Com a pauta da programação voltada para Moçambique, país localizado na África, onde a referida igreja tem realizado já há alguns anos um trabalho de Missões, onde a Assembleia de Deus em Pernambuco tem o missionário Gerson Gila e sua esposa Vera gila que realiza esse belíssimo trabalho, pois Missões está no coração de Deus. O culto realizado contou com apresentação pelos jovens, louvores e uma saudação do pastor missionário da nossa igreja que se encontra em Nampula Moçambique e a pregação da Palavra de Deus. O Senhor tem feito grandes coisas, temos motivos de sobra para agradecer e celebrar esses momentos na Casa do Senhor.
Missão transcultural é o trabalho missionário cristão que foca em levar a mensagem do evangelho a povos de culturas radicalmente diferentes da sua, atravessando barreiras de língua, costumes e mentalidade, não apenas fronteiras geográficas, com o objetivo de contextualizar a fé, tornando-a relevante sem diluir sua mensagem, integrando-se e aprendendo com a cultura local, não colonizando-a.
Em resumo, a missão evangélica em outros países é vista como um pilar essencial da fé, combinando o mandato espiritual com ações práticas que visam o bem-estar integral da humanidade. Organizações como a Junta de Missões Mundiais e a Missão Portas Abertas atuam ativamente nesse campo.
Neste sábado (27/12/25), foi realizada mais uma Escola Bíblica Animada, na Igreja Evangélica Assembleia de Deus. Baseada no tema da última lição deste 4° e último trimestre de 2025, que trouxe a temática: Corpo, Alma e Espírito.
O trabalho foi realizado pela direção da igreja, superintendente, professores e alunos que estudaram o tema nesses três últimos meses do ano. A pauta foi realizada com dinâmicas, apresentações das classes de senhoras, senhores, jovens e crianças, louvores e distribuição de mimos. Tudo para a honra e glória do Nosso Deus.
A Escola Bíblica Dominical (EBD) é crucial para a formação cristã, oferecendo um ambiente estruturado de ensino das Escrituras, crescimento espiritual, comunhão e aplicação prática da fé no dia a dia, fortalecendo a família e preparando cristãos para o discipulado e a missão de Deus, edificando a igreja com base sólida nos valores bíblicos e no conhecimento de Jesus.
Pastor presidente: Ailton José Alves. Pastor local: Antônio Marcos.
Conforme demonstra pesquisa do Instituto Opinião, 52,8% dos eleitores brasileiros não buscam alinhar votos entre candidatos à presidência e à Câmara dos Deputados, ou seja, não escolhem deputados federais que sejam do mesmo partido ou de aliados do presidente.Da amostragem de dois mil entrevistados, 41,3% dizem levar em conta o alinhamento e 6% não responderam. O dado pode se traduzir em embates entre Legislativo e Executivo, que devem trabalhar juntos no complemento dos Três Poderes. A composição da Câmara dos Deputados eleita nas últimas eleições presidenciais, em 2022, demonstra cenário parecido com o demonstrado na pesquisa. Embora Jair Bolsonaro tenha recebido 49,10% dos votos e Lula, 50,90%, os partidos que apoiaram Bolsonaro são maioria na Casa.
Em primero turno, Lula recebeu apoio do PT, PV e PCdoB, Psol, Rede, PSB, Solidariedade, Pros, Avante e Agir. No segundo turno, PDT, Cidadania, PCB, PSTU, PCO e Unidade Popular se juntaram ao petista. Esses partidos somam 147 deputados.Já Bolsonaro foi apoiado por três partidos em primeiro turno: PL, PP e Republicanos. Na segunda fase do pleito, PSC e PTB também manifestaram apoio. Somente a tríplice inicial soma 186 deputados.
Levantamento
A pesquisa, realizada pelo Instituto Opinião, ouviu brasileiros entre 15 e 17 de dezembro por entrevistas telefônicas. Com amostragem distribuída entre 114 cidades pelo país, a margem de erro é de 2,5 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.
Diário Oficial da União desta quarta-feira, 24 de dezembro, traz o Decreto nº 12.797, assinado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que oficializa o reajuste do salário mínimo a partir de 1º de janeiro de 2026. O valor, que atualmente é de R$ 1.518, passará a R$ 1.621, fruto de um reajuste de 6,79%. O valor diário do mínimo corresponderá a R$ 54,04, e o valor horário, a R$ 7,37.
VALORIZAÇÃO – Desde 2023, o Governo do Brasil trabalha com base na Política de Valorização do Salário Mínimo, que visa assegurar ganhos reais ao trabalhador. A medida, aprovada pelo Congresso Nacional e sancionada em agosto de 2023, determina que, desde 1º de janeiro de 2024, os reajustes anuais do salário mínimo passarão a levar em conta a inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) dos 12 meses anteriores, mais a taxa de crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo ano anterior ao ano vigente. Caso o PIB não apresente crescimento real, o salário mínimo será reajustado pelo INPC.
REGRA – Assim, a regra do reajuste do salário mínimo determina que o valor tenha duas correções: uma pelo INPC de 12 meses acumulado até novembro do ano anterior, ou seja, 4,18%, e outra pelo crescimento da economia de 2 anos. No dia 4 de dezembro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revisou os dados de 2024 do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma dos bens e serviços produzidos no país, confirmando expansão em 3,4%.
No entanto, o arcabouço fiscal, mecanismo que controla a evolução dos gastos públicos, determina que o ganho acima da inflação seja limitado a um intervalo de 0,6% a 2,5%. Pela regra, o salário mínimo de 2026 seria R$ 1.620,99 e, com o arredondamento previsto em lei, passa para R$ 1.621, reajuste de 6,79%.
A SES (Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro) emitiu, nesta quarta-feira (24), um alerta para todos os 92 municípios fluminenses sobre a ocorrência de um período de calor excessivo com início nesta quinta-feira (25), feriado de Natal. O aviso foi divulgado pelo Cievs (Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde), com base em dados do Monitora RJ, sistema que identifica eventos climáticos extremos com potencial impacto à saúde da população. De acordo com o monitoramento, no dia 25 de dezembro, 22 municípios estão sob alerta de excesso de calor, com classificação entre leve, severo ou extremo. A cidade do Rio está entre as localidades com previsão de calor severo.
Dez municípios devem enfrentar calor extremo: Itaboraí, Itaguaí, Japeri, Mesquita, Niterói, Paracambi, Piraí, Queimados, São Gonçalo e Seropédica; outros sete terão calor severo: Nova Iguaçu, Barra do Piraí, Belford Roxo, Maricá, Rio de Janeiro, Saquarema e Tanguá; e cinco devem ter calor leve: Araruama, Guapimirim, Pinheiral, Rio Bonito e Volta Redonda.A ferramenta Monitora RJ avalia quando as altas temperaturas passam a representar risco à saúde, considerando a comparação com as máximas registradas nos últimos 30 anos e a ocorrência de madrugadas mais quentes, que reduzem a capacidade de adaptação do organismo. Estudos apoiados pela Secretaria indicam aumento nos índices de mortalidade durante esses períodos.
Segundo a secretária de Estado de Saúde, Claudia Mello, o alerta busca apoiar a preparação dos municípios.
“Notamos um aumento na frequência de problemas cardiovasculares durante esses períodos, portanto, o cuidado deve ser redobrado com este público. Se algum familiar estiver acamado é importante garantir que se hidrate e ficar atento à sua saúde. O mesmo serve para os nossos idosos e crianças”, afirmou.
Na capital fluminense, o COR (Centro de Operações Rio) informou que esta quinta-feira será marcada por sol e calor intenso. Segundo o sistema Alerta Rio, a previsão é de temperatura máxima de até 40°C, com predomínio de céu claro, sem previsão de chuva e ventos fracos a moderados.
As orientações à população para os dias de calor são:
Beba água com frequência;
Use roupas leves;
Tome banho gelado;
Mantenha os ambientes arejados;
Faça refeições leves;
Use protetor solar;
Evite exercícios físicos ao ar livre entre 10h e 16h.
Aos municípios, a SES orientou ainda a intensificação de ações preventivas, incluindo a ampliação de pontos públicos de hidratação e de espaços de refúgio térmico. As UPAs (Unidades de Pronto Atendimento) estaduais mantêm pontos de hidratação disponíveis ao longo de todo o ano. O alerta também destaca os impactos do calor excessivo em determinadas atividades profissionais. Entre os homens, os grupos mais expostos incluem pedreiros, ambulantes, comerciantes varejistas, motoristas de ônibus e porteiros. Entre as mulheres, estão empregadas domésticas de serviços gerais, cozinheiras, diaristas, costureiras da indústria de confecção em série e comerciantes varejistas.
No Maranhão, a Justiça mandou prender o prefeito, a vice e todos os 11 vereadores de uma cidade por corrupção. O Grupo de Ação Especial de Combate às Organizações Criminosas e a Polícia Militar prenderam 14 pessoas desde segunda-feira em Turilândia, no interior do Maranhão, e em São Luís. Entre os presos estavam seis vereadores do município, a atual vice-prefeita, Tânia Mendes, e um neurocirurgião acusado de atuar como agiota e emprestar dinheiro ao prefeito.
