouco estresse ambiental, os animais não precisam alterar seu comportamento natural.

Por que Pernambuco registra mais ataques de tubarão que o Sudeste? — Foto: Reprodução/TV Globo

O contraste com Pernambuco: água turva, lixo e esgoto

A situação em Pernambuco é oposta. Em um trecho de 33 quilômetros entre Recife, Olinda e Jaboatão dos Guararapes, as condições ambientais favorecem a aproximação dos tubarões à costa — e aumentam o risco de incidentes.

Pesquisadores destacam três fatores principais:

1. Correntes que trazem esgoto e lixo

Correntes marítimas levam resíduos e esgoto diretamente para a faixa de praia. Esse material atrai peixes, que por sua vez atraem tubarões. Com a água mais turva, a visibilidade diminui, aumentando a chance de um ataque por engano.

2. Áreas de reprodução próximas da costa

O tubarão‑cabeça‑chata, espécie envolvida em diversos ataques, utiliza parte do litoral para reprodução.

Fêmeas prenhes ficam mais próximas da praia, aumentando o risco. Foi o caso do ataque que matou o jovem Deivison, de 13 anos, em Olinda, segundo pesquisadores que estimaram o tamanho do animal pelo formato da mordida.

3. A influência do Porto de Suape

O canal aberto para a construção e operação do porto alterou drasticamente a geografia e a dinâmica costeira.

Segundo especialistas, esse canal:

  • criou uma rota de passagem de peixes — alimento de tubarões;
  • ficou muito próximo da prática de banho de mar;
  • aumentou o fluxo de embarcações, que descartam restos orgânicos.

Monitoramento interrompido agrava o problema

Em Pernambuco, o monitoramento científico — realizado por anos pelo barco de pesquisa Sinuelo — foi interrompido há 11 anos por falta de verbas.Desde então, mesmo sem acompanhamento técnico, o número de vítimas continuou subindo.Somente após ataques recentes, incluindo em Fernando de Noronha, o governo estadual decidiu retomar o monitoramento, com captura, microchipagem e soltura dos animais.

Oferta irregular de alimento muda comportamento dos tubarões

Em Noronha, por exemplo, um ataque recente foi causado por um tubarão-lixa, espécie considerada pouco agressiva.Pesquisadores atribuem o incidente às reações dos animais às mudanças climáticas. O padrão se repete em áreas urbanizadas do Recife, onde resíduos atraem cardumes e deslocam tubarões para camadas mais superficiais.

g1.globo

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A febre da proteína: quando a busca pelo corpo perfeito pode até virar um transplante de rim

  A busca pelo corpo perfeito movimenta academias, influencia dietas e impulsiona a venda de produtos que prometem resultados rápidos, com a palavra “proteína” sendo a mais repetida neles. Ela virou atrativo de venda: aparece em leites, pães, iogurtes, barras, biscoitos e até bolos. A reportagem do Fantástico buscou especialistas que apontaram o consumo exagerado desse nutriente pode até aumentar o peso da pessoa.

“Se a gente consome proteína em excesso, a gente não vai aproveitar essa proteína para finalidade dela, que seria a constituição corporal, formação de massa muscular. Isso vai ser armazenado de alguma forma no organismo e pode virar gordura corporal”, aponta a nutricionista Lara Natacci.

Especialistas ouvidos pela reportagem explicaram que a proteína é essencial para o funcionamento do organismo. Ela forma músculos, tecidos e participa da produção de hormônios e enzimas. Apesar disso, a recomendação diária varia conforme o perfil de cada pessoa, e o excesso pode prejudicar a saúde. Hoje, há divergências entre orientações internacionais: enquanto a nova pirâmide alimentar dos Estados Unidos sugere aumentar a ingestão de proteína animal, a Organização Mundial da Saúde indica uma quantidade menor.

“Ela está orientando a 50% a mais proteína do que a Organização Mundial da Saúde. Os Estados Unidos recomendam 1,2 a 1,6 gramas de proteína por quilo. A Organização Mundial da Saúde, 0,8 até 1.2 gramas”, explica a nutricionista e pesquisadora da USP, Sophie Deram.

Nutricionistas lembram que nem sempre essas diretrizes estrangeiras fazem sentido para a alimentação do brasileiro. Idosos, pessoas em tratamento para ganho de massa muscular ou quem está em dietas de emagrecimento podem precisar de mais proteína. Mas, para a maioria da população, a recomendação básica segue em torno de 1 grama por quilo de peso por dia — distribuída ao longo das refeições, e não acumulada em um único prato.

“Um mito: “quanto mais proteína, mais músculo”. “Depende do que você come e de quanto você malha, né? Não é consumindo, se entupindo de proteína que você vai ganhar músculo”, diz Sophie.

O corpo só aproveita uma parte do que consumimos por refeição — cerca de 25 a 30 gramas. O que excede essa capacidade pode acabar sendo armazenado pelo organismo em forma de gordura.

É por isso que algumas pessoas que comem grandes quantidades de proteína para emagrecer podem, na verdade, engordar.

O risco aumenta para quem já tem alguma predisposição a doenças renais. Para pessoas com função renal comprometida, dietas hiperproteicas podem acelerar a perda de funcionamento dos rins. E o grande problema é que a maioria não sabe que tem essa condição, já que os sintomas aparecem apenas quando a doença está avançada.

Dois exames simples — creatinina e urina — poderiam detectar alterações precocemente.

A reportagem também contou a história do ex-atleta Tiago Guzoni, de 30 anos, que decidiu aumentar drasticamente a ingestão de proteína para ganhar massa muscular.

“A minha dieta às vezes se baseava muito por proteína. Quando eu não conseguia bater os macros do dia, os macronutrientes. Então eu aumentava essa proteína ou com hipercalórico, jogando um shake, fazendo com algumas coisas de proteína, ou ao mesmo tempo comendo bastante mesmo de proteína, é filé de frango, carne, peixe e outras coisas”, diz Tiago.

Ele evitava anabolizantes e apostava na comida e nos suplementos para alcançar os resultados. Após dois anos seguindo essa rotina, começou a sentir dores de cabeça fortes durante os treinos.

“E foi esse endócrino que falou que o meu rim já estava com problema e já estava com 50% de funcionamento”, revelou o ex-atleta.

Tiago passou oito meses fazendo hemodiálise e, em 2024, precisou de um transplante de rim. Só depois disso descobriu que o problema havia sido identificado tardiamente. Hoje, com acompanhamento nutricional, ele mantém uma dieta equilibrada e controla a ingestão de proteínas e carboidratos — uma mudança de rotina que, segundo ele, trouxe mais consciência sobre o próprio corpo e sobre os exageros do passado.

A reportagem também visitou um laboratório da USP para mostrar como funciona a produção do whey protein. O pó, feito a partir do soro do leite, passa por um processo rápido de secagem que preserva o valor nutricional. Apesar disso, raramente é consumido puro: a indústria costuma adicionar adoçantes, aromatizantes e espessantes. Mesmo assim, especialistas afirmam que o suplemento não é considerado ultraprocessado.Para entender o que compensa mais — comida ou produtos industrializados com proteína extra — nutricionistas compararam barrinhas, whey e cookies com alimentos comuns, como ovos, frango e feijão. Do ponto de vista proteico, muitos produtos se equivalem aos alimentos naturais.

“Uma barrinha de proteínas tem em torno de 12 a 15 gramas de proteína. Um ovo tem 6,5 gramas de proteínas. Então a gente tem dois ovos com 13 gramas de proteínas”, diz Filipe Bragança, conselheiro da BrasNutri.

Mas, nutricionalmente, os alimentos in natura oferecem vitaminas, minerais e fibras, enquanto os industrializados tendem a ter mais gordura saturada e menos nutrientes.

“A barrinha de proteína, ela vem com gordura saturada. Muitas delas tem bastante gordura saturada, então não é interessante a gente consumir frequentemente”, revela Filipe.

Apesar da explosão de produtos proteicos, os especialistas insistem em um ponto: comida de verdade costuma ser suficiente para suprir as necessidades diárias de proteína.

“Se a gente comer comida mesmo, né, um prato que tem arroz, feijão, carne, salada, a gente vai conseguir atingir a necessidade de proteína e não precisa de suplemento”, diz Lara.

g1.globo

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3º LIÇÃO VENCENDO OS DESAFIOS

 SIMPÓSIO DE 2026

REFLEXÃO

A vida cristã é permeada de desafios, mas, ao lado do Senhor, sempre seremos vencedores.

HINOS SUGERIDOS:

298, 336 E 372 (HC)

TEXTO BASE:

1 RS 18.16-24

OBJETIVOS:

> Destacar que é preciso coragem para honrar a Deus.Mostrar o poder da oração feita por um justo.

INTRODUÇÃO
   O episódio no monte Carmelo, onde se deu o enfrentamento entre o profeta Elias e os profetas de Baal, é um dos mais conhecidos e comentados do Antigo Testamento. Ele nos mostra um panorama que atravessa todas as gerações: a batalha no mundo espiritual. Elias foi próspero em seu ministério porque viveu na dependência do poder divino, cheio do Espírito Santo.O desejo de Eliseu foi herdar o espírito que tão claramente havia atuado em sua vida (2 Rs 2.9). A expressão “o espírito de Elias” era familiar nos lábios dos filhos dos profetas (2 Rs 2.15). O anjo Gabriel, ao falar com Zacarias, descreveu a presença do Espírito na vida de João Batista, dizendo: “E irá adiante dele no espírito e no poder de Elias” (Lc 1.17). Esta lição nos conclama a buscar o poder do alto que repousava em Elias, para que vençamos os combates espirituais que nos desafiam.

1.

ELIAS DIANTE DE ACABE.

O mesmo Deus que havia dito: “esconda-se” (1 Rs 17.3), agora lhe dizia: “mostrate” (1 Rs 18.1). E, sem contestar as ordens do Senhor, “partiu, pois, Elias a apresentarse a Acabe” (1 Rs 18.2). Deus iria reverter a sentença por meio do Seu ousado profeta.

A) ELIAS ACEITOU O RISCO DE PERDER SUA VIDA PELO SENHOR. Enfrentar Acabe era enfrentar a ira, a perseguição, o risco de morte, a acusação de ser responsável pela calamidade. A fome era extrema em Samaria e em todo o reino do Norte (1 Rs 18.2). Elias era considerado fugitivo (1 Rs 18.10) e sua vida estava em perigo, assim como outros profetas à época (1 Rs 18.4,13; 19.10). Mas ele não recuou, não negou sua identidade e, sem temer, mandou dizer a Acabe: “Elias está aqui” (1 Rs 18.8).

B) OBADIAS: A GERAÇÃO DO SENHOR VI-VENDO NA GERAÇÃO DE ACABE (1 RS 18.7-16). Abrimos um espaço para mencionar um personagem importante na história. Obadias representa os que vivem no rei-no de Acabe, mas honram ao Senhor. Seu nome significa “servo de Deus’.

Saudando Elias: “meu senhor Elias” (v.7). Reconhecendo a autoridade espiritual do profeta de Deus.

Sustentando profetas na perseguição (v.13). Com a escassez de pão e água, foi um desafio para ele obter alimento suficiente para sustentar cem profetas, correndo ainda o risco de ser descober-to a qualquer momento. Mas, com coragem, assumiu riscos, ao se posicionar ao lado de Deus. Temente a Deus (v.3). Temer (hb. yare) é reverenciar, admirar, respeitar, sentir medo. Essas são características daqueles que amam o verdadeiro Deus e se abstêm do espírito mundano que O despreza (Rm1.28). Reconheceu as ações divinas na vida de Elias (v.12). “…poderá ser que, apartandome eu de ti, o Espírito do Senhor te leve não sei para onde…”. No meio da crise espiritual, havia alguém que re-conhecia as operações de Deus! Aleluia!

C) ELIAS FOI ACUSADO POR DEFENDER OS PRINCÍPIOS DIVINOS. Elias é chamado de “perturbador de Israel”, isto é, alguém que promove agitação, tumulto, distúrbio. A causa da calamidade em Israel não era Elias, e sim os pecados da nação chefiada pelo iníquo Acabe. Todos os que proclamam as verdades de Deus são considerados como perturba-dores (Lc 23.5; At 16.20; 17.6).

2. ELIAS DIANTE DOS PROFETAS.

  A cena do Carmelo é ao mesmo tempo dramática e impressionante. De manhã bem cedo uma multidão ocupa o monte, aguardando o que iria acontecer. Haveria chuva? Elias faria algum discurso? Seria preso? Seria morto? O que faria Acabe? O que fariam os profetas da rainha?

  A) ELIAS CONVOCA O POVO E OS PROFETAS AO MONTE CARMELO (1 RS 18.19,20). É preciso coragem para honrar a Deus, pois isso envolve se posicionar contra valores contrários aos ensinamentos bíblicos, obedecer mesmo quando parece desafiar a lógica e manter a fé em meio ao sofrimento. Aqui estão alguns pontos-chave baseados nos resultados sobre o que essa coragem envolve:
  A Coragem de se Posicionar: Honrar a Deus exige ousadia para se posicionar, rejeitar o pecado oculto e viver de forma coerente, mesmo quando o ambiente é desfavorável.

A Coragem da Obediência: Obedecer aos mandamentos de Deus nem sempre é fácil, especialmente quando pede atitudes que desafiam a lógica, exigindo fé para moldar o destino. A Coragem no Sofrimento: Honrar a Deus no meio das lutas, transformando o sofrimento em uma oportunidade par…
 O poder da oração de um justo é descrita na Bíblia (Tiago 5:16) como extremamente poderosa e eficaz, capaz de realizar grandes efeitos, curar enfermos e mover a vontade de Deus. O “justo” é aquele que vive em fé, temor a Deus e alinhado aos Seus propósitos, resultando em uma conexão espiritual que gera milagres, restauração familiar e livramentos.
Pontos-chave sobre o poder da oração do justo:
  A Base Bíblica: Tiago 5:16 destaca que a “oração feita por um justo pode muito em seus efeitos”. Fé e Sinceridade: A eficácia da oração não está na repetição ritualística, mas na fé, sinceridade e obediência à vontade de Deus.

Acesso e Atenção Divina: O Senhor repousa Seus olhos sobre os justos e seus ouvidos estão abertos às suas súplicas, diferentemente de quem pratica o mal. Intercessão e Milagres: A oração do justo inclui a intercessão, capaz de trazer cura física e espiritual, libertação de pecados e intervenções no impossível. Dependência de Deus: Orar é um ato de humildade, reconhecendo que Deus controla todas as coisas e que dependemos Dele. A oração do justo, conforme o entendimento bíblico, é uma ferramenta de conexão profunda com o divino, capaz de mudar circunstâncias e alinhar o coração humano com o de Deus, resultando em respostas poderosas.

3.

ELIAS DIANTE DO SENHOR.

Depois do espetáculo promovido pelos profetas de Baal, que foram incapazes de acender a secreta centelha de fogo na lenha que haviam colocado sobre o altar, mediante gritos, cortes com facas e lanças, profecias, pulos e oferta de sangue à sua divindade pagā (1 Rs 18.26-28), Elias entra em ação na defesa de Jeová.

A) REPARANDO O ALTAR EM RUÍNAS. Essa ação representa a santificação pessoal, onde nós somos o altar (Rm 12.1). Também é símbolo de unidade (1 Rs 18.31) e nos lembra que a união promove o poder de Deus (At 2.1-4; 2.42,43; At 4.31).

B) A ORAÇÃO POR FOGO (1 RS 18.36-39). Elias expressou em sua oração mais que um desejo de contestar Acabe e seus profetas. Ela manifestou o sentimento de seu coração em relação ao seu Deus: “… Ó Senhor, Deus de Abraão, de Isaque e de Israel, manifeste-se hoje que tu és Deus em Israel” (v.36). Elias desejava que Deus fosse honrado, reverenciado por sua nação. “…e que eu sou teu servo, e que conforme a tua palavra fiz todas estas coisas” (v. 36b). Ele não evocou mérito para si, mas atribuiu a Deus todas as suas ações, sem outro interesse senão glorificar o Senhor (Rm 11.36). “Respondem, Senhor, responde-me, para que este povo conheça que tu, Senhor, és Deus…” (v. 37). O mesmo havia pedido os profetas de Baal: respondemos. Responder (hb. anah) é falar, replicar, testificar, responder como testemunha. Só Deus pode fazêlo, os deuses dos homens não podem responder seus súbitos (SI 115.1-11; Is 44.9-20). Ε Jeová mandou fogo!

C) A ORAÇÃO POR CHUVA (1 RS 18.41-45).
A oração por fogo foi por uma causa exclusivamente espiritual: exaltar ao Deus verdadeiro! A oração por chuva foi reivindicando uma promessa (1 Rs 18.1): findar a seca que assolava a nação de Israel. A presença de um crente fiel pode transformar um lugar, uma família, uma cidade ou uma nação (Ez 22.30; Tg 5.16-18).

CONCLUSÃO

“O que vendo todo o povo, caíram sobre os seus rostos, e disseram: Só o Senhor é Deus! Só o Senhor é Deus!” (1 Rs 18.39). “

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ASSEMBLEIA DE DEUS EM SANTA TEREZINHA – PE, ESTÁ REALIZANDO MAIS UM SIMPÓSIO DE DOUTRINAS BÍBLICAS EM 2026

   

     Hoje, o Simpósio de Doutrinas Bíblicas, realizado todos os anos pela IEAD Recife no período de carnaval, com filial em Santa Terezinha PE, realizou mais uma lição bíblica com o tema: “A VIDA DO PROFETA ELIAS”.