Os agentes encontraram na casa do irmão do neurocirurgião mais de R$ 2 milhões em dinheiro. Nesta quarta (24), cinco investigados que continuavam foragidos se apresentaram à polícia: o prefeito Paulo Curió, do União Brasil; a primeira-dama, Eva Curió; a ex-vice-prefeita Janaína Lima, do PRD; o marido dela, Marlon Serrão; e o contador da prefeitura, Wandson Jhonathan Barros.
O Ministério Público investiga o prefeito, a vice e todos os 11 vereadores por organização criminosa e prática de corrupção. Segundo os promotores, o esquema desviou mais R$ 56 milhões dos cofres públicos em menos de quatro anos. Segundo o Ministério Público, desde 2021, um posto de combustível que pertence à ex-vice-prefeita Janaína e ao marido dela era utilizado para a lavagem do dinheiro. A prefeitura pagava por abastecimentos que não ocorreram, e os valores retornavam diretamente para o prefeito Paulo Curió. Ainda de acordo com o Ministério Público, a responsável pelos pregões eletrônicos no município, Clementina de Jesus Pinho, admitiu que quase a totalidade das licitações da prefeitura era fraudada. Clementina também está presa.
“Dito por ela, 95% das licitações foram fraudadas de acordo com a determinação do Paulo Curió. E ela trouxe um dado muito interessante, ela fazia isso para ganhar mimos, ganhar presentes, ganhar algo espúrio”, afirma Fernando Berniz, promotor de Justiça.Cinco vereadores continuam foragidos. A Justiça converteu a prisão preventiva dos outros seis vereadores em prisão domiciliar. Eles vão usar tornozeleira eletrônica .Mesmo investigado, o presidente da Câmara, José Luís Araújo, do União Brasil, vai assumir o comando da cidade, porque não foi afastado do cargo.
“Para que a gente não inviabilizasse a administração municipal, os vereadores continuarão exercendo sua vereança. Inclusive, a decisão da desembargadora, ela deixou essa opção: vai ser encaminhada essa decisão dela ao Procurador Geral de Justiça do estado do Maranhão para que ele analise a possibilidade ou não, preenchendo ou não os requisitos, de ingressar com uma ação interventiva no município de Turilândia”, reforça Fernando Berniz.
A defesa de Eva Dantas e de Paulo Curió afirmou que eles estão à disposição da Justiça para prestar esclarecimentos. A defesa de Tânia Mendes não quis se manifestar .Não conseguimos contato com os advogados dos demais citados na reportagem.
” Até quando vereadores, prefeitos, deputados, etc. vão manter estar situação? A situação não tem nem um plano para amenizar estar roubalheira todos?” .
A arrecadação do governo federal com impostos, contribuições e demais receitas somou R$ 226,7 bilhões em novembro deste ano, informou nesta segunda-feira (22) a Receita Federal. O resultado representa um aumento real de 3,75% na comparação com o mesmo mês do ano passado, quando a arrecadação somou R$ 218,5 bilhões (valor corrigido pela inflação). O recorde na arrecadação foi obtido com ajuda do aumento do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF), anunciado pelo governo em meados de maio. Além do aumento do IOF, a taxação das bets (incluindo a arrecadação de loterias) também contribuiu para o aumento da arrecadação, fator que rendeu R$ 850 milhões em novembro deste ano. A alta na arrecadação foi fruto, ainda, do crescimento do Imposto de Renda sobre aplicações financeiras – decorrente da elevada taxa de juros – e também dos juros sobre capital próprio.
Nos onze primeiros meses deste ano, ainda segundo dados oficiais, a arrecadação federal somou R$ 2,59 trilhões — sem a correção pela inflação.Em valores corrigidos pela variação dos preços, a arrecadação totalizou R$ 2,62 trilhões de janeiro a novembro, o que representa um crescimento real (acima da inflação) de 3,25% em relação ao mesmo período do ano passado, quando somou R$ 2,54 trilhões. Além da alta do IOF, o governo também contou com o aumento de outros tributos, efetuados nos últimos anos, para melhorar a arrecadação em 2025. São eles:
tributação de fundos exclusivos, os “offshores”;
mudanças na tributação de incentivos (subvenções) concedidos por estados;
retomada da tributação de combustíveis;
tributação das bets;
imposto sobre encomendas internacionais (taxa das blusinhas);
teoneração gradual da folha de pagamentos;
e fim de benefícios para o setor de eventos (Perse).
Há, no entanto, um intervalo de tolerância de 0,25 ponto percentual previsto no arcabouço fiscal (a nova regra das contas públicas).
O governo pode ter um déficit de até 0,25% do Produto Interno Bruto (PIB) sem que o objetivo seja formalmente descumprido, o equivalente a cerca de R$ 31 bilhões. Para fins de cumprimento da meta fiscal, também são excluídos outros R$ 44,1 bilhões em precatórios, ou seja, decisões judiciais. Em 2026, o governo terá uma meta ainda mais ousada: superávit primário (saldo positivo nas contas) equivalente a cerca de R$ 34 bilhões.
A decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), Flávio Dino, de suspender trecho do projeto de lei que autoriza emendas do “orçamento secreto” aumenta o nível de atrito institucional entre os Três Poderes. A medida foi tomada em uma ação apresentada por deputados federais do PSOL e pelo partido Rede Sustentabilidade, que pediram ao STF que impedisse a sanção do projeto aprovado pelo Senado na última quarta-feira (17). A decisão tem caráter preventivo, já que o texto ainda não foi sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A liminar ainda será submetida ao referendo do plenário da Corte.Embora o projeto tenha como objetivo aumentar a arrecadação da União, o texto aprovado pelo Congresso inclui um trecho que permite a revalidação de emendas parlamentares não pagas entre 2019 e 2023, por meio da retomada de restos a pagar já cancelados, despesas autorizadas, mas não quitadas dentro do prazo legal. Na prática, essa medida abriria espaço para o pagamento de despesas ligadas às emendas de relator, conhecidas como “orçamento secreto”, mecanismo que o STF derrubou em 2022 ao considerá-lo inconstitucional por falta de transparência e critérios objetivos. Essas emendas permitiriam ao Congresso autorizar gastos fora do Orçamento.
Segundo especialistas ouvidos pela CNN Brasil, a decisão de Flávio Dino representa, na verdade, um embate institucional entre o Parlamento e o Supremo, com alinhamento do Judiciário ao Executivo na limitação do poder do Congresso sobre o Orçamento da União. “O que estamos assistindo é algo mais amplo: um embate entre o Legislativo e o Judiciário por conta da questão orçamentária, que decorre do fato de que o Executivo perdeu o controle do orçamento lá no governo [Michel] Temer, com o orçamento impositivo”, afirmou Leandro Consentino, cientista político e professor do Insper. De acordo com ele, sempre que o Legislativo busca a via das emendas para atuar de forma mais autônoma, o Executivo consegue mobilizar parte de sua base política para judicializar a questão e fazer uma dobradinha com o Judiciário, barrando esse tipo de recurso e tentando manter a prerrogativa orçamentária sob controle do governo federal.
“O Judiciário faz uma espécie de tabelinha com o Executivo contra o Legislativo”, acrescentou o professor.
Leandro Gabiati, cientista político e diretor da Dominium Consultoria, avalia que, no caso específico da LOA (Lei Orçamentária Anual) de 2026, o acordo para liberar restos a pagar de anos anteriores foi feito entre o Planalto e o Congresso. Ainda assim, ele observa que Executivo e Judiciário parecem implicitamente alinhados para impor limites ao crescente poder do parlamento sobre o Orçamento da União. A decisão de Flávio Dino se insere em um histórico de confrontos entre o STF e o Congresso sobre a execução de emendas parlamentares. Nos últimos meses, a Corte tem buscado estabelecer limites e ampliar a transparência orçamentária, enquanto parlamentares tentam preservar esses instrumentos de alocação direta de recursos em suas bases eleitorais.Na sexta-feira (19), o Congresso aprovou a proposta da Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026, que prevê cerca de R$ 61 bilhões destinados exclusivamente a emendas parlamentares. “O caso certamente terá novos desdobramentos, seja pela decisão de Dino sobre a LOA de 2026, seja a partir da recente operação da Polícia Federal na Câmara. Não pode ser descartada algum tipo de resposta político-institucional do Congresso direcionada ao STF”, concluiu Gabiati.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) assinou nesta terça-feira (23) um decreto que cria diretrizes para a valorização da música e outros elementos da cultura gospel no país. O texto também reconhece o gênero como uma manifestação da cultura nacional. A norma (veja mais aqui) foi anunciada em uma cerimônia, no Palácio do Planalto, com a presença de lideranças evangélicas e do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), que é católico. O reconhecimento é mais um aceno de Lula em direção ao eleitorado religioso.
Levantamento deste mês da Quaest apontou um crescimento na desaprovação da gestão Lula entre pessoas que se reconhecem como evangélicos. O índice saiu de 58% para 64%. A aprovação também registrou mudança, caindo de 38% para 33%.O presidente Lula tem ensaiado disputar um quarto mandato no próximo ano, e aliados avaliam que a proximidade com o eleitor evangélico pode melhorar as intenções de voto.O eleitorado evangélico é um gargalo eleitoral recorrente para Lula. Em 2022, diante do mesmo cenário, o petista chegou a lançar uma carta com compromissos aos evangélicos. Entre outras coisas, o texto afirmava que Lula não fecharia igrejas e que o futuro governo defenderia a liberdade religiosa.À época, o documento foi construído por aliados políticos de Lula com interlocução com as igrejas evangélicas. Um dos nomes era o da senadora Eliziane Gama (PSD-MA), que é da Assembleia de Deus.Desta vez, a edição do decreto foi discutida pelos ministros Sidônio Palmeira (Comunicação Social) e Gleisi Hoffmann (Relações Institucionais), além do advogado-geral da União, Jorge Messias — evangélico indicado por Lula ao Supremo Tribunal Federal (STF). Eliziane Gama também participou das discussões.
O presidente Lula em evento que reconhece a cultura gospel como manifestação cultural do Brasil — Foto: Reprodução/TV Brasil
O presidente Lula afirmou, em seu discurso, que a assinatura do decreto significa fazer “justiça ao povo evangélico e à música gospel”. “É mais um passo importante de acolhimento e respeito à comunidade e ao povo evangélico do Brasil. É um ato simples, mas com força simbólica muito profunda”, disse.
Segundo Lula, a norma abrirá caminho para incluir a cultura gospel no planejamento de ações culturais e em mecanismos de preservação. “A cultura gospel não tinha o reconhecimento formal no âmbito da política cultural. Isso dificultava a sua inclusão no planejamento das ações e na preservação de suas manifestações”, declarou. “Hoje estamos inaugurando esse momento. Esse decreto se soma a outros gestos que reafirmam o compromisso do Estado brasileiro com a liberdade religiosa, com o diálogo e com o respeito”, acrescentou o petista.
O que diz o texto?
O decreto de Lula estabelece que a cultura gospel e seus elementos, como a música, serão considerados uma manifestação da cultura nacional. O texto considera como parte da cultura gospel:
música gospel, abrangendo diversos estilos da música gospel, como adoração louvor, hip-hop gospel, entre outros;
formas de expressão corporal e cenográfica, tais como dança de adoração, teatro, encenações religiosas;
artes visuais, exposição de pinturas, esculturas, artesanato e outras formas de arte visual inspiradas na fé cristã, promovendo o diálogo entre arte e espiritualidade;
literatura religiosa;
e outras manifestações culturais que tenham a vida cristã como base.
A norma determina que as políticas públicas de cultura terão de contemplar diretrizes nacionais para promover e valorizar o gospel.
As ações listadas são as seguintes:
reconhecimento e incentivo à criação, pesquisa, preservação e difusão dos repertórios, saberes e práticas gospel;
estímulo à formação, capacitação técnica e profissionalização de agentes culturais;
articulação entre órgãos federais, estaduais e municipais para inclusão da cultura gospel nas políticas culturais locais e no Sistema Nacional de Cultura;
promoção da circulação nacional e internacional de obras e artistas gospel;
e ações de preservação documental e arquivística de acervos musicais, registros de culto, vídeos e publicações gospel. A ministra da Cultura, Margareth Menezes, avaliou que o decreto aproxima o “cotidiano das comunidades de fé e a institucionalidade cultural”.
Ao longo da cerimônia no Planalto, Margareth também defendeu que a “política cultura deve ser capaz de abraçar a pluralidade de crenças”. “Esse decreto estabelece diretrizes que têm o sentido de promover e ampliar a formação de profissionais, de agentes culturais, e a articulação federativa para inclusão da cultura gospel nas políticas locais e no sistema nacional. Celebramos esse decreto como mais um avanço. A política cultura deve ser capaz de abraçar a pluralidade de crenças”, disse a ministra.
O orçamento das universidades federais terá um corte total de quase R$ 500 milhões em 2026. A informação é da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), que avaliou o Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) aprovado pelo Congresso para o ano que vem. De acordo com a entidade, o valor representa uma redução de 7,05% nos recursos discricionários — referente às despesas não obrigatórias, como contas de luz, de água, bolsas acadêmicas, insumos de pesquisa, compra de equipamentos, etc. — das instituições. O resultado é o agravamento de “um quadro já crítico.” Inicialmente, a projeção do Projeto de Lei Orçamentária Anual (Ploa) para 2026 previa R$ 6,89 bilhões em verba para as 69 universidades federais. No entanto, o projeto aprovado pelo Congresso na sexta-feira (19) detalhou um corte de R$ 488 milhões no valor, deixando cerca de R$ 6,43 bilhões para o próximo ano.
Prédio da Universidade Federal do Piauí em 2025 — Foto: Lívia Ferreira / g1
Em nota, a Andifes afirma que o corte atinge “todas as ações orçamentárias essenciais ao funcionamento da rede federal de ensino superior.” Um dos principais alvos do corte é a assistência estudantil, que, segundo a entidade, é uma área estratégica para a permanência de estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica, e compromete diretamente a implementação da nova Política Nacional de Assistência Estudantil (PNAES). Apenas nessa ação, o corte alcançou aproximadamente R$ 100 milhões, o equivalente a uma redução de 7,3%, comprometendo diretamente a implementação da PNAES (…), e colocando em risco avanços recentes na democratização do acesso e da permanência no ensino superior público.
UFRJ, maior universidade do país, vive crise financeira — Foto: Reprodução/TV Globo
Confira a íntegra da nota
A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) manifesta profunda preocupação com os cortes promovidos pelo Congresso Nacional no orçamento das Universidades Federais durante a tramitação do Projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026. De acordo com análise preliminar realizada pela Andifes, o orçamento originalmente previsto no PLOA 2026 para as 69 universidades federais sofreu um corte total de R$ 488 milhões, o que representa uma redução de 7,05% nos recursos discricionários das instituições. Esses cortes incidiram de forma desigual entre as universidades e atingiram todas as ações orçamentárias essenciais ao funcionamento da rede federal de ensino superior. A situação é ainda mais grave no que se refere à assistência estudantil, área estratégica para a permanência de estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica. Apenas nessa ação, o corte alcançou aproximadamente R$ 100 milhões, o equivalente a uma redução de 7,3%, comprometendo diretamente a implementação da nova Política Nacional de Assistência Estudantil (PNAES), instituída pela Lei nº 14.914/2024, e colocando em risco avanços recentes na democratização do acesso e da permanência no ensino superior público. Os cortes aprovados agravam um quadro já crítico. Caso não haja recomposição, o orçamento das Universidades Federais em 2026 ficará nominalmente inferior ao orçamento executado em 2025, desconsiderando os impactos inflacionários e os reajustes obrigatórios de contratos, especialmente aqueles relacionados à mão de obra. O quadro se torna ainda mais preocupante diante de cortes semelhantes ocorridos nos orçamentos da Capes e do CNPq. Estamos, portanto, em um cenário de comprometimento do pleno desenvolvimento das atividades de ensino, pesquisa e extensão nas Universidades Federais, de ameaça à sustentabilidade administrativa dessas instituições e à permanência dos estudantes em situação de vulnerabilidade socioeconômica. A restrição orçamentária também impõe entraves à continuidade do desenvolvimento científico e, portanto, à soberania nacional.
A Andifes reconhece e valoriza o diálogo mantido com o Ministério da Educação, que tem demonstrado sensibilidade em relação à gravidade do cenário orçamentário. No entanto, reafirma que os cortes aprovados pelo Congresso Nacional exigem ações imediatas de recomposição, sob pena de comprometer o funcionamento regular das Universidades Federais e limitar o papel estratégico dessas instituições no desenvolvimento científico, social e econômico do país. A Andifes seguirá atuando de forma firme e articulada junto ao Governo Federal e ao Congresso Nacional em defesa da recomposição do orçamento das Universidades Federais e da pesquisa científica nacional, da valorização da educação superior pública e do cumprimento do compromisso constitucional do Estado brasileiro com a ciência, a educação e a redução das desigualdades sociais e regionais.
Em tempos de globalização acelerada, quando tradições locais muitas vezes se perdem diante da velocidade da modernidade, uma menina de apenas dez anos tem chamado atenção por seguir na direção oposta. Sophia Eldo, cantora e influenciadora digital nascida em Fortaleza (CE), tornou-se uma das vozes mais jovens e expressivas na valorização da cultura nordestina além das fronteiras brasileiras, especialmente no cenário artístico da Coreia do Sul.