     Hoje com a lição 2:”Vivendo Pela Providência”

    Estiveram nos visitando, a convite, o pastor de Imaculada Pb. Gilvanilson Amâncio dos Santos (preletor), a esposa, irmã Verônica e suas filhas .
Versículo chave: I Reis 17.14 “Porque assim diz o Senhor, Deus de Israel: A farinha da panela não se acabará, e o azeite da botija não faltará, até ao dia em que o Senhor dê chuva sobre a Terra”.

Pastor presidente Ailton José Alves
Pastor local: Antônio Marcos.

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Vida do Profeta Elias – Vivendo pela Providência | Simpósio de Doutrinas Bíblicas 2026

“REFLEXÃO

O cristão, como o profeta Elias, vive e caminha sob o cuidado constante da providência de Deus.”

HINOS SUGERIDOS: 04, 61 E 200 (HC)

TEXTO BASE: 1 RS 17.8-15

OBJETIVOS:

Entender que a vida cristã é sustentada pela providência divina.

> Aprender lições sobre Querite, Sarepta e a viúva empobrecida.

INTRODUÇÃO

   Estamos estudando a vida de um homem que tinha limitações semelhantes às nossas: era frágil como nós e falhava como nós também falha-mos. Contudo, Elias se levantou com ousadia para combater a idolatria e conduzir sua nação de volta à adoração do verdadeiro Deus. E quais foram seus recursos? Os mesmos que hoje estão ao nosso alcance. Por isso sua trajetória é tão fascinante! A fé o levou a trilhar a vereda da dependência da providência divina e da submissão aos desígnios do Eterno. As vitórias no monte Carmelo, as revelações no Horebe e os milagres que marcaram seu ministério foram precedidos por momentos de aprendizado no ribeiro de Querite e em Sarepta. São essas mesmas experiên de dependência e cias espirituais submissão que o Senhor deseja ensinar a cada um de nós em nossa caminhada cristä.

1. LIÇÕES DE QUERITE.

O periodo no ribeiro de Querite não foi uma escolha de Elias, e sim uma orientação de Jeová: “Saia daqui, vá para o leste e esconda-se junto ao ribeiro de Querite, nas imediações do Jordão” (1 Rs 17.3-NAA). Antes de sair de sua terra em direção a Samaria, para cumprir o seu chamado, é natural que ele se perguntasse: como seria recebido? Qual seria o resultado de sua obediência? Se Elias houvesse obtido essas respostas de Deus antes de deixar sua terra nas montanhas, provavelmente nunca teria partido. É que, muitas vezes, o Pai celestial nos mostra apenas um passo de cada vez os próximos devemos dar pela fé.

A) QUERITE REPRESENTA MOMENTOS DE HUMILHAÇÃO DIANTE DE DEUS. Elias havia recebido uma mensagem e foi respal-dado pelos céus em sua sentença: “nem orvalho nem chuva haverá nestes anos, segundo a minha palavra” (1 Rs 17.1c).

Então Deus o tira de cena, e mostra ao profeta que Ele não depende de ninguém para executar os Seus propósitos. A ordem do Senhor foi: “esconda-se”. Todo aquele que é chamado a estar em destaque entre os homens precisa primeiro aprender a se curvar em humildade perante Deus, a se contentar e deleitar com o anonimato. O ribeiro de Querite representa momentos de aprendizado, treinamento e preparação diante do Senhor,

B) QUERITE NOS ENSINA A CONFIAR IN-TEGRALMENTE NO SENHOR. O ribeiro foi para Elias um lugar de improbabilidades: permanecer escondido dos soldados de Jezabel dentro dos limites de Israel, be ber de um corrego que estava secando, ter o alimento servido por corvos (aves que se alimentam de carniça, encontran do alimento adequado para um homem), crendo que eles cumpririam a ordem de Deus. A Elias não restou outra opção se não confiar, pois aquele era o único lugar para onde os corvos levariam as provisões: “eu tenho ordenado aos corvos que ali (no ribeiro) te sustentem” (1 Rs 17.4)

C) QUERITE NOS ENSINA A ESPERAR. Elias esperou confiadamente em Deus, todas as manhãs e todo anoitecer (1 Rs 17.6). Às vezes, Deus nos permite estar junto a ribeiros que estão secando: o ribeiro da saúde, o ribeiro das finanças, o ribeiro da harmonia familiar, o ribeiro da paz interior Mas por que Deus permite que os ribeiros sequem? Para que aprendamos a esperar e confiar totalmente em Sua providencia e não em nossa própria capacidade (SI 27.14; 33:18;37.7). Se esperarmos com confiança, viveremos milagres.

2. LIÇÕES DE SAREPTA.
A tradução do nome Sarepta é muito significativa. Do hebraico tsarephath, significa crisol, forno de fundição, o lu-gar onde os metais são purificados pelo fogo. Mais que uma prova de fé, o Se-nhor desejava levar o profeta Elias a um estágio mais avançado de refinamento da sua vida espiritual e do seu ministério (Pv 17.3).

A) ELIAS ESPEROU A REVELAÇÃO DOS PLANOS DE DEUS.

No ribeiro de Querite Elias viu as águas minguando até secar (1 Rs 17.7), mas não se moveu até o Senhor The revelar Sua vontade, não improvisou nenhum projeto ou partiu por conta pró-pria para outro lugar. Ele sempre espera-va a direção de Deus (1 Rs 17.3; 17.9; 18.1). Reconhecidamente, Elias se movia pelos caminhos traçados pelo Espírito do Senhor (1 Rs 18.12). Que Deus nos con-ceda a graça de aprender a esperar até que Ele mesmo revele os Seus planos a nosso respeito, para que nossa vida se torne a expressão do Seu pensamento e a concretização visível do Seu ideal (Is 58.11, Tg 4.13-15).

B) ELIAS EXPERIMENTOU DEPENDER DE OUTROS (1 RS 17.9). Em Querite estava apenas ele e Deus, mas ao ser enviado a Sarepta, ele foi colocado sob os cuida-dos de uma mulher viúva, pobre, estran-geira (ironicamente da terra de Jezabel) e desesperançada (1 Rs 17.12). É a lição da dependência, pois Elias continuaria a depender do favor divino, mas ago-ra por intermédio de uma pobre viúva. Deus tem seus instrumentos de refina-mento, que podem ser situações, luga-res ou pessoas (Dt 8.2.3).

C) NO CENTRO DA VONTADE DE DEUS HÁ FÉ E CORAGEM. Eram muitas as circunstâncias adversas que poderiam desanimar o profeta: uma caminhada de cerca de 150 km de Querite até Sarepta sob a perseguição de Acabe (1 Rs 18.10); um abrigo numa nação estrangeira e pagā (1 Rs 17.9); ser sustentado por uma mulher gentia em estado de extrema pobreza. As circunstâncias, de fato, eram desanima-doras, mas Elias sabia que estava no lu-gar aonde Deus o havia enviado. Quando obedecemos à direção do Senhor, mes mo que sejamos provados no “forno de fundição”, Ele mesmo provê tudo de que necessitamos (Sl) 34.9). Deus havia prometido que Elias seria sustentado por intermédio daquela viúva, e, diante do quadro à sua frente, ele não desacreditou na provisão do Senhor. Com uma fé heroica, ele disse à viúva:”Não tenha medo” (1Rs.17.13 Sua fé era contagiante!

3. LIÇÕES DE UMA VIÚVA POBRE.

A generosidade da viúva de Sarepta e sua obediência ao homem de Deus produz maravilhosos ensinamentos sobre fé para a vida cristã. Não devemos esquecer o exemplo daquela mulher, que foi lembra-da pelo próprio Jesus (Lc 4.25,26).

A) EM SAREPTA APRENDEMOS A PRIORIZAR AS COISAS DE DEUS (1 RS 17.10-15). A viúva priorizou o homem de Deus em detrimento de suas próprias necessidades. Deus às vezes nos leva a situações nas quais temos que abrir mão de nossas prioridades, preferências e anseios para um propósito especifico (Mt 6.33). Lembremos de outra viúva que nos deixou uma lição e foi reverencia-da pelo Senhor Jesus (Mc12.42,43).

B) EM SAREPTA APRENDEMOS A RECONHE-CER NOSSA INCAPACIDADE (1 RS 17.12).
Diante de Elias e do pedido que ele fez, a viúva abriu a sua alma para confessar o pouco que possuía e também o que não possuía. O que ela tinha? Aqua, um pouco de azeite e um pouco de farinha. Mas ela não tinha o que lhe foi pedido: um boca-do de pão. É assim que Deus nos molda no “forno de fundicão”, nos fazendo re-conhecer e confessar nossas debilidades.

C) EM SAREPTA APRENDEMOS A CONVIVER COM OS MILAGRES DE DEUS. A casa da víúva foi visitada por Deus, primeiro pela presença de Elias, seu representante, e depois por manifestações milagrosas da parte do Senhor. Esse é o resultado da fé e da obediência irrestrita à voz do Senhor.