Cultura nordestina em diálogo com o K-pop
As interações de Sophia com grupos sul-coreanos vão muito além da curiosidade infantil. Durante encontros com um grupo de K-pop, a artista apresentou a tradicional “vaia cearense”, gesto que rapidamente viralizou nas redes sociais, mobilizando fãs tanto no Brasil quanto na Ásia.
O presente de camisetas personalizadas com gírias cearenses e a imagem do chapéu de cangaceiro, oferecidos ao mesmo grupo, geraram repercussão quando os integrantes passaram a usá-las em público em Seul, capital da Coréia do Sul, com registros divulgados em perfis oficiais.Em outra ocasião, ao lado de outra banda sul coreana, a menina ofereceu um banquete simbólico da culinária nordestina — castanha de caju, cocada, paçoca e a icônica cajuína. O registro, amplamente compartilhado, revelou a reação espontânea dos músicos e, sobretudo, a força da identidade cultural que Sophia leva consigo.Pequenos gestos como esse se transformaram em símbolos de um intercâmbio cultural inesperado, ampliando a visibilidade da cultura brasileira entre públicos internacionais.
Diplomacia cultural informal
Os encontros com artistas renomados reforçam essa dimensão simbólica. Ao entregar produtos típicos do Ceará, Sophia se coloca como uma espécie de embaixadora informal, promovendo o Brasil de forma afetiva e espontânea. Não se trata de estratégias oficiais de diplomacia, mas de manifestações autênticas que cumprem papel semelhante: aproximar povos e despertar interesse por tradições locais.Desde o início da carreira, Sophia já demonstrava compromisso com sua terra. Sua estreia musical ocorreu com Pisadinha, canção infantil que levou o ritmo do piseiro ao universo das crianças. O lançamento mostrou que a música regional também pode integrar a formação cultural das novas gerações. Posteriormente, com ‘I’m a Lucky Girl’, gravada e promovida na Coreia do Sul, a jovem artista consolidou seu intercâmbio cultural, unindo ritmos globais a referências brasileiras.O aspecto mais marcante da trajetória de Sophia talvez não esteja apenas na visibilidade que conquistou, mas na consciência com que valoriza suas origens. Seja ensinando expressões típicas, dançando piseiro ou distribuindo lembranças regionais, a jovem demonstra compreender que sua identidade nordestina não é obstáculo, mas ponte.
Um fenômeno de alcance cultural
Reconhecida como um fenômeno cultural, Sophia Eldo tem provocado repercussões concretas: intensifica o interesse pela cultura nordestina, fortalece a imagem do Brasil no exterior e cria laços de afeto entre diferentes públicos. Aos dez anos, a artista revela que a cultura, quando compartilhada com autenticidade, pode atravessar fronteiras e aproximar mundos.
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Resultado das seleções foi anunciado durante cerimônia no Palácio do Planalto, em Brasília – Foto: Ricardo Stuckert / PR
Mais de R$ 39 bilhões, entre recursos federais e financiamentos a juros reduzidos, serão repassados a estados, municípios e prestadores públicos, filantrópicos e privados para investirem em obras e equipamentos nas áreas de educação, saúde, água e esgoto. O combo de investimentos do Governo do Brasil foi divulgado nesta quarta-feira (10), em cerimônia no Palácio do Planalto que marca o anúncio dos resultados de quatro editais de chamamento público no âmbito do Novo PAC.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva ressaltou a diversidade de entregas até o momento em áreas que vão desde a infraestrutura e obras de transporte até a inclusão social e geração de empregos. “No Brasil, nunca houve planejamento de Estado. E nós começamos a mudar isso quando pensamos na criação do primeiro PAC, porque era importante começar o governo sabendo o que tinha para fazer. O PAC dá a oportunidade de governar o país pensando no que é a necessidade primária e principal das pessoas”, disse. Do Fundo de Investimento em Infraestrutura Social (FIIS) foram autorizados R$ 28,1 bilhões em financiamento para 1.701 propostas de aquisição de ônibus escolares e construção ou ampliação de creches, escolas, quadras de esportes, UBS, UPAs, Centros Centro de Atenção Psicossocial (CAPs), policlínicas, maternidades, hospitais, entre outros empreendimentos. Com o FIIS Saúde, 1.119 municípios serão beneficiados em todas as unidades da Federação, exceto em Roraima, que não enviou proposta. Além disso, houve 233 propostas autorizadas para instituições públicas, filantrópicas e privadas. Na educação 1.129 municípios de 25 estados estão autorizados a contratarem o financiamento. O ministro da Casa Civil, Rui Costa, informou que 100% dos municípios e estados que apresentaram propostas foram atendidos na seleção. “Ao longo desses três anos, nós substituímos a perseguição a prefeitos e governadores pela mão estendida, por convidar para vir no Palácio, nos ministérios e nos bancos para assinar contratos e executar creches, policlínicas, hospitais, obras de infraestrutura, rodovias, ferrovias. Enfim, para cuidar de gente e cuidar das pessoas”, afirmou.A partir de agora, os proponentes estão autorizados a procurar o BNDES e instituições financeiras credenciadas para iniciar a análise dos projetos e formalizar o pedido de crédito. Os financiamentos contarão com carência de 24 meses e prazo de até 20 anos para pagamento. O objetivo do FIIS é viabilizar projetos de infraestrutura social em todo o país, investindo R$ 18 bilhões em financiamento de obras e equipamentos ainda em 2025 e outros R$ 10 bilhões em 2026. Deste total, R$ 18,4 bilhões estão autorizados para a área de saúde e R$ 9,7 bilhões para a educação.
Novo PAC Seleções
Durante a cerimônia também foram anunciados três resultados do Novo PAC Seleções 2025. Na modalidade de Abastecimento de Água em Áreas Urbanas, são R$ 5 bilhões em financiamento para ampliação do acesso e na melhoria da qualidade dos serviços. As 69 propostas estaduais e municipais contempladas vão beneficiar, ao todo, 86 municípios de 10 estados diferentes. Para o Abastecimento de Água em Áreas Rurais, o investimento federal chega a R$ 644,8 milhões, englobando 153 propostas de 12 estados, atendendo 153municípios distintos. Nas duas seleções foram priorizadas as cidades com maiores déficits em abastecimento de água, contribuindo assim para a melhoria significativa da qualidade de vida das pessoas. Na área de Esgotamento Sanitário, são R$ 5,6 bilhões em financiamento para 66 propostas habilitadas, cujo anúnciocontempla 53 municípios de 11 estados distintos. Os empreendimentos vão elevar a cobertura de água e esgoto nos municípios, diminuindo fatores de risco às doenças, insalubridade e degradação ambiental, também garantindo melhor qualidade ao dia a dia da população.Com a habilitação das propostas pelo Novo PAC Seleções 2025, os estados e municípios devem apresentar a documentação técnica necessária aos agentes financeiros para a análise de viabilidade, incluindo avaliação de risco/endividamento e os projetos de engenharia. Com a validação, as propostas passam para a etapa de análise final, sob responsabilidade do Ministério das Cidades. Esse é o segundo anúncio do Novo PAC Seleções nessas modalidades. Na etapa anterior, o valor de investimento nas mesmas áreas foi de R$ 6,5 bilhões, sendo R$ 5,2 bilhões do Orçamento Geral da União (OGU) e R$ 1,3 bilhões em financiamento. Em 2023, os recursos para a modalidade de abastecimento urbano somaram R$ 2,8 bilhões para 210 propostas contratadas enquanto o Governo do Brasil destinou R$ 400 milhões para espaços rurais. Em esgotamento sanitário foram 167 propostas contratadas, cujo valor de financiamento supera os R$ 3,3 bilhões.
Governo do Brasil entregou nesta terça-feira (2) a Barragem Panelas II e autorizou a retomada das obras para concluir a Barragem Igarapeba, em Pernambuco. Esses dois empreendimentos fazem parte dos investimentos do Caminho das Águas, dentro do Novo PAC, para ampliar a segurança hídrica e fazer a contenção de cheias no Agreste e na Zona da Mata pernambucana.
O ato de entrega foi realizado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante agenda no estado nordestino. O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou que obras paradas, investimentos abandonados e fábricas fechadas ficaram no passado. “São cinco barragens iniciadas pela presidente Dilma que ficaram paradas. O presidente Lula definiu, desde o início desse governo, que nenhuma obra parada seria abandonada, que deveriam ser retomadas. Agora, estamos chegando no final do terceiro ano de governo com o menor nível de desemprego da história, com a menor inflação que já teve, com o dólar em queda, com os salários representando a maior massa salarial da história do Brasil e dando os primeiros passos para a justiça fiscal”, explicou o ministro, demonstrando que o planejamento estratégico do governo, consequentemente, desenvolve o país, reflete na economia e melhora a vida dos brasileiros. “Quero publicamente reconhecer e parabenizar os técnicos e engenheiros que se dedicaram para a conclusão desta obra. São profissionais que cuidaram da obra porque sabem que atrás da obra está o interesse da população. Obra andando significa emprego para o povo, significa água para produção, para consumo – e aqui, como essa barragem, água para também para salvar vidas humanas e o patrimônio das pessoas. Ou seja, para dar qualidade de vida decente para a população”, acrescentou. A Barragem Panelas II irá beneficiar mais de 169 mil habitantes de cinco municípios. Com capacidade de 16,9 milhões de m³ e investimento total de R$ 114,3 milhões, a obra foi iniciada em 2011 e paralisada em outubro de 2014, sendo retomada em janeiro de 2024.“Essa é a segunda barragem que estamos entregando para resolver o problema de água no estado do Pernambuco”, destacou o presidente Lula. “O Novo PAC, a nível nacional, tem R$ 1,7 trilhão em investimentos. Aqui em Pernambuco, o programa tem R$ 45,9 bilhões, e até agora foram executados R$ 22 bilhões. Tem muita obra em execução. Então é muito importante o que está acontecendo no Brasil”, disse.A governadora Raquel Lyra, o prefeito do Recife, João Campos, e os ministros Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos), Luciana Santos (Ciência, Tecnologia e Inovações), Alexandre Silveira (Minas e Energia), Waldez Góes (Integração) e Wolney Queiroz (Previdência Social) também participaram da cerimônia.
Retomada autorizada
Autorizada pelo Governo do Brasil, a obra da Barragem Igarapeba será retomada a partir desse mês de dezembro, em São Benedito do Sul (PE), com a capacidade de armazenar 46,6 milhões de m³. O investimento é de R$ 206 milhões.
Os investimentos em Pernambuco cobrem todo o ciclo da água: enquanto na Mata Sul o foco é a contenção de enchentes, no Agreste o trabalho é garantir o abastecimento. São iniciativas que o governo assumiu como prioritárias.
Edital contempla escolas nos estados do Pará, Maranhão, Ceará, Pernambuco e Bahia. Foto: Layo Stambassi/MCom
Os ministérios da Educação (MEC), das Comunicações (MCom) e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) lançaram, na terça-feira, 2 de dezembro, a segunda seleção pública de projetos para o programa BNDES Fust Escolas Conectadas, que também faz parte das metas do Novo Programa de Aceleração do Crescimento. O edital, disponível no portal do programa, disponibiliza R$ 53,3 milhões em recursos não reembolsáveis do Fundo de Universalização de Serviços de Telecomunicações (Fust) para conectar 1.258 escolas públicas do Norte e Nordeste, ampliando o acesso de cerca de 410 mil estudantes à conectividade significativa. A iniciativa integra o esforço do Governo do Brasil para universalizar a conectividade educacional por meio da Estratégia Nacional de Escolas Conectadas (Enec), combinando expansão de infraestrutura, contratação de serviços e monitoramento contínuo da qualidade. O novo edital levará infraestrutura de conectividade para 392 escolas do Pará (Lote A), 368 no Maranhão e no Ceará (Lote B) e 498 em Pernambuco e na Bahia (Lote C). Elaboradas em conjunto pelo MEC, o MCom e a Casa Civil da Presidência da República, as diretrizes do edital foram submetidas à aprovação do Comitê Gestor do Fust. “A internet adequada em sala de aula é uma condição para garantir que todos os estudantes tenham as mesmas oportunidades de aprender e se desenvolver. Com este novo edital, avançamos na atuação integrada do governo para levar infraestrutura de qualidade às escolas que mais precisam, especialmente no Norte e Nordeste. A Enec organiza essa visão sistêmica — que reúne infraestrutura, formação de professores, uso pedagógico e monitoramento — para transformar tecnologia em aprendizagem e combater desigualdades que são históricas no país”, ressaltou o ministro da Educação, Camilo Santana.
Com o novo investimento, o conjunto das duas seleções alcançará quase 1 milhão de alunos beneficiados. A primeira seleção, lançada em 2023, destinou R$ 60 milhões para conectar 1,5 mil escolas e, até a última semana, contava com 824 unidades conectadas.
O ministro das Comunicações, Frederico de Siqueira Filho, destacou que o Fust foi destravado em 2023 e passou a apoiar projetos para ampliar a infraestrutura de telecomunicações no país, em especial para locais que não eram atendidos pela iniciativa privada. “Este segundo edital é mais um passo fundamental para atingirmos, até o final do próximo ano, a nossa meta de levar conectividade significativa para as salas de aulas de todas as escolas do nosso país. É um projeto muito ambicioso e necessário para que a internet seja utilizada para fins pedagógicos. A educação precisa caminhar junto à inclusão digital dos alunos”, afirmou.
As escolas atendidas pela seleção estão localizadas em áreas com presença de fibra óptica, mas que ainda não dispõem de conectividade adequada para fins pedagógicos. A seleção pública financiará a implementação completa das redes externas e internas, incluindo cabeamento, switches, roteadores, wi-fi de alta capacidade, além do serviço de conexão por 24 meses e manutenção integral do sistema, garantindo continuidade e confiabilidade do uso pedagógico em sala de aula
O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, ressaltou que a inclusão digital de estudantes da rede pública é condição essencial para garantir igualdade de oportunidades e fortalecer o futuro do país. “Com esta segunda seleção de projetos, o BNDES segue expandindo o alcance do Fust nas duas regiões brasileiras que apresentam os piores indicadores de conectividade, levando o acesso à internet de banda larga a mais 1.200 escolas”.
O BNDES ficará responsável pelo processo de seleção e o acompanhamento das entregas de instalação de internet nas escolas. Serão selecionadas três propostas de prestadoras de serviços de telecomunicações para implementar a conectividade nas escolas e uma quarta proposta para monitorar a implementação dos projetos, reforçando o protagonismo do banco na execução técnica de políticas estruturantes de conectividade pública.
Impacto direto em sala de aula
Com a nova seleção, cerca de 410 mil estudantes passarão a contar com internet adequada para fins pedagógicos, com acesso ampliado a plataformas educacionais, recursos multimídia, atividades on-line, gestão escolar integrada e práticas de ensino inovadoras. A conectividade segue padrões da Enec, garantindo velocidade mínima e qualidade para fins pedagógicos.
Com recursos do Novo Programa de Aceleração do Crescimento (Novo PAC), o Ministério da Saúde formalizou em dezembro a aquisição de ambulâncias do SAMU 192 e micro-ônibus voltados ao transporte sanitário eletivo. O investimento garante a renovação da frota de urgência e estabelece, pela primeira vez, o apoio direto do Governo Federal em infraestrutura necessária para deslocamento de pacientes para consultas e exames eletivos no Sistema Único de Saúde (SUS).
“Renovar a frota e organizar o transporte é garantir que o cuidado chegue a tempo, do chamado de urgência à consulta especializada. As novas ambulâncias do SAMU 192 ampliam a capacidade de resposta da urgência, enquanto o transporte sanitário eletivo garante que consultas, exames e tratamentos aconteçam no tempo certo. É uma ação técnica, planejada, mas com impacto direto na vida das pessoas que dependem do SUS”, afirma a secretária-executiva adjunta do Ministério da Saúde, Juliana Carneiro.
Após a homologação das licitações, estão em fase de formalização os contratos para a aquisição inicial de 2.420 ambulâncias do SAMU 192 e 700 micro-ônibus. As entregas estão previstas para começar em janeiro de 2026 e seguir ao longo do primeiro semestre do ano, fortalecendo a capacidade operacional dos serviços de saúde em todo o território nacional.
Reforço histórico para o SAMU 192
A iniciativa integra a estratégia do Ministério da Saúde de ampliar o SAMU 192 para 100% de cobertura nacional e promover a renovação total da frota até o fim de 2026.
As novas ambulâncias serão destinadas tanto à substituição de veículos antigos quanto à expansão do serviço, garantindo resposta mais rápida às ocorrências, maior capilaridade e melhores condições de trabalho para as equipes.
Os veículos incorporam tecnologias que elevam o padrão do atendimento pré-hospitalar, como sistemas avançados de estabilidade e frenagem, climatização com purificação do ar por UV-C, iluminação clínica em LED e rede integrada de oxigênio, oferecendo mais segurança, eficiência e conforto para profissionais e pacientes.
Transporte sanitário eletivo: o que muda para os usuários do SUS
Outra novidade é a aquisição de 700 micro-ônibus para o Transporte Sanitário Eletivo, voltado ao deslocamento de usuários para consultas, exames e tratamentos especializados. É a primeira vez que o Ministério da Saúde estrutura apoio direto a esse tipo de transporte, essencial para reduzir o absenteísmo e acelerar diagnósticos e tratamentos no SUS.
Os micro-ônibus contam com 28 poltronas, assentos reservados para acessibilidade, poltrona elevatória, espaços para cadeiras de rodas, climatização com purificação de ar, letreiro informativo e sistema multimídia com navegador, garantindo um transporte seguro, confortável e inclusivo. A ação integra o Programa Agora Tem Especialistas, que busca enfrentar um dos principais obstáculos ao acesso à atenção especializada: a dificuldade de mobilidade dos pacientes.