CONCLUSÃO

Concluímos esse estudo com a poderosa Palavra de Deus ministrada sobre nossas vidas: “Elias lhe disse: Não temas; vai e faze o que disseste; mas primeiro faze dele para mim um bolo pequeno e trazemo aqui fora; depois, farás para ti mesma e para teu filho. Porque assim diz o Senhor, Deus de Israel: A farinha da tua panela não se acabará, e o azeite da tua botija não faltará, até ao dia em que o Senhor fizer chover sobre a terra. Foi ela e fez segundo a palavra de Elias; assim, comeram ele, ela e a sua casa muitos dias. Da panela a farinha não se acabou, e da botija o azeite não faltou, segundo a palavra do Senhor, por intermédio de Elias” (1 Rs 17.13-16).

   “A  vida cristã é sustentada pela providência divina é um pilar fundamental da fé, indicando que Deus não apenas criou o mundo, mas continua a intervir ativamente, governando e suprindo as necessidades de Sua criação e de Seus filhos. A providência abrange tanto o cuidado físico quanto o espiritual, garantindo que tudo concorra para o bem daqueles que O amam.
Aqui estão os pontos principais sobre como a providência divina sustenta a vida cristã:
Sustento e Cuidado Ativo: A providência divina não é um conceito passivo. Deus age no dia a dia, fornecendo o necessário para a vida (alimento, vestuário, trabalho) e fortalecendo o crente em meio às provações.
Soberania sobre Todas as Coisas: Acredita-se que Deus governa cada detalhe e circunstância. Isso inclui o controle sobre o universo, a história e as ações humanas, garantindo que Seus propósitos soberanos se cumpram.
A Salvação como Principal Providência: A maior expressão da providência foi o envio de Jesus Cristo para a salvação da humanidade. O sustento espiritual, como a graça e o Espírito Santo, é considerado a base para a vida de fé.
Confiança e Esperança: A fé na providência leva o cristão a um “confiante abandono”, reduzindo a ansiedade e depositando as preocupações em Deus. Isso envolve buscar primeiro o Reino de Deus, confiando que Ele suprirá as demais necessidades.
Propósito nas Adversidades: A providência divina sugere que, mesmo em tempos difíceis, Deus está trabalhando para um fim bom, transformando intenções más em propósitos positivos, como exemplificado na história de José no Antigo Testamento.
   Em suma, viver sob a providência divina é caminhar com a certeza de que Deus é um Pai cuidadoso que, através de Sua sabedoria e poder, sustenta a vida do cristão no tempo presente e guia em direção à salvação eterna.

“Você está se referindo às histórias bíblicas de:

1. Querite (1 Reis 17:1-7): O profeta Elias é alimentado por corvos no deserto de Querite, demonstrando a providência de Deus.
2. Sarepta (1 Reis 17:8-24): Elias é acolhido por uma viúva pobre em Sarepta, que compartilha o pouco que tem com ele, e Deus multiplica a farinha e o azeite dela.
3. A viúva empobrecida (Marcos 12:41-44, Lucas 21:1-4): Uma viúva pobre oferece dois centavos no templo, e Jesus a elogia por sua generosidade e fé.

Lições que podemos aprender:

– A providência de Deus é real e pode se manifestar de maneiras inesperadas.?
A generosidade e a fé podem levar a bênçãos e multiplicação.?
– O valor de uma oferta não é medido pelo seu tamanho, mas pela intenção e sacrifício.?

O que você acha dessas histórias?”

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Simpósio de Doutrinas Bíblicas 2026

   Os simpósios da Assembleia de Deus, particularmente o tradicional Simpósio de Doutrinas Bíblicas (muito forte na IEADPE, por exemplo) e simpósios de missões, têm como objetivos principais o aprofundamento teológico, a preservação da identidade pentecostal e a capacitação dos membros para a vida cristã e o serviço missionário.
Os principais objetivos incluem:
  • Ensino e Estudo da Palavra: Analisar temas bíblicos específicos, biografias de profetas (como Daniel ou Elias) e doutrinas fundamentais, aplicando-os à vida cotidiana e à caminhada espiritual.
  • Preservação da Identidade Pentecostal: Fortalecer o ensino doutrinário assembleiano, garantindo que a igreja mantenha suas raízes e princípios teológicos perante os desafios contemporâneos.
  • Capacitação e Formação de Obreiros: Treinar líderes, pastores, evangelistas e obreiros para o exercício de suas funções, visando a excelência no trabalho da obra de Deus.
  • Fortalecimento da Obra Missionária: Conscientizar, mobilizar e preparar a igreja para o evangelismo local e internacional, com o objetivo de “ganhar almas”.
  • Renovo Espiritual: Proporcionar um tempo separado para oração, louvor e reflexão, visando o amadurecimento na fé e a vivência de experiências espirituais.
  • Fomento à Unidade e Comunhão: Reunir membros de diversas congregações e áreas para um aprendizado conjunto, fortalecendo a unidade da denominação.
Esses eventos costumam abordar temas como os “Propósitos da Vida Cristã”, a “Importância de ser a Voz de Deus” e a aplicação prática da fé.
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AMOR ÁGAPE

   Este capitulo 13 da Primeira Carta de Paulo aos Corintios é considerado o “capitulo do amor. Agape é a palavra grega empregada pelo apóstolo Paulo para descrever o verdadeiro amor, O amor agape é o verdadeiro amor de Deus. Existe o amor fraternal, maternal, paternal, conjugal e o amor divino. O amor fraternal falha: o amor paternal falha: o amor maternal falha: o amor coniugal falha: e todas as demais formas de amor falham, Porém, o único amor que não falha é o agape, o amor genuino e verdadeiro. O amor é um sentimento inexplicavel que você sente por um ser divino ou humano.

CARACTERÍSTICAS DO AMOR ÁGAPE

Passivo (1Co 13.4). Em 5169.7, o salmista disse: “Pois tenho suportado afrontas

1. O armor agape é paciente por amor de ti, e o meu rosto se cobre de vergonha.
ativo (1Co 13.4). Em Sl 44.26 o salmista disse: “Levanta-te para socorrer-nos

2. O amor agape é bondoso resgata-nos por amor da tua bondade.”

3. O amor ágape não arde em ciúmes – não é extremista (1Co 13.4). Em Ct 8.6. Salomão revela a força do amor e o ardor do ciúme, dizendo: “Ponha-me como selo sobre o seu coração, como selo sobre o seu braço, porque o amor é tão forte como a morte, e o ciúme é tão duro como a sepultura. As suas chamas são chamas de fogo, são labaredas enormes.”

4. O amor ágape não se envaidece – não é vaidoso (1Co 13.4). Em Rm 12.10, Paulo escreve, dizendo: “Amem uns abs outros com amor fraternal. Quanto à honra, deem sempre preferência aos outros

5. O amor ágape não é orgulhoso não é soberbo (1Co 13.4). Em 1Co 8.1, Paulo afirma: “O conhecimento leva ao orgulho, mas o amor edifica.”

6.O amor ágape não se conduz de forma inconveniente não é impróprio(1Co 13.5). Em Rm 13.10, Paulo afirma: “O amor não pratica o mal contra o próximo. Portanto, o cumprimento da lei é o amor

7. O amor ágape não busca os seus interesses prefere dar do que receber (1Co 13.5). Em Rm 13.8, Paulo escreve, dizendo: “Não fiquem devendo nada a ninguém, exceto o amor de uns para com os outros. Pois quem ama o próximo cumpre a lei.

8.O amor agape não se imita não se exaspera (1Co 13.5). Em 1Co 16.14, Paulo escreve, dizendo. “Façam todas as coisas com amor.

9. O amor ágape não se ressente do mal não se agrava, não guarda rancor (1Co 13.5). Em 1Pe 4.8, Pedro escreve, dizendo: “Acima de tudo, porém, tenham muito amor uns para com os outros, porque o amor cobre a multidão de pecados.

10.O amor agape não se alegra com a injustiça não se mostra indiferente(1Co: 13.6). Em Fp 1.9-11. Paulo escreve, dizendo: “E também faço esta oração: que o amor de vocês aumente mais e mais em Só conhecimento e toda a percepção, para que vocês aprovem as coisas excelentes e sejam sinceros e inculpáveis para o Dia de Cristo, cheios do fruto de justiça que vem por meio de Jesus Cristo, para glória
e louvor de Deus.

11. O amor agape se alegra com a verdade é sincero (1Co 13.6). Em Ef 4.15, Paulo escreve, dizendo: “Mas seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é a cabeça, Cristo”

12. O amor ágape tudo sofre-é tolerante (1Co 13.7). Em Sl 44.22, o salmista disse: “Mas, por amor de ti, somos entregues à morte continuamente, somos considerados como ovelhas para o matadouro

13.O amor ágape tudo cré sempre confia na pessoa (1Co 13.7). Em 1Jo 4.16, João escreve, dizendo: “E nó conhecemos o amor e cremos neste amor que Deus tem por nós.”