Estados e municípios podem aderir
As atas de registro de preços dos micro-ônibus e das ambulâncias do SAMU 192 permitem a aquisição direta de veículos pelo Ministério da Saúde, no caso dos micro-ônibus, de até 3 mil unidades, além da adesão de estados e municípios, conforme disponibilidade orçamentária. As atas também poderão ser utilizadas para aquisições viabilizadas por emendas parlamentares, ampliando as possibilidades de acesso aos veículos e o alcance da política pública em todo o país.
Os veículos adquiridos diretamente pela pasta da Saúde serão doados a estados e municípios, seguindo critérios de necessidade e efetividade, ampliando o alcance da política pública em todo o país.
A renovação da frota do SAMU 192 e a ampliação do transporte sanitário eletivo representam um investimento estruturante para o SUS, fortalecendo a rede de urgência, qualificando o cuidado e garantindo acesso mais equitativo aos serviços de saúde, especialmente para quem mais precisa.
As emendas de relator não permitem saber quais parlamentares realmente foram os responsáveis por fazer as indicações e os beneficiários finais.
Dentre os estados mais beneficiados, o Amazonas ficou em primeiro, por receber R$ 123,8 milhões. O Piauí aparece em segundo, com R$ 116 milhões e a Paraíba, estado do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), em terceiro, com R$ 107 milhões. Por outro lado, o Mato Grosso foi o estado que menos recebeu pagamento de emendas do orçamento secreto, R$ 5 milhões.
Já analisando os dados a respeito dos órgãos que foram beneficiados pelas emendas, o Departamento de Estradas de Rodagem do Piauí (DER-PI), aparece em primeiro com R$ 84,4 milhões recebidos.
O município de Parintins (AM), vem em segundo, com R$ 63 milhões e o Fundo Estadual de Saúde da cidade de Macapá (AP), reduto eleitoral do presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União-AP), aparece em terceiro, com R$ 48 milhões.
Emendas de relator não permitem saber quem foram os parlamentares responsáveis pelo envio dos recursos. — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução
Apesar da diluição dos pagamentos para diversos estados, quase metade das emendas, R$ 786,6 milhões (63%), foram classificadas com destinação para “apoio a projetos de desenvolvimento sustentável local integrado” e “apoio à política nacional de desenvolvimento urbano voltado à implantação e qualificação viária”, ações atreladas a dois órgãos relacionados, a Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf) e o seu ministério gestor, da Integração e do Desenvolvimento Regional. Ao todo, foram R$ 771 milhões para o Ministério e R$ 106 milhões para a Codevasf, o correspondente a 70% de tudo que foi pago em emendas do relator no ano.Historicamente, ambas são as principais beneficiárias do orçamento secreto, por serem órgãos com ampla capilaridade nacional, vasta variedade de serviços prestados e uma alta influência política.
Codevasf recebeu grande parcela dos valores destinados pelo orçamento secreto. — Foto: Jornal Nacional/ Reprodução
Resgate de emendas
Nesta semana, o Congresso Nacional ressuscitou R$ 2,5 bilhões de emendas do relator que foram canceladas nos últimos anos, para que elas possam ser pagas até o final de 2026.
Quase a totalidade dessas emendas de relator resgatadas pelo Congresso correspondem aos anos de 2020 e 2021, os dois primeiros anos de existência do orçamento secreto, criado no governo do ex-presidente Jair Bolsonaro.
São R$ 1,3 bilhão em emendas do relator recuperadas de 2020 e outro R$ 1,1 bilhão de 2021. Ainda há R$ 39,7 milhões que serão recuperados do ano de 2022.
Nos sistemas do Congresso, não apareciam os nomes dos parlamentares que eram beneficiados, somente o nome do relator. Daí a expressão orçamento secreto.
Câmara e Senado: fachada do prédio do Congresso Nacional na Esplanada dos Ministérios no dia 4 de julho de 2017 — Foto: Edilson Rodrigues/Agência SenadoAlém disso, os critérios de distribuição desse dinheiro tinham pouca transparência e dependiam de negociação política. A grande maioria da verba acabava indo para a base aliada do governo no Congresso, à época, de Jair Bolsonaro.No período vigente, o Planalto destinou bilhões de reais para essas emendas de relator — o que foi interpretado como uma forma de fazer barganha política com o Legislativo.
Em novembro de 2021, a relatora do caso no STF, Rosa Weber, suspendeu os repasses de verba do “orçamento secreto”. No mês seguinte, após o Congresso aprovar novas regras, a ministra liberou o pagamento das emendas.
Presente na ceia de Natal, o peru é um prato tradicional. Apesar do nome, quem costuma ir à mesa é a fêmea da espécie. A diferença está no tamanho: as peruas são menores que os machos. Por causa dessa diferença, é mais vantajoso para o produtor comercializar o peru em pedaços, explica o pesquisador Elsio Figueiredo, da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) Suínos e Aves. Entenda como é a criação desse animais abaixo.
🦃Mesma ração, desenvolvimento diferente: os perus e as peruas são criados separadamente, para evitar que o macho coma todo o alimento sozinho.
Esse comportamento pode acontecer quando ele fica maior do que a fêmea. O peru consegue ganhar cerca de 10 kg a mais, consumindo a mesma quantidade de ração.
🦃Vida mais curta para as peruas: o abate das fêmeas acontece quando elas têm por volta de 10 semanas de idade, época em que ultrapassam os 5 kg de peso, gerando uma carcaça de 4 kg, ideal para o Natal.
No entanto, fugir da ceia não significa que os perus escapem do abate. Eles vivem até 20 semanas, chegando a 25 kg. A sua carne é usada no setor de pedaços, para fazer peito de peru, salsicha, produtos defumados, entre outros.
Algumas fêmeas são criadas para o mesmo fim que os machos. Neste caso, elas são encaminhadas para o mercado de pedaços após 20 semanas, período em que atingem o peso de 15 kg. Contudo, o inverso não ocorre: o macho raramente é vendido inteiro.
🦃Por que a ave é tão cara: a razão disso está no começo da linha de produção, uma vez que os pintos e os ovos da espécie custam mais, relata o pesquisador da Embrapa.
O motivo de o pinto e de o ovo serem caros é que a fêmea coloca poucos ovos. De acordo com Figueiredo, uma galinha comum põe cerca de 180 ovos; a perua, apenas 80.
O bolo de cenoura com cobertura de chocolate já pode ser considerado um patrimônio afetivo brasileiro. Mas, por trás da combinação clássica de cores e sabores, existe um universo que vai muito além de uma receita. Prova disso é a trajetória de Marília Lima, criadora do Cenoradas, loja em São Paulo especializada em doces à base de cenoura. A vida da empreendedora tomou um novo rumo depois que ela enviou um simples pedaço de bolo para uma amiga. “Nunca passou pela minha cabeça empreender. Eu fiz o bolo de cenoura, postei no Instagram, e ela me pediu um pedaço”, conta.
Naquele momento, o Brasil vivia a pandemia de covid-19, e a população seguia em lockdown. Para Marília, preparar o doce era uma forma de resgatar o sabor da infância e, principalmente, de passar o tempo. “Escolhi fazer o bolo porque era fácil, precisava só de um liquidificador. Eu nem tinha batedeira na época”, relembra.
Arquiteta de formação, Marília já não se reconhecia mais na profissão. Antes mesmo da pandemia, ela tinha trocado o escritório pela comunicação em uma tentativa de reencontrar seu caminho profissional. “Eu trabalhava no formato home office, mas já sentia que a agência não resistiria à pausa do mercado”, lembra.
Enquanto buscava novas possibilidades, os amigos, que já conheciam o sabor dos seus bolos de cenoura, começaram a insistir para que ela aceitasse encomendas. Foi o empurrão que faltava para transformar uma habilidade afetiva em oportunidade de negócio. “Na primeira semana, fiz 200 bolos, escalou muito rápido, no entanto, em nenhum momento queria ter uma empresa”, diz.
Marília chegou a fazer planos de voltar ao mercado de trabalho assim que o lockdown terminasse. Tanto que, no mesmo dia em que foi demitida da antiga empresa, recebeu uma proposta para trabalhar em outra. “A vaga era presencial, então eu passava o dia fora e quando chegava em casa continuava fazendo os bolos.”
Ela produzia tudo de forma artesanal, batia as massas no liquidificador e preparava a cobertura de brigadeiro no fogão, sem qualquer equipamento profissional. “Meu namorado, hoje marido, me disse para escolher um caminho que queria seguir e aquilo me fez refletir”, afirma.
O período de confraternizações de fim de ano frequentemente altera a rotina alimentar devido à oferta de pratos tradicionais e eventos sociais. De acordo com o Dr. André Augusto Pinto, cirurgião geral e do aparelho digestivo, a gestão do peso nesse intervalo depende de estratégias comportamentais e do equilíbrio na ingestão calórica, sem a necessidade de exclusão total de grupos alimentares. Segundo o especialista, a adoção de restrições alimentares severas antes das celebrações de fim de ano pode resultar em um efeito adverso. O mecanismo biológico e psicológico da privação tende a elevar o consumo excessivo durante os eventos. A recomendação médica indica a manutenção de uma dieta regular e equilibrada nos dias que antecedem as ceias, evitando que o indivíduo chegue ao momento da refeição com níveis elevados de fome.