14.O amor agape tudo espera não é desesperado (1Co 13.7). Em 1Ts 5.8, Paulo escreve, dizendo: “Nós porém, que somos do dia, sejamos sóbrios, revestindo-nos da couraça da fé e do amor e tomando como capacete a esperança da salvação.”

15. O amor ágape tudo suporta é longanimo (1Co 13.7). Em Sl 69.7, o salmista disse: “Pois tenho suportado afrontas por amor de ti, e o meu rosto se cobre de vergonha

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Turbine sua Felicidade

  Viver uma vida de vegetação significa levar uma existência passiva,inerte e sem grandes atividades mentais ou sociais. É uma expressão figurada que se refere a uma vida monótona, sem propósito ou estímulo, como se a pessoa estivesse apenas existindo, e não vivendo de fato. As principais características de uma “vida de vegetação” incluem:
Inércia e falta de iniciativa: A pessoa não busca novas experiências, não se esforça para mudar ou melhorar e aceita a rotina sem questionar. Ausência de atividades sociais:Há um isolamento e pouca interação com outras pessoas, resultando na falta de conexões significativas. Falta de estimulação intelectual: A mente permanece inativa, sem desafios ou atividades que a estimulem, levando a uma existência sem brilho. Desinteresse pela vida: Não há paixão, entusiasmo ou grandes objetivos. A vida é vista como algo que simplesmente acontece, sem a participação ativa da pessoa.

   Viver uma vida social regularizada de prazeres de alegria significa buscar ativamente e de forma equilibrada o bem-estar e a felicidade por meio das interações sociais. É encontrar satisfação e contentamento em sua vida social, que inclui relações com amigos, família e a comunidade em geral. 

Essa ideia se baseia em alguns pilares essenciais:

  Interações sociais saudáveis: Ter relações fortes e saudáveis com outras pessoas ajuda a reduzir o estresse, evita o isolamento e promove uma melhor saúde mental. A participação ativa na vida social estimula o bem-estar emocional e físico.

  Busca equilibrada do prazer: Em vez de uma busca obsessiva por felicidade e prazer a qualquer custo, o que pode levar à infelicidade a longo prazo, essa abordagem se refere à capacidade de encontrar satisfação nos prazeres diários e nas interações positivas.

  Conexão e pertencimento: Ter uma vida social regularizada promove a sensação de pertencimento e pode impulsionar a autoestima. Estar em um ambiente onde você se sente aceito e apreciado contribui para o seu bem-estar geral.

  Diversidade de relações: Não se trata apenas de um grupo seleto de amigos, mas de cultivar uma variedade de relações sociais que enriqueçam a vida e proporcionem diferentes tipos de prazer e aprendizado.

Aproveitar o presente: Significa valorizar os momentos e experiências, reconhecendo o prazer e a alegria que as relações sociais proporcionam no dia a dia. 

 Em suma, não se trata de uma felicidade superficial, mas de uma satisfação mais profunda (semelhante à ideia grega de eudaimonia), que vem de uma vida social rica, cheia de relações significativas e alegrias genuínas, cultivadas de forma consciente e equilibrada.

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Sertão vai virar mar: a transposição do Rio São Francisco

 Transferência hídrica saiu do papel após primeiro governo Lula, período em que foram elaborados projetos e estudos ambientais destinados ao licenciamento da obra pelo IBAMA. Há quatro anos, em 9 de fevereiro de 2022, ocorria a inauguração do trecho final do Eixo Norte da Transposição do Rio São Francisco, um dos maiores projetos de infraestrutura hídrica da história do Brasil. Idealizado há quase dois séculos para enfrentar a histórica escassez de água no semiárido nordestino, o projeto somente começou a sair do papel em 2007, durante o segundo mandato de Lula.

Os desafios do semiárido

A Transposição do Rio São Francisco é uma das maiores obras de segurança hídrica da história moderna. A obra prevê o desvio de 1,4% da vazão do Rio São Francisco em direção às bacias hidrográficas do Nordeste Setentrional. São 700 quilômetros de canais divididos em dois grandes eixos, abastecendo reservatórios, aquedutos e perenizando o fluxo de água dos antigos rios intermitentes da região. A previsão é de que, após a conclusão de todos os canais secundários, a transposição garanta o abastecimento de água para 12 milhões de pessoas em 390 municípios dos estados de Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte e Paraíba. A Região Nordeste concentra 18% do território brasileiro e 30% da população do país, mas possui apenas 3% dos recursos hídricos nacionais. Desse percentual, quase dois terços estão concentrados no Rio São Francisco. Há poucos rios perenes na região, onde predomina o clima semiárido, com altas temperaturas e baixa precipitação pluviométrica.

O flagelo da seca e os primeiros projetos

As secas são um fenômeno natural característico da região. Os registros históricos de estiagens no Nordeste remontam aos primórdios da colonização portuguesa. Ao longo dos séculos, as secas ceifaram milhões de vidas e dificultaram o desenvolvimento regional. Os primeiros projetos visando transpor as águas do Rio São Francisco para atenuar o flagelo da seca no semiárido nordestino remontam a meados do século 19. Entre 1844 e 1845, durante o reinado de Dom Pedro II, o Nordeste foi atingindo por uma grave estiagem, motivando o intendente Marcos Antônio de Macedo a idealizar um canal ligando o Rio São Francisco ao Rio Jaguaribe. O projeto foi abandonado por falta de recursos, mas foi retomado trinta anos depois, durante a grande seca de 1877-1879. A seca causou um dos maiores deslocamentos de refugiados na história do Brasil e resultou na morte de mais de 500 mil pessoas. Somente na província do Ceará, 10% da população morreu de inanição. Pedro II ordenou estudos de viabilidade para construção do projeto, mas desistiu da obra após análise negativa do engenheiro Guilherme Schüch, o Barão de Capanema, que assegurou ser impossível fazer com que as águas transpusessem a Chapada do Araripe. Abandonado o projeto, Pedro II financiou a construção de barragens e açudes na região.

Novos projetos de transposição das águas do São Francisco seriam elaborados ao longo do século 20. Após uma sequência de longas estiagens nas décadas de trinta e quarenta, Getúlio Vargas retomou as discussões sobre a transposição em 1943, mas abandonou o projeto em função dos custos elevados. Nos anos 80, um novo projeto seria elaborado por Mario Andreazza, ministro do Interior da ditadura militar, que encomendou estudos ao Departamento Nacional de Obras e Saneamento (DNOS) como uma resposta à Grande Seca de 1979-1984. Considerada a mais severa seca do século 20, a estiagem causou a morte de centenas de milhares de nordestinos, a grande maioria crianças. O projeto, entretanto, foi abandonado.

A transposição

Com a redemocratização, o presidente Itamar Franco retomou os estudos sobre aproveitamento do potencial hídrico das bacias das regiões semiáridas. Seu sucessor, Fernando Henrique Cardoso, chegou a assinar o documento “Compromisso pela Vida do São Francisco”, onde se comprometia a construir canais de transposição, mas não deu início às obras. A Transposição do Rio São Francisco somente começou a sair do papel após a eleição de Lula, que solicitou em seu primeiro mandato a confecção de um novo projeto e estudos ambientais para fins de licenciamento da obra pelo IBAMA. Ciro Gomes, então Ministro da Integração Nacional, foi incumbido de coordenar os estágios iniciais da transposição.

Sertão vai virar mar: a transposição do Rio São Francisco

Transferência hídrica somente saiu do papel após o primeiro mandato do presidente Lula, período em que foram elaborados um novo projeto e estudos ambientais destinados ao licenciamento da obra pelo IBAMA Em 2007, o projeto obteve o aval do Conselho Nacional de Recursos Hídricos, presidido pela então Ministra do Meio Ambiente Marina Silva. Teve início então a construção do projeto, orçado em 8,2 bilhões de reais. As obras da transposição sofreram sucessivos atrasos em função de uma série de contratempos. O projeto enfrentou a oposição do Banco Mundial, que alegou preocupação com o impacto ambiental para negar o financiamento da obra. Ambientalistas e ONGs como Greenpeace e WWF também criticaram duramente o projeto, alegando a existência de alto risco de deterioração dos biomas ao longo do Rio São Francisco. Registrou-se igualmente forte ativismo dos procuradores, que abriram dezenas de ações contra a obra – muitas das quais ainda em julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF). Por fim, os cortes orçamentários e a crise fiscal de 2014 levaram à diminuição do ritmo da construção. Dilma Rousseff inaugurou o primeiro trecho da transposição em agosto de 2015. Após o golpe parlamentar de 2016, entretanto, os recursos para a conclusão da obra sofreram cortes ainda mais aprofundados. O trecho norte somente seria concluído em fevereiro de 2022.

operamundi.uol.com.br

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R$ 810,50 liberados: dinheiro extra para brasileiros PCD que trabalham

Uma excelente notícia para brasileiros de baixa renda com deficiência: o Governo Federal acabou de confirmar a liberação de um valor extra! Quem conseguir um emprego com carteira assinada poderá receber um saque de R$ 810,50. Esse é o novo valor do Auxílio-Inclusão, um presente para quem busca independência financeira.

abe aquele medo de perder o benefício ao conseguir um emprego? O Auxílio-Inclusão acabou com isso! Agora, o Governo garante meio salário mínimo para pessoas com deficiência que recebiam o BPC e agora estão no mercado formal. O valor de R$ 810,50 é pensado para dar mais segurança e tranquilidade.

Como Receber o Dinheiro Extra?

Ser pessoa com deficiência (moderada ou grave).
Receber o Benefício de Prestação Continuada (BPC).
Conseguir um emprego com carteira assinada.
Ter uma renda de até dois salários mínimos.
A grande novidade é que o INSS fará a concessão automática assim que identificar que você começou a trabalhar. Mais praticidade para você!

Se você já teve o BPC suspenso por ter começado a trabalhar nos últimos 5 anos, também pode ter direito. Mantenha seu Cadastro Único (CadÚnico) atualizado e o CPF em dia. O Governo está facilitando o acesso a esse valor para você!

Essa é uma chance de ouro para garantir uma renda extra e ter mais estabilidade. Não perca essa oportunidade!

fdr.com.br

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Nova Carteira de Identidade Nacional (CIN) alcança 45 milhões de pessoas e amplia o acesso ao número de identificação único no Brasil

  O novo documento substitui o antigo RG e conta com número único válido para todo o Brasil, além de QRCode de segurança e outras inovações que aumentam a precisão na identificação e diminuem as chances de fraude. 

As emissões da Carteira de Identidade Nacional (CIN) chegaram à marca de 45 milhões em todo o país nesta quarta-feira (4/2). O novo documento, que substitui o antigo RG, conta com número único válido para todo o Brasil, QRCode de segurança e outras inovações que aumentam a precisão na identificação dos cidadãos e diminuem sensivelmente as chances de fraude. Aliada ao GOV.BR, a CIN possibilita um melhor acesso da população aos serviços públicos federais.

“Desde a nossa chegada ao governo, estamos trabalhando em conjunto com os estados para ampliar a expedição da nova carteira”, disse o secretário de Governo Digital do Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI), Rogério Mascarenhas. Segundo ele, essa marca só foi possível devido ao trabalho em conjunto com os institutos de identificação estaduais, que são os responsáveis diretos pela emissão. “Em três anos,conseguimos elevar o número de CINs de menos de 100 mil para 45 milhões”, comemorou.

Letícia Aderaldo, 27, é uma dessas 45 milhões de pessoas. A analista de laboratório tirou a CIN no início de 2025 após seu antigo RG ser roubado. “Quando eu ainda morava em João Pessoa, entraram no apartamento e levaram minha mochila, com a carteira e a identidade dentro”, explica ela. “Depois disso fiquei usando uma bem antiga, a CNH e, caso precisasse, usaria o boletim de ocorrência”, complementa.

Mas quando se mudou para o Distrito Federal, Letícia percebeu que seria melhor tirar uma nova identidade para se inscrever em concursos públicos e em vagas de emprego na iniciativa privada. Deu certo e hoje ela está empregada em uma empresa de biotecnologia. Segundo a analista, o atendimento e a entrega do documento foram bem fáceis e rápidos, mas ela se esqueceu de aproveitar a oportunidade para incluir outros documentos e informações na CIN.

É que a nova carteira permite a inclusão de informações como tipo sanguíneo e opção por doação de órgãos para o caso de emergências, por exemplo. Além disso, as pessoas podem colocar na CIN informações de outros documentos como CNH, título de eleitor, dispensa militar, carteira de trabalho e cartão SUS. No entanto, mesmo sem fazer uso de todas as vantagens do documento, Letícia gostou das novidades, da segurança reforçada pelo QR Code e da facilidade de encontrar as informações necessárias no novo design. A experiencia de ter seu RG antigo furtado também fez ela redobrar o cuidado. “Agora ando com a identidade de papel por garantia, mas também tenho a digital salva no celular por segurança” conta a analista de laboratório.

Vantagens da nova identidade

Uma das vantagens da CIN é a simplificação do acesso das pessoas aos serviços públicos e benefícios sociais. Isso será possível a partir do uso dos dados da CIN como base de identificação das pessoas nas políticas públicas.  Desse modo, a carteira ajuda as pessoas na garantia dos seus direitos e facilita o acesso a benefícios sociais, por exemplo.

Outro ponto positivo da CIN é a sua versão digital disponível no aplicativo GOV.BR. A partir do recebimento do documento impresso, as pessoas já podem acessar o aplicativo para baixar a CIN em formato digital. Isso pode simplificar o uso em viagens ou em outras ocasiões em que for necessário se identificar.

A CIN também amplia a segurança da conta GOV.BR, pois a nova carteira facilita o acesso a uma conta Ouro na plataforma do governo federal. Atualmente, o GOV.BR possui mais de 173 milhões de usuários e possibilita o acesso a mais de 4.600 serviços digitais federais e outros mais de oito mil de estados e municípios.

Onde emitir

Para tirar o documento, é só acessar gov.br/identidade e agendar a expedição em seu estado. A primeira via da CIN é gratuita para todas as pessoas

gov.br

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Cármen Lúcia apresenta regras para atuação de juízes nas eleições

   A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Cármen Lúcia, apresentou nesta terça-feira (10) aos presidentes dos tribunais regionais eleitorais (TREs) dez recomendações que deverão ser seguidas pelos juízes eleitorais durante as eleições de outubro.

As orientações foram apresentadas em reunião realizada na tarde de hoje.

As regras deverão servir de parâmetro ético para disciplinar o comportamento dos magistrados da Justiça Eleitoral durante o pleito. Na semana passada, as orientações foram anunciadas pela ministra durante a sessão de abertura dos trabalhos de 2026. 

Entre as principais regras, os juízes eleitorais devem divulgar a agenda de audiências com partes e advogados.

Os magistrados não podem fazer manifestações sobre os processos que tramitam na Justiça Eleitoral e também estão proibidos de participar de eventos com candidatos ou seus aliados.

Eles também não podem publicar suas escolhas políticas nas redes sociais.

>> Confira as regras: 

  • Audiências: Garantir a publicidade das audiências com partes e advogados, candidatas ou candidatos e partidos políticos, divulgando previamente as agendas (que sejam realizadas dentro ou fora do ambiente institucional);
  • Manifestações: Manter postura comedida em intervenções e manifestações públicas ou privadas, inclusive em agendas profissionais ou pessoais, sobre temas relacionados ao processo eleitoral, estejam ou não submetidos à sua jurisdição;
  • Eventos: Evitar comparecer a eventos públicos ou privados que promovam confraternização com candidatas ou candidatos, seus representantes ou pessoas direta ou indiretamente interessadas na campanha, em razão do potencial conflito de interesses;
  • Redes sociais: Abster-se de manifestações, em qualquer meio, inclusive mídias digitais e redes sociais, sobre escolhas políticas pessoais, para não gerar dúvidas quanto à imparcialidade das decisões judiciais;
  • Presentes: Não receber ofertas, presentes ou favores que possam colocar em dúvida a imparcialidade no exercício da jurisdição;
  • Escritórios de advocacia: Ficar afastado de atos ou processos nos quais escritórios de advocacia dos quais façam parte estejam representando interesses;
  • Atividades privadas: Não assumir compromissos com atividades não judiciais que prejudiquem o cumprimento dos deveres funcionais;
  • Sinalizações: Evitar quaisquer sinalizações favoráveis ou contrárias a candidatas ou candidatos, partidos políticos ou ideologias, sob pena de suscitar ilações de favorecimento ou perseguição em julgamentos;
  • Divulgação: Assegurar que apenas a autoridade competente torne públicos atos judiciais e administrativos, evitando equívocos de interpretação ou divulgações precipitadas ou inadequadas sobre o processo eleitoral;
  • Transparência: Reafirmar a transparência como princípio republicano essencial, garantindo ampla publicidade dos atos da Justiça Eleitoral, de forma a assegurar ao eleitor o direito à informação segura e baseada em fatos.

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Começa vacinação de 1,2 milhão de profissionais de saúde contra dengue

   Começou nesta semana a vacinação contra a dengue para profissionais de saúde da atenção primária, com a previsão de imunizar 1,2 milhão de trabalhadores da linha de frente do Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo o Ministério da Saúde, as primeiras 650 mil doses já foram enviadas aos estados e o restante está previsto para as próximas dias. 

A estratégia utiliza a vacina brasileira contra a dengue, desenvolvida pelo Instituto Butantan, de dose única, tetraviral e 100% nacional. Para a pasta, esse imunizante representa avanço importante para a autonomia do país. 

“O início da vacinação pelos profissionais da atenção primária é um passo estratégico para proteger quem atua próximo à população – médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e agentes comunitários de saúde das unidades básicas de Saúde”, diz o ministério.