A moderação é apontada como o fator determinante para o controle ponderal. O Dr. André sugere um método de divisão do prato para otimizar a saciedade e o aporte de nutrientes:
Grupo Alimentar Porcentagem Recomendada Exemplos Vegetais e Saladas 50% Folhas, legumes e hortaliças Proteínas 25% Peru, peixe, carne suína ou bovina magra Carboidratos 25% Arroz, massas e acompanhamentos A orientação é priorizar opções de carboidratos com menores índices de gordura e açúcares. A análise do médico indica que o ganho de peso decorre do somatório de excessos em dias consecutivos, e não de um alimento isolado.
A ingestão hídrica é destacada como um processo essencial para a digestão e para a distinção entre os sinais fisiológicos de sede e fome. Além da água, a manutenção de atividades físicas, mesmo que de baixa intensidade como caminhadas, auxilia na regulação do metabolismo e na redução de edemas (inchaços). O foco dessas atividades, sob a perspectiva médica, é a manutenção do bem-estar e não a compensação calórica por meio de exercícios exaustivos. O impacto das refeições festivas no peso corporal a longo prazo é considerado reduzido quando comparado aos hábitos mantidos ao longo do ano. O especialista reforça que o comportamento alimentar sustentado por semanas e meses é o principal fator de saúde. Ao aplicar o equilíbrio e a atenção aos sinais de saciedade, é possível participar das celebrações sem alterações significativas na balança ou necessidade de medidas corretivas posteriores.
O arroz à grega é um clássico acompanhamento que nunca sai de moda, muita gente aprecia e sempre está presente num almoço ou jantar. Confira o passo a passo dessa receita simples e fácil do canal Sussa Rodrigues e faça, você vai amar o resultado incrível!
Como fazer arroz à grega
Para fazer arroz à grega vamos precisar de bacon, alho, arroz cru, sal, páprica doce, lemon pepper, cenoura, vagem, pimentão vermelho, água fervente e dueto milho + ervilha em conserva. Inicialmente iremos colocar numa panela o bacon picado, levar em fogo médio e deixar fritar bem. Em seguida vamos adicionar os demais ingredientes, seguindo a sequência de adição, colocar a água, ajustar o sal, deixar no fogo a água secar parcialmente, dispor o dueto, tampar a panela e deixar em fogo baixo por mais 10 minutos. Iremos desligar o fogo, deixar descansar por 10 minutos, dispor numa travessa e se deliciar!
Ingredientes da receita de arroz à grega
150 gramas de bacon
1 dente de alho grande
2 xícaras(chá) de arroz cru
Sal a gosto
Páprica doce e lemon pepper a gosto
1 cenoura picada
100 gramas de vagem picada
½ pimentão vermelho picado
4 xícaras(chá) de água fervente
1 latinha de milho + ervilha ( dueto) sem a água
Modo de preparo
Coloque numa panela o bacon picado, leve em fogo médio e deixe fritar bem. Adicione o alho picado e deixe dourar.
Acrescente o arroz cru e lavado, o sal, o lemon pepper, a páprica, mexa bem, coloque a cenoura e a vagem picadas, o pimentão picado e mexa um pouco mais.
Adicione a água fervente, misture bem, ajuste o sal e deixe no fogo até a água secar parcialmente.
Acrescente o milho + ervilha, espalhe bem na superfície, tampe a panela e deixe em fogo baixo por mais 10 minutos.
Desligue o fogo e deixe descansar por 10 minutos, misture delicadamente para envolver todos os ingredientes.
Disponha num refratário e sirva esse suculento arroz à grega!
Pense em uma receita simples, saborosa e muito fácil de preparar. A batata gratinada de forno é o tipo de receita que pode muito bem ser servida em qualquer restaurante. Prepare essa maravilhosa batata gratinada no forno e transforme o seu almoço ou jantar em um banquete. Com certeza todo mundo vai amar. Aproveite esse passo a passo simples do canal Receitas da Josi para servir bem quem você ama.
Como fazer batata gratinada no forno
Para a receita da batata gratinada você vai usar ovos, creme de leite, batatas cozidas, molho de tomate, muçarela, queijo parmesão, tomate e temperos a gosto. Bata levemente os ovos, o creme de leite, pimenta do reino, páprica, sal, orégano, cominho e chimichurri. Coloque as rodelas de batata em um refratario, cubra com o molho de tomate, a muçarela fatiada e despeje os ovos temperados. Finalize com mais muçarela, parmesão ralado, tomate em rodelas e orégano. Deixe gratinar, retire do forno e sua batata gratinada no forno está prontinha. Bom apetite!
Ingredientes da receita de batata gratinada no forno
50g de queijo parmesão ralado
5 batatas cozidas e cortadas em rodelas
3 ovos
1 tomate
1 caixinha de creme de leite
Chimichurri, cominho, sal, pimenta do reino, azeite, orégano e páprica doce ou defumada (a gosto)
Água o quanto baste para o cozimento
250g de muçarela
100g de molho de tomate pronto
Modo de preparo
Em uma tigela, bata os ovos, junte o creme de leite, a pimenta do reino, a páprica, o sal, o orégano, o cominho e o chimichurri.
Em um refratário untado com azeite, espalhe as rodelas de batata já cozidas.
Cubra as batatas com o molho de tomate e a muçarela fatiada.
Despeje os ovos batidos por cima, finalize com mais muçarela, queijo parmesão ralado, rodelas de tomate e orégano.
Leve ao forno pré-aquecido a 180° por 15 a 20 minutos, até gratinar.
Retire do forno e leve a batata gratinada no forno para a mesa. Bom apetite!
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Rayane Figliuzzi esteve na festa da final do reality A Fazenda ao surgir com um vestido preto de alta-costura, avaliado em cerca de R$ 300 mil. A peça exclusiva, inteiramente bordada à mão com pedrarias, leva a assinatura do estilista Israel Valentim, referência em moda de luxo no Brasil.
Com design sofisticado, o vestido apresenta transparências estratégicas, mangas longas com bordados geométricos e uma fenda lateral profunda, valorizando a silhueta da influenciadora e garantindo um visual elegante e impactante. O brilho intenso da peça chamou atenção e fez do look um dos mais comentados da noite. Reconhecido por criar vestidos luxuosos para celebridades, Israel Valentim desenvolve peças de alta-costura personalizadas, que podem chegar a valores de até R$ 300 mil, graças ao uso de milhares de cristais e ao trabalho artesanal minucioso. No look de Rayane, as pedrarias e joias aplicadas são da Swarovski, reforçando o caráter exclusivo da criação. Luxo, brilho e sofisticação são marcas registradas do estilista, que transforma cada vestido em uma verdadeira experiência de moda para grandes eventos do entretenimento brasileiro.
Com a serenidade de quem atravessou um ano agitado e saiu fortalecida, Patrícia Poeta se prepara para escrever um novo capítulo em sua vida para 2026. Em entrevista exclusiva à CARAS Brasil, a apresentadora do Encontro, da TV Globo, reflete sobre esta fase e revela novidades neste ciclo que se inicia.
“2025 foi um ano muito bom. Um ano de conquistas, de amadurecimento, de ver projetos que a gente começou lá atrás realmente se consolidarem. No programa, por exemplo, as viagens dizem muito disso. Começamos timidamente, com uma única viagem e, em 2025, já foram seis. Para 2026, a ideia é dobrar esse número e chegar a doze. Isso me deixa muito feliz, porque viajar pelo Brasil e conhecer cada cantinho desse país é um privilégio enorme”, declara.
Patrícia Poeta aponta que gosta de estar próxima do público e este contato é essêncial para o programa que comanda há mais de três anos na Globo.
“Eu sempre digo que o Encontro é um programa feito pelo público e para o público. Então, poder ir até essas pessoas, mostrar as culturas locais, o jeito de cada lugar, o nosso povo… isso é muito importante pra mim. Um programa de alcance nacional precisa refletir esse Brasil inteiro, esse Brasilzão diverso, rico, cheio de histórias e sotaques”, celebra.
Coração aberto para começar o melhor
Paralelamente às conquistas profissionais, o ano também exigiu resiliência diante de desafios pessoais. Agora, Patrícia vira a página ao olhar para o passado e mira alto no futuro.
“Do ponto de vista pessoal, foi um ano de difícil, muita resiliência e provação, mesmo – com questões de saúde na família. Mas graças a Deus agora está tudo bem. E o saldo que fica é esse: vamos para 2026 de coração cheio de vontade, de peito aberto, prontos para o melhor!”, confessa.
A apresentadora, sem entrar em muitos detalhes, atualiza o quadro do filho e agradece por todo o apoio que recebeu das pessoas enquanto o jovem estava em tratamento.