Segundo o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a vacinação está começando por toda a equipe multiprofissional cadastrada no SUS.

“São aquelas pessoas que batem na porta, visitam a casa das pessoas, observam se tem criadouro do mosquito da dengue, fazem o acompanhamento, a mobilização. Também são aqueles profissionais que estão na primeira porta de entrada quando há casos de dengue”, destacou.

A ampliação para outros públicos – pessoas de 15 a 59 anos, começando pelos mais velhos – está prevista para o segundo semestre deste ano, o que depende do aumento da capacidade produtiva do Instituto Butantan. Com investimento de R$ 368 milhões, o Ministério da Saúde fechou a compra de 3,9 milhões de doses.

A pasta adotou também estratégia de vacinação para avaliar o impacto do imunizante na dinâmica populacional da dengue. Para isso, está em curso, desde janeiro, a vacinação em três municípios-piloto: Botucatu (SP), Maranguape (CE) e Nova Lima (MG). Nessas localidades, o público-alvo será composto por adolescentes e adultos de 15 a 59 anos.  

“A vacinação da população em geral começa com o aumento da produção de doses, a partir de uma parceria estratégica entre o Brasil e a China, com a transferência da tecnologia nacional desenvolvida pelo Instituto Butantan para a empresa chinesa WuXi Vaccines. Com essa cooperação, a produção da vacina nacional poderá aumentar em até 30 vezes”, destaca o ministério

A vacina do Butantan apresentou 74,7% de eficácia contra a dengue sintomática em pessoas de 12 a 59 anos, além de 89% de proteção contra formas graves e com sinais de alarme. 

Público-alvo 

Profissionais de saúde assistenciais e de prevenção: 

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Caixa e MDS lançam microcrédito para integrantes no CadÚnico

  O ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) e a Caixa Econômica Federal lançaram hoje (9), na capital paulista, a oportunidade de microcrédito para famílias do Cadastro Único (CadÚnico), registro que permite ao governo saber quem são e como vivem as famílias de baixa renda no Brasil.

Ainda em fase piloto, o microcrédito vai funcionar de forma experimental por 90 dias, começando por São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte e depois se estenderá para o resto do país. O empréstimo integra o programa Acredita no    Primeiro Passo, que tem por objetivo combater a pobreza e a desigualdade por meio do trabalho, oferecendo crédito e qualificação para famílias de maior vulnerabilidade social.

Os primeiros contratos foram assinados na tarde desta segunda-feira pelo ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS), Wellington Dias, e o presidente da Caixa, Carlos Vieira.

“Não se trata só de um financiamento, é um crédito assistido. Tem o crédito, mas tem a assistência para o próprio negócio, como o negócio da beleza, da gastronomia, do pequeno comércio”, explicou o ministro, em entrevista à Agência Brasil. 

“Uma pessoa que quer um financiamento, mas o juro está alto, aqui ela terá uma condição de taxa adequada para o financiamento com a Caixa. Se ela quer [empreender], mas não tem um avalista ou não tem uma garantia, o presidente Lula criou um fundo garantidor”, acrescentou.

O foco do programa são mulheres, pessoas negras, jovens, pessoas com deficiência e de povos e comunidades tradicionais. O crédito varia entre R$ 500 e R$ 21 mil, com garantia do Fundo Garantidor de Operações (FGO). O prazo varia entre 4 e 12 meses. 

“Nós estamos expandindo esses créditos de forma que essas pessoas consigam desenvolver suas atividades laborais. Esse é o grande propósito”, ressaltou o presidente da Caixa.

Algumas das pessoas que serão beneficiadas com o crédito são os ambulantes da Associação Guerreiros, que congrega ambulantes, feirantes e trabalhadores informais de São Paulo. 

Segundo a presidente da associação, Margarida Ramos, esse crédito deve ajudar os ambulantes principalmente no momento de compra de mercadorias.

“As pessoas querem investir em mercadoria ou obter algum crédito para momentos de necessidade”, disse. 

“Eu ficava preocupada porque eu via vários programas do governo para todos os tipos de trabalhadores, mas para o trabalhador informal ele não chegava. Esse programa caiu assim na hora certa”, acrescentou.

Educação financeira

Ainda nesta segunda-feira, o ministro lançou, na capital paulista, o Bate-Bola Financeiro, um jogo online de educação financeira, elaborado junto com a bandeira Visa, e voltado para inscritos no CadÚnico.

Nesse jogo, os participantes vão responder perguntas de situações do dia a dia sobre controle de gastos, organização do orçamento familiar e planejamento financeiro. A cada resposta correta, o time avança em campo e faz gol. Em caso de erro, o jogador perde a posse de bola, mas pode tentar novamente. 

O objetivo do jogo, ressalta o ministério, é que todas as pessoas possam aprender a lidar com dinheiro.

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1. LIÇÃO CONFRONTANDO ACABE

1. LIÇÃO

CONFRONTANDO ACABE VERSÍCULO CHAVE: 1 JO 2.15

[ “NÃO AMEIS O MUNDO, NEM O QUE NO MUNDO HÁ. SE ALGUÉM AMA O MUNDO, O AMOR DO PAI NÃO ESTÁ NELE.” ]

REFLEXÃO

“O nosso amor ao Senhor inevitavelmente nos leva a confrontar o mundo.”

HINOS SUGERIDOS: 108, 212 E 225 (HC)

TEXTO BASE: 1 RS 17.1-7

OBJETIVOS:

>

Mostrar a realidade espiritual do mundo atual.

>

Compreender nossa missão como Elias de Deus nessa geração.

INTRODUÇÃO

A vida do profeta Elias é um paradigma divino para todos que decidiram viver neste mundo sob a direção do Espírito Santo, confrontando o mundo que está prostrado diante do pecado (2 Tm 3.12; 1 Jo 5.19). Elias surgiu no cenário num dos momentos mais tenebrosos da história de Israel. A nação havia se afastado do Senhor e andava em caminhos de idolatria, imoralidade e desobediência (1 Rs 16.29-33). Essa realidade espiritual se assemelha aos dias que vivemos. O mundo está trilhando rotas com-pletamente antagônicas à vontade de Deus, mas, tal qual Elias, devemos nos posicionar como Igreja e, indivi-dualmente, como cristãos, em defesa das verdades de Deus, como uma voz profética e ousada: “Vive o Senhor, em cuja presença estou”.

1. O REINADO DE ACABE (1 Rs 16.29).

Quase 6 décadas se passaram desde a morte de Salomão e a divisão da nação em reino do norte (Israel) e reino do Sul Dada), nos dias de seu filho Roboão. Nesse periodo, sete reis governaram Israel: Jeroboão (1 Rs 12.16-20), Nadabe (1 Rs 15.25, 26), Baasa (1 Rs 15.27-30.33), Elá (1 Rs 16.8-14), Zinri (1 Rs 16. 15-20), Onri (1Rs 16, 21-28) e Acabe (1 Rs 16.29-33) Esse último é considerado um dos piores reis de Israel e personifica a iniquidade, as ações malignas. Seu reinado é a represen-tação do mundo afastado de Deus. É um quadro semelhante ao mundo hodierno, onde a Igreja do Senhor peregrina, à es-pera do arrebatamento. Quais pecados de Acabe que se repetem em nossos dias?????????

A) ALIANÇAS PECAMINOSAS (1 RS 16.31). Acabe se casou com Jezabel, filha de Etbaal, rei dos sidônios, fazendo uma aliança não somente política, mas reli-giosa e extremamente nociva ao povo de Deus. Jezabel é símbolo de falsa dou-trina, imoralidade, corrupção espiritual e oposição ao verdadeiro culto ao Senhor (Ap 2.20). Essa aliança também nos lem-bra que não podemos viver em jugo de-sigual com os infiéis (2 Co 6.14).

   B) A IDOLATRIA (1 RS 16.32). O culto a Baal foi uma alternativa ou complemento oferecido pelo rei Acabe ao povo israelita para a prática da adoração. Era um tipo de culto repulsivo, com elementos como depravação sexual, prostituição e idola-tria. Que grande pecado! Não é diferente nos dias de hoje. A Igreja é combatida por doutrinas, ideologias e conceitos humanos que tentam perverter o verdadeiro culto a Deus (Rm 12.1.2) ?

   C) ABOMINAÇÕES CONTRA O SENHOR (1 RS 16.33). Abominações são coisas repugnantes, detestáveis e que aborrecem. A Bíblia diz que as obras de Acabe “irritavam ao Senhor de Israel”. Assim também, Deus está aborrecido com esse mundo dominado pelo sincretismo religioso, pelas drogas, pela prostituição, pela violência, pela banalização do sagrado e a valorização do profano (2 Tm 3.1-5). E, como disse o Senhor Jesus, muitos têm experimentado o es friamento do amor e enveredado pelo caminho da iniquidade (Mt 24.12). É nesse cenário caótico que Deus deseja levantar crentes com o espirito (sentimento, disposição, força) de Elias (Lc 1.17) para que o mundo possa testificar: “O espirito de Elias está sobre ele” (2. Rs 2.15)

2. DEUS LEVANΤΑ Ο PROFETA ELIAS.

  Alguém disse com muita propriedade que um ilustre profeta (Elias) foi levantado no reino de um dos mais perversos reis de Israel. São as ironias de Deus, os caminhos inescrutáveis, a soberania do Altissimo. Ompástolo Paulo nos diz que “Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes. E Deus escolheu as coisas humildes do mundo, e as desprezadas, e aquelas que não são, para reduzir a nada as que são” (1 Co 1.27.28).  