Graças a Deus, agora está tudo bem. Felipe está em casa e já retornando aos poucos à rotina. Quero, inclusive, agradecer de coração o carinho das pessoas, ao longo desses meses difíceis: as mensagens, a energia, as pessoas que chegaram até mim dizendo que estavam rezando pelo meu filho. Isso mexeu muito comigo, trouxe um quentinho no coração. Acredito muito nessa força, sabe?! Minha eterna gratidão”, revela.
Patrícia Poeta – Foto: Divulgação
Abaixo, confira trechos editados da entrevista de Patrícia Poeta à CARAS Brasil.
– Hoje eu sinto que tenho uma relação muito próxima com o meu público. Vou te dar um exemplo: as pessoas que vão à plateia. Muitas eu já conheço, sei coisas da vida delas. Outro dia, até brinquei que sei até onde cada uma gosta de sentar. Isso mostra o nível de proximidade que a gente criou.
O que mais mudou neste período?
– A relação com o telespectador e quem vem acompanhar o programa no estúdio foi amadurecendo com o tempo, foi ficando cada vez mais próxima, e hoje é muito forte. Eu tenho um público cativo que assiste ao Encontro todos os dias, que gosta de participar do programa, que se envolve. E isso é muito gostoso e verdadeiro.
É uma grande responsabilidade então apresentar o Encontro?
– Com certeza é uma grande responsabilidade, principalmente por um ponto muito forte do DNA do programa: o factual. Depois dos telejornais da casa, da manhã, o primeiro programa que entra no ar e que também fala dos acontecimentos atuais é o Encontro. E a gente tem justamente esse papel: esmiuçar os assuntos, aprofundar, trazer especialistas e explicar tudo de uma forma mais clara para o público.
Qual a importância do Encontro para você?
– Falamos desde acontecimentos locais, como as chuvas, a falta de energia que aconteceu recentemente em São Paulo, até golpes que vêm sendo aplicados todos os dias e preocupam muita gente. E também abordamos temas de repercussão nacional como a onda de feminicídio que vem assolando o país. O programa tem o papel de informar, tentar ajudar, buscar caminhos, de apontar uma luz no fim do túnel.
Para além dos trabalhos na TV, sua presença também é muito forte nas redes sociais….
– Eu acredito muito na influência positiva. Não nessa influência vazia, só por número, só por engajamento. E vou dizer uma coisa que pode até soar clichê, mas é muito verdadeira. Todo dia, quando eu acordo, eu penso: como é que eu posso tocar a vida de alguém de forma positiva hoje? Porque, no fim das contas, é isso que importa. É o que você faz de bom. Eu acredito muito na lei do retorno, que tudo aquilo que a gente faz volta pra gente. Por isso, eu tomo muito cuidado com as minhas atitudes.
Recebe muito o feedback de mulheres que se sentem inspiradas pela sua figura?
– Quando eu sou abordada por mulheres, seja no Instagram ou na rua, eu pratico a escuta. Se alguém parou ali pra falar com você, pra dividir uma história…é porque aquilo é importante pra ela. E muitas das pautas que levo pro programa vêm exatamente dessas escutas do dia a dia. Eu acho que esse lugar de porto seguro que algumas pessoas veem em mim vem daí. De saberem que eu vou ouvir, que vou acolher e que, dentro do que estiver ao meu alcance, vou tentar fazer algo positivo por aquela história. Acho que esse é meu papel como comunicadora e, principalmente, como ser humano.
O que você pode adiantar de novidades para 2026?
– Já posso adiantar que 2026 vai ser um ano de muito trabalho. E eu gosto disso porque sou muito feliz com o que faço. Mas, fora a vida profissional, também me propus a olhar mais pra mim, pra coisas que também gosto e que acabei deixando um pouco de lado. Por exemplo: moda. Estive recentemente na Semana de Moda de Milão e quero desenvolver mais esse lado. Estar em São Paulo também me instiga muito. É uma cidade com muitos restaurantes e várias programações culturais. Então, esse é outro compromisso que assumi comigo mesma para 2026: sair mais, conhecer mais e experimentar mais. Que venha 2026!
Patrícia Poeta – Foto: Divulgação
CONFIRA UMA PUBLICAÇÃO RECENTE DA APRESENTADORA PATRÍCIA POETA NAS REDES SOCIAIS:
A cada ano, novas regras e políticas públicas são discutidas no país, e muitas delas têm impacto direto na vida de quem já passou dos 60 anos. Embora nem todos saibam, o Brasil possui leis específicas voltadas à proteção e ao bem-estar da população idosa. Esses direitos estão garantidos principalmente pelo Estatuto do Idoso, criado para assegurar mais dignidade, segurança e qualidade de vida a essa faixa etária.Em 2026, diversas garantias continuam válidas para os brasileiros com mais de 60 anos, abrangendo desde benefícios em transporte e lazer até isenções em impostos e acesso facilitado à saúde. Muitos desses privilégios, no entanto, ainda são desconhecidos pela maioria dos idosos, que deixam de aproveitar recursos importantes oferecidos por lei.
Direitos dos idosos garantidos por lei
O Estatuto do Idoso (Lei nº 10.741/2003) é o principal instrumento legal que protege as pessoas com 60 anos ou mais. Ele define deveres para o Estado, a família e a sociedade, assegurando condições adequadas para o envelhecimento saudável. Além disso, prevê benefícios que ajudam a reduzir desigualdades e garantir acesso a serviços básicos. Esses direitos continuam em vigor em 2026 e são fundamentais para assegurar inclusão social, acesso à cultura, mobilidade e assistência financeira. A seguir, veja os principais benefícios garantidos por lei aos idosos no Brasil.
Desconto em eventos culturais
Pessoas com mais de 60 anos têm direito à meia-entrada em shows, teatros, cinemas e outros eventos culturais. Além disso, contam com prioridade nas filas e no acesso a esses locais.
Transporte público gratuito
Idosos podem utilizar ônibus, metrôs e trens urbanos sem custo. Em muitas cidades, basta apresentar a Carteira do Idoso, documento emitido gratuitamente pelos centros de assistência social.
Viagens interestaduais com desconto
Em viagens de ônibus entre estados, o idoso tem direito a duas passagens gratuitas por veículo. Caso essas vagas já estejam preenchidas, é garantido desconto mínimo de 50% nas passagens.
Isenção de impostos
Em diversos municípios, pessoas idosas podem solicitar isenção total ou parcial do IPTU. Algumas localidades também oferecem redução em outras taxas, especialmente para quem vive de aposentadoria ou renda limitada.
Atendimento preferencial
Os idosos têm prioridade em filas, guichês, bancos, hospitais e repartições públicas. Esse atendimento preferencial também se estende a serviços de saúde e programas sociais.
Medicamentos gratuitos
O Sistema Único de Saúde (SUS) e o Programa Farmácia Popular disponibilizam remédios sem custo para doenças crônicas, como diabetes, hipertensão e asma. Também é possível obter fraldas geriátricas em postos de saúde.
Isenção no IPTU
Além de descontos em outros impostos, alguns municípios oferecem isenção específica do IPTU para idosos de baixa renda, desde que o imóvel esteja no nome do beneficiário e seja utilizado como residência própria.
Benefício de Prestação Continuada (BPC)
O BPC é um auxílio mensal equivalente a um salário mínimo destinado a idosos com 65 anos ou mais que não tenham condições financeiras de sustentar-se. O benefício é pago pelo INSS e não exige contribuição prévia.
A importância de conhecer e utilizar os benefícios
Apesar de todos esses direitos estarem previstos em lei, muitos idosos ainda não os utilizam por falta de informação. Em grande parte dos casos, o desconhecimento sobre onde solicitar os benefícios ou quais documentos são necessários impede o acesso a recursos que poderiam melhorar significativamente a qualidade de vida. As prefeituras e os Centros de Referência de Assistência Social (CRAS) são os principais pontos de apoio para quem deseja solicitar esses benefícios. É por meio deles que os idosos podem obter a Carteira do Idoso, se cadastrar em programas sociais ou tirar dúvidas sobre isenções e auxílios.Essas medidas são essenciais para reduzir desigualdades e garantir que o envelhecimento ocorra de forma digna, ativa e com qualidade. Além de proporcionar conforto e segurança financeira, os benefícios ajudam a promover a autonomia e a participação dos idososna sociedade.
O nutricionista Lucas Alves Deienno ensina a fazer um suco de maracujá com batata doce e hortelã com uma receita saudável e fácil. Os benefícios da batata doce são inúmeros, como a grande quantidade de vitamina C em sua composição, o que é excelente para o sistema imunológico. Somado à fruta cítrica maracujá, essa propriedade é potencializada. Veja o passo a passo a seguir.Dica do especialista: Para garantir a propriedade das fibras, evite coar o suco.
Ingredientes
50 g de batata doce crua e sem casca
Polpa de 1 maracujá azedo
6 folhas de hortelã
200 ml de água gelada
Preparo
1.Descasque e pese a batata doce
2.Coloque todos os ingredientes no liquidificador e bata por 1 minuto.