A) UM HOMEM COMUM: UM CHAMADO EXTRAORDINÁRIO. Elias surge de repente no cenário de Israël, sem genealogia o formação profética prévia. Era um homem comum, vindo de Gileade, uma uma região montanhosa e simples, longe dos centros políticos e religiosos de Israel. Deus escolheu um homem do campo era confrontar um rei perverso e uma nação mergulhada na idolatria.

  B) É UM TIPO DA IGREJA. O apóstolo Pedro descreve o papel da Igreja: “Vocês, porém, são geração eleita, sacerdócio real, nação santa, povo de propriedade exclusiva de Deus, a fim de proclamar as virtudes daquele que os chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1 Pe 2.9). Lembremos outra vez das palavras poderosas do apóstolo Paulo: “… não foram chamados muitos sábios segundo a carne, nem muitos poderosos, nem muitos de nobre nascimento” (1 Co 1.26). A Igreja foi levantada para avançar sobre as portas do inferno e prevalecer (Mt 16.18). ?

  C) É UM MODELO PARA CADA CRENTE. Elias foi forjado pelo Senhor no anonimato, em uma terra deserta e rude. Os habitantes de Gileade eram rudes, habitavam simples vilas e sobreviviam cuidando de rebanhos de ovelhas. Viviam de maneira singela, se vestiam de pele de camelo, eram solitários e adestrados para suportar grandes dificuldades. Assim somos nós! Que extraordinária semelhança! O anonimato de Elias antes de seu aparecimento nos ensina que devemos viver uma vida de comunhão com Deus nos bastidores, antes de sermos usados para Seus propósitos (Lc 1.80). Seu próprio nome (Elias = Jeová é Deus) o identificava com o seu Senhor. Que a nossa vida também nos identifique com o nosso Deus (Mt 5.16).

3. A MENSAGEM DE ELIAS.

Então Elias, o tesbita, dos moradores de Gileade, disse a Acabe…” (1 Rs. 17.1a). O profeta do Senhor foi levantado como uma voz. O texto é categórico: “ele disse” (hb. amar), que significa: falar, proferir, dizer o que está no coração, declarar. Elias veio para proclamar uma mensagem de juízo contra a idolatria de Israel, mas veio também em defesa do seu Deus. O que ele disse é maravilhoso!

  A) “VIVE O SENHOR, DEUS DE ISRAEL“. Elias proclamou diante de Acabe: O Deus de Israel, o Criador do Mundo, o Deus único e verdadeiro não estava morto, ainda que cultuassem a Baal e outros deuses. Essa é a nossa mensagem também: Deus está vivo, Sua Palavra está viva, Seus principios estão vivos, Seus decretos estão vivos! (MI 3.6; Hb 13.8).

  B) “EM CUJA PRESENÇA ESTOU”. Estar na presença (hb. amad) significa estar de pé, permanecer, resistir, manter a posição, continuar, morar, resistir, persistir, estar firme, aparecer, entrar em cena, mostrarse, erguerse contra. (Oh glória, Oh glória) Foi essa a postura de Elias e deve ser a nossa também, proclamar ao mundo que o Senhor tem profetas na terra que não se curvam diante do mundo e do pecado, mas permanecem em defesa do Deus de Israel (SI 16.8; At 4.20).

  C) “NEM ORVALHO NEM CHUVA”. Os sinais de Deus foram vistos por intermédio do ministério de Elias, assim como, por meio da Igreja, Jesus manifesta os sinais que seguem os que creem (Mc 16.17). O Senhor respalda seus Elias, em todas as gerações, manifestando milagres: E eles, tendo partido, pregaram em toda parte, cooperando com eles o Senhor e confirmando a palavra por meio de sinais, que se seguiam” (Mc 16.20).

” CONCLUSÃO

  Como resultado de sua obediência ao chamado divino, o profeta Elias recebeu do Senhor revelação, direção, provisão, cuidados e providências (1 Rs 17.3). Deus o escondeu, o alimentou e emitiu ordens a seu favor. Assim vivemos nós, sob os cuidados e a providência divina. Continuaremos aprendendo mais nas próximas lições sobre o Deus de Elias. Amém. “

” Aqui se encontra alguns comentários abaixo em relação a primeira lição”

    O rei Acabe é descrito na Bíblia (1 Reis 16-22) como um dos reis mais perversos de Israel, cujo reinado foi marcado pela idolatria, influência pagã e injustiça social. A sua história é vista como um espelho de comportamentos que persistem até hoje. 

    Os principais pecados de Acabe e como eles se repetem na atualidade:

  1. Idolatria Moderna (Colocar Deus em segundo lugar)

O Pecado de Acabe: Acabe oficializou o culto a Baal e Aserá em Israel, influenciado por sua esposa Jezabel, deixando de adorar ao Deus de Israel.Hoje em dia: A idolatria moderna raramente é feita diante de estátuas, mas sim na adoração ao dinheiro, poder, fama, carreira, tecnologia ou a si mesmo (narcisismo). Qualquer coisa que ocupe o lugar de Deus na vida de uma pessoa é uma forma de idolatria moderna.

  1. Influência de Relacionamentos Tóxicos

   O Pecado de Acabe: Acabe casouse com Jezabel, uma adoradora de ídolos, e permitiu que ela governasse suas decisões, levando-o a cometer atos ainda piores.

   Hoje em dia: Pessoas que permitem que parceiros, amigos ou influências externas as afastem de seus valores morais, éticos e espirituais. O “espírito de Jezabel” é frequentemente citado para descrever manipulação e controle em relacionamentos.

  1. Ganância e Injustiça Social (Caso da Vinha de Nabote)

    O Pecado de Acabe: Acabe cobiçou a vinha de Nabote e, quando não conseguiu comprá-la, ficou emburrado. Jezabel orquestrou a morte de Nabote para que Acabe ficasse com a terra, mostrando desprezo pela vida humana e pela lei divina.

   Hoje em dia: A corrupção, a grilagem de terras, a exploração do trabalhador, e o “passar por cima” dos direitos dos outros para conseguir bens materiais ou poder. É o egoísmo acima da justiça.

  1. Rejeição da Palavra de Deus e Perseguição aos Profetas

O Pecado de Acabe:

  Acabe odiava o profeta Elias porque? ele profetizava a verdade, chamando-o de “perturbador de Israel”. Ele ignorava as advertências divinas e buscava apenas conselheiros que dissessem o que ele queria ouvir.

  Hoje em dia: O desprezo pela ética cristã e bíblica. Pessoas que perseguem ou ridicularizam aqueles que vivem de forma íntegra e tentam seguir os ensinamentos de Deus, rotulando-os como antiquados ou intolerantes.

  1. Fraqueza de Caráter e Manipulabilidade

    O Pecado de Acabe: Acabe era um líder fraco e inconstante, que se humilhava quando confrontado, mas logo voltava a pecar (falta de arrependimento sincero).

   Hoje em dia: A “síndrome de Acabe” é vista em pessoas que não assumem a responsabilidade por seus erros, culpam os outros por seus infortúnios e não tomam as rédeas de sua própria vida com caráter, deixando-se levar pelas circunstâncias. Acabe representa o perigo de um líder forte politicamente (ele fortaleceu Israel economicamente), mas espiritualmente fraco e moralmente falido. A sua história serve como um alerta sobre as consequências de ignorar a Deus em favor da vontade própria.

  1. O REINADO DE ACABE ( 1 Rs 16.29)

              LETRA B)

             A IDOLATRIA

  ROMANO CAP 12  V 1 Rogo-vos, pois, irmãos, pela compaixão de Deus, que apresenteis o vosso corpo em sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.

   V .2 E não vos conformeis com este mundo, mas transformaivos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.

  Cap 12. V 1 VOSSO CORPO EM SACRIFICIO VIVO.

    Os seguidores de Jesus devem nutrir uma intensa paixão por honrálo em todos os aspectos da vida. Por gratidão a Deus por causa de sua misericórdia e salvação, devemos ser totalmente dedicados a amá-lo. viver segundo os seus padrões e servir aos propósitos ser demonstrar a santidade de Deus (isto é, a pureza que Ele tem para a nossa vida.

  (1) Nosso objetivo deve ser moral, integridade espiritual, separação do mal e completa dedicação a Deus) em tudo que fizermos. Isso requer o sacrifício pessoal de separação dos padrões e práticas mundanas para que possa.

